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Observação em Lâminas 
Permanentes de Tecido Muscular e 
Nervoso
Apresentação
1. OBJETIVO
Nesta atividade, você irá aprender a diferenciar as variedades de tecido muscular e identificar as 
células do tecido nervoso.
 
Ao final deste experimento, você deverá ser capaz de:
identificar as características gerais do tecido muscular;•
diferenciar os tipos de tecido muscular, de acordo com a estrutura e morfologia das células;•
identificar as variedades de células do tecido nervoso presentes na medula óssea espinhal.•
 
2. ONDE UTILIZAR ESSES CONCEITOS?
A análise de células e tecidos utilizando o microscópio é um procedimento muito utilizado para o 
diagnóstico de diversas doenças, que podem ser identificadas a partir de análises citológicas e 
histopatológicas.
Dessa forma, é importante compreender a morfologia dos tecidos em sua fisiologia normal, para 
posteriormente inferir sobre suas alterações e correlacioná-las aos mecanismos desencadeados 
pelas doenças.
 
3. O EXPERIMENTO
Neste experimento, você irá analisar lâminas permanentes de medula espinhal, coração e língua de 
boi, utilizando um microscópio de luz.
Ao longo do experimento, você irá realizar representações gráficas, evidenciando as características 
morfológicas desses tecidos.
 
4. SEGURANÇA
Nesta prática, você deverá utilizar jalecos de manga longa e calça comprida (preferencialmente, 
jeans), evitando vestimentas com tecidos muito finos. É necessário também usar sapatos fechados 
que cubram o dorso do pé e manter os cabelos presos durante todo o tempo de permanência no 
laboratório, além de utilizar touca descartável.
 
5. CENÁRIO
O ambiente deste experimento apresenta uma bancada de trabalho com microscópio de luz, além 
dos seguintes materiais: lâmina histológica de medula espinhal; lâmina histológica de coração; 
lâmina histológica de língua de boi.
Bons estudos.
Sumário teórico
Acesse o sumário:
 
 
LABORATÓRIO DE HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA 
OBSERVAÇÃO EM LÂMINAS PERMANENTES DE TECIDO MUSCULAR E NERVOSO 
ALGETEC – SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS EM EDUCAÇÃO 
CEP: 40260-215 Fone: 71 3272-3504 
E-mail: contato@algetec.com.br | Site: www.algetec.com.br 
 
 
OBSERVAÇÃO EM LÂMINAS 
PERMANENTES DE TECIDO MUSCULAR 
E NERVOSO 
 
 
 
As funções desempenhadas por todos os sistemas orgânicos que compõem os 
animais são coordenadas pela associação entre os sistemas nervoso e endócrino, 
também conhecida como sistema neuroendócrino. 
Didaticamente, o sistema nervoso é compartimentalizado em: sistema nervoso 
central (SNC) e sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo 
(cérebro, cerebelo e bulbo) e pela medula espinhal. 
Ao analisar secções histológicas dos órgãos do SNC, é possível observar regiões 
esbranquiçadas, chamadas de substância branca. Essa região é rica em mielina, presente 
nas bainhas de mielina dos axônios dos neurônios. Outra região é observada nesses 
órgãos, a substância cinzenta, formada principalmente pelos corpos celulares dos 
neurônios, dendritos, porções iniciais não mielinizadas dos axônios e células da glia 
(JUNQUEIRA; CARNEIRO, 2017). Na substância cinzenta, a célula predominante e de 
mais evidente observação é o neurônio, que tem maior volume celular, com núcleo 
ovalado e claro, devido à predominância de eucromatina, contendo nucléolo muito 
evidente. 
É interessante ressaltar que a cor da substância branca, ao se visualizarem 
lâminas histológicas de órgãos do sistema nervoso, se deve à característica lipídica da 
bainha de mielina. Durante a preparação da amostra biológica, os lipídeos são extraídos 
do tecido pelos solventes apolares utilizados, tais como o xilol, conferindo aspecto 
branco após as colorações histológicas. 
 
