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TRANSLOCAÇÃO e 
DISTRIBUIÇÃO de
ASSIMILADOS nas PLANTAS
Prof. Dra. Silvia Mara Zanela Almeida
• Crescimento das plantas 
– AUMENTA A DISTÂNCIA entre os sítios de 
absorção e produção dos sítios de 
crescimento e armazenamento
– INTERLIGANDO esses sítios encontram-se 
tecidos XILEMA e FLOEMA 
• Função de distribuição e redistribuição dos 
nutrientes minerais e de solutos na planta
Anatomia das 
plantas
• https://www.facebook.com/industriabrasileiradearvores/videos/2178285169072792/UzpfSTcxNzA0MTUxNTA0NTk
1NToxODQ0NTIzNjM1NjMxMDY1/
Folhas
Eudicotiledôneas – nervuras reticulares
Monocotiledoneas – nervuras paralelas
Raízes
Caules
eudicotiledônea monocotiledônea
TAIZ, Lincoln. ZEIGER, Eduardo. MOLLER, Ian 
Max. MURPHY, Angus. Fisiologia e desenvolvimento 
vegetal. Porto Alegre ArtMed 2017 (recurso online)
Floema
Placa crivada
Translocação de soluto
• Desenho esquemático 
de elementos crivados 
maduros (elementos 
de tubo crivado). (A) 
Vista externa, 
mostrando as placas 
crivadas e as áreas 
laterais crivadas. (B) 
Seção longitudinal, 
mostrando dois 
elementos de tubo 
crivado unidos, 
formando um tubo 
crivado. Taiz & Zeiger, 
2004
SCHWAMBACH, Cornélio. CARDOSO SOBRINHO, Geraldo. Fisiologia vegetal
SCHWAMBACH, Cornélio. CARDOSO SOBRINHO, Geraldo. Fisiologia vegetal
Transporte da seiva bruta
SCHWAMBACH, Cornélio. 
CARDOSO SOBRINHO, 
Geraldo. Fisiologia vegetal
Translocação
– Malpighi - Experimento clássico, 1686 
• anelamento da casca do tronco das árvore
– acúmulo de carboidratos
Representação esquemática do 
experimento de Malpighi no 
momento (a) e após longo período 
de anelamento (b). (Taiz, 1998)
Translocação
• Em 1928 Mason e Maskell repetiram o experimento -
anelamento não afetava, em curto prazo a transpiração 
das plantas
• água translocava-se mais interna no caule - xilema
• carboidratos movimentavam-se na região mais externa do caule 
(perto casca) – floema
• A partir de 1940  isótopos radioativos - translocação 
de assimilados orgânicos ocorria no floema
• Pesquisa com fósforo-32
• Fósforo-32 (aplicado nas raízes) não foi interrompido pelo 
anelamento do floema, porque o xilema não foi afetado
Machos - para se 
alimentar raspam a 
epiderme de leguminosas 
e, às vezes, atingem o 
córtex desfiando-o, no 
sentido longitudinal,
Fêmeas – anelamento 
para por seus ovos
Anelamento e morte de jaqueira
Exemplos de Anelamentos
Obs.: Plantas jovens 
de café - geada ou 
elevadas temperaturas 
do solo pode provocar
anelamento 
natural do caule, 
promovendo uma 
severa murcha 
da parte aérea
(a)Floema não foi bloqueado 
(b) Floema foi bloqueado acima da 
folha
(c) Floema bloqueado abaixo da 
folha 
(d) Floema bloqueado acima e 
abaixo do pecíolo
Rabideu & Burr (1945) – plantas de feijão 
Padrão de translocação
Conclusão: fotoassimilados
produzidos pela fotossíntese da folha 
eram translocados via floema tanto 
ascendente quanto descendente
Translocação
• Técnica de Rawistcher 
• O MÉTODO BIOLÓGICO, SEM CONTAMINAÇÃO, NÃO FOI 
SUPERADO POR QUALQUER MÉTODO BÁSICO SIMILAR
Estilete 
afídeo
Tubo 
crivado
* Afídeos (pulgões e cochonilhas) sugam por 2 a 3 h
* Cortar rostro e coletar a seiva exsudada
* Coletar seiva sem contaminação
O afídeo Longistigma caryae alimentando-se no caule da 
Tília (Tilia americana). Solução rica em sacarose. Raven, 
P.H; Evert, R.F & Eichhorn, S.E – Biologia Vegetal, 2001.
Substâncias transportadas pelo floema
• Quantitativamente a água é a substância mais transportada pelo 
floema
Substância Concentração (mg.ml-1)
Açúcar 80,0 – 106,8
Aminoácidos 5,2
Ácidos orgânicos 2,0 – 3,2
Proteínas 1,45 – 2,2
Cloreto 0,355 – 0,675
Fosfato 0,350 – 0,550
Potássio 2,3 – 4,4
Magnésio 0,109 – 0,122
Composição da seiva do floema de feijão castor (Ricinus communis)
Velocidade de translocação dos assimilados
• Varia - na espécie e planta
- condição ambiental 
- FORÇA DO DRENO
PESQUISAS → intensidade da translocação no floema 
avaliando o aumento do peso seco de frutos, tubérculos, 
raízes de reserva e outros órgãos
– A MAGNITUDE DA TRANSLOCAÇÃO dificuldades:
– aumentar peso - própria fotossíntese
– perder peso - respiração ou da exportação de assimilados
Velocidade de translocação dos assimilados
• Técnicas de marcação com isótopos radioativos (C14, 
P32, etc.) - medidas precisas da intensidade de 
translocação
– Diferentes metabólitos são transportados à velocidades 
variáveis pelo floema
• Os açúcares normalmente movem-se mais rapidamente que o 
P32 e mesmo a H2O tritiada (H3) 
Algumas velocidades de transporte em diferentes espécies
Cana-de-açúcar ................................ 84 – 270 cm/h
Soja .................................................. 100 cm/h
Uva ................................................... 60 cm/h
Beterraba .......................................... 85 – 100 cm/h
Salgueiro ...........................................24 g/ cm/h
Desafio - O movimento molecular e iônico de um 
local para outro é conhecido como transporte. Esse 
movimento de transporte de solutos para dentro das 
células, ou no interior delas, é regulado, 
principalmente, por membranas. Transportes de maior 
escala entre a planta e o ambiente, ou entre as folhas 
e as raízes, por exemplo, também são controlados 
pelo transporte de membranas celulares.
Você está fazendo um experimento no laboratório 
sobre o transporte de soluto que consiste em:
http://lrq.sagah.com.br/uasdinamicas/uploads/layouts/716633790_155535601566857a7300df64da8aa14f01d6c960319660fd88.png
Agora, responda
1) Em quais regiões da planta serão 
encontradas substâncias com material 
radioativo após o experimento?
2) Por quê? Explique como se dá esse 
acontecimento.
3) Com base nessa técnica de corte não letal 
para as plantas, e se fosse feito um corte em 
espiral em torno da casca do caule de uma 
árvore frutífera, por exemplo, o que aconteceria 
com o fruto? Por quê?
FONTE E DRENO
• Fonte: áreas de produção de fotossintatos
• Dreno: áreas de metabolismo intenso ou órgãos de 
reserva
TAIZ, Lincoln. ZEIGER, Eduardo. 
MOLLER, Ian Max. MURPHY, Angus. 
FUNDAMENTOS de fisiologia vegetal. 
Porto Alegre ArtMed 2021 (recurso 
online) 
• Transporte
– Fonte exporta
– Dreno importa
FONTE DRENOTRANSLOCAÇÃO
Exemplos
• Um órgão pode ser fonte numa fase e 
dreno em outra
– Folhas maduras são fontes, folhas novas em 
crescimento são drenos
– Um tubérculo em formação é dreno, mas ao 
germinar passa a ser fonte
– Raízes de cafeeiros logo após a recepagem
(retirada da parte aérea a cerca de 30 cm do 
solo), passam de dreno para fonte
• Obs.: Para se evitar a paralização do crescimento radicular, na 
fase de fonte - ideal fazer a “recepa com pulmão” 
FONTE e DRENO
TAIZ, Lincoln. ZEIGER, Eduardo. MOLLER, Ian Max. MURPHY, Angus. FUNDAMENTOS de 
fisiologia vegetal. Porto Alegre ArtMed 2021 (recurso online)
Em uma folha, a transição de 
dreno para fonte é gradual
TAIZ, Lincoln. ZEIGER, Eduardo. MOLLER, Ian Max. MURPHY, Angus. FUNDAMENTOS de 
fisiologia vegetal. Porto Alegre ArtMed 2021 (recurso online)
• Evento Metabólico
– Fontes - produzem assimilados, pela fotossíntese 
ou por mobilização de reservas
– Drenos - utilizam assimilados na respiração e 
crescimento ou armazenam assimilados
O transporte no floema é bidirecional

