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Fatores de Ranqueamento dos Resultados (DesktoP Versus MOBILE) 
 
Nesta última seção do capítulo, faremos um apanhado teórico das implicações que 
o mobile desencadeou na sociedade. Entender isso é fundamental antes de abordarmos 
especificamente sobre as especificações técnicas entre a mobilidade dos aparelhos e dos 
desktops. Com a digitalização da sociedade, vivenciamos o aumento das tecnologias 
móveis digitais. “Como as redes sem fio, que são compostas pela característica de 
velocidade e de abrangência, entre outras especificidades e diferenciações entre elas; e 
ainda as redes wi-fi, 3G, 4G (terceira e quarta gerações) e bluetooth” (CARDOSO; PRADO 
JUNIOR; IACOMINI JUNIOR, 2017a, p. 4), que logo foi absorvido pelas empresas com foco 
no e-commerce. 
Alguns elementos fornecem pistas de como essa alteração se desencadeou, tais 
como: a popularização dos preços dos computadores, smartphones e videogames. Do 
ponto de vista governamental, a implementação da política de desoneração dos devices 
(dispositivos) consistiu na isenção dos tributos federais PIS/ Pasep e Cofins dos celulares, 
na venda a varejo, reduzindo o preço dos aparelhos. Tal ação, iniciada em 2013 pelo 
Ministério das Comunicações, impulsionou a compra e venda de dispositivos e o país 
alcançou, em agosto de 2015, mais de 280 milhões de linhas ativas na telefonia móvel. 
As políticas de incentivo somadas às formas de parcelamento de pagamentos 
resultam no cenário em que o primeiro contato do usuário com a rede é pela tela de um 
pequeno aparelho que cabe na palma da mão. “Hoje, a cidade informacional do século XXI 
encontra na cultura da mobilidade o seu princípio fundamental: a mobilidade de pessoas, 
objetos, tecnologias e informação sem precedente” (LEMOS; JOSGRILBERG, 2009, p. 28). 
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Fonte: Disponível em: . Acesso em: 2 jan. 
2018. 
 
No infográfico anterior, constatamos que se levou cerca de 75 anos para a telefonia 
chegar a 50 milhões de pessoas. “Hoje um app de iOS e Android ou um game com o 
Pokemon Go, atingiu 50 milhões de downloads em 19 dias. Nos últimos dez anos, a taxa 
de adoção de novas tecnologias tem acelerado a uma velocidade vertiginosa” (CARDOSO; 
PRADO JUNIOR; IACOMINI JUNIOR, 2017b, p. 4). A partir deste panorama, a sociedade 
se reorganiza e se adapta para novas narrativas hipermidiáticas, em que “cada tecnologia 
é também um ator, que participa das ações em curso, modificando-as, como também os 
outros participantes” (PRIMO, 2013, p. 24). 
Quando pensamos em tecnologia móvel, pensamos que sua posse está ligada aos 
indivíduos que se encontram no topo da cadeia econômica e que usam celulares de última 
geração. Porém, a base dessa pirâmide de consumo é constituída por elementos mais 
simples, que cumprem seu papel na circulação de notícias, acesso às redes sociais, 
aplicativos de e-commerce e navegação online. Eles estão, em grande parte, nas periferias 
que se apropriam dessa tecnologia para distribuir informações sem passar pelos centros 
metropolitanos, pelo rádio ou televisão. 
Temos novos componentes em um cenário conhecido pela população que, por sua 
vez, adota diferentes posturas de interações, sendo assim, “qualquer nova técnica, ideia ou 
ferramenta, enquanto que permite novas possibilidades de ação pelo usuário, coloca de 
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lado os modos antigos de fazer as coisas” (MCLUHAN, 2007, p. 99). Dados do IBGE 
apontam que o celular é o principal aparelho de acesso à internet nos domicílios brasileiros, 
superando os microcomputadores. 
 
 
 
Fonte: Disponível em: . Acesso em: 08 jan. 2018. 
 
