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Cap.1 FERRAMENTAS Alicates – São medidos pelo comprimento total Alicate bico de pato- Frenos com arame Alicate Bico de Papagaio – Porcas serrilhadas / Recartilhadas. Alicate Bico Chato Longo – Utilizados em circuitos elétricos. Alicate Bico Chato – Fazer flanges. Alicate Bico redondo Longo – Instalação e remoção de Anéis e Presilhas. Alicate Bico redondo curto – Torcer Metal. Alicate Diagonal – Cortar Arames, Rebites macios e Fios. Reed e prince- ponta aguçada formando uma perfeita cruz. Phillips- Ponta rombuda. Punção de centro- inicio de furos Alicate combinado- Usado em trabalho de reparos. Chaves especiais – Allien, chave gancho e torquímetro. Talhadeira- 60 a 70° Broca- 118° Chave em Z- 90° Escareador-100° Punção de ponta / bico - Transferir medidas para o metal. Punção extrator/cônico – Iniciar a retirada de furos e rebites . Possui face plana. Toca pinos – Após o extrato .Vária de 1/32 – 1/16 a 3/8. Macho- Fornecido em conjunto de 3 peças, aço temperado Cossinete- Rosca externa Tarraxa-Cossinete + desandador Laminas de serra- 14/18/24/32 , 32 melhor acabamento, tamanho 25 cm. Lima- comprimento total sem a espiga Martelo- Peso da cabeça sem o cabo. Chave de fenda - Sao medidas pelo comprimento da haste ou diâmetro da ponta e são classificadas pelo , formato , tipo e comprimento da haste Chave de fenda fina- Ponta do mesmo tamanho do cabo Chave de fenda normal- Ponta maior que o cabo. Martelo- são classificados em Bola , Pena Reta e Pena Cruzada. Os Martelos são medidos pelo PESO da cabeça SEM o cabo. Macete- Couro cru, borracha Formão Madeira (nogueira) Régua- divisão máximo 1/64” Micrômetro- 25 partes iguais Paquimetro- 1/128” 8 partes iguais Micrômetro- Partes móveis : HASTE E TAMBOR. Partes fixas : ARCO , BAINHA E ENCOSTO. Cap.3 PESO E BALANCEAMENTO Normalmente o peso vazio da aeronave é determinado na época da homologação da aeronave pelo próprio fabricante.Com exceção da pesagem feita na homologação, as aeronaves podem ser repesadas durante uma revisão geral, reparos estruturais e acréscimo de materiais a estrutura. A teoria de peso e balanceamento é baseada na teoria da alavanca, formulada por Arquimedes, o peso é representado por LB. O plano de referência é o fabricante quem define, geralmente é no nariz. CG operacional é a diferença entre os limites trazeiros e dianteiros, onde tem o passeio que é a tolerância do C.G Finalidade - primaria é a segurança , secundaria é a eficiência durante vôo. C.G.P.V - Centro de gravidade de peso vazio. CAM - Corda Media da Asa é uma linha imaginaria do bordo de ataque da asa ao bordo de fuga da mesma. Lastro - é um peso usado para se obter balanceamento do C.G desejado, ele compensa a falta de componentes e geralmente é vermelho. Peso Vazio-Inclusos itens de localização fixa. Fluidos hidráulicos residuais que não podem ser drenados também estará incluído nesta medição. Peso Máximo – Máximo de bagagens, tripulantes, carga, combustível etc. Carga útil – Subtração do peso vazio do peso bruto máximo, quanto maior a carga útil, maior a rentabilidade Peso combustível 0 – Peso máximo da aeronave totalmente carregada sem o combustível. Tara- Equipamentos extras utilizados na pesagem. Cap.4 COMBUSTIVEL E SISTEMA DE COMBUSTIVEL. São : sólidos , liquidos e gasosos. Liquidos = usados atualmente pois são voláteis e não voláteis Octanagem = é o poder anti – detonante da mistura ar/combustível e são Vents = são instalados na parte superior de cada tanque para diminuir sujeira ou