 
LABORATÓRIO DE HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA 
OBSERVAÇÃO EM LÂMINAS PERMANENTES DE TECIDO MUSCULAR E NERVOSO 
ALGETEC – SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS EM EDUCAÇÃO 
CEP: 40260-215 Fone: 71 3272-3504 
E-mail: contato@algetec.com.br | Site: www.algetec.com.br 
 
A substância cinzenta predomina na camada superficial do cérebro, constituindo 
o córtex cerebral, enquanto a substância branca se localiza nas partes mais centrais do 
órgão. De maneira semelhante, no cerebelo, a substância branca se dispõe no centro do 
órgão, enquanto a substância cinzenta se dispõe na periferia, formando o córtex 
cerebelar. No entanto, a medula espinal e as substâncias branca e cinzenta localizam-se 
de maneira inversa à do cérebro e cerebelo. A substância cinzenta, em cortes 
transversais da medula (Figura 1), tem formato de uma borboleta ou da letra H, 
apresentando uma abertura, chamada de canal central da medula (JUNQUEIRA; 
CARNEIRO, 2017). 
 
 
Figura 1 – Micrografia de luz da medula espinhal em corte transversal. Coloração de impregnação por prata. Fonte: 
Shutterstock. 
 
No entanto, a morfologia do tecido muscular é muito diferente do tecido 
nervoso. O tecido muscular é formado por células alongadas com grande quantidade de 
proteínas filamentosas no citoplasma. A associação dessas proteínas confere a força 
necessária para a contração dessas células, utilizando a energia liberada pela quebra das 
ligações entre os grupos fosfato da molécula de trifosfato de adenosina (ATP), por meio 
de respiração celular ou fermentação. A contração concomitante dessas células fibrosas 
permite o encurtamento do músculo (JUNQUEIRA; CARNEIRO, 2017). 
 
 
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O tecido muscular pode ser diferenciado em três diferentes tipos, de acordo com 
a morfologia e estruturação de suas células: tecido muscular esquelético, tecido 
muscular cardíaco e tecido muscular liso. Neste experimento, não iremos abordar o 
tecido muscular liso. 
O músculo estriado esquelético é formado por feixes de células cilíndricas 
multinucleadas longas, que podem alcançar até 30cm, contendo estriações transversais, 
devido à organização das miofibrilas. Essas estriações transversais, que conferem o 
nome ao tecido, são evidentes ao se observar o tecido estriado esquelético em 
preparações permanentes para microscopia de luz. 
As miofibrilas são formadas pelas proteínas fibrosas, principalmente a actina e a 
miosina. Devido à morfologia cilíndrica e alongada, essas células também recebem a 
denominação de fibras musculares (JUNQUEIRA; CARNEIRO, 2017). Nessas fibras, o 
núcleo está localizado na periferia, logo abaixo do sarcolema (membrana plasmática que 
reveste a célula muscular) (Figura 2). 
 
 
Figura 2 – Micrografia de luz da fibra muscular esquelética em corte longitudinal. Fonte: Shutterstock. 
 
 
 
 
 
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OBSERVAÇÃO EM LÂMINAS PERMANENTES DE TECIDO MUSCULAR E NERVOSO 
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O tecido muscular cardíaco, que compõe o coração, é formado por células 
cilíndricas alongadas e, às vezes, ramificadas. Diferentemente das fibras musculares 
esqueléticas, as células cardíacas são curtas e apresentam de um a dois núcleos elípticos, 
os quais se localizam no centro da fibra. 
Além disso, as fibras musculares cardíacas se unem por meio de estruturas que 
lembram o formato de degraus de uma escada, denominadas discos intercalares 
(JUNQUEIRA; CARNEIRO, 2017). 
 Essas características morfológicas do tecido muscular estriado cardíaco podem 
ser observadas ao se analisarem cortes histológicos ao microscópio de luz, conforme 
apresentado na Figura 3. 
 
 
Figura 3 – Micrografia de luz da fibra muscular cardíaca em corte longitudinal. Fonte: Shutterstock. 
 
