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Prof. Me. Marcelo Meneghetti
UNIDADE III
Design Thinking
O conceito do diamante duplo – parte 2
Design Thinking 
Vimos anteriormente:
Design Thinking
DESCOBRIR DEFINIR
 conhecer as necessidades 
da persona (mapa da empatia);
 detalhes da sua jornada
(matriz blueprint);
 ... detectar o pain point 
ou ponto de dor 
(sintetizar em um parágrafo).
 questionar;
 observar;
 pesquisar, ouvir.
Vamos agora:
Design Thinking
DESCOBRIR DEFINIR DESENVOLVER ENTREGAR
Ideias, 
brainstorming, 
cocriação.
Escolher,
prototipar,
validar,
implementar.
(BROWN, 2010)
 Com base no diagnóstico sintetizado anteriormente, 
é hora de se abrir às ideias, brainstorming e cocriação.
Design Thinking 
DESENVOLVERFonte: 
https://png.pngtree.co
m/png-
vector/20220713/our
mid/pngtree-cartoon-
stick-man-drawing-
conceptual-
illustration-of-
business-team-or-
people-png-
image_5949124.png
Fonte: Adaptado de:
https://mir-s3-cdn-
cf.behance.net/proje
ct_modules/max_12
00/ce725a40481809
.578340a26488e.jpg
Com diferentes 
bagagens, pessoas
contribuem...
Fonte: Adaptado de: 
https://cdn11.bigcommerce.com/s-
jyvxk5hzsq/images/stencil/500x659/products/
5403/43384/6125L__28181.1539347955.jpg
... sem pré-julgar 
ideias...
Fonte: Adaptado de: 
https://web.mit.edu/2.
009/www/deliverables
/idea_sketch_exampl
es/large/idea2.png
... anotando 
todas!
Design Thinking 
Hora de apresentar as ideias...
ENTREGAR
Fonte: 
https://www.shutterstock.com/imag
e-vector/illustration-kid-presenting-
something-his-600w-82264918.jpg
Fonte: acervo do professor
... e agrupá-las por 
semelhança e/ou 
tipo de solução
(faça intuitivamente).
Design Thinking 
ENTREGAR
... e, finalmente, 
escolher a(s) ideia(s) 
que iremos prototipar!
Mas com base
em qual critério?
Que tal neste, 
lembra-se?
desejabilidade
IDEIA
Cada um da equipe vota nas 
3 ideias que considerar mais 
importantes (critério 
desejabilidade)...
A ideia com mais votos nos dois critérios é escolhida 
para ser prototipada. Vamos ver como fica?
i i i
... e nas 3 ideias que 
considerar mais 
viáveis (critérios 
praticabilidade + 
viabilidade).
v v v
Design Thinking
ENTREGAR
BAIXA IMPORTÂNCIA ALTA
D
IF
ÍC
IL
 
VI
AB
IL
ID
AD
E 
 
 
 
 
 
 F
Á
C
IL
i
v
v
v
v
i
v
v
i
i
i
v
i
i
i
i
i
i
v
v
v v
v
v
ii
i
(perda de tempo)
(“amenidades”)
(apostas)
(prioridades)
Para então prototipar – tirando a ideia da cabeça e colocando no:
 Não importa “onde”!
 Importa fazer, e refazer, e refazer. Primeiro, grosseiramente (“baixa fidelidade”).
 A cada nova refação, fazer um pouco mais refinado.
 Submeter aos colegas. Submeter também à “Maria” (pessoas 
do público). Ouvir os comentários.
 A cada nova refação, eliminar pequenos erros percebidos.
 Até que o protótipo acaba se tornando um modelo próximo do 
final (chamamos de “alta fidelidade”).
Design Thinking
ENTREGAR
PAPEL
DESENHO
MASSINHA
LEGO
ROTEIRO
SKETCHUP
STORYBOARD
RASCUNHO
Fonte: 
https://miro.medium.com/
max/640/1*KC240S3wJB4
D_Lh6ldTcTg.webp 
COLAGEM
 Conforme o protótipo evolui, podemos inseri-lo na Jornada do Usuário (ou da Maria!)
fazendo um storyboard simples do resumo da jornada destacando o pain point.