gelo. Classificação de Vazamento de Combustíveis = 4 classes : (Infiltração lenta) (Infiltração) , (Infiltração Pesada) , (Vazamento Corrido).O que indisponibiliza a aeronave é o vazamento corrido. TEL – Melhora a performance do motor, garante que a octanagem seja mantida nos padrões. Combustíveis aromáticos – Hidrocarbonetos – aumenta a grama da mistura rica. O número de OCTANAS determina o valor anti-detonantes da mistura combustível. Volatilidade –Vaporização de um fluido, quanto mais rápido ele evapora, mais volátil ele é. Não Volateis = mais difícil de evaporar ex: Diesel. Calço Vapor –Vaporização do combustível na tubulação de admissão antes de chegar aos cilindros. Detonação – Combustão anormal (antes da hora) Pré-ignição – Ignição antes da hora adequada a pontos quentes na cabeça do pistão. Jet-A1- Querosene puro para baixar temperaturas Desenvolvimento microbial- só se desenvolve quando houve umidade Tanques- Célula de borracha (borracha ou nylon), Metal soldado e integral (asa molhada) Bomba primer- Utilizada durante a partida da aeronave, para facilitar a partida. Bomba auxiliar(booster, reforço, recalque) - função eliminar as bolhas de vapor. Valvula seletora ou Cross FeedValve - Seleciona qual tanque ou motor irá ser alimentado pelo tanque de combustível. Liquidômetro – Indicador de quantidade de combustível (visor de vidro, mecânico ou boia, elétrico e eletrônico. Visor de vidro – mais simples. Elétrico ou eletrônico (mais seguro ) Mecânico – Leitura direta. Cap.5 TUBULAÇÕES E CONEXÕES. Buna-N - Resistentes a produtos à base de petróleo Neoprene - Possui melhor resistência abrasiva e não é tão boa para derivados de petróleo Butyl – Feita a base de petróleo bruto, Usada para SKYDROL (SKYDROL USE), não pode ser utilizada com derivados de petróleo. Teflon – Tetrafluoretileno. Opera em extensa grama de temperaturas 50°C á 230°C. Tubulações rígidas - Alumínio, ligas de alumínio, cobre (alto teor de fadiga), ligas de aço. Tubulações flexível - Mangueiras de teflon, butyl, neoprene, buna-N, buna-s entre outras. Baixa pressão = abaixo de 250 psi Media pressão = até 3.000 psi Alta pressão = constante em 3.000 psi. Quando for necessário um reparo manter as configurações iniciais (mesmo material ou similar: resistência igual ou maior que a original). Para testar a dureza utilizamos uma lima, riscador ou imã. Imã é o método mais fácil de identificação na diferença entre o aço inox ferritico e austenítico(não magnéticos). Usadas para conectar partes móveis com partes estacionarias, utilizada onde existe vibrações, ou grande flexibilidade for necessária. As conexões flangeadas consistem em um tubo e uma porca, sendo necessário o flangeamentodo tubo antes da instalação. Há três modelos: AC (Air Corps) NA (ArmyNavy,que vem substituindo a AC) e MS (MilitaryStandart). A diferença entre elas são as golas (NA tem gola e rosca até o final e a AC Não possuem esta gola. As conexões flangeadas são feitas de liga de alumínio, aço e cobre. As conexões AN de aço são da cor preta e as de alumínio são de cor azul. As conexões sem flange consistem em um corpo, uma luva e uma porca. As conexões flexíveis (friso e braçadeira ou estampada) são utilizadas em sistema de baixa pressão, ex: tubulações de óleo, ar refrigerante,etc. O tubo deve ser cortado 10 % a mais do tubo que vai ser substituído, para evitar uma variação a menos durante as dobras.Se não houver cortador de tubos, pode ser utilizado uma serra de 32 dentes. Dobrador manual - dobra tubos de ½” a 1” ½ Dobragem com a mão só em mangueiras