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GESTÃO DE CUSTOS E FORMAÇÃO DE PREÇOS AULA 3 Prof. Carlos Ubiratan da Costa Schier 2 CONVERSA INICIAL Nesta aula, vamos avaliar uma das partes mais importantes da gestão de custos e da tomada de decisão: vamos conversar sobre controle e métodos de avaliação de estoques. Veremos quais são os métodos e quais as possibilidades de cada um, analisando a sua viabilidade na utilização do processo de gestão dos custos. Bons estudos a todos nós! CONTEXTUALIZANDO Um ambiente extremamente competitivo demanda que as empresas busquem a racionalização dos custos como estratégia para controlar e organizar os métodos de avaliação de estoques, bem como adotar aquele que proporciona melhor performance, uma das variáveis a serem consideradas nesse contexto. Definir e aplicar métodos de avaliação de estoques condizentes com a necessidade de resultados, sustentabilidade e produtividade da empresa é crucial para manter a competitividade, trazendo vantagem estratégica no processo de gestão de negócios. Saber a quantas anda o estoque é um fator primordial para agilizar a tomada de decisão, pois flexibiliza e dá sustentação à política de negociação, indicando o caminho para a melhor negociação ganha-ganha. A inobservância da gestão de estoques, bem como a desconsideração de sua importância estratégica, pode acarretar prejuízos, remetendo a empresa a problemas que podem culminar com a insolvência da organização, em virtude desse fator demandar atenção especial no processo de racionalização de custos. Pesquise sobre a necessidade de controle de estoques para fins fiscais e estratégicos e sobre os inventários e sua obrigatoriedade de registro e disponibilização ao fisco. TEMA 1 – CONTROLE E AVALIAÇÃO DE ESTOQUES Uma das razões que levou a um aumento da atenção e da preocupação com a gestão dos custos foi a necessidade de controlar o estoque e a sua movimentação. Assim, reputa-se como de extrema importância o controle financeiro e de movimentação dos estoques, tanto que, no fechamento de 3 balanços e nas declarações de ajustes anuais do imposto de renda, é dada atenção especial a esse quesito. Existe ainda a obrigatoriedade de controle através do livro registro de inventário, que é obrigatório. Se solicitado pela fiscalização, deve ser apresentado de imediato. Além disso, a sua escrituração tem de ser equivalente e fiel aos registros constantes na contabilidade fiscal e financeira da organização. Gestão de estoque é um fator primordial para garantir consistência e agilidade no processo de tomada de decisão. Primeiramente, precisamos saber o que são estoques. De acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade, especificamente a NBC TG 16, estoques são: “ativos mantidos para venda no curso normal dos negócios, em processo de produção para venda; ou na forma de materiais ou suprimentos a serem consumidos ou transformados no processo de produção ou prestação de serviços” (CFC, 2013). Compreendem bens adquiridos e destinados à venda os produtos acabados e os produtos em processo de produção pela entidade. As classificações comuns de estoques são: mercadorias, bens de consumo de produção, materiais, produtos em elaboração e produtos acabados. A gestão dos estoques demanda atenção, por sua importância estratégica no cenário permanentemente competitivo que das organizações. Organizar e manter o processo de gestão de estoques bem ajustado contribui para a sustentabilidade, pois garante racionalização de custos e bons resultados da empresa. A mensuração do estoque deve ser feita em conformidade com o exposto pela NBC TG 16, ou seja, pelo valor de custo do estoque ou pelo valor realizável líquido: “O valor de custo do estoque deve incluir todos os custos de aquisição e de transformação, bem como outros custos incorridos para trazer os estoques à sua condição e localização atuais” (CFC, 2013). Define-se ainda valor realizável líquido como “o preço de venda estimado no curso normal dos negócios, deduzido dos custos estimados para sua conclusão e dos gastos estimados necessários para se concretizar a venda” (CFC, 2013). 