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UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO
Medicina Veterinária – Campus Em Seropédica
Jeferson Bruno Da Silva – Matrícula: 201406074-4
PATOLOGIA CLÍNICA
SEDIMENTOS
Itens pesquisados:
o Células Epiteliais
o Hemácias
o Leucócitos
o Cristais
o Outros (espermatozoide, muco, etc)
Conceito:
Depois do exame físico e químico, centrifuga a amostra para o sedimento. Centrifugação em baixa rotação (1.500 a
3.000 rpm) por 3 a 5 minutos e avalia o sedimento. Levando a objetividade maior do exame de urina.
Análise rápida fresco ou corado
Na rotina não usa corante, só quando se tem dúvida a respeito de uma estrutura.
O exame de urina tem que ser avaliado rápido. Pode demorar 4 a 6 horas, estourando no máximo 8 horas. Quanto
mais rápido fizer esse exame é melhor, e mais fácil para visualizar estruturas do sedimento.
O sedimento pode ser feito a fresco e colocar uma gotinha do sedimento na lâmina e observar microscopicamente ou
então usar corante. Na rotina não se usa corante, só se usa quando tiver uma ou outra dúvida em determinadas
culturas.
DEU densidade específica urinária.
O exame químico se avalia junto com a densidade! Nossa interpretação também vai ser avaliada pela densidade,
porque através dela conseguimos avaliar o quanto esse rim está funcionando, o quanto ele está filtrando.
Interpretação:
o Subjetiva: bactérias, por exemplo, incontáveis bactérias. Pode ser em cruzes: +, ++, +++, ++++ - Ela
não é a mais indicada.
o Semiquantitativa: vantagem é dar ideia para o clínico de quanto foi achado. Eu coloco uma gota na
lâmina e cubro com uma lamínula e eu conto no mínimo 10 campos aleatórios e então tirar a média.
1. CÉLULAS EPITELIAIS
● Considerações
● Tipos: transicionais, escamosas e tubulares renais. (Elas são distintas em forma e em localização)
1.1 Células Epiteliais de Transição
● Características: são células pleomórficas, podem se apresentar de várias formas. E não são tão
pequenas quanto as tubulares e nem tão grande quanto as de descamação. O citoplasma é granular
e muitas vezes eles se sobrepõem ao núcleo e muitas vezes não conseguimos ver.
● Localização: bexiga e dois terços iniciais da uretra.
● Se tem aumento dessa célula, está localizado na bexiga ou início da uretra.
● Se a amostra tiver sido feita por cistocentese, o problema é na bexiga
● Urina normal:a urina por micção espontânea. Pois só se junta no cilindro o que está passando
durante seu processo de formação. Juntando hemácias.
o Cilindro hemoglobínico - presença de hemoglobina (passa pelo filtrado glomerular). Hemoglobina de
origem pré-renal, relacionada a hemoglobinemia, hemólise intravascular.
4.4 Cilindros Leucocíticos
● Características: presença de leucócitos (neutrófilos) degenerados.
● Interpretação: processo infeccioso por bactérias. Localizado no túbulo, no rim. Processo infeccioso não é
simples, pois está comprometendo o fluxo tubular e formando os cilindros.
4.5 Cilindros Granulares
● Características: Já tinha vários tipos de cilindro. O fluxo diminuiu, as células começaram a degenerar e surgiu
cilindros granulares. Inicialmente granulares grosseiros (grânulos maiores) e depois mais finos.
● Interpretação:
o Granulares grosseiros
o Granulares finos/delicados
4.6 Cilindros Céreos
● Características: perde sua forma cilindra. Bordas quebradiças, com projeções. Fica uma cor mais marcante
do que o hialino.
● Interpretação: último estágio de degeneração de um cilindro. Mais comum nas doenças crônicas. Ex: doença
renal crônica. Fluxo tubular ainda mais reduzido do que nos cilindros granulares, surgindo o cilindro céreo.
Associado a processos crônicos.
5. FILETES DE MUCO
Características: São maleáveis. Se apertar a lamínula, ele muda sua forma. Ficam na forma de filetes.