menores que ¼” de diâmetro, areia seca ou liga de fusível para ajudar na dobragem. Somente a friso e abraçadeira possuem limitações As conexões A.C estão sendo substituídas pela A.N e M.S (maior rigidez,firmeza e segurança) Tubo rígido – diâmetro externo Tubo flexível – diâmetro interno Acoplamento de desconexão rápida – São dispositivos de rápido engate. Flanges – Simples e duplo 35 a 37 ° Arranhões ou corte são aceitáveisaté 10%. Amassados são aceitáveis até 20%. Testes – Obstrui-se uma das extremidades e na outra, insere-se fluido sob pressão adequada para cheque de vazamentos e vedação. O teste deve ser realizado por no mínimo 30 segundos. Uma mangueira nunca deve estar esticada,deve existir uma folga de 5 a 8% de seu comprimento. Pontos de fixação – a cada 24 polegadas - braçadeiras ou suportes. 4” marcação de identificação do tubo 4x a pressão nominal do sistema. 4 tipos de conexão : Flangeada , sem flange, friso e abraçadeira(durite) e estampada. 4 processos de formação dos tubos: corte, dobragem, flangeamento e formação de friso. Conexões AN de aço cor preta e AN de alumínio de cor azul. Abraçadeiras planas – Uso simples Abraçadeiras de borracha - Áreas sujeitas a vibração Abraçadeira isolada – Material elétrico. Cap.6 MATERIAIS DE AVIAÇÃO E PROCESSOS (MAP) Parafusos – Prendedores rosqueados que permitem segurança e rapidez na união de peças. Rosca dreita e rosca esquerda – RH e LH BOLTS e SCREWS Bolts = utilizados quando requer Grande Firmeza , sua ponta é rombuda. Screws = utilizados quando NÃO requer firmeza Parafusos especiais são representados pela letra “S” na cabeça Jobolts = é um rebite que possui rosca interna em seu corpo Lockbolts = usados em longarinas , junções de asas Torquímetro – Barra flexível, Estrutura Rígida e Catraca Barra flexível = (nunca usar extensões pois altera o valor) Estrutura Rígida = pode usar extensão Catraca = (mais usado) pode usar extensão. Parafusos AN - Hexagonal, Clevis e com olhal. Os parafusos tipo AN podem ser identificadospelo código na cabeça. A marca geralmente indica o fabricante, o material de que é feito e se é um tipo AN padrão ou um parafuso para fim especial. Um parafuso NAS de tolerância mínima são marcados com um triângulo riscado ou rebaixado. Porcas são divididas em comuns e auto-freno. Comuns – São aquelas frenadas por dispositivo externo ou contra-pino, arame de freno ou contraporcas, se classificam em : Lisa, Castelo, Sextavada lisa e hexagonal. Porca castelo – é usada com parafusos com freno para contra pino. Porca lisa – requer um dispositivo auxiliar de tratamento como uma contraporca ou arruela de freno. Porca Borboleta - É aplicada onde é desejada firmeza que pode ser obtida apenas com os dedos. Porcas auto-freno –Podem ser de dois tipos: metal e freno de fibra. Arruelas – Planas, Frenos e especiais. Planas – Evitar danos sobre a superfície do metal, proporcionam uma superfície de apoio servindo como calço Frenos –São usadas onde as casteladas e auto-frenonão podem ser instaladas. Especiais –Podem ser planas para serem usadas sob porcas ou escareadas para parafusos com cabeça em ângulo (orifícios escareados). Prendedores de aberturas rápidas – DZUS, CAMLOC E AIRLOC. DZUZ – trava ou prende o pino no lugar quando dois conjuntos são unidos. CAMLOC – São usados para prender coberturas e carenagens da aeronave. AIRLOC –Consiste em três partes: um prisioneiro, um pino e um receptáculo. Esticador – Após regulagem, o esticador tem que ser frenado Tênsiometro – Tensão do cabo de comando é feito através do