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FACULDADE DOCTUM DE JOÃO MONLEVADE RELATÓRIO DE ESTÁGIO Estágio supervisionado Conforme estabelece a Lei nº 11.788/08 e as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Psicólogos, o estágio faz parte do Projeto Pedagógico do Curso de Psicologia da Doctum. O estágio é um ato educativo supervisionado que visa à preparação dos estudantes para o trabalho profissional, constituindo parte fundamental do processo educacional. O estágio permite o desenvolvimento de habilidades e competências necessárias para o exercício profissional e para a construção da cidadania. O estágio faz parte da vida acadêmica, de maneira que ao longo de sua formação, o aluno deverá cumprir o estágio obrigatório e previsto no currículo do curso de psicologia, mas também poderá realizar estágios não obrigatórios em outras empresas e instituições. O curso de graduação em Psicologia da Doctum oferece o Estágio Obrigatório a partir do quarto período letivo. Este se caracteriza como uma atividade de formação prática, obrigatória para obtenção do Diploma de Psicólogo, cujo objetivo é assegurar ao aluno a oportunidade de acompanhamento de casos em situação real, sob orientação de um profissional da área. O estágio obrigatório na Doctum/Curso de Psicologia é realizado ao longo de seis semestres curriculares, e deverá consolidar os seguintes objetivos: ✔ Oferecer ao futuro psicólogo oportunidade para o desenvolvimento de habilidades e atitudes necessárias ao exercício da profissão, permitindo que os conhecimentos, habilidades e atitudes adquiridas no decorrer do curso se concretizem em ações profissionais; ✔ Propiciar ao formando a oportunidade de aplicação, em situação real, dos conhecimentos teóricos e práticos adquiridos ao longo do curso de psicologia; ✔ Propiciar aos acadêmicos a vivência real e objetiva de casos, sob orientação de profissional experimentado, para amadurecimento dos princípios que o orientarão no campo escolhido para sua atuação; ✔ Introduzir o futuro profissional nas situações concretas de trabalho, com a orientação segura e a convivência de profissionais competentes, ambientando-o gradativamente no contexto em que irá atuar. 1. Introdução: Este relatório refere-se às atividades realizadas durante o Estágio Supervisionado em Psicologia Clínica, um requisito obrigatório para a graduação em Psicologia em uma universidade no estado de Minas Gerais. O estágio específico – Clínica II é uma das disciplinas obrigatórias do 8º período da graduação e foi realizado no primeiro semestre do ano de 2024 no ambiente da clínica escola desta instituição de ensino, unidade de João Monlevade, e teve como base a Teoria Fenomenológica Existencial Humanista, objetivando o desenvolvimento das habilidades práticas. Referente ao tempo ofertado para a prática, são cerca de 40 a 50 minutos por semana para o atendimento de um cliente. Ademais, as aulas de supervisão são fornecidas todas ás terça-feiras com duração de até um hora e meia. O funcionamento da Clínica Escola foi de grande importância para a comunidade local e regional, pois ofereceu atendimento psicológico gratuito às pessoas que necessitavam desse cuidado e, no momento, não tinham condições de pagar pelo tratamento. Além de ser um elemento curricular obrigatório, o estágio se apresenta como um espaço essencial na trajetória acadêmica. Nele, é possível desenvolver posturas e reflexões sobre o papel do estudante e do psicólogo. A partir das atividades realizadas e das situações reais enfrentadas, a identidade profissional é gradualmente construída, e as condutas adotadas provocam transformações na vida dos pacientes. Por esses motivos, além de considerar o estágio um momento crucial para aplicar o aprendizado teórico e crescer no campo da terapia, é fundamental que o contato com o outro seja marcado por uma relação de responsabilidade, compromisso e