Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

MATERIAL COMPLEMENTAR | PROF MAX DANTAS
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO
SEGUNDO
REINADO
Figura 3
Além disso, os Liberais realizavam as DERRUBADAS, que consistia em retirar dos cargos presidentes das províncias e dos cargos públicos os conservadores
No entanto, a maioria da assembleia era formada por CONSERVADORES. Assim, durante as eleições para a câmara dos deputados, em outubro de 1840, ocorreram as ELEIÇÕES DO CACETE, com fraudes eleitorais, violência política dos liberais para garantir o poder e a eleições de correligionários.
Figura 2
Ao assumir o trono, D. Pedro II montou o PRIMEIRO MINISTÉRIO com políticos do PARTIDO LIBERAL. Ele ficou conhecido como o MINISTÉRIO DOS IRMÃOS: Andrada e Cavalcanti
A política é marcada pelo DOMÍNIO DAS ELITES por meio do PARTIDO LIBERAL, chamado de LUZIAS, e o PARTIDO CONSERVADOR, os SAQUAREMAS. Embora esses partidos não tivessem grandes divergências ideológicas, entre os conservadores predominava a defesa de um governo centralizado, enquanto entre os liberais havia uma tendência mais favorável à descentralização. No entanto, estando no governo, os liberais e os conservadores não apresentavam atitudes muito diferentes. Inclusive, nas conversas políticas daquela época, falava-se: “NÃO HAVIA NADA MAIS PARECIDO COM UM SAQUAREMA DO QUE UM LUZIA NO PODER”. Não era difícil, por exemplo, a passagem de políticos de um partido para o outro.
POLÍTICA
Figura 1
Foi o PERÍODO DE MAIOR ESTABILIDADE ECONÔMICA E POLÍTICA; o principal fator econômico foi o CICLO DO CAFÉ; já o principal fator político foi a concentração de poder nas mãos das elites: LIBERAIS X CONSERVADORES.
O segundo reinado é o período mais longo do Brasil Império. Vai de 23 de julho de 1840, com o golpe da maioridade, até 15 de novembro de 1889, com a proclamação da república.
Como vimos, o segundo reinado tem INÍCIO COM O GOLPE DA MAIORIDADE, que representou uma tentativa de buscar, na figura de Dom Pedro II, alguém que representasse a união nacional, que levasse à centralização política.
INTRODUÇÃO
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO
Figura 5
Mediante o Poder Moderador, D. Pedro II criou o cargo de PRESIDENTE DO CONSELHO DE MINISTROS. Esse fato marca o início do PARLAMENTARISMO no segundo reinado. Após a realização de uma eleição, o imperador nomeava para o cargo de ministro um líder político do partido vencedor. Esse, por sua vez, escolhia o ministério e o apresentava à Câmara dos Deputados. 
Se o presidente do ministério fosse do partido majoritário, a Câmara continuava a funcionar, do contrário, e se a câmera não aprovasse o ministério, cabia ao imperador a decisão. Geralmente a câmara era dissolvida e convocada novas eleições que davam a vitória à vontade do governo imperial. 
Por exercer o PODER MODERADOR, o imperador podia impor o gabinete de sua preferência.
PARLAMENTARISMO ÀS AVESSAS – 1847
Os liberais, não aceitavam o fato de serem substituídos pelos conservadores e partiram para a luta armada contra o governo. 
Inicialmente, o movimento ganhou força em São Paulo, com o apoio do Padre Feijó, mas foram vencidos pelas tropas de Caxias. A seguir, o movimento desenvolveu-se em Minas Gerais, com o exaltado Teófilo Otoni, mas acabou sendo vencido. Os rebeldes foram anistiados em 1844 por ordem do Imperador.
REVOLTA DOS LIBERAIS – 1842
Acabava com a eleição dos juízes nas províncias; seriam nomeados pelo imperador e defendiam o restabelecimento do poder Moderador, de uso exclusivo do imperador.
Figura 4
Esse novo ministério atuou em defesa da centralização política com a restauração do conselho de Estado para assessorar o imperador (portugueses) na reforma do Código de Processo Penal.
Com a dominação dos LIBERAIS pela fraude e violência, os CONSERVADORES exigem providências do imperador. Em 1841, D. Pedro II afastou os liberais e nomeou um ministério formado por conservadores. Essa troca foi chamada de RETROCESSO CONSERVADOR.
ATENÇÃO!
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO
MINISTÉRIO DAS CONCILIAÇÕES
Figura 9
Durante quatro anos, CHICHORRO DA GAMA combatera o poder local dos gabirus, grupos da aristocracia latifundiária e mercantil, ligados ao Partido Conservador.
Duas famílias dominavam o cenário político: os Cavalcanti (Partido Liberal) e os Barros (Partido Conservador). Em 1842, foi fundado o Partido da Praia e seu jornal, Diário Novo, na rua da praia, em Recife.
No ano de 1844, os praieiros conseguiram um presidente para a província, Chichorro da Gama.
MINISTÉRIO DAS CONCILIAÇÕES
As ideias antilusitanas presentes na região desde o período colonial. Corrupção e benefícios aos mesmos grupos no poder (liberais e Conservadores).
ESSE MOVIMENTO CONTOU COM INFLUÊNCIAS SOCIALISTAS (PRIMAVERA DOS POVOS).
Figura 8
Ocorreu em Pernambuco – 1848-50 – e foi basicamente uma luta pelo poder local, uma revolta contra os comerciantes portugueses, pois controlavam o comércio e não empregavam brasileiros.
A REVOLUÇÃO PRAIEIRA
Figura 7
Esse fato descontenta os liberais, liderados por ZACARIAS DE GÓIS, chefe do gabinete de ministros, que critica D. Pedro, que demite Zacarias e nomeia um novo gabinete – CONSERVADOR
O principal fato foi a nomeação de DUQUE DE CAXIAS para o comando das tropas na GUERRA DO PARAGUAI, em 1869.
FIM DAS CONCILIAÇÕES
A medida foi de grande sucesso, pois, desde o Primeiro Reinado, não se tinha tamanha estabilidade política, o que permitiu grandes avanços ao império. Formado com o objetivo de equilibrar as disputas políticas e reunindo membros conservadores e liberais.
Figura 6
O auge do sistema parlamentar é o Ministério da Conciliação, de 1853, o qual era composto por políticos de origem liberal e conservadora, ao mesmo tempo.
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO
Figura 12
RESULTADO
O movimento espalhou rapidamente por toda a Zona da Mata de Pernambuco, mas, quando tentaram atacar Recife, as forças imperiais derrotaram os rebelados. 
Os líderes Borges da Fonseca, Pedro Ivo e Joaquim Nunes Machado foram condenados a longas penas, mas, em 1852, foram anistiados.
Por outro lado, os rebeldes das camadas sociais menos privilegiadas não tiveram direito a julgamento.
· VOTO LIVRE, SECRETO E UNIVERSAL.
· EXTINÇÃO DO SENADO VITALÍCIO.
· EXTINÇÃO DO PODER MODERADOR.
· AUTONOMIA DOS PODERES CONSTITUÍDOS.
· PROCLAMAÇÃO DE UMA REPÚBLICA.
· NACIONALIZAÇÃO DO COMÉRCIO.
· DIREITO AO TRABALHO.
· ADOÇÃO DO FEDERALISMO.
· EXTINÇÃO DOS JUROS.
· LIBERDADE DE IMPRENSA.
· EXPULSÃO DOS PORTUGUESES SOLTEIROS DE PERNAMBUCO.
· REFORMA JUDICIAL, GARANTIA DE LIBERDADES INDIVIDUAIS
A sua primeira batalha foi travada no povoado de Maricota (atual cidade de Abreu e Lima).
Figura 11
A revolta contra o novo governo da província eclodiu em Olinda, em 7 de novembro de 1848, sob a liderança do GENERAL JOSÉ INÁCIO DE ABREU E LIMA do Capitão Pedro Ivo Veloso da Silveira, do Tenente Coronel da Guarda Nacional Bernardo José da Câmara, do deputado liberal Joaquim Nunes Machado e do militante da ala radical do Partido Liberal, ANTÔNIO BORGES DA FONSECA.