Existem smartphones de baixo custo desenvolvidos para atender às necessidades 
da população com menor poder aquisitivo que possuem características de maior 
usabilidade dos usuários, os quais suportam diferentes chips simultaneamente, o que 
possibilita escolher a operadora de telefonia que estiver oferecendo maior vantagem em 
um determinado serviço. “[...] Tornaram-se um canal para chegar a mais pessoas com mais 
informação do que a disponível nas condições que os precederam” (MCQUAIL, 2013, p. 
477). Essa composição chama atenção para um diferente tipo de design, no qual a China, 
por exemplo, com produtos de baixo custo, consegue atender às necessidades básicas do 
consumidor. 
A internet completa 23 anos de funcionamento no Brasil em 2018 e nesse período 
modificou os modelos de negócios e a comunicação entre os indivíduos. Dados do Instituto 
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que 92,1% dos acessos à web no país 
são realizados por dispositivos móveis. A partir destes dados, visualiza-se uma mudança 
na sociedade no que diz respeito à adoção de novas tecnologias. Tal dinâmica altera os 
processos e práticas comunicacionais entre os atores sociais, definidos como “o lócus 
privilegiado dos estudos do campo comunicacional” (BARBOSA, 2012, p. 147). 
A pesquisa “TIC domicílios 2015” também apresenta a relação entre os dispositivos 
e as atividades realizadas. O telefone celular ultrapassou o computador como dispositivo 
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mais utilizado para o acesso à web. Entre os usuários, 58% da população com dez anos ou 
mais o utiliza, 89% acessam à internet pelo celular, enquanto 65% o faz por meio de um 
desktop, portátil ou tablet. 
Na edição anterior da pesquisa, era 80% pelo computador e 76% pelo telefone 
celular, conforme o Gráfico 2. “Qualitativamente falando [...] cada tipo de mídia – o celular, 
redes sociais, televisão, etc. – molda de diferentes maneiras os tipos básicos de 
comunicação relacionados” (HEPP; HASEBRINK, 2015, p. 80). 
 
Dispositivo utilizado para acesso individual à internet 
 
 
Fonte: Disponível em: . Acesso em: 08 jan. 2018. 
 
Neste sentido, entendemos que “[...] qualquer nova tecnologia de transporte ou 
comunicação tende a criar seu respectivo meio ambiente humano” (MCLUHAN, 1965, p. 
15). Estes dados apresentam um conjunto de desafios para o marketing digital e o trabalho 
realizado com as técnicas de SEO, demandadas para um mundo digitalizado. Em suma, é 
uma alteração na postura em como se relacionar e conviver com os dispositivos midiáticos, 
“abstrair as mudanças técnicas e tecnológicas e explicar de modo geral as mudanças 
sociais, econômicas e culturais como determinadas por estas mudanças” (WILLIAMS, 
1983, p. 84). 
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O manuseio dos aparatos digitais mais complexos vai além do uso tradicional de 
aplicações triviais, como o acesso às redes sociais ou envio de SMS. Isso demanda maior 
assimilação das novas tecnologias e suas aplicações no contexto das estratégias de Search 
Engine Optimization, foco deste estudo, em que os “ambientes tecnológicos não são 
recipientes puramente passivos de pessoas, mas ativos processos que remodelam 
pessoas e igualmente outras tecnologias” (MCLUHAN, 1965, p. 15). Essa alternância do 
uso de diferentes dispositivos e aplicativos, cada qual com suas características, possibilita 
o desenvolvimento de novas experiências por parte dos usuários e das estratégias das 
empresas na divulgação de uma marca, produto ou serviço.Após essa explanação teórica das características intrínsecas dos próprios 
dispositivos e da tecnologia, vamos adentrar na parte prática, a qual diferencia o desktop 
do mobile quando acessamos um website. O Google realiza atualizações do seu algoritmo 
para aprimorar a experiência dos usuários. Cada uma dessas mudanças recebe um nome 
próprio, dentre elas destacamos: Piegon, Penguin, Rankbrain, Hummingbird, Possum, 
Panda, Mobile Friendly, entre outras. Vamos detalhar algumas delas para entender suas 
peculiaridades. 
 