1.1 Métodos de avaliação de estoques Com relação à avaliação dos estoques, Schier (2011) descreve: 4 Os métodos de avaliação de estoques são os procedimentos necessários ao registro e controle da movimentação dos estoques. Os métodos de avaliação de estoques visam, exclusivamente, separar o custo dos materiais, mercadorias e produtos entre o que foi consumido ou vendido e o que permanece em estoque. Os métodos mais comuns utilizados no Brasil são: • custo médio ponderado (móvel e fixo); • PEPS (Primeiro que Entra, Primeiro que Sai); • UEPS (Último que Entra, Primeiro que Sai); • custo específico; • método do varejo. Vamos tratar em detalhes e individualmente, nesta aula, dos seguintes métodos: Custo Médio Ponderado (Móvel e Fixo); PEPS (Primeiro que Entra Primeiro que Sai) e UEPS (Último que Entra Primeiro que Sai). Devemos ainda considerar os métodos de varejo e de custo específico (Schier, 2004): a) Custo específico: Normalmente este tipo de custo é utilizado pelas empresas que têm poucos itens em estoque e que demandam em valor muito alto, como no caso de concessionárias de veículos, onde o controle item a item é mais fácil de ser implantado. b) Método de varejo: É comumente utilizado o método de varejo em empresas comerciais que trabalham com uma quantidade grande de itens em estoque, que efetuam compras geralmente em lotes e com valores unitários pequenos de cada item. Neste caso, a empresa mantém o controle de estoque pelo valor da venda e determina o custo contábil através da subtração desse valor da margem média de lucratividade. Resumidamente, podemos considerar que o controle e a avaliação dos estoques de forma permanente são atividades importantes no processo de gestão de custos e negócios, em termos de resultados e sustentabilidade, pois proporcionam condições de melhoria contínua da política de gestão e de negociação das empresas, viabilizando ainda ajustes necessários para enriquecer o processo de tomada de decisão e de administração de compras e vendas, evitando desperdícios e contribuindo para que não ocorram fraudes e desvios, falta de matéria-prima, entre outros problemas. TEMA 2 – MÉTODO PEPS (PRIMEIRO QUE ENTRA, PRIMEIRO QUE SAI) Como o próprio nome indica, “nesse método, as baixas do estoque são efetuadas pelo custo mais antigo, ou seja, o estoque é baixado, à medida em que ocorram as vendas, pelo custo que ocorreu primeiro” (Schier, 2011). Para entender melhor como funciona o método PEPS, partimos para um exemplo prático com base em um cenário já estabelecido. Vamos partir do pressuposto de que uma determinada empresa tem a movimentação de seu estoque em conformidade com o quadro a seguir (que 5 será utilizado também para demonstrar os demais métodos, facilitando o entendimento e a comparação entre eles), e que controla esse processo com base no método PEPS: Quadro 1 – Movimentação de estoque COMPRAS CONSUMO DIA Quantidade kg Custo unitário $ Custo total $ Quantidade kg 2 3.000 10 30.000 6 5.000 12 60.000 10 3.000 21 2.000 13 26.000 31 4.000 Fonte: Schier, 2004. Nota que as compras ou aquisições de matéria-prima foram efetuadas nos dias 2, 6 e 21. Portanto, precisamos respeitar essa ordem para determinar o primeiro que entra, considerando o consumo dessa matéria-prima (baixas do estoque) nos dias 10 e 31. Ilustrando