Figura 10
A revolta teve como causa imediata a destituição, por D. Pedro II, do Presidente da Província, Chichorro da Gama, representante dos liberais. Em abril de 1848, os setores radicais do Partido Liberal pernambucano – reunidos em torno do jornal Diário Novo, na Rua da Praia, em Recife, condenaram a destituição de Chichorro da Gama.
Dessa forma, os praieiros divulgam seus planos por meio de um documento, o MANIFESTO DO MUNDO – BORGES DA FONSECA – 01/01/1849 – cujo as principais propostas eram:
A REVOLTA
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO
Figura 15 
Sendo assim, o OESTE PAULISTA/SP – 1850/1930 – surge devido à decadência da produção no vale do Paraíba. A lei de terras de 1850 favoreceu o alto grau de desenvolvimento da lavoura cafeeira na segunda metade do século XIX. Nesse período, a produção se concentrava no latifúndio, monocultura voltada para o mercado externo. Utiliza mão de obra escrava e posteriormente assalariada (imigrantes).
Os barões do café dominavam a sociedade, mas a produção cai devido à falta de escravos e esgotamento do solo.
Figura 14 
Inicialmente era produzidono VALE DO RIO PARAÍBA/RJ – ATÉ 1850, caracterizado pela estrutura de latifúndio, monocultura e mão de obra escrava – PLANTATION.
INTRODUZIDO EM 1727, O CAFÉ PASSA A TER VALOR DEVIDO À MUDANÇA DE HÁBITO NOS EUA E EUROPA.
IMPORTANTE
Figura 13 
ECONOMIA – CICLO DO CAFÉ
CAFÉ = OURO PRETO. Caracterizando uma economia agroexportadora, ocupava o título de produto mais importante, devido ao seu Baixo custo de produção e o alto lucro alcançado no exterior.
Produzido nas regiões do CENTRO/SUL, o ciclo do café marca a transição entre o trabalho escravo e o assalariado, favorecendo, também, o processo de industrialização durante o segundo reinado.
A partir de 1834 – quando superou o açúcar como principal produto de exportação brasileiro –, o café uniu o centro político ao centro econômico, contribuindo, assim, para a consolidação do Império.
A PRAIEIRA NÃO LOGROU ÊXITO E NÃO MUDOU NADA NA ESTRUTURA POLÍTICA E SOCIAL DE PERNAMBUCO. 
FOI A ÚNICA TENTATIVA DE REFORMA SOCIAL DO II REINADO. INSPIRADA NA PRIMAVERA DOS POVOS DE 1848.
CONSEQUÊNCIAS
Sofreram recrutamento forçado ou foram anistiados por intervenção de seus superiores para retornarem ao trabalho, exceto aqueles que foram sumariamente fuzilados durante e logo após os combates.
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO
É considerada a RESPOSTA INGLESA à TARIFA ALVES BRANCO.
A lei Bill Aberdeen tinha por finalidade garantir o desenvolvimento do capitalismo inglês e a Revolução Industrial, portanto, a escravidão tornava-se um entrave a esses planos.
IMPORTANTE – ATENÇÃO!
Dava direitos aos navios ingleses cassar navios negreiros nos 7 mares. Os ingleses queriam acabar com a escravidão no mundo, buscando, com isso, aumentar o mercado consumidor à base de salários.
Figura 20
LEI BILL ABARDEEN – 1845
Todo o produto que já tivesse similares sendo produzidos no Brasil sofreriam aumentos de 20% até 60%. 
Tinha por finalidade promover o desenvolvimento da indústria brasileira, além de aumentar as rendas do governo.
Figura 19
Conferindo grande protecionismo nacional, aumentando as taxas de produtos importados para 30%, sobre cerca de 3 mil produtos.
Figura 18
TARIFA ALVES BRANCO – 1844
Assim, durante o segundo reinado, o Brasil assiste o surgimento do PRIMEIRO SURTO DA BORRACHA, que vai durar até o início do século XX.
Produzida na Amazônia e vendida para o exterior, a borracha servia, principalmente, de matéria-prima na fabricação de pneus.
No século XIX, com a Guerra civil americana (1861-65), desorganizou a produção algodoeira do sul dos EUA, possibilitando uma rápida ascensão do algodão brasileiro, que, então, passou ao segundo lugar nas exportações brasileiras.
Nesse período, sofre a concorrência do açúcar de beterraba produzido na Europa e pelo açúcar de cana do Caribe.
O algodão era produzido no Brasil desde os tempos coloniais, sobretudo na região do Maranhão, em Pernambuco, em Alagoas e na Paraíba.
Figura 17
O açúcar ocupou o segundo lugar na pauta das exportações brasileiras.
Figura 16 
AÇUCAR – ALGODÃO – BORRACHA
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO
OS CAPITAIS DESTINADOS À COMPRA DE ESCRAVOS PASSARAM A SER APLICADOS NO SETOR INDUSTRIAL, FINANCEIRO E DE TRANSPORTES, DINAMIZANDO, COM ISSO, A ECONOMIA.
IMPORTANTE!
Com a Tarifa Alves Branco de 1844, ocorreu uma redução considerável nas importações. Com as leis abolicionistas e a transição para a mão de obra assalariada, aumenta o mercado consumidor interno. Uma das grandes consequências da LEI EUZÉBIO DE QUEIRÓS foi a diversificação dos investimentos.
A ERA MAUÁ – 1850 – 1873 – PRIMEIRO SURTO INDUSTRIAL BRASILEIRO
A lei de terras contribuiu para preservar o domínio patrimonial dos velhos fazendeiros, impedindo que a propriedade da terra se desconcentrasse.
ATENÇÃO!
Figura 23
Sem dinheiro para comprar as terras, a única alternativa, então, era trabalhar para os grandes proprietários de terras.
Essas terras somente poderiam ser adquiridas por meio da compra e da posse comprovada por escrituras. Essa medida favoreceu os grandes latifundiários e, com isso, evitava-se que pobres, ex-escravos livres e estrangeiros tivessem acesso à terra, garantindo a mão de obra barata e numerosa para os grandes latifúndios
Figura 22
Essa lei proibia a doação de terras públicas (devolutas) a particulares.
LEI DE TERRAS –1850
Figura 21 
Seria a “A CONSEQUÊNCIA” à reação brasileira a lei BILL ABARDEEN.
Com essa lei, ocorreu a abolição do tráfico internacional de escravos para o Brasil. A normativa levou à escassez de mão de obra escrava e intensificou o tráfico interprovincial. Para suprir a demanda de mão de obra, ocorre o inevitável aumento da imigração.
LEI EUZÉBIO BELTRÃO DE QUEIRÓS – 1850
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO
· Sistema de iluminação a gás no Rio de Janeiro.
· Primeiro sistema de barcos a vapor pelo rio Amazonas.
· Estaleiros no Rio de Janeiro.
· Financiou a instalação de novas indústrias no Brasil.
· Mesmo com todo o seu dinamismo, acabou falido devido à oposição dos conservadores aliados a certos setores da indústria inglesa
Figura 26
· Fundou bancos no Brasil e Uruguai
O BARÃO DE MAUÁ DESENVOLVEU VÁRIOS PROJETOS MODERNIZANTES
Essa modernização diminuiu os custos e aumentou os lucros dos cafeicultores, que deixavam suas fazendas sob a responsabilidade de administradores e construíam casas nas cidades, onde abriam negócios estimulando, assim, a urbanização e a modernização.
ATENÇÃO – MODERNIZAÇÃO E URBANIZAÇÃO
Na região nordeste, a necessidade de escoamento da produção agrícola, principalmente de açúcar, estimulou um empreendimento pioneiro construído com capitais ingleses, a estrada de ferro RECIFE-SÃO FRANCISCO, em 1855. 
