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Revisão Final para o 
CNU: Dicas de ouro para 
gabaritar sua prova!
Blocos 4: Trabalho e Saúde do Servidor
FICHA TÉCNICA DO MATERIAL
grancursosonline.com.br
CÓDIGO:
2406195143M
TIPO DE MATERIAL:
E-book
TÍTULO:
Revisão Final para o CNU - Dicas de 
ouro para gabaritar sua prova! 
Bloco 4 - Trabalho e Saúde do Servidor
ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO:
7/2024
Este material está sujeito a atualizações. O Gran não se responsabiliza por custos 
de impressão, que deve ser realizada sob responsabilidade exclusiva do aluno.
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SUMÁRIO
Revisão Final para o CNU: Dicas de Ouro para Gabaritar sua Prova! Bloco 4: Trabalho 
e Saúde do Servidor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
Eixo Temático 1 – Gestão Governamental e Governança Pública – Adriel de Sá . . . . 4
Eixo Temático 2 – Políticas Públicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
Natale Souza . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
Jesser Borges . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
Eixo Temático 3 – Sociologia e Psicologia Aplicadas ao Trabalho . . . . . . . . . . . . . . . 11
Marcelo Camacho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
Manuel Piñon . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
Rafael Vieira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
Eixo Temático 4 – Segurança e Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora . . . . . . . . 16
Willian Gomes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
Jéssika Borba . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
Raylton Carvalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20
Manoel Machado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22
Eixo Temático 5 – Direito do Trabalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23
Maria Rafaela . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23
Willian Gomes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29
Raylton Carvalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29
Jéssika Borba . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30
 
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Revisão Final para o CNU: Dicas de ouro para gabaritar sua prova 
Bloco 4: Trabalho e Saúde do Servidor
REVISÃO FINAL PARA O CNU: DICAS DE OURO PARA REVISÃO FINAL PARA O CNU: DICAS DE OURO PARA 
GABARITAR SUA PROVA! BLOCO 4: TRABALHO E GABARITAR SUA PROVA! BLOCO 4: TRABALHO E 
SAÚDE DO SERVIDORSAÚDE DO SERVIDOR
EIXO TEMÁTICO 1 – GESTÃO GOVERNAMENTAL E EIXO TEMÁTICO 1 – GESTÃO GOVERNAMENTAL E 
GOVERNANÇA PÚBLICA – ADRIEL DE SÁGOVERNANÇA PÚBLICA – ADRIEL DE SÁ
Tópicos: 1 Planejamento e gestão estratégica: 1.1 Conceitos, princípios, etapas, níveis, 
métodos e ferramentas. Balanced Scorecard (BSC). Matriz SWOT. 1.2 Estabelecimento de 
objetivos e metas organizacionais. 1.3 Ferramentas de gestão. 1.4 Metodologias para medição 
de desempenho. Indicadores de desempenho: conceito, formulação e análise. Detalhamento 
da ferramenta de avaliação de desempenho: OKR
1. Matriz SWOT
• Forças (ambiente interno controlável): desvende os diferenciais que te colocam à 
frente da concorrência.
• Fraquezas (ambiente interno controlável): descubra os pontos que te impedem 
de brilhar.
• Oportunidades (ambiente externo não controlável): explore as chances que o 
mercado oferece para você crescer e prosperar.
• Ameaças (ambiente externo não controlável): antecipe os perigos que podem te 
colocar em risco.
Tópicos: 2 Gestão de Pessoas: 2.1 Liderança
2. Teoria Caminho-Meta
• Tarefas valiosas e recompensadoras: atribuir metas que façam sentido para os 
liderados e os motivem a dar o melhor de si.
• Esforço e conquista: incentivar os liderados a se superarem para alcançar os objetivos 
traçados.
• Recompensas por resultados: reconhecer e recompensar conquistas aos liderados, 
mostrando que o esforço é valorizado.
Tópicos: 2 Gestão de Pessoas: 2.1 Gerenciamento de Conflitos
3. Cinco Estilos de Administração de Conflitos
• Evitação: dê um tempo! Fuja ou ignore o conflito para se acalmar e pensar com clareza.
• Acomodação: ceda à paz! Renuncie a algo para apaziguar o clima e manter a harmonia.
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Bloco 4: Trabalho e Saúde do Servidor
• Competição: seja firme! Lute pelo que você acredita, usando seu poder para impor 
sua solução.
• Compromisso: encontre um meio-termo! Negocie e faça concessões para chegar a 
um acordo que funcione para todos.
• Colaboração: juntos somos mais fortes! Trabalhem juntos para encontrar uma solução 
criativa que atenda às necessidades de todos.
Tópicos: 2 Gestão de Pessoas: 2.1 Motivação
4. Teoria da Hierarquia das Necessidades ou Pirâmide das Necessidades de Maslow 
(Cinco necessidades)
• Básicas: respire, coma, durma, sobreviva! A base da pirâmide é a sua vida biológica.
• Segurança: sinta-se seguro e protegido. Sem medo, sem estresse, com saúde e um 
lar tranquilo.
• Sociais: amor, amizade, conexão, faça parte do grupo! Amigos, família, amor... as 
boas relações te completam.
• Autoestima: reconheça seu valor! Confie em si mesmo, sinta orgulhoso de suas 
conquistas e seja respeitado.
• Autorrealização: alcance seu potencial máximo! Seja quem você nasceu para ser, 
realize seus sonhos e viva com propósito.
Tópicos: 2 Gestão de Pessoas: 2.1 Gestão do Desempenho. 2.2 Programa de Gestão do 
Desempenho
5. Método de Avaliação de Desempenho “Ensaio Crítico”
O Ensaio Crítico é uma ferramenta poderosa para o desenvolvimento profissional e a 
gestão de desempenho estratégica. Por meio de um texto estruturado e argumentado, o 
avaliador tece comentários sobre pontos fortes, fracos, oportunidades de desenvolvimento 
e o potencial do colaborador.
Tópicos: 2 Gestão de Pessoas: 2.4 Trabalho em Equipe
6. Estágios de Desenvolvimento de Grupos
• Formação: nasce o grupo! Integração, desconfiança e busca por um líder definem a 
fase inicial.
• Tormenta: conflitos e desentendimentos surgem à medida que os membros se 
conhecem melhor.
• Normatização: estabelecem-se normas, papéis e coesão. O grupo se une e a 
produtividade aumenta.
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Bloco 4: Trabalho e Saúde do Servidor
• Desempenho: foco total nas metas! O trabalho em equipe flui e os objetivos são 
alcançados com eficiência.
• Encerramento: o grupo se desfaz, mas as conquistas e o aprendizado permanecem.
Tópicos: 2 Gestão de Pessoas: 2.5 Cultura Organizacional
7. Tipologia de Daft para culturas organizacionais
• Adaptativa (surfando na onda da mudança): rápida e flexível, pronta para as 
novidades do mercado.
• Missão (visão de futuro compartilhada): um norte claro e inspirador guia a equipe 
rumo aos objetivos.
• Clã (todos juntos no mesmo barco): participação e colaboração são as palavras-chave.
• Burocrática (regras claras, tudo no seu devido lugar): ordem, disciplina e padronização 
garantemGomes
	Raylton Carvalho
	Jéssika Borbaa consistência.
Tópico: 3 Gestão de Projetos
8. Metodologias de Gestão de Projetos: Tradicional vs. Ágil
Tradicional (Preditiva):
• Plano detalhado: tudo mapeado desde o início, com prazos e custos predefinidos.
• Sequencial: uma etapa de cada vez, em ordem rígida, como um quebra-cabeça.
• Controle: foco em seguir o plano à risca, minimizando surpresas.
• Ideal para: projetos com escopo bem definido, previsibilidade e necessidade de alto 
controle.
Ágil:
• Entregas em etapas: avança em ciclos curtos, com entregas frequentes de valor ao 
cliente.
• Adaptabilidade: flexível para mudanças, ajustando-se às necessidades e feedbacks 
ao longo do caminho.
• Interação: colaboração constante entre cliente e equipe, com comunicação aberta 
e frequente.
• Ideal para: projetos com escopo incerto, necessidade de rápida adaptação e foco no 
valor para o cliente.
