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Projeto de Edificação Hospitalar
Prof. Marcio Henrique
Prof.ª Thiscianne Pessoa
Aula 02 - Tipologias
Tipos e Classificação
*Com base na classificação do SUS (2006)
**Existem outros tipos não abordados• Hospital Geral;
• Hospital Especializado;
• Hospital Universitário;
• Hospital/Dia;
• Pronto Socorro;
• Unidade Mista;
• Policlínica;
• Clínica Especializada;
• Centro de Saúde/ Unidade Básica de Saúde;
• Posto de Saúde;
• Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN).
Tipos e Classificação
*Com base na classificação do SUS (2006)
**Existem outros tipos não abordadosHospital Geral:
• Hospital destinado à prestação de 
atendimento nas especialidades básicas, 
por especialistas e/ou outras 
especialidades médicas. Pode dispor de 
serviço de Urgência/Emergência. Deve 
dispor também de Serviço de Apoio 
Diagnóstico e Terapeutico - SADT de média 
complexidade.
Tipos e Classificação
*Com base na classificação do SUS (2006)
**Existem outros tipos não abordadosHospital Geral:
• Hospital Getúlio Vargas é um Hospital Geral 
(com outras classificações tipológicas) com 
serviços de:
• Ambulatório;
• Cirurgia;
• Internamento;
• Terapia intensiva; e
• Laboratório.
Tipos e Classificação
*Com base na classificação do SUS (2006)
**Existem outros tipos não abordadosHospital Especializado:
• Hospital destinado à prestação de 
assistência à saúde em uma única 
especialidade/área. Pode dispor de serviço 
de Urgência/Emergência e 
SADT. Geralmente de referência regional, 
macro regional ou estadual.
Tipos e Classificação
*Com base na classificação do SUS (2006)
**Existem outros tipos não abordadosHospital Especializado:
• Hospital de Olhos com diversos serviços 
que envolvem a especialidade 
oftalmológica:
• Consultas ambulatóriais;
• Exames;
• Tratamentos;
• Cirurgias.
Tipos e Classificação
*Com base na classificação do SUS (2006)
**Existem outros tipos não abordadosHospital Universitário;
• Centros de formação de recursos humanos 
e de desenvolvimento de tecnologia para a 
área de saúde. A efetiva prestação de 
serviços à população possibilita o 
aprimoramento constante do atendimento 
e a elaboração de protocolos técnicos para 
as diversas patologias.
Tipos e Classificação
*Com base na classificação do SUS (2006)
**Existem outros tipos não abordadosHospital Universitário:
• Hospital Universitário UFPI – oferece 
serviços conduzidos pelas suas áreas de 
formação com especialidades.
• Atendimento Ambulatorial;
• Emergência e urgência;
• Tratamentos;
• Exames;
• Cirurgias;
• Terapia Intensiva.
Tipos e Classificação
*Com base na classificação do SUS (2006)
**Existem outros tipos não abordadosHospital/Dia:
• Unidades especializadas no atendimento 
de curta duração com caráter 
intermediário entre a assistência 
ambulatorial e a internação.
• Atualmente mais utilizado como Clínica 
Cirúrgica.
Tipos e Classificação
*Com base na classificação do SUS (2006)
**Existem outros tipos não abordadosHospital/Dia:
• Clínicas de Cirurgias Plásticas são 
exemplos mais comuns deste tipo de 
equipamento.
• Procedimentos de baixa complexidade;
• Não disponibilizando de ambientes e estrutura 
de internamento;
• Normalmente com uma "estrutura" 
de emergência para retirada do paciente para 
hospitais necessários.
Tipos e Classificação
*Com base na classificação do SUS (2006)
**Existem outros tipos não abordadosPronto Socorro
• Unidade destinada à prestação de 
assistência a pacientes com ou sem risco 
de vida, cujos agravos necessitam de 
atendimento imediato. Podendo ter ou não 
internação.
• Pode ser de atendimento geral ou 
especializado.
Tipos e Classificação
*Com base na classificação do SUS (2006)
**Existem outros tipos não abordadosPronto Socorro
• Hospital de Urgência de Teresina – pronto 
atendimento de urgência geral com 
serviços de exames, cirurgias e 
internamento.