tênsiometro Rebites - Podem ser classificados em Sólidos (maciços) ou Especiais (cegos) o rebite mais comum e usado é o de 100° Martelete pneumático – Trabalha no rebite com pancadas intermitentes. Corrosão Química – ação química ou eletroquímica. Corrosão Eletrólise – Contatos elétricos ou materiais diferentes. No alumínio – Pó branco . No metal – marrom avermelhada. Anodização – Processo usado na proteção do alumínio e suas ligas. Galvanizações – Peças de ferro são cobertas com uma camada de zinco. Corrosão da bateria – Lavar a parte atacada com bicabornato de sódio e bastante água Deformação permanente – estrutura plástica Deformação não permanente – Natureza elástica Tração ou tensão –Esforço produzido por duas ou mais forças opostas e de mesma direção, de modo a causar o seu alongamento. Compressão –Esforço produzido causado por duas forças ou mais opostas e de mesma direção atuando em um corpo, causando a diminuição no comprimento bem como o aumento de sua estrutura. Flexão –Esforço que uma ou mais forças produzem quando atuam no sentido de dobrar um corpo. Torção –Esforço que aparece quando à força ou as forças atuam em um corpo, torcendo-o. Cisalhamento –Esforço produzido por duas ou mais forças opostas de mesma direção, porém atuando paralelamente em um corpo. Esforços nas partes do avião Cabos mais utilizados – 7x7 e 7x19 Condutividade – metais que conduzem bem o calor ou a eletricidade. Fusibilidade – Todos os materiais que podem sofrer fusão. É a medida em ensaio. Ductiblidade – Propriedade que permite reduzir a fios, industrialmente chamado de trefilação Maleabilidade – Propriedade pela qual os metais podem ser reduzidos a lâminas. Tenacidade – Propriedade do metais se oporem a rupturas. Dureza – resistência que os metais oferecem quando deseja riscá-los. Elasticidade – Reação que permite o corpo deforma-lo e voltar a forma original. Dilatação – Capacidade que o material tem de se deformar através do calor Plasticidade – Que o material tem de se deformar sem se romper. Alumínio Puro - 1100. Liga de alumínio levam banho de alumínio puro ALCLAD. Recozimento – É identificado pela letra O Extrusão – É um processo em que o metal é pressionado através da matriz, dando sua forma. Medidor Rockwell – Mede a resistência a penetração. Cap.7 – FISICA. Princípio de Bernoulli – Tubo de Venturi. Lembrando que no estreitamento do Venturi, a pressão diminui e a velocidade aumenta. Matéria - Tudo que ocupa lugar no espaço. Atmosfera – Camada gasosa que circunda a terra. 78% Nitrogênio , 21% Oxigênio e 1% outros gases. Troposfera – Baixa atmosfera, onde ocorre a maioria de fenômenos meteorológicos, voos da aeronave de pequenos porte. Tropopausa – Grande parte dos voos comerciais realizados. Molécula – Menor parte divisível da matéria. Cap. 12 AERODINAMICA x TEORIA = AER – air , DYNE – forca de potencia então temos aerodinâmica isto é , o estudo dos objetos em movimento através do vento. As aeronaves são classificadas como ASA FIXA ( AVIAO ) E ASAS ROTATIVAS (HELICOPTEROS ). AERODINAMICA = esta relacionada em 3 partes = aeronave , vento relativo e atmosfera. Aeródinos (avião e helicóptero) são aeronaves mais pesadas que o ar. Aeróstatos (dirigível e balão) são aeronaves mais leves que o ar. PRESSAO = nossa pressão a nível do mar é de 14,7 PSI. DENSIDADE = Inversamente proporcional a Temperatura E UMIDADE. ÂNGULO DE ATAQUE = é o ÂNGULO entre a corda da asa e o VENTO RELATIVO. ÂNGULO DE INCIDENCIA = é o ÂNGULO entre a corda da asa e o EIXO LONGITUDINAL do avião. TIPOS DE ARRASTO = 