Interpretação: não tem importância de diagnóstico clínico. Em equinos, principalmente fêmeas, é comum
encontrar em grande quantidade. Elas têm glândula de muco na pelve (por isso a urina do equino pode ser
mais turva do que animais de outras espécies). Se tem filetes de muco, tem proteinuria. Por isso a
importância de reportar no laudo, para diferenciar a causa da proteinuria (pré-renal, renal, pós-renal).
Valores muito alto podem significar alterações no trato genital, o que não é o enfoque na disciplina.
6. BACTÉRIAS
Características: As bactérias podem ser cocos (redondas, tendem a formar cachos de uva) e bastonetes.
Normalmente se encontra um piócito, ao redor bactérias. Pois ele é bactericida.
Interpretação bacteriúria.
Para saber ao certo qual bactéria está acometendo aquele animal é preciso fazer cultura e antibiograma. Muitas
vezes só é feito esses exames em caso de recidiva.
Na presença de bactérias deve-se diferenciar se é uma contaminação da amostra (não foi refrigerada) ou se é uma
amostra oriunda de um processo infeccioso. Fazer diferenciação. Se for um processo infeccioso, terá piúria. Terá
hematúria e consequentemente proteinúria. Em caso de contaminação da amostra, geralmente vê bacteriúria perdida
sem hematúria, puúria e sem proteinúria. Ajudando a diferenciar.
7. FUNGOS FILAMENTOSOS E LEVEDURAS
Características: são bem raros. Levedura observa-se brotamento. Fungos observa bastonetes.
Interpretação: O pote de urina pode ser reutilizável. Não precisa ser estéril. Precisa ser bem lavado e deixar
secar bem. As vezes sem secar bem a pessoa fecha o pote e guarda em armário escuro, lugar propício para
o crescimento fúngico.
8. PARASITAS
Interpretação: não é muito frequente, mas é possível fechar diagnóstico.
o Dirofilaria immitis – as microfilárias eventualmente passam pelo filtrado glomerular. Ou pela
deposição de imunocomplexos, ou por uma doença renal secundária, ou vasodilatação momentânea.
o Stephanurus dentatus – é de suíno.
o Capillaria plica – fica na bexiga de cão.
o Dioctophyma renale – destrói o parênquima renal de carnívoros.
9. ESPERMATOZÓIDES
Encontra: cabeça, flagelo.
Interpretação: sem importância de diagnóstico. Deve ser reportado no exame de urina porque se tem grande
quantidade, pode ter proteinúria devido a presença dele e não por algum motivo patológico.
10. CRISTAIS
Só se forma quando algo está em excesso na urina.
Conceito cristais verdadeiros ou material amorfo
Sólido;
Íons, átomos, moléculas;
Se agregam regularmente estrutura cristalina geometria específica
São estruturas que se agregam regularmente a partir da junção de íons, átomos e moléculas. Formam estrutura
tridimensional. Quando tem pH favorável a sua estrutura, permite que ele cristalize e adquira estrutura sólida.
Estrutura sólida e tridimensional. Formada pela junção de íons, átomos e moléculas.
Supersaturação (de elementos daqueles cátions e ânions) e pH são fundamentais para a formação dos
cristais.
Deve-se saber o tipo de cristal e o pH.
Cristal na urina: cristalúria.
Alguns são sempre patológicos, ex: ciscina, bilirrubina, tirosina. E outros são fisiológicos, apenas achados.
Os cristais recebem nome da estrutura que é formada. Ex: Cristal de Ácido úrico. Significa que o ácido úrico está
supersaturada e que encontra condições adequadas para a formação de estrutura tridimensional.
Alguns cristais podem artificialmente serem formados (in vitro). Principalmente se não ter cuidado com a amostra.
Alguns cristais só se formam em pH ácido e outros só em pH básico. O pH vai permitir que esses elementos
cristalizem e formem estrutura tridimensional.
Alguns agentes terapêuticos podem influenciar. As sulfas são medicamentos antimicrobianos. Por terem baixa
solubilidade, pode formar cristais (devido a baixa solubilidade do agente terapêutico). Alguns contrastes também.