Tipos e Classificação
*Com base na classificação do SUS (2006)
**Existem outros tipos não abordadosUnidade Mista:
• Unidade destinada à prestação de 
atendimento em atenção básica e integral à 
saúde, de forma programada ou não, nas 
especialidades básicas, podendo oferecer 
assistência odontológica e de outros 
profissionais, com unidade de internação, 
sob administração única. A assistência 
médica deve ser permanente e prestada 
por médico especialista ou generalista. 
Pode dispor de urgência/emergência e 
SADT básico ou de rotina.
Tipos e Classificação
*Com base na classificação do SUS (2006)
**Existem outros tipos não abordadosPoliclínica
• Unidade de saúde para prestação de 
atendimento ambulatorial em várias 
especialidades, incluindo ou não as 
especialidades básicas, podendo ainda 
ofertar outras especialidades não médicas.
Tipos e Classificação
*Com base na classificação do SUS (2006)
**Existem outros tipos não abordadosClínica Especializada
• Destinada à assistência ambulatorial em 
apenas uma especialidade/área da 
assistência.
• Centros de Atenção Psicossocial;
• Centros de Reabilitação Motora;
Tipos e Classificação
*Com base na classificação do SUS (2006)
**Existem outros tipos não abordadosCentro de Saúde/ Unidade Básica de Saúde
• Unidade para realização de atendimentos 
de atenção básica e integral a uma 
população, de forma programada ou não, 
nas especialidades básicas, podendo 
oferecer assistência odontológica e de 
outros profissionais de nível superior. A 
assistência deve ser permanente e 
prestada por médico generalista ou 
especialista nestas áreas.
Tipos e Classificação
*Com base na classificação do SUS (2006)
**Existem outros tipos não abordadosPosto de Saúde
• Unidade destinada à prestação de 
assistência a uma determinada população, 
de forma programada ou não, por 
profissional de nível médio, com a 
presença intermitente ou não do 
profissional médico.
Tipos e Classificação
*Com base na classificação do SUS (2006)
**Existem outros tipos não abordadosLaboratório Central de Saúde Pública 
(LACEN)
• Desenvolve atividades voltadas para o 
controle epidemiológico e sanitário de uma 
população.
• Se destaca pela atuação no campo da 
análise clínica.
Aspectos Geográficos
• No século XIX houve um aperfeiçoamento do edifício hospitalar em 
sua forma e função;
• O posicionamento da edificação na cidade passa a ser analisada 
como um elemento de destaque na sua evolução funcional;
• Fernandes (1986): “assistimos ao incremento da construção de 
hospitais na forma pavilhonar, garantindo a separação dos enfermos 
por categorias de doenças em pavilhões isolados, de modo a 
minimizar os riscos de infeção. Além disso, existiam hospitais para 
cuidar de tipos específicos de doenças como, por exemplo, a 
tuberculose.”
Aspectos Geográficos
• Na segunda metade do século XIX os estudos de topografia, 
estatística, sociologia e história, começam a tomar maior relevância 
no urbanismo;
• A influência das epidemias recentes leva a determinações de que os 
hospitais deveriam ser construídos distantes das áreas urbanas e 
sob a orientação de um código sanitário mais rigoroso:
• A busca por evitar que a ventilação aumentasse os riscos de 
disseminação.
• Assim como as zonas industriais periféricas, os hospitais passam a 
interferir no processo de crescimento das cidades:
• Sua infraestrutura e serviços atraem a população menos 
assistida.
Aspectos Geográficos
• No Brasil, essa visão excludente (higienista) da locação dos 
hospitais no meio urbano perdurou até meados do século XX;
• As densidades urbanas, poucos espaços disponíveis nos centros 
das cidades e os problemas de infraestrutura, contribuíram para a 
continuidade da preferência de instalações dos equipamentos de 
saúde nas áreas mais afastadas dos centros;
• Hospitais com serviços de urgência/emergência precisam observar 
as vias de acesso direto e indireto, considerando o fluxo de 
ambulâncias (caminhões de abastecimento também precisam ser 
considerados).Aspectos Geográficos
• Regiões de cotas altimétricas baixas devem ser evitadas devido aos 
riscos de acúmulo de águas pluviais;
• O zoneamento urbano também pode ter influência, nas áreas 
especiais que possam gerar conflitos de usos:
• Zonas industriais, proteção ambiental, desenvolvimento 
logístico, etc.
• Unidades de saúde de menor complexidade são alternativas para as 
zonas de “exclusão”.