Já no centro-sul, quase toda a malha ferroviária foi construída para escoar a produção do café. Por iniciativa de Mauá, e contando com o investimento de capital Inglês, multiplicam-se as ferrovias no interior de São Paulo.
A PRIMEIRA FERROVIA DO BRASIL foi uma iniciativa de Mauá, em 1854; tinha apenas 14 km e ligava o Rio de Janeiro à cidade de Petrópolis. 
Figura 25
Figura 24
O Barão de Mauá, IRINEU EVANGELISTA DE SOUZA, que tinha capital investido em muitas dessas empresas, projetou-se como o maior empresário do Império.
Foram inauguradas, então, dezenas de indústrias, companhias de seguros, navegação a vapor, estradas de ferro, bancos, empresas de mineração e transportes urbanos e de gás
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO
3º FASE – SUBVENCIONADA – 1871
Participação direta do Estado no processo patrocinando a vinda dos imigrantes com a adoção de um sistema de colonato. Em São Paulo, o objetivo era substituir a mão de obra escrava; já no Rio Grande do Sul, a imigração italiana tinha como objetivo colonizar terras desabitadas da província.
ATENÇÃO!
Esse “acerto” nunca ocorreu, houve o endividamento dos imigrantes e, com isso, a REVOLTA DOS PARCEIROS. Assim, os governos da Alemanha e da Itália proibiram a vinda de imigrantes para o Brasil.
Figura 29
Nesse sistema, a despesa da viagem era paga pelos fazendeiros, e os imigrantes trabalhavam até pagá-las depois, em “parceria” com o dono da fazenda, onde cuidariam de um determinado número de pés de café e o lucro obtido com a venda do produto seria repartido entre os imigrantes e o dono da fazenda.
A imigração europeia para o Brasil, durante o segundo reinado, é dividida em 3 fases:
1ª FASE – BRANQUEAMENTO – 1824 até meados de 1850.
Com o objetivo de colonizar áreas não ocupadas, principalmente na região sul.
“Branquear” a população brasileira.
2ª FASE – SISTEMA DE PARCERIAS – 1850/70
Figura 28
Criado pelo Senador Nicolau Vergueiro, que tinha uma empresa que organizava a vinda dos imigrantes alemães, suíços e depois italianos.
Figura 27 
Eram, em sua maioria, pessoas pobres, que fugiam das guerras e da carência de terras cultiváveis.
O motivo principal era substituir a mão de obra escrava que estava em decadência desde as leis Bill Abardeen e Euzébio Beltrão de Queiroz, além da ação do Império, que consistia em ocupar territórios pouco ocupados com imigrantes BRANCOS europeus. ERA A POLÍTICA DO BRANQUEAMENTO.
O que impulsionou os europeusa virem para o Brasil foi a busca de trabalho e o desejo de ter uma terra própria.
IMIGRAÇÃO
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO
Antecipadamente, D. Pedro II pagou a indenização referente a carga roubada; o “arbitramento” ficou restrito as demais questões. Como a Inglaterra não apresentou desculpas diplomáticas, em 1863, o Brasil rompeu relações com o governo inglês.
Figura 33
Pra solucionar a questão, o caso foi levado a um tribunal internacional, julgado pelo REI LEOPOLDO DA BÉLGICA, que foi favorável ao Brasil.
O segundo incidente ocorreu quando três marinheiros ingleses completamente bêbados foram detidos no RJ por estarem promovendo desordem.
O embaixador inglês exigiu que os policiais brasileiros fossem punidos. Como o governo brasileiro se negou a cumprir essa exigência, a marinha inglesa aprisionou cinco navios brasileiros ancorados no RJ.
O Brasil não cumpria os acordos que assinava com o governo inglês quanto a questão de diminuir ou acabar com o tráfico de escravos. A aprovação da tarifa Alves Branco resultou na diminuição das exportações inglesas para o Brasil.
A POLÍTICA EXTERNA
A QUESTÃO CHRISTIE – 1863
As relações diplomáticas entre o Brasil e a Inglaterra vinham se deteriorando ao longo dos tempos.
No Império, os portugueses, seguidos pelos italianos, foram os que vieram em maior número. Portugueses e espanhóis dirigiam-se para as grandes cidades, onde atuavam no pequeno comércio ou como profissionais liberais: artesãos (sapateiros, ferreiros, carpinteiros) ou ainda como operários.
Figura 30
Figura 32
Figura 31
O primeiro incidente ocorreu em 1861; o navio inglês Prince of Wales naufragou na costa do RS e foi saqueado.
O embaixador inglês no Brasil, WILLIAM CHRISTIE exigiu indenização da carga perdida.
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO
· A criação de um poderoso estado no sul unindo Argentina e Uruguai. 
· O fechamento da navegação pelo Rio da Prata.
· O levante de caudilhos gaúchos aliados de uruguaios contra o império.
· O renascimento do separatismo no RS.
DESSE MODO, O GOVERNO BRASILEIRO NÃO ACEITOU O ACORDO DOS DOIS PRESIDENTES, POIS TEMIA:
Figura 36
Ao assumir o poder, uniu-se ao presidente da Argentina JUAN MANUEL ROSAS, que pretendia anexar o Uruguai ao território argentino.
Figura 35
Em 1835, MANUEL ORIBE (Blanco) é eleito presidente do Uruguai.
No Uruguai, existiam dois partidos, os Blancos (apoiados pela Argentina) e os Colorados (apoiados pelo Brasil).
GUERRA CONTRA ORIBE E ROSAS – 1851-52
O Brasil, maior país do Sul, vai intervir diversas vezes na região. São as GUERRAS DO PRATA.
Os dois últimos desembocam no rio da Prata, que era usado por comerciantes sul-americanos e europeus para fazer as mercadorias chegarem aos portos de Buenos Aires e Montevideo, que, dali, seguiam para o interior ou eram vendidas para a Europa. Os países sul-americanos lutaram entre si pelo controle dos rios, das terras, do gado, e, sobretudo, do poder. 
No segundo reinado, o Brasil envolveu-se em conflitos na região platina. Rico e estratégico, o local foi palco de constantes conflitos entre os países sul-americanos. Essa região é cortada por vários rios navegáveis, como o PARAGUAI, o PARANÁ, e o URUGUAI.
Figura 34
AS GUERRAS DO PRATA – O IMPERIALISMO BRASILEIRO
As relações entre Brasil e Inglaterra só foram reatadas em 1865, quando os ingleses apresentaram as desculpas formais
IMPORTANTE – ATENÇÃO!
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO
As tropas brasileiras lideradas por Almirante Tamandaré sitiaram Montevidéu e depuseram Aguirre.
Figura 41
O presidente Aguirre deu pouca atenção a essas reclamações e, diante do fracasso da diplomacia, o Brasil declara guerra ao Uruguai, aliando-se novamente aos colorados que tinham nesse momento, como principal líder VENÂNCIO FLORES.
Alegando que os conflitos no Uruguai ameaçavam a economia no RS e, atendendo o interesse dos fazendeiros gaúchos, o Brasil envia a Missão Saraiva.
Figura 40
No ano de 1864, o partido Blanco chega ao poder mais uma vez com a eleição de ATANÁSIO AGUIRRE à presidência do Uruguai.
O conflito entre COLORADOS e BLANCOS continuou intenso no Uruguai, e os fazendeiros gaúchos também permaneceram em confronto com os uruguaios, acusados de invadir fazendas e roubar gado no Brasil.
O General Urquiza assume o governo argentino; no Uruguai, assume Frutoso Rivera, ambos aliados do Brasil. 
DESSA MANEIRA, O GOVERNO BRASILEIRO GARANTIU A LIVRE NAVEGAÇÃO PELO RIO DA PRATA E EVITOU A FRAGMENTAÇÃO TERRITORIAL DO PAÍS.
Figura 39
Assim, em 1852, Rosas é derrotado na BATALHA DE MONTE CASEROS
Nessa mesma época, algumas províncias argentinas, comandadas pelo GENERAL URQUIZA, organizam uma revolta contra Rosas e são apoiadas pelo governo brasileiro.
