Logo Passei Direto
Buscar
Material

Esta é uma pré-visualização de arquivo. Entre para ver o arquivo original

Conteudista: Prof. Dr. Jorge Marcos Rosa
Revisão Textual: Pérola Damasceno
 
Objetivo Geral:
Fornecer conceitos básicos e primordiais para que o aluno possa ter uma ideia
inicial da importância das �bras têxteis, não só no “Mundo Fashion”, mas
também nas mais diversas utilidades que lidamos em nosso dia a dia.
˨ Material Teórico
˨ Material Complementar
˨ Referências
Fibras Têxteis I: Conceitos Gerais
Introdução
O Universo Têxtil se encaixa na teoria da pertinência da periodização nas três ondas da
humanidade, descrita e proposta por To�er (2012). Em seu livro, o autor preconiza que a
primeira onda de mudança foi desencadeada há mais ou menos dez mil anos pela descoberta
da agricultura; a segunda onda resultou na Revolução Industrial, no século XVIII, onde o ramo
têxtil teve presença marcante; e a terceira, que já se encontra no mundo atual, onde a
informação, a eletrônica e a mecatrônica já interferem nas relações entre os seres humanos.
Essa periodicidade é interessante para o estudo do fenômeno têxtil justamente pelo fato dos
produtos têxteis terem desempenhado uma notória participação no desenvolvimento da
humanidade, tanto na primeira como na segunda onda de energia da civilização.
1 / 3
˨ Material Teórico
Re�ita 
Sua roupa esquenta? A resposta correta é NÃO, roupas não esquentam.
Se assim o fosse, todos os guarda-roupas se incendiariam.
Nos dias atuais, muito já se discute sobre a quarta onda na indústria têxtil e de confecção,
conhecida como Indústria 4.0, que, de acordo com Bruno (2017), em um futuro próximo deve
intensi�car a aplicação da ciência e da tecnologia em todas as atividades da cadeia de valor.
Para o autor, em menos de 20 anos a Indústria 4.0 in�uenciará o surgimento de novas
estruturas em níveis locais e regionais.
Cadeia Produtiva Têxtil e do
Vestuário
Trata-se do conglomerado de atividades produtivas especí�cas que contemplam etapas desde
a obtenção da matéria-prima até a comercialização do produto. A cadeia compreende obtenção
de �bras têxteis, de �os e de tecidos; processos de coloração e acabamento; confecção e
comércio (PIRES et al., 2016).
A representação grá�ca da cadeia encontra-se no diagrama de blocos demonstrado na Figura
1.
Figura 1 – Representação da Cadeia Têxtil e Vestuário 
Primeiramente temos a Criação, que é feita por uma equipe geralmente composta por
designers e estilistas, que irão de�nir qual o tipo de �bra e de tecido que farão parte da
coleção a ser lançada. Esta ação irá determinar o início da cadeia.
No �uxo convencional, temos:
Fibras >> Fiação >> Tecimento >> Coloração e Acabamento >> Confecção >> Comércio
(RIBEIRO, 1984).
Entretanto, em alguns processos podem haver algumas variações, tais como:
Principal matéria-prima da indústria da moda e do vestuário, as �bras têxteis devem ser
obtidas e preparadas de modo tal que permitam construir os mais diversos tipos de tecidos,
A �bra vai direto para o setor de coloração e, após, segue para fazer o �o colorido. 
Muito comum na obtenção de �os de Lã 100% e �os de misturas de Lã e Poliéster
ou Lã e Acrílico;
O �o vai para o setor de coloração e, em seguida, vai para o Tecimento já colorido. 
Fluxograma muito utilizado em tecidos multicoloridos, conhecidos como
Jacquard, e que vão para linha automotiva para fabricação de bancos de ônibus,
caminhão e automóveis;
O tecido é confeccionado e volta para o setor de coloração para acabamento,
retornando, em seguida, à confecção para a colocação de aviamentos. 
Fluxograma largamente utilizado na confecção de jeans. As peças confeccionadas
vão para a lavanderia, onde passam por diversos tipos de processos, como
lavagens, stonagens ou até tingimento, retornando, em seguida, para a confecção.
tais como tecidos planos, de malha ou não-tecidos, com a intenção de ofertar as melhores
condições de uso e conforto ao ser humano.
