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Desinfecção de Materiais e Consultório Superfícies clínicas - contaminadas durante o atendimento pelo contato das mãos enluvadas ou instrumentos contaminados, como por exemplo as alças do refletor. • Superfícies de limpeza - que estão dentro da área clínica mas não são tocadas pelos profissionais ou pelo paciente durante o atendimento. Como fazer o controle de infecção nas superfícies clínicas? São duas as alternativas: • Colocação de barreiras impermeáveis ;Limpeza e desinfecção das área. Desinfecção de Materiais e Consultório 1. Colocação de barreiras impermeáveis Materiais que podem ser utilizados: TNT Sacos plásticos ou filme PVC Protetor plástico descartáveis nas pontas da seringa tríplice Revestimento estéril para procedimentos cirúrgicos Vantagens: • Protocolo é mais rápido entre um paciente e outro; • Prática para superfícies cuja limpeza é difícil; • O protocolo é facilmente identificado pelo paciente; • Eficiente em superfícies porosas ou que não podem receber desinfetantes como eletrônicos e certos equipamentos. Desvantagens: • Necessita uma variedade de modelos para se adaptar às diferentes necessidades; •Adiciona muito material não degradável ao meio ambiente; •Pode custar mais caro que os desinfetantes. Limpeza Concorrente- realizar ao final de cada expediente Limpeza Terminal Realizar ao final do expediente das sextas-feiras/sábados RDC Nº 15, DE 15 DE MARÇO DE 2012 Dispõe sobre requisitos de boas práticas para o processamento de produtos para saúde. • Regulamento tem o objetivo de estabelecer os requisitos de boas práticas para o funcionamento dos serviços que realizam o processamento de produtos para a saúde visando à segurança do paciente e dos profissionais envolvidos. • Este regulamento se aplica aos centros de material e esterilização - CME dos serviços de saúde públicos e privados, civis e militares, e às empresas processadoras envolvidas no processamento de produtos para saúde EMBALAGEM/ EMPACOTAMENTO A embalagem deve permitir a penetração do agente esterilizante e proteger os artigos de modo a assegurar a esterilidade até a sua abertura. RDC 15 ART. 78 As embalagens utilizadas para a esterilização de produtos para saúde devem estar regularizadas junto à ANVISA, para uso especifico em esterilização. ART. 79 Não é permitido o uso de embalagens de papel Kraft, papel toalha, papel manilha, papel jornal e lâminas de alumínio, assim como as embalagens tipo envelope de plástico transparente não destinadas ao uso em equipamentos de esterilização. ART. 81 Não é permitido o uso de caixas metálicas sem furos para esterilização de produtos para saúde. ART. 83 É obrigatória a identificação nas embalagens dos produtos para saúde submetidos à esterilização por meio de rótulos ou etiqueta ESTERILIZAÇÃO DE ARTIGO A esterilização é o processo que visa destruir ou eliminar todas as formas de vida microbiana presentes, por meio de processos físicos ou químicos. Na Odontologia, os processos de esterilização indicados são: Físicos: utilizando-se o vapor saturado sob pressão (autoclave). • Gravitacional: o ar é removido por gravidade, sendo que o ar frio, mais denso, tende a sair por um ralo colocado na parte inferior da câmara, quando o vapor é admitido. • Pré-vácuo: o ar é removido com o uso de bombas de vácuo, podendo ser um único pulso (alto vácuo) ou seguidas injeções e retiradas rápidas de vapor (pulsos de pressurização). ART. 92 Não é permitido o uso de estufas para a esterilização de produtos para saúde. A tinta indicativa contém um substrato que reage a uma determinada temperatura mudando sua tonalidade. Sua única função é diferenciar um produto que passou pelo processo ou não. Ela NÃO INDICA qualidade no processo, não sendo aceita pela