• Pigeon (pombo) – essa atualização ocorrida em 2014 beneficiou empresas de 
pequeno e médio porte, pois passou a demandar maior relevância para pesquisas locais, 
ou seja, o trabalho de SEO tornou-se mais pontual. Após essa atualização, os resultados 
de pesquisas exibem resultados considerando a geolocalização do usuário. A mudança 
está relacionada com os maiores destaques para as palavras-chave de cauda longa, 
considerando as pesquisas por voz. Foi uma resposta da empresa ao aumento na procura 
usando smartphones e pesquisando por determinados serviços próximo a sua localização; 
 
• Panda – lançada em 2011, está em constante atualização. Com ela o Google 
passou a listar as páginas de resultados pelo conteúdo exibido ao usuário. Penalizando 
quem apenas faz cópia de conteúdo, ou oferece teor de baixa qualidade. Logo, a produção 
de conteúdo originais valoriza as estratégias do profissional de SEO. O Panda contou com 
as versões: Panda 1.0; Panda 2.0; Pandas 2.1, 2.2, 2.3 e 2.4; Panda 3.0; e o Panda 4.0 em 
2015; 
 
• Penguin – lançada em 2012, identifica estratégias de link building que são 
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consideradas ilegítimas e que manipulam os resultados da pesquisa. O algoritmo faz uma 
varredura nos perfis de back links (links que apontam para um determinado site), punindo 
a página caso encontre táticas spam. Assim, passou-se a valorizar o trabalho de SEO na 
elaboração de back links orgânicos e de conteúdo de qualidade; 
 
• Hummingbird (beija-flor) – lançada em 2013, passa a considerar nos resultados 
o campo semântico da terminologia e o contexto em que está inserido. Com isso, o trabalho 
de SEO se tornou complexo, priorizando as estratégias; 
 
• Rankbrain – foi lançada em 2015, trouxe a Artificial Intelligence (inteligência 
artificial) e o Machine Learning (aprendizado da máquina) nos resultados da SERP. Das 
buscas realizadas a cada instante, na plataforma, apenas 15% delas são novas contra 85% 
reincidentes. Com essa informação, o próprio buscador passou a aprender com as 
pesquisas realizadas pelos usuários. O algoritmo consegue aprender por conta própria, 
estabelecendo suas novas conexões a partir dos usuários. Os resultados apresentados não 
remetem diretamente à busca realizada, mas às informações relacionadas, que em um 
primeiro momento não têm vinculação entre si; 
 
• Possum (gambá) – lançada em 2016, impactou as buscas locais incluídas ao 
Google Maps, oferecendo a precisão na geolocalização dos resultados. Passou a exibir 
opções próximas do que está sendo procurado, por exemplo, a localização de uma 
determinada empresa próximo ao usuário, de acordo como IP do dispositivo de acesso; 
 
• Mobile friendly – lançada em 2015, ranqueia sites que sejam otimizados para 
dispositivos móveis. A mudança afetou as pesquisas feitas via mobile, e inclusive os 
resultados nos desktops. A partir dela, o Google exibe somente sites que tenham design 
responsivo, ou seja, se a página não for Mobile Friendly, ela perderá posicionamento e 
acessos. Alguns sites especializados chamaram essa mudança de “mobilegeddon”, 
referenciando o Armagedon e seus efeitos sobre os websites. 
 
 
 
 
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Contagem regressiva para o Armagedon mobile 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Disponível em: . Acesso em: 5 jan. 2018. 
 
Com essa atualização direcionada às buscas em devices, o Google providenciou 
uma ferramenta online para que os websites executassem uma verificação quanto à 
compatibilidade dos sites com os aparelhos móveis. O site convida a fazer um “teste de 
compatibilidade com dispositivos móveis” bastante simples, que consiste em inserir a URL 
da página e visualizar a pontuação que ela recebe. Vale ressaltar que para uma homepage 
ser Mobile Friendly, além do layout responsivo, o crawler do Google pode necessitar de 
ajustes no “robots.txt”. 
 