Dentro de sua produção, as �bras deverão possuir algumas propriedades especí�cas, por
exemplo: �exibilidade, suavidade, resistência, resiliência, alongamento e conforto ao uso. As
�bras vegetais mais antigas, cultivadas na antiguidade, foram o algodão e o linho, que datam
de, aproximadamente, 3.000 a 5.000 a.C., ambas bastante utilizadas para confecções de
diversos tipos de produtos.
Com o passar do tempo, após a chegada da era industrial, o mercado foi se tornando cada vez
mais competitivo, de forma que o desenvolvimento de novos materiais se tornou necessário, o
que fez com que as indústrias se tornassem mais informatizadas, a matéria-prima bem mais
diversi�cada e a mão de obra mais quali�cada (PEZZOLO, 2013).
O conceito de �bras têxteis, ou �lamentos têxteis, pode ser de�nido de acordo com a Portaria
Inmetro n.º 118, de 11 de março de 2021, em seu capítulo III, da Denominação das Fibras
Têxteis e dos Filamentos Têxteis (INMETRO, 2021):
Propriedades das Fibras Têxteis
- INMETRO, 2021
“Fibra têxtil ou �lamento têxtil é toda matéria natural, de origem vegetal, animal
ou mineral, assim como toda matéria arti�cial ou sintética, que, pela alta relação
entre seu comprimento e seu diâmetro, e, ainda, por suas características de
�exibilidade, suavidade, elasticidade, resistência, tenacidade e �nura, está apta
às aplicações têxteis.”
A �bra, ou uma mistura de �bras, que irá gerar os �os e tecidos que farão parte de uma
coleção, é quem realmente de�nirá não só as propriedades mais importantes desses tecidos,
bem como os processos de bene�ciamento que serão executados para o enobrecimento do
produto �nal. A cadeia Têxtil e do Vestuário utiliza diversas �bras de origem vegetal, animal
ou manufaturadas quimicamente (CORBMAN, 1983; RIBEIRO, 1984).
Pode-se citar como principais características mensuráveis e suas respectivas de�nições:
As �bras têxteis possuem outras propriedades não mensuráveis numericamente. Dentre
algumas destas propriedades, podemos citar o conforto ou o tipo de corante que será utilizado
para a coloração desses tecidos. A escolha da �bra, ou da mistura, é de fundamental
Morfologia: aspecto visual da �bra longitude e transversalmente;
Finura: Refere-se ao diâmetro ou à espessura;
Flexibilidade: propriedade que as �bras possuem de dobrar ou ceder a uma força
imposta no sentido transversal, retornando ao estado normal quando cessada
essa força;
Resiliência: propriedade que certas �bras possuem de voltar ao estado original
após serem submetidas a uma força no sentido longitudinal;
Alongamento: Propriedade da �bra se estender quando submetida a uma força
longitudinal, calculada em %, em relação ao comprimento original;
Elasticidade: propriedade na qual as �bras, após submetidas a forças de tração
longitudinal e sofrerem grande alongamento, retornam ao seu comprimento
inicial;
Higroscopicidade: Propriedade de absorver e reter a umidade do ar;
Hidro�lidade: Propriedade de absorver água rapidamente;
Densidade: Relação existente entre a massa e o volume de uma �bra.
importância não só para obtenção das propriedades �nais, tipo de acabamento ou tipo de
tingimento, bem como para o custo �nal e também para o impacto ambiental gerado por cada
peça confeccionada.
Para a produção de um artigo é de primordial importância conhecer as características da �bra
que será envolvida no processo de fabricação. Com exceção das �bras químicas sintéticas ou
arti�ciais que já possuem suas características pré-de�nidas, as naturais estão sujeitas a uma
séria de variáveis que o homem procura controlar da melhor forma possível, como irrigação,
escolha de sementes, hidratação, melhoria de métodos de cultivo dentre outras (AGUIAR
NETO, 1996).
A escolha de um tecido que “agrade aos olhos do criador do produto �nal” nem sempre é o
su�ciente. A �bra, ou o conjunto de �bras, que irá compor este tecido deverá ser analisada
com muita parcimônia, pois é um fator de extrema importância.