Tópico: 4 Gestão de Processo
9. Etapas da Reengenharia de Processos
• Identificação do processo problemático: identifique o processo que precisa ser 
“repaginado”.
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Bloco 4: Trabalho e Saúde do Servidor
• Análise crítica do processo: examine o processo em detalhes, buscando gargalos e 
oportunidades de melhoria.
• Levantamento detalhado do processo: reúna todas as informações relevantes sobre 
o processo, mapeando cada etapa.
• Redesenho do processo: repense o processo do zero, buscando soluções criativas 
e eficientes.
• Implantação do novo processo: implemente o novo processo com cuidado, monitorando 
os resultados e ajustando o curso quando necessário.
Tópico: 7.2 Accountability
10. Valores da Boa Governança Corporativa
• Fairness ( justiça): trate todos os stakeholders (acionistas, funcionários, clientes 
etc.) com igualdade e respeito.
• Disclosure (divulgação): divulgue informações relevantes sobre a organização de 
forma clara, precisa e acessível.
• Accountability (prestação de contas): assuma a responsabilidade pelas ações da 
organização e seus impactos na sociedade.
• Compliance (conformidade): siga todas as leis e regulamentações aplicáveis à 
organização.
EIXO TEMÁTICO 2 – POLÍTICAS PÚBLICASEIXO TEMÁTICO 2 – POLÍTICAS PÚBLICAS
NATALE SOUZANATALE SOUZA
1. Lei n. 8.080/1990: Principais Conceitos do Artigo 6º
Os conceitos presentes na Lei n. 8.080 que mais chamam atenção são os de vigilância, a saber:
“Vigilância sanitária um conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos 
à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção 
e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde.”
“Vigilância epidemiológica um conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a 
detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes 
de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de 
prevenção e controle das doenças ou agravos.”
“Vigilância à saúde do trabalhador, para fins desta lei, um conjunto de atividades que se 
destina, através das ações de vigilância epidemiológica e vigilância sanitária, à promoção e 
proteção da saúde dos trabalhadores, assim como visa à recuperação e reabilitação da saúde 
dos trabalhadores submetidos aos riscos e agravos advindos das condições de trabalho.”
Não duvide que um ou todos esses conceitos aparecerão em sua prova de alguma forma.
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Bloco 4: Trabalho e Saúde do Servidor
2. Lei n. 8.080/1990: Comissões Intersetoriais
Serão criadas comissões intersetoriais nacionais, subordinadas ao Conselho Nacional 
de Saúde, integradas por Ministérios, órgãos competentes e entidades da sociedade civil. 
Essas comissões visam articular políticas e programas de saúde que envolvam áreas fora 
do SUS. As atividades incluem:
• Alimentação e nutrição;
• Saneamento e meio ambiente;
• Vigilância sanitária e farmacoepidemiologia;
• Recursos humanos;
• Ciência e tecnologia;
• Saúde do trabalhador.
3. Lei n. 8.142/1990 e os Recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS)
Os recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) serão destinados a despesas de custeio e 
capital do Ministério da Saúde e seus órgãos, a investimentos previstos na lei orçamentária 
aprovada pelo Congresso Nacional, no Plano Quinquenal do Ministério da Saúde, e à cobertura 
das ações e serviços de saúde implementados por municípios, estados e Distrito Federal. 
Esses recursos financiarão investimentos na rede de serviços, cobertura assistencial 
ambulatorial e hospitalar, e outras ações de saúde.
Os recursos destinados a municípios, estados e Distrito Federal serão repassados de 
forma regular e automática. Os municípios podem formar consórcios para executar ações 
e serviços de saúde, redistribuindo os recursos entre si.
Para receberem esses recursos, municípios, estados e Distrito Federal devem ter um 
Fundo de Saúde, um Conselho de Saúde com composição paritária, um plano de saúde, 
relatórios de gestão, contrapartida de recursos para a saúde no orçamento, e uma Comissão 
para elaboração do Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS) com prazo de dois anos para 
implantação.
4. Decreto n. 7.508/2011
Sem dúvidas, os itens que mais são cobrados sobre o Decreto estão no artigo 2º deste. 
Cabe destacar dois conceitos que são similares e as bancas gostam muito.
“Região de Saúde – espaço geográfico contínuo constituído por agrupamentos de 
municípios limítrofes, delimitado a partir de identidades culturais, econômicas e sociais e 
de redes de comunicação e infraestrutura de transportes compartilhados, com a finalidade 
de integrar a organização, o planejamento e a execução de ações e serviços de saúde.”
“Mapa da Saúde – descrição geográfica da distribuição de recursos humanos e de 
ações e serviços de saúde ofertados pelo SUS e pela iniciativa privada, considerando-se 
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a capacidade instalada existente, os investimentos e o desempenho aferido a partir dos 
indicadores de saúde do sistema.”
Sempre sinalizo que, para diferenciar, as palavras-chaves são: região = espaço e mapa 
= descrição.
5. Política Nacional de Vigilância em Saúde
A vigilância em saúde é um processo contínuo e sistemático de coleta, consolidação, 
análise de dados e disseminação de informações sobre eventos relacionados à saúde, visando 
planejar e implementar medidas de saúde pública. Isso inclui a regulação, a intervenção 
e a atuação sobre condicionantes e determinantes da saúde para proteger e promover 
a saúde da população, além de prevenir e controlar riscos, agravos e doenças. A PNVS 
abrange todos os níveis e formas de atenção à saúde, incluindo serviços de saúde públicos 
e privados e estabelecimentos relacionados à produção e circulação de bens e tecnologias 
que se relacionem com a saúde. Há alguns conceitos importantes que podem ser cobrados, 
como os das vigilâncias (sanitária, epidemiológica, da saúde do trabalhador e ambiental)
JESSER BORGESJESSER BORGES
1. O Estado é um ente superior criado pelo ser humano para estabelecer regras de conduta 
para o convívio em sociedade, de forma harmônica e pacífica. Com o desenvolvimento 
histórico, o Estado passa a ser responsável pela promoção de políticas públicas, a fim de 
garantir Direitos Sociais fundamentais para a sociedade. No Brasil, as políticas públicas 
ganharam maior enfoque a partir da Constituição Federal de 1988, com o Estado Social e 
Democrático de Direito.
2. Políticas Públicas
São ações afirmativas do Estado para proporcionar o bem-estar social (concretização 
dos direitos sociais, tais como saúde, educação, alimentação, assistênciasocial etc.). São 
características das Políticas Públicas:
• Caráter institucional;
• Caráter decisório;
• Caráter comportamental;
• Caráter causal.
3. Princípios Relacionados às Políticas Públicas
• Intersetorialidade: ações coordenadas entre diferentes setores e complementariedade 
das ações;
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• Focalização: algumas políticas públicas são focalizadas, pois buscam redirecionar os 
recursos para determinada parcela da população;
• Universalização: ocorre quando determinada política pública busca proporcionar 
amplo acesso de toda a população, por isso universal (ex.: SUS);
• Controle social: refere-se à possibilidade de participação social no acompanhamento 
e fiscalização das ações afetas às políticas públicas.
4. Ciclo das Políticas Públicas
• Formação da Agenda: identifica-se determinada questão social como um problema 
político;
• Formulação de Alternativas e Tomada de Decisão: momento em que são elaboradas 
propostas para resolução dos problemas anteriormente identificados;
• Implementação: fase em que as alternativas propostas são implementadas na prática;
• Avaliação: conjunto de procedimentos para analisar e julgar os resultados obtidos 
com determinada política e promover eventuais ajustes que se façam necessários.
5. Avaliação
Processo sistemático de análise e avaliação das políticas governamentais para determinar 
sua eficácia, eficiência, efetividade e impacto. Quanto ao momento, a avaliação pode ser 
classificada em:
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Revisão Final para o CNU: Dicas de ouro para gabaritar sua prova 
Bloco 4: Trabalho e Saúde do Servidor
• Avaliação ex-ante: é a avaliação que se realiza antes de implementar a política pública 
(antes da aplicação dos recursos);
• Avaliação concomitante ou formativa (in itinere): é aquela realizada DURANTE a 
implementação;
• Avaliação ex-post: ocorre após a conclusão da política pública, por isso é posterior.
