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O PAPEL DO PDRN NA REGENERAÇÃO CELULAR E REJUVENESCIMENTO FACIAL
Larah Rodrigues Barroso1; Pedro Henrique de Paula Branquinho2
1Larah Rodrigues Barroso - Graduandaem Odontologia. Unincor - larah.barroso@aluno.unincor.edu.br -https://orcid.org/0009-0009-8209-2191
2Pedro Henrique de Paula Branquinho - Mestre - Especialista em Harmonização Orofacial - UninCor - prof.pedro.henrique@unincor.edu.br - https://orcid.org/0009-0004-1252-1177
RESUMO
O polidesoxirribonucleotídeo (PDRN) tem se destacado na regeneração celular e no rejuvenescimento facial, apresentando potencial promissor tanto para fins estéticos quanto para o tratamento de condições patológicas. Ele possui propriedades que estimulam a produção de colágeno, promovem a formação de novos vasos sanguíneos e ativam processos de cicatrização e reparo dos tecidos, o que o torna uma alternativa atrativa e diferenciada em comparação a outras terapias de rejuvenescimento. O objetivo deste trabalho foi explorar "O papel do PDRN na regeneração celular e rejuvenescimento facial", por meio de uma abordagem qualitativa, de cunho exploratório estruturada em forma de revisão de literatura. Estudos futuros e ensaios clínicos poderão ampliar as aplicações do o PDRN para tratamentos de rejuvenescimento facial e regeneração celular e reforçar ainda mais seus benefícios, consolidando seu papel no campo da dermatologia e estética facial.
Palavras-Chave:Pdrn; Harmonização facial; Regeneração celular.
ABSTRACT
Polydeoxyribonucleotide (PDRN) has stood out in cellular regeneration and facial rejuvenation, showing promising potential for both aesthetic purposes and the treatment of pathological conditions. It has properties that stimulate collagen production, promote the formation of new blood vessels, and activate tissue healing and repair processes, making it an attractive and differentiated alternative compared to other rejuvenation therapies. The aim of this study was to explore "The role of PDRN in cellular regeneration and facial rejuvenation," through a qualitative approach, researching articles in research databases such as Periódico Capes, Google Scholar, Scielo, PubMed, and Lilacs. Future studies and clinical trials may expand PDRN’s applications for facial rejuvenation and cellular regeneration treatments and further strengthen its benefits, solidifying its role in the field of dermatology and facial aesthetics.
Keywords: PDRN; Facial Harmonization; Cellular Regeneration
1 INTRODUÇÃO
O PDRN, ou Polidesoxirribonucleotídeos, é uma molécula derivada do DNA de salmão que tem ganhado destaque por suas propriedades bioestimuladoras e regenerativas. Esta substância não apenas promove a cicatrização de tecidos, mas também atua na revitalização da pele, tornando-se uma alternativa eficaz para o tratamento do envelhecimento cutâneo.
A aplicação do PDRN é realizada por meio de procedimentos minimamente invasivos, onde a substância é injetada nas camadas dérmicas. Este método estimula a síntese natural de colágeno e elastina, proteínas essenciais para a manutenção da firmeza e elasticidade da pele. Os resultados desse tratamento incluem a redução de rugas e linhas de expressão, além da melhora na textura e na hidratação da pele, fatores que contribuem para o rejuvenescimento cutâneo e embelezamento facial.
Além dos benefícios estéticos, o PDRN desempenha um papel fundamental na regeneração celular. Ele age como um sinalizador para as células, fornecendo nucleotídeos e nucleosídeos para a fabricação de DNA novo ativando processos de reparação e renovação que são cruciais para a cicatrização de feridas e para a recuperação de lesões cutâneas. Essa capacidade regenerativa torna o PDRN uma opção promissora não apenas para tratamentos estéticos, mas também para intervenções médicas que visam melhorar a saúde da pele.
A segurança do tratamento com PDRN é um aspecto importante a ser considerado. Por ser derivado do DNA de salmão, sua compatibilidade com as células humanas é grande, o que resulta em baixo risco de reações alérgicas. Portanto, é essencial que o procedimento seja realizado por profissionais qualificados, garantindo assim a eficácia e a segurança do tratamento.
Este trabalho se propõe a explorar detalhadamente os mecanismos de ação do PDRN, seus benefícios na regeneração celular e no rejuvenescimento facial, além das indicações e contraindicações do tratamento. Através de uma revisão da literatura existente e da análise de casos clínicos, pretende-se oferecer uma visão abrangente sobre o impacto do PDRN na estética moderna.
