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ATIVIDADE DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
Profº Lídio Ricardo
1. Quais são os órgãos-chave avaliados no plano de varredura abdominal em pequenos e grandes animais? 
1. Fígado: Avaliação de tamanho, forma e presença de lesões.
 2. Baço: Verificação de aumento ou anormalidades.
 3. Rins: Análise de tamanho, forma e presença de cálculos. 
4. Intestinos: Avaliação da motilidade e presença de obstruções.
 5. Bexiga: Verificação de tamanho e presença de cálculos ou anormalidades. 
6. Pâncreas: Avaliação de inflamações ou lesões. 
7. Vasos sanguíneos: Análise de fluxo e presença de trombos. 
2. Qual é a preparação necessária para realizar uma varredura abdominal em animais? 
1.Preparação do paciente-Jejum (4 horas )estômago interfere na visualização do fígado ;
2.tricotomia –para animais de pelo curto ou muito fino apenas umedecer com álcool;
3.posicionamemto do paciente;
4.contenção física e quando necessária química ;
5.Aplicação do gel condutor
6.acomodações apropriadas.
3. Quais são os principais achados patológicos que podem ser detectados durante a ultrassonografia abdominal?
1. Alterações em órgãos sólidos: como hepatomegalia, esplenomegalia e pancreatite. 
2. Doenças renais: como cistos renais, nefrite ou urolitíase. 
3. Alterações na bexiga urinária: como cistite ou presença de cálculos. 
4. Doenças intestinais: como obstruções, neoplasias ou enterite. 
5. Acúmulo de fluidos: como ascite ou hemoperitônio.
 6. Alterações na cavidade abdominal: como abscessos ou massas.
 4. Qual é a sequência ideal de varredura abdominal para garantir uma avaliação completa e sistemática? 
bexiga-útero/próstata –rim E-baço-estomago-figado-rim D-alças intestinais.
5. Quais limitações e desafios podem surgir ao realizar uma ultrassonografia abdominal em animais? 
A onda sonora tem dificuldade de penetrar em alguns tecidos com muito ar e gases(FALTA DE JEJUM) ;como também líquidos ,alta camada de gordura ,pelos , acomodações e contenção inadequada.
6. Quais órgãos do sistema urinário são melhores visualizadas pela ultrassonografia em pequenos animais? 
1. Rins: A ultrassonografia permite avaliar a morfologia, tamanho e presença de lesões. 
2. Bexiga urinária: É facilmente visualizada e permite a avaliação da parede e do conteúdo.
3.Próstata(EM MACHOS) 
· Ureteres: podem ser visualizados em alguns casos, especialmente se houver dilatação.
7. Quais são as limitações da radiografia simples para a avaliação do sistema urinário de pequenos animais? 
1. Baixa Sensibilidade: Pode não detectar alterações sutis, como pequenas pedras ou lesões iniciais. 
2. Sobreposição de Estruturas: Órgãos adjacentes podem obscurecer a visualização do trato urinário.
 3. Dificuldade em Avaliar Tecidos Moles: Radiografias são menos eficazes para visualizar tecidos moles, como tumores ou cistos. 
4.Limitações em Pacientes Obesos: A obesidade pode dificultar a interpretação das imagens.
8. O que significa "ecogenicidade" na ultrassonografia da bexiga urinária? 
A bexiga é observada na ecografia como uma extrutura de conteúdo anecogenico e hipoecogenica .
· Parde externa :hiperecogénica 
· Musculo liso :hipoecogenica 
· Submucosa:hiperecogenica 
· Mais interna :hiperecogenica 
9. O que pode causar aumento da ecogenicidade na parede da bexiga?
Espassamento da parde,inflamação,neoplasia,ou mineralização.
 10. O que é a displasia coxofemoral e como ela afeta os animais?
É uma patologia do desenvolvimento de caráter genetico,caracterizado pela diferença entre a massa muscular pélvica e o crescimento do esqueleto ,afeta a cabeça e o colo femoral ,além do acetábulo. O animal pode apresentar claudicação unilateral ou bilateral ,dorso arqueado ,deslocamento do peso corporal em direção aos membros anteriores e andar cambaleante . 
11. Qual é o papel da radiografia no diagnóstico da displasia coxofemoral?
A radiografia é determinante para o diagnostico da DCF,podendo –se utilizar o ângulo de Norberg ,em que se mede ,na radiografia ,o ângulo entre as estruturas ,que ,se for igual ou superior a 105° a articulação é considerada normal ,bem como pela observação de alterações ósseas tais como:arrasamento do acetábulo ,achatamento da cabeça do fêmur ,subluxação ou luxação coxofemoral e alterações secundarias. 