Dispositivo utilizado para acesso individual à internet 
 
 
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Após uma verificação com a ferramenta mencionada, é possível identificar a 
necessidade de configurar o website para plataformas mobiles e, assim, serem indexados 
pelos robôs de busca. Os sites móveis empregam um formato diferente dos desktops e 
requerem novos métodos de estrutura das informações e dos conteúdos. Apesar de muitas 
páginas funcionarem em plataformas mobile, elas não estão otimizadas para a pesquisa. 
Por isso, é importante, durante o planejamento comunicacional, disponibilizar versões de 
um site para mobile e desktops. Listamos algumas dicas para melhorar a indexação de um 
site mobile: 
 
• Verificar se o seu site aparece nas buscas. Se ele não aparecer, o Googlebot 
pode não ter encontrado ele; 
• Se o site é novo, crie um “Sitemap Móvel” para ele ser indexado. Faça isso 
através das “Ferramentas do Google para Webmasters”; 
• Alguns sites móveis só aceitam acessos efetuados pelos mobiles, impedindo o 
rastreamento convencional; 
• Por isso criaram o Googlebot-Mobile para busca móvel que localiza determinadas 
URLs. 
 
Um problema comum para desenvolvedores, é que muitos usuários caem em 
plataforma móveis, mesmo acessando de um desktop, e o contrário também é comum. 
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Nesse cenário, o webmaster tem duas alternativas para resolver tal problemática, conforme 
apresentamos a seguir: 
 
• Redirecionamento dos usuários – para a versão adequada à plataforma 
(mobile X desktop / desktop X mobile) de acordo com a URL relacionada. Ao fazer isso, 
tenha atenção à fidelidade entre os layouts das páginas, para que a experiência do usuário 
não seja frustrada. Ele deve conseguir usar os recursos que deseja e encontrar aquilo que 
busca. Por exemplo, se for um site de e-commerce e o usuário for direcionado para a versão 
correta da sua plataforma, a nova página deve corresponder ao mesmo item e não ser 
direcionado para a página inicial. 
 
Redirecionamento de usuários para a versão adequada de um site 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Google (2011, p. 26). 
 
 
• Alterar os conteúdos – baseando-se no usuário (User-agent), algumas páginas 
disponibilizam a mesma URL para a versão mobile e para o desktop, porém elas mudam 
os conteúdos disponibilizados de acordo com o acesso do usuário, tornando a experiência 
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diferenciada e otimizada. Neste caso, a URL aparece na busca realizada no desktop e na 
plataforma móvel, uma versão para cada um dos suportes de acesso. 
 
Exemplo da alteração do formato da página baseado no user-agent
 
 
Fonte: Google (2011, p. 27). 
 
Nessa seção, compreendemos que a diferença entre a experiência de acessar um 
conteúdo no mobile e no desktopé a chave para gerar negócios nas empresas. Sabendo 
que a maioria da população acessa à web por meio de smartphones, o primeiro passo ao 
traçar as estratégias é levar esta informação em consideração. Sempre iniciar qualquer 
planejamento de SEO priorizando a mobilidade dos usuários e o apego que eles têm com 
seus aparelhos. 
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Entender o funcionamento do Google e os fatores que influenciam o ranqueamento 
de uma página exige estudo contínuo porque as regras do jogo estão em constante 
mutação. Mais do que dominar as questões técnicas, é preciso compreender o 
comportamento dos usuários e como realizar tais pesquisas, e pensar em quais palavras-
chave eles usam para chegar a um produto, marca, negócio ou serviço. 
 