3 tipos: Parasita, de Perfil e Induzido. SUPERFICIES PRIMARIAS = Aileron, Profundores e Leme. SUPERFICIES SECUNDARIAS ( AUXILIARES ) = são os compensadores que são ajustáveis e comandáveis. FLAPS = são superfícies HIPERSUSTENTADORAS. Tipos: plano, bipartido , deslizante ``FLOWER`` e estolado com trilho ( Airbus ). VORTEX = é a diferença de pressão da superfície superior e inferior da asa, essa diferença tende expulsar o ar da raiz da asa para a ponta de asa. AUTORROTACAO = é quando o Motor DESACOPLA do Rotor Principal , ponto morto. FORCA CENTRIFUGA = a centrifugação do rotor principal atua como um giroscópio ( precessão e rigidez ). VIBRACOES DAS PAS = para evitar vibrações nas pás são instalados amortecedores hidráulicos. PASSO CICLICO = comanda cada PA do rotor principal individualmente. Comanda o helicóptero para frente e para traz e para os lados. PASSO COLETIVO = comanda o ângulo de TODAS as pás do rotor principal simultaneamente na vertical sobem ou desce. Comanda o helicóptero para cima e para baixo. EFEITO SOLO = é o colchão de ar que o disco ( rotor principal ) faz quando se esta próximo do solo , esse colchão tende a devolver o ar jogado pra baixo fazendo com que o helicóptero tenha mais sustentação. EFEITO CONE = é quando as pás do rotor principal parecem dobrar para cima causada pela combinação das 2 forcas SUSTENTACAO E CENTRIFUGACap. 8 ELETRICIDADE BÁSICA. Prótons – Eletricamente positivas Elétrons – Eletricamente negativas Numero de terminais de ligação de um potenciômetro é 2 Voltimetro deve ser ligado em série com o circuito A voltagem aplicada de um circuito A.C deve ser pelo menos 20% maior. Lei dos polos – cargas iguais se repelem e cargas opostas se atraem. Resistencia – restrição ao fluxo de corrente. Quanto maior a restrição, maior a resistência, e quanto menor a restrição, menor a resistência. Circuitos em série = soma-se as resistências. Correntes iguais, tensões diferentes. Circuitos em paralelo = R1XR2/R1+R2 ( Sempre será menor que a menor das resistência) Tensão iguais e corrente diferentes. Potência – P=E.I Divisores de voltagem = são resistores que se aproveitam de uma mesma fonte de força para alimentar outras cargas. Magnetismo = polos iguais se repelem; pólos opostos se atraem. Regra da mão esquerda – sentido do fluxo de corrente magnética com o polegar da mão esquerda. Solenoides – dispositivo eletromagnético que aciona um mecanismo. Ex: aileron de A320 (flyby wire). Relé – controla o fluxo de corrente através da permissão ou não do fluxo através de um sinal eletromagnético. Baterias – Chumbo ácido e níquel cádmio (al-calina). Densímetro – instrumento utilizado para a verificação e testes da bateria através de uma amostra colhida numa das células. Numa bateria nova esta amostra varia em torno de 30% de ácido e 70% de água. Uma bateria com cerca de 50% de carga necessita de recarga imediata. Medidores D’arsonval – principio aplicado ao amperímetro, voltímetro e ohmimetro. Multímetro –aparelho de precisão usado para medir tanto resistência, quanto corrente quanto tensão. Megômetro – basicamente um ohmimetro de maior faixa operacional, usado em testes de resistência ao isolamento (MEGGER). Reatância indutiva – oposição ao fluxo de corrente da indutância (como se fosse o resistor da indutância). HENRY XL= 2π.f.l Capacitância – capacidade de armazenamento (reservatório elétrico). Os capacitores podem ser fixos ou varáveis. Unidade de medida FARAD Xc: 1/2π.f.c Impedância – Força resistiva total em um CKT Resistência – Oposição ao fluxo de elétrons. Transformadores – Alteram a tensão . Constituído por 3 partes: Núcleo de ferro doce, enrolamento primário e enrolamento secundário Diodo – transforma corrente contínua em corrente alternada. Inversor – transforma CC em CA. Motor elétrico – transforma energia elétrica em energia mecânica. Gerador – transforma energia mecânica em energia elétrica. 