cuidado. A seguir, são apresentadas a caracterização do local de estágio, as atividades desenvolvidas e, por fim, as considerações finais sobre o trabalho realizado. NOME DO DISCENTE: Thiago Siqueira Brandão Período: 8° Ano: 2024 Semestre: 1° Turno: Noturno Componente curricular de referência: 201400113 Coordenador do curso: Rodrigo Sávio Coordenador de estágio: Jessyca Buenos Aires Machado Supervisor (a): Bianca Pessoa Costa Instituição Concedente: Doctum Apresentação do campo de estágio: Clinica 2. Revisão da literatura Este estágio foi fundamentado na Abordagem Fenomenológico-Existencial. Segundo Gomes e Castro (2010), a compreensão do sujeito ocorre na relação específica e concreta entre terapeuta e paciente, isto é, referida à situação do atendimento, ao encontro e à compreensão daquilo que se manifesta na existência do paciente. Esse enfoque prioriza o entendimento do indivíduo a partir de si mesmo e da maneira como ele vive. As vivências das pessoas apontam para a estruturação delas no mundo e para uma forma de existir bastante particular. O sujeito é histórico, sempre em relação com o mundo, sem separação, em constante movimento de possibilidades e mudanças. Segundo Critelli (1996, p.16), para a fenomenologia, a questão do pensar não pode ignorar a fluidez e mutabilidade inerente ao ser humano, devido à sua condição de existente. Portanto, a tarefa de pensar a possibilidade de uma metodologia fenomenológica de conhecimento é, em última instância, uma reflexão sobre o modo humano de ser-no-mundo, inclusive conforme se desdobra na tradição da civilização ocidental. Assim, a Fenomenologia se apresenta não apenas como uma corrente filosófica, mas também como um método. O método fenomenológico ganhou importância diante das limitações das psicoterapias de cumprir sua finalidade em aliviar o sofrimento dos pacientes. Entretanto, o principal representante da corrente fenomenológica é Edmund Husserl (1859-1938), que desenvolveu seu pensamento a partir das obras de Brentano. Husserl desenvolveu alguns dos temas fundamentais da fenomenologia, como a proposta do retorno às coisas mesmas. Para ele, o retorno a um ponto de partida que seja verdadeiramente o primeiro implica retornar às coisas mesmas, que são o ponto inicial do conhecimento. A coisa mesma, para Husserl, é o fenômeno, a única realidade à qual podemos ter acesso. Assim, ir às coisas mesmas significa "apreender o mundo tal como este se apresenta para nós enquanto fenômeno" (Holanda, 1998, p.37). Husserl, seguindo a noção de intencionalidade de Brentano, reafirma que a consciência é sempre intencional, pois está sempre direcionada a um objeto, e este objeto sempre é objeto para uma consciência. Dessa forma, não se pode separar a consciência do objeto nem o objeto da consciência. A intencionalidade refere-se à atribuição de sentidos, ou seja, o mundo só existe enquanto tal na medida em que nós lhe atribuímos significados. Como Holanda (1998, p.39) afirma, "a consciência é ativa; é ela que dá sentido às coisas, ou seja, é a consciência que atribui significados no mundo. Perceba-se aqui que não estamos discutindo o caráter de existência das coisas (...), mas apenas o sentido que essas coisas assumem para o eu subjetivo que pensa." Outro discípulo proeminente de Husserl que contribuiu de forma decisiva para a fenomenologia foi Martin Heidegger (1889-1976). Partindo das ideias de Husserl, Heidegger rompe com o pensamento de seu mestre ao postular novos princípios. Sua obra propõe uma retomada da questão do ser, buscando o sentido da existência que havia se perdido na modernidade, dominada pelo primado da razão. Assim, quando o ser humano se dá conta de sua inadequação, ele passa a viver uma angústia, que para Heidegger representa o único estado de ânimo que leva o ser-aí a uma compreensão de si mesmo. Conforme vai conquistando a autenticidade, volta sua atenção para si