A direção do transporte é determinada pela 
distância relativa entre as áreas de produção e 
consumo de fotoassimilados
Força da Fonte e do Dreno
• Força da fonte → medida da produção de 
assimilados
• Força do dreno → medida da utilização de 
assimilados
Força da Fonte = Tamanho da Fonte x Atividade da Fonte
Força do Dreno = Tamanho do Dreno x Atividade do Dreno
Força da fonte
– Tamanho da fonte → área foliar da planta 
– Atividade da fonte → TAL (taxa de fotossíntese)
• Medindo-se o tamanho da fonte em dm2 e atividadeem 
g x dm-2 x dia-1 (TAL), a força da fonte seria igual a 
(dm2) x (g x dm-2 x dia-1) = g x dia-1
Tamanho da Fonte x Atividade da Fonte
– Tamanho do dreno → peso do órgão - raiz, 
ramos e folhas em crescimento, frutos e etc. 
– Atividade do dreno → TCR
• Considerando-se um meristema em crescimento, o 
tamanho poderia ser medido em g, enquanto a 
atividade poderia ser expressa em g x g-1 x dia-1 (Taxa 
de crescimento relativo -TCR), o que daria a força do 
dreno em g x dia-1, ou seja: (g) x (g x g-1 x dia-1) = g x 
dia-1
Tamanho do Dreno x Atividade do Dreno
Força do dreno
Força da Fonte e do Dreno
• Fonte ou dreno → FUNCIONAIS
– Fonte→ fator adverso a fotossíntese afeta a força 
da fonte por afetar a sua atividade
– Dreno→ época de crescimento mínimo ou máxima 
expansão dos frutos a sua força é drasticamente 
diminuída
• Maior tamanho  Não significa maior força
– Planta super enfolhada - força da fonte diminuída devido 
ao auto-sombreamento - afetando a atividade
– Excesso de fruto - diminui a força do dreno
• Força do dreno varia →desenvolvimento da 
planta
– Crescimento vegetativo → regiões apicais da 
parte aérea e das raízes - principais drenos
– Crescimento reprodutivo → frutos - drenos 
preferenciais
• Competição entre drenos - as reservas de 
carboidratos das raízes e do lenho são rapidamente 
esgotadas pelos botões florais e frutos
– Culminando com a morte de ramos e raízes
Mecanismo de transporte no floema
– A Teoria do Fluxo de Pressão ou Massa ou 
Teoria de Munch elaborada por Ernest 
Munch em 1930 é a MAIS AMPLAMENTE 
ACEITA entre os conceitos de mecanismos de 
movimento de solutos orgânicos nas plantas
Teoria do Fluxo de Pressão/ Massa ou Teoria de Munch
Folhas → produção de assimilados (açúcares) -
fotossíntese
• Aumento na concentração de açúcares 
(sacarose) - gera decréscimo no potencial 
osmótico (s) dessas células 
decrescendo o potencial hídrico (w)
• Em resposta a queda do potencial hídrico as 
células dos tubos crivados absorvem água, 
aumentando a pressão hidrostática (P ou p)
Regiões crescimento, reserva e respiração
(raízes e frutos) 
• abaixamento na concentração de 
sacarose → reduz pressão 
hidrostática (P ou p) 
• Gradientes de pressão hidrostática entre 
fonte e dreno - fluxo de pressão da solução de 
carboidratos da região de produção (fonte) para 
a região de consumo (dreno)
Taiz & Zeiger, 2004
TAIZ, Lincoln. ZEIGER, Eduardo. 
MOLLER, Ian Max. MURPHY, Angus. 
FUNDAMENTOS de fisiologia vegetal. 
Porto Alegre ArtMed 2021 (recurso 
online) 
O mecanismo do fluxo de pressão pode ser 
também ilustrado como um modelo físico
Modelo físico de fluxo de pressão 
• Suponhamos que A e B são os dois osmômetros permeáveis a água