 12. Quais são os sinais radiográficos clássicos da displasia coxofemoral? 
Arrasamento do acetábulo ,achatamento da cabeça do fêmur ,subluxação ou luxação coxofemoral e alterações secundarias.
Desproporção entre a cabeça do fêmur e o acetábulo.
13. Quais são as posições radiográficas recomendadas para avaliar a displasia coxofemoral? 
Ventrodorsal com os membros posteriores estendidos e projeção lateral do qualdril.
14. A radiografia pode ser usada para diagnosticar displasia coxofemoral em filhotes? Não. Pois, as alterações passam a ser observadas ,radiograficamente ,entre os seis e nove meses de idade .Além disso recomenda-se que o exame seja feito com ,no mínimo 12 meses de idade em raças de médio e grande porte. Sendo que ,em alguns casos podem vir a ser observados somente após os dois anos .
15. Como a densidade dos tecidos influencia a aparência radiográfica? 
Tecidos mais densos absorvem maior quantidade de raios –x ,ficando mais radiopacos (BRANCOS),tecidos menos densos absorvem menos raio-x ,ficando mais radioluscentes (escuros)como músculos e gordura.
16. Quais são os principais exemplos de estruturas radiopacas e radioluscentes no corpo de um animal?
RADIOPACOS: ossos ,dentes,calcificação
RADIOLUSCENTES: estômago ,intestino ,bexiga vazia.
 17. Quais são as indicações para o uso de contraste radiográfico em exames urinários de pequenos animais? 
1. Avaliação de anomalias anatômicas: Para identificar malformações do trato urinário.
 2. Detecção de obstruções: Para visualizar obstruções no ureter ou na bexiga.
 3. Tumores: Para ajudar na identificação de neoplasias no trato urinário. 
4. Cálculos urinários: Para localizar e caracterizar cálculos na bexiga ou rins. 
5. Avaliação da função renal: Para observar a excreção do contraste e a função dos rins.
18. Qual o tipo de contraste mais utilizado em exames radiográficos do trato urinário e por quê? O contraste iodado é amplamente utilizado pois o iodo é opaco aos raios-X, dessa forma permite uma melhor identificação dos vasos sanguíneos, trato urinário, tumores e lesões, entre outras finalidades.
Iodeto,pela excreção através dos rins o que facilita seu estudo.
19. Qual é o impacto da variação do kV (quilovoltagem) na qualidade da imagem radiográfica em animais? 
Interfere na qualidade da imagem devido o poder de penetração .
(o poder de penetração depende da espessura a ser atravessada .)
(o kv é importante para medir corretamente a espessura da região examinada e adequar ao tamanho do animal .)
20. Como a escolha adequada do mAs (miliamperagem-segundo) influencia a exposição radiográfica em pequenos animais?
Baixo =IMAGEM SUB EXPOSTA	(ESCURA)
Alto=IMAGEM COM SUPEREXPOSIÇÃO (CLARA DE MAIS )
Dessa forma ,a escolha adequada do mAs influencia na qualidade das imagens ,captando detalhes e falicitando a leitura e entrega de diagnostico.
21. Como os parâmetros de exposição (kV e mAs) são ajustados ao radiografar áreas anatômicas de diferentes densidades em pequenos animais? 
1. kV (kilovoltagem): Aumenta-se o kV para áreas mais densas (como os ossos) para garantir que os raios X penetrem adequadamente. 
Para tecidos mais moles, um kV mais baixo pode ser suficiente.
 2. mAs (miliampere-segundo): O mAs deve ser ajustado de acordo com a quantidade de radiação necessária. 
Para áreas mais densas, pode ser necessário aumentar o mAs para obter uma imagem de qualidade, enquanto para áreas menos densas, um mAs menor pode ser suficiente. 
3. Avaliação da imagem: Após a exposição, a qualidade da imagem deve ser avaliada. Se a imagem estiver muito clara ou escura, os parâmetros devem ser ajustados conforme necessário. 
 É importante considerar o tamanho do animal e a técnica radiográfica utilizada, além de sempre seguir as diretrizes de segurança para minimizar a exposição à radiação.
22. Por que é importante ajustaro kV e o mAs de acordo com o tamanho e o tipo de animal que está sendo radiografado?
O ajuste é necessário ,de acordo com os fatores relacionados ao paciente,bem como a estrutura e porte do mesmo.Assim ,as imagens saem mais fidedignas , sem subexposição,ou desfocada; além de diminuir a exposição desnecessária a radiação.