Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Diagnóstico:
Ambiente seco, limpo e bem iluminado.
Profilaxia: remover resíduos e placa
bacteriana. ((previamente para
determinar lesões cariosas))
- Escova de robinson: faces oclusais;
- Taça de borracha: faces lisas.
**Nunca realizar diagnóstico de lesão cariosa
pressionando a sonda exploradora sobre uma
região desmineralizada. -lesões irreversíveis.
*Bactérias cariogênicas: produzem ácido a
partir de carboidratos fermentáveis da dieta.
((ácido→ desmineralização))
Os processos de remineralização (saliva é
supersaturada em íons cálcio e fosfato, e
possui propriedade tampão -pH neutro-) e
desmineralização (pH≈5,5) ocorrem de forma
contínua, porém, quando há mudanças
frequentes no Ph, há um desequilíbrio.
Quando a perda do mineral atinge um
número maior de poros, resulta nas lesões de
mancha branca.
**Suspeitas de diagnóstico de mancha branca
por cárie serão vinculadas à placa bacteriana
-----mancha branca-----
Hipomineralização;
Incorporação de minerais durante a
formação dentária (fluorose);
- Hipoplasia possui alterações estruturais na
forma do elemento! ((independe de mancha))
Desmineralização externa (cárie):
• Lisa e brilhante - inativa.
• Porosa e opaca - ativa/inicial.
- A opacidade é relativa aos cristais de esmalte,
que passam a apresentar um Índice de
Refração diferente.
- Quando ativa, faz-se fluorterapia, instrução de
higiene oral e profilaxia até que fique inativa.
- Cárie ativa: tecido amolecido, marrom-claro
e, envolta da cavitação, há desmineralização.
Classificação das cavidades:
Classe I: má coalescência de esmalte;
- Acúmulo de biofilme. ((sulcos, fossetas,
cíngulo, V dos inf. e P dos sup.))
Classe II: faces proximais de posteriores;
Classe III: faces proximais de anteriores;
- Independente do acometimento de outras
áreas;
- SEM envolver a borda incisal de anteriores.
Classe IV: faces proximais de anteriores
COM o envolvimento da borda incisal;
Classe V: faces livres (lisas V ou L) no
terço cervical.
- Cariosas ou não!
Preparo cavitário: forma, função, estética.
Remoção seletiva do tecido afetado,
associada a procedimentos preventivos;
- Aplicação regular de fluoretos e proservar.
- A lesão cariosa subdivide a dentina em duas
camadas, a porção externa (infectada), que se
apresenta irreversivelmente desnaturada, não
passível de remineralização e que deve ser
removida durante o procedimento
restaurador; e uma camada mais profunda
(contaminada/afetada), que se mostra
reversivelmente desnaturada e passível de
remineralização, devendo ser preservada.
- Conservar maior quantidade de tecido sadio.
Arredondar os ângulos internos da
cavidade;
Cor não é critério para remoção de
tecido, mas sim consistência aliada à
localização!
- Consistência: quando amolecida, remover
independente da localização, já quando
completamente endurecida, manter “ loc.
- Localização: remover quando em paredes
circundantes, já quando em paredes de
fundo, há condição de remineralização.
Refrigeração: cuidado com o atrito
(dissipação de energia - calor).
- Aumento da temp. pulpar→ envelhecimento
precoce por desnaturação de proteínas.
Tempos operatórios:
1. Remoção de tecido cariado;
- Dentina: broca carbide esférica multilamina-
da em baixa rotação;
- Esmalte: ponta diamantada compatível.
2. Forma de contorno:
- Remoção do tec. cariado, acabamento das
margens, preservação de estruturas de
reforço, cristas e pontes de esmalte, ângulo
cavo-superficial.
- Ângulo cavo-superficial: obrigatoriamente
reto (90°) em posteriores e biselado (45°) em
anteriores. ((vantagem do biselado: reduz a
espessura da RC e esconde a transição entre
a resina e o dente.