mesmo, escolhendoa si próprio, não mais os outros, como a possibilidade de ser- no-mundo. Isso é o ser-si-mesmo (Bruns e Trindade, 2001). Apesar de a Fenomenologia e o Existencialismo serem correntes filosóficas distintas, raramente se fala de uma sem associá-la imediatamente ao movimento fenomenológico. Isso se deve, em parte, à influência de Husserl no pensamento de Sartre e também ao fato de o método fenomenológico ter sido utilizado pelos existencialistas em sua busca pela compreensão do ser humano. O Existencialismo difundiu-se como o pensamento mais radical sobre o homem na época contemporânea. Originou-se em meados do século XIX com o pensador dinamarquês Kierkegaard e atingiu seu auge após a Segunda Guerra Mundial, nas décadas de cinquenta e sessenta, com Jean-Paul Sartre. A angústia da liberdade surge com a consciência de que cada pessoa é responsável por si mesma e por seus próprios atos, não podendo transferir a culpa por seus erros e enganos para ninguém. Ela surge quando o indivíduo percebe que tentar depositar nos outros (seja no Estado, na opinião pública, em grupos sociais, etc.) o ônus de suas escolhas é um projeto destinado ao fracasso. Agir dessa forma não significa fugir da questão da escolha, pois até mesmo não escolher já é uma escolha. Significa apenas transferir seu poder de decisão para outra pessoa, o que, no entanto, não o desresponsabiliza (Angerami, 2001). A abordagem Fenomenológico-Existencial aponta, como mencionado anteriormente, para a busca pelo resgate do que há de mais genuíno na existência humana, do que é mais essencial no ser humano. Essa essência está relacionada à forma como cada indivíduo se apresenta no mundo, à sua singularidade, e à liberdade que cada um tem de ser verdadeiramente ele mesmo. Uma psicologia que considera essa dimensão existencial não se preocupa em interpretar ou explicar os fenômenos humanos, mas sim em compreendê- los. Nessa perspectiva, o processo de psicoterapia se propõe a oferecer um momento no qual o sujeito que sofre se sinta verdadeiramente ouvido em sua dor. Ouvir nesse contexto implica ir além da queixa, além das palavras, captar o não-dito. Amatuzzi (2001) exemplifica esse processo ao afirmar que ouvir verdadeiramente é ir até a alma da pessoa que nos fala, é ir até seu coração; é ouvir a pessoa e não apenas as palavras. Na abordagem fenomenológica, a relação psicoterapêutica se baseia em um diálogo autêntico e recíproco, onde terapeuta e cliente se tocam emocionalmente. Isso permite explorar os sentidos e conteúdos implícitos no discurso do cliente, incluindo o não-dito. Esse processo ocorre em um ambiente de troca intersubjetiva, onde os sentidos podem se libertar e se revelar. A psicoterapia fenomenológica ajuda o cliente a expressar emoções, refletir sobre si mesmo e organizar seus conteúdos internos, promovendo um espaço para cuidar de si e explorar seu próprio desenvolvimento. 3. Caracterização do estágio: 3.1 Histórico da instituição ou contexto de estágio: Com mais de 45 anos de tradição em qualidade de ensino, a unidade oferece uma ampla variedade de cursos que têm se destacado no cenário acadêmico, obtendo notas altas junto ao Ministério da Educação (MEC). A Doctum João Monlevade possui cursos nas modalidades presencial, semipresencial e EaD premium, proporcionando aos alunos uma experiência de aprendizado flexível, acessível e de alto nível. A instituição é uma das faculdades mais bem-sucedidas na aprovação no Exame da OAB na região, formando profissionais na área jurídica há mais de 20 anos. Na Doctum João Monlevade, os alunos têm acesso a uma estrutura completa de suporte, incluindo orientação educacional, serviços de tutoria e atividades extracurriculares que complementam o processo de ensino-aprendizagem. Além disso, a instituição se destaca por uma série de projetos de Extensão e Pesquisa que contribuem para a formação dos alunos. A clínica escola oferece atendimentos psicológicos de forma gratuita para a comunidade de João Monlevade e região, com cerca de 80 atendimentos por período e contempla os alunos do 6º, 7º e 8º período do curso de Psicologia. 