O presidente da Argentina, Rosas, percebendo no conflito uma boa oportunidade para anexar o Uruguai e resolve apoiar Oribe na Guerra.
Figura 37
Para garantir seus interesses, o Brasil intervém militarmente e alia-se ao COLORADO RIVERA, que conseguiu derrubar Oribe do poder em 1851.
GUERRA CONTRA AGUIRRE – 1864-65
Figura 38
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO
Figura 44
Como retaliação, o governo paraguaio aprisionou, no porto de Assunção, o navio brasileiro Marquês de Olinda
O ditador paraguaio se opôs à invasão brasileira do Uruguai, porque contrariava seus interesses.
CONTEXTO
· Erradicou o analfabetismo.
· Desenvolveu fábricas de armas, Indústria siderúrgica, estradas de ferro, telégrafos.
· Estâncias da Pátria – reforma agrária e o fim do latifúndio. Pequenas propriedades controladas pelo Estado.
· Controle do estado sobre a economia.
· Desenvolveu o maior exército da América do Sul.
Figura 43
PARAGUAI
O Paraguai havia conquistado sua independência em 1811 e desenvolveu um modelo político – econômico diferente dos demais países latino-americanos:
SITUAÇÃO – ATENÇÃO!
Em 1865, assume Venâncio Flores. Aguirre pediu a ajuda ao presidente do Paraguai SOLANO LÓPEZ; foi a origem da guerra do Paraguai.
O Brasil havia organizado tropas, invadido e deposto o governo uruguaio do ditador Aguirre, que era líder do Partido Blanco e aliado de Solano López.
Figura 42 
A política isolacionista paraguaia, porém, chegou ao fim com o governo do ditador FRANCISCO SOLANO LÓPEZ
Desde sua independência, os governantes paraguaios afastaram o país dos conflitos armados na região Platina.
GUERRA DO PARAGUAI - 1864-1870
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO
Figura 49
A essa altura, DUQUE CAXIAS considerava a continuidade da ofensiva brasileira uma carnificina e demitiu-se do comando do exército, que passou ao CONDE D'EU.
No início de 1869, o exército brasileiro tomou Assunção, capital do Paraguai.
FINAL DO CONFLITO
Em 1868, o Brasil passa a lutar sozinho contra o Paraguai.
Figura 48
Destacam-se as batalhas de Humaitá, Itororó, Avaí, Angostura e Lomas Valentinas, chamadas de DEZEMBRADAS.
Sob o comando supremo de Duque de Caxias, o exército brasileiro foi reorganizado, o que aumentou a eficiência das operações militares. As tropas brasileiras venceram sucessivas batalhas, decisivas para a derrota do Paraguai.
Figura 47
Em 24 de maio de 1866, ocorreu a BATALHA DE TUIUTI, que deixou um saldo de 10 mil mortos, com nova vitória das tropas brasileiras.
Figura 46
As forças militares brasileiras, chefiadas pelo Almirante Barroso, venceram a BATALHA DO RIACHUELO, em 11 de junho de 1865, libertando o Rio Grande do Sul.
A guerra durou seis anos, período em que se travaram várias batalhas.
O CONFLITO
Figura 45
CONTRA AS PRETENSÕES DO GOVERNO PARAGUAIO, O BRASIL, A ARGENTINA E O URUGUAI REAGIRAM, FIRMANDO O ACORDO MILITAR CHAMADO DE TRÍPLICE ALIANÇA, EM 1° DE MAIO DE 1865.
Em seguida, atacou a cidade de Dourados, em Mato Grosso. 
FOI O ESTOPIM DA GUERRA.
Em maio de 1865, o Paraguai também fez várias incursões armadas em território argentino, com objetivo de conquistar o Rio Grande do Sul
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO
Em 1870, é lançado o “MANIFESTO REPUBLICANO” no Rio de Janeiro, defendendo a República e o Federalismo.
ATENÇÃO!
Figura 53
O conflito armado provocou a modernização e o fortalecimento institucional doExército brasileiro. Com a maioria de seus oficiais comandantes provenientes da classe média urbana, e seus soldados recrutados entre a população pobre e os escravos, o exército brasileiro tornou-se uma força política importante. Mais tarde, vai apoiar os movimentos republicanos e abolicionistas que levaram ao fim do regime monárquico no Brasil.
A QUEDA DA MONARQUIA E AS QUESTÕES
QUESTÃO REPUBLICANA
Figura 54
Figura 52
Já o Brasil saiu da guerra completamente endividado com a Inglaterra.
O país ficou reduzido a uma população de velhos e crianças. No Paraguai, foram restabelecidos o latifúndio, as desigualdades sociais e a completa destruição da indústria.
Figura 51
O exército brasileiro promoveu o maior genocídio da história da América do Sul, matando 75% da população, 300 mil pessoas em sua maioria adultos
CONSEQUÊNCIAS
ASSIM FOI TRAVADA A BATALHA DE CERRO CORÁ, OCASIÃO EM QUE O DITADOR SOLANO LÓPEZ FOI PERSEGUIDO E MORTO.
Figura 50
Os passos seguintes consistiram na mera caçada a López, que, seguido por menos de trezentos homens, embrenhou-se nas matas, marchando sempre para o norte.
A guerra chegou ao fim em março 1870, com a Campanha das Cordilheiras.
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO
Figura 57
Em 1864, o PAPA PIO IX havia lançado a Bula Syllabus, em que proibia a aproximação da Igreja Católica com os maçons.
A Constituição de 1824 estabelecia a sujeição da Igreja ao Estado pelo padroado régio e o Beneplácito.
QUESTÃO RELIGIOSA
Os positivistas defendiam a implantação de uma ditadura republicana, a ideia de que o progresso depende da ordem; daí o lema da bandeira brasileira: ORDEM E PROGRESSO. Sem contar na crença de que somente os militares poderiam salvar o país das mãos dos corruptos dos civis.
Figura 56
REPUBLICANOS HISTÓRICOS ou EVOLUCIONISTAS
Combatiam a Monarquia ferrenhamente, a separação entre o Estado e a Igreja e a implantação de uma ditadura republicana.
Ligados à filosofia de Augusto Comte, ganhou muitos seguidores dentro das forças armadas, onde BENJAMIM CONSTANT era o maior defensor dessa filosofia.
Figura 55
Defendia que se chegasse à república por meio de um movimento popular.
REPUBLICANOS HISTÓRICOS ou EVOLUCIONISTAS
Liderados por QUINTINO BOCAIÚVA
Liderados por SILVA JARDIM e LOPES TROVÃO. Defendia que se chegasse à república por meio de um movimento popular.
ABOLICIONISTAS CONVICTOS
Em 1873, foi fundado o Partido Republicano Paulista, pelos cafeicultores de São Paulo, que buscavam reformas políticas e o direito de Federalismo.
O movimento republicano se dividia em 3 grupos distintos:
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO
Em 1880, foi fundada a SOCIEDADE BRASILIEIRA CONTRA A ESCRAVIDÃO e a ASSOCIAÇÃO CENTRAL EMANCIPACIONISTA que juntas vão formar a CONFEDERAÇÃO ABOLICIONISTA. 
O OBJETIVO DESSE GRUPO ERA CRIAR CONDIÇÕES PARA INSERIR O NEGRO NA SOCIEDADE E NO MERCADO DE TRABALHO APÓS A ABOLIÇÃO.
Figura 60
Figura 59
O movimento abolicionista contava com o apoio de intelectuais, como CASTRO ALVES, RAUL POMPÉIA e JOAQUIM NABUCO, além de contar com membros de classes populares, como LUIZ DA GAMA, ANDRÉ REBOUÇAS.
O Brasil era o único país independente da América a manter a escravidão.
QUESTÃO ABOLICIONISTA
Em 1875, o papa e o imperador chegaram a um acordo. O imperador perdoou os bispos. 