3. Forma de resistência:
- Dar forma para resistir aos esforços
mastigatórios, variação volumétrica dos
materiais.
Amálgama: preparos de ângulos diedros
arredondados, parede gengival plana
paralela à parede pulpar e ambas
perpendiculares ao longo eixo do dente.
4. Forma de retenção:
- Impedir o deslocamento da restauração.
Amálgama: profundidade maior ou igual à
largura (auto-retentivo). As paredes
vestibular e lingual da caixa proximal, em
cavidades para amálgama, devem ser
convergentes para oclusal.
Resina: não precisa de uma forma específica.
Retenção por SA de condicionamento.
5. Forma de conveniência:
- Proporciona um acesso adequado à cavidade
(isolamento e porta-matriz).
6. Acabamento do preparo cavitário:
- Remoção dos excessos, refinamento da
anatomia e regularização da superfície.
- Remoção dos prismas de esmalte sem
sustentação, promovendo um melhor
vedamento marginal entre material
restaurador e parede cavitária. Esta remoção
pode ser dada pelo alisamento das paredes
do esmalte ou preparação do ângulo
cavossuperficial;
- Remover interferências oclusais;
- Pontas diamantadas de granulação fina (F) e
extrafina (FF), lixas proximais (tiras de
poliéster), pontas siliconadas, lâmina de
bisturi n°12 (remover excessos nas proximais).
7. Limpeza da cavidade: (ácido fosfórico 37%)
- Deve ser feita antes da inserção do material
restaurador (agentes à base de hidróxido de
cálcio) para a remoção da smear layer.
Características dos preparos:
Classe I: iniciar com a 1151 ou broca 245 para
paredes convergentes, e paralelas utilizar 56
ou 109. Preparo de ¼ da distância entre as
cúspides.Paredes circundantes convergentes
à oclusal, ângulos internos arredondados,
cavo-superficial nítido e sem bisel. Paredes
gengival e oclusal paralelas entre si e
perpendiculares à parede axial.
Classe II: caixa proximal convergente à
oclusal, caixa oclusal com ¼ da distância
entre as cúspides. Iniciar com a broca 1151 ou
245. Paredes circundantes convergentes à
distal, ângulos internos arredondados,
cavo-superficial nítido e sem bisel, parede
gengival côncava, parede axial ligeiramente
expulsiva no sentido gengivo-oclusal, matriz.
Obs: não se utiliza matriz individual se o
preparo proximal abranger a crista, ou se não
houver o dente vizinho ao preparo.
Classe III: proteger o dente vizinho com
matriz e cunha. Brocas 1012-1014. Bisel com
1190F. ((matriz precisa passar pela altura da crista))
Classe IV: Geralmente utiliza-se brocas
esféricas ou tronco cônicas 1190 (bisel na
vestibular) e a broca chama de vela 3118
(lingual).
Classe V: Se houver cavidade por traumas,
não utilizar broca. Se necessário abrir, usar
1151 e o bisel com 1015 e 1016.
Isolamento Absoluto:
Perfurador de Ainsworth:
- Furo 1: incisivos inferiores;
- Furo 2: incisivos superiores;
- Furo 3: caninos e pré-molares;
- Furo 4: molares.
Grampos:
- 200-205: molares;
- 206-209: pré-molares;
- 210-212: dentes anteriores;
- W8A, 14 e 14A: molares de forma irregular
ou parcialmente erupcionados;
- 26 e 28: molares com pouca retenção;
- 00, 1A e 2: especiais pré-molares;
- 211: universal;
- 212: retração gengival e Classes V.
Em dentes anteriores, colocar o grampo
no dente distal, com a asa para a distal
do dente a restaurar. ((isolar de pré a pré))
Em dentes posteriores, isolar 1 dente
distal e 2 mesial ao dente que será
preparado. ((grampo no dente distal))
Se for um preparo Classe 1, colocar
grampo no próprio dente!
MS
Obs: O relevo do Arco de Young sempre para
cima - acompanhar o queixo do paciente.
Colocar o grampo, depois a borracha e o arco.