 (Como alternativa, você pode utilizar o próprio texto do 
parágrafo, sem o auxílio dos quadrinhos. Mas sugiro que 
desenhe, por mais simples que seja!).
Design Thinking
ENTREGAR
Fonte: Adaptado de https://www.toolshero.com/wp-
content/uploads/2018/01/example-storyboarding-toolshero.gif.webp
 Em seguida, uma nova versão do storyboard, inserindo nossa ideia prototipada
e reescrevendo o final da história. 
 É uma forma lúdica e eficiente de visualizar se a sua ideia 
resolve empaticamente o problema da persona.
Design Thinking 
ENTREGAR
Fonte: Adaptado de https://www.toolshero.com/wp-
content/uploads/2018/01/example-storyboarding-toolshero.gif.webp
Na segunda metade do diamante duplo, temos as etapas de Desenvolver e Entregar. 
Assinale as ações envolvidas na etapa Desenvolver:
a) Investigação, síntese, definição.
b) Validação, questionamentos, definição.
c) Ideias, brainstorming, cocriação.
d) Pré-julgamento, avaliação, resolução.
e) Conhecimento, aquisição, questionamento.
Interatividade
Na segunda metade do diamante duplo, temos as etapas de Desenvolver e Entregar. 
Assinale as ações envolvidas na etapa Desenvolver:
a) Investigação, síntese, definição.
b) Validação, questionamentos, definição.
c) Ideias, brainstorming, cocriação.
d) Pré-julgamento, avaliação, resolução.
e) Conhecimento, aquisição, questionamento.
Resposta
Outras formas de trabalhar etapas em Design Thinking
Design Thinking
Vimos anteriormente o processo de trabalho em Design Thinking dividido em 4 etapas:
 Veremos agora outras formas de organizar as etapas.
 Mas é importante ressaltar, mais uma vez, que essas divisões 
têm caráter didático, a fim de que as metodologias se adaptem 
à resolução de cada problema.
 Não há certo ou errado. Há apenas adequação maior ou 
menor ao problema que nós pretendemos resolver.
Design Thinking 
DESCOBRIR DEFINIR DESENVOLVER ENTREGAR
Design Thinking em 7 etapas.
 Nos casos em que as 
melhorias devem ser 
implementadas 
continuamente.
Design Thinking 
1. Definir (briefing): o necessário para o projeto ser
bem-sucedido.
2. Pesquisar (histórico): coletar informações de pesquisas e 
entrevistas com o usuário e identificar possíveis obstáculos.
3. Gerar ideias (soluções): identificar motivações/necessidades 
do usuário para gerar ideias que as atendam.
4. Testar (resoluções): desenvolver os protótipos das ideias
e analisá-los.
5. Selecionar (justificativa): selecionar com justificativas as 
soluções propostas e analisadas de acordo com a 
viabilidade e o objetivo pretendido.
6. Implementar (entrega): desenvolvimento final e entrega.
7. Aprender (feedback): aprimorar o desempenho da equipe 
e identificar melhorias para o futuro.
Ambrose e Harris (2011).
Onde é mais 
adequado?
Design Thinking em 7 etapas.
 O feedback não se limita ao momento da prototipagem, 
mas continua após a implementação final.
 Em projetos de longo prazo.
 Em áreas específicas, que buscam melhorar o processo 
de comunicação interna e externa.
 O problema não é algo a ser superado, mas torna-se 
o objeto de trabalho da equipe!
Design Thinking
6. Implementar (entrega): desenvolvimento final e entrega.
7. Aprender (feedback): aprimorar o desempenho da equipe 
e identificar melhorias para o futuro.
Design Thinking em 5 etapas
 Em projetos de alcance 
mais amplo, regionalmente 
e mercadologicamente.