No entanto, a prisão dos bispos abalou a imagem do imperador e a propaganda republicana tirou proveito dessa situação, passando a acusar o Imperador de interferir em assuntos da Igreja e na vida religiosa dos brasileiros.
Figura 58
D. Pedro decretou a prisão dos dois bispos, que foram submetidos a trabalhos forçados. Esse episódio ficou conhecido como questão religiosa e a Igreja passou a apoiar o movimento republicano, assim como os abolicionistas, afastando-se do Imperador
D. Pedro II ignorou a bula, afirmando que, no Brasil, essa medida não seria seguida, porém, o Bispo de Olinda, Don Vidal e Don Macedo, bispo do Pará, seguiram as ordens do Papa.
A liderança de JOSÉ DO PATROCÍNIO, aliado à ascensão da economia cafeeira, à mão de obra imigrante e à pressão dos caifazes são fatores importantes.
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO
Assim, os militares passaram a exigir maior participação na política do país, expressando suas ideias nos jornais, por meio do CLUBE MILITAR, FUNDADO EM 1887.
1884 - Militares se recusam a caçar escravos fugidos; o jangadeiro Francisco do Nascimento foi condecorado pelos militares por se negar a transportar escravos para os navios; ministros civis convencem o imperador a demitir Sena Madureira.
1885 - O coronel Cunha Matos foi detido ao constatar irregularidades no Piauí, onde os infratores eram aliados de políticos corruptos.
DESENVOLVIMENTO
Figura 61
O IMPERADOR PROIBIU OS MILITARES DE SE MANIFESTAREM NA IMPRENSA.
Assim, em 1883, o TENENTE CORONEL SENA MADUREIRA critica o governo na imprensa pelo não pagamento de indenizações e aposentadorias de combatentes da Guerra do Paraguai.
É o nome dado a uma série de conflitos entre o exército e o império. Após a guerra do Paraguai, surge, principalmente, no exército, o espírito corporativista. 
A QUESTÃO MILITAR
Além dos movimentos abolicionistas brasileiros, havia as pressões da Inglaterra e de todo o mundo pelo fim da escravidão no Brasil. 
Os grandes fazendeiros donos de escravos não foram indenizados quando ocorreu abolição da escravidão (Lei Áurea 1888). 
Assim, esses senhores de escravos, que eram à base de sustentação do segundo reinado, passaram a fazer oposição ao imperador e ao regime monárquico.
1. TARIFA ALVES BRANCO DE 1844 – taxas alfandegárias de 20% a 60%.
2. LEI BILL ABERDEEN – 1845 – reação inglesa, caçar navios negreiros nos 7 mares.
3. LEI EUZÉBIO DE QUEIRÓS – 1850 – fim do tráfico negreiro para o Brasil resultou no tráfico interno.
4. COLONOS DE PARCERIA – 1847 – 1857 – vale do Paraíba.
5. LEI DO VENTRE LIVRE – 1871 – Lei Visconde do Rio Branco.
6. GREVE DOS JANGADEIROS NO CEARÁ – 1881 – negavam-se a transportar escravos.
7. ORGANIZAÇÃO DOS CAIFAZES – SP – 1881 – abolicionistas (Antônio Bento).
8. LEI DOS SEXAGENÁRIOS – 1885 – Saraiva Cotegipe.
9. CEARÁ E AMAZONAS ABOLIRAM A ESCRAVIDÃO EM 1884 E 1885.
10. EXÉRCITO SE NEGAVA A CAÇAR ESCRAVOS FUGIDOS –1887.
11. LEI ÁUREA – 1888 – abolia a escravidão em todo o Brasil, sem indenizações aos antigos donos e escravos
LEIS ABOLICIONISTAS - EVOLUÇÃO
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO
Esses incidentes levaram grande parte do alto escalão do exército à oposição em relação ao imperador, aproximando-os do nascente movimento republicano. Com as diversas crises geradas durante o segundo reinado, somado ao conservadorismo de D. Pedro II, os descontentes vão buscar abrigo no Partido Republicano
A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA – 15/11/1889
O congresso se recusou a aceitar essas propostas dando origem a uma crise irreversível que colocaria fim à Monarquia.
Nesse encontro, decidiram pela derrubada a Monarquia.
Em 14 de novembro, boatos de que Benjamin Constant e Deodoro da Fonseca seriam presos precipitaram os acontecimentos. Na manhã de 15 de novembro, o Marechal Deodoro da Fonseca depôs o imperador Dom Pedro II e proclamou a república.
Assim, em 11 DE NOVEMBRO DE 1889, DEODORO DA FONSECA reuniu-se com BENJAMIN CONSTANT e com o Líder do partido republicano QUINTINO BOCAIÚVA.
Figura 64
O novo ministrou solicitou ajuda do exército para conter o conflito com o congresso, mas o exército se negou a interferir na política nacional. 
Dessa forma, o Visconde de Ouro Preto faz ameaças de retaliação ao exército, causando indignação aos militares, que passam a articular um golpe.
Figura 63
A nomeação do VISCONDE DE OURO PRETO para o cargo de primeiro ministro, iniciando uma série de reformas de cunho liberal e republicano, foi a gota d’agua.
Nas ruas da capital brasileira, os ânimos estavam acirrados entre monarquistas e republicanos.
Para a presidência do clube, foi eleito o MARECHAL DEODORO DA FONSECA que, de início, mostrou um caráter abolicionista ao se negar a capturar escravos fugitivos.
Figura 62
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO
IMPORTANTE – ATENÇÃO!
A PROCLAMAÇÃODA REPÚBLICA FOI MAIS UM IMPORTANTE FATO DA HISTÓRIA BRASILEIRA, EM QUE O POVO NÃO TEVE PARTICIPAÇÃO. NÃO PODE SER CONSIDERADA UMA REVOLUÇÃO, POIS AS ESTRUTURAS SOCIAIS E ECONÔMICAS FORAM MANTIDAS.
Figura 65
A proclamação da república foi um golpe de Estado, organizado pelos militares em aliança com a elite agrária ligada ao movimento Republicano.
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO
Questão 2
(Faap) A Lei Eusébio de Queirós visava, a partir de 1850:
E
a abolição da escravidão, em 1888, deve-se principalmente à resistência dos escravos nos quilombos e às ideias abolicionistas dos setores mercantis.
D
a utilização de ferramentas e máquinas foi muito restrita na sociedade escravista; com isso, o escravo negro foi o elemento principal de toda a atividade produtiva colonial.
C
devido a sua indolência e incapacidade física, o índio brasileiro não se adaptou ao trabalho escravo.
B
a utilização do negro africano na economia colonial brasileira gerou um grande conflito entre os vários proprietários de terras que mantinham o monopólio de utilização do braço indígena.
A
com a independência de 1822, a sociedade escravista se modificou profundamente, abrindo espaços para uma produção industrial voltada para o mercado interno.
Questão 3
(Fatec) "O negro não só é o trabalhador dos campos, mas também o mecânico, não só racha a lenha e vai buscar água, mas também, com a habilidade de suas mãos, contribui para fabricar os luxos da vida civilizada. O brasileiro usa-o em todas as ocasiões e de todos os modos possíveis..." (Thomaz Nelson - 1846)
Com relação à utilização do trabalho escravo na economia brasileira do século XIX, é correto afirmar:
D
permitir legalmente a eutanásia
C
extinguir o tráfico negreiro
B
implantar o divórcio em substituição ao desquite
C
regularizar a prática do aborto
A
extinguir o casamento religioso
E
o enfraquecimento do Exército, após as dificuldades e os insucessos durante a Guerra do Paraguai.
D
a concessão de autonomia provincial, que enfraqueceu o governo imperial.
C
a progressiva substituição do trabalho escravo, culminando com a Abolição em 1888.
B
o desenvolvimento industrial do Rio de Janeiro e de São Paulo, criando uma classe operária combativa.
A
a universalização do voto com a reforma eleitoral de 1881, efetivada pelo Partido Liberal.
