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23
 
ANHANGUERA EDUCACIONAL
NOME DA UNIDADE
NOME DO CURSO
AUTOR(ES)
DESENVOLVIMENTO DO PENSAMENTO CRÍTICO SOBRE AS PERSPECTIVAS TECNOLÓGICAS:
Inteligência Artificial, e seus impactos sobre o ser humano e a sociedade ocidental contemporânea
Quando precisar, me chama no zap 31982999628
LOCAL 
2
 
2024
14
AUTOR(ES)
DESENVOLVIMENTO DO PENSAMENTO CRÍTICO SOBRE AS PERSPECTIVAS TECNOLÓGICAS:
Inteligência Artificial, e seus impactos sobre o ser humano e a sociedade ocidental contemporânea
Trabalho de XXXXX apresentado ao curso de Nome do Curso da Nome da Instituição requisito parcial à obtenção do título de Bacharel ou Licenciatura em Formação.
LOCAL 
2024
 
14
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO	04
2 DESENVOLVIMENTO	05
2.1 O futuro da capacitação profissional: O potencial da Inteligência Artificial nas empresas................................................................................................................05
2.2 	Inteligência Artificial: um enfoque ético e cuidadoso para potencializar as vantagens dessa transformação tecnológica.........................................................06
2.3 	Inteligência Artificial e a Proporcionalidade no Direito Penal......................07
2.4	Princípios Éticos e Diretrizes para Aplicação da Inteligência Artificial no Sistema Judiciário Brasileiro..................................................................................09
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS.............................................................................	10
REFERÊNCIAS	11
1 	INTRODUÇÃO
Inteligência Artificial (IA) tem se consolidado como uma das tecnologias mais revolucionárias da era contemporânea, caracterizando-se como uma coleção de modelos, técnicas e paradigmas capazes de solucionar problemas complexos de diversas naturezas. Sua evolução é resultado de uma combinação de esforços científicos e tecnológicos que englobam áreas como aprendizado de máquina, processamento de linguagem natural, planejamento e mecanismos de decisão. Esses avanços têm transformado significativamente a sociedade, proporcionando melhorias em setores como saúde, transporte, educação e segurança. Contudo, para compreender plenamente seu impacto, é necessário explorar os principais paradigmas que sustentam o desenvolvimento da IA, cada um com características únicas e aplicações específicas.
O paradigma simbólico, por sua vez, fundamenta-se na representação formal do conhecimento e em processos de inferência, proporcionando soluções organizadas em sistemas especializados. Em contraste, o paradigma conexionista recorre a redes neurais artificiais, que se inspiram no funcionamento do cérebro humano, para aprender e fazer generalizações a partir de exemplos, sendo amplamente utilizado em reconhecimento de padrões e em tarefas de visão computacional. O paradigma evolutivo, por outro lado, concentra-se na otimização, empregando princípios da teoria da evolução para criar algoritmos adaptativos e eficazes. Finalmente, o paradigma probabilístico investiga a incerteza e as relações causais, desempenhando um papel crucial em domínios como diagnósticos médicos e sistemas de recomendação.
A exploração desses modelos evidencia a versatilidade da inteligência artificial e sua habilidade de se ajustar a diversas situações. Contudo, é fundamental que a aplicação de cada método seja examinada com atenção, levando em conta suas repercussões éticas e sociais, a fim de garantir que o avanço ocorra de maneira segura e abrangente.
 
2 	DESENVOLVIMENTO
A Inteligência Artificial (IA) está alterando de maneira profunda o cenário da capacitação profissional em vários setores, gerando uma revolução em andamento. Um caso concreto é a startup Coursera, que disponibiliza cursos online fundamentados em IA para milhões de alunos globalmente. A plataforma emprega algoritmos de IA para adaptar o conteúdo educacional, ajustando-se às demandas e ao ritmo individual de cada estudante com eficiência. Dessa forma, os profissionais conseguem desenvolver novas competências de modo flexível e acessível, aprimorando seu crescimento profissional.
Para aqueles que estão lidando com desafios semelhantes relacionados ao efeito da Inteligência Artificial na educação profissional, é crucial buscar programas de treinamento que estejam em sintonia com as tendências atuais. Uma abordagem comum e eficaz nesse cenário é a aprendizagem adaptativa, que aplica algoritmos personalizados para desenvolver um ambiente de ensino individualizado e eficiente. Também é aconselhável estar informado sobre as inovações e oportunidades que a IA oferece no ambiente laboral, procurando cursos e certificações que tratem dessas questões de maneira prática e aplicada. Dessa forma, os profissionais poderão se manter competitivos e preparados para as exigências do futuro do trabalho moldado pela IA.