(NITZSCHE, 2012).
Design Thinking
1. Compreender o mercado, o cliente, a tecnologia envolvida 
e as restrições do problema. 
2. Observar as pessoas nas situações reais do dia a dia 
para descobrir o que elas sinalizam: o que as confunde, 
o que gostam e o que odeiam. 
3. Visualizar novos conceitos que possam transformar o 
mundo e satisfazer quem usa os serviços ou produtos, por 
meio de brainstorm, protótipos, storyboards ou vídeos onde 
as situações previstas possam contar uma narrativa.
4. Avaliar e aprimorar os protótipos em interações geradas 
pela equipe e pelos stakeholders eleitos (grupos de 
interesse). Observar as interações com a prototipagem, 
descobrir o que funciona e o que pode melhorar.
5. Implementar a forma comercial do resultado gerado. É uma 
fase mais longa e desafiadora do ponto de vista técnico.
Onde é mais 
adequado?
Design Thinking em 5 etapas.
Design Thinking
 Perceba que, aqui, não nos limitamos a observar 
empaticamente as experiências da persona.
 Uma etapa anterior nos orienta a observar o contexto 
mais amplo, mercadologicamente, onde ela se dará.
 Esse tipo de trabalho envolverá, na equipe, 
profissionais de marketing, vendas e/ou publicidade.
1. Compreender o mercado, o cliente, a tecnologia envolvida 
e as restrições do problema.
2. Observar as pessoas nas situações reais do dia a dia 
para descobriro que elas sinalizam: o que as confunde, 
o que gostam e o que odeiam.
Design Thinking em 3 etapas.
 Em projetos que se 
beneficiem das ferramentas 
do Design Thinking.
Design Thinking
1. Exploração: descobrir novas perspectivas e desenvolver 
novos insights sobre a experiência do serviço a partir de 
ferramentas adequadas.
2. Criação e reflexão: dar forma aos insights gerados 
e testá-los para novas reflexões antes da implementação. 
As ferramentas de reflexão permitem que ideias para 
soluções tenham um protótipo.
3. Implementação: oferecer várias maneiras de transferir os 
projetos de design de serviços novos ou aperfeiçoados para 
todos os departamentos de uma organização. A ideia é 
engajar novos públicos, envolver os funcionários na 
inovação e criar uma argumentação convincente e 
persuasiva a favor da mudança. Afinal, implementar 
significa colocar ideias em ação.
(STICKDORN; SCHNEIDER, 2014)
Onde é mais 
adequado?
Design Thinking em 3 etapas.
Design Thinking
1. Exploração
(STICKDORN; SCHNEIDER, 2014)
 Mapa de stakeholders
(atores envolvidos)
 Safári de serviços
 Shadowing (observação)
 Mapa de jornada
 Entrevistas contextuais
 Um dia na vida
 Mapa de expectativas 
(empatia)
 Personas
 Geração de ideias
 E se?
 Criação de cenários
 Storyboard
 Maquete de mesa
 Protótipo do serviço
 Encenação do serviço
 Desenvolvimento ágil
 Cocriação
 Storytelling
 Blueprint de serviços
 Dramatização 
dos serviços
 Mapa do ciclo 
de vida do usuário
 Business mode canvas
2. Criação 
e reflexão
3. Implementação
Design Thinking em 3 etapas.
Design Thinking
No próximo bloco vamos ver mais sobre as 
ferramentas. Mas não deixe de acessar
o livro!
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788582602188
Isto é Design Thinking de Serviços
(STICKDORN; SCHNEIDER, 2014)
(acesse já logado como aluno da instituição)
Aprofunde-se também lendo um dos principais livros sobre Design Thinking disponíveis
no Brasil:
Design Thinking 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788550814377
Design Thinking – Edição 
Comemorativa 10 anos
(BROWN, 2014)
(acesse já logado como aluno da instituição)
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788550814377
O Design Thinking dividido em 7 etapas diferencia-se por acrescentar, na sétima etapa, o 
seguinte passo:
a) Definir (briefing): o necessário para o projeto ser bem-sucedido.
b) Testar (resoluções): desenvolver os protótipos das ideias e analisá-los.
c) Selecionar (justificativa): as soluções propostas de acordo com a viabilidade pretendida.
d) Implementar (entrega): desenvolvimento final e entrega.
e) Aprender (feedback): aprimorar o desempenho da equipe e identificar melhorias para
o futuro.