Outra peculiaridade do tecido muscular cardíaco é a presença de grande 
quantidade de mitocôndrias em sua constituição, ocupando cerca de 40% do volume 
tecidual,situadas longitudinalmente entre as fibras musculares. No entanto, as 
mitocôndrias não são visualizadas por microscopia de luz, necessitando de 
equipamentos com maior resolução, como o microscópio eletrônico de transmissão. A 
marcante presença dessa organela reflete o alto consumo energético do tecido 
 
 
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muscular cardíaco, responsável pelo bombeamento do sangue pelos vasos sanguíneos 
do corpo. 
A partir desses conhecimentos, você irá identificar as características 
morfológicas do tecido nervoso presente na medula espinhal. Na sequência, aprenderá 
a identificar os componentes do tecido muscular estriado e a diferenciá-lo do tecido 
muscular cardíaco, baseando-se em suas peculiaridades morfológicas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
 
 
JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Histologia básica. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara 
Koogan, 2017. 
 
 
Roteiro
Acesse o roteiro:
 
 
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OBSERVAÇÃO EM LÂMINAS PERMANENTES DE TECIDO MUSCULAR E NERVOSO 
 
INSTRUÇÕES GERAIS 
 
 
1. Neste experimento, você irá observar o tecido muscular e diferenciar as duas 
categorias do tecido. Além disso, irá identificar e esquematizar as células 
presentes no nervoso. 
 
2. Utilize a seção “Recomendações de Acesso” para melhor aproveitamento da 
experiência virtual e para respostas às perguntas frequentes a respeito do 
VirtuaLab. 
 
3. Caso não saiba como manipular o Laboratório Virtual, utilize o “Tutorial 
VirtuaLab” presente neste Roteiro. 
 
4. Caso já possua familiaridade com o Laboratório Virtual, você encontrará as 
instruções para realização desta prática na subseção “Procedimentos”. 
 
5. Ao finalizar o experimento, responda aos questionamentos da seção “Avaliação 
de Resultados”. 
 
 
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RECOMENDAÇÕES DE ACESSO 
 
PARA ACESSAR O VIRTUALAB 
 
 
 
 
 
 
 
 
1. Caso utilize o Windows 10, dê preferência ao navegador Google Chrome; 
2. Caso utilize o Windows 7, dê preferência ao navegador Mozilla Firefox; 
3. Feche outros programas que podem sobrecarregar o seu computador; 
4. Verifique se o seu navegador está atualizado; 
5. Realize teste de velocidade da internet. 
 
Na página a seguir, apresentamos as duas principais dúvidas na utilização dos 
Laboratórios Virtuais. Caso elas não se apliquem ao seu problema, consulte a nossa seção 
de “Perguntas Frequentes”, disponível em: https://algetec.movidesk.com/kb/pt-br/ 
Neste mesmo link, você poderá usar o chat ou abrir um chamado para o contato com 
nossa central de suporte. Se preferir, utilize os QR CODEs para um contato direto por 
Whatsapp (8h às 18h) ou para direcionamento para a central de suporte. Conte conosco! 
ATENÇÃO: 
O LABORATÓRIO VIRTUAL DEVE SER ACESSADO POR COMPUTADOR. ELE NÃO DEVE SER 
ACESSADO POR CELULAR OU TABLET. 
O REQUISITO MÍNIMO PARA O SEU COMPUTADOR É UMA MEMÓRIA RAM DE 4 GB. 
SEU PRIMEIRO ACESSO SERÁ UM POUCO MAIS LENTO, POIS ALGUNS PLUGINS SÃO 
BUSCADOS NO SEU NAVEGADOR. A PARTIR DO SEGUNDO ACESSO, A VELOCIDADE DE 
ABERTURA DOS EXPERIMENTOS SERÁ MAIS RÁPIDA. 
 
 
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PERGUNTAS FREQUENTES 
 
 
1) O laboratório virtual está lento, o que devo fazer? 
 
a) No Google Chrome, clique em “Configurações” -> “Avançado” -> “Sistema” -> 
“Utilizar aceleração de hardware sempre que estiver disponível”. Habilite a 
opção e reinicie o navegador. 
 
b) Verifique as configurações do driver de vídeo ou equivalente. Na área de 
trabalho, clique com o botão direito do mouse. Escolha “Configurações 
gráficas” e procure pela configuração de performance. Escolha a opção de 
máximo desempenho. 
Obs.: Os atalhos e procedimentos podem variar de acordo com o driver de 
vídeo instalado na máquina. 
 
c) Feche outros aplicativos e abas que podem sobrecarregar o seu computador. 
 
d) Verifique o uso do disco no Gerenciador de Tarefas (Ctrl + Shift + Esc) -> 
“Detalhes”. Se estiver em 100%, feche outros aplicativos ou reinicie o 
computador. 
 