2.1 O futuro da capacitação profissional: O potencial da Inteligência Artificial nas empresas
A Inteligência Artificial (IA) está revolucionando a administração de recursos humanos, introduzindo melhorias que aprimoram métodos convencionais e aumentam a eficácia dos procedimentos. A seguir, são destacados dois exemplos significativos dessa transformação:
1.	Automação de Processos de Recrutamento e Seleção: A inteligência artificial está transformando a forma como recrutamos, ao substituir etapas manuais por algoritmos de seleção automática. Ferramentas sofisticadas, como sistemas de acompanhamento de candidatos (ATS - Applicant Tracking Systems), empregam machine learning para examinar currículos e identificar aqueles que melhor se adequam, levando em conta habilidades, experiências e palavras-chave relevantes. Essa automação reduz consideravelmente o tempo que as equipes de Recursos Humanos dedicam a essa tarefa, permitindo que os profissionais concentrem seus esforços em atividades mais estratégicas, como entrevistas e avaliações culturais. Ademais, a utilização da IA minimiza o preconceito humano durante a triagem inicial, favorecendo escolhas mais justas e inclusivas.
2. 	Análise Preditiva de Desempenho: A análise preditiva representa uma abordagem significativa, possibilitando que organizações aproveitem dados históricos e informações em tempo real para prever tendências de desempenho tanto em nível individual quanto em grupo. Ferramentas de inteligência artificial são capazes de reconhecer padrões que sinalizam demandas por capacitação, chances de turnover e graus de engajamento. Por exemplo, painéis de controle criados por IA ajudam os gestores a identificar áreas problemáticas e a adotar decisões antecipadas para melhorar a retenção de talentos e aumentar a eficiência. Dessa forma, a administração de pessoas se torna mais estratégica e orientada a resultados sustentáveis. Essas ferramentas evidenciam que a inteligência artificial não só aumenta a eficiência, mas também favorece uma maior exatidão e inovação em métodos que antes eram restringidos por abordagens convencionais.
2.2 	Inteligência Artificial: um enfoque ético e cuidadoso para potencializar as vantagens dessa transformação tecnológica.
A Inteligência Artificial (IA) tem causado mudanças significativas no mundo dos negócios, aprimorando procedimentos e introduzindo novidades. Entretanto, para garantir que sua aplicação seja eficiente e responsável do ponto de vista social, é crucial que as tecnologias criadas e utilizadas respeitem a ética, a diversidade, a inclusão e a transparência. Esses valores são essenciais para prevenir disparidades e fomentar a confiança nas plataformas automatizadas.
No âmbito ético, é crucial que os algoritmos sejam elaborados de maneira a honrar os direitos humanos, prevenindo preconceitos e discriminações. Isso exige uma análise meticulosa dos dados empregados no treinamento da inteligência artificial, os quais frequentemente refletem desigualdades históricas. Em relação à diversidade e inclusão, a formação das equipes que criam essas soluções é fundamental. Grupos diversos, que abranjam váriasperspectivas, ajudam a desenvolver modelos mais completos e éticos, reduzindo a probabilidade de decisões tendenciosas. Além disso, a transparência deve ser assegurada em todas as fases da aplicação da IA. As decisões automatizadas precisam ser claras e acessíveis a todos os envolvidos, possibilitando a auditoria dos resultados e o controle humano. Assim, ao proteger esses princípios, a inteligência artificial não só se transforma em um recurso eficaz para alavancar empresas, como também contribui para a construção de uma sociedade mais equitativa e inclusiva, em conformidade com as exigências éticas atuais.
Citamos dois exemplos:
1. Recrutamento e Seleção: A inteligência artificial precisa ser desenvolvida de forma a prevenir vieses e discriminação durante a análise de currículos e a condução de entrevistas online, assegurando a diversidade e a inclusão nas contratações. No gerenciamento de pessoas, a IA transformou o recrutamento e a seleção de talentos utilizando algoritmos sofisticados que automatizam a filtragem de currículos, identificam os candidatos mais qualificados com base em suas competências e experiências, além de diminuir consideravelmente o tempo e o trabalho dos profissionais de Recursos Humanos.