Interatividade
O Design Thinking dividido em 7 etapas diferencia-se por acrescentar, na sétima etapa, o 
seguinte passo:
a) Definir (briefing): o necessário para o projeto ser bem-sucedido.
b) Testar (resoluções): desenvolver os protótipos das ideias e analisá-los.
c) Selecionar (justificativa): as soluções propostas de acordo com a viabilidade pretendida.
d) Implementar (entrega): desenvolvimento final e entrega.
e) Aprender (feedback): aprimorar o desempenho da equipe e identificar melhorias para
o futuro.
Resposta
Ferramentas disponíveis para os projetos de Design Thinking.
Design Thinking
 Stickdorn e Schneider (2014) em seu livro Isto é Design Thinking de Serviços, trazem 
diversas ferramentas utilizadas por equipes criativas para melhor desenvolverem seus 
projetos e trabalhos.
 Na Unidade II vimos o Mapa da Empatia (ou das Expectativas) e o Mapa da Jornada (ou 
Blueprint de serviços).
 Vimos também o Storyboard, ao refazer a jornada do usuário (ou persona). 
Vamos ver agora mais algumas delas.
Design Thinking
Mapa de stakeholders
(públicos envolvidos em
um processo)
Design Thinking
O quê?
Como?
Por que?
Representação visual ou física dos diversos 
grupos/públicos envolvidos em determinado 
serviço (cliente, funcionários etc.).
Para cada stakeholder, listar suas 
necessidades no processo. Em seguida, 
avaliar quais podem ser os potenciais pontos 
de conflito entre as necessidades dos 
diferentes stakeholders.
Ampliar o diagnóstico e a dimensão do 
problema apresentado.
Safári de Serviços
Design Thinking
O quê?
Como?
Por que?
Pessoas comuns são convidadas a explorar 
uma experiência de um serviço em seu “habitat
natural” (contexto real) e opinar sobre suas 
experiências positivas e negativas.
Para registrar suas experiências, elas recebem 
papel e caneta, mas são também incentivadas 
a registrar em áudio e vídeo com o celular.
Uma forma eficaz de se verificar uma 
experiência negativa, a partir do olhar de uma 
pessoa “não contaminada” pelo processo
em questão.
 Shadowing
(observação)
Design Thinking 
O quê?
Como?
Por que?
Imersão dos pesquisadores na vida 
dos usuários, pessoal de atendimento 
e funcionários de retaguarda, para observar 
seu comportamento e suas experiências.
Procurar ser o menos invasivo possível, 
para evitar o “efeito observador”. 
É permitido registrar, mas com discrição.
Permite ao pesquisador identificar os 
momentos em que os problemas ocorrem, 
em primeira mão.
Os 5 porquês
Design Thinking 
O quê?
Como?
Por que?
Uma corrente de perguntas utilizada para 
explorar mais profundamente um sintoma 
exterior na experiência do usuário.
Quem responde é provocado a explicar sua 
última resposta, produzindo um aprofundamento 
causal do problema em questão.
Uma forma simples de estabelecer ligações 
entre problemas subjacentes e
sintomas aparentes.
Os 5 porquês
(exemplo)
Design Thinking
Por que demora tanto para servir um cliente?
Porque estamos muito ocupados! Há sempre uma fila de pessoas 
esperando serviço na hora do almoço.
Por que há sempre uma fila de pessoas na hora do almoço? 
É a hora de maior movimento do dia, e não temos funcionários 
suficientes para servir todo mundo.
Por que não temos funcionários suficientes em momentos de
mais movimento?