Cristais:
Precipitação de sais (Cátions e ânios)
Cristalúria Urina supersaturada
Forma dos cristais:
*Característica dos constituintes
*Condições de formação
Fatores:
In vivo:
✔ pH urinário
✔ [ ] e solubilidade subs. Cristalogênicas
✔ Presença de promotores e inibidores
✔ Excreção de agentes terapêuticos ou contrastes
Individuais: espécie, raça.
In vitro:
✔ Temperatura - A amostra de urina deve ser guardada refrigerada. Porém no momento da análise, ela deve
estar em temperatura ambiente. Se ela tiver refrigerada, pode falsamente encontrar cristais;
✔ Evaporação;
✔ pH urinário - urina estocada pode alterar pH e favorece a formação de algum tipo de cristais.
✔ Técnica de preparação da amostra
Falsos cristais in vitro é um erro da fase analítica, erro do laboratório.
Fisiológico x Patológico:
Alguns são fisiológicos, outros patológicos e outros são achados sem importância.
Cristalúria – urolitíase?
A presença de cristalúria não significa que o animal tem urolitíase (cálculo na uretra, bexiga ou rim). Não podemos
afirmar que se o animal tem cristalúria, ele tem urolitíase. Mas dependendo do tipo de cristalúria é um animal que
merece atenção. Ele pode vir a desenvolver cálculo, que nada mais é do que a união de vários cristais. E para a
formação do cristal é necessário que aquele elemento que o compõe esteja em alta concentração na urina. A
primeira coisa a ser feita nesses pacientes é melhorar o manejo hídrico.
Cachorro, gato e vaca não espera encontrar nenhum tipo de cristal. Equino pode encontrar, não necessariamente vai
encontrar em todas as amostras de todos os animais.
No equino pode encontrar alguns cristais de carbonato ou oxalato de cálcio. Lembrando que a urina do cavalo é mais
turva, e pode ser devido a presença de muco, ou devido a presença de cristais. Porque cristais de carbonato de
cálcio ou oxalato de cálcio? Porque o equino tem calciúria maior do que outras espécies (excreta mais). E carbonato
se forma principalmente em pH alcalino, que é o pH da urina do cavalo. E oxalato devido a algumas plantas que eles
acabam ingerindo.
10.1 Cristais Amorfos
Fosfato amorfo – se forma em pH alcalino
Urato amorfo – pH ácido.
Lembra borrões. Parece areia.
Os cristais amorfos podem ser formados de fosfato ou urato. A diferenciação se dá pelo pH da urina.
Não tem importância de diagnóstico. São resultados da alimentação. Em humanos é usual aparecer. Mas deve-se
melhorar o manejo hídrico do paciente para evitar a formação de urolitíase.
10.2 Cristais de Ácido Úrico
Placas rombas, rosetas, prismas ou ovais
Isolamentos ou grupos
Coloração: Amarelados ou amarronzados
Urina ácida
Alta concentração de ácido úrico na urina
Interpretação: animais domésticos não excretam ácido úrico. Porém, cães da raça Dálmata tem defeito
hereditário que nãoconvertem alantoína em ácido úrico. O problema é que a alantoína é solúvel. O ácido
úrico é pouco solúvel. E a urina do cão já é ácida, favorece a chance de formar cristais. Principalmente
machos com uretra fina. Cães da raça dálmata é comum encontrar problemas de urolitíase.
Gota em humanos: acúmulo de ácido úrico nas articulações, pois ele é insolúvel.
10.3 Cristais de Oxalato de Cálcio
Altas concentrações de ácido oxálico ou cálcio. Podem ser de duas formas:
Mono-hidratada fusiforme (agulha); cerca de piquete; halter
pH ácido/neutro – pode encontrar em cães ou gatos (somente, devido ao pH)
Causas: etilenoglicol ou chocolate. Duas a 4 horas após a intoxicação, já encontro esses cristais na urina.
Oxalato de Cálcio di-hidratado envelopes/cruz de Malta/Balão de de São João. Mais comum.
pH ácido/neutro ou alcalina (amostra armazenada).