Tema do Projeto
POLICLÍNICA
• Endocrinologia;
• Cardiologia;
• Nutrição;
• Laboratório de exames clínicos;
• Laboratório de exames físicos;
• Pilates e fisioterapia cardiorespiratória.
COMPOSIÇÃO DO EDIFÍCIO E SEU IMPACTO NO 
ENTORNO
COMPOSIÇÃO DO EDIFÍCIO E SEU IMPACTO NO 
ENTORNO
•AO TRATAR SOBRE IMPACTOS 
DECORRENTES DAS EDIFICAÇÕES, OS 
PRIMEIROS PONTOS ANALISADOS SÃO OS 
DE EFEITO “AMBIENTAL”;
• O QUE É IMPACTO AMBIENTAL NAS 
CIDADES?
•PORÉM ESSA ANÁLISE PRECISA SER 
AMPLIADA, CONSIDERANDO AS DIVERSAS 
ESFERAS DE IMPACTOS QUE UMA 
EDIFICAÇÃO PODE OCASIONAR.
COMPOSIÇÃO DO EDIFÍCIO E SEU IMPACTO NO 
ENTORNO
•UMA EDIFICAÇÃO PODE IMPLICAR EM 
EFEITOS NEGATIVOS DISTINTOS EM 
DECORRENCIA DE ELEMENTOS COMO 
FORMA, ASPECTO ESTÉTICO, 
DEFINIÇÕES DE OCUPAÇÃO DO ESPAÇO 
(ÁREAS LÍVRES E OCUPADAS), ETC.
COMPOSIÇÃO DO EDIFÍCIO E SEU IMPACTO NO 
ENTORNO
•FORMA E FUNÇÃO
•AS DIMENSÕES DA EDIFICAÇÃO PODEM 
IMPLICAR EM INTERFERÊNCIAS NOS 
ELEMENTOS DE INSOLAÇÃO E VENTILAÇÃO 
DO ENTORNO.
•ORLAS DE VILA VELHA, BALNEÁRIO DE 
CAMBORIÚ, FORTALEZA;
COMPOSIÇÃO DO EDIFÍCIO E SEU IMPACTO NO 
ENTORNO
•FORMA E FUNÇÃO
COMPOSIÇÃO DO EDIFÍCIO E SEU IMPACTO NO 
ENTORNO
•MATERIAIS CONSTRUTIVOS;
COMPOSIÇÃO DO EDIFÍCIO E SEU IMPACTO NO 
ENTORNO
•CONFORTO ACÚSTICO;
COMPOSIÇÃO DO EDIFÍCIO E SEU IMPACTO NO 
ENTORNO
•CONFORTO ACÚSTICO;
DEMANDAS DO MEIO URBANO
•NECESSIDADES DOS USUÁRIOS E AS NECESSIDADES 
DO ENTORNO E PASSANTES
ATIVIDADE DE SALA
•IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO A SER TRABALHADO:
• POLICLINICA.
• PARA DIA 20/03 – ENTREGA DE RELATÓRIO, EM 
MODELO APRESENTADO, DA PRIMEIRA ATIVIDADE 
AVALIATIVA.
• OS IMPACTOS PRECISAM SER EXPLICADOS EM SUA 
CAUSA E EFEITO;
• "ÁREA DE INFLUÊNCIA" SERÁ VISTO NA AULA 03.
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	Slide 25: COMPOSIÇÃO DO EDIFÍCIO E SEU IMPACTO NO ENTORNO
	Slide 26: COMPOSIÇÃO DO EDIFÍCIO E SEU IMPACTO NO ENTORNO
	Slide 27: COMPOSIÇÃO DO EDIFÍCIO E SEU IMPACTO NO ENTORNO
	Slide 28: COMPOSIÇÃO DO EDIFÍCIO E SEU IMPACTO NO ENTORNO
	Slide 29: COMPOSIÇÃO DO EDIFÍCIO E SEU IMPACTO NO ENTORNO
	Slide 30: COMPOSIÇÃO DO EDIFÍCIO E SEU IMPACTO NO ENTORNO
	Slide 31: COMPOSIÇÃO DO EDIFÍCIO E SEU IMPACTO NO ENTORNO
	Slide 32: COMPOSIÇÃO DO EDIFÍCIO E SEU IMPACTO NO ENTORNO
	Slide 33: DEMANDAS DO MEIO URBANO
	Slide 34: ATIVIDADE DE SALA

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