Não temos espaço suficiente para contratar mais funcionários – eles 
provavelmente só nos atrapalhariam.
Por que não há espaço suficiente para mais funcionários?
A área de serviço é muito atravancada, pois os equipamentos que 
usamos são grandes demais e ocupam muito espaço.
Por que há tanto equipamento na área de serviço?
Compramos os equipamentos no atacado para economizar. De fato, 
consegue-se produtos baratos assim, mas eles também são maiores e 
atrapalham durante o trabalho.
Fonte: STICKDORN; SCHNEIDER. 
Isto é Design Thinking de serviços (2014), p. 169.
Dramatização do Serviço
Design Thinking
O quê?
Como?
Por que?
Técnicas teatrais utilizadas na encenação de 
situações-problema e situações-solução.
Os funcionários são convidados a encenar 
situações problemáticas de contato com um 
usuário. E também situações de resolução
do problema.
Excelente para treinamentos, produção de 
insights positivos e geração de um clima de 
empatia em todo o contexto trabalhado.
Maquete de mesa
Design Thinking 
O quê?
Como?
Por que?
Miniatura de um ambiente de serviço 
empregando brinquedos e bonecos de Lego.
Ludicamente, como uma criança faria, 
encena-se as situações, sejam conflituosas, 
sejam solucionadoras.
Serve tanto para diagnosticar, durante 
o momento de investigação e descoberta, 
quanto para prototipação, durante 
o momento de entrega.
Ferramenta de Design Thinking em que pessoas comuns são convidadas a explorar a 
experiência de um serviço em seu “hábitat natural” e opinar depois sobre ele. Trata-se de:
a) Mapa de Stakeholders.
b) Safári de serviços.
c) Shadowing.
d) Os 5 porquês.
e) Dramatização do serviço.
Interatividade
Ferramenta de Design Thinking em que pessoas comuns são convidadas a explorar a 
experiência de um serviço em seu “hábitat natural” e opinar depois sobre ele. Trata-se de:
a) Mapa de Stakeholders.
b) Safári de serviços.
c) Shadowing.
d) Os 5 porquês.
e) Dramatização do serviço.
Resposta
Estudo de caso
Design ThinkingEstudo de caso
Design Thinking
Jornal A Voz 
de San Diego 
se interessa 
pelas preocupações 
dos moradores
Traduzido de Anna Li (2013).
*O Conselho Municipal equivale à nossa câmara 
de vereadores – é o poder legislativo municipal.
Andrew Donohue é editor sênior do Center for 
Investigative Reporting (Centro de Reportagem 
Investigativa).
Ele usou o Design Thinking para criar uma 
abordagem diferente na cobertura das eleições para o 
conselho* da cidade de San Diego em 2012, 
enquanto era editor do jornal Voice of San Diego. 
Estudo de caso
Design Thinking
Jornal A Voz 
de San Diego 
se interessa 
pelas preocupações 
dos moradores
Descoberta
 Entrevistas contextuais (técnica etnográfica).
 Shadowing.
(STICKDORN; SCHNEIDER, 2014).
Em vez repetir a fórmula do passado, publicando 
mais histórias sobre as agendas e programas dos
candidatos, Andrew e sua equipe designaram 
um repórter para cada distrito por uma semana 
com uma missão: descobrir o que era mais 
importante para os residentes dessa comunidade.
Traduzido de Anna Li (2013).
Estudo de caso
Design Thinking
Jornal A Voz 
de San Diego 
se interessa 
pelas preocupações 
dos moradores
 Pensamento Divergente.
 Empatia.
 Ideia de Valor.
As histórias resultantes dessas incursões 
foram surpreendentes. 
“O que acontece é que, há anos, a nossa cobertura tem 
se concentrado em coisas que não pareciam importar 
tanto para os residentes de San Diego", escreveu 
Andrew em um artigo do Nieman Journalism Lab.Traduzido de Anna Li (2013).
