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GENÉTICA BÁSICA E EVOLUÇÃO
A3: MENDELISMO
Elvino Ferreira
Antes disso...
http://www.guia.heu.nom.br/teoria_das_cordas.htm
A primeira vista as ideias de Darwin parecem muito menos ameaçadoras q as 
(monstruosidades) de Einstein e Werner Heisenberg. A teoria da evolução apoia-se 
no princípio da sobrevivência do + apto, o q é uma ideia clara e simples. Em 
contraste, a teoria da relatividade e a mecânica quântica alegam q se pode torcer o 
tempo e o espaço, q algo pode surgir do nada e q um gato pode estar vivo e morto 
ao mesmo tempo. A despeito dessas noções zombarem do senso comum, ninguém 
tenta proteger estudantes inocentes dessas ideias escandalosas. Por quê?
Harari (2016)
https://www.youtube.com/watch?v=sYPkIWeEYtk
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Uma das páginas do seu manuscrito intitulado 
“Versuche über Pflanzenhybriden” (experimentos 
com híbridos de plantas) publicado em 
“Verhandlungen des Naturforschenden Vereins 
Brünn 4, 3-47 (1866)”
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MENDELISMO
1866 – Gregor Mendel
(Hibridização em ervilhas – Pisum sativum)
http://www.fao.org/ag/AGP/AGPC/doc/Gallery/pictures/
pisumsat.htm
1900 – TRABALHOS SEMELHANTES; REDESCOBERTA DAS LEIS DE MENDEL
http://timerime.com/en/event/1464513/Hugo+de+Vries+Carl+Correns+y+Erich+von+Tschermak/
http://gracieteoliveira.pbworks.com/w/page/60987201/Biografia%20de%20Mendel
Características da espécie utilizada por Mendel em seu experimento:
1- Espécie de autofecundação (obtenção de grau de pureza + rapidamente)
2- Produz muitas sementes/ planta (segurança)
3- Possui apenas reprodução sexuada (todos os descendentes – gametas)
4- Caracteres contrastantes e de fácil reconhecimento (observação)
5- Planta de pqno porte (muitas plantas em pouco espaço)
6- Ciclo curto (obtenção de novas sementes)
7- Plantas de fácil cultivo
Características utilizadas por Mendel em seu trabalho (do Método)
1)Escolheu características qualitativas de fácil observação para o estudo
a)Porte da planta (alto: 1,50 a 1,80 m e baixo: 0,20 a 0,30 m);
b)Cor dos cotilédones (amarelo e verde)
c)Posição da flor (axial e terminal)
d)Superfície da semente (lisa e rugosa)
e)Cor da vagem imatura (verde e amarela)
f)Cor do tegumento de semente (colorido e incolor)
g)Tipo de vagem (cheia e com constrições)
2) Estudou esses caracteres um a um e depois em conjunto
3) Estudou os resultados obtidos em várias gerações, sem interrupção
4) Escolheu hipóteses numéricas para explicar as proporções observadas
Ex.: Porte de planta
-Porte alto = autofecundou durante várias gerações
-Porte baixo = autofecundou durante várias gerações
-Plantas PURAS para os respectivos caracteres e chamou de geração paterna (GP)
G.P.: PORTE ALTO X PORTE BAIXO 
 
F1: 100% Porte alto 
 
F2: 75% ou ¾ porte alto 
 25% ou ¼ porte baixo 
 
 
1/3 100% porte alto 100% porte baixo 
2/3 75% porte alto 
 25% porte baixo 
 
- Determinante (coisa responsável pela transmissão dos caracteres)
- Devem ter dois determinantes (F2)
- Determinante de porte alto deve ter um mecanismo que impede a manifestação 
do determinante de porte baixo (conceito de dominância)
- Na gametogênese o determinante para um mesmo par se separam
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1ª LEI DE MENDEL: 
Na gametogênese os determinantes de um mesmo par se separam.
2ª LEI DE MENDEL:
Altura (Alto – A e baixo – a)
Tipos de sementes (L – lisa e l – rugosa)
Autofecundação:
-Porte alta e sementes lisas
-Porte baixa e sementes rugosas
1) Testar a pureza das plantas em relação as suas características
2) Várias gerações
G.P.: Porte alto 
Semente lisa 
X Porte baixo 
Semente rugosa 
 
