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A CONSTRUÇÃO DO imperio brasileiro

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MUSEUS, ARQUIVOS EMUSEUS, ARQUIVOS E
PATRIMÔNIO HISTÓRICOPATRIMÔNIO HISTÓRICO
A CONSTRUÇÃO DOA CONSTRUÇÃO DO
PATRIMÔNIO NACIONAL:PATRIMÔNIO NACIONAL:
O CASO BRASILEIROO CASO BRASILEIRO
SPHANSPHAN
Autor: Me. Juscelino Pereira Neto
Revisor : V inníc ius Pere ira De A lmeida
IN IC IAR
02/12/24, 13:07 Ead.br
https://student.ulife.com.br/ContentPlayer/Index?lc=ePvQ1mJZ8uhUEn%2f3fb37wA%3d%3d&l=5rXH%2f%2fsnWhACbVWSTpUXrQ%3d%3d&c… 1/26
introdução
Introdução
Nos últimos anos, tem havido um crescente interesse acadêmico em questões de
construção do patrimônio histórico e da identidade nacional. Ainda que muitos
atribuam ao sentimento de identidade nacional um senso de arti�cialidade, ele é
indubitavelmente importante para a construção de uma nação, uma vez que
atribui à população um sentimento de pertencimento e de identi�cação com um
grupo especí�co e, ao mesmo tempo, de ser diferente de outros grupos.
Nesta Unidade II, veremos como o senso de identidade nacional fornece um meio
poderoso de de�nir e localizar seus individuais no mundo e conecta um grupo de
pessoas a um local geográ�co especí�co.
02/12/24, 13:07 Ead.br
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A identidade nacional é um conceito complexo, multidimensional e multifacetado,
e, com efeito, de�nir identidade nacional (bem como a própria nação) é
problemático. A de�nição de nação como uma comunidade política imaginada,
feita pelo historiador americano Benedict Anderson (2008), encontrou ampla
aceitação no campo das discussões do patrimônio histórico. A nação é imaginada
no sentido de que consiste em um grupo de pessoas que nunca se conhecerão
nem travarão contato entre si, mas que compartilham a crença de que todas
pertencem à mesma comunidade.
Na concepção de Anderson, as nações são tão imaginadas quanto são entidades
materiais. Da mesma forma, as identidades nacionais não são lançadas nas pedras
que compõem os patrimônios, mas são identidades imaginadas. Além disso, há
um reconhecimento crescente de que os conceitos de nação e de identidade
nacional estão impregnados de discursos �uidos, transitórios, contextuais e
contestados, de modo que não é possível identi�car identidades nacionais �xas.
Existem vários componentes fundamentais da identidade nacional, incluindo um
território histórico (da pátria), mitos comuns e memórias históricas, uma cultura
pública de massa comum, direitos e deveres legais comuns para membros da
nação e uma economia comum.
Patrimônio comPatrimônio com
ConstruçãoConstrução
Identidade NacionalIdentidade Nacional
02/12/24, 13:07 Ead.br
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Este artigo foca no segundo elemento - História e passado. Um passado é um
elemento imprescindível para uma nação. Como Lowenthal (1991) avaliou, a
identidade nacional exige a construção de uma herança, para, assim, considerá-la
única. A �m de levar a cabo esse projeto, é feito um uso nacionalista do passado,
isto é, concentra-se em "lendas e paisagens" que estejam presentes e sejam
manifestações do país, que permitam criar um repertório patrimonial e cultural
para que a nação se alicerce no tempo e no espaço.
Assim, na Europa, desde a ascensão do nacionalismo nos séculos XVIII e XIX, parte
do processo de edi�cação da nação tem sido a construção de um passado
nacional. Nesse processo, a História adquiriu considerável importância política. No
entanto, quando esse passado nacional não estava disponível, muitas nações
simplesmente fabricaram um, e essa "invenção da tradição" é um elemento
comum na construção da nação. De fato, errar a história faz parte de ser uma
nação.
Um passado nacional é construído a partir de uma coleção de mitos, tradições e
lendas. Normalmente, incluem-se mitos de origem, ascendência, migração,
libertação, citando-se, também, uma “Idade de Ouro” para o surgimento da
identidade nacional, eventualmente, um declínio e, �nalmente, um renascimento
(SMITH, 1991).
02/12/24, 13:07 Ead.br
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O ponto central de um passado nacional é a premissa de uma “Era de Ouro”
idealizada e gloriosa - um tempo de esplendor comunitário, com seus sábios e
heróis, a era em que a comunidade alcançou sua forma clássica e logrou um
legado de memórias gloriosas e realizações culturais. A crença em uma época de
ouro serve para ancorar a nação no passado e é frequentemente usada como um
exemplo para a concretização do qual a nação pode se esforçar no futuro (SMITH,
1986).