EIXO TEMÁTICO 3 – SOCIOLOGIA E PSICOLOGIA APLICADAS EIXO TEMÁTICO 3 – SOCIOLOGIA E PSICOLOGIA APLICADAS 
AO TRABALHOAO TRABALHO
MARCELO CAMACHOMARCELO CAMACHO
1. No contexto da teoria marxista, uma questão frequentemente cobrada em concursos 
públicos é a análise da divisão do trabalho e sua relação com a alienação. Marx destaca 
que, na sociedade capitalista, o trabalho do indivíduo é separado do produto final, o que 
causa um distanciamento entre o trabalhador e a própria produção. Esse processo de 
alienação é evidenciado pelo fato de que o trabalhador não possui controle sobre o que 
produz, transformando-se, ele mesmo, em uma mercadoria. A riqueza gerada pelo trabalho, 
paradoxalmente, empobrece o trabalhador ao valorizar as mercadorias em detrimento 
de sua própria condição humana. Assim, entender a alienação no trabalho e a divisão 
social do trabalho segundo Marx é essencial para interpretar as dinâmicas de exploração e 
desigualdade presentes nas relações capitalistas de produção.
2. Outro assunto com potencial de cobrança é a divisão do trabalho social segundo 
Émile Durkheim, especialmente as distinções entre solidariedade mecânica e solidariedade 
orgânica. Durkheim analisou como a evolução da sociedade se relaciona com a complexidade 
da divisão do trabalho. Na solidariedade mecânica, comum em sociedades menos complexas, 
a coesão social é mantida pela similaridade entre os indivíduos, prevalecendo o direito 
repressivo. Já na solidariedade orgânica, típica de sociedades mais complexas, a coesão 
deriva da interdependência entre as diferentes funções sociais, prevalecendo o direito 
restitutivo. Compreender essas distinções é essencial para entender a transição das 
sociedades tradicionais para as modernas e suas implicações nas relações sociais e jurídicas.
3. Outro tópico importante é o Toyotismo, uma abordagem moderna de organização da 
produção e do trabalho que difere significativamente do Fordismo tradicional. Enquanto o 
Fordismo se baseia na produção em massa, linha de montagem e especialização rígida das 
tarefas, o Toyotismo valoriza a flexibilidade e a polivalência dos trabalhadores. No Toyotismo, 
os operadores têm mais liberdade de movimento e capacidade de iniciativa, podendo intervir 
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Bloco 4: Trabalho e Saúde do Servidor
em diversos tipos de materiais e desempenhar múltiplas funções, incluindo fabricação, 
manutenção e gestão produtiva. Esse modelo busca aumentar a eficiência e a qualidade do 
processo produtivo, promovendo uma gestão participativa e a melhoria contínua. Conhecer 
essas diferenças é essencial para entender as evoluções no mundo do trabalho industrial 
e suas implicações para a produtividade e a satisfação dos trabalhadores.
4. Um assunto também com potencial de cobrança é o Movimento Operário no século 
XIX. Nesse sentido, as origens e os principais movimentos de resistência dos trabalhadores 
industriais, como o Ludismo e o Cartismo, têm maior chance de serem cobrados. O Ludismo, 
ativo entre 1811 e 1816, destacou-se pela destruição de maquinário industrial em resposta 
à mecanização que ameaçava empregos e condições de trabalho. Já o Cartismo, surgido na 
década de 1830, visava reformas políticas e sociais, incluindo o sufrágio universal masculino 
e melhores direitos trabalhistas, através de petições e mobilizações populares. Também 
é importante compreender a diferença entre o anarquismo e o comunismo dentro dos 
movimentos socialistas, especialmente suas propostas de organização social e econômica.
5. Em questões que abordam transformações no mercado de trabalho e exclusão 
social, é crucial compreender as nuances das relações entre trabalho, tecnologia e políticas 
econômicas. Para responder com precisão, atente-se às mudanças estruturais mencionadas, 
como a uberização do trabalho, que redefine as relações laborais através de plataformas 
digitais. Além disso, compreender as diferentes formas de exclusão social, como aquelas 
ligadas à falta de acesso a instituições formais, é fundamental. A análise crítica das políticas 
de flexibilização, desregulamentação e terceirização do trabalho também é essencial, pois 
essas práticas podem impactar diretamente o desemprego e as condições de trabalho. Para 
acertar, relacione esses conceitos com exemplos concretos e tendências contemporâneas, 
demonstrando entendimento profundo das dinâmicas socioeconômicas atuais.
MANUEL PIÑONMANUEL PIÑON
Tópico: Economia do Trabalho (4 a 7.3)
1. Atenção para não a confundir taxa de desocupação com nível de desocupação. A 
taxa de desocupação, o indicador mais importante, reflete o percentual de desocupados em 
relação às pessoas da força de trabalho, enquanto nível de desocupação reflete o percentual 
de desocupados em relação às pessoas em idade de trabalhar. Isso significa que o nível de 
desocupação é sempre menor que a taxa de desocupação, já que o número de pessoas na 
força de trabalho é sempre menor que as pessoas em idade para trabalhar.
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Bloco 4: Trabalho e Saúde do Servidor
2. Existe uma relação inversa entre a taxa de desemprego e a rotatividade. Quanto 
menor o desemprego, maior será a rotatividade e vice-versa. A rotatividade em determinado 
segmento do mercado de trabalho é maior quando for relativamente fácil e rápido para 
os trabalhadores, ao saírem de um emprego, encontrarem outro emprego. Quando temos 
empregos abundantes, as taxas de saída são maiores do que quando existem menos 
empregos à disposição.
3. Os salários de eficiência são salários pagos acima dosalário de equilíbrio e que tenham 
como objetivo o aumento da produtividade por parte do trabalhador. Existe, portanto, 
uma relação direta entre a remuneração recebida pelo trabalhador e sua produtividade. 
Associe, nessa situação, as palavras eficiência e produtividade.
4. O fato de um mercado de determinada categoria profissional estar em equilíbrio 
não significa necessariamente bem-estar daqueles que o compõem. O conceito de 
equilíbrio, em termos econômicos, é bem teórico, e nem sempre leva em conta o ponto 
de vista prático, social e ou o “lado real” da vida dos trabalhadores. Até mesmo em um 
mercado de trabalho equilibrado, podemos ter a situação em que os trabalhadores estejam 
recebendo salários que não permitem o nível mínimo de poder de compra de alimentação, 
saúde, educação, lazer, moradia etc. Visando suprir essa lacuna, surgiram, ou passaram a 
ocupar esse “papel”, as instituições governo e sindicatos. Tais instituições, na verdade, 
tem o fito de intervir no mercado e fazer com que este possibilite melhores condições de 
vida à classe trabalhadora.
5. A ameaça de ingresso sindical faz com que os empregadores concedam aumentos 
salariais extra sindicais para evitar o surgimento da sindicalização – ao mesmo tempo em 
que provocam aumentos de salários para os trabalhadores não sindicalizados, resultam 
também em desemprego ( já que a demanda por trabalhadores no setor não sindical será 
menor). Esse é o chamado “efeito ameaça”, que explica como existe uma tendência a 
menor demanda de trabalhadores, causando desemprego, quando um setor econômico 
inicia o processo de sindicalização.
RAFAEL VIEIRARAFAEL VIEIRA
1. Motivação
Temos diversas teorias de motivação, sendo que a Banca Cesgranrio costuma cobrar 
bastante as seguintes teorias: Necessidades Hierárquicas de Maslow, Dois fatores, Teoria 
X e Y, Necessidades Adquiridas (McClelland), Equidade, Expectativa, Avaliação Cognitiva.
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Bloco 4: Trabalho e Saúde do Servidor
Um elemento comum a (quase) todas as teorias é que a motivação parte de algum tipo 
de necessidade ou desejo do sujeito, que vai agir para satisfazer essa necessidade.
Entretanto, cada pessoa é motivada de maneira diferente, já que possuem demandas 
e necessidades diferentes. Portanto, não há um elemento motivacional “universal”.
