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Va��naçã� n� id�s�
V��tória e Duda - T7
febre amarela
➔ a partir dos 9 meses de idade
do que é feita:
➔ no Brasil, estão disponíveis 2 vacinas:
- produzida por bio-manguinhos (rede
pública)
- produzida por sanofi pasteur (rede pública e
privada)
➔ vírus vivo atenuado
➔ cultivado em ovo de galinha
➔ doses fracionadas apenas com a bio-manguinhos
grupos de precaução:
➔ 60 anos não previamente vacinados
➔ doenças hematológicas (anemia falciforme,
hemofilia, doenças hemorrágicas hereditárias)
➔ HIV/AIDS assintomática e que apresentem o
LT-CD4 ≥ 350 células/mm
➔ após término de terapia com quimioterapia e sem
previsão de novo ciclo
➔ lúpus/ doença autoimune
➔ transplante de célula tronco hematopoiética
➔ fizeram uso da medicação anti células B e fludarabina
➔ síndrome mieloproliferativa crônica
esquema:
➔ crianças até 4 anos (duas doses): aos 9 meses e aos 4
anos
➔ a partir de 5 anos:
- PNI: dose única (se tomada antes de
completarem 5 anos, devem receber segunda
dose, independente da idade, com intervalo
de 30 dias entre as doses)
- SBIM: duas doses, com intervalo de 10 anos
observações:
➔ a dose fracionada (em casos de surto) é considerada
válida para fins de esquema, mas não é aceita como
certificado internacional de vacinação e profilaxia
vias de aplicação
➔ subcutânea
cuidados
➔ para crianças até 2 anos, não aplicar
simultaneamente com a tríplice viral e aguardar 30
dias entre as duas vacinas
➔ qualquer sintoma grave, notificar ao serviço que
realizou
efeitos adversos:
➔ manifestações gerais (febre, dor de cabeça, dor
muscular)
➔ manifestações locais
➔ reações alérgicas
➔ eventos graves (reações alérgicas, doença
neurológica, doença em órgãos)
contraindicação
➔ crianças menores de 6 meses
➔ HIV sintomáticos e com imunossupressão
confirmada
➔ imunodepressão grave
➔ que apresentaram doença neurológica
desmielinizante no período de 6 semanas após a
aplicação da dose anterior da vacina
➔ gestante
➔ amamentando bebês com até 6 meses
- se a vacinação não puder ser evitada,
suspender o aleitamento por 10 dias
➔ transplante de órgãos
➔ pacientes com câncer
vírus sincicial respiratório
➔ material: recombinante inativado
➔ indicação: prematuro e acima dos 60 anos
- é perigoso nas crianças prematuras,
desenvolve pneumonia
- aplicar duas doses do anticorpo palivizumabe
➔ contra indicações: anafilaxia em dose anterior
➔ esquema: 2/2 anos
➔ via: intramuscular
➔ sus: não
hepatite B
exemplo:
➔ paciente anti-HbS (reagente) e anti-HbC (não
reagente) - nunca pegou a doença, apenas foi
vacinado, nunca entrou em contato com o antígeno
do core (HbC)
➔ material: antígeno de superfície do vírus purificado
➔ indicação: todos
➔ contra indicação: anafilaxia ou púrpura
➔ esquema: 4 doses (nascimento, 2 meses, 4 meses, 6
meses)
➔ via: muscular
➔ sus: sim
dTpa
➔ prevenção do tétano: prego, mordida de animal,
entre outros
- T (maiúsculo): a quantidade de antígeno
inoculado é maior (tétano)
➔ material: toxinas da bactéria
➔ indicação: crianças de 3 anos, adolescentes, adultos,
gestantes
- tomou a vacina dT menos que 5 anos e teve
um incidente: não precisa refazer a dose,
apenas higieniza
- tomou a vacina dT mais que 5 anos e teve um
incidente: precisa avaliar
➔ contra indicação: anafilaxia e sintomas neurológicos
➔ esquema: a cada 10 anos - reforço
➔ via: intramuscular
➔ sus: sim (menos a VIP)
VZV (varicela):
➔ material: vírus inativado
➔ indicação: a partir dos 50 anos
- alto risco de zoster, acima dos 18 anos pode
ser indicada: HIV, transplantado,
imunodeficiência primária
➔ contra indicação: alergia a vacinas
➔ esquema: 2 doses
➔ via: intramuscular