Por fim, o estudo do PDRN representa uma intersecção entre ciência e estética, refletindo as inovações tecnológicas que moldam o futuro dos tratamentos faciais. A compreensão profunda deste tema poderá contribuir significativamente para práticas clínicas dado seu potencial transformador na área da dermatologia e da medicina regenerativa.
2 REVISÃO DE LITERATURA
2.1- Pele
A pele é o maior órgão de barreira física, imunológica e química do corpo humano, é composta pela epiderme, tecido subcutâneo e derme (Arda, 2014).
Kohl (2011) diz, que os diferentes tipos de células presentes nas camadas da pele, como queratinócitos, fibroblastos, macrófagos, adipócitos, pré-adipócitos e melanócitos, possuem a habilidade de se comunicar entre si dentro do microambiente do tecido. Essa interação pode levar a respostas complexas a uma variedade de estímulos, tanto internos (metabólicos) quanto externos, que incluem agentes químicos, agressões físicas, radiação ultravioleta, invasores biológicos, entre outros.
Os fibroblastos dérmicos são componentes essenciais da pele, atuando não apenas como os blocos de construção do colágeno, mas também desempenhando um papel crucial na regulação da fisiologia da pele (Sorrell, 2004).
Segundo Cole (2018), com o avanço do envelhecimento, o colágeno, que é a proteína mais abundante no corpo, sofre alterações organizacionais e estruturais, tornando as rugas indesejadas mais visíveis. O colágeno fornece suporte estrutural para células, tecidos e órgãos, sendo fundamental para a fisiologia da pele, além de conferir força e estabilidade aos tecidos por meio de redes de suporte ao longo das estruturas celulares (Arseni, 2018).
Além disso, o envelhecimento e o fotoenvelhecimento levam ao surgimento da flacidez e da elastose, com o aparecimento de manchas, alterações na textura e na vascularização da pele, além de rugas finas e dinâmicas. Esses fatores resultam na perda da aparência jovem e na manifestação de processos e fenômenos relacionados ao envelhecimento. Para aprimorar a condição geral da pele e amenizar os sinais do tempo, além do tratamento das condições dermatológicas, existem diversas abordagens, como cuidados cosméticos, utilização de lasers, medicamentos, intervenções cirúrgicas e, mais recentemente, a chamada terapia celular (Ogawa, 2017).
2.2 - PDRN
O polidesoxirribonucleotídeo (PDRN), uma mistura ativa de polinucleotídeos com peso molecular entre 50 e 1500 kDa, é extraído e purificado principalmente dos espermatozoides da truta arco-íris (Oncorhynchusmykiss) ou do salmão chum (Oncorhynchusketa). É importante destacar que o PDRN contém uma elevada porcentagem de DNA livre de proteínas ou peptídeos ativos (Pallio, 2020).
Segundo Galeano (2008), os polidesoxirribonucleotídeo (PDRN) é uma substância composta por desoxirribonucleotídeos extraídos do testículo do salmão. Ele é obtido a partir do DNA do esperma e passa por um processo de purificação em alta temperatura, garantindo a recuperação de mais de 95% das substâncias ativas puras, além da eliminação de proteínas e peptídeos que poderiam causar efeitos colaterais imunológicos (Esquadrão, 2017).
O PDRN é uma terapia regenerativa que oferece nucleotídeos e nucleosídeos essenciais para a síntese de novo DNA. Este tratamento é utilizado para diversas condições, tais como úlceras, feridas, úlceras em pés diabéticos e úlceras de pressão. Além disso, no âmbito estético, o PDRN possui uma ampla aplicação e é empregado há mais de 30 anos na Ásia comoum eficaz tratamento antienvelhecimento e anti-aging, além de ser anti-inflamatório, anti-apoptose, anti-melanogênese e um promotor da regeneração cutânea (Dalboni, 2024).
Segundo Guizzardi (2003), a relação entre os receptores de adenosina e o PDRN na inflamação foi evidenciada pelo efeito anti-inflamatório observado com a aplicação tópica de PDRN em gel em casos de periodontite, além da supressão dos efeitos anti-inflamatórios induzidos pelo PDRN por meio de antagonistas específicos do A2A (Lee, 2016).
O modo de ação da PDRN envolve a ativação do receptor de adenosina A2A (Irrera,2018). Os receptores de adenosina têm sido identificados como alvos promissores para o tratamento de condições relacionadas a espécies reativas de oxigênio (ROS). Em especial, a ativação do receptor A2A pode influenciar a resposta inflamatória, regular o processo apoptótico e promover a regeneração e cicatrização dos tecidos. A estimulação desses receptores A2A impede as vias de sinalização NF-κB e MAPK, que são ativadas por ROS (Ko, 2020).
