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correntes na sociedade nascem ali. B) Uma educação antirracista prevê um cotidiano escolar que respeite apenas, em seu discurso, as diferenças étnico- C) Toda e qualquer reclamação de ocorrência de discriminação e preconceito no espaço escolar deve ser evitada, pois os protagonistas dessas situações não são culpados por tais acontecimentos. D) Os são fruto de escolhas políticas, dai a importância de se incluir em nossos a problemática das relações étnico-raciais em todos os níveis E) comportamento discriminatório é considerado mais grave, do ponto de vista legal, que o preconceito racial vivido nas relações sociais vivenciadas na escola. Questão 6: Trata-se de uma concepção que compreende as relações sociais estabelecidas entre sujeitos que, entre outras coisas, se reconhecem possuidores de uma origem comum, integrantes de grupos diferentes, na sociedade abrangente. Essa explicação se refere ao termo: A) B) Racismo. D) Mito. E) Ideologia Questão 7: Leia texto: DNA de negros e pardos do Brasil é 60% a 80% europeu 18/02/2011, Reinaldo José Lopes, editor de Ciência) "No Brasil, faz cada vez menos sentido considerar que brancos têm origem europeia e negros são Segundo um novo estudo, mesmo quem se diz ou nos censos nacionais traz forte contribuição da Europa em seu DNA. o trabalho, coordenado por Sérgio Danilo Pena, da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), indica ainda que, apesar das diferenças regionais, a ancestralidade dos brasileiros acaba sendo relativamente uniforme. A grande mensagem do trabalho é que [geneticamente] Brasil é bem mais homogêneo do que se disse Pena à Folha. De Belém (PA ) a Porto Alegre, a ascendência europeia nunca é inferior, em média, a nem ultrapassa os Há doses mais ou menos generosas de sangue africano, enquanto a menor contribuição é a indigena, só ultrapassando os 10% na região Norte do DEBAIXO DA PELE lado europeu dos pardos e negros brasileiros PA 934 5,4 milhões BA foi são os imigrantes europeus de pessoas que que vieram ao Brasil entre participaram do estudo 1872 e 1975 RJ Proporções médias de ancestralidade genética, em % RS Europeia Africana Indigena PARÁ BAHIA RIO DE JANEIRO R. GRANDE DO SUL 14.1 8,8 6,5 Brancos 78,2 66,8 24.4 86,1 85.5 20,9 8,9 23.8 8,7 11.4 Pardos 30,8 67.5 44,4 10,1 7,9 11 Negros 52,4 27,5 53,9 35.9 42.7 49,5 43,1 45,9 Quase mil