Questão 1
(Cesgranrio) A Proclamação da República, em 1889, está ligada a um conjunto de transformações econômicas, sociais e políticas ocorridas no Brasil, a partir de 1870, dentre as quais se inclui:
D
à ambição de iniciar um programa de expansão imperialista na América Latina.
E
à predominância do poder civil que não prestigiava os militares e lhes proibia o debate político pela imprensa.
C
às tendências ultrademocráticas das forças armadas, que desejavam conceder maior participação política aos analfabetos.
B
à propaganda do militarismo sul-americano na imprensa brasileira.
A
às pressões exercidas pela Igreja junto aos militares para abolir a monarquia.
Questão 7
(Fuvest) O descontentamento do Exército, que culminou na Questão Militar no final do Império, pode ser atribuído:
B
uma lei que autorizava a marinha inglesa a apresar navios negreiros em qualquer parte do oceano.
C
um tratado pelo qual o governo brasileiro privilegiava a importação de mercadorias britânicas.
E
uma proibição de importação de produtos brasileiros para que não concorressem com os das colônias antilhanas.
D
uma imposição legal de libertação dos recém-nascidos, filhos de mãe escrava.
A
uma lei que abolia a escravidão nas colônias inglesas do Caribe e da África.
Questão 6
(Fuvest) O Bill Aberdeem, aprovado pelo Parlamento inglês em 1845, foi:
E
o estabelecimento do Convênio de Taubaté com a intervenção do Estado na economia.
D
a eliminação do tráfico de escravos e a consequente liberação de capitais para novos investimentos.
C
a aprovação da Maioridade, que intensificou as relações econômicas com os Estados Unidos.
B
a criação da Presidência do Conselho de Ministros, que fortaleceu a aristocracia rural.
A
a substituição do livre-cambismo por medidas protecionistas, através da Tarifa Alves Branco.
Questão 5
(Fuvest) Durante o Império, a economia brasileira foi marcada por sensível dependência em relação à Inglaterra e a outros países europeus. Essa situação foi alterada em 1844 com:
E
O objetivo do governo imperial, com esta lei, era proteger e regularizar a situação das dezenas de quilombos que existiam no Brasil.
D
A Lei de Terras visava a aumentar o valor das terras e obrigar os imigrantes a vender sua força de trabalho para os cafeicultores.
C
O governo imperial, temendo o controle das terras pelos coronéis, inspirou-se no "Act Homesteade" americano, para realizar uma distribuição de terras aos camponeses mais pobres.
B
A Lei de Terras dificultou a posse das terras pelos imigrantes, mas facilitou aos negros libertos o acesso a elas.
A
A Lei de Terras facilitava a ocupação de propriedades pelos imigrantes que passaram a chegar ao Brasil.
Questão 4
(Fatec) Em 4 de setembro de 1850, foi sancionada no Brasil a Lei Eusébio de Queirós (ministro da Justiça), que abolia o tráfico negreiro em nosso país. Em decorrência dessa lei, o governo imperial brasileiro aprovou outra, "a Lei de Terras".
Dentre as alternativas a seguir, assinale a correta.
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO - QUESTÕES
 
Questão 8
(Fuvest) "Naquela época não tinha maquinaria, meu pai trabalhava na enxada. Meu pai era de Módena, minha mãe era de Capri e ficaram muito tempo na roça. Depois a família veio morar nessa travessa da avenida Paulista; agora está tudo mudado, já não entendo nada dessas ruas".
Esse trecho de um depoimento de um descendente de imigrante, transcrito na obra MEMÓRIA E SOCIEDADE, de Ecléa Bosi, constitui um documento importante para a análise
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO - QUESTÕES
C
às políticas militares, estabelecidas desde D. João VI, para a ocupação das fronteiras do sul e para a constituição de propriedades de criação de gado destinadas à exportação de charque.
D
à política do partido liberal para atrair novos grupos europeus para as áreas agrícolas e implantar um meio alternativo de produção, baseado em minifúndios.
E
à política oficial de povoamento baseada nos contratos de parceria como forma de estabelecer mão-de-obra assalariada nas áreas de agricultura de subsistência e de exportação.
E
a crise da economia agrícola cafeeira, com a abolição da escravatura, ocasionando a aplicação de capitais estrangeiros na produção fabril.
D
os capitais oriundos da exportação da borracha amazônica e da introdução de mão-de-obra assalariada nas áreas agrícolas cafeeiras.
C
a crise da economia açucareira do nordeste que propiciou um intenso êxodo rural e a consequente aplicação de capitais no setor fabril em outras regiões brasileiras.
B
os lucros auferidos com a produção e a comercialização do café, que deram origem ao capital para a instalação de indústrias e importação de mão-de-obra estrangeira.
A
a crise provocada pelo fim do tráfico de escravos que deu início à política de imigração e liberou capitais internacionais para a instalação de indústrias.
Questão 10
(Fuvest) Há mais de um século, teve início no Brasil um processo de industrialização e crescimento urbano acelerado. Podemos identificar, como condições que favoreceram essas transformações:
B
a uma política organizada pelos abolicionistas para substituir paulatinamente a mão-de-obra escrava das regiões cafeeiras e evitar a escravização em novas áreas de povoamento no sul do país.
A
a uma política oficial e deliberada de povoamento, desejosa de fixar contingentes brancos em áreas estratégicas e atender grupos de proprietários na obtenção de mão-de-obra.
Questão 9
(Fuvest) No século XIX, a imigração europeia para o Brasil foi um processo ligado:
E
da crise na produção cafeeira da primeira década do século XX, que forçou os fazendeiros paulistas a desempregar milhares de imigrantes italianos, acelerando o processo de industrialização.
C
da imigração italiana, caracterizada pela contratação de mão-de-obra estrangeira paraa lavoura cafeeira, e do posterior processo de migração e de crescimento urbano de São Paulo.
D
do percurso migratório italiano promovido pelos governos italiano e paulista, que organizavam a transferência de trabalhadores rurais para o setor manufatureiro.
A
do processo de crescimento urbano paulista no início do século atual, que desencadeou crises constantes entre fazendeiros de café e industriais.
B
da imigração europeia para o Brasil, organizada pelos fazendeiros de café nas primeiras décadas do século XX, baseada em contratos de trabalho conhecidos como "sistema de parceria".
Questão 13
(Mackenzie) Sobre o parlamentarismo praticado durante quase todo o Segundo Reinado e a atuação dos partidos Liberal e Conservador, podemos afirmar que:
Questão 11
(Fuvest) Nas atas dos debates parlamentares e nos jornais brasileiros da década de 1850, encontram-se muitas referências, positivas ou negativas, à Inglaterra. Estas últimas, em geral, devem-se à irritação provocada em setores da sociedade brasileira por pressões exercidas pelo governo inglês para:
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO - QUESTÕES
NTILISMO - QUESTÕES
A
ambos colaboraram para suprimir qualquer fraude nas eleições e faziam forte oposição ao centralismo imperial.
B
as divergências entre ambos impediram períodos de conciliação, gerando acentuada instabilidade no sistema parlamentar.
A
diminuir gradativamente a utilização de escravos na agricultura de exportação.
B
dar ao protestantismo o mesmo status de religião oficial que tinha o catolicismo.
E
a doutrina positivista, defendida pelas elites e que se opunha a um executivo forte e reformista.
D
a aliança entre exército e burguesia cafeeira que, além da derrubada da monarquia, constituíram uma base social estável para o novo regime.
C
a maior força política da época: os barões fluminenses, defensores da Abolição.
B
a disputa entre a Igreja e o Estado, sem dúvida, o fator prioritário na queda do regime.
A
unicamente o xenofobismo despertado pelo Conde d'Eu, nos meios nacionalistas.
Questão 14
(Mackenzie) Segundo o historiador Bóris Fausto, o fim do regime monárquico resultou de uma série de fatores de diferentes relevâncias, destacando-se:
E
os partidos tinham sólidas bases populares e o parlamentarismo seguia e praticava rigidamente o modelo inglês.