➔ sus: não
Flu (influenza):
➔ material: vírus inativado (ovo de galinha)
➔ indicação: anual
- maior de 6 meses, idosos, imunodeprimidos
➔ contra indicação: alergia a ovo
➔ esquema:
- 6 meses, 8 anos: duas doses
- maior que 9 anos: uma dose
➔ via: intramuscular
➔ sus: sim
febre amarela:
➔ dengue, zika, hepatite C (mesma família - flavivírus)
➔ material: vírus atenuado
➔ indicação: áreas endêmicas
➔ contra indicação: anafilaxia, imunodeprimidos,
gestantes e etc
➔ esquema:
- 9 meses e 4 anos (duas doses)
- maior de 4 anos e menor de 59 anos (dose
única)
➔ via: subcutânea
➔ sus: sim
pneumo:
➔ 10/13 e 15: mais imunogênica, tem proteína
conjugada, é melhor que a 23 (só polissacarídica)
- 23: não gera memória imunológica, é
temporária
- 23 é um reforço da 13 e da 15
➔ material: inativada
➔ indicação: idosos maiores que 60 anos,
imunocomprometidos
➔ contra indicação: anafilaxia
➔ esquema:
- 13 e 15: após 6 meses a 12 meses
- 23: reforço após 5 anos
➔ via: intramuscular
➔ sus: sim
➔ orientar mais adequadamente as pessoas da terceira
idade quanto a importância e necessidade da
utilização desses recursos simples e de comprovado
custo/benefício
➔ a população idosa tem maior risco de adquirir
doenças infecciosas, tem uma letalidade maior do
que os jovens
➔ preconiza a vacina contra a influenza, pneumococo,
DT (difteria e tétano) e covid-19
➔ a varicela tende a surgir na infância, e ela não tem
cura, o vírus fica dentro do DNA se replicando, e
pode acabar retornando na terceira idade, quando
fica imunossuprimido
herpes vírus
➔ HHV 1 e HHV 2: simples
➔ HHV 3: varicela zoster
➔ HHV 4: epstein four
➔ HHV 5: citomegalovírus
➔ HHV 6: rosixla
➔ HHV 7: rosixla
➔ HHV 8: sarcoma de kapoito
➔ ⚠qualquer paciente que perdeu a carteirinha de
vacinação (não tem registro), precisa fazer hepatite B
(3 doses)
➔ os linfócitos TCD4 e TCD8 só respondem aos
antígenos protéicos
➔ lactose não é proteína, então não tem como os
linfócitos estimularem o linfócito B a produzirem
anticorpos (não existe alergia a lactose)
S�xua�idade �m id�s�s
➔ sexo, na espécie humana, não se propõe a ser apenas
método reprodutivo
➔ a importância da sexualidade na velhice dependerá
de como ela foi vivida na juventude
➔ existem preconceitos familiares, sociais e que
também são autoperpetuados acerca da vida sexual
dos idosos
➔ sua expressão nem sempre envolve erotismo
convencional, ou genitalismo
➔ mudanças de hábitos de vida, inclusive na relação
entre o casal, são fundamentais na retomada da vida
sexual saudável
➔ disfunção erétil e atrofia vaginal são patologias
comuns que causam prejuízo à vida sexual de idosos,
merecendo tratamento
psicossexualidade
➔ a sexualidade humana não está a serviço apenas da
procriação e preservação da espécie, posto que tem
como fator propulsor a realização de desejo e a busca
do prazer
➔ portanto, a forma como o envelhecimento se
processa deve ser entendida a partir das diferenças
não apenas sexuais, mas culturais e históricas do
sujeito em cada sociedade para além de fatores
biológicos ou de hereditariedade
➔ a trajetória de vida do ser humano é um somatório
das experiências vividas, dos valores, das metas, da
compreensão e das interpretações pessoais que cada
um tem do mundo em que vive, isso é o que pode
direcionar suas escolhas e sua filosofia de vida
➔ enquanto categoria social, a velhice não define a
respeito da cada sujeito, a idade cronológica pode nos
dar indicativos dos aspectos corporais, fisiológicos ou
mesmo sociais de uma pessoa, o que não determina
como cada sujeito experienciar essas inscrições em
sua história
➔ tampouco os inventários convencionais de escalas de