Todo trabalho gera calor. Ingerimos alimentos que, com suas calorias e presença do oxigênio
que respiramos, geram trabalho sendo convertido em movimentos básicos de nosso corpo,
como as batidas do coração e o ato de andar, por exemplo.
Em Síntese 
Escolher entre um tecido brim, cetim, crepe, jacquard ou voil, NÃO É O
SUFICIENTE.
Como não há uma forma de produzir trabalho sem geração de calor (ATKINS, 1988), nosso
corpo mantém uma temperatura corporal de 36ºC, em média, eliminando o excesso de calor
através da emissão de radiação infravermelha (sim, todo corpo quente emite radiação
infravermelha) e da eliminação de água através da transpiração, sendo este último o principal.
Se um veículo motorizado não dispuser de um e�ciente sistema de refrigeração do motor, ele
irá aquecer até que sua utilização seja inviável. O mesmo acontece com o nosso corpo se ele
não conseguir eliminar água o su�ciente para se manter resfriado.
Em ambos os casos isto só não irá acontecer porque iremos tomar providências, colocando
água fria no motor ou removendo nossas roupas até que nos sintamos confortáveis.
Você Sabia? 
Existem equipamentos especiais, utilizados principalmente pelas
forças especiais de segurança, que permitem enxergar o corpo humano
durante a noite. Isto só é possível porque nossos corpos emitem
radiação infravermelha.
Todo ser humano transpira por todos os poros. É a principal forma
que o corpo possui para se manter em temperatura constante. 
A �bra possui papel fundamental neste quesito, pois existem �bras que absorvem diferentes
quantidades de umidade. Quanto menor a capacidade de absorção de água de uma �bra, maior
será o desconforto causado pela roupa feita com essa �bra em um dia com temperaturas de
24ºC, por exemplo.
A escolha da �bra é um quesito tão – ou até mais – importante quanto a escolha do tipo de
tecido. A �bra é quem irá de�nir as mais importantes propriedades �nais do produto, além de
de�nir o �uxograma de processo que o produto deverá seguir e também como a peça deverá
ser lavada, seca e passada.
Mesmo porque a composição do tecido, ou seja, o(s) tipo(s) de �bra(s) do qual este foi
construído, deve estar descrita na etiqueta que fará parte da peça confeccionada. Importante
ressaltar que a colocação dos dados na etiqueta, além da colocação da própria etiqueta, é
obrigatória por lei.
As �bras industriais, naturais e sintéticas, representam uma vasta proporção do total de
polímeros consumidos no mundo, pois, na medida em que se aumenta a população, crescem,
paralelamente, as necessidades básicas de alimentação, vestuário e habitação. A quantidade de
�bras disponíveis nos dias de hoje é enorme, muitas delas são utilizadas na confecção de
tecidos técnicos, como os utilizados em construções civis, ou em não tecidos para a indústria
automobilística (LIMA et al., 2013).
Você Sabia? 
Houve um caso em que um estilista famoso escolheu um tecido para a
confecção de um protótipo, tecido este que deveria ser estampado por
um prestador de serviços. Quando perguntado pelo prestador qual era
a composição do tecido, o estilista disse que não sabia. Depois de
O mercado atual dispõe de inúmeros tipos de �bras têxteis, entretanto, nesta disciplina serão
abordadas somente as características das �bras de maior utilização nos segmentos da Moda,
Têxtil e Vestuário. Estudos realizados por Prado (2019) descrevem as �bras mais consumidas
pelo setor de vestuário no período de 2014 a 2018 como sendo o Algodão, o Poliéster, o
Acrílico, a Viscose, as Poliamidas, a Lã e a Seda.
Na Figura 2 encontram-se retratadas as �bras naturais.
análise apropriada, foi constatado que o tecido era composto por uma
mistura de poliéster, algodão e poliamida.
Como se tratava de um protótipo, cuja cor de estampa era em
tonalidade clara, o serviço pôde ser executado, excepcionalmente.