Estudo de caso
Design Thinking
Jornal A Voz 
de San Diego 
se interessa 
pelas preocupações 
dos moradores
Os repórteres do jornal A Voz de San Diego usaram 
a empatia para entender o que os moradores 
da cidade desejavam. 
Alguns fizeram passeios, descobrindo que o bairro 
de San Pasqual não tinha serviço de esgoto, 
fornecimento de água e nem coleta de lixo.
Em algumas comunidades eles perceberam que 
discutir a segurança de atravessar a rua era um 
grande assunto.
 Cocriação
 Desejabilidade
Traduzido de Anna Li (2013).
Estudo de caso
Design Thinking
Jornal A Voz 
de San Diego 
se interessa 
pelas preocupações 
dos moradores
"Em vez de começar com uma ideia de história, 
você começa com uma pergunta e trabalha 
com uma comunidade, seja virtual ou real, 
através de eventos ou entrevistas ao vivo", 
disse Andrew ao portal Poynter, por telefone.
 Centrado no ser humano.
 Observar o usuário no ambiente dele, 
seus interesses, o que o motiva. 
Traduzido de Anna Li (2013).
Estudo de caso
Design Thinking
Jornal A Voz 
de San Diego 
se interessa 
pelas preocupações 
dos moradores
Uma vez que os repórteres sentiram que tinham 
um bom entendimento das preocupações dos 
moradores de San Diego, eles se concentraram 
no que a comunidade queria: “Nossas histórias foram 
baseadas muito mais nas necessidades das pessoas 
reais, em vez de a história ser sonhada em nossa 
cabeça sobre o que achamos importante ou qual 
documento temos ou o que as fontes nos contam”. 
 Ampliar o foco.
Traduzido de Anna Li (2013).
Estudo de caso
Design Thinking
Jornal A Voz 
de San Diego 
se interessa 
pelas preocupações 
dos moradores
Depois que a Voice of San Diego publicou 
sua cobertura em uma série de reportagens, 
o site de notícias recebeu enorme feedback positivo 
dos moradores e da comunidade de jornalismo, 
disse Andrew.
Questionado, ele enfatizou a importância da 
prototipagem para alcançar o resultado que viu: “sair
e fazer”.
 Prototipagem.
Traduzido de Anna Li (2013).
Estudo de caso
Design Thinking
Jornal A Voz 
de San Diego 
se interessa 
pelas preocupações 
dos moradores
“Ainda pensamos que, como jornalistas, precisamos 
que tudo seja ‘absolutamente perfeito’ antes de 
escrever algo ou noticiar ao público. Lógico que as 
notícias precisam estar lá”, disse Andrew Donohue. 
“Mas existem ‘maneiras diferentes de contar histórias’ 
e ‘pequenas experiências’ podem rapidamente 
impulsionar tudo”, disse ele. 
“É importante fornecer maneiras para as pessoas 
nos darem feedback que não sejam apenas as 
reações delas às histórias que contamos."
 Praticabilidade.
Traduzido de Anna Li (2013).
Estudo de caso
Design Thinking 
Jornal A Voz 
de San Diego 
se interessa 
pelas preocupações 
dos moradores
Donohue passou o ano anterior como 
estudante da faculdade de jornalismo 
John S. Knight na Universidade de Stanford. 
Lá ele “mergulhou” no aprendizado do Instituto 
de Design Hasso Plattner, muitas vezes chamado 
de d.school, a fim de criar uma estrutura para 
os jornalistas aplicarem o Design Thinking 
em suas reportagens.
 Projeto.
 Implementação. 
Traduzido de Anna Li (2013).
Estudo de caso
Design Thinking
Jornal A Voz 
de San Diego 
se interessa 
pelas preocupações 
dos moradores
Seu trabalho no jornal A Voz de San Diego serviu 
como protótipo, que acabou levando a um modelo 
batizado por ele de Scratch – um novo modelo 
de reportagem investigativa que tenta “envolver 
criativamente os cidadãos em questões políticas 
por meio de eventos ao vivo, histórias e as mais 
recentes ferramentas tecnológicas”.