3.2 Público alvo: O público-alvo da rede de ensino Doctum é composto por estudantes e profissionais que buscam uma educação de qualidade e reconhecida no mercado. A Doctum atende desde estudantes que estão ingressando no ensino superior até profissionais que desejam se especializar ou buscar novas formações. A rede oferece cursos nas modalidades presencial, semipresencial e EaD premium, adaptando-se às necessidades de diferentes perfis de estudantes, proporcionando uma experiência de aprendizado flexível, acessível e de alto nível acadêmico. 3.3 Caracterização da frequência e do meio de observação: O presente estágio iniciou-se com a cliente C.F, que possui 36 anos que não compareceu em nenhum dos atendimentos agendados. Posteriormente, durante duas semanas por motivos de saúde e afastamento, não foram realizados as sessões. Devido a políticas da clínica escola, após três faltas sem justificativa os atendimentos com a mesma foi encerrado. Nesse viés, foi iniciado com a cliente A.F, possui 27 anos, solteira, em seu primeiro contato com o acompanhamento psicológico e com terapia no geral. No total foram realizados 4 encontros, entre os mesmo a cliente faltou e decidiu encerrar voluntariamente, visto que considerou já ter alcançado seus objetivos. A cliente trouxe demandas oriundas de um termino recente, compartilhando sentimento de insegurança e medo decorrentes da experiência. A.F esboçou a necessidade de espaço pessoal e a vontade de buscar autonomia, equilíbrio entre suas responsabilidades pessoais e profissionais. Diante disso, expressou um aumento em sua percepção sobre si mesma e optou por não dar continuidade no processo terapêutico, alegando que conseguiu alcançar seus objetivos pessoais. Subsequente aos fatos, necessitou de um intervalo de tempo para a marcação de outros atendimentos para o encerramento das atividades do estágio clínico. Com isso, foram realizados apenas dois atendimentos com a cliente R.J, 49 anos, casada, e a mesma esteve ciente devido ao estabelecimento do contrato terapêutico que seriam realizados poucos encontros. R.J. trouxe demandas de seu relacionamento conjugal, e seu conflito com a religião protestante após o assassinato de seu irmão. A cliente exprimiu o sentimento de culpa em relação ao ocorrido, dado que tinha o intuito de levar o irmão a igreja e desmarcou o encontro de última hora. Devido ao tempo de encerramento das atividades, foi sugerido que a mesma continue os atendimentos no próximo período, uma vez que compartilhou angustias que não puderam ser exploradas nos encontros. 3.4 Necessidades e dificuldades: A maior dificuldade identificada durante o processo de estágio foi a continuidade nos atendimentos, já que a primeira cliente não compareceu aos agendamentos, extraviou-se o tempo necessário para as atividades práticas. Ademais, em decorrência do afastamento por motivos de saúde só foi possível dar prosseguimento ao estágio após um tempo considerável. Nesse ínterim, é notório como a continuidade no processo terapêutico é necessária para o vínculo terapeuta-cliente e para uma melhor compreensão das histórias e queixas relatas. Outra dificuldade vivenciada foi a necessidade de realizar os atendimentos mesmo que as partes responsáveis soubessem que seriam apenas dois encontros, não possibilitando intervenções e reflexões para a envolvida. 