Grampo com asa: põe o grampo na borracha
e leva o conjunto.
• Marcação, no centro da coroa, com uma
caneta (esticando c/ os dedos); Invaginação
da borracha nas áreas gengivais dos dentes.
Pode-se fazer uma Amarria (com fio dental).
Isolamento Relativo:
Indicado p/ pacientes asmáticos ou com
dificuldades respiratórias e alérgicos ao
látex do dique de borracha.
Pode-se utilizar fio retrator.
Amucosa deve ser seca com jatos de ar,
os roletes devem ser posicionados e
trocados quando estiverem saturados,
podendo usar o espelho odontológico
também para afastar os tecidos.
Umedecer os roletes de algodão antes
da posterior remoção com a pinça.
Materiais e cavidades:
C. rasa ou média: sistema adesivo;
C. profunda: sist. adesivo + cimento de
ionômero de vidro;
C. muito profunda: SA + CIV + cimento de
hidróxido de cálcio;
Exposição pulpar:SA + CIV + cimento de
hidróxido de cálcio + hidróxido de cálcio
p.a. ou MTA.
• O cimento de hidróxido de cálcio tem a
propriedade de estimular a formação de
dentina esclerosada, reparadora e proteger a
polpa contra estímulos termoelétricos e da
toxicidade de alguns materiais.
• O cimento de ionômero de vidro é um
material forrador de boa resistência à
compressão e à tração. Possui boa
adesividade e um coeficiente de expansão
térmica semelhante ao elemento dental.
Obs: usa cureta p/ remover dentina infectada.
Condicionamento ácido:
Ácido fosfórico -condicionar- por 15
segundos na dentina e 30 segundos em
esmalte. Lavar por 10 segundos e secar
com bolinha de algodão estéril.
Sistema adesivo:
Agitar levemente o adesivo maximiza a
penetração na dentina condicionada e
melhora a retidão da camada híbrida,
conseguindo-se uma melhor adesão e
menor sensibilidade.
*No caso de pacientes c/ sensibilidade,
pode-se aplicar uma camada a mais de
adesivo (3).
Aplicação do S.A. convencional: 2 passos
((primer e bond em um único frasco))
Aplicar 2 camadas consecutivas por 15
seg ((microbrush)). Secar 5 segundos com
tríplice à distância; Fotopolimerizar por
10 segundos.
**Caso haja um excesso de adesivo,
remover com um micropincel novo
antes de fotoativar.
Aplicação do S.A. convencional: 3 passos
((primer e bond separados))
Após o condicionamento ácido, aplicar
o primer de maneira ativa (fricção), com
o microbrush/micropincel, e promover a
evaporação do solvente com a tríplice
por 10 segundos (leve jato de ar).
Finalizar aplicando o adesivo.
Ap. do S.A. autocondicionante: 2 passos
((primer acídico + adesivo))
Após o condicionamento ácido seletivo
em ESMALTE, lavagem abundante com
spray de ar e água por 30 a 60 seg.
Secar esmalte e dentina com algodão
estéril ou papel absorvente. Aplicar o
primer acídico de maneira ativa (fricção)
e promover a evaporação do solvente
com a tríplice por 10 segundos (leve jato
de ar). Finalizar aplicando o adesivo.
Aplicação do S.A. universal: 2 passos
((primer acídico e adesivo juntos))
Após o condicionamento ácido fosfórico
(1° passo em todas as aplicações),
seletivo em ESMALTE, lavar abundante
com spray de ar e água por 30 a 60 seg.
Secar esmalte e dentina com algodão
estéril ou papel absorvente. Aplicar o
primer acídico de maneira ativa (fricção)
e promover a evaporação do solvente
do primer com a tríplice por 10s (2x,
como quando aplica o adesivo).
Restauração em Resina Composta:
A seleção de cor deve ser realizada
com os dentes úmidos e, só depois,
prosseguir com o isolamento do campo
operatório. Para esta seleção, é
importante considerar que a região
cervical do dente apresenta um
predomínio de dentina, sendo portanto
mais cromatizada.