2. Sistemas de Avaliação de Desempenho: Diversas empresas implementam sistemas de inteligência artificial para analisar o rendimento de seus colaboradores, com a intenção de oferecer feedback contínuo e auxiliar nas escolhas referentes a promoções, capacitações e recompensas. Entretanto, esses sistemas podem apresentar desafios se não levarem em conta adequadamente a diversidade da equipe, o que pode resultar em vantagens para determinados grupos em prejuízo de outros. É crucial que a IA seja desenvolvida com atenção a aspectos como diversidade de gênero, raça e experiências, garantindo que as avaliações sejam justas para todos os funcionários, sem preconceitos ou preferências. Além disso, o processo deve ser claro, possibilitando que os colaboradores entendam como as avaliações são feitas e quais critérios são empregados. Para promover a inclusão e a ética, as organizações precisam estabelecer políticas transparentes, permitindo que os colaboradores compreendam de que maneira as decisões fundamentadas em IA influenciam suas avaliações e progressões profissionais 
2.3 	Inteligência Artificial e a Proporcionalidade no Direito Penal
A proteção contra discriminação no âmbito do Direito Penal e do Processo Penal, quando se utiliza a Inteligência Artificial (IA), representa um desafio que requer cuidadosas considerações tanto técnicas quanto éticas. Apesar de a IA oferecer vantagens relevantes, como incremento da eficiência, transparência e rapidez na análise de casos, sua implementação deve ocorrer com precauções que impeçam a reprodução ou intensificação de preconceitos arraigados e de discriminações já existentes.
Em primeiro lugar, é fundamental que os algoritmos sejam criados a partir de dados que sejam imparciais e representativos. Isso implica que o processo de aprendizado das máquinas deve levar em conta a diversidade e remover preconceitos relacionados a aspectos como gênero, raça, etnia ou classe social. Dados que estejam desproporcionais ou que tenham um histórico de discriminação podem resultar em decisões tendenciosas, prejudicando a equidade no sistema penal.
A transparência nos sistemas de inteligência artificial é fundamental. Algoritmos que não são claros tornam desafiadora a detecção de possíveis preconceitos e falhas. Portanto, é essencial que as decisões geradas por IA sejam compreensíveis, permitindo que profissionais do Direito entendam o processo pelo qual os resultados foram obtidos. Além disso, implementar métodos de revisão humana, nos quais decisões automatizadas possam ser analisadas e questionadas, também contribui para assegurar a equidade.
Um aspecto crucial é a regulamentação da utilização da inteligência artificial no campo do Direito Penal. Documentos como a resolução nº 332/2020 do CNJ, que determina princípios éticos para a implementação da IA no Judiciário do Brasil, oferecem orientações que asseguram o respeito aos direitos fundamentais. Adoção de ações como a promoção da diversidade nas equipes de criação e a exigência de monitoramento constante dos sistemas também ajudam a evitar a discriminação.
Em última análise, a formação e o aprimoramento de especialistas na área jurídica são essenciais para garantir que entendam tanto as restrições quanto as oportunidades oferecidas pela inteligência artificial. Isso facilita o uso dessa tecnologia de modo ético e responsável. Desse modo, é viável empregar a tecnologia como uma parceira para alcançar uma justiça criminal mais eficaz e justa, respeitando sempre os princípios de igualdade e dignidade humana.
2.4	Princípios Éticos e Diretrizes para Aplicação da Inteligência Artificial no Sistema Judiciário Brasileiro
A promoção da diversidade, conforme estabelecido pelo Artigo 20 da Resolução nº 332/2020 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), é não somente equitativa, mas também fundamental para a criação de soluções tecnológicas mais éticas e eficientes. A inclusão de diferentes gêneros, etnias, raças, orientações sexuais, condições físicas, faixas etárias e outras particularidades influencia diretamente a qualidade, a imparcialidade e a pertinência das tecnologias de Inteligência Artificial (IA) no âmbito judicial.
A equidade dessa distribuição baseia-se na ideia de que equipes variadas proporcionam visões mais abrangentes e completas, levando à criação de sistemas que melhor representam a sociedade que precisam servir. A inteligência artificial é fortemente moldada pelos dados utilizados em seu treinamento e pelas escolhas feitas ao longo de seu desenvolvimento. Grupos uniformes costumam criar sistemas que refletem seus próprios preconceitos inconscientes, enquanto equipes diversificadas auxiliam na identificação e na redução dessas questões, promovendo mais representatividade e justiça nas soluções.
A diversidade também estimula a inovação e a criatividade, aspectos essenciais para o avanço de tecnologias sofisticadas como a inteligência artificial. A participação de pessoas com variadas experiências e histórias enriquece a capacidade de prever cenários e questões éticas, assegurando que as soluções desenvolvidas sejam inclusivas e respeitem os direitos básicos.