 
 
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2) O laboratório apresentou tela preta, como proceder? 
 
a) No Google Chrome, clique em “Configurações” -> “Avançado” -> “Sistema” -> 
“Utilizar aceleração de hardware sempre que estiver disponível”. Habilite a 
opção e reinicie o navegador. Caso persista, desative a opção e tente 
novamente. 
 
b) Verifique as configurações do driver de vídeo ou equivalente. Na área de 
trabalho, clique com o botão direito do mouse. Escolha “Configurações 
gráficas” e procure pela configuração de performance. Escolha a opção de 
máximo desempenho. 
Obs.: Os atalhos e procedimentos podem variar de acordo com o driver de 
vídeo instalado na máquina. 
 
c) Verifique se o navegador está atualizado. 
 
 
 
 
 
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DESCRIÇÃO DO LABORATÓRIO 
 
 
MATERIAIS NECESSÁRIOS 
 
• Algodão; 
• C2H6O (álcool etílico); 
• Cotonete; 
• Kit de lâminas; 
• Laminário; 
• Microscópio óptico; 
• Óleo de imersão; 
• Papel macio; 
• Solução de limpeza (50% éter sulfúrico e 50% clorofórmio). 
 
 
PROCEDIMENTOS 
 
1. SEGURANÇA DO EXPERIMENTO 
 
Higienize as mãos na pia. Coloque o equipamento de proteção individual localizado no 
“Armário de EPIs”. Nesse experimento é obrigatório o uso de jaleco e luvas. 
 
 
 
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2. ESCOLHENDO A LÂMINA 
 
Abra o laminário, selecione uma lâmina e mova para o microscópio. No laminário contém as 
seguintes lâminas: medula óssea, coração e língua. 
 
3. VISUALIZANDO A LÂMINA NO MICROSCÓPIO 
 
Ligue o microscópio. Visualize a lâmina na objetiva de 4x, 10x e 40x. Atente-se à instrução 
que, para movimentação do revólver ou para efetuar as configurações de posicionamento 
dos parafusos, condensador ou diafragma, deve-se clicar com o botão esquerdo do mouse 
sobre a área desejada e movimentar o cursor do mouse para direita ou esquerda. Coloque 
uma gota do óleo de imersão sobre a lâmina no microscópio e mude para a objetiva de 100x. 
 
4. REPETINDO A VISUALIZAÇÃO 
 
Retorne a lâmina para o laminário. Selecione as demais lâminas para observação. Desligue o 
microscópioe higienize-o após concluir as observações. 
 
5. AVALIANDO OS RESULTADOS 
 
Siga para a seção “Avaliação dos Resultados”, localizada na página 07 deste roteiro, e 
responda de acordo com o que foi observado no experimento, associando também com os 
conhecimentos aprendidos sobre o tema. 
 
 
 
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AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS 
 
 
 
1. Por que é costumeiro nos livros de Histologia o uso do termo “fibra muscular 
estriada esquelética” em vez de “célula muscular estriada esquelética”? 
 
 
 
2. Os núcleos das fibras musculares estriadas esqueléticas são centrais ou 
periféricos? 
 
 
 
3. Justifique a posição dos núcleos no citoplasma em relação aos outros 
componentes da fibra muscular estriada esquelética. 
 
 
 
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TUTORIAL VIRTUALAB 
 
 
1. SEGURANÇA DO EXPERIMENTO 
 
Esse laboratório tem auxílio de um tutor virtual podendo ser usado livremente, 
selecione a opção desejada clicando com o botão esquerdo do mouse sobre uma das 
opções. 
 
 
 
 
 
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Lave as mãos clicando com o botão esquerdo do mouse sobre a torneira. 
 
 
 
Visualize o armário de EPIs clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o 
nome “Armário de EPIs” localizada dentro do painel de visualização no canto superior 
esquerdo da tela. Se preferir, também pode ser utilizado o atalho do teclado “Alt+2”. 
 