ANVISA como único indicador para autoclaves. INDICADOR BIOLÓGICO O monitoramento biológico é realizado utilizando-se tiras de papel impregnadas por esporos bacterianos do gênero Bacillus, de bactérias termofílicas formadoras de esporos, capazes de crescer em temperaturas nas quais as proteínas são desnaturadas. Parágrafo único. A carga só deve ser liberada para utilização após leitura negativa do indicador biológico. Art. 99 - o monitoramento do processo de esterilização com indicador biológico deve ser feito diariamente e deve ser posicionado no ponto de maior desafio ao processo de esterilização, definido durante os estudos térmicos na qualificação de desempenho do equipamento de esterilização. Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) Objetivo - Minimizar a produção de resíduos e proporcionar aos resíduos gerados, um encaminhamento seguro, de forma eficiente, visando à proteção dos trabalhadores, a preservação da saúde pública, dos recursos naturais e do meio ambiente. RDC ANVISA, nº 222, de 28 de março de 2018, regulamenta as Boas Práticas de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde e dá outras providências. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS PRODUZIDOS NOS SERVIÇO DE SAÚDE ● GRUPO A(POTENCIALMENTE INFECTANTES) ● GRUPO B (QUÍMICOS) ● GRUPO C (REJEITOS RADIOATIVOS) ● GRUPO D (RESÍDUOS COMUNS) ● GRUPO E (PERFUROCORTANTES) De acordo com a resolução CONAMA 005/93 e ANVISA, RDC n.º 306/04 Grupo A - Resíduos Biológicos e/ou Infectantes Grupo B - Resíduos Químicos Grupo C - Resíduos Radioativos Grupo D - Resíduos Comuns, que pode ser subdividido em cinco subgrupos: resíduos de cozinha, resíduos finais, resto alimentar, material reciclável e entulhos de obras. ALGUNS PRODUTOS Solução à base de ácido Peracético 0,2% • Necessita ser utilizado junto com o sachê antiferrugem. •A solução tem validade média de 30 dias após aberta, no entanto, recomenda-se a quantificação de ácido peracético através das fitas para teste, pois caso esteja menor que 0,2% tem sua efetividade prejudicada. •Destinado à limpeza de artigos médicos e odontológicos, como instrumentais, utensílios e vidrarias impregnados de matéria orgânica como sangue e outros fluídos corpóreos para desinfecção. A base de Quaternário de Amônio de 5a geração. Não diluir, aplicar puro diretamente no local e deixar em contato por 10 minutos. • Indicado como desinfetante de nível intermediário para superfícies fixas e artigos não críticos. • ATENÇÃO: Não indicado para imersão de instrumentos. À base de Peróxido de Hidrogênio Acelerado. • Desinfetante hospitalar de nível intermediário (bactericida, fungicida, virucida e tuberculicida) para superfícies fixas e artigos não críticos. • Limpa e desinfeta superfícies como vinil, acrílico, e outras superfícies plásticas, aço inox, alumínio, laminados, vidros, entre outros. • SistemaJ-FlexDosagem: • Limpezadiária–1:256, • Limpezapesada–1:128, • Limpezaeeliminaçãodevírus–1:64, • Limpezaedesinfecção–1:16 Hipoclorito de Sódio 1%. • Elimina bactérias vegetativas, vírus, fungos e micobactérias. • Desinfetante hospitalar para superfícies fixas e artigos não críticos a base de Hipoclorito de Sódio contendo 1% de cloro ativo estabilizado – 10.000ppm. • Indicado para desinfecção de superfícies fixas e artigos não críticos de qualquer área hospitalar, clínicas médicas, odontológicas e análises. • Pisos, paredes, mobiliários, objetos e equipamentos odontológicos, médicos e hospitalares. Álcool 70% é indicado para uso hospitalar, na desinfecção de superfícies fixas e artigos não críticos. • Indicado para Desinfecção de nível médio ou intermediário. • Desinfetante Hospitalar para Superfícies fixas e artigos não críticos em ambientes hospitalares e estabelec image1.jpg image2.jpg