A resolução também representa um compromisso ético na luta contra desigualdades históricas. Ao demandar diversidade nas equipes, promove a inclusão de grupos menos representados, oferecendo oportunidades e contribuindo para a justiça social. Essa ação está alinhada com os princípios constitucionais do Brasil, que exaltam a igualdade e a dignidade humana.
Assim, a promoção da diversidade proposta pelo Artigo 20 não é somente correta, mas essencial para garantir que a tecnologia no âmbito judicial seja clara, ética e ao alcance de todos, de acordo com as metas de um sistema judiciário contemporâneo e inclusivo.
3	CONCLUSÃO
	A execução dessa tarefa trouxe um aprendizado valioso, tanto no âmbito profissional quanto no pessoal, ao investigar como a Inteligência Artificial (IA) afeta diferentes setores, incluindo a gestão de recursos humanos, o campo jurídico e as operações empresariais. A avaliação dos obstáculos e vantagens que a IA apresenta, particularmente no que diz respeito à ética, diversidade, inclusão e transparência, desempenhou um papel crucial na compreensão de como essas inovações alteram o cenário laboral e suas repercussões sociais.
Sob a perspectiva profissional, a experiência contribuiu para o aprimoramento de competências essenciais na implementação de IA em ambientes empresariais e jurídicos, promovendo uma análise crítica sobre o uso ético e responsável dessas tecnologias. Compreender a forma como a IA pode ser aplicada de maneira justa e inclusiva nos processos de seleção e avaliação de funcionários é uma lição importante para a criação de locais de trabalho mais justos e inovadores. Adicionalmente, as demonstrações práticas da aplicaçãoda IA na gestão de recursos humanos e no Direito Penal ressaltaram a relevância da transparência e da inexistência de discriminação, pontos cruciais para o exercício profissional em um mundo cada vez mais tecnológico. Em nível pessoal, a pesquisa sobre os efeitos sociais da inteligência artificial aprimorou-se habilidades de indagar e pensar criticamente sobre as tecnologias que moldam o futuro. A conscientização dos perigos da IA, como o viés nos algoritmos e as preocupações com a privacidade, incentivou uma atitude ética e responsável em relação à utilização dessas ferramentas. 
As conclusões desse aprendizado mostram que, além de ser uma potente ferramenta no ambiente empresarial, a inteligência artificial requer uma abordagem ética, atenta e sensível às questões de justiça social e equidade. Nesse sentido, a aquisição de conhecimento transcende a mera aplicação técnica da IA envolvendo também a educação de um indivíduo crítico e reflexivo, apto a analisar as consequências de suas escolhas e ações, tanto no trabalho quanto na comunidade. Isso é essencial para a edificação de uma sociedade mais equitativa, onde as tecnologias são utilizadas para fomentar o bem-estar coletivo e a inclusão universal.
REFERÊNCIAS
BRAZ, Jacqueline Mayer da Costa Ude. Teoria Geral do Direito Constitucional. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2016. 
CARVALHO, Fernanda Lara de; BARBETA, Edvania Fátima Fontes Godoy. Direito penal – parte geral. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2016. 
CARVALHO, Mauricio Soares de. Orçamento público. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2017. 
HENRIQUE, Márcio Alexandre Ioti; PERRUCI, Felipe Falcone. Tecnologias de informação aplicadas ao direito. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2017.
LUZ, Bernardo Araújo da; NAVES, Carlos Luiz de Lima e; MACHADO, Renato Martins. Direito penal - crimes contra a dignidade sexual e administração pública. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2018. 
RANGEL, Fernanda Leite de Araújo. Tópicos em direito administrativo. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2017. 
TESTA, Janaina Carla da Silva Vargas et al. Direito público. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2014. 
LINKS 
Inteligência Artificial e sociedade: avanços e riscos - JAIME SIMÃO SICHMAN https://www.scielo.br/j/ea/a/c4sqqrthGMS3ngdBhGWtKhh/?format=pdf 
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL & PROPORCIONALIDADE PENAL. Vetores da política criminal moderna? MAGNO GOMES DE OLIVEIRA 
(PDF) PROPORCIONALIDADE & INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: Vetores da política criminal moderna? PROPORTIONALITY & ARTIFICIAL INTELLIGENCE: Modern criminal policy vectors | Magno Oliveira - Academia.edu 
O conceito de paradigma em Thomas Kunh e Edgar Morin: similitudes e diferenças https://www.redalyc.org/journal/5606/560662201007/html/#:~:text=Paradigma%20%C3%A9%20descrito%20nos20dicion%C3%A1rios,%2C%20norma%2C%20prot%C3%B3tipo%20e%20regra. 
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