Raramente, porém, qualquer passado nacional é de fato puramente nacional,
enquanto manifestações que estão circunscritas dentro de um território nacional.
Smith (1991) observa que di�cilmente é possível falar do passado único de uma
nação; em vez disso, "o" passado transmitido é de várias camadas e capaz de
interpretações diferentes. Da mesma forma, argumenta que é raro existir um
consenso seguro sobre qual ou quais lendas e paisagens simbolizam a nação.
Além disso, a seleção, inclusão e exclusão é uma parte essencial dos que se
dispõem a criar narrativas nacionais (DIAZ-ANDREU; CHAMPION, 2016).
Figura 2.1 - Festival folclórico do Bumba Meu Boi ou Boi-Bumbá em Parintins,
Amazonas
Fonte: Ricardo Stuckert / Wikimedia Commons.
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A de�nição de um passado nacional ideal excluirá ou marginalizará as versões de
passado de outros grupos, de comunidades que às vezes vivem dentro das
mesmas fronteiras. Com efeito, um passado nacional é uma construção que, como
conceitos da própria nação, será contextual e contestada (SMITH, 1991).
reflita
Re�ita
A citação a seguir incentiva a re�exão
sobre a função da História enquanto uma
disciplina que, ao investigar os processos
históricos, acaba produzindo narrativas
sobre o passado e o patrimônio cultural
de um país. Vejamos:
“A história, assim como a antropologia,
sem falar no folclore, desempenha papel
importante na articulação das A
narrativas nacionais sobre patrimônio
cultural. No entanto, enquanto
antropólogos, historiadores, ou
folcloristas, escrevem textos de descrição
e análise de sociedades, culturas,
instituições, rituais, etc., aqueles que
lidam pragmaticamente com o chamado
"patrimônio cultural" dedicam-se às
práticas de colecionar, restaurar e
preservar objetos com o propósito de
expô-los para que possam ser vistos e
preencham as funções pedagógicas e
políticas que lhe são atribuídas”
(GONÇALVES, 2002, p. 21).
02/12/24, 13:07 Ead.br
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Com a ascensão dos nacionalismos na Europa do século XIX, os aspectos tangíveis
de restos do passado começaram a assumir uma importância considerável para a
identidade nacional. Nos Estados-nação emergentes da Europa, relíquias e ruínas
eram reverenciadas como a consciência materializada de grupo e como vestígios
de aspirações nacionais do passado, que, por sua vez, constituíam um estímulo
importante ao surgimento de um movimento de preservação (LOWENTHAL, 1991).
Consequentemente, muitos edifícios, monumentos e paisagens naturais
alcançaram um signi�cado considerável como símbolos ou ícones de uma nação
emergente e foram apropriados pelos poderes constituídos para o propósito de
construção da nação. No processo, tornaram-se monumentos nacionais, dotados
de novos e poderosos signi�cados (GONÇALVES, 2002).
praticar
Vamos Praticar
A defesa dos bens culturais materiais e imateriais do patrimônio histórico brasileiro é
levada a cabo pela autarquia federal, o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico
Nacional (Iphan) e por demais órgãoscompetentes.
Acerca do dever dos institutos do patrimônio, considere o papel desempenhado por eles
e assinale a alternativa correta.
a) A solicitação de tombamento de qualquer patrimônio ao IPHAN deve ser
pedida somente por pessoa jurídica
b) No Livro do Tombo Histórico, estão reunidas as inscrições dos bens culturais
em função do valor artístico, como obras de pintores nacionais.
c) O tombamento é o dispositivo constitucional mais antigo à serviço da defesa do
patrimônio instituído em 1937.
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d) O IEPHA (Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais)
realizou o tombamento do conjunto arquitetônico da cidade de Ouro Preto/ MG
devido ao seu valor histórico arquitetônico
e) Os únicos monumentos arquitetônicos tombados em nível federal, no estado
de Minas Gerais, estão localizados na cidade de Ouro Preto/MG.
02/12/24, 13:07 Ead.br
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Ao iniciar uma discussão acerca do que seja patrimônio cultural, é comum se
remeter a artefatos (pinturas, desenhos, gravuras, mosaicos, esculturas),
monumentos e edifícios históricos, além de locais arqueológicos. Porém, o
conceito de patrimônio cultural é ainda mais amplo e, gradualmente, cresceu para
incluir toda evidência de criatividade e expressão humana: fotogra�as,
documentos, livros e manuscritos, instrumentos etc. como objetos individuais ou
coleções.
A noção de patrimônio, com efeito, tem se ampliado ao longo do tempo e seus
novos usos produzem efeitos sociais que devem ser objetos de análise. É sabido
que, em meados da década 1970, observa-se