Talvez a banca traga a questão de salário (dinheiro) como um motivador principal para 
o trabalhador. No entanto, apesar de importante, não é o único nem o principal.
Dica: As palavras-chave aqui são necessidades, ação, satisfação, objetivos (pessoais e 
coletivos).
2. Alienação
O conceito de alienação é bem amplo, mas, para este concurso, podemos nos concentrar 
em duas definições principais: a da Psicologia e a da Sociologia.
Para a Psicologia, a alienação implica perturbação do sentimento de identidade de uma 
pessoa sob o peso de coerções culturais.
Para a Sociologia, a alienação ocorre quando os indivíduos se sentem desligados do 
mundo ao seu redor, incapazes de influenciar ou mudar a realidade em que vivem.
Podemos relacionar, em comum a essas definições, que na alienação acontece a perda 
da capacidade de controle sobre a própria vida, bem como a perda do senso de identidade 
e de propósito.
Trata-se de uma perda de sentido diante de condições que, anteriormente, eram 
importantes e representavam algo significativo para a pessoa. O normal torna-se estranho.
A alienação pode ocorrer em diversos contextos sociais, nas relações familiares e 
(principalmente) no trabalho.
Dica: As palavras-chave aqui são perda de sentido/prazer/identidade/propósito, 
estranhamento (de si, do que faz, dos outros e do produto do trabalho).
3. Relação entre Indivíduo e Sociedade
A socialização humana se dá a partir da introdução do indivíduo em um universo de 
regras e normas pré-estabelecidas, por meio das instituições sociais (família, escola, igreja, 
trabalho), que fazem a mediação entre o mundo individual (privado) e o mundo social 
(coletivo).
Aprendemos a nos comportar socialmente ao longo de toda a nossa vida, e vamos 
mudando a forma como percebemos e compreendemos o mundo (aprendizagem social).
Temos necessidade de pertencimento, e por isso participamos de grupos, que nos trazem 
segurança, senso de identidade, reconhecimento e nos possibilitam o desenvolvimento de 
habilidades e o estabelecimento de uma posição na estrutura social (identidade social e 
papéis sociais).
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Bloco 4: Trabalho e Saúde do Servidor
Dica: As palavras-chave aqui são socialização, aprendizagem, pertencimento, instituições 
sociais, regras e normas, interação e integração social.
4. Identidades
Identidade, em Psicologia, refere-se à forma como o indivíduo percebe a si mesmo, seu 
lugar na estrutura social em que vive (seu lugar no mundo), e como ele é percebido por 
aqueles que estão a sua volta.
No senso comum, é costume utilizar PERSONALIDADE como sinônimo de identidade. 
Entretanto, para a Psicologia, esses são conceitos distintos.
Personalidade é uma estrutura psíquica, um modo de funcionamento (razoavelmente 
estável), enquanto as identidades tanto podem ser mais permanentes (racial) quanto 
podem variar ao longo da vida (identidades sociais).
Possuímos e utilizamos diversas identidades ao longo na nossa vida, relacionadas a 
quem somos, de onde viemos, o que acreditamos e fazemos.
As identidades são o principal objeto de preconceito e discriminação.
Dica: As palavras-chave aqui são papéis sociais, lugar no mundo (status social), percepção 
de semelhanças e diferenças.
5. Psicologia e Políticas Públicas
A principal função da Psicologia nas políticas públicas é trabalhar no empoderamento e na 
autonomia das pessoas, grupos e comunidades, de modo que elas assumam o protagonismo 
das ações. Tornar as pessoas em sujeitos-cidadãos.
O território é o local onde as demandas acontecem, e ninguém sabe mais sobre essas 
demandas que a própria comunidade que reside, frequenta ou trabalha naquele território.
O foco é a transformação social em busca de enfrentar as desigualdades sociais.
Portanto, a instrumentalização das comunidades para que aprendam a exercerem seus 
direitos sociais e políticos, o controle social das políticas públicas e a participação ativa na 
proposição, construção elaboração e implementação de ações sociais são o foco da ação 
da Psicologia Social Comunitária.
Dica: As palavras-chave aqui são autonomia, transformação social (ou da realidade social), 
empoderamento, protagonismo social, cidadania, enfrentamento das desigualdades sociais.
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Bloco 4: Trabalho e Saúde do Servidor
EIXO TEMÁTICO 4 – SEGURANÇA E SAÚDE DO EIXO TEMÁTICO 4 – SEGURANÇA E SAÚDE DO 
TRABALHADOR E DA TRABALHADORATRABALHADOR E DA TRABALHADORA
WILLIAN GOMESWILLIAN GOMES
Tópicos: 1 a 1.2 e 6.8 a 6.9
1. A higiene do trabalho tem caráter preventivo, visa promover a saúde, o conforto e a 
segurança dos funcionários, com a finalidade de evitar doenças ocupacionais e melhorar 
as condições de trabalho. Isso inclui principalmente a análise e o controle de agentes de 
riscos que possam representar ameaças à saúde no ambiente laboral.
2. Quando for constatada a ocorrência ou o agravamento de doença relacionada ao 
trabalho, ou ainda quando uma alteração que revele disfunção orgânica for identificada por 
meio de exames complementares, é responsabilidade da organização, após ser informada 
pelo médico responsável pelo Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), 
emitir a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT).
3. Visando a elegibilidade para benefíciose serviços previdenciários, especialmente a 
aposentadoria especial, o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) é um documento que 
comprova a exposição, ou não, do trabalhador a condições especiais de exposição a agentes 
físicos, químicos e biológicos, ou sua associação.
JÉSSIKA BORBAJÉSSIKA BORBA
1. Acidentes Ampliados
A Lei n. 12.608 de 2012 institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC), 
dispõe sobre o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (SINPDEC) e o Conselho Nacional 
de Proteção e Defesa Civil (CONPDEC). Essa lei determina, no artigo 2º, que é dever da União, 
dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios adotar as medidas necessárias à redução 
dos riscos de acidentes ou desastres. Fique ligado nas diretrizes do PNPDEC:
I – atuação articulada entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios para 
redução de desastres e apoio às comunidades atingidas;
II – abordagem sistêmica das ações de prevenção, mitigação, preparação, resposta e 
recuperação;
III – a prioridade às ações preventivas relacionadas à minimização de desastres;
IV – adoção da bacia hidrográfica como unidade de análise das ações de prevenção de 
desastres relacionados a corpos d’água;
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V – planejamento com base em pesquisas e estudos sobre áreas de risco e incidência 
de desastres no território nacional;
VI – participação da sociedade civil.
2. Comunicação do Acidente de Trabalho
Conforme a Lei n. 8.213, doença profissional é desencadeada pelo exercício do trabalho 
peculiar à determinada atividade; doença do trabalho é adquirida em condições especiais 
em que o trabalho é realizado; e acidente do trabalho ocorre pelo exercício do trabalho a 
serviço da empresa. Nesses casos, a empresa e o empregador doméstico são responsáveis 
pela emissão da Comunicação de Acidente do Trabalho (CAT). Para tanto, deverão comunicar 
o infortúnio à Previdência Social, até o 1º dia útil seguinte ao da ocorrência. Em caso de morte 
do trabalhador, a comunicação à autoridade competente deve ser feita imediatamente.
3. Acidentes Ampliados
A Lei n. 12.608/2012, que institui a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC) 
traz alguns conceitos importantes para a sua prova:
• Acidente: evento definido ou sequência de eventos fortuitos e não planejados que dão origem 
a uma consequência específica e indesejada de danos humanos, materiais ou ambientais.
• Desabrigado: pessoa que foi obrigada a abandonar sua habitação de forma temporária 
ou definitiva em razão de evacuações preventivas, de destruição ou de avaria grave 
decorrentes de acidente ou desastre e que necessita de abrigo provido pelo Sinpdec 
ou pelo empreendedor cuja atividade deu causa ao acidente ou desastre.
• Desalojado: pessoa que foi obrigada a abandonar sua habitação de forma temporária 
ou definitiva em razão de evacuações preventivas, de destruição ou de avaria grave 
decorrentes de acidente ou desastre e que não necessariamente carece de abrigo 
provido pelo Sinpdec ou pelo empreendedor cuja atividade deu causa ao acidente 
ou desastre.
