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CENTRO DE ENSINO ENFERMAGEM EM CLÍNICA CIRÚRGICA TÉCNICO EM ENFERMAGEM MODULO III Aula 7 e 8 Técnicas de manuseio de material e instrumental cirúrgico estéril e contaminado Manuseio de Material Estéril Assepsia cirúrgica, assepsia médica, métodos de esterilização e classificações de materiais hospitalares O grande número de pacientes que contêm infecção durante sua internação hospitalar é extremamente preocupante para os profissionais da saúde. Segundo o Ministério da Saúde, assepsia é o processo pelo qual quase consegue afastar os germes patogênicos de determinados locais ou objetos. Para diminuir o risco de uma infecção é fundamental a aplicação das técnicas de assepsia médica e cirúrgica por todos que atuam no ambiente hospitalar. Assepsia – É o conjunto de técnicas que têm como objetivo evitar a presença de microrganismos em locais que não os contenham: Medidas de assepsia Abrangem: ✓ Desinfecção da unidade; ✓ Desinfecção de materiais; ✓ Desinfecção de móveis cirúrgicos e equipamentos; ✓ Desinfecção do piso e áreas externas. Técnicas de manuseio de material e instrumental cirúrgico estéril e contaminado ➢ Banho geral (no dia da cirurgia) - lavagem da cabeça, axilas e genitais; ➢ Troca-se a roupa do corpo e cama antes de entrar no CC; ➢ Tricotomia deve ser sempre feita no dia da intervenção; ➢ Anti-sepsia do campo operatório inerente à própria técnica cirúrgica. Preparo do paciente Preparo da equipe ➢ Banho (no mínimo 2h antes da cirurgia); ➢ As roupas devem ser trocadas antes de entrar no CC (colocam-se calça e blusa); ➢ Gorro/ touca; ➢ Máscara; ➢ Pessoas não autorizadas, não devem entrar na sala de cirurgia; ✓ Antissepsia: é o conjunto de técnicas que tem como objetivo reduzir a microbiota sobre certas estruturas orgânicas geralmente pele e mucosas; ✓ A antissepsia é obrigatória antes da realização de intervenções cirúrgicas; ✓ Ela é o preparo prévio da área a ser operada é a pintura ampla e abrangente do campo cirúrgico. Antissepsia Técnicas de manuseio de material e instrumental cirúrgico estéril e contaminado Escovação da flora da pele Transitória: ✓ Compõem-se de variedades sem limites; ✓ Localiza-se nas regiões mais expostas; ✓ É removida com facilidade; ✓ Colonização temporária e depende do ambiente a que o indivíduo é exposto; ✓ Permanente: ✓ É de mais difícil remoção; ✓ Número e qualidade +/constante; ✓ Sua redução pela antisepsia é transitória, logo se restabelecendo a seu nível anterior; ✓ Aumenta rapidamente em ambiente úmido e quente das luvas; Escovação Finalidade ➢ Eliminar microbiota transitória da pele e reduzir a microbiota permanente; ➢ Antes de lavar as mãos, se necessário, cortar e limpar as unhas; Escovação Duração do procedimento: ✓ 3 a 5 minutos para a primeira cirurgia – 2 a 3 minutos para as cirurgias subseqüentes. Anvisa, 2007 Escovação Escovação No paciente ➢ Degermação; ➢ Retirada de Solução degermante; ➢ Solução Tópica para determinar o campo; Soluções para antissepsia das mãos, as mais adequadas são: Soluções de PVPI degermante a 10%, e solução de Clorexidina a 4%. Os principais representantes dos antissépticos são: ✓ As soluções à base de PVPI (Polivinil pirrolidona iodo); ✓ Clorerexidina; ✓ Hexaclorofeno. Técnicas de manuseio de material e instrumental cirúrgico estéril e contaminado Soluções Técnicas de manuseio de material e instrumental cirúrgico estéril e contaminado O processo de esterilização consiste