F1: 100% porte alto e semente lisa 
 
F2: 9/16 porte alto, semente lisa 
 3/16 porte baixo semente lisa 
 3/16 porte alto semente rugosa 
 1/16 porte baixo semente rugosa 
 
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1ª HIPÓTESE 
GP:AALL X aall 
 
F1: AaLl 
 
 50% “a” e 50% “A” 
 50% “L” e 50% “l” 
 
 50% AL e 50% AL 
 50% al e 50% al 
 
50% AL 50% AL 
50% al 50% al 
 
¾ ou 75% AALL 
Alto e lisa AaLl 
 AaLl NÃO CORRESPONDE AO 
 OBTIDO 
¼ ou 25% aall 
Baixo e rugosa 
 
 
2ª HIPÓTESE 
 50% Al e 50% Al 
 50% aL e 50% aL 
 
50% Al 50% Al 
50% aL 50% aL 
 
¼ ou 25% AAll Alta e rugosa TAMBÉM NÃO CORRESPONDE 
2/4 ou 50% AaLl Alta e lisa AOS RESULTAODS OBTIDOS 
¼ ou 25% aall Baixa e lisa 
 
 
 
3ª HIPÓTESE 
 L--------------------------- AL 
A 
 l---------------------------- Al 
 
 L--------------------------- aL 
a 
 l---------------------------- al 
 
 AL Al aL al 
 AL 
 Al 
 aL 
 al 
 
1/16 AALL AL 
2/16 AALl AL 
1/16 AAll AR 
2/16 AaLL AL 9/16 alta, lisa 
4/16 AaLl AL 3/16 alta, rugosa 
2/16 Aall AR 3/16 baixa, lisa 
1/16 aaLL bL 1/16 baixa, rugosa 
2/16 aaLl bL 
1/16 aall bR 
 