• Desastre: resultado de evento adverso, de origem natural ou induzido pela ação 
humana, sobre ecossistemas e populações vulneráveis que causa significativos danos 
humanos, materiais ou ambientais e prejuízos econômicos e sociais.
• Estado de calamidade pública: situação anormal provocada por desastre causadora 
de danos e prejuízos que implicam o comprometimento substancial da capacidade 
de resposta do poder público do ente atingido, de tal forma que a situação somente 
pode ser superada com o auxílio dos demais entes da Federação.
• Plano de contingência: conjunto de procedimentos e de ações previsto para prevenir 
acidente ou desastre específico ou para atender emergência dele decorrente, incluída 
a definição dos recursos humanos e materiais para prevenção, preparação, resposta 
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e recuperação, elaborado com base em hipóteses de acidente ou desastre, com o 
objetivo de reduzir o risco de sua ocorrência ou de minimizar seus efeitos.
• Prevenção: ações de planejamento, de ordenamento territorial e de investimento 
destinadas a reduzir a vulnerabilidade dos ecossistemas e das populações e a evitar 
a ocorrência de acidentes ou de desastres ou a minimizar sua intensidade, por meio 
da identificação, do mapeamento e do monitoramento de riscos e da capacitação 
da sociedade em atividades de proteção e defesa civil, entre outras estabelecidas 
pelos órgãos do Sinpdec.
4. Doenças do Trabalho
Atenção para essa dica!
Conforme a Lei n. 8.213 de 1991, não são consideradas como doença do trabalho:
a) a doença degenerativa;
b) a inerente a grupo etário;
c) a que não produza incapacidade laborativa;
d) a doença endêmica adquirida por segurado habitante de região em que ela se desenvolva, 
salvo comprovação de que é resultante de exposição ou contato direto determinado pela 
natureza do trabalho.
5. Acidente de Trabalho
Essa dica determina os acidentes que se esquiparam aos acidentes de trabalho. São 
acidentes do trabalho por equiparação tratados no art. 21 da Lei n. 8.213/1991:
• O acidente ligado ao trabalho que, embora não tenha sido a causa única, haja contribuído 
diretamente para a morte do segurado, para redução ou perda da sua capacidade 
para o trabalho, ou produzido lesão que exija atenção médica para a sua recuperação;
• O acidente sofrido pelo segurado no local e no horário do trabalho, em consequência de:
− ato de agressão, sabotagem ou terrorismo praticado por terceiro ou companheiro 
de trabalho;
− ofensa física intencional, inclusive de terceiro, por motivo de disputa relacionada 
ao trabalho;
− ato de imprudência, de negligência ou de imperícia de terceiro ou de companheiro 
de trabalho;
− ato de pessoa privada do uso da razão;
− desabamento, inundação, incêndio e outros casos fortuitos ou decorrentes de 
força maior.
• A doença proveniente de contaminação acidental do empregado no exercício de sua 
atividade;
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• O acidente sofrido pelo segurado ainda que fora do local e horário de trabalho:
− na execução de ordem ou na realização de serviço sob a autoridade da empresa;
− na prestação espontânea de qualquer serviço à empresa para lhe evitar prejuízo 
ou proporcionar proveito;
− em viagem a serviço da empresa, inclusive para estudo quando financiada por esta 
dentro de seus planos para melhor capacitação da mão de obra, independentemen-
te do meio de locomoção utilizado, inclusive veículo de propriedade do segurado;
− no percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela, qualquer 
que seja o meio de locomoção, inclusive veículo de propriedade do segurado.
Outra dica importante: Nos períodos destinados a refeição ou descanso, ou por ocasião 
da satisfação de outras necessidades fisiológicas, no local do trabalho ou durante este, o 
empregado é considerado no exercício do trabalho.
6. Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico
FISPQ é a Ficha de informações de segurança de produtos químicos que fornece 
informações sobre vários aspectos de produtos químicos (substâncias ou misturas) 
quanto à proteção, à segurança, à saúde e ao meio ambiente. A FISPQ deve vir com 16 
seções obrigatórias, que são: 1 Identificação do produto e da empresa; 2 Identificação 
de perigos; 3 Composição e informações sobre os ingredientes; 4 Medidas de primeiros-
socorros; 5 Medidas de combate a incêndio; 6 Medidas de controlepara derramamento ou 
vazamento; 7 Manuseio e armazenamento; 8 Controle de exposição e proteção individual; 9 
Propriedades físicas e químicas; 10 Estabilidade e reatividade; 11 Informações toxicológicas; 
12 Informações ecológicas; 13 Considerações sobre tratamento e disposição; 14 Informações 
sobre transporte; 15 Regulamentações e 16 Outras informações.
7. Nexo Técnico Previdenciário
O Nexo Técnico Previdenciário foi implementado pela Previdência Social em 2007, com 
o objetivo de coibir as subnotificações dos acidentes de trabalho. Os três tipos de NTP são:
• Nexo Técnico Profissional ou do Trabalho – É caracterizado quando há relação entre 
a exposição do trabalhador – fatores de riscos com as doenças/lesões desenvolvidas, 
sendo estas constantes nas Listas A e B do anexo II do Regulamento da Previdência 
Social (Decreto n. 3.048/1999);
• Nexo Técnico Individual – É aquele que decorre de acidentes do trabalho típicos ou 
de trajeto, bem como de condições especiais em que o trabalho é realizado e com 
ele relacionado diretamente;
• Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário – É caracterizado quando houver 
associação estatística entre a atividade econômica da empresa (CNAE) em que o 
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trabalhador desenvolve as suas atividades com a sua doença/lesão (CID), conforme 
dispõe a Lista C do Decreto n. 3.048/1999.
8. NR 26 – Sinalização de Segurança
O GHS trata-se de uma rotulagem preventiva, que é um conjunto de elementos com 
informações escritas, impressas ou gráficas, relativas a um produto químico, que deve ser 
afixada, impressa ou anexada à embalagem que contém o produto. O produto químico 
utilizado no local de trabalho deve ser classificado quanto aos perigos para a segurança e a 
saúde dos trabalhadores, de acordo com os critérios estabelecidos pelo Sistema Globalmente 
Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos (GHS), da Organização 
das Nações Unidas.
A rotulagem preventiva do produto químico classificado como perigoso à segurança e 
à saúde dos trabalhadores deve utilizar procedimentos definidos pelo GHS, contendo os 
seguintes elementos: a) identificação e composição do produto químico; b) pictograma(s) 
de perigo; c) palavra de advertência; d) frase(s) de perigo; e) frase(s) de precaução; e f) 
informações suplementares.
RAYLTON CARVALHORAYLTON CARVALHO
Tópico: 8 Noções Conceituais em Engenharia da Segurança no Trabalho Relacionadas a 
Proteção Coletiva e Individual do Trabalho
NR 06 – Equipamento de Proteção Individual (EPI)
1. Seleção do EPI
Responsabilidade da organização, com participação do Serviços Especializados em 
Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), ouvindo os usuários e a Comissão Interna 
de Prevenção de Acidentes e de Assédio (CIPA).
2. Comercialização e Utilização do EPI
EPI só poderá ser posto à venda ou utilizado com a indicação do Certificado de Aprovação 
(CA) válido e expedido pelo órgão nacional competente.
Tópico: 7 Conceitos de Insalubridade e Periculosidade, sua Caracterização e Controle
NR 15 – Atividades e Operações Insalubres
3. Limite de Tolerância (LT)
Entende-se por limite de tolerância a concentração ou intensidade máxima ou mínima, 
relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente, que não causará danos à 
saúde do trabalhador em sua vida laboral.
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Tópico: 5 Noções Conceituais em Ergonomia Relacionadas a Ergonomia Física, Cognitiva 
e Organizacional
NR 17 – Ergonomia
4. Temperatura, ambiente climatizado (18ºC a 25ºC).
Tópico: 2.7 Proteção contra Incêndio e Explosões
NR 23 – Proteção contra Incêndios
5. Toda organização deve adotar medidas de prevenção contra incêndios em conformidade 
com a legislação estadual e, quando aplicável, de forma complementar, com as normas 
técnicas oficiais.