Causas:
✔ Armazenamento (artefato pós coleta)
✔ Urina ácida (dieta, tomate, artefato pós-coleta)
✔ Pode ser visto em animais clinicamente sadios (associado a dieta: laranja, tomate, couve)
✔ Hipercalciúria (hipercalcemia ou hipercortisolemia)
✔ Hiperoxalúria (vegetais contendo oxalato, outros)
✔ Gatos: acidificação da urina para tratamento de fosfato de amônio magnésio
10.4 Cristais de Carbonato de Cálcio
Amarelo-marrom ou incolor
Forma de halteres; estrias radiais
Formam em pH alcalino (pode encontrar equinos sadios)
Não encontrado em cães e gatos devido ao pH
Não tem importância diagnóstica.
10.5 Cristais de Fosfato Amônio Magnésio ou Estruvita
Fosfato triplo.
Incolores
Prismas (3-8 lados) tampa de caixão ou telhado de casa
Muito comum na rotina de pequenos, devido a formação do seu pH, mesmo o pH do cão e gato ser ácida.
Comum estar associado a processos infecciosos. Pelas bactérias urease + (convertem urease em amônia), o
pH fica alcalino. É formado por fosfato, amônio e magnésio. As bactérias oferecem a amônia. Favorecendo a
formação desse cristal.
pH alcalino/neutra
Urina estocada pode levar a formação do cristal de fosfato triplo.
Estruvita x Infecção bacteriana: Urina estocada cresce bactéria e cresce fosfato triplo, podendo confundir o
clínico
10.6 Cristais de Bilirrubina
Amarelados ou castanhos
Animais com bilirrubinúria
Aglomerados de agulha (feixes de agulha) ou lanterna
Só se formam em pH ácido (pode formar em cães e gatos)
Exceto quando a urina do cão está concentrada, cristais de bilirrubina será sempre patológico.
Causas:
✔ Baixo número pode ser encontrado em urina concentrada de cães, principalmente machos (pois eles
têm baixo limiar renal para bilirrubina.)
✔ Metabolismo de Bilirrubina alterado (doença hemolítica, hepato-biliar)
10.7 Cristais de biurato de amônio
Marrom-dourados
Esféricos com saliências irregulares (“sarna sarcóptica”)
pH ácido/neutro
Gatos: podem formar agregados lisos esferoides
Associado a hiperamonemia (altas concentrações de amônia no sangue)
Causas:
✔ Malformação porto-vascular (shunt porta sistêmica) – quando a circulação porta que deveria trazer a
amônia do fígado para intestino, desemboca na circulação porta geral. A amônia fica em altas
concentrações no sangue. Podendo levar a sintomas de toxidez como ataxia, convulsão, etc. E na
urina vai aparecer esses cristais.
✔ Doença hepática grave
✔ Raças: Dálmatas e Buldogue inglês
Não é fisiológico. Permite fechar diagnóstico.
10.8 Cristais de Cistina
Incolores
Placas hexagonais
Se forma em pH ácido. Neutro em cão e gato
Sempre patológicos. Associados a doença renal!
Causas:
✔ Defeito no transporte de aminoácidos no túbulo renal proximal
✔ Hereditário
✔ Raça:Dachshund, basset hound, yorkshire, rottweiler, outros
Casos Clínicos
Exame 1:
Densidade normal
Alcalinização da amostra
Nitritúria
Bacteriúria
Cristais de estruvista
Cristais amorfos – fosfato amorfo
Amostra mal conservada. Não tem escamação, piócito, que indique processo infeccioso. Contaminação da amostra.
Urease positivo (principalmente Staphylos)
Sugestão: amostra de urina mal conservada, sugere refazer.
Exame 2:
Cor: normal
Putrito: devido ao processo infeccioso
Turvo: devido a células, e riqueza de sedimentos
Densidade normal
Ph normal
Proteinúria. Tem 3 cruzes devido a hematúria que tem hemoglobina e células escamadas que dá proteína.
Hematúria. Sangue positivo tem que ver se eh hemoglobinúria ou hematúria. Não apareceu hemácia no sedimento.
Se fosse hemoglubinuria tem que pensar em hemoglobulinemia (a cor da urina estaria avermelhada), teria bilirrubina
e urobilinogenio. Por isso sabe-se que é hematúria.