na destruição de todas as formas de vida dos microrganismos, inclusive os patogênicos e esporulados; A esterilização pode ser realizada por meios químicos, físicos ou físico-químicos. OBS: IMPORTANTE: é possível limpar o material sem esterilizá-lo; mas é impossível esterilizar um material sem antes limpá-lo corretamente Esterilização Autoclave de óxido de etileno Esterilização Técnicas de manuseio de material e instrumental cirúrgico estéril e contaminado Consiste no processo e não relacionado ao material de modo a evitar o contato do paciente com qualquer organismo vivo. Na assepsia cirúrgica o material deverá ser esterilizado. O material cirúrgico é estéril de micro – organismos, devemos tomar os seguintes cuidados em seu ambiente: Assepsia cirúrgica Técnicas de manuseio de material e instrumental cirúrgico estéril e contaminado ✓ Lavar as mãos antes de pegá-lo. ✓ Não fale, jogue ou espirrar próximo a ele. ✓ Examine com cuidado se o pacote apresenta buracos, manchas ou umidade. ➢ Se houver alguma dúvida quanto à integridade do material, despreze-o; ➢ Verifique os dados de esterilização e os dados de validade. ➢ Guardar os pacotes em armários próprios, limpos longe de poeira e insetos. Abra os pacotes usando a técnica correta. ➢ Trabalhar sempre na frente para o campo esterilizado. ➢ Mantenha o material sempre acima do nível da cintura ou nível da mesa. ➢ Não passe nada por cima do campo esterilizado, nem faça movimentos bruscos ao redor dele. ➢ Nunca toque em um material ou campo esterilizado com objetos que não estejam estéreis. seguintes cuidados ✓ 1- Lavar as mãos; ✓ 2- Coloque o pacote sobre uma superfície limpa e seca; ✓ 3- Posicionar o pacote de modo que a dobra de cima do invólucro; fique de frente para você. Retire uma fita adesiva para autoclave termos sensíveis; ✓ 4 - Puxar a dobra de cima do pacote, abrindo de modo que a ponta se abra. Mantenha seu braço fora das bordas externas do pacote aberto; ✓ 5- Abrir as dobras laterais uma de cada vez; ✓ 6- Abrir a dobra mais próxima de você por último; ✓ 7- O interior do invólucro é considerado estéril, podendo ser usado com base de campo esterilizado; Técnicas para abrir um pacote estéril Instrumental é todo material utilizado na realização de cirurgias cirúrgicas, retirada de pontos, exames, tratamentos, curativos e curativos. Classificam-se em especiais e comuns: ➢ Os especiais são os instrumentos utilizados apenas em determinadas cirurgias e em tempos específicos; ➢ Os comuns são os instrumentais básicos utilizados em qualquer tipo de intervenção; ➢ Materiais comuns para todo tipo de procedimento esteril. Instrumental Estéril Cirúrgico Instrumental Serve para pinçamento de vasos sangrantes. ✓ Pinças Kelly ✓ Pinças Kocher ✓ Pinças Halstead mosquito Síntese: união dos tecidos -serve para sutura ✓ Porta-agulhas; ✓ Agulhas; Cirúrgico Instrumental Cirúrgico Instrumental Pinças que servem como auxiliares: ➢ Pinça dissecção (anatômica); ➢ Pinça dissecção com dente (dente de rato); Acessórios Também usados: ✓ Cuba aro; ✓ Cuba redonda; ✓ Gazes; ✓ Compressas; ✓ Fios de sutura; ✓ Seringa. Cirúrgico Instrumental ➢ Não use adornos como anéis, brincos e relógios; ➢ Utilize óculos de proteção e máscara cirúrgica durante todo o procedimento; O que a equipe deve saber? ➢ Não fale alto, dê gargalhadas ou faça comentários oferecidos diante do paciente; ➢ Não encostar em qualquer local estéril depois de paramentado; ➢ Não eleve as mãos próximo ao rosto