desenvolvimento podem estipular padrões
psicológicos de como se deve envelhecer
➔ podemos, com isso, afirmar que a velhice será vivida
diferentemente em cada época e em cada cultura
➔ os estudos de Auer (1997) ressaltam que pessoas
fisicamente bem conservadas alcançam a fronteira da
velhice e experimentam seu avanço como uma
libertação
➔ o crescimento do individualismo no nosso estilo de
vida tem capacitado os velhos a formarem seu
próprio juízo, aumentando suas possibilidades de
cultivar, conscientemente, uma sexualidade e um
erotismo específicos da velhice, seja com relação ao
próprio relacionamentode casal ou de pessoas
sozinhas, em sua disposição para recomeçar outros
relacionamentos
➔ ‘’os estudos biológicos ligados à velhice fazem um
inventário de perdas das capacidades vitais, sejam
elas visuais, auditivas, locomotoras, enfraquecimento
da estrutura óssea e muscular, complicações das
funções cardiovasculares, ou ainda perda de
memória, do apetite sexual em função de impotência
por disfunção hormonal, sabemos, no entanto, que a
sexualidade não está determinada apenas pela
constituição biológica”
➔ ⚠a sexualidade pode se transformar em outras
meios de expressão sublimatórias (mecanismo de
defesa - transformar algo ruim em algo bom), via
atividades criativas, artísticas ou na convivência com
grupos de amigos, familiares, em que a ternura, o
toque e as fantasias dão vazão ao erotismo
➔ não podemos negar ou esquecer o caráter
indestrutível do desejo, o qual não tem idade
➔ resgatar o direito do idoso a uma vida sexual implica
pensar o amor em suas formas de transformação
libidinal, ou seja, outras formas de amor, que passam
pela ternura, pelos contatos físicos que erogenizam o
corpo, ou seja, despertam o erótico no corpo como o
olhar, o toque, a voz, redescobrindo as primeiras
formas de amor do ser humano
➔ o velho idoso não deixa de amar, mas reinventa
formas amorosas
➔ a relevância do estudo do amor e da sexualidade na
velhice está nessa perspectiva: a partir de outro
enfoque a vida do velho, para além de suas perdas,
mas das possibilidades criativas dadas pelo vivido,
sofrido e acumulado nas experiências amorosas e
sexuais e, por isso mesmo, re-engendrando a vida em
suas infinitas possibilidades, independentemente da
proximidade real da morte
➔ entendendo essa afirmativa, podemos pensar que,
com o envelhecimento, quando as funções orgânicas
sofrem em seu desempenho uma perda sexual,
decorrente das mudanças hormonais ou alguma
doença incapacitante, a libido, ou seja, a energia
sexual que privilegia o aparelho genital para sua
realização, retorna seu investimento a outros zonas
do corpo marcadas nas primeiras experiências,
retornando ao prazer encontrado em outras formas
erógenas, como o toque, o olhar, a delicadeza de toda
sensibilidade
➔ a sexualidade como manifestação de amor, de afeto
toma outras formas de expressão
➔ são os preconceitos que fazem pensar que a chamada
andropausa no homem e a menopausa na mulher são
responsáveis pelas dificuldades sexuais, a perda dos
hormônios modifica o mecanismo e a frequência da
ereção, assim como altera a lubrificação vaginal,
dificultando a realização do coito, isso parece
decretar que a penetração é a única fonte produtora
de prazer e que a ausência ou as dificuldades dessas
possibilidades funcionais incapacitam o velho como
ser sexual
➔ o que interfere na vida sexual do velho está para além
das limitações orgânicas, que são decorrentes do
processo natural da evolução do ser humano
➔ o que interfere na vida sexual do idoso é de ordem
psicológica e social
➔ o preconceito que habita o jovem contra a
sexualidade do velho também está no velho com