Tópico: 8.2 Gestão de Resíduos e Meio Ambiente
NR 25 – Resíduos Industriais
6. Os rejeitos radioativos devem ser dispostos conforme normatização da Autoridade 
Nacional de Segurança Nuclear (ANSN).
Tópico: 8.3 Sinalização
NR 26 – Sinalização de Segurança
7. A utilização de cores não dispensa o emprego de outras formas de prevenção de 
acidentes.
Tópico: 8.1 Trabalho Portuário e a NR 29 (Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde 
no Trabalho Portuário) e suas Atualizações
NR 29 – Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Portuário
8. Tomador de serviço é a pessoa física ou jurídica que requisita trabalhador portuário 
avulso (TPA) junto ao OGMO para execução de operações fora do porto organizado.
Tópico: 6 Biossegurança Vigilância e Promoção de Saúde do Trabalhador
NR 32 – Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde
9. No PGR dos serviços de saúde, deve constar inventário de todos os produtos químicos, 
inclusive intermediários e resíduos, com indicação daqueles que impliquem em riscos à 
segurança e saúde do trabalhador.
Tópico: 2.8 Cuidados e Protocolos com Respeito ao Trabalho em Espaços Confinados
NR 33 – Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados
10. Espaço confinado, área ou ambiente que atenda simultaneamente:
a) não ser projetado para ocupação humana contínua;
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https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/norma-regulamentadora-no-25-nr-25
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Bloco 4: Trabalho e Saúde do Servidor
b) possuir meios limitados de entrada e saída;
c) em que exista ou possa existir atmosfera perigosa.
MANOEL MACHADOMANOEL MACHADO
Tópico: Entendendo Conceitos Fundamentais de Toxicologia Ocupacional (3.1)
1. Foque em compreender as definições de perigo, risco, efeitos tóxicos e agente tóxico. 
Utilize exemplos práticos para diferenciar cada conceito e ilustrar como eles se aplicam no 
ambiente de trabalho.
Tópico: Testes de Toxicidade (3.2)
2. Estude as metodologias e propósitos dos testes de avaliação de toxicidade aguda e 
crônica. Entenda como esses testes contribuem para estabelecer os limites de exposição 
seguros para substâncias químicas.
Tópicos: Fases da Intoxicação e Vias de Penetração (3.3, 3.6)
3. Memorize as fases da intoxicação e as principais vias de penetração de agentes 
tóxicos (cutânea, inalatória, oral). Relacione essas vias com exemplos de substâncias e seus 
efeitos no corpo.
Tópicos: Limites de Exposição e Tolerância (3.4, 3.10)
4. Compreenda profundamente o que são os limites de tolerância e de exposição 
ocupacional, incluindo como eles são determinados e aplicados nas regulamentações de 
segurança do trabalho.
Tópico: Toxicocinética e Toxicodinâmica (3.11)
5. Estude absorção, distribuição, metabolismo e excreção de toxinas (toxicocinética) e 
como as toxinas interagem com os sítios de ação no organismo (toxicodinâmica).
Tópico: Monitoramento e Controle da Exposição (3.12)
6. Aprenda sobre as estratégias de controle da exposição ocupacional e a importância 
do monitoramento biológico. Destaque os indicadores biológicos mais comuns e como eles 
são utilizados para avaliar a exposição.
Tópico: Efeitos Genotóxicos e Carcinogênicos (3.12.5)
7. Foque nos efeitos mutagênicos e carcinogênicos de substâncias químicas, 
compreendendo os mecanismos através dos quais eles causam danos e as implicações 
para a saúde a longo prazo.
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Tópico:Conhecimentos em Saneamento Ambiental (8.1)
8. Estude os principais conceitos e práticas em saneamento ambiental, especialmente 
como eles se relacionam com a saúde pública e a prevenção de doenças.
Tópico: Gestão de Resíduos (8.2)
9. Compreenda os processos e a importância da gestão de resíduos sólidos e líquidos, 
enfocando nas técnicas de minimização, reciclagem e disposição segura.
Tópico: Ferramentas da Qualidade e Certificações (8.5)
10. Familiarize-se com as principais ferramentas da qualidade usadas no contexto 
organizacional, como Six Sigma e ISO, e entenda como essas ferramentas e certificações 
contribuem para a melhoria contínua dos processos.
EIXO TEMÁTICO 5 – DIREITO DO TRABALHOEIXO TEMÁTICO 5 – DIREITO DO TRABALHO
MARIA RAFAELAMARIA RAFAELA
Tópicos: 1 Princípios e fontes do direito do trabalho. 2 Direitos constitucionais dos 
trabalhadores e das trabalhadoras. 3 Relação de trabalho e relação de emprego. 4 Fraude 
aos preceitos protetivos da CLT; fraude à relação de emprego; terceirização lícita e ilícita. 
5 Sujeitos do contrato de trabalho stricto sensu: 5.1 Empregado e empregador (conceito 
e caracterização). 5.2 Poderes do empregador no contrato de trabalho. 5.3 Estado como 
empregador. 6 Empresa e estabelecimento; grupo econômico; sucessão de empregadores; 
responsabilidade solidária. 7 Contrato individual de trabalho; conceito, classificação, espécies, 
características e efeitos; alteração do contrato de trabalho; alteração unilateral e bilateral; o 
jus variandi; suspensão e interrupção do contrato de trabalho; caracterização e distinção. 8 
Formas de rescisão do contrato de trabalho. 9 Duração do trabalho: 9.1 Jornada de trabalho. 
9.2 Registro e controle do horário de trabalho. 9.3 Períodos de descanso; intervalo para 
repouso e alimentação. Descanso semanal remunerado. 9.4 Trabalho noturno e trabalho 
extraordinário. 9.5 Sistema de compensação de horas. 10 Salário-mínimo; irredutibilidade 
e garantia.
1. Guarde as características do grupo econômico, destacando-se as seguintes 
características para as provas:
1) Sempre que uma ou mais empresas, tendo, embora, cada uma delas, personalidade 
jurídica própria – PERSONALIDADES JURÍDICAS DISTINTAS; 2) estiverem sob a direção, 
controle ou administração de outra, ou ainda quando, mesmo guardando cada uma sua 
autonomia, integrem grupo econômico; 3) serão responsáveis solidariamente pelas 
obrigações decorrentes da relação de emprego – GRUPO ECONÔMICO GERA RESPONSABILIDADE 
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SOLIDÁRIA; 4) não caracteriza grupo econômico a mera identidade de sócios; 5) sendo 
necessárias, para a configuração do grupo, a demonstração do interesse integrado, a 
efetiva comunhão de interesses e a atuação conjunta das empresas dele integrantes.
2. O Estado ainda tem responsabilidade subsidiária em dívidas trabalhistas, mas não de 
forma automática. O STF entende que, pelo Tema n. 725, é lícita a terceirização ou qualquer 
outra forma de divisão do trabalho entre pessoas jurídicas distintas, independentemente 
do objeto social das empresas envolvidas, mantida a responsabilidade subsidiária da 
empresa contratante. Além disso, fica mantida a tese: “O inadimplemento dos encargos 
trabalhistas dos empregados do contratado não transfere ao poder público contratante 
automaticamente a responsabilidade pelo seu pagamento, seja em caráter solidário ou 
subsidiário, nos termos do artigo 71, § 1º, da Lei n. 8.666/1993.”
3. Sobre as fontes de direito do trabalho, especialmente sobre tratados e convenções 
internacionais como fontes de direito do trabalho:
Sobre os tratados e convenções internacionais, é imperioso destacar decisão do STF 
sobre a matéria e que será cobrada, com certeza, nos próximos anos. Afirma: Para denúncia 
de tratados internacionais, há necessidade da manifestação da vontade do Congresso 
Nacional (ADC 39/DF).
A Tese fixada pelo STF: “A denúncia pelo presidente da República de tratados 
internacionais aprovados pelo Congresso Nacional, para que produza efeitos no 
ordenamento jurídico interno, não prescinde da sua aprovação pelo Congresso.”