1ª Faixa: Dezena 2ª Faixa: Unidade 3ª Faixa: Quantos zeros devem ser adicionados a resistência. 4°Faixa : Tolerância PM VLAVAVCB OPS Cap. 9 GERADORES Dínamo – gerador de corrente continua (CC). Construção de geradores CC – carcaça, induzido e conjunto de escovas. Carcaça – proteção externa, normalmente fabricada em ferro (eletromagnético) ou em folhas de aço. Induzido – consiste em bobinas enroladas num núcleo de ferro doce, coletor e partes mecânicas associadas. Possui dois formatos, anel e tambor (mais utilizado). Coletor – localizado na extremidade do induzido. Quando acionado pelas escovas tende a quebrar o torque do induzido. Escovas – geralmente feitas de carvão de boa qualidade, são mantidas no lugar por ação de suportes. Quando energizadas, acionam os coletores que irão rotacionar o induzido. Série Paralelo Resistor Soma-se Faz continha Indutor Soma-se Faz continha Capacitor Faz continha Soma-se Tipos de geradores CC – série, paralelo e misto. Alternadores – são geradores de corrente alternada. Inversor – converte uma CC em CA. Solenoide – utiliza um sinal eletromagnético para atuar um mecanismo qualquer. Relé – permite ou não a passagem de corrente. CSD - Mantem a velocidade do gerador constante. Diodo – converte (retifica) uma CA para CC. GPU – Corrente elétrica LPU – Pneumático APU– Corrente elétrica e pneumático. Suficiente para garantir a ocorrência de centelhamento entre os eletrodos? VOLTAGEM DE ALIMENTAÇÃO Quais são as classes que o sistema de ignição pode ser dividido? BATERIA OU MAGNETO (+ NA APOSTILA TBM FALA QUE É DE IGNIÇÃO SIMPLES E DUPLA) Os componentes de um sistema simples de ignição são? MAGNETO E UMA FIAÇÃO ASSOCIADA De onde provem o suprimento de energia elétrica para o sistema de ignição por bateria? PROVEM DE UMA BATERIA OU DE UM GERADOR Quais os componentes de um sistema de ignição a bateria? EXCENTRICO (ANEL DE RESSALTO E PLATINADO), CAPACIITOR, TRANSFORMADOR (BOBINAS PRIMARIAS E SECUNDARIAS), DISTRIBUIDOR, CABOS DE IGNIÇÃO E VELAS. Tipos de platinados? PLATINADO MOVEL E PLATINADO FIXO Fonte de energia do magneto? IMA PERMANENTE Componente que desenvolve alta voltagem forçando uma centelha que salta dos eletrodos da vela para os cilindros antes do ponto morto alto do pistao? MAGNETO Sistema de magneto utilizados nos aviões são classificados como? SISTEMA DE MAGNETO DE BAIXA E ALTA TENSAO. O sistema de ignição por magneto onde a alta voltagem é distribuída apartir da bobina do transformador para cada vela é chamada de? SISTEMA DE MAGNETO DE BAIXA VOLTAGEM Quantos sistemas internos é dividido um magneto?IMÃ PERMANENTE ROTATIVO DE MULTIPLOS POLOS, NUCLEO DE FERRO DOCE E SAPATAS POLARES. Como pode ser dividido o sistema de magneto de alta tensão? 