ou abaixo da cintura ➢ A pinça de antissepsia não deve voltar para a mesa do instrumental. ➢ Retire sempre o material deixado em cima do paciente e separe todo o material perfurocortante utilizado ao final do procedimento As regras específicas determinadas pelo Ministério da Saúde Lavagem das mãos, antes e após qualquer contato com fluidos corporais do paciente e após a remoção das luvas. Uso de luvas para contatos com líquidos corporais, mucosas, pele não integrada e para punção venosa. Uso de aventais, máscaras e óculos de proteção para procedimentos em que sangue ou líquidos corporais possam ser espirrados. Agulhas e instrumentos cortantes devem ser colocados em recipientes sólidos e resistentes. Não reencapar, dobrar ou quebrar as agulhas utilizadas. Não remove as agulhas das seringas. Evite deixar o material contaminado exposto no meio ambiente. Instrumental Cirúrgico Instrumental Cirúrgicoe sua classificação Instrumental Cirúrgico O instrumental cirúrgico pode ser classificado e dividido em especial e comum. Especiais são aqueles usados em apenas alguns tempos de determinadas cirurgias. Comuns constituem o instrumental básico de qualquer tipo de intervenção cirúrgica em seus tempos fundamentais, a saber : ➢ Diérese (corte); ➢ Exérese (cirúrgia propriamnte dita); ➢ hemostasia (pinçamento de vasos sangrantes); ➢ Síntese (sutura); Tempos cirúrgicos 1) DIÉRESE: é o momento de rompimento dos tecidos, por meio de instrumentos cortantes. Ex: bisturi (frio ou elétrico) e tesouras. 2) HEMOSTASIA: é o processo através do qual, se detém o sangramento, ocasionado pela diérese.(compressas, hemostáticas, bisturi elétrico). pinças 3) EXÉRESE: (cirurgia propriamente dita), é o tempo cirúrgico principal, voltado para o objetivo do procedimento. 4) SÍNTESE: é a união dos tecidos, (agulhas e porta- agulhas e fios). Instrumental Cirúrgico Instrumental Cirúrgico Instrumental Cirúrgico ➢ É a fase de abertura, tem a função de cortar e dissecar os tecidos. ➢ Constituído pelos bisturis, tesouras, trépano, e outros, utilizados nas cirurgias gerais, assim como nas especiais. Instrumentos de Diérese Instrumental Cirúrgico Bisturi ➢ O bisturi é o melhor instrumento para a secção do tecidos, sendo um instrumental de corte por excelência. ➢ Grande parte dos bisturis são cabos com uma extremidade destinada à fixação de lâminas descartáveis. ➢ Os cabos de bisturis são designados por números, por exemplo: cabo n°3 ou n°4. Quanto menor o número, menor a lâmina, destinado a atos cirúrgicos delicados. ➢ Os cabos de bisturis com números maiores apresentam encaixe maior para lâminas também maiores, destinados a procedimentos cirúrgicos gerais. Instrumental Cirúrgico 1) Cabo nº 3- utiliza lâminas menores, que possibilitam incisões mais críticas, delicadas (nº 10, 11, 12, 15). 2) Cabo nº 4- utiliza lâminas maiores, são mais usados em procedimentos em grandes animais (nº 20, 21, 22, 23, 24, 25). Bisturi Bisturi Instrumental Cirúrgico 1) O cabo nº 3 é destindo para lâminas pequenas de nº 10 a 15. 2) O cabo nº 4 é destinados a lâminas maiores de 20 a 25. 