 
SOFTWARES 
 
Neste capítulo, conheceremos os conceitos mais técnicos do SEO, o foco agora é 
direcionado aos softwares. Especificamente falaremos sobre o funcionamento dos 
softwares; seo off-page; link building; palavras-chave; análise de websites e ferramentas de 
análise. Uma característica recorrente ao longo das diferentes temáticas é a interligação 
entre elas, até mesmo os conceitos mais tecnicistas conseguem ser assimilados porque já 
visualizamos um funcionamento semelhante em outra ferramenta similar. Por isso, quanto 
mais se estuda o tema, mais fácil fica o entendimento dos diferentes fragmentos que 
compõem a complexidade do tema. 
Vale ressaltar que, por serem assuntos pontuais, não veremos autores ou teorias 
seminais, ou seja, teorias clássicas. Isso se deve à pontualidade do tema que carece de 
professores doutores que desenvolvam pesquisas científicas em universidades dentro 
desta linha de pesquisa. Neste sentido, o mercado passa a ser o grande laboratório de 
experimentação, sendo um ambiente em constante mutação e regras voláteis, por isso, 
reforçamos que o entendimento da lógica é o mais relevante, já que, nesse aspecto, a 
probabilidade de mudança é baixa. 
 
 
Funcionamento dos Softwares 
 
Neste capítulo, vamos conhecer alguns softwares de SEO que ajudam na demanda 
dos trabalhos de otimização dos motores de busca. Assim, esta seção tem o papel de 
introduzir a temática que será estudada e propor algumas reflexões iniciais, porém, 
recomendamos que haja conhecimento de todos os aspectos das atividades técnicas a 
respeito do tema, antes de tentar automatizar o processo. Isso porque existem muitas 
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coisas que podem ser realizadas antes da necessidade de se chegar ao processo de 
automatização de algumas etapas. Então, deixamos essa dica: não pule etapas! 
Quando o trabalho se tornar exaustivo ou o volume de atividades em uma página for 
muito grande, chegará o momento de usarmos um software que auxilie na dinâmica de 
Search Engine Optimization. Existem programas para as mais diversas extensões, tanto 
nos fatores de SEO On-page como no SEO Off-page. Eles também realizam comparações 
com outros sites existentes na rede; análises de concorrências; sugestão para melhorar a 
posição nos buscadores; entre outros aspectos que iremos detalhar mais adiante. 
Outro ponto que precisa ser esclarecido é que os softwares nunca irão substituir a 
bagagem intelectual e a vivência mercadológica de um profissional que atua nessa área. A 
criatividade humana e sua capacidade de interpretação de uma ação inesperada ainda 
continuarão sendo elementos únicos, por mais que avanços tecnológicos venham a surgir 
nos próximos anos. “A informação, quando adequadamente assimilada, produz 
conhecimento, modifica o estoque mental de informações do indivíduo e traz benefícios ao 
[...] desenvolvimento da sociedade em que ele vive” (BARRETO, 1994, p. 1). 
Todo equipamento precisa de uma mente habilidosa para extrair o seu potencial 
mais alto. Um profissional pouco qualificado não fará mágica com um bom software. 
Milagres não existem neste segmento. As ferramentas de otimização de pesquisa ajudam 
a detectar falhas estruturais, decorrentes de falha humana ou de ordem técnica, mas a 
expertise de contornar as situações depende unicamente do ser humano. 
Os softwares de SEO apresentam vantagens ao nos referirmos aos trabalhos que 
exigem um grande esforço braçal, no controle e monitoramento de uma série de variáveis 
técnicas que requerem atenções constantes. 
É nesse cenário que surgem os softwares, como uma alternativa mais minuciosa de 
controlar as variáveis. Isso porque o cenário digital no qual eles atuam está em constante 
oscilação. Para melhor mensurarmos o complexo processo decorrente da variação, o 
Google executa, em média, anualmente, 600 atualizações no seu algoritmo, assim, existe 
a dificuldade de saber quais dessas alterações irão efetivamente influenciar nas técnicas 
de Search Engine Optimization, a fim de alterar os resultados de uma determinada 
pesquisa. 
 
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