Entretanto, caso o serviço de estamparia tivesse que ser efetuado em
escala de produção de uma cor com tonalidade escura, esse jamais
poderia ser executado dentro dos padrões de qualidade exigidos pelo
mercado, pois as três �bras são coloridas por três tipos de corantes
diferentes. 
Figura 2 – Diagrama das principais �bras naturais
Fonte: Adaptado de ABNT, 1992 
Na Figura 3, encontram-se retratadas as �bras químicas arti�ciais e também as �bras
químicas sintéticas.
Figura 3 – Diagrama das principais �bras químicas
Fonte: Adaptado de ABNT, 1992 
A origem das �bras têxteis mais utilizadas pela indústria da moda, têxtil e vestuário pode ser
classi�cada em dois grandes principais segmentos: grupo das �bras de origem natural e o
grupo das �bras de origem manufaturada. Ambos se encontram retratados no Quadro 1,
juntamente com a simbologia utilizada para a identi�cação de cada �bra.
Quadro 1 – Classi�cação das �bras de acordo com sua origem
Origem Fonte Fibra Símbolo
Origem Fonte Fibra Símbolo
Natural
Semente Algodão
CO (do inglês,
Cotton)
Secreção Seda S (do inglês, Silk)
Pelo Lã
WO (do inglês,
Wool)
Manufaturada 
(Química)
Arti�cial Viscose
CV (Celulósica
Viscose)
Sintética
Acrílica
PAC
(Poliacrilonitrilo)
Poliamida PA (Poliamida)
Poliéster
PES
(Politereftalato
de Etileno Glicol)
Fonte: Adaptada de PEREIRA, 2011
As �bras descritas no Quadro 1 possuem algumas aplicações que são mais recomendadas (ou
especí�cas) para obtenção de tecidos com aplicações distintas (PIRES, 2015; PIRES et al.,
2016).
Algodão: Tecidos para uso doméstico, vestuário em geral ou ainda tecidos
industriais;
Seda: Tapeçaria, artigos de luxo e tecidos para vestuário em geral;
Outro fator importante e que deve ser levado em consideração é o comportamento químico, ou
seja, como a �bra comporta-se quando exposta a algum processo ou produto químico. Este
comportamento é peculiar na maioria das vezes para grupos de �bras, sendo semelhante
quando uma �bra é de origem vegetal ou de origem animal (AGUIAR NETO, 1996; CORBMAN,
1983; MONCRIEFF, 1975; PIRES et al., 2016).
Exemplo: viscose e algodão são �bras que contêm celulose e, consequentemente, possuem
propriedades químicas semelhantes. Lã e Seda são �bras proteicas de origem animal e,
consequentemente, possuem propriedades químicas semelhantes.
Lã: Mantas e feltros, tapetes, carpetes, tecidos industriais e para o vestuário;
Viscose: Lingeries, vestuário, artigos de tapeçaria e passamanaria, não-tecidos e
forração;
Acrílica: Vestuário de malhas, gravatas, cortinas, tapeçaria e tecidos para forro;
Poliamidas: Meias masculinas e femininas, artigos esportivos e de linha praia,
lingeries e rendas;
Poliéster: Malhas para vestuário em mistura com lã ou algodão, tecidos para
gravatas, tecidos para linha automobilística, cortinas e decoração.
Algodão: Resistência fraca aos ácidos e boa aos álcalis; atacado por mofos e
bactérias; é lentamente atacado por luz solar, perde resistência e amarelece após
contínua exposição;
Seda: Menos resistente aos ácidos e mais resistente aos álcalis do que a Lã;
sensível ao branqueamento doméstico com cloro; atacada por traça e outros
insetos; amarela e perde resistência após frequente exposição à luz solar;
Lã: Boa resistência aos ácidos e fraca aos álcalis; sensível ao branqueamento
doméstico com cloro; amarelece por exposição à luz solar; atacada por traça e
outros insetos; fraca resistência aos mofos e bactérias;
Na próxima Unidade, daremos continuidade neste assunto, abordando mais detalhes e
características destas �bras. Até lá!