essa movimentação, temos o panorama do quadro a seguir. Quadro 2 – PEPS (Primeiro que Entra, Primeiro que Sai) COMPRAS CONSUMO SALDO DIA Quant. kg Custo unitário Valor total Custo médio Quant. kg Valor total Quant. kg Valor total 2 3.000 10 30.000 10 3.000 30.000 6 5.000 12 60.000 12 8.000 90.000 10 3.000 30.0005.000 60.000 21 2.000 13 26.000 13 7.000 86.000 31 12 4.000 48.000 3.000 38.000 116.000 78.000 38.000 Fonte: Schier, 2004. Aplicando o método PEPS, podemos ver que as baixas foram feitas pelo custo mais antigo, o primeiro custo que entrou. No dia 2, tivemos a aquisição de 3.000 kg com um custo unitário de 10; no dia 10, tivemos consumo ou baixa de 3.000 kg. O custo aplicado nessa baixa foi 10, ou seja, o primeiro custo que entrou. Caso tivéssemos uma baixa de 4.000 kg no dia 10, deveríamos considerar 6 3.000 kg a um custo de 10 (saldo que tínhamos com esse custo) e 1.000 kg a um custo de 12 (que passa a ser o mais antigo depois de zerarmos o estoque com custo de 10. O raciocínio sempre deve ser este: utilizar o custo mais antigo (primeiro que entrou). Caso todo o estoque seja baixado com esse custo, é preciso considerar o custo da entrada imediatamente subsequente como o mais antigo. TEMA 3 – MÉTODO UEPS (ÚLTIMO QUE ENTRA, PRIMEIRO QUE SAI) Diferentemente do método PEPS, no método UEPS (Último que Entra, Primeiro que Sai), o custo utilizado para baixa do estoque é o que entrou mais recentemente. Uma particularidade desse método é que ele não é aceito pelo fisco brasileiro, diferentemente do que ocorre nos Estados Unidos, na Europa e na Ásia. No Brasil, ele pode ser utilizado somente para fins gerenciais e para estabelecer comparativos com métodos aceitos oficialmente. Isso quer dizer que o UEPS não pode ser utilizado para fins fiscais e de registro no Livro Registro de Inventário. A sua não aceitação decorre do fato de que a avaliação pelo UEPS aumenta o custo e consequentemente reduz o resultado da empresa, que é a base para o pagamento de impostos ao fisco. Em suma, o governo arrecada menos se as empresas utilizarem o UEPS, por isso ele não permite o seu uso legal. Assim como no método PEPS, tomando por base o mesmo quadro, vamos partir para um exemplo prático de movimentação para ilustrar o método UEPS. Quadro 3 – Exemplo de movimentação COMPRAS CONSUMO DIA Quantidade kg Custo unitário $ Custo total $ Quantidade kg 2 3.000 10 30.000 6 5.000 12 60.000 10 3.000 21 2.000 13 26.000 31 4.000 Fonte: Schier, 2004. 7 Diante desse cenário, a movimentação com base no método UEPS corresponde ao quadro a seguir. Quadro 4 – UEPS (Último que Entra, Primeiro que Sai) COMPRAS CONSUMO SALDO DIA Quant. kg Custo unitári o Valor total Custo médio Quant . kg Valor total Quant. kg Valor total 2 3.000 10 30.000 10,00 3.000 30.000 6 5.000 12 60.000 12,00 8.000 90.000 10 12,00 3.000 36.00 0 5.000 54.000 21 2.000 13 26.000 13,00 7.000 80.000 31 13,00 2.000 26.00 0 5.000 54.000 12,00 2.000 24.00 0 3.000 30.000 116.00 0 86.00 0 30.000 Fonte: Schier, 2004. No quadro de movimentação do método UEPS, podemos verificar que o valor do custo unitário utilizado para baixa e transferência do estoque para custo é sempre o último custo que entrou. Em nosso exemplo, temos duas entradas: uma no dia 2 (3.000 kg), a um custo de 10; e outra no dia 6 (5.000 kg), a um custo de 12. No dia 10, temos uma baixa do estoque e transferência para custo (3.000). O custo utilizado é o último que entrou, ou seja, 12. O raciocínio e a lógica são sempre esses. Do mesmo modo, caso a baixa seja maior do que o saldo da última entrada, devemos usar o custo de entrada mais recente para a movimentação. Nota que a razão da não aceitação do UEPS como método oficial, a sua influência na arrecadação