 ENTÃO: Na gametogênese os alelos de um mesmo par 
combinam-se independentemente com os alelos do outro par.
Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. 
(Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 
22, 1965).
A a
ABELHA - Amarelo (abdome) - preto
- Olho escuro - olho branco
- asa normal - asa curta
- Olhos normais - redução no numero de facetas
http://faqbio.blogspot.com/2012/03/quando-uma-abelha-nao-e-uma-abelha.html
Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. 
(Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 
22, 1965).
A a
BICHO da Casulo amarelo Casulo branco
SEDA Casulo verde Casulo branco
Ovo branco Ovo escuro
Ovo cinza Ovo normal (escuro)
Pupa preta Pupa âmbar
Antena escura Antena branca
Asa normal Asa curta (adulto)
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Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. 
(Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 
22, 1965).
A a
AVES Empenamento lento Rápido (ligado ao sexo)
(galinha) Pescoço pelado Emplumado 
Cinco dedos (polidactilia) Normal (quatro dedos)
Pele branca Pele amarela
Penas uniforme (Cor) Penas manchadas
Normal Ausência de esporão
Crista caída Normal 
Crista dupla (bifurcada na parte posterior) Normal 
Pigmentação Albinismo 
Normal Pena sem hâmulo (sedosa)
https://www.ucs.br/site/midia/arquivos/
palestra2-enzitec-16.pdf
https://www.estudokids.com.br/
aprenda-sobre-as-caracteristicas-e-
composicao-das-penas/
Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. 
(Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 
22, 1965).
A a
Galinha Normal Ausência de retrizes e remiges
d’Angola
Pombo Normal “Porco espinho” (penas sem rama)
Penas sedosas Normal 
Olho laranja Olho pérola
Olho castanho Olho laranja (ou amarelo)
Normal Desnudamento (ausência de penas)
Normal Ausência de glândulas uropígeas
http://docplayer.com.br/
161402201-Informacao-de-
produtos.html
Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. 
(Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 
22, 1965).
A a
Peru Normal Papo distendido e pendulosoNormal Endurecimento da espinha (morte 
embrionária dos + afetados)
Normal Albinismo parcial (gene está no 
cromossoma sexual)
Bronzeado Vermelho 
Normal Pena sem rama
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Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. 
(Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 
22, 1965).
A a
Cobaio Pigmentado Albino 
Pelo curto Pelo comprido 
Normal Valsador 
Pelo preto Pelo branco
Pelo crespo Pelo liso 
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(Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 
22, 1965).
A a
Gato Polidactilia Normal
Pelagem branca uniforme Outras cores
Manchas brancas Pelagem uniforme
Pelo curto Pelo longo (angorá)
Pelo preto Pelo azul (diluição do preto)
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(Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 
22, 1965).
A a
Coelho Pelo curto Pelo longo (angorá)
Pele branca Pele amarela (gordura da pele) 
Normal Braquidactilia 
Ausência de incisivos Normal (gene dominante é letal) 
Mancha normal Valsador 
Pigmentação Albinismo (encontrado na raça polonesa)
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Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. 
(Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 
22, 1965).
A a
Cão Rabo curto Rabo comprido
Pigmentação Albinismo 
Normal Criptorquídeo 
Pelo crespo Pelo liso
Barbela (raças alemãs) Ausência de barela (Pointer...)
Pelo curto Comprimo (Setter; há modificadores)
Palato normal Fendido 
Preto Pelo castanho (várias raças)
Vermelho Preto (no Dachshund)
Pelagem uniforme Malhas brancas (varias raças)
Colorido Pelagem branca (Collies)
Prateamento de pelo Não prateado (Doberman)
Colho castanho Olho azul
Pelagem arlequim (machas brancas irregulares) Ausência de arlequim 
Normal Ausência de dentes
https://guiaanimal.net/articles/1244
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Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. 
(Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 22, 
1965).
A a
Ovinos Normal Perna curta (Ancon)
Cauda normal (fina) Cauda grossa e com gordura (raças 
persas)
Chifre Mocho (influenciado pelo sexo)
Cauda curta Cauda comprida