relação a sua própria sexualidade
➔ muitas instituições, e mesmo a família, não toleram
que idosos se autorizem a manter relações amorosas,
o que equivale a dizer que negam a fonte da vida
➔ há vida na velhice, como em qualquer outro período
da existência, sabemos, no entanto, que o
envelhecimento produz uma série de efeitos sobre o
narcisismo do sujeito, promovendo uma constante
luta entre o investimento em si mesmo, enquanto
pulsão de vida, e o desinvestimento que abre
caminho para a pulsão de morte
- cada dia mais perto de morrer, porque cuidar
da vida (pensamento idoso)
➔ todavia, a perda narcísica que se instala pelas
limitações físicas da velhice não significa a perda da
condição humana
disfunções sexuais
➔ a disfunção sexual é a incapacidade do indivíduo de
participar do ato sexual com satisfação
➔ isso significa que a dificuldade é persistente ou
recorrente e que é vivenciada como algo indesejável,
desconfortável e incontrolável, com sofrimento
significativo
- idoso com disfunção erétil, mas mantém a
vida sexual, não causa sofrimento para ele,
não é disfunção sexual
➔ a disfunção impede que o ciclo de resposta sexual
(desejo, excitação, orgasmo e resolução) se processe
com êxito, dependendo da(s) fase(s) em que
incide(m) essa(s) dificuldade(s), a disfunção se
denomina do desejo e/ou da excitação e/ou do
orgasmo
➔ esses quadros constituem a grande maioria dos
transtornos da sexualidade, manifestando-se por
meio de falta, cujos exemplos são disfunção erétil
(falta de ereção), inibição do desejo sexual (desejo
sexual hipoativo) e ausência de orgasmo
(anorgasmia)
➔ excesso, exemplificado pelo comportamento sexual
compulsivo; desconforto, representado pela
ejaculação precoce/rápida e pelo vaginismo; e dor à
relação (dispareunia), que pode atingir mulheres e
homens
➔ doença de peyronie: curvaturas penianas patológicas,
podem ser por trauma ou constitucional
- causa de disfunção sexual
➔ contração vaginal dificultando a penetração
➔ as dificuldades sexuais femininas alcançam altos
índices em qualquer população
➔ o estudo da vida sexual do brasileiro (EVSB) indica
que a dificuldade para o orgasmo atinge 26,2% das
mulheres e a dispareunia, 17,8%
➔ a dificuldade de excitação ocorre em 28% das
mulheres brasileiras com idade entre 18 e 25 anos, e
em 38,1% daquelas com idade > 60 anos
➔ quanto às dificuldades sexuais masculinas, a falha de
ereção acomete 52% dos homens norte americanos
com idade > 40 anos; e a ejaculação precoce, em
torno de 30% para qualquer faixa etária em
diferentes países
➔ no Brasil, 25,8% dos homens se queixam de
precocidade ejaculatória e 45,1% não obtêm ou
mantêm a ereção
➔ esses déficits na função sexual só serão considerados
disfunções sexuais se acompanhados de desconforto
e sofrimento, pouco desejo, por exemplo, por si só
não caracteriza disfunção do desejo sexual
climatério
➔ os sintomas psicológicos do climatério incluem
depressão, irritabilidade, ansiedade, labilidade
emocional, diminuição da memória e perda de libido
➔ os sintomas depressivos são comuns na
perimenopausa (relatados por 65-89% das mulheres
que frequentam clínicas especializadas em
climatério)
➔ a prevalência de depressão maior não se eleva entre
as mulheres que não têm história de alteração afetiva
prévia
➔ os sintomas urogenitais acometem metade das
mulheres pós-menopáusicas e, em geral, surgem de
forma gradual alguns anos após a menopausa
➔ a vulva e a vagina passam a ter características
atróficas, que podem resultar em dispareunia,
propensão a traumatismos locais e disfunção sexual:
o epitélio torna-se afinado e perde suas rugosidades,
e a lubrificação vaginal é comprometida pela