D
Liberal e Conservador, sem diferenças ideológicas significativas, alternavam-se no poder, sustentando o parlamentarismo de fachada, manipulado pelo imperador.
C
organizado de baixo para cima, o parlamentarismo brasileiro chocou-se com os partidos Liberal e Conservador de composição elitista.
B
predominância da cultura inglesa nos campos literário e das artes plásticas.
C
constituição de um mercado interno nacional, integrando todas as regiões do país.
D
incidência de guerras externas e a ausência de rebeliões internas nas províncias.
E
inclusão social dos índios e a abolição da escravidão negra.
A
consolidação da unidade territorial e a organização da diplomacia.
Questão 12
(Fuvest) Durante o período em que o Brasil foi Império houve, entre outros fenômenos, a
E
subordinar a política externa brasileira a interesses Ingleses na África a na Ásia.
D
a extinção do tráfico de escravos, tendo seus objetivos sido alcançados em 1850.
C
impedir o julgamento por tribunais brasileiros de um oficial inglês que assassinou um cidadão brasileiro.
Questão 15
(Puccamp) Considere as seguintes afirmações:
I. O sistema de parceria foi a forma de contratação de mão-de-obra que conseguiu solucionar definitivamente o problema da cafeicultura.
II. Nos centros cafeicultores havia enormes dificuldades para a implantação de núcleos de colonização.
III. As principais regiões receptoras da imigração foram o Nordeste e o Vale do Paraíba.
IV. O progresso do trabalho livre foi em grande parte condicionado pela decadência do regime servil.
V. A eliminação do trabalho escravo tornava-se um imperativo da modernização e consolidação capitalista do país.
Em relação ao processo de imigração ocorrido no Brasil em fins do século XIX é correto somente:
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO - QUESTÕES
B
provavam ascendência nobre ou status político em suas sociedades de origem.
C
rebelavam-se e eram classificados como insubordinados ou "forros".
D
tornavam-se escravos "de ganho", obtendo do Estado uma liberdade condicional.
A
 abdicavam de suas práticas culturais e juravam fidelidade à Coroa e à Igreja.
E
pagavam um determinado valor equivalente a sua liberdade ou "manumissão".
A
a campanha abolicionista foi muito intensa, contando inclusive com a participação dos jangadeiros, já que os escravos constituíam quase a metade da população da província
Questão 18
(Uece) O epíteto "Terra da Luz" foi atribuído ao Ceará por ter sido a primeira província brasileira a abolir oficialmente a escravidão. Sobre este episódio tão marcante para a História do Ceará, assinale a alternativa correta:
Questão 17
(Pucpr) Em alguns livros, o período da história do Império Brasileiro entre 1850 a 1870 tem o seu nome elogiado como "empresário moderno, empreendedor, a presença de escravos em seus negócios, após a decretação do fim do tráfico em 1850, no entanto, compromete sua fama de abolicionista".
O texto se refere à chamada Era:
A
Ubá.
B
Itajubá.
C
Penedo.
D
Cotegipe.
E
Mauá.
Questão 16
(Puccamp) No dia seguinte Fabiano voltou à cidade, mas ao fechar o negócio notou que as operações de Sinha Vitória, como de costume, diferiam das do patrão. Reclamou e obteve a explicação habitual: a diferença era proveniente de juros.
Não se conformou: devia haver engano. Ele era bruto, sim senhor, via-se perfeitamente que era bruto, mas a mulher tinha miolo. Com certeza havia um erro no papel do branco. Não se descobriu o erro, e Fabiano perdeu os estribos. Passar a vida inteira assim no toco, entregando o que era dele de mão beijada! Estava direito aquilo? Trabalhar como negro e nunca arranjar carta de alforria! (Graciliano Ramos, "Vidas secas")
O texto menciona a "carta de alforria", que podia ser conquistada pelos próprios escravos no Brasil, quando estes
A
I, III e V
B
II, III e IV
C
II, IV e V
D
I, II, III, IV
E
I, II, IV e V
Questão 20
(Uel) "Os estrangeiros que chegavam ao Rio de Janeiro ou outras cidades costeiras ficavam espantados com os milhares de negros que viam carregando água, mercadorias e produtos, transportando seus senhores e senhoras em liteiras ou redes pelas ruas da cidade, ou vendendo uma grande variedade de produtos. Os proprietários de escravos exigiam seu trabalho, serviço e obediência totalmente amparados por uma complexa estrutura legal, pelo costume oficializado e pela doutrina da Igreja católica". (CONRAD, Robert Edgar. "Os Tumbeiros". São Paulo: Brasiliense, 1985. p. 7- 8.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre a escravidão no Brasil, considere as afirmativas a seguir.
I. O fluxo crescente do tráfico de escravos da África para o Brasil, até a primeira metade do século XIX, indica que a elite fundiária se negava a optar pelo sistema de trabalho livre.
II. As mortes frequentes de escravos, por fugas, doenças, maus-tratos, entre outros, reduziram a mão-de-obra disponível e inviabilizaram o lucro proveniente do tráfico.
III. O discurso liberal de franceses e anglo-americanos demonstrava forte oposição à ideia de posse de seres humanos por outros da mesma espécie.
IV. Os proprietários de escravos brasileiros, durante a primeira metade do século XIX, concebiam a escravidão como um direito concedido pelo imperador e por Deus, defendendo-o como um privilégio natural.
Estão corretas apenas as afirmativas:
B
a escravidão representava a principal fonte de mão-de-obra para a província, principalmente na pecuária e na cultura do algodão
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO - QUESTÕES
C
o movimento abolicionista foi liderado pelos proprietários de terras insatisfeitos com a escravidão e interessados na imigração de europeus
D
na década de 1880, o número de escravos já era muito reduzido, fato agravado pela seca de 1877, quando as fugas e as alforrias foram intensificadas
Questão19
(Uel) "A autonomia das províncias é para nós mais que um interesse imposto pela solidariedade dos direitos e das relações provinciais, é um princípio cardeal e solene que inscrevemos na nossa bandeira."
O texto identifica um dos princípios que norteou, no Brasil,
A
I e II.
B
I e IIII.
C
II e IV.
D
I, III e IV.
E
II, III e IV.
A
a política desenvolvimentista.
B
o movimento republicano.
C
a semana de 22
D
a campanha tenentista.
E
o regime absolutista.
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO - QUESTÕES
- QUESTÕES
Figura 4: www.jornalcruzeiro.com.br/materia/387804/ha-170-anos-em-sorocaba-tinha-inicio-a-revolucao-liberal-na-provincia-de-sao-paulo%C2%9D 
Figura 5: Adaptado de www.portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=55185 
Figura 6: www.perfildaplanta.blogspot.com/2010/08/as-orquideas-e-princesa-isabel.html 
Figura 7: www.estudospancadao.blogspot.com/2009/09/fragilidade-da-conciliacao.html 
Figura 8: www.repro-tableaux.com/a/emile-vernet/onthebarricadesonrousouff.html 
Figura 9: www.multirio.rio.rj.gov.br/index.php/estude/historia-do-brasil/ 
Figura 10: www.pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_In%C3%A1cio_de_Abreu_e_Lima 
Figura 11: www.blogs.diariodepernambuco.com.br/historiape/index.php/2016/10/14/borges-da-fonseca-um-defensor-do-povo/ 
Figura 12: www.blogs.diariodepernambuco.com.br/historiape/index.php/2016/10/02/pedro-ivo-heroi-e-mito-da-revolucao-praieira/ 
Figura 13: www.revistacafeicultura.com.br/?mat=62752 
Figura 14: www.alemdahistori.blogspot.com/ 
Figura 15: www.professoravanini.wordpress.com/2012/04/14/economia-cafeeira-primeira-republica/ 
Figura 16: www.villacafe.com.br/blog/qual-e-a-diferenca-entre-os-tipos-de-acucar-usados-na-cozinha/ 
Figura 17: www.ruralpecuaria.com.br/ 
Figura 18: www.resumoescolar.com.br/biologia/borracha-natural/ 
Figura 19: www.multirio.rj.gov.br/historia/modulo02/tarifa.html 
Gabarito
	01
	02
	03
	04
	05
	C
	E
	D
	D
	A
	06
	07
	08
	09
	10
	B
	E
	C
	A
	B
	11
	12
	13
	14
	15
	D
	A
	D
	D
	C
	16
	17
	18
	19
	20
	E
	E
	D
	B
	D
ARRUDA, José Jobson de; PILETTI, Nelson. Toda a História: História geral e história do Brasil. 6.ed. São Paulo: Ática, 1996.