3) Os modelos de cabos de bisturi 3L e 4L são mais longos e destinados a cortes de profundidade. Tesouras Instrumental Cirúrgico ➢ São instrumentos de corte, podem ser curvas ou retas, fortes ou delicadas e em diversos tamanhos; ➢ Podem apresentar lâmina simples ou serrilhada e pontas rombas ou pontiagudas ou uma combinação das duas (Romba-Romba, Romba- Ponta, Ponta-Ponta); Ponta fina-fina Fina-romba romba-romba Tesouras Instrumental Cirúrgico As tesouras METZENBAUM são indicadas para a diérese mais delicada de tecidos, podem ser utilizadas em cavidades, introduzindo- as a fundo. É indicada para diérese de tecidos orgânicos por ser considerada menos traumática, pois apresenta sua porção cortante mais curta que a não- cortante. Instrumental Cirúrgico Tesouras de dissecção METZENBAUM Tesoura de dissecção assim chamada- pois possuem pontas finas e delicadas, podendo ser utilizada na secção e divulsão ou deslocamento alternadamente. Instrumental Cirúrgico Tesouras de MAYO As tesouras de MAYO, são muito empregadas na rotina cirúrgica, principalmente na versão R (reta), para tecidos mais grosseiros, em superfícies ou em cavidades, e corte de fios. É considerada mais traumática que a de Metzenbaum, por apresentar a porção cortante proporcional e não cortante. Instrumental Cirúrgico Tesoura de dissecção MAYO Tesoura de USO GERAL Instrumental Cirúrgico Tesoura de USO GERAL- denominada de tesoura cirúrgica destinada para secção de fios ou outros materiais, também chamada de tesoura FORTE. Instrumentos de Prensão ➢ São aqueles destinados a agarrar tecidos, chamados de pinças de dissecção. ➢ Hemostasia: É a fase de contenção do sangramento de vasos. ➢ As pinças atraumáticas são usadas para hemostasia temporária. Instrumental Cirúrgico PINÇA ADSON COM DENTE PINÇA ADSON SEM DENTE Pinça Hemostática de Kocher Instrumental Cirúrgico Pinça de kocher reta Pinça de kocher curva Para pinçamentos transversais em tecidos ou pinçamento pela ponta para Tração de Aponeurose Instrumental Cirúrgico Pinça Hemostática de Kelly Tem pontas menores e estrias parciais, usadas para vasos, fios grossos e pinçamento pela ponta de tecidos menos grosseiros Pinça Hemostática de Crile Instrumental Cirúrgico Pinça de Crile reta Pinça de Crile curva Estrias cobrindo totalmente a zona destinada à apreensão Instrumental Cirúrgico Pinça de HALSTED (mosquito) Pinça mosquito reta Pinça mosquito curva Também denominada pinça mosquito pelo seu tamanho e delicadeza. Instrumental Cirúrgico Instrumentos de Exposição ✓ Constituem de afastadores, instrumentos mecânicos para afastatar os tecidos seccionados expondo os palnos anatômicos ou órgãos subjacentes. AFASTADORES DINÂMICOS São usados para separação e abertura do campo operatório em diversas áreas do corpo. Afastador farabeuf Usado para afastamento de pele, subcutâneo e músculo em olano superficial. Instrumental Cirúrgico Maneira correta de proteger as bordas para colocação do afastador Instrumental Cirúrgico Instrumentos Especial Básico Exposto de acordo com as especialidades cirúrgicas, gastrointestinal, torácica, cardiológicas, ortopédica, neurológicas, gineco-obstétrica, oftálmica, otorrinolaringológista e urogenital. Instrumental para cirúrgias Gastrointestinais Pinças Intestinais Instrumental Cirúrgico Pinças de Preensão atraumaticas Pinça babcock Pinça durval Pinça collin Servem para preensão de tecidos ou víceras, tendo superfície ampla de contato com ranhuras Pinças de Preensão traumaticas Instrumental Cirúrgico Instrumental para cirúrgias Gastrointestinais Pinças Intestinais Pinça de Allis Pinça de Chaput Tem poder de maior preensão por denteamento fino nas superfícies de contato. Instrumental Cirúrgico Instrumental para cirúrgias Gastrointestinais Pinças Intestinais PINÇA DE ROCHESTER É pinça tipo hemostática, porém muito robusta com pontas longas, servindo