4. Proposta de intervenção: O estágio clínico pela abordagem existencial-fenomenológica tem como objetivo proporcionar ao estagiário uma experiência prática e reflexiva no atendimento psicoterapêutico. Fundamentado nos princípios fenomenológicos e existenciais, o estágio visa auxiliar o cliente na compreensão de sua existência única e nabusca por significados pessoais. O ambiente terapêutico é construído com base na autenticidade, liberdade e acolhimento. A intervenção inicia com um diagnóstico fenomenológico, utilizando uma escuta empática e aberta para permitir ao cliente expressar suas vivências e significados pessoais sem interpretações prévias. A abordagem explora temas existenciais como liberdade, responsabilidade, morte, sentido da vida e escolhas pessoais, utilizando técnicas que estimulem a reflexão e autorreflexão do cliente. A avaliação contínua da evolução do cliente considerará mudanças na percepção de si mesmo e de suas relações. Após as sessões, haverá momentos de reflexão para integrar os insights obtidos na terapia ao dia a dia do cliente. Será assegurada a confidencialidade das informações compartilhadas pelo cliente. O consentimento informado será obtido antes do início do processo terapêutico, explicando claramente os objetivos e metodologias utilizadas. Será incentivada a formação contínua do estagiário na abordagem existencial-fenomenológica, participando de workshops, seminários e supervisões para aprimorar suas habilidades terapêuticas. Esta proposta visa formar o estagiário na abordagem existencial-fenomenológica, preparando-o para um atendimento terapêutico responsável e ético, alinhado com os princípios desta abordagem. 5. Considerações Finais: A vontade de atuar e experimentar a prática foi uma motivação constante durante a graduação, intensificando-se à medida que o estágio se aproximava, alimentando diversas expectativas. Viver essa experiência, porém, implicou em frustrar algumas fantasias, questionar-me, desconstruir certezas e, acima de tudo, surpreender-me. Durante o estágio, fui inserido em um espaço de liberdade, onde fui encorajado a agir de acordo com minha própria natureza, sem seguir caminhos preestabelecidos ou moldes definidos de certo e errado. Tive que refletir sobre minha prática e compreendê-la dentro do contexto das teorias e técnicas, questionando o que fazia sentido para mim. Isso por si só foi uma experiência angustiante e reveladora; uma busca sem guias pré-determinados pelo meu próprio e singular modo de ser terapeuta. Ao exercer essa liberdade, percebi que ele se configurou a partir do meu próprio movimento como pessoa, psicoterapeuta e membro do grupo de estágio. Gradualmente, ele assumiu uma dinâmica única, que era a minha. Enfrentando meus desejos, incertezas e receios, fui me dando conta de quem realmente sou, aceitando e assumindo a responsabilidade pelo meu modo de agir. Atrás dessas descobertas, encontrei não apenas limites e dúvidas, mas também uma grande disposição para me deixar ser tocada pela oportunidade de ouvir e ajudar. Muitas vezes, isso implicou enfrentar minhas próprias defesas e expor minhas dificuldades, o que exigiu uma postura oposta à minha tendência usual de evitar essas situações. Por fim, reconheço a oportunidade única de aprendizado em grupo. As reuniões de supervisão, as discussões, as escutas compartilhadas e os momentos em comum foram enriquecedores não apenas pela troca de conhecimentos, mas também pela comunhão de experiências e afetos presentes nesse encontro. 6- Referências Bibliográficas 1. AMATUZZI, M. M. (1989) O resgate da fala autêntica: filosofia da psicoterpia e da educação. São Paulo: Papirus Editora. 2. AMATUZZI, M. (2001). Por uma Psicologia Humana. São Paulo: Alínea 3. AMERICAN PSYCHOLOGICAL ASSOCIATION. (1994). Publication Manual of the American Psychological Association (4a ed.). Washington, DC. 4. ANGERAMI, V. A (2002). Psicoterapia Existencial. São Paulo: Livraria Pioneira Editora. 5. AXLINE, V. M. (1984). Ludoterapia. Belo Horizonte: Interlivros. 6. AXLINE, V. M. (2005). Dibs: em busca de si mesmo. (23ª Edição). Rio de Janeiro: Agir Editora. (Texto original publicado em 1964) 7. BRUNS, M. A. T., & Trindade, E. (2001). 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