 
 
 
 
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Abra o armário de EPIs clicando com o botão esquerdo do mouse sobre as portas. 
 
 
 
Selecione os EPIs necessários para a realização do ensaio clicando com o botão esquerdo 
do mouse sobre eles. Nesse experimento, é obrigatório o uso de jaleco e luvas. 
 
 
 
 
 
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Feche as portas do armário clicando com o botão esquerdo do mouse sobre as portas. 
 
 
 
Visualize a mesa clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome 
“Bancada” ou através do atalho do teclado “Alt+3”. 
 
 
 
 
 
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2. ESCOLHENDO A LÂMINA 
 
Abra o laminário clicando com o botão esquerdo do mouse na parte superior do 
laminário. 
 
 
 
Selecione a primeira lâmina clicando com o botão esquerdo do mouse na lâmina. 
 
 
 
 
 
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3. VISUALIZANDO A LÂMINA NO MICROSCÓPIO 
 
Visualize o interruptor do microscópio clicando com o botão esquerdo do mouse na 
câmera com o nome “Microscópio Esquerdo” ou através do atalho do teclado “Alt+5”. 
 
 
 
Ligue o microscópio clicando com o botão esquerdo do mouse no interruptor localizado 
na base lateral do equipamento. 
 
 
 
 
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Visualize a parte frontal do microscópio clicando com o botão esquerdo do mouse na 
câmera com o nome “Microscópio Frontal” ou através do atalho do teclado “Alt+4”. 
 
 
 
Movimente as lentes objetivas pressionando com o botão esquerdo do mouse sobre o 
revólver e movimentando o cursor à direita ou à esquerda. 
 
 
 
 
 
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OBSERVAÇÃO EM LÂMINAS PERMANENTES DE TECIDO MUSCULAR E NERVOSO 
Realize o ajuste do foco pressionando o botão esquerdo do mouse sobre o parafuso 
macrométrico e movimentando o cursor à direita ou à esquerda. 
 
 
 
Se for necessário um ajuste mais apurado do foco, gire o botão micrométrico 
pressionando o botão esquerdo do mouse sobre ele e movimentando o cursor à direita 
ou à esquerda. 
 
 
 
 
 
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OBSERVAÇÃO EM LÂMINAS PERMANENTES DE TECIDO MUSCULAR E NERVOSO 
Para movimentar a lâmina à direita ou à esquerda, gire a peça inferior do charriot 
pressionando com o botão esquerdo do mouse sobre ela e movimentando o cursor à 
direita ou à esquerda. 
 
 
 
Para movimentar a lâmina à frente ou para trás, gire a peça superior do charriot 
pressionando com o botão esquerdo do mouse sobre ela e movimentando o cursor à 
direita ou à esquerda. 
 
 
 
 
 
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OBSERVAÇÃO EM LÂMINAS PERMANENTES DE TECIDO MUSCULAR E NERVOSO 
Visualize a lâmina clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o ícone “ver ocular” 
localizado abaixo do ícone da engrenagem no canto superior direito da tela. 
 
 
 
Visualize a lâmina na objetiva de 4, 10 e 40x pressionando com o botão esquerdo do 
mouse sobre o revólver e movimentando o cursor à direita ou à esquerda. 
 
 
 
 
 
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LABORATÓRIO DE HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA 
OBSERVAÇÃO EM LÂMINAS PERMANENTES DE TECIDO MUSCULAR E NERVOSO 
Para visualização na objetiva de 100x coloque o óleo de imersão clicando com o botão 
esquerdo do mouse no conta-gotas. 
 
 
 
Visualize a lâmina na objetiva de 100x pressionando com o botão esquerdo do mouse 
sobre o revólver e movimentando o cursor à direita ou à esquerda. 
 
 
 
 
 
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OBSERVAÇÃO EM LÂMINAS PERMANENTES DE TECIDO MUSCULAR E NERVOSO 
 
4. REPETINDO A VISUALIZAÇÃO 
 
Retire a lâmina do microscópio clicando com o botão esquerdo do mouse na lâmina de 
vidro. 
 
 
 
Visualize a bancada clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome 
“Bancada” ou através do atalho do teclado “Alt+3”. 
 