diminuição da secreção glandular, a elasticidade e o
tamanho da vagina reduzem
➔ a atrofia também afeta o epitélio do trígono vesical e
a uretra, produzindo, com frequência, noctúria,
incontinência, infecções de repetição e urgência
urinária
➔ atualmente, o uso da terapia hormonal está indicado
na presença de sintomas vasomotores moderados a
graves, na SGM, na prevenção da perda da massa
óssea e na menopausa precoce (antes dos 40 anos de
idade)
➔ é importante enfatizar a necessidade do uso
concomitante de um progestagênio (de maneira
cíclica ou contínua) em toda mulher com útero em
uso de TH, para prevenção de hiperplasia
endometrial, na mulher histerectomizada, o
progestagênio parece não trazer vantagens
➔ a via vaginal é usada principalmente em mulheres
que apresentam apenas sintomas urogenitais, o uso
de estrogênios tópicos via vaginal pode melhorar
sintomas de atrofia vaginal, como ressecamento,
prurido, dispareunia e pH vaginal e sintomas
urinários em mulheres pós menopáusicas
➔ para o tratamento da SGM, é útil levar em
consideração que:
- a atividade sexual regular auxilia na
manutenção da saúde do epitélio vaginal
- cremes vaginais diversos, como lubrificantesíntimos e hidratantes vaginais, podem ser
oferecidos para as mulheres com irritação da
mucosa vaginal ou dispareunia e que não
desejam cremes à base de hormônios
- algumas opções de terapia de reposição
hormonal são: creme de estrogênios
conjugados, estriol ou promestrieno ou
estradiol de baixa dose por via oral
- a absorção sistêmica de estrogênio pode
ocorrer com preparações de uso por via
vaginal, mas não existem dados suficientes
para recomendar a avaliação endometrial
anual em mulheres usando estrogênios por
essa via e que estejam assintomáticas
- mulheres na menopausa e com infecção
urinária de repetição devem utilizar terapia
hormonal local com estrogênio via vaginal se
não houver contraindicações
➔ a recomendação atual, no caso de atrofia urogenital,
é manter o tratamento com estrogênio tópico
enquanto durarem os sintomas
➔ o tipo de estrogênio deve seguir a preferência da
mulher, em geral, preconiza-se iniciar o uso tópico
com aplicações diárias (à noite, ao deitar) no
primeiro mês, para a manutenção, as aplicações
podem ser mais espaçadas, de 1 a 4 ×/semana
disfunção erétil
➔ 100% no envolvimento psicogênico
- principais abordagens: psicológicas
➔ o médico deve estimular a comunicação entre os
parceiros, para que falem sem constrangimento sobre
o problema sexual
➔ deve recomendar preliminares mais demoradas que
favoreçam gradualmente a ereção
➔ o objetivo é reduzir a ansiedade de desempenho e o
sentimento de fracasso antecipatório do homem,
transferir o foco exclusivo na ereção para o prazer e
resgatar a intimidade, aumentando, assim, a
excitação sexual
➔ homens obesos que alcançaram perda de peso (>
10%), por meio de dieta com restrição calórica e
exercícios físicos, obtiveram melhora da disfunção
erétil (NNT = 4)
➔ atividade física, exercícios pélvicos (melhorar a
vascularização) ou combinação das duas intervenções
melhoraram a função erétil, tanto em curto quanto
em longo prazo
➔ exercícios para o assoalho pélvico combinados com
mudanças nos hábitos de vida resultaram em retorno
à função erétil adequada (40%) ou melhora da ereção
(35,5%) após 6 meses de intervenção
➔ inibidor de fosfodiesterase 5
- fosfodiesterase 5: quebra uma ligação, volta a
ser AMPC, deixa de privar óxido nítrico
- aumenta óxido nítrico (vascularização -
corpo cavernoso cheio de sangue) - fica ereto
- se o paciente está muito nervoso, a
medicação não ajuda

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