Ao analisar o terço médio do dente,
verifica-se um aumento no volume de
esmalte e uma redução no volume de
dentina, o que determina um aspecto
mais claro nesta região. Logo, para
garantir uma maior naturalidade
devemos utilizar cores mais saturadas
na região cervical.
Obs: quanto mais saturada, mais pigmentos a
resina tem. Cores escuras permitem menor
entrada de luz.
Polimeriza 5 seg. a cada incremento e,
ao final, polimeriza por 20 seg.
Técnica incremental para evitar fendas
na interface da restauração. ((reduzir o
Fator “C”, de configuração cavitário
-contração de polimerização-))
A adesão deve ser maior do que o estresse de
contração, se não, ocorre um descolamento.
Obs: TODA resina contrai.
Obs: Matiz: tipo de cor (ex: azul). Croma:
tonalidades diferentes (ex: azul bebê). Valor:
luminosidade das cores, menor valor: + escuro.
*Remover os excessos com lâmina de
bisturi n° 12 (quando houver restaurações
proximais), acabamento e polimento.
Obs: tiras de poliéster
- Impedir o extravasamento de material para o
dente vizinho, auxiliar no contorno proximal
sem degraus ou ângulos vivos.
Polimento:
Conferir lisura e brilho.
Discos de feltro (molha um pouquinho) +
pasta de polimento.
Kit de polimento da Microdont (sempre
da maior granulação p/ a menor granulação).
Oclusão em dentística:
Contatos mais fracos gerammarcações
menores; Contato intenso rasgamento
do papel carbono.
• • ☉
Paciente não deve arrastar os dentes
(se não, gera um leve movimento de
lateralidade), mas sim abrir e fechar a
boca normalmente.
Procura-se contatos posteriores
bilaterais e simultâneos. Remover
contatos em cúspides de não-trabalho.
(lembrar das VIPS)
Ideal: sem contatos anteriores (ou
leves/balanceados) em abertura e
fechamento de boca, e sem contato de
incisivos em lateralidade!
- Evitar contatos de balanceio: apenas o lado
de trabalho deve tocar.
- Sempre secar o campo antes (se não, o
carbono não marca corretamente). Colocar o
papel com pinça Muller para carbono.
- Anestesia pode afetar!
MS
Tipos de dentina:
Dentina primária: é formada durante o
desenvolvimento do dente, isto é, ela é
fisiologicamente elaborada/formada
até que o ápice radicular se feche. São
as chamadas dentinas do manto
(formada por odontoblastos em
diferenciação) e circumpulpar, formada
por odontoblastos diferenciados
(representa a maior parte/espessura da
dentina).
Dentina secundária: com estrutura
similar à dentina primária, é depositada
durante toda a vida (após a raiz estar
completa) e, devido à sua contínua
deposição, provoca a diminuição da
câmara pulpar, portanto, alguns
tratamentos endodônticos (em idosos)
se torna mais difícil no acesso à câmara
pulpar.
Dentina terciária: menos sensível, e +
calcificada. É formada em resposta a
uma agressão, sendo depositada
rapidamente e de forma irregular. É
uma tentativa de os odontoblastos
defenderem a polpa..
Dentina esclerosada: é uma camada de
dentina formada por reação a um
agente agressor crônico, tal como cárie,
trauma ou até mesmo um material de
proteção colocado pelo dentista. Tem a
característica de ser formada muito
lentamente e de ser bem compacta,
logo abaixo da lesão, de maneira a
obliterar os túbulos dentinários
(limitando a difusão de substâncias
nocivas através da dentina). Deposição
peritubular. NUNCA remover.
Pré-dentina: camada de matriz
dentinária que separa os odontoblastos
da dentina mineralizada, revestindo
internamente a câmara pulpar.
Lesões não-cariosas:
Pode-se apenas recuperar a estrutura
funcional (não recupera tecido
mineralizado).
Se não remover o fator causal, não
adianta restaurar, pois não resolve
(desprendimento da resina c/ o tempo).