 Inovação.
 Mudanças Sociais.
Traduzido de Anna Li (2013).
Estudo de caso
Design Thinking
Jornal A Voz 
de San Diego 
se interessa 
pelas preocupações 
dos moradores
Andrew Donohue disse que 
quer continuar evoluindo o Scratch. 
Ele também está pensando em realizar 
um workshop de Design Thinking durante 
a conferência Investigative Reporters
and Editors em junho próximo de 2012, 
em São Francisco.
 Feedback.
 Melhoria contínua.
Traduzido de Anna Li (2013).
No estudo de caso apresentado, o jornalista Andrew Donohue cita uma ferramenta da etapa de 
experimentação, destinada a esboçar, na prática, as ideias que considerou fundamentais para 
o sucesso do novo modelo de reportagens. Assinale a alternativa que contém a citada 
ferramenta.
a) Cognição.
b) Brainstorming.
c) Descoberta.
d) Ideação.
e) Prototipagem.
Interatividade
No estudo de caso apresentado, o jornalista Andrew Donohue cita uma ferramenta da etapa de 
experimentação, destinada a esboçar, na prática, as ideias que considerou fundamentais para 
o sucesso do novo modelo de reportagens. Assinale a alternativa que contém a citada 
ferramenta.
a) Cognição.
b) Brainstorming.
c) Descoberta.
d) Ideação.
e) Prototipagem.
Resposta
 AMBROSE, G.; HARRIS, P. Design Thinking. São Paulo: Bookman, 2011.
 BROWN, T. Design Thinking: uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas 
ideias. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
 DESIGN methods step 2: define. Design Council, 18 mar. 2015b. Disponível em: 
https://cutt.ly/7N3obzf. Acesso em: 8 nov. 2022.
 DESIGN methods step 3: develop. Design Council, 18 mar. 2015c. Disponível em: 
https://cutt.ly/8N3omAF. Acesso em: 8 nov. 2022.
 DESIGN methods step 4: deliver. Design Council, 18 mar. 2015d. Disponível em: 
https://cutt.ly/PN3oTaP. Acesso em: 8 nov. 2022.
Referências bibliográficas
 LI, Anna. Voice of San Diego Digs into Residents’ Concerns. Disponível em: 
https://cutt.ly/Z22kr27. 2013. Acesso em: 16 jan. 2023.
 NITZSCHE, R. Afinal, o que é Design Thinking? São Paulo: Rosari, 2012.
 STICKDORN, M.; SCHNEIDER, J. O processo é iterativo. In: STICKDORN, M.; SCHNEIDER, 
J. Isto é Design Thinking de serviços: fundamentos, ferramentas, casos. Porto Alegre: 
Bookman, 2014. p. 124.
Referências bibliográficas
ATÉ A PRÓXIMA!
	Número do slide 1
	Design Thinking 
	Design Thinking
	Design Thinking
	Design Thinking 
	Design Thinking 
	Design Thinking 
	Design Thinking
	Design Thinking
	Design Thinking
	Design Thinking 
	Interatividade
	Resposta
	Design Thinking
	Design Thinking 
	Design Thinking 
	Design Thinking
	Design Thinking
	Design Thinking
	Design Thinking
	Design Thinking
	Design Thinking
	Design Thinking 
	Interatividade
	Resposta
	Design Thinking
	Design Thinking
	Design Thinking
	Design Thinking
	Design Thinking 
	Design Thinking 
	Design Thinking
	Design Thinking
	Design Thinking 
	Interatividade
	Resposta
	Design Thinking
	DesignThinking
	Design Thinking
	Design Thinking
	Design Thinking
	Design Thinking
	Design Thinking
	Design Thinking
	Design Thinking
	Design Thinking 
	Design Thinking
	Design Thinking
	Interatividade
	Resposta
	Referências bibliográficas
	Referências bibliográficas
	Número do slide 53

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