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CENTRO UNIVERSITÁRIO DE RIO PRETO – UNIRP UNIDADE III 
ENGENHARIA CIVIL 
 
 
BRENO RIAN RIBEIRO 
GABRIEL HENRIQUE DOS S. PEDROSO 
LEONARDO CARVALHO BOAVENTURA 
LUCAS NOGUEIRA 
MARIA EDUARDA BRIGATTI FETTI 
MATHEUS LEONE 
NATHAN DE LIMA ROSA 
TAYSA BEATRIZ SANDALO 
VINICIUS OLIVEIRA SANTOS 
 
 
 
RELATÓRIO DE RECONHECIMENTO VISUAL E TÁTIL DOS SOLOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SÃO JOSÉ DO RIO PRETO 
2024 
2 
 
INTRODUÇÃO 
 
O reconhecimento e a caracterização dos solos são fundamentais para 
diversas disciplinas. Entre os métodos utilizados para a análise dos solos, o 
reconhecimento visual e tátil tem evidencia por ter uma abordagem acessível e fácil, 
proporcionando bastante informações sobre suas propriedades. 
O reconhecimento visual tem como objetivo o reconhecimento do solo como 
cor, textura e estrutura. O reconhecimento tátil permite a identificação de sua textura 
e consistência, podendo distinguir entre solos arenosos, argilosos ou siltosos. 
O seguinte relatório de Reconhecimento Visual e Tátil dos Solos, da matéria de 
Mecânica dos Solos I e Geologia, do curso de Engenharia Civil do Centro Universitário 
de Rio Preto (UNIRP), tem como objetivo fornecer uma melhor compreensão das 
características e comportamentos dos três tipos de solo que foram disponibilizados 
pelo docente para aula. Para isso, a metodologia utilizada foi a realização de cinco 
testes: 
1. Sensação de Tato; 
2. Resistência de Solo Seco; 
3. Plasticidade; 
4. Dispersão; 
5. Dilatância. 
 
DESENVOLVIMENTO 
 
Teste 1: Sensação de Tato. 
Fizemos o teste de tato nos solos seco e molhado para descobrirmos suas 
texturas. 
Teste 2: Resistencia de Solo Seco. 
Nesse segundo teste, molhamos os solos e moldamos em uma pequena bola, 
deixando secar na estufa. Após um período, voltamos para fazer o teste, pressionando 
as pequenas bolas dos solos entre os dedos. 
Teste 3: Plasticidade. 
Umedecemos uma amostra dos solos e manipulamos entre os dedos até se 
formar uma “cobrinha” e em seguida tentar dobrar. 
Teste 4: Dispersão. 
Separamos uma amostra dos solos e colocamos em um recipiente transparente 
com água e chacoalhamos para vermos sua decantação. 
 
3 
 
Teste 5: Dilâtancia. 
 Separamos uma amostra de solos e molhamos, em seguida, batemos com a 
outra mão lateralmente e observamos se formaria um filme de água na superfície. 
 
RESULTADO SOLO 1. 
Teste 1: Fizemos o teste Sensação de Tato no solo seco e molhado para 
descobrirmos sua textura e chegamos à conclusão que a amostra de solo possuía 
uma textura áspera. 
 
Imagem 1: Solo 1 seco, teste de tato. 
 
Imagem 2: Solo 1 molhado, teste de tato. 
4 
 
Teste 2: Nesse segundo teste, molhamos o solo e moldamos em uma pequena 
bola, deixando secar na estufa. 
 
Imagem 3: Solo 1 em formato de bola antes de ir para estufa. 
Após um período, voltamos para fazer o teste, pressionando a pequena bola 
do solo entre os dedos e ela quebrou, sendo um solo frágil. 
Teste 3: Umedecemos uma amostra do solo e manipulamos entre os dedos até 
se formar uma “cobrinha” e em seguida tentar dobrar. Observamos que esse solo tem 
baixa plasticidade, pois, conseguimos fazer a “cobrinha” mesmo com certa dificuldade, 
ao tentar dobra-la, a mesma se quebrou. 
Teste 4: Separamos uma amostra do solo e colocamos em um recipiente 
transparente com água e chacoalhar para vermos sua decantação. A amostra de solo 
não se separou da água. 
 