do fisco, fica evidente quando comparamos o resultado do PEPS com o UEPS. No método PEPS, temos um custo total de $78.000, enquanto no método UEPS o custo é de $86.000. Ao aplicar um custo maior, a arrecadação do fisco sobre o resultado ou o faturamento será menor. TEMA 4 – MÉTODO DO CUSTO MÉDIO PONDERADO (MÓVEL E FIXO) 8 Para a movimentação com esses métodos, consideramos a baixa do estoque pelo custo médio ponderado decorrente de cada entrada e/ou aquisição para o estoque. Para fins de ilustração prática, vamos utilizar o quadro a seguir. Quadro 5 – Método do custo médio ponderado: exemplo COMPRAS CONSUMO DIA Quantidade kg Custo unitário $ Custo total $ Quantidade kg 2 3.000 10 30.000 6 5.000 12 60.000 10 3.000 21 2.000 13 26.000 31 4.000 Fonte: Schier, 2004. Transcrevemos a seguir a movimentação decorrente da aplicação dos dois métodos de custo médio ponderado (móvel e fixo). Quadro 6 – Custo médio ponderado móvel COMPRAS CONSUMO SALDO DIA Quant. kg Custo unitário Valor total Custo médio Quant. kg Valor total Quant. kg Valor total 2 3.000 10 30.000 10 3.000 30.000 6 5.000 12 60.000 11,25 8.000 90.000 10 11,25 3.000 33.750 5.000 56.250 21 2.000 13 26.000 11,75 7.000 82.250 31 11,75 4.000 47.000 3.000 35.250 116.000 80.750 35.250 Fonte: Schier, 2004. O custo médio ponderado móvel é um dos métodos mais utilizados, junto com o PEPS, pois as entradas por custo diferente da média anterior alteram o custo médio. Além disso, cada baixa altera o fator de ponderação, o que mantém atualizado o custo médio. Calcula-se o custo médio dividindo o valor total do saldo pelo saldo da quantidade. Por exemplo, no dia 31, temos saldo de $35.250 e quantidade 3.000 kg. Ao dividir $35.250 por 3.000, teremos o custo médio unitário de $11,75. 9 Quadro 7 – Custo médio ponderado fixo COMPRAS CONSUMO SALDO DI A Quant. kg Custo unitári o Valor total Custo médio Quant. kg Valor total Quant. kg Valor total 2 3.000 10 30.000 10 3.000 30.000 6 5.000 12 60.000 11,25 8.000 90.000 21 2.000 13 26.000 11,60 10.000 116.000 31 11,60 7.000 81.200 3.000 34.800 116.000 81.200 34.800 Fonte: Schier, 2004. Esse método é definido como custo médio ponderado fixo, porque há somente uma baixa no mês. Ou seja, todas as baixas do período são somadas e lançadas no último dia ou último dia útil do mês. Portanto, a baixa é fixa, daí o seu nome. Obtém-se o custo médio dividindo o valor total do saldo pela quantidade total existente em estoque. Por exemplo: $34.800 dividido por 3.000 kg significa um custo médio unitário de $ 11,60. A diferença entre custo médio ponderado móvel e custo médio ponderado fixo está exatamente no sistema de baixas. Enquanto o custo médio ponderado móvel alterna as saídas, o custo médio ponderado fixo estabelece apenas uma baixa mensal. Para fins de análise dos métodos de controle e avaliação de estoques, a seguir elencamos o resultado comparativo de todos (PEPS, UEPS, CMPM, CMPF). Quadro 8 – Comparativo de custos MÉTODO CUSTO PEPS 78.000 UEPS 86.000 CMPM 80.750 CMPF 81.200 Note-se que o método UEPS implica o maior custo, considerando a mesma base de movimentação em todos os métodos. 10 TEMA 5 – CUSTO DOS PRODUTOS VENDIDOS O custo dos produtos vendidos corresponde ao custo de fabricação dos produtos vendidos, o que decorre de baixa no estoque e alocação no processo de demonstração de resultados do exercício (DRE) da empresa, pois reflete diretamente no resultado das organizações. Vamos tratar aqui de custo dos produtos vendidos (CPV), porém não podemos nos furtar de mencionar o custo das mercadorias vendidas (CMV) e o custo do serviços vendidos (CSV). Todos fazem parte da DRE. As empresas somente industriais se ocupam de CPV; as empresas de revenda de mercadorias de