3 – CIRCUITO MAGNETICO, ELETRICO PRIMARIO E ELETRICO SECUNDARIO. Quais são os componentes do circuito elétrico primário? UM PAR DE CONTATOS DE PLATINADO, UM CONDENSADOR E UMA BOBINA DE FIOS ELETRICAMENTE ISOLADOS LAÇAGEM? É prender junto um grupo de fios ou chicotes através de PEDAÇOOOS INDIVIDUAIS de cordão AMARRAÇÃO? É prender junto um grupo de fios ou um chicote por um PEDAÇO CONTINUO DE CORDAO GRUPO DE FIOS? É constituídos de dois ou mais fios amarrados ou laçados juntos para identificar um sistema individual. CHICOTE? Dois ou mais grupos de fios amarrados ou laçados juntos para FACILITAR A MANUTENÇÃO. Componente do sistema de ignição por magneto que evita o arco voltaico e acelera o colapso de campo magnetico? CONDENSADOR Qual componente é comandando próximo a posição de capacidade plena? PLATINADO Componente responsável pela abertura e fechamento do platinado? EXCENTRICO, CONJUNTO DE CAMES E ROTOR, EIXO DE RESSALTO, PRATO DE RESSALTO. Maximo de linha de força magnética? CAPACIDADE PLENA Componente do circuito magnético de alta tensão E QUAL PRODUZ CENTELHAMENTO? BOBINA PRIMARIA, SECUNDARIA, CAPACITOR, PLATINADO, EXCENTRICO, IMA PERMANENTE, NUCLEO DE FERRO DOCE // centelhamento = BOBINA SECUNDARIA Componente do qual a função é abrir e fechar automaticamente o circuito primário no devido tempo? CONJUNTO DE PLATINADOS Tipos de platinados? ARTICULADOS E DESARTICULADOS (mais usado tem um contato móvel e outro fixo) No conjunto de bobinas qua revestimento é feito?BLAQUELITA, BORRACHA RIGIDA, CAMBRAILE ENERGIZADO Na bobina secundaria o sistema de ignição de alta tensão o núcleo de espira determina?ESTA LIGADA A ALTA VOLTAGEM NO CIRCUITO DE ALTA TENSAO Recebe alta voltagem da bobina secundaria? DITRIBUIDOR ARCO VOLTAICO DANIFICA? O PLATINADO QUE É FEITO DE PLATINA DISTRIBUIDOR? TEM PARTE ROTATIVA E ESTACIONARIA PODE SER PARTE DO MAGNETO MAIS HÁ CASOS QUE É SEPARADO Cap. 10 PRINCIPIOS DE INSPEÇÃO Teoria = inspeções são exames visuais e manuais para determinar as condições de um componente ou de um avião, pode ser uma inspeção simples ou detalhada. Inspeção Visual = é a mais simples e antiga ( olho Nu ). Inspeção Obrigatória = o órgão regulador do governo estipula a inspeção de toda aeronave civil a intervalos específicos. Inspeções Especiais = devem ser feitas quando : houver pouso com impacto ou excesso de peso e devido a turbulência severa. Publicacoes = são as fontes de informação para orientação dos mecânicos da aviação , na operação e manutenção do avião, nelas estão incluídos: Boletins de serviços , Manual de Manutencao , catálogos de pecas , FAR , ATA 100 etc... Diário de bordo – documentação do avião (histórico) com todos os dados da vida útil dessa aeronave a cada voo. Cap.11 MANUSEIO DE SOLO PARTIDA DE MOTOR CONVENCIONAL = após a partida checar em 30 segundos a indicação de pressão de óleo , pois se a mesma não aparecer deve se cortar imediatamente. PARTIDA QUENTE = motor funciona mas os gases de exaustão excedem os limites especificados , deve se cortar. Partida falsa ou interrompida Quando se dá partida e o motor aparenta estar funcionando normalmente, mas a rotação esta abaixo dos limites especificados. Distancia mínima de precauções – 30 metros ou 100 pés ABASTECIMENTO DE AERONAVES = deve se fazer o aterramento para evitar eletricidade estática. E deve ter um bombeiro com um extintor de CO2 TRIANGULO DO FOGO = para se ter fogo são necessário 3 fatores : calor , combustível e oxigênio. CLASSE A = madeira, papel, tecido, etc. USAR = . Extintor H2O: água na forma líquida (jato ou neblina) CLASSE B = Líquidos e gases inflamáveis , combustíveis petróleo.Neste caso NÃO se pode usar extintores à base de água USAR = Extintor à base de Espuma: espuma mecânica; CLASSE C = Equipamentos elétricos energizados. Extintores de pó químico e de Gases são os permitidos para esse tipo de incêndio. USAR = Extintor de Gases e vapores inertes: gás carbônico (CO2), Nitrogênio, Vapor d´água; CLASSE D = fogo em metais inflamáveis