COTRIM, Gilberto. História Global Brasil e Geral. 8.ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
JÚNIOR, Alfredo Boulos. 360° História sociedade & cidadania. Volume 1, 2.ed. São Paulo: Ftd, 2015. 
JÚNIOR, Alfredo Boulos. 360° História sociedade & cidadania. Volume 2, 2.ed. São Paulo: Ftd, 2015. 
JÚNIOR, Alfredo Boulos. 360° História sociedade & cidadania. Volume 3, 2.ed. São Paulo: Ftd, 2015. 
WRIGHT, Edmund; LAW, Jonathan. Dicionário de História do Mundo. Belo Horizonte: Autêntica, 2013.
Referência das figuras
Figura 1: www.colegioweb.com.br/segundo-reinado-governos-regenciais-1831-40/o-golpe-da-maioridade.html 
Figura 2: www.institutonetclaroembratel.org.br/educacao/para-ensinar/planos-de-aula/segundo-reinado/ 
Figura 3: www.ensinarhistoriajoelza.com.br/caricaturas-do-segundo-reinado-critica-com-humor-e-ironia/ 
Referências Bibliográficas
Figura 20: www.multirio.rj.gov.br/historia/modulo02/tarifa.html 
Figura 21: www.historiabrasileira.com/escravidao-no-brasil/lei-eusebio-de-queiros/ 
Figura 22: www.paginadahistoria.com.br/exibe_historia_brasil/80/18.03-lei-de-terras---1850.html 
Figura 23: www.historiasdegriot.blogspot.com/2015/10/a-lei-de-terras-e-suas-consequencias.html 
Figura 24: www.br.pinterest.com/pin/573364596293664064/?lp=true 
Figura 25: www.betamemoria.blogspot.com/2010/11/baronesa-primeira-locomotiva-circular_03.html 
Figura 26: www.histormundi.blogspot.com/2012/06/imagens-historicas-10-barao-de-maua.html 
Figura 27: www.mestresdahistoria.blogspot.com/2011/04/saiba-mais-sobre-imigracao-para-o.html 
Figura 28: www.pt.wikipedia.org/wiki/Senador_Vergueiro 
Figura 29: www.emiliogomes.blogspot.com/2013/02/a-lavoura-de-cafe-em-92-anos-nada-mudou.html 
Figura 30: www.universiaenem.com.br/sistema/faces/pagina/publica/conteudo/texto- 
Figura 31: www.portosmercados.com.br/o-navio-ingles-prince-of-wales-pivo-da-chamada-questao-christie/ 
Figura 32: www.paginadahistoria.com.br/exibe_historia_brasil/79/18.04-a-quest-co-christie.html 
Figura 33: www.pt.wikipedia.org/wiki/Leopoldo_II_da_B%C3%A9lgica 
Figura 34: www.pt.slideshare.net/mcelloto/a-guerra-do-paraguai-e-conflitos-no-prata 
Figura 35: www.pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Oribe 
Figura 36: www.infoescola.com/biografias/juan-manuel-de-rosas/ 
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO - REFERÊNCIAS
Figura 37: www.pt.wikipedia.org/wiki/Fructuoso_Rivera 
Figura 38: www.pt.wikipedia.org/wiki/Justo_Jos%C3%A9_de_Urquiza 
Figura 39: www.cge4.ejercito.mil.uy/armas/infanteria/bni1/historia_batallas.html 
Figura 40: www.diariocambio.com.uy/2018/02/04/los-caminos-la-historia-del-uruguay-mundo-10/atanasio-aguirre/ 
Figura 41: www.en.wikipedia.org/wiki/Venancio_Flores 
Figura 42: www.pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Solano_L%C3%B3pez 
Figura 43: www.guerradoparaguaimatogrossodosul.blogspot.com/2014/10/prisao 
Figura 44: www.historiandonovestibular.blogspot.com/2014/11/a-guerra-do-paraguai-1864-1870.html 
Figura 45: www.reddit.com/r/brasil/comments/8cr0zy/a_vit%C3%B3ria_da_armada_imperial_na_batalha_naval_do/ 
Figura 46: www.diario-universal.com/arquivo/aconteceu/a-batalha-de-tuiuti/ 
Figura 47: www.abcdoabc.com.br/brasil-mundo/noticia/documentos-guerra-paraguai-viram-memoria-mundo-42132 
Figura 48: www.pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Alves_de_Lima_e_Silva 
Figura 49: www.cristianotenorio.com/2018/03/31/guerra-do-paraguai-a-verdade-nao-contada/ 
Figura 50: www.wikiwand.com/en/Battle_of_Cerro_Cor%C3%A1 
Figura 51: www.cafehistoria.com.br/guerra-do-paraguai/ 
Figura 52: www.pt.wikipedia.org/wiki/Ex%C3%A9rcito_Imperial_Brasileiro 
Figura 53: www.erarepublicanadobrasil.blogspot.com/2010/09/manifesto-republicano.html 
Figura 54: www.tvsinopse.kinghost.net/art/q/quintino-bocaiuva.htm 
Figura 55: www.guiadeniteroi.com/fruto-da-terra-benjamin-constant/ 
Figura 56: www.pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Pio_IX 
Figura 57: www.edulaica.net.br/147/som-e-imagem/banco-de-ilustracoes/brasil-questao-religiosa-no-seculo-xix/ 
Figura 58: www.pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_do_Patroc%C3%ADnio 
Figura 59: www.pt.wikipedia.org/wiki/Joaquim_Nabuco 
Figura 60: www.dearsforever.com/br/index.php/cidades/rj/rjo/item/273-antonio-de-sena-madureira 
Figura 61: www.pt.wikipedia.org/wiki/Deodoro_da_Fonseca 
Figura 62: www.pt.wikipedia.org/wiki/Afonso_Celso_de_Assis_Figueiredo 
Figura 63: www.historiadobrasil.net/resumos/crise_segundo_reinado.htm 
Figura 64: www.pt.wikipedia.org/wiki/Proclama%C3%A7%C3%A3o_da_Rep%C3%BAblica_do_Brasil 
BRASIL IMPÉRIO – SEGUNDO REINADO - REFERÊNCIAS
image4.jpeg
image5.png
image6.png
image7.jpeg
image8.png
image9.jpg
image10.png
image11.png
image12.jpeg
image13.jpeg
image14.jpeg
image15.jpg
image16.png
image17.jpeg
image18.jpeg
image19.jpg
image20.jpg
image21.jpeg
image22.jpeg
image23.png
image24.gif
image25.jpg
image26.jpeg
image27.jpeg
image28.jpeg
image29.jpg
image30.jpg
image31.jpg
image32.jpeg
image33.jpg
image34.jpg
image35.jpg
image36.jpg
image37.jpg
image38.jpg
image39.jpeg
image40.png
image41.jpeg
image42.jpeg
image43.jpg
image44.jpg
image45.jpg
image46.jpeg
image47.png
image48.png
image49.jpeg
image50.jpeg
image51.jpeg
image52.jpg
image53.jpg
image54.jpeg
image55.jpg
image56.jpg
image57.jpeg
image58.jpg
image59.jpeg
image1.jpeg
image60.jpg
image61.jpeg
image62.png
image63.jpg
image64.JPG
image65.jpg
image66.jpg
image67.jpg
image68.jpg
image2.jpeg
image69.jpg
image70.jpg
image71.jpeg
image72.jpeg
image73.gif
image74.jpeg
image75.jpg
image76.jpg
image3.png