4. Demissão de Empregado de Empresa Pública
O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu no julgamento do Recurso 
Extraordinário (RE) 688267, Tema n. 1.022 da repercussão geral, e decidiu, por maioria de 
votos, que a demissão sem justa causa de empregados de empresas públicas e sociedades 
de economia mista, admitidos por concurso público, deve ser devidamente motivada. Ou 
seja, as razões da dispensa precisam ser indicadas claramente, ainda que de forma 
simples, mas em ato formal. Prevaleceu a divergência de que o empregado admitido por 
concurso e demitido sem justa causa tem o direito de saber o motivo pelo qual está sendo 
desligado, seja por insuficiência de desempenho, metas não atingidas, necessidade de corte 
de orçamento ou qualquer outra razão. A motivação, entretanto, não exige instauração de 
processo administrativo, não se confundindo com a estabilidade no emprego e dispensando 
as exigências da demissão por justa causa.
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5. É importante conhecer os novos pressupostos de rescisão contratual por acordo, 
conforme o art. 484-A da CLT: O contrato de trabalho poderá ser extinto por acordo entre 
empregado e empregador, caso em que serão devidas as seguintes verbas trabalhistas: I. 
por metade: a) o aviso prévio, se indenizado; e b) a indenização sobre o saldo do Fundo 
de Garantia do Tempo de Serviço, prevista no § 1º do art. 18 da Lei n. 8.036, de 11 de 
maio de 1990; II. na integralidade, as demais verbas trabalhistas. A extinção do contrato 
permite a movimentação da conta vinculada do trabalhador no Fundo de Garantia do Tempo 
de Serviço, limitada até 80% (oitenta por cento) do valor dos depósitos. A extinção do 
contrato por acordo não autoriza o ingresso no Programa de Seguro-Desemprego.
6. Sobre o intervalo intrajornada (intervalo de descanso), é importante saber as 
características advindas da Reforma Trabalhista: 1) Em qualquer trabalho contínuo, cuja 
duração exceda de 6 (seis) horas, é obrigatória a concessão de um intervalo para repouso ou 
alimentação, o qual será, no mínimo, de 1 (uma) hora e, salvo acordo escrito ou contrato 
coletivo em contrário, não poderá exceder de 2 (duas) horas; 2) Não excedendo de 6 
(seis) horas o trabalho, será, entretanto, obrigatório um intervalo de 15 (quinze) minutos 
quando a duração ultrapassar 4 (quatro) horas; 3) Os intervalos de descanso não serão 
computados na duração do trabalho; 4) A não concessão ou a concessão parcial do intervalo 
intrajornada mínimo, para repouso e alimentação, a empregados urbanos e rurais, implica 
o pagamento, de natureza indenizatória, apenas do período suprimido, com acréscimo de 
50% (cinquenta por cento) sobre o valor da remuneração da hora normal de trabalho.
7. É importante ter as características do regime de trabalho em TEMPO PARCIAL: 1) 
Considera-se trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda a 
trinta horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares semanais; 2) Ou, 
ainda, aquele cuja duração não exceda a vinte e seis horas semanais, com a possibilidade 
de acréscimo de até seis horas suplementares semanais; 3) O salário a ser pago aos 
empregados sob o regime de tempo parcial será proporcional à sua jornada, em relação 
aos empregados que cumprem, nas mesmas funções, tempo integral; 4) Para os atuais 
empregados, a adoção do regime de tempo parcial será feita mediante opção manifestada 
perante a empresa, na forma prevista em instrumento decorrente de negociação coletiva; 
5) As horas suplementares àduração do trabalho semanal normal serão pagas com o 
acréscimo de 50% (cinquenta por cento) sobre o salário-hora normal.
8. Sobre o regime de teletrabalho, é importante destacar as seguintes características: 1) 
Considera-se teletrabalho ou trabalho remoto a prestação de serviços fora das dependências 
do empregador, de maneira preponderante ou não, com a utilização de tecnologias de 
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https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8036consol.htm#art18
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informação e de comunicação, que, por sua natureza, não configure trabalho externo; 2) 
O comparecimento, ainda que de modo habitual, às dependências do empregador para a 
realização de atividades específicas que exijam a presença do empregado no estabelecimento 
não descaracteriza o regime de teletrabalho ou trabalho remoto; 3) Fica permitida a 
adoção do regime de teletrabalho ou trabalho remoto para estagiários e aprendizes.; 4) O 
regime de teletrabalho ou trabalho remoto não se confunde nem se equipara à ocupação 
de operador de telemarketing ou de teleatendimento; 5) A prestação de serviços na 
modalidade de teletrabalho deverá constar expressamente do instrumento de contrato 
individual de trabalho.
9. Características importantes do contrato de trabalho intermitente: 1) O contrato de 
trabalho intermitente deve ser celebrado por escrito e deve conter especificamente o 
valor da hora de trabalho, que não pode ser inferior ao valor horário do salário-mínimo 
ou àquele devido aos demais empregados do estabelecimento que exerçam a mesma 
função em contrato intermitente ou não; 2) O empregador convocará, por qualquer meio 
de comunicação eficaz, para a prestação de serviços, informando qual será a jornada, com, 
pelo menos, três dias corridos de antecedência; 3) Recebida a convocação, o empregado terá 
o prazo de um dia útil para responder ao chamado, presumindo-se, no silêncio, a recusa.
Tópicos: 12 Salário e remuneração: 12.1 Conceito e distinções. 12.2 Composição do 
salário. 12.3 Modalidades de salário; formas e meios de pagamento do salário. 12.4 13º 
salário; equiparação salarial. 12.5 Princípio da igualdade de salário. 12.6 Desvio de função. 13 
Benefícios aos trabalhadores e trabalhadoras: vale-transporte, FGTS, seguro-desemprego e 
abono salarial. 14 Prescrição e decadência.
10. Sobre a remuneração, temos algumas características: 1) Compreendem-se na 
remuneração do empregado, para todos os efeitos legais, além do salário devido e pago 
diretamente pelo empregador, como contraprestação do serviço, as gorjetas que 
receber; 2) Integram o salário a importância fixa estipulada, as gratificações legais e as 
comissões pagas pelo empregador; 3) As importâncias, ainda que habituais, pagas a título 
de ajuda de custo, auxílio-alimentação, vedado seu pagamento em dinheiro, diárias para 
viagem, prêmios e abonos não integram a remuneração do empregado, não se incorporam ao 
contrato de trabalho e não constituem base de incidência de qualquer encargo trabalhista 
e previdenciário.
11. Sobre gorjetas, é importante levar para as provas o teor da Súmula n. 354 do TST: 
As gorjetas, cobradas pelo empregador na nota de serviço ou oferecidas espontaneamente 
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pelos clientes, integram a remuneração do empregado, não servindo de base de cálculo para 
as parcelas de aviso-prévio, adicional noturno, horas extras e repouso semanal remunerado.
Tópicos: 16 Direito coletivo do trabalho; conceito, objeto, função, evolução histórica, 
princípios e fontes normativas; organização sindical; conceito de categoria; categoria 
diferenciada; negociação coletiva no Direito do Trabalho; instrumentos coletivos de trabalho; 
mediação e arbitragem no Direito do Trabalho. 17 Direito de greve; greve nos serviços essenciais.
12. Ultratividade das Cláusulas Normativas de Acordos e Convenções Coletivas
ADPF 323/DF: É inconstitucional a interpretação jurisprudencial da Justiça do Trabalho 
que mantém a validade de direitos fixados em cláusulas coletivas com prazo já expirado até 
que novo acordo ou convenção coletiva seja firmado. Não cabe ao TST agir excepcionalmente 
e, para chegar a determinado objetivo, interpretar norma constitucional de forma arbitrária. 
Assim, a ultratividade das normas coletivas, ao argumento de que as cláusulas pactuadas 
se incorporam aos contratos de trabalho individual, é incompatível com os princípios da 
legalidade, da separação dos Poderes e da segurança jurídica. Com base nesse entendimento, 
o Plenário, por maioria, julgou procedente a ADPF para declarar a inconstitucionalidade da 
Súmula n. 277 do TST.
13. Memorize o teor do art. 611-A e 611-B da CLT, pois despencam nas provas, tanto 
em questões teóricas como em criação de casos práticos.