Perdas lentas e irreversíveis de
estruturas mineralizadas, por
dissolução, desgaste ou microfraturas.
((sem envolvimento bacteriano))
•Abrasão: generalizada,
descamação de papila, lesão
cervical, recessão gengival e
sensibilidade.
•Fricção ou atrição:
generalizada, muito
relacionada ao estresse,
desgaste dentexdente, terço
incisal ou oclusal.
•Biocorrosão ou erosão:
normalmente na face
palatina, apresenta a
superfície bem polida,
alteram o pH bucal.
Endógena (suco gástrico) ou
exógena (sucos ácidos,
açúcares...)
•Abfração: ocorre por
concentração de forças na
junção amelocementária
(cemento-esmalte).
Dessensibilizantes dentinários:
Neurais: Os agentes dessensibilizantes
de ação neural agem na despolarização
da membrana das fibras nervosas,
impedindo a sua repolarização e,
portanto, a sensação de dor. ((ex. Químicos:
Nitrato ou Cloreto de potássio. Físicos: laser de BAIXA
potência, que aumenta o limiar de dor do paciente))
Teoria hidrodinâmica: quando há a
exposição dos túbulos dentinários,
estímulos externos, térmicos ou
mecânicos, promovem amovimentação
do fluido dentinário no interior dos
túbulos, estimulando as fibras nervosas
tipo delta e causando a sensação de
dor no paciente.
Obliteradores: agem pela precipitação
de substâncias (vedamento) na entrada
dos túbulos dentinários expostos,
impedindo a movimentação do fluido
dentinário por estímulos externos. ((ex.
Químicos: oxalatos, nitratos, vernizes, glutaraldeído e
fluoretos. Físicos: laser de ALTA potência age por
ablação))
Qual usar? Associação entre eles (1° o
neural e, em seguida, o obliterador).
Obs: como aplicar o Verniz Fluoretado?
Profilaxia. Isolamento relativo com roletes de
algodãoestéreis. Secar o elemento com
seringa tríplice. Colocar em um pote dappen,
aplicar com um micropincel, sem a
necessidade de isolamento absoluto
(dificulta a aplicação na cervical). Entre 1 a 4
min (secagem rápida), após aplicação, pedir
para que o paciente feche a boca (adaptação
do material). -Também age p/ prevenção de cárie!
- Transparente, evita a coloração dos
dentes!
- Promove a dessensibilização imediata
dos colos dentinários, por deposição
de fluoreto de cálcio (aumenta a
resistência do esmalte).
- Solicitar ao paciente para não comer
durante as 2hrs seguintes e evitar
escovar os dentes no dia.
Selantes de cicatrículas e fissuras:
É uma camada que evita a retenção de
biofilme em superfícies oclusais,
favorecendo a higienização commenos
reentrâncias (poderiam reter alimentos).
O selante resinoso (alta viscosidade/
bom escoamento) é indicado para
pacientes com alto risco a cárie dental,
onde os dentes hígidos possuem
fóssulas e fissuras profundas, ou lesões
restritas ao esmalte.
O dentista deve realizar a profilaxia na
região. A seguir, o profissional isolará o
dente (absoluto), para então aplicar
ácido fosfórico (remover com água e
secar bolinha de algodão estéril), a fim
de corroer microscopicamente a
superfície do esmalte na área dos
sulcos, permitindo que o selante
penetre-os e vedando sulcos muito
profundos, que poderiam aumentar o
risco de cárie. Nesse ponto do processo
o dente terá a aparência de calcário. A
seguir, o profissional aplicará o material
do selante dentário à superfície do
dente (com a ponteira do produto ou
com sonda exploradora), obedecendo
às instruções do fabricante para essa
aplicação. Espalhar para evitar que
fique alto. Fotoativar. Por fim, avaliar se
o selante não está alto (ajuste oclusal
em MIH). Acabamento e polimento com
pontas de borracha ou brocas (F ou FF).
MS

Mais conteúdos dessa disciplina