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US DO TRATO GENITURINÁRIO DE PEQ. ANIMAIS · Avaliação do sistema urinário: · Hematúria, com chances de ser de origem renal; · Alterações laboratoriais, aumento da creatinina e ureia, marcadores sensíveis para alteração de função renal; · Massas abdominais; · Distúrbios de micção, como disuria, anuria, processos obstrutivos; · Estadiamento para leishmaniose em animais +; · Obstrução; · Bexiga repleta ocupa a região mais dorsal e não repleta ela ocupa a região caudal abdominal; · No mesmo plano, visualizamos bexiga e próstata; · Líquido no US – anecogênico, preto; · Para confirmação do líquido, somente coletando o liq com a agulha; · Cólon dorsal a bexiga · Longitudinal – alongado; transversal, bexiga e cólon redondinhos, com corno uterino; · Próstata caudal a vesícula urinária; · Vesícula urinária vazia não observamos a próstata; · Espessamento de corte: artefato que faz um degrau na vesícula urinária, ecogênico; · Avaliação da parede da vesícula urinária, não vemos se não estiver alterada; · Serosa: hiper · Muscular: hipo · Mucosa: hipo · Menos repleta, menos espessada a parede; · Limitações: não avaliamos a função do órgão, e sim a morfologia, contorno; · Não avaliamos o tipo de célula do tecido; · Na vesícula urinária, insuficiente repleção; · Contornos: · Processo inflamatório, cistite: espessamento da parede da vesícula urinária; · Mensuramos a parede ventral, ver a estratificação e camadas mais ecogênicas que o habitual; · Avaliamos se o conteúdo esta ou não alterado; · Mucosa, nos proc inflamatórios, fica irregular; · + espessado, mais grave o proc inflamatório; · Cistite polipoide: lesões pediculadas projetando pro lúmen da bexiga; · Processos neoplásicos benignos (leiomioma); · Processos neoplásicos malignos: conseguimos ver como a estrutura se comporta na vesícula urinária, estrutura irregular; · Dependendo a neoplasia, os de vesícula urinaria são mais comuns na região dorsal e na região do trígono vesical; · Carcinomas, leiomiossarcoma e fibrossarcoma; · Nesses casos de suspeita de neoplasia, não fazemos a cistocentese, pelo risco de disseminar as células tumorais para os outros tecidos; · Cistite pseudomembranosa: membrana se deslocasse da parede e formasse um fio; · Cistite enfisematosa: com artefato de reverberação, pela presença de gás; · Cálculos/ Urólitos vesicais: estruturas hiperecogênicas com sombreamento acústico posterior; · Com o collerdopler, gera um mosaico de cores, para auxiliar a dizer que é um cálculo; · No rim, pode ser mineralização ou cálculo; · Sedimento: o sedimento se depositou na parede, formando uma camada de sedimento, com a varredura é possível se o sedimento está dentro; · Baloteamento e troca de decúbito; · Coágulos sanguíneos: estrutura amorfa, sem formato regular, com uma parte aderida na parede ou flutuando na vesícula urinária; · Animais com hematúria tem probabilidade; · Sistema urinário: técnica de varredura em leque, longitudinal, dorsal e transversal; · Na longitudinal, vemos a capsula renal, córtex renal, medular renal e divertículo renal; · Diferenciamos cortical e medular pela hiperecogenicidade; · Dorsal, vemos o rim como um C, avaliamos o córtex e capsula renal, seio e pelve renal juntos (em alteração, pode ter uma dilatação na pelve); · No transversal, fica mais C do que no dorsal, avaliamos a capsula renal, córtex e medular, pelve e seio renal; · Aspectos ultrassonográficos do rim: avaliação de ecogenicidade estão relacionadas as alterações que vamos encontrar nos rins; · Tamanho: gato de 3,0 – 4,5 cm; p/ mensurar, corte longitudinal; · Mede o rim x até a aorta = 5,5 a 9,1 é o normal; · Alterações difusas, alterações de ecogenicidades na cortical, acaba sendo inespecífica: · Nefrites, glomerulonefrites, pielonefrite, lesões agudas, linfoma em gatos e leptospirose; · Alterado: ecogenicidade aumentada; · Tamanho renal, alterações como injúria renal/aguda, displasia renal; · Displasia: rim com tamanho reduzido, com dilatação de pelve e diferenciação cortiço:medular; pode ser bilateral; · Contornos, alterações como neoplasia renal, dioctophyma renale, cistos renais; · Infarto renal: abaulamento da cápsula renal; · Cisto renal: solitário, mensura a ecogenicidade do tecido; · Massas sólidas: perde a definição do rim, hiperecogênica · Dilatação da pelve – pielectasia; · Hidronefrose – dilatação de pelve; rim como uma vesícula urinária; dilatação de ureter; · Dilatação de pelve mais acentuada: processos obstrutivos; · Cálculos renais: rins, ureteres, vesícula ou uretra; com estruturas hiperecogênicas, formando sombreamento; · Cálculos: na pelve renal; · Cálculos ureterais: estruturas hiper ecogênicas formadora de sombreamento acústico posterior; · Importância do preparo do paciente; · Sistema reprodutor da fêmea · Indicado para diagnostico e acompanhamento gestacional, piometra, morte/putrefação/mumificação fetal e distúrbios endometriais; · Ovários: caudal aos dois rins, pode não ser visualizado dependendo a fase do ciclo estral; · Formato normal ovalado; · 1-2 cm na cadela e 1cm na gata; · Processo neoplásico, com estrutura císticas e massa sólida; · Útero: dorsal a vesícula urinária e ventral ao cólon descendente; · Distendido, com parede espessada e conteúdo anecogênico: piometra; · Hiperplasia endometrial cística: espessamento da musculatura uterina associado a presença de estruturas císticas; · Avaliação gestacional: p/ viabilidade fetal, desenvolvimento dos órgãos, idade gestacional e previsão de parto; · 63-67 gatas; · 58-63 cães; · Sofrimento fetal: em parto, com 6 anos, parênquima heterogêneo, ecogenicidade mista, tamanho aumentado, simétrico/assimétrico; · Obstrução da uretra; · Neoplasias: perda de definição do parênquima/ cápsula, tamanho aumentado; · Pode ter áreas de mineralização, contornos irregulares; · Testículos: ecogênico, textura média e homogêneo, linha mediastinal hipereocgênica; · Criptorquidismo: falha na descida para a bolsa escrotal, na região intrabdominal/inguinal/pré escrotal, pode ser bilateral; · Torção testicular: rotação em seu próprio eixo, torção do cordão espermático e infarto e necrose testicular;