 
 
 
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LABORATÓRIO DE HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIAOBSERVAÇÃO EM LÂMINAS PERMANENTES DE TECIDO MUSCULAR E NERVOSO 
Repita os procedimentos anteriores com as demais lâminas. Selecione a lâmina para 
visualização no microscópio. Visualize a lâmina nas objetivas de 4x, 10x e 40x. 
 
 
 
Ao finalizar a visualização das lâminas, feche o laminário clicando com o botão esquerdo 
do mouse na tampa do laminário. 
 
 
 
 
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Visualize o interruptor do microscópio clicando com o botão esquerdo do mouse na 
câmera com o nome “Microscópio Esquerdo” ou através do atalho do teclado “Alt+5”. 
 
 
 
Desligue o microscópio clicando com o botão esquerdo do mouse no interruptor. 
 
 
 
 
 
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OBSERVAÇÃO EM LÂMINAS PERMANENTES DE TECIDO MUSCULAR E NERVOSO 
Visualize a bancada clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome 
“Bancada” ou através do atalho do teclado “Alt+3”. 
 
 
 
Mova as garrafas de álcool etílico e de solução de limpeza para a bancada clicando com 
o botão esquerdo do mouse sobre elas. 
 
 
 
 
 
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Molhe o algodão com álcool etílico clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o 
algodão. 
 
 
 
Limpe a mesa do microscópio clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o 
algodão. 
 
 
 
 
 
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Molhe o cotonete com a solução de limpeza clicando com o botão esquerdo do mouse 
sobre o cotonete. 
 
 
 
Limpe o ocular clicando com o botão direito do mouse sobre o cotonete. 
 
 
 
 
 
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5. AVALIANDO OS RESULTADOS 
 
Siga para a seção “Avaliação dos Resultados”, localizada na página 07 deste roteiro, e 
responda de acordo com o que foi observado no experimento, associando também com 
os conhecimentos aprendidos sobre o tema. 
 
 
Pré Teste
1) 
“O músculo esquelético é um órgão especializado na transformação de energia química em 
movimento (energia mecânica), desenvolvido para otimizar esta função utilizando um 
conjunto bem ordenado de proteínas relacionadas com o movimento” (FERREIRA, 2005, p. 
60).
Entre um conjunto de proteínas envolvidas no processo de contração muscular, podemos 
citar: 
A) a mielina.
B) a actina. 
C) a albumina. 
2) 
“As células deste músculo são originadas da fusão de centenas de células precursoras, os 
mioblastos, o que as torna grandes e alongadas, de formato cilíndrico, com um diâmetro de 
10 a 100mm e até 30cm de comprimento, e multinucleadas, sendo que os núcleos ficam em 
posição periférica” (MONTANARI, 2016, p. 102).
As fibras musculares, ao serem observadas pelo microscópio de luz, apresentam estriações 
no citoplasma, devido: 
A) à associação dos filamentos contráteis formados pelas proteínas actina e miosina. 
B) à presença de microtúbulos no citoplasma, envolvidos no processo de divisão celular das 
fibras
C) à presença de filamentos intermediários, que se ligam à membrana plasmática das células, 
promovendo a contração. 
3) 
“As objetivas permitem diferentes aumentos do objeto, podendo ser, por exemplo, de 5, 10, 
40 e 100x. Elas também diferem na qualidade da imagem devido à sua abertura numérica” 
(MONTANARI, 2016, p. 2).
Para observar as características morfológicas que distinguem as fibras musculares estriadas, 
indica-se utilizar: 
A) objetiva de 5x. 
B) objetiva de 10x. 
C) objetiva de 40x.
4) 
“A capacidade de contração do músculo cardíaco é regulada pela quantidade de cálcio no 
interior de suas células, cujo fornecimento depende dos canais de cálcio situados na 
membrana celular” (FAPESP, 1999). 
Ao analisar a morfologia das células musculares cardíacas no microscópio de luz, podem-se 
observar: 
A) fibras longas e cilíndricas. 
B) núcleos localizados na periferia das células. 
C) fibras conectadas pelos discos intercalares. 
5) 
“O coração tem quatro câmaras: o átrio direito, que recebe sangue desoxigenado da 
circulação sistêmica; o ventrículo direito, que recebe sangue do átrio direito e o bombeia 
para os pulmões, onde é oxigenado; o átrio esquerdo, que recebe sangue dos pulmões e o 
envia para o ventrículo esquerdo, que, por sua vez, o bombeia para a circulação sistêmica” 
(MONTANARI, 2016, p. 114). 
 