• Osmômetro “A” contendo uma solução de baixo s (sacarose concentrada, 
por exemplo)

• Osmômetro “B” contendo, inicialmente, água pura (s = 0) e com o decorrer 
do tempo recebendo soluto do osmômetro “A” (s vai diminuindo)

• Quando os dois osmômetros são colocados em água, no interior de um 
sistema de dois vasos comunicantes, devido a uma diferença de s, a água 
entrará em “A” aumentando a sua pressão hidrostática (P ou p) fazendo a 
solução mover-se através do tubo “C” de “A” para “B”

• No osmômetro “B” a água será forçada a sair

• O fluxo continuará até que as concentrações da sacarose (s) em “A” e “B” 
sejam igualadas

• O osmômetro “A” pode ser comparado a uma Fonte e o “B” a um Dreno. 
Este processo somente persistiria caso fosse possível repor a sacarose no 
osmômetro “A” e retirá-la no osmômetro “B”
Estudo dirigido
1 – Explique o que significa fonte e dreno.
2 – Os órgãos das plantas podem ser fonte ou dreno. Cite
exemplos de fontes e drenos.
3 – Cite exemplos de órgãos de plantas que podem ser fonte em
uma situação e dreno em outra situação.
4 – Explique o que significa força da fonte e força do dreno.
5 - A Teoria do Fluxo de Pressão/Massa ou Teoria de Munch
elaborada por Ernest Munch em 1930 é a MAIS AMPLAMENTE
ACEITA entre os conceitos de mecanismos de movimento de
solutos orgânicos nas plantas. Neste sentido explique o que
significa esta teoria.
6 – Explique o experimento clássico de Malpighi. Dê exemplos.
7 – Explique a teoria de Dixon.

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