para pinçamentos de pedículos curtos, ou de alça intestinal ressecada. (maior que a pinça crile) Instrumental Cirúrgico Pinça de campo backhaus, Jones, Doyen. Tem pontas agudas ou dentes para fixar os campos à pele, prender os campos entre si, ou fixar objetos nos campos.Pinça de campo backhaus Instrumental Cirúrgico Pinça de Campo Doyen Utilizados em tecidos delicados, previne o esmagamento do órgão, sem apertar firmemente o tecido, uso intestina Pinça de Campo Jones A pinça Jones é um instrumento cirúrgico não- articulado e não-cortante, utilizado para: ✓ Prender toalhas e campos cirúrgicos ✓ Manusear esponjas e outros materiais cirúrgicos; ✓ Imobilizar artigos que possam comprometer o campo cirúrgico esterilizado, como cabos elétricos e tubos de fluídos Instrumental Cirúrgico Instrumental para Síntese ➢ Destina-se para fechamento da ferida cirúrgica. ➢ Representado basicamente pelas agulhas de sutura, porta agulhas, e principalmente pelos fios cirúrgicos, grampos e fitas adesivas de pele. Fios absorvíveis ✓ Fios cirúrgicos absorvíveis biológicos; ✓ Fios cirúrgicos absorvíveis sintéticos; São assimilados pelo tecido em que são implantados. Utilizados mais em estruturas internas. ✓ Origem animal: são fagocitados por meio de atividade enzimática durante a cicatrização; ✓ Origem sintética: são hidrolizados da reação com as moléculas de água dos líquidos corporais, que se degradam e são assimilados pelos tecidos na cicatrização De origem animal (Biológicos): são conhecidos como CATGUT (nome de origem inglesa = intestino de gato), mas não se usa esse material. É uma fibra natural de grande elasticidade e tenacidade (impacto necessário que leva a ruptura), preparada com uma dos intestinos, normalmente bovinos e suínos.Podem ser simples ou cromados. O catgut ✓ Simples é indicado para os tecidos de rápida cicatrização, com absorção total em 2 a 3 semanas; ✓ O catgut cromado, devido à impregnação com sais de ácido crômico, é totalmente absorvido em 6 meses. Instrumental Cirúrgico Instrumental para Síntese De origem Sintética: Ácido poliglicólico, fio multifilamentar com excelente maleabilidade. ✓ O ácido poliglicólico é um material sintético obtido por meio de polimerização do ácido glicólico, de fácil manuseio, forte, flexível e de boa tolerância. São utilizados em cirurgias ginecológicas, cirurgia geral e operações urológicas. Instrumental Cirúrgico Instrumental para Síntese Fios Não Absorvíveis Instrumental Cirúrgico ✓ Permanecem encapsulados (envolvidos por tecido fibroso) nas estrututuras internas e nas suturas de pele; ✓ Devem ser removidos entre 7º e o 10º dia de pós-operatório; ✓ Utilizados mais em estruturas na parte da derme. ➢ Podem ser de origem animal como a seda; ➢ De origem vegetal, como o algodão e o linho; ➢ De origem sintética, como o nylon, perlon, poliéster; ➢ De Origem mineral, como o fio de aço; Porta agulhas Mathieu Mayo Olsen hegar Instrumental Cirúrgico As agulhas curvas devem ser colocadas na ponta do porta agulha, a uma distância de um quarto do fundo da agulha. Não se usam porta- agulhas com agulhas retas. Quando são usados para fazer os pontos ou para atar os nós cirúrgicos, devem ser seguros como tesouras ou na palma da mão, sem os dedos nas alças. Partes: alça ou empunhadura, catraca ou cremalheira, articulação e ponta. Porta agulha de mathieu Instrumental Cirúrgico Olsen hegar-Porta agulhas e tesoura Porta agulhas Instrumental Cirúrgico Grampos Fitas Agulhas de sutura