Branco Preto (da raça Karakul é dominante)
Coleira branca (raças russas) Ausência de colera 
Depósito de gordura na pela Gordura amarela 
Ventre branco Uniforme (cor) 
Perfil convexo Perfil reto
Orelha curta Orelha comprida 
Normal Ausência de orelha
Pelo lanoso Pelo curto 
Cinza (letal) Preto (Karakul)
https://docs.ufpr.br/~freitasjaf/artigosovinos/
Sistprodovinos.pdf https://stringfixer.com/pt/Fat-tailed_breed
https://www.cpt.com.br/cursos-ovinos/artigos/ovinos-
morada-nova-historico-caracteristicas-e-aptidoes-da-
raca
https://garden-pt.desigusxpro.com/ovtsy/karakulskaya-poroda.html
Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. 
(Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 
22, 1965).
A a
Caprinos Brinco Ausência 
Presença de chifre Mocho (Angorá)
Normal Criptorquídeo (+de 1 par de genes)
Mocho Chifrudo 
Lã curta Lã longa (+de 1 par de genes)
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Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. 
(Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 22, 
1965).
A a
Suínos Normal Anoftalmia 
Casco de burro Normal 
Preto Vermelho 
Branco Preto (branco recessivo fx das raças)
Branco Vermelho 
Cinta branca (New Hampshire) Ausência de cinta (vários modificadores)
Cara longa e comprida Cara curta e concava (Berkshire)
Normal (tetas evertidas) Tetas invertidas 
Frente reta (porco selvagem) Testa proeminente 
Normal Criptorquídeo 
https://silo.tips/download/
curso-de-suinocultura
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blog.biofaces.c
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simpatico-
cateto-pecari-
tajacu-o-porco-
do-mato/
https://www.conhecer.org.br/enciclop/2011a/agrarias/
fisiopatologia.pdf
https://www.3tres3.com.br/artigos/hernias-e-
criptorquidia-4-5_923/
http://www.sossuinos.com.br/
consultas/cascoburro.htm
Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. 
(Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 22, 
1965).
A a
Bovinos Mocho Chifrudo 
Cinta branca Ausência (vários fatores influencia na 
largura da cinta)
Pigmentação Albinismo 
Pelagem uniforme Pelagem malhada 
Orelha recortada (Ayrshire) Orelha normal
Cupim Ausência (as vezes se observa falta 
de dominância)
Cauda normal Retrocida (em Jersey)
Polidactilia Normal 
Vassoura preta Vassoura branca
Chifre com ponta preta Com ponta clara
https://www.youtube.com/watch?v=nx4V5ImqvOs
https://www.comprerural.com/confira-as-racas-zebuinas-
que-mais-crescem-no-brasil/
https://wp.ufpel.edu.br/nupeec/files/2018/02/Ra%C3%A7as-
sinteticas-de-bovinos-de-corte.pdf
https://blog.mfrural.com.br/racas-zebuinas/
Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. 
(Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 22, 
1965).
A a
Equinos Tordilhamento Não tordilhando
Rosilhamento Não rosilhando
Normal Presença de certo sinais (estrela, cordão)
Melanina preta Melanina castanha 
Diluição da cor do pelo Ausência de diluição 
Cronage Normal 
Normal Hemorragia nasal (Puro Sangue Inglês)
Trote Andadura 
Chanfro convexo Côncavo 
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https://cavalus.com.br/saude-animal/saiba-o-que-e-a-epistaxe-equina/
https://blog.7mboots.com.br/2019/07/04/pelagem-de-
cavalos-entenda-mais-sobre-cores-e-caracteristicas//
Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. 
(Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 22, 
1965).
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Homem Olho (íris) castanho Azul 
PTC (+) PTC (-)
Nariz aquilino Nariz reto
Encanecimento precoce Normal 
Hipospadia (não localização da uretra na extremidade do pênis) Normal 
Ptose (pálpebra caída) Normal 
Normal Anaftalmia 
Cílios longos Cílio curtos
Presença de sardas AusênciaPolidactilia Normal 
Capacidade de enrolar a língua Incapacidade 
Normal Hipotricose 
Cabelo lanoso Normal 
Normal Ataxia 
Sobrancelha espessa Normal 
Normal Alcaptunuria 
Queixo proeminente Normal 
https://doctorhoogstra.com/pt/wiki/alcaptonuria-e-ocronose-2/
Alcaptonúria: doença hereditária autossômica 
recessiva, caracterizada pela deposição do ácido 
homogentísico em vários órgãos e tecidos. O termo 
ocronose refere-se à coloração ocre observada à 
microscopia dos tecidos acometidos.
GENERALIZAÇÃO DO MENDELISMO AO POLIHIBRIDISMO 
1-Método para obtenção de gametas de um genótipo qualquer 
 