Nitritúria – interpretação: presença de bactérias , principalmente gram -
Bacteriúria
Descamação celular (cél da pelve renal e de transição)
Não tem urease +
Sugere pielite (processo infeccioso localizado na pelve), por bactérias gram - que convertem nitrato em nitrito e
começa a comprometer a bexiga. Tem piúria e hematúria (decorrente do processo inflamatório: aumenta a
permeabilidade)
Exame 5:
Isoestenúria (1008 - 1012). Densidade da urina igual a do filtrado glomerular pensa nefropatia ou doença endócrina
– exclui pq não tem cilindros, diabetes insipidus tbm não pq tem glicosuria. Isoestenuria Falsa pois tem poliuria que
abaixa densidade e glicose que aumenta.
Proteinúria – micção espontanea
Glicosúria
Cetonúria – fome na fartura. Sugere balanço energético negativo
Bilirrubinúria – devido a hepatopatia (dano hepático secundário), por conta da alta formação dos corpos cetonicos.
Cristais de oxalato de cálcio - pode estar associado a alimentação do animal. Ex: tomate, couve, cebola, laranja –
alimentos ricos de oxalato de cálcio.
A glicose impede a reabsorção de água, fazendo a poliuria.
Cristal de bilirrubinuria – achado devido a bilurrubinuria.
Célula de transição: bexiga ou uretra – não pode dizer que é um processo infeccioso (não tem leucócitos).
Sugere Diabetes Mellitus (fome na fartura) – deficiência de insulina.
Exame 6:
Cor incolor
Inodoro
límpido
Isoestenúria
Desbalanço hidroeletrolítico
Diabetes insipidus (endocrinopatia). Distúrbio envolvendo ADH. Devido ao achado de densidade.
**Exame 7: cão ictérico, febril, apático, prostação, micção espontânea.
Proteinúria
Bilirrubinúria - é nefrotóxica.
Urobilinogenúria
Hemoglobinúria (mioglubinuria ou hematúria ou hemoglobinúria). Mioglobinuria – cavalo atleta. Hemoglobinuria:
Sangue tem que dar positivo. Hematuria: encontra muuuitas hemácias e não raras como no exame. Proteinuria dá
nos dois. Bilirrubina e urobilinogenio indica hemoglobinúria – icteria pre-hepática.
Hemólise intravascular. Extravascular ocorre no baço, fígado e medula óssea e não teria alteração na cor, não teria
sangue positivo.
Cilindros: devido a hemólise intravascular: hemoglobina que é nefrotóxica. Indica nefropatia. Hemoglobina passa pelo
filtrado glomerular, causando lesão renal. Descama células do epitélio.
Diagnóstico Sugestivo processo hemolítico intravascular com nefropatia secundária.
Exame 13:
Densidade normal
Ataxia (andar cambaleante, sempre após a alimentação)
Hiperamonemia pode ser por malformação (desvio porta-sistemico) ou associado a insuficiência hepática.
Sugestivo de doença congênita de malformação. Neurotóxica.
Correção e tratamento cirúrgica.
Bilurrubinuria e urobilinogenúria deveria ter se fosse insuficiência hepática.
Exame 3
Odor putrito –pode sugerir processo infeccioso.
Nitrituria – presença de bactérias gram –
Processo infeccioso pela presença de piocito.
Ve localização pela celularidade.
Processo infeccioso na pelve que pode estar começando acometer a bexiga.
Sangue: pq aumentou a permeabilidade vascular e passa algumas hemácias:
Proteinuria: associado a hematúria ou pode estar associado a presença de cilindros.
Cilindro piocito – processo infeccioso comprometeu os túbulos renais
Processo comprometendo a função renal – pois já tem formação de cilindros
Pielonefrite por bactérias gram - que convertem nitrato e nitrito (pelve e túbulos), começando com alteração da
função renal e comprometendo bexiga.
Exame 14
Disúria – desconforto ao urinar
Polaquiuria – urinar várias vezes ao dia
Amoniacal / fétido
Turvo
Alcalina
Proteinuria
Hematúria– pois não tem alteração de bilirrubina
Nitrituria
Descamação epitelial
Intensa piuria
Cristaluria
Processo infeccioso (piuria e proteinuria e hematuria) na bexiga (cistite)