Para Edgar (2018), existem diversas soluções no mercado para melhorar a condição da pele, como lasers, peelings e suplementos orais, todas com o objetivo de aumentar a produção de colágeno. O tratamento com PDRN tem mostrado eficácia em melhorar a síntese de colágeno. Um estudo recente indicou que a inibição da MMP-1 leva a um aumento na síntese de colágeno e elastina nos fibroblastos; a redução da atividade de MMP resultou em maior produção de colágeno.
De acordo com Arora (2021), como os fibroblastos estão localizados na camada dérmica, a administração de polinucleotídeos deve ser feita diretamente nessa camada para maximizar os benefícios. Isso pode ser conseguido, por exemplo, através da penetração direta ou do uso de um laser de CO2 fracionado, que cria microcanais na pele, permitindo que produtos contendo polinucleotídeos alcancem a derme de forma eficaz. O microagulhamento também é uma técnica que pode aumentar a absorção de PDRN, criando pequenos orifícios na pele.
Os benefícios da terapia com PDRN incluem a reversão dos sinais de envelhecimento, com diminuição de linhas finas e rugas, além de uma textura da pele mais elástica e firme devido à melhora na formação de colágeno. Também promove o reparo de danos causados por inflamação crônica ou exposição prolongada ao sol, reduz cicatrizes, melhora a hidratação da pele e a função de barreira, resultando em uma melhoria geral na qualidade da pele (Khan, 2022).
A ausência de efeitos no sistema imunológico pode ser um dos fatores que contribuem para o bom perfil de segurança do PDRN. Ao contrário de outros medicamentos derivados de DNA, sua seletividade pelo receptor A2A pode reforçar essa hipótese, por isso é necessário ter cautela ao aplicar as propriedades farmacológicas do PDRN a outros produtos semelhantes (Sini,1999).
Os preenchimentos são utilizados para reduzir a visibilidade de rugas e áreas afundadas no rosto por meio do aumento de tecido mole, mas contribuem pouco ou nada para o processo real de antienvelhecimento. Foi observado que, enquanto os preenchimentos convencionais apenas preenchem áreas deprimidas, os produtos que contêm polinucleotídeos não só preenchem esses espaços, mas também promovem a regeneração tecidual em ambientes danificados, resultando em uma reparação mais natural (Tobin, 2017).
A compreensão da fisiologia que embasa o funcionamento do PDRN, assim como seu efeito na regeneração celular e na qualidade da pele, ressalta a importância desse tema para o futuro da medicina estética e para a criação de tratamentos inovadores e eficientes. De fato, o PDRN se destaca como uma promissora solução para a melhoria da saúde cutânea, abordando questões relacionadas ao envelhecimento. Atualmente, é uma das substâncias mais utilizadas na Ásia com fins estéticos, devido ao seu potencial transformador no campo da dermatologia e da medicina regenerativa (Nogueira,2024)
3 ASPECTOS METODOLÓGICOS 
Este trabalho elabora-se por meio da revisão bibliográfica sistemática, de cunho integrativo, que permite revisar e combinar estudos com diversas metodologias, por exemplo, delineamento experimental e não experimental, e integrar os resultados, esse método foi escolhido por permitir a combinação de dados da literatura empírica e teórica que podem ser direcionados à definição de conceitos, identificação de lacunas nas áreas de estudos, revisão de teorias e análise metodológica dos estudos sobre um determinado tópico. A combinação de pesquisas com diferentes métodos combinados na revisão integrativa amplia as possibilidades de análise da literatura (UNESP, 2015). 
"Os pesquisadores precisam das Revisão Sistemática (RS) para resumir os dados existentes, refinar hipóteses, estimar tamanhos de amostra e ajudar a definir agendas de trabalho futuro considerados como seus sujeitos" (Medina; Pailaquilén, 2010, p. 7).
Para realizar a pesquisa optou-se pelo uso de diversos materiais disponíveis como livros, artigos e referências bibliográficas. Será realizada uma pesquisa qualitativa, de cunho exploratório onde serão utilizados artigos sobre: Harmonização facial; Regeneração celular.
Pesquisou-se esses artigos nas seguintes bases de pesquisa: Periódicos Capes, Scielo, Lilacs, Google acadêmico, Revistas de Saúde, dentre outras fontes como livros físicos e online. 
4 RESULTADOS E DISCUSSÃO
 O modo de ação da PDRN envolve a ativação do receptor de adenosina A2A (Irrera,2018). O polidesoxirribonucleotídeo é um poderoso agente rejunescedor devido sua capacidade de bloquear receptores específicos.