USAR = Extintor Pó químico á seco bicarbonato de sódio. EXTINTORES PARA USAR EM SOLO = CO2 e Pó Químico. EXTINTORES PARA AERONAVES = solução padrão é DIOXIDO DE CARBONO E AGUA. DIOXIDO DE CARBONO = ( usado em compartimentos dos tripulantes ) HALON = hidrogênio halogenado ( usado em áreas livres ) e nas garrafas de extinção de incêndio. OBS: NUNCA USAR AEROSOL COMO EXTINTOR PORTATIL. MONTAGEM DE PNEUS EM AERONAVES = durante o enchimento de pneus deve se usar uma gaiola para proteção. Para regulagem de pressão apenas,NÃO é necessário o uso da gaiola. LEVANTAMENTO DA AERONAVE NOS MACACOS = o macaco mais usado é o tipo TRIPÉ, usa se 3 , dois nas assa e um menor no nariz SISTEMA DE CORES E ATA-100 Vermelho– sistema de combustível, perigo, lastro temporário , limite máximo e minimo. Amarelo-– Atenção, transição, oxigênio de baixa pressão, lubrificação , etiqueta de reparo. verde– Normal, oxigênio de alta pressão, etiqueta serviceable, operação normal, livre para taxi Azul– Regime econômico, conexão A.N, sílica gel sem umidade Rosa- sílica gel com umidade Marrom – Proteção contra fogo laranja/azul– sistema pneumático azul/amarela – sistema hidráulico Preta/amarela – emergência Conexão AN de aço – cor preta Conexão NA de alumínio - cor azul Conexão AC- cinza Gasolina 90/96 – Azul Gasolina 100/130 – Verde Gasolina 115/145 – Púrpura Sistema ata-100 I – Generalidades II – Sistemas III – Célula IV – Propulsão (motor ) 21- Ar condicionado 24 - Força elétrica 26 - Proteção contra fogo 27 – Comandos de voo 28 – Combustível da aeronave 32 – Trem de pouso 35 - Sistema de oxigênio 52 -Portas 73 - Combustível do motor 79 – Sistema de lubrificação. TSN- Tempo desde novo TLV- Tempo limite de vida TSO- Tempo desde a última revisão TBO- Tempo entre as revisões. Materiais de fabricação Para-brisa – Plásticos Martelo - Madeira, latão,chumbo, couro- cru, borracha dura e plástico. Macetes-Couro cru, borracha ou madeira (nogueira) Chaves sólidas -Chaves sólidas Chaves especiais -Aço carbono com tratamento térmico e acabamento com oxidação negra Chave de grifo–Aço cromo-vanádio Lâminas de serra– Aço de alto teor de carbono ou aço tungstênio Talhadeira– Aço duro Limas– Aço de alto teor, são endurecidas e temperadas Brocas e alargadores– Aço carbono ou aço rápido Réguas – Aço inoxidável Riscador– Aço para ferramentas Paquímetroe micrometro – Aço inoxidável Tubos rígidos de metal– Cobre, ligas de alumínio e ligas de aço Tubos flexíveis– Borra natural, borracha sintética e teflon Tubos ou conexões flangeados– Liga de alumínio Cárter– Liga de alumínio forjada ou fundida Rolamentos – Aço-cromo Seção difusora– Liga de alumínio ou liga de magnésio Parede de fogo– Aço inoxidável Berço do motor- Aço cromo-níquel Coxins– Amortecedores de borracha Seção de acessórios– Fundida em liga de alumínio ou liga de magnésio Pinos de articulação - Cabeças de cilindro - Liga de alumínio (unitário, aeronaves) Ferro fundido (automóveis) Guias de válvula– Bronze ou aço Sede das válvulas– Anéis circulares de metal endurecido Cabeça do cilindro– Liga de alumínio Corpo do cilindro - Aço Mancais– Metais não ferrosos (bronzina, bronze) Pino da biela– Aço protegido com banho de prata Engrenagens– Aço forjado Eixo estriado– Liga de aço forjado Pistão ou êmbolo– Liga de alumínio Biela– Aço forjado Eixo de manivelas– Aço cromo-níquel molibdênio Eixo de ressaltos,ressaltos,tucho,haste impulsora, balancin, válvulas– Aço cromo níquel Molas– Aço Anéis de segmento– Ferro fundido válvulas de escapamento–Nicromo, silcrômo ou aço cobalto-cromo