CMV; e as prestadoras de serviço do CSV. Porém, existem empresas que podem ter todos ou ainda mais tipos de custos para lançar na DRE. Segundo Oliveira e Perez Jr (2007), o custo dos produtos vendidos “representa o quanto custaram, para a empresa, as mercadorias ou os produtos que foram vendidos em determinado período”. O custo dos produtos vendidos é uma informação importantepara a apuração do resultado da empresa, que periodicamente elabora a sua Demonstração de Resultado do Exercício (DRE). Cabe ressaltar ainda que o custo dos produtos vendidos é utilizado somente em empresas industriais. Em empresas prestadoras de serviços, temos o custo dos serviços prestados; em empresas de comercialização de produtos, temos o custo das mercadorias vendidas. Resumindo, podemos considerar que o custo dos produtos vendidos inclui todos os custos incorridos para a produção dos produtos a serem vendidos no período, sendo uma exclusividade das empresas industriais. De modo complementar, cabe definir os custos das mercadorias vendidas e o custo dos serviços prestados. O custo das mercadorias vendidas engloba tudo que a empresa gastou para adquirir bens para a revenda e colocá-los em condições de comercialização naquele período. O custo dos serviços prestados refere-se aos custos inerentes apenas às prestações de serviços. Segundo Schier (2011), a apuração dos custos de produção e dos produtos vendidos é efetuada das seguintes formas: A) Custo de Produção (CP) CP = MD + MOD + CIF 11 • MD = Materiais Diretos MOD = Mão de Obra Direta • CIF = Custos Indiretos de Fabricação B) Custo dos Produtos Vendidos (CPV) CPV = CP + EIPA – EFPA + EIPP – EFPP • CP = Custo de Produção • EIPA = Estoque Inicial de Produtos Acabados • EFPA = Estoque Final de Produtos Acabados • EIPP = Estoque Inicial de Produtos em Processo • EFPP = Estoque Final de Produtos em Processo TROCANDO IDEIAS Considerando a importância dos métodos de avaliação de estoques para fins fiscais e de controle e também para a tomada de decisão, defina, em consenso após análise crítica, o reflexo desse processo no resultado das organizações. Depois, opine sobre a pouca atenção dada por muitos gestores aos controles e à sua influência na sustentabilidade das empresas. NA PRÁTICA Com base no quadro a seguir, considerando saldo anterior igual a zero, aplique os métodos de avaliação de estoques PEPS (Primeiro que Entra, Primeiro que Sai) e Custo Médio Ponderado Móvel. Analise a diferença entre ambos e explique tecnicamente o motivo do UEPS (Último que Entra Primeiro que Sai) não ser aceito pela legislação brasileira, ainda que seja aceito pela legislação de outros países. Quadro 9 – Na prática COMPRA CONSUMO DIA Quantidade kg Custo Unitário Custo Total Quantidade kg 01 3.000 $ 12 $ 36.000 03 2.000 05 7.000 $ 15 $ 105.000 11 2.000 $ 16 $ 32.000 12 23 5.000 31 2.000 FINALIZANDO Estudamos, nesta aula, os métodos de avaliação de estoques. Também delimitamos a importância de cada método no processo de gestão e racionalização dos custos, detalhando e exemplificando de forma simples: PEPS (Primeiro que Entra, Primeiro que Sai); UEPS (Último que Entra, Primeiro que Sai); Custo Médio Ponderado Móvel (CMPM); e Custo Médio Ponderado Fixo (CMPF), além de custo específico e método de varejo. Por fim, tomamos conhecimento dos conceitos de custo dos produtos vendidos, avaliando o seu reflexo no resultado das empresas. 13 REFERÊNCIAS CFC – Conselho Federal de Contabilidade. NBC TG 16 (R1). Brasília, 11 dez. 2013. OLIVEIRA, L. M.; PEREZ JR, J. H. Contabilidade de custos para não contadores. São Paulo: Atlas, 2007. SCHIER, C. U. C. Gestão de custos. Curitiba: InterSaberes, 2011. _____. Gestão prática de custos. Curitiba: Juruá, 2004.