14. Acordos e Convenções Coletivos: Limitação ou Afastamento de Direitos Trabalhistas 
e Horas In Itinere
ARE 1121633/GO (Tema n. 1.046 RG). Tese fixada: “São constitucionais os acordos e 
as convenções coletivos que, ao considerarem a adequação setorial negociada, pactuam 
limitações ou afastamentos de direitos trabalhistas, independentemente da explicitação 
especificada de vantagens compensatórias, desde que respeitados os direitos absolutamente 
indisponíveis.”
Ou seja, é constitucional norma oriunda de negociação coletiva que, apesar de limitar 
ou afastar direitos trabalhistas, assegura aos trabalhadores os direitos absolutamente 
indisponíveis. Os acordos e convenções coletivas devem ser interpretados com base no 
princípio da equivalência entre os negociantes, de modo que a autonomia coletiva — cujo 
reconhecimento não significa renúncia ao acesso à Justiça — não pode ser simplesmente 
substituída pela invocação do princípio protetivo ou da primazia da realidade, oriundos do 
direito individual trabalhista. No caso, quanto às horas in itinere — cuja questão se vincula 
diretamente ao salário e à jornada de trabalho —, trata-se de direito disponível, sujeito, 
portanto, à autonomia da vontade coletiva.
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https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=4599102
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15. Há decisão importante sobre dispensa em massa e intervenção sindical RE 999435/
SP (Tema n. 638 RG). Tese fixada: “A intervenção sindical prévia é exigência procedimental 
imprescindível para a dispensa em massa de trabalhadores, que não se confunde com 
autorização prévia por parte da entidade sindical ou celebração de convenção ou acordo 
coletivo.” Ou seja, a dispensa em massa de empregados deve ser precedida da tentativa de 
diálogo entre a empresa e o sindicato dos trabalhadores.
Tópicos: 18.2 Trabalho avulso não portuário. 18.3 Trabalho esportivo. 18.4 Trabalho em 
atividades petrolíferas: NR 37 (Norma regulamentadora de segurança e saúde em plataformas 
de petróleo) e suas atualizações. 18.5 Trabalho do artista e do técnico em espetáculos 
de diversões. 18.6 Trabalho da pessoa com deficiência e reabilitada. 18.7 Aprendizagem 
profissional. 18.8 Trabalho rural: Lei n. 5889 de 1973 e alterações e NR 3118.9 Trabalho 
cooperado. 18.10 Trabalho infantil e proteção do trabalhador adolescente. 18.11 Trabalho 
análogo ao de escravo e tráfico de pessoas. 19 Convenções da OIT: natureza jurídica, processo 
de elaboração, ratificação, denúncia, vigência, aplicação e revisão.
16. O contrato de aprendizagem tem as seguintes características importantes para as 
provas: 1) Contrato de aprendizagem é o contrato de trabalho especial, ajustado por escrito 
e por prazo determinado, em que o empregador se compromete a assegurar ao maior de 
14 (quatorze) e menor de 24 (vinte e quatro) anos inscrito em programa de aprendizagem 
formação técnico-profissional metódica, compatível com o seu desenvolvimento físico, 
moral e psicológico, e o aprendiz, a executar com zelo e diligência as tarefas necessárias 
a essa formação; 2) O contrato de aprendizagem não poderá ser estipulado por mais de 
2 (dois) anos, exceto quando se tratar de aprendiz portador de deficiência; 3) A idade 
máxima prevista de 24 anos não se aplica a aprendizes com deficiência.
17. O STF determinou que gestantes com contrato temporário têm direito à licença-
maternidade e estabilidade provisória até cinco meses pós-parto, reforçando a proteção 
constitucional à trabalhadora e ao bebê, independentemente do tipo de emprego. Vale 
ressaltar que a estabilidade de mulheres gestantes até o 5º mês após o parto é garantida 
pela Constituição Federal, no Ato das Disposições Constitucionais Transitórias que determina: 
“Fica vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa da empregada gestante, desde 
a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto.”
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WILLIAN GOMESWILLIAN GOMES
Tópicos: 18 a 20.2
1. O trabalhador avulso é uma pessoa física que realiza serviços para diversas empresas, 
conhecidas como tomadoras de serviço, sem estabelecer um vínculo empregatício. A 
intermediação entre o trabalhador e a empresa é obrigatoriamente conduzida por um sindicato 
ou pelo Órgão Gestor de Mão de Obra (OGMO), especialmente no caso de trabalhadores 
portuários. Apesar da obrigação de intermediação, o trabalhador avulso tem a opção de 
filiar-se ou não ao sindicato.
2. A Norma Regulamentadora (NR) 29 estabelece medidas de prevenção em Segurança 
e Saúde no trabalho portuário, além de diretrizes para implementação do gerenciamento 
dos riscos ocupacionais nos ambientes de trabalho abrangidos por ela. Aplica-se tanto ao 
trabalho portuário realizado a bordo como em terra, abrangendo também outras atividades 
nos portos e instalações portuárias, sejam públicas ou privadas, localizadas dentro ou fora 
da área do porto organizado, incluindo os terminais retroportuários.
3. A distribuição dos Auditores-Fiscais do Trabalho ocorrerá através de um sistema 
de rodízio, que será realizado por meio de sorteio público. Esse sistema proíbe que um 
auditor-fiscal seja designado para a mesma área em períodos consecutivos. Apesar do 
rodízio, o dever do auditor-fiscal do trabalho de inspecionar os estabelecimentos em sua 
área de responsabilidade não o isenta da obrigação de relatar imediatamente à autoridade 
competente qualquer violação às leis trabalhistas identificada em qualquer estabelecimento.
RAYLTON CARVALHORAYLTON CARVALHO
Tópico: 20.6 Norma Regulamentadora n. 1
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais
1. Dever do empregador na implementação das medidas de prevenção, ouvindo os 
trabalhadores, seguindo a ordem:
I – Eliminar o risco;
II – Minimização/Controle do fator de risco (EPC);
III – Minimização/Controle do fator de risco (Medidas administrativas/organização); e
IV – Equipamento de Proteção Individual (EPI).
Tópico: 20.2 NR 3 – Embargo e Interdição
2. Embargo e interdição são medidas de urgência adotadas a partir da constatação de 
condição ou situação de trabalho que caracterize grave e iminente risco ao trabalhador.
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JÉSSIKA BORBAJÉSSIKA BORBA
1. Convenções da OIT
O processo de ratificação das Convenções da OIT se inicia pela decisão de adoção 
pelo Executivo Federal, aprovação pelo Congresso Nacional, implementação, fiscalização 
e monitoramento. A decisão de adoção das convenções da OIT é feita pelo Poder 
Executivo, seguida pela aprovação pelo Congresso Nacional, implementação, fiscalização 
e monitoramento. Nos termos do Artigo 49, I, da Constituição Federal de 1988; Decreto n. 
3.912/2001:
Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:
I – resolver definitivamente sobre tratados, acordos ou atos internacionais que 
acarretem encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional.
2. Trabalho Rural
Para a CLT, a jornada de trabalho noturno é aquela realizada entre às 22 horas de um dia 
e às 5 horas da manhã do dia seguinte, em áreas urbanas. Já para trabalhadores rurais, a 
legislação determina que o trabalho noturno está compreendido entre 21 horas e 5 horas 
(em lavouras) e entre 20 horas e 4 horas (na atividade pecuária).
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	Sumário
	Revisão Final para o CNU: Dicas de Ouro para Gabaritar sua Prova! Bloco 4: Trabalho e Saúde do Servidor
	Eixo Temático 1 – Gestão Governamental e Governança Pública – Adriel de Sá
	Eixo Temático 2 – Políticas Públicas
	Natale Souza
	Jesser Borges
	Eixo Temático 3 – Sociologia e Psicologia Aplicadas ao Trabalho
	Marcelo Camacho
	Manuel Piñon
	Rafael Vieira
	Eixo Temático 4 – Segurança e Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora
	Willian Gomes
	Jéssika Borba
	Raylton Carvalho
	Manoel Machado
	Eixo Temático 5 – Direito do Trabalho
	Maria Rafaela
	Willian

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