AA A Aa A 
 A a 
 
 B AB 
 A 
 b Ab 
AaBb 
 B aB 
 a 
 b ab 
 
AaBbDd ??? 
 
 C AbC 
 A b 
 c Abc 
AabbCc 
 C abC 
 a b 
 c abc 
 
 
2-Método para obtenção dos GENÓTIPOS e respectivas frequências de uma geração F2 
 
 AA BB 
Aa Aa Bb Bb 
 aa bb 
 
 ¼ CC – 1/64 AABBCC 
 ¼ BB 1/16 AABB 2/4 Cc -2/64 AABBCc 
¼ AA 2/4 Bb 2/16 AABb ¼ cc – 1/64 AABBcc 
 ¼ bb 1/16 AAbb 
 ¼ BB 2/16 AaBB 
2/4 Aa 2/4 Bb 4/16 AaBb 
 ¼ bb 2/16 Aabb 
 ¼ BB 1/16 aaBB 
¼ aa 2/4 Bb 2/16 aaBb 
 ¼ bb 1/16 aabb 
 
3-Método para obtenção dos FENÓTIPOS e respectivas frequências de uma geração F2 
 
 AA ¾ A BB ¾ B 
Aa Aa Bb Bb 
 aa ¼ a bb ¼ b 
 
AaBb ¾ C – 27/64 ABC 
 ¾ B 9/16 AB 
¾ A ¼ c – 9/64 ABc 
 ¼ b 3/16 Ab 
 ¾ B 3/16 aB 
¼ a 
 ¼ b 1/16 ab 
 
4-CONSTANTES NUMÉRICAS DO MENDELISMO 
A)Números de tipos diferentes de GAMETAS produzidos pelos F1 (Híbrido) 
 
 A 
 Aa 
 a 
 
1 par 2 tipos 21 
2 pares 4 tipos 22 
3 pares 8 tipos 23 
4 pares 16 tipos 24 
 
n pares n tipos 2n 
 
“n” = número de pares em heterozigose 
 
AaBbccDD 22 4 tipos 
 
B)Números de FENÓTIPOS diferentes em F2 
 
1 par 2 fenótipos 
2 pares 4 fenótipos 
3 pares 8 fenótipos 
4 pares 16 fenótipos 
 
 2n 
“n” = número de pares em heterozigose 
 
AaBbccDD 22 4 fenótipos diferentes 
 
A B-----c-----D ABcD 
 b-----c-----D AbcD 
a B-----c-----D aBcD 
 b-----c-----D abcD 
 
C)Números de GENÓTIPOS diferentes em F2 
 
1 par 3 genótipos 
2 pares 9 genótipos 
3 pares 27 genótipos 
4 pares 81 genótipos 
 
 3n 
“n” = número de pares em heterozigose 
 
AaBbccDD 32 9 genótipos diferentes 
 
D)Números de tipos de homozigotos em F2 
 
1 par 2 genótipos AA e aa 
2 pares 4 genótipos 
3 pares 8 genótipos 
4 pares 16 genótipos 
 
 2n 
“n” = número de pares em heterozigose do indivíduo que deu origem a descendência (F1) 
 
E)Números de indivíduos em F2 
 
1 par 4 genótipos 
2 pares 16 genótipos 
3 pares 64 genótipos 
4 pares 256 genótipos 
 
 4n 
“n” = número de pares em heterozigose 
 
F)Números de tipos de heterozigotos em F2 
 
1 par 1 tipo 
2 pares 5 tipos 
3 pares 19 tipos 
4 pares 65 tipos 
 
 3n - 2n = 
número de tipos de heterozigoto 
 
G)Total de indivíduos heterozigotos em F2 
 
1 par 2 indivíduos heterozigotos 
2 pares 12 indivíduos heterozigotos 
3 pares 56 indivíduos heterozigotos 
4 pares 240 indivíduos heterozigotos 
 
 4n - 2n = 
número de indivíduos heterozigotos 
 
H)Relação Fenotípica do F2 
 (3/4 : 1/4)n 
 “n” = número de pares em heterozigose 
 
AaBb AaBbCc 
 
3:1 
3:1 
 9:3:3:1 
9:3:3:1 
 
9: 3: 3: 1 = 16 27: 9: 9: 3: 9: 3: 3: 1 = 64 
 
Proporção de indivíduos que apresentaram AaBbCcDd (X) o fenótipo: 
A B c D = 27/256 
¾ ¾ ¼ ¾ 
 para AaBbCCDd(X) 
A B C D = 27/64 
¾ ¾ 1 ¾ 
 
81:27:27:9:27:9:9:3:27:9:9:3:9:3:3:1=256
H)Relação Genotípica do F2 
 (1 : 2 : 1)n 
 “n” = número de pares em heterozigose 
 