Viscose: Comportamento químico similar ao do Algodão, entretanto, com maior
sensibilidade; é menos sensível ao mofo do que o Algodão;
Acrílica: Boa resistência aos ácidos; fraca resistência aos álcalis; excelente
resistência à luz solar;
Poliamidas: Baixa resistência aos ácidos e boa resistência aos álcalis; sensíveis a
detergentes domésticos; pouca resistência à luz (amarela facilmente);
Poliéster: Boa resistência aos ácidos e baixa resistência aos álcalis; excelente
resistência a oxidantes domésticos e boa resistência à luz solar.
Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta
Unidade:
  Vídeos  
Mitos e Verdades na Cadeia Têxtil e do Vestuário 
As denominações podem ser equivocadas na hora da compra de um tecido,
baseando-se
simplesmente nos jargões utilizados no mercado, nem sempre de forma correta. No episódio
de estreia do canal Engenharia Química Têxtil, alguns exemplos sobre denominação de
algumas �bras utilizadas na área.
2 / 3
˨ Material Complementar
Mitos e Verdades na Cadeia Têxtil e do Vestuário
https://www.youtube.com/watch?v=DCw9CYkQJBw
  Leitura  
Conheça a situação do Brasil no setor de �bras têxteis
Clique no botão para conferir o conteúdo.
ACESSE
Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade
Industrial – CONMETRO 
Resolução n.º 1, de 31 de maio de 2001.
Clique no botão para conferir o conteúdo.
ACESSE
Portaria n.º 118, de 11 de março de 2021 
Aprova o Regulamento Técnico Mercosul sobre Etiquetagem de
Produtos Têxteis – Consolidado.
Clique no botão para conferir o conteúdo.
ACESSE
https://bit.ly/3nMxsvS
https://bit.ly/3DXU8yU
https://bit.ly/3FIg5m8
Lei das Etiquetas
Clique no botão para conferir o conteúdo.
ACESSE
https://bit.ly/3CJfrmI
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 12.744: Fibras Têxteis –
Classi�cação. São Paulo, 1992.
AGUIAR NETO, P. P. Fibras Têxteis - Vol 1. 1. ed. Rio de Janeiro: SENAI-DN, 1996.
ATKINS, P. W. Physical Chemistry. 3. ed. Oxford: UK, 1988.
BRUNO, F. S. A quarta revolução industrial do setor têxtil e de confecção: a visão de futuro
para 2030. 2. ed. São Paulo: Estação das Letras e Cores, 2017.
CORBMAN, B. P. Textiles: �ber to fabric. 6. ed. [S.l.] McGraw-Hill: Sigapore, 1983.
INMETRO. Portaria n.º 118. Denominação das Fibras Têxteis e dos Filamentos Têxteis, Brasil,
2021.
LIMA, A. et al. Fibras têxteis no Brasil: propriedades e per�l atual das principais �bras
utilizadas no setor do vestuário. Anais do I Congresso Nacional de Têxtil e Moda. São Paulo:
EACH-USP, 2013.
MONCRIEFF, R. W. Man-Made Fibres. 6. ed. London: Newnes-Butterworths, 1975. 
PEREIRA, M. A. Cartilha de Costurabilidade, Uso e Conservação de Tecidos para Decoração. 2.
ed. São Paulo: ABIT – Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção, 2011.
3 / 3
˨ Referências
PEZZOLO, D. B. Tecidos, Histórias, tramas, tipos e usos. 4. ed. São Paulo: SENAC-SP, 2013.
PIRES, C. Manual Técnico Têxtil e Vestuário: Fios Têxteis. São Paulo: Editora SENAI-SP, 2015.
________. et al. Processos Produtivos Têxteis. 1. ed. São Paulo: SENAI-SP Editora, 2016.
PRADO, M. V. Relatório Setorial da Indústria Têxtil Brasileira. IEMI, São Paulo, Brasil, 2019.
RIBEIRO, L. G. Introdução à Tecnologia Têxtil. 1. ed. Rio de Janeiro: CETIQT, 1984.
TOFFLER, A. A Terceira Onda. 31. ed., São Paulo: Editora Record, 2012.

Teste o Premium para desbloquear

Aproveite todos os benefícios por 3 dias sem pagar! 😉
Já tem cadastro?

Mais conteúdos dessa disciplina