O tratamento com PDRN tem mostrado eficácia em melhorar a síntese de colágeno (Edgar, 2018). O produto se mostra eficaz para tratar as rugas melhorando a elasticidade da pele e ainda tem um potencial redutor da melanogênese, assim demonstra suas várias atuações positivas.
A ausência de efeitos no sistema imunológico pode ser um dos fatores que contribuem para o bom perfil de segurança do PDRN (Sini,1990). Assim sendo, o polidessoxiribonucleotídeo comprova ser um produto eficaz e seguro para uso dérmico em pacientes. 
 Em especial, a ativação do receptor A2A pode influenciar a resposta inflamatória, regular o processo apoptótico e promover a regeneração e cicatrização dos tecidos (Ko,2020). O mecanismo de ação do PDRN bloqueia a cascata em determinada via inflamatória, diminuindo as citocinas inflamatórias e aumentando a síntese de colágeno. 
O colágeno fornece suporte estrutural para células, tecidos e órgãos, sendo fundamental para a fisiologia da pele, além de conferir força e estabilidade aos tecidos (Arseni, 2018). Portanto, é ideal manter o banco de colágeno do rosto sempre em dia para que a pele tenha sustentação e o PDRN se mostra eficaz para essa manutenção de colágeno e prevenção de possíveis rugas novas.
Os produtos que contêm polinucleotídeos não só preenchem esses espaços, mas também promovem a regeneração tecidual em ambientes danificados, resultando em uma reparação mais natural (Tobin, 2017). O autor discorre sobre importantes ações do polidesoxirribonucleotídeo no tecido cutâneo o que reafirma seu grande potencial de benefícios.
O microagulhamento também é uma técnica que pode aumentar a absorção de PDRN, criando pequenos orifícios na pele (Arora,2021). Uma das técnicas de aplicação do PDRN é por meio desse método, que é eficaz e aumenta a reabsorção do produto pela pele além de ser confortável para o paciente. 
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS 
O polidesoxirribonucleotídeo (PDRN) tem mostrado um papel notável na regeneração celular e no rejuvenescimento facial, com aplicações promissoras tanto no campo estético quanto no tratamento de condições patológicas. Suas propriedades incluem o estímulo à síntese de colágeno, a promoção de angiogênese, e a ativação de processos de cicatrização e reparo tecidual, fatores que o tornam uma opção atrativa e diferenciada frente a outras terapias de rejuvenescimento.
	Uma das principais vantagens do PDRN está na sua ação ao nível molecular, ativando receptores de adenosina A2A, os quais desempenhamum papel fundamental na regulação do processo inflamatório e na síntese de colágeno. Esse mecanismo permite que o PDRN não só promova uma pele mais elástica e firme, como também contribua para o reparo tecidual e a cicatrização, especialmente em condições onde o processo natural de regeneração está comprometido, como no caso de peles envelhecidas ou submetidas a fatores estressores crônicos (exposição ao sol, inflamações e ferimentos de difícil cicatrização). Outro ponto que diferencia o PDRN é sua capacidade de agir em camadas profundas da pele, alcançando diretamente a derme onde se localizam os fibroblastos, principais responsáveis pela síntese de colágeno e elastina. Estudos mostram que, ao ser administrado por técnicas como microagulhamento, laser de CO₂ fracionado ou até mesmo aplicação subcutânea, o PDRN é capaz de intensificar os processos de reparação celular, aumentando a síntese de componentes essenciais da matriz extracelular e contribuindo para uma aparência mais jovem e saudável da pele.
	No contexto de preenchimento facial, o PDRN destaca-se por não ser apenas um volumizador temporário, mas também um regenerador tecidual, proporcionando resultados mais naturais e duradouros ao induzir a regeneração das estruturas danificadas. Esse efeito se alinha aos atuais avanços na dermatologia regenerativa, onde o foco está em tratamentos que melhorem a saúde celular e a estrutura da pele, e não apenas a aparência superficial.
	Considera-se que o PDRN apresenta um potencial elevado para terapias de rejuvenescimento facial e regeneração celular, devido à sua ação anti-inflamatória, de estímulo à angiogênese e de suporte à síntese de colágeno e elastina. Com sua capacidade de promover uma regeneração tecidual mais natural e saudável, o PDRN representa uma inovação no cuidado com a pele, integrando-se a protocolos de rejuvenescimento que buscam resultados mais duradouros e menos invasivos. Pesquisas futuras e ensaios clínicos adicionais poderão expandir seu uso e confirmar ainda mais os benefícios do PDRN, fortalecendo seu papel no arsenal terapêutico da dermatologia e da estética facial.
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