AaBb 
 
1: 2 :1 
1: 2 :1 
 
1: 2: 1: 2: 4: 2: 1: 2: 1 
 
AaBbCc(X): 
AA Bb Cc = 4/64 
¼ 2/4 2/4 
 
aaBbCc(X) 
aa BB cc = 1/16 
 1 ¼ ¼ 
 
AÇÃO GÊNICA ENTRE ALELOS
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a) DOMINÂNCIA COMPLETA
Dominância completa do pai maior
Dominância completa do pai menor
b) AUSÊNCIA DE DOMINÂNCIA
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Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. 
(Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 22, 
1965).
Espécie AUSÊNCIA DE DOMINÂNCIA
Alelos Heterozigoto 
Homem Antígeno A – antígeno B Antígenos A e B
Homem Antígeno M – antígeno N Antígenos M e N
Coelho Preto-branco Mescla (raça Dinamarquesa)
Cobaio Amarelo-branco Creme 
Galinha Preto-branco Azul (raça Andaluza e outras)
Cão Cara comprida curta Média (vários genes?)
Bovinos Vermelho-branco (Shorthorn) Vermelho-branco (+ de 1 par?)
Bovinos Preto-branco (Welsh-Shorthorn) Azul (Raça Albion)
Cavalo Pelo no casco-ausência Intermediário 
Carneiro Normal-ausência de orelha Rudimentar 
b.1) CODOMINÂNCIA
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http://www.uel.br/portal/index.php?
pagina=404&urlProcurada=www.uel.br/
pessoal/rogerio/genetica/respostas/
pratica_08.html
https://www.vetorial.net/~shorthorn/pelagens.htm
c) DOMINÂNCIA PARCIAL
Do pai maior
Do pai menor
AA Aa aa
Aa Aa
Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. 
(Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 22, 
1965).
DOMINÂNCIA PARCIAL
Animal Alelo Gene parcialmente dominante
Hereford Ausência Manchas brancas na cara
Exhequer Leghorn Preto Plumagem branca
Galinha Normal Pena arrepiada
Galinha Normal Presença de suíças ou barbas
Galinha Normal Braquidactilia 
Pointer Pé de lebre (aberto) Pé de gato (compacto)
Cães (Mexicanos, do Ceilão...) Presença Ausência de pelos 
Suínos Ausência (nú) Normal (presença de cerdas)
Gato (Manx) Cauda normal Ausência de cauda
Carpinos Orelha curta Orelha longa 
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xoloitzcuintli-pelado-mexicano/
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c) DOMINÂNCIA PARCIAL
Do pai maior
Do pai menor
d) SOBREDOMINÂNCIA
Do pai maior
Do pai menor
http://www.seednews.inf.br/_html/site/content/reportagem_capa/index.php?
edicao=56ht
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http://www.ufv.br/dbg/LabGen/gbol13.htm
GENÉTICA
COMPORTAMENTO X PROGRAMAÇÃO (EVOLUÇÃO)
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F = G + E + 2Covge
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JOHN WATSON
Autoridade em puericultura (década 
1920)
“Nunca abracem e beijem [seus 
filhos], nunca deixem q se sentem em 
seu colo...”
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O segredo de criar filhos era manter a 
disciplina e suprir suas necessidades materiais 
segundo um rígido programa diário...
R = f(s)
Resposta f situação
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HARRY HARLOW
Décadas de 1950 e 1960
Importância central das necessidades 
emocionais
Exptos de separação de macacos de 
suas mães logo após o nascimento e 
os isolou em pqnas jaulas...
Esses macacos bebês sabiam algo q John 
Watson e os especialistas da Infant Care não 
conseguiam perceber: os mamíferos não 
podem viver apenas de alimento. Eles 
precisam =mente de ligações emocionais. 
Milhões de anos de evolução pré-programaram 
os macacos com esse desejo irresistível.
ASSOCIAÇÃO PARASITO-HOSPEDEIRO E 
MUDANÇAS COMPORTAMENTAIS = COEVOLUÇÃO???
Ex.: 
Pulga + Yersinia pestis
Triatomideos + Trypanosoma rangeli
Flebotomideos + Leishimania spp
Ex.:
Camundongos + plasmodium (

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