Imagem 4: Teste de Dispersão Solo 1. 
5 
 
 Teste 5: Separamos uma amostra de solo e molhamos, em seguida, batemos 
com a outra mão lateralmente e observamos se formaria um filme de água na 
superfície. Ao realizar o teste, observamos o aparecimento de uma fina camada de 
água na superfície da amostra, deixando o solo com um aspecto brilhoso. 
 
RESULTADO SOLO 2. 
 Teste 1: Fizemos o teste Sensação de Tato no solo seco e molhado para 
descobrirmos sua textura e sentimos esse solo semelhante a pó, bem fino. 
 
Imagem 5: Solo 2 seco, teste tato. 
 
Imagem 6: Solo 2, teste tato. 
6 
 
 Teste 2: Nesse segundo teste, molhamos o solo e moldamos em uma 
pequena bola, deixando secar na estufa. Após um período, voltamos para fazer o 
teste, pressionando a pequena bola do solo entre os dedos e ela não quebrou, sendo 
um solo duro e resistente. 
 Teste 3: Umedecemos uma amostra do solo e manipulamos entre os 
dedos até se formar uma “cobrinha” e em seguida tentar dobrar. Observamos que 
esse solo tem baixa plasticidade, pois, conseguimos fazer a “cobrinha”, mas ao tentar 
dobra-la, a mesma se quebrou. 
 
Imagem 7: Solo 2, teste de plasticidade. 
 Teste 4: Separamos uma amostra do solo e colocamos em um recipiente 
transparente com água e chacoalhar para vermos sua decantação. A amostra de solo 
não se separou da água. 
 
Imagem 8: Solo 2, teste de dispersão. 
7 
 
 Teste 5: Separamos uma amostra de solo e molhamos, em seguida, batemos 
com a outra mão lateralmente e observamos se formaria um filme de água na 
superfície. Ao realizar o teste, chegamos à conclusão que a água não aparece. 
 
RESULTADO SOLO 3. 
 Teste 1: Fizemos o teste Sensação de Tato no solo seco e molhado para 
descobrirmos sua textura e é de um solo intermediário áspero, mas bem fino. 
 Teste 2: Nesse segundo teste, molhamos o solo e moldamos em uma 
pequena bola, deixando secar na estufa. Após um período, voltamos para fazer o 
teste, pressionando a pequena bola do solo entre os dedos e ela não quebrou, sendo 
bastante resistente. 
 Teste 3: Umedecemos uma amostra do solo e manipulamos entre os dedos 
até se formar uma “cobrinha” e em seguida tentar dobrar. Observamos que esse solo 
tem pouca plasticidade, pois, conseguimos fazer a “cobrinha”, mas ao tentar dobra-la, 
a mesma se quebrou, sendo então um solo quebradiço. 
 
Imagem 9: Solo 3, teste de plasticidade. 
 Teste 4: Separamos uma amostra do solo e colocamos em um recipiente 
transparente com água e chacoalhar para vermos sua decantação. A amostra de solo 
não se separou da água. 
 
8 
 
Imagem 10: Solo 3, teste de dispersão. 
 Teste 5: Separamos uma amostra de solo e molhamos, em seguida, batemos 
com a outra mão lateralmente e observamos se formaria um filme de água na 
superfície. Ao realizar o teste, notamos que a água não aparece. 
 
Imagem 11: Solo 3, teste de dilatância. 
 
CONCLUSÃO 
 
 Com base nos testes de reconhecimento visual e tátil dos solos, verificamos 
que em todos os testes feitos, são solos finos. Eles apresentaram características de 
um solo silte arenoso e argiloso. Em virtude dos solos possuírem grãos finos, textura 
fina e um pouco áspera, baixa plasticidade, mas sendo fácil de se moldar. Além da 
demora para ocorrer a decantação do solo no recipiente com água. 
 Em suma, o reconhecimento visual e tátil dos solos oferece uma ferramenta 
valiosa para a autenticação anterior, mas deve ser incluída em pesquisas laboratoriais 
para garantir a precisão e a confiabilidade dos resultados. A combinação desses dois 
métodos permite uma abordagem mais abrangente e ampla na utilização dos solos 
finos, contribuindo para o sucesso de projetos e práticas que envolvem esses 
materiais.

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