O bombeamento de sangue realizado pelo tecido muscular cardíaco depende de grande 
produção de energia, produzida: 
A) pelas mitocôndrias. 
B) pelas proteínas contráteis. 
C) pelos núcleos celulares. 
Experimento
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Pós Teste
1) "Em 1872, o anatomista italiano Camillo Golgi (1843-192aceitou o emprego em um hospital 
como cirurgião, mas, devido ao seu interesse pela pesquisa, montou um laboratório 
histológico em sua cozinha, onde trabalhava à noite. Ele fixou fragmentos de tecido nervoso 
em uma solução de bicromato de potássio por um longo período e depois os mergulhou em 
nitrato de prata. A prata impregnou algumas células, destacando-as contra um fundo claro. A 
sua reazione nera (reação negrcorava adequadamente as células do tecido nervoso, 
permitindo o seu estudo" (MONTANARI, 2016, p. 85). 
 
Considerando o texto, ao observar um corte histológico de medula espinhal ao microscópio, 
pode-se julgar que:
A) a substância branca, formada pelos corpos dos neurônios, se localiza na região periférica da 
medula espinhal;
B) a substância cinzenta, localizada na região central do órgão, é formada pelos axônios 
neuronais;
C) a substância branca, localizada na região periférica do órgão, é formada pelos axônios dos 
neurônios.
2) "O tecido nervoso encontra-se distribuído pelo organismo, mas está interligado, resultando 
no sistema nervoso. Forma órgãos como o encéfalo e a medula espinal, que compõem o 
sistema nervoso central (SNC)" (MONTANARI, 2016, p. 85). 
 
Considerando o texto, quais são as células do tecido responsáveis pela condução do impulso 
nervoso?
A) A micróglia;
B) Os astrócitos;
C) Os neurônios.
"No SNC, há uma segregação entre os corpos celulares dos neurônios e os seus 
prolongamentos, de modo que duas porções distintas sejam reconhecidas 
macroscopicamente: a substância cinzenta [...] e a substância branca" (MONTANARI, 2016, 
3) 
p. 89). 
 
Com base no texto, as características morfológicas que permitem a identificação dos corpos 
dos neurônios são:
A) corpo celular grande e nucléolo muito evidente;
B) núcleo pequeno e compacto;
C) os corpos dos neurônios localizados na substância branca.
4) “O material biológico deve ser endurecido para ser cortado, o que é conseguido incluindo-o 
em uma substância que se solidifica depois de penetrá-lo, como, por exemplo, a parafina. 
Para isso, o órgão ou um pedaço deste, após a fixação, deve ser desidratado em uma série 
alcoólica de concentração crescente e diafanizado em xilol” (MONTANARI, 2016, p. 5). 
 
Durante a preparação da amostra de tecido nervoso, a substânciabranca perde a bainha de 
mielina, pois:
A) a mielina se solubiliza na parafina, durante o processo de infiltração;
B) a bainha de mielina apresenta características bioquímicas lipídicas, sendo extraída 
principalmente durante a diafanização pelo xilol;
C) a bainha de mielina apresenta características proteicas que, ao entrarem em contato com o 
etanol, se solubilizam, deixando o tecido.
5) "Nas atividades de vida diária, no trabalho e no esporte, a fadiga muscular apresenta-se 
muitas vezes como limitante do desempenho humano, e causadora de lesões em diversos 
níveis do sistema musculoesquelético" (SILVA; FRAGA; GONÇALVES, 2007, p. 226). 
 
O texto descreve a fadiga dos músculos estriados esqueléticos, que têm como característica 
histológica:
A) células com morfologia oval;
B) células com núcleo único;
C) células com núcleos periféricos.
Atividade
Responda as questões da seção “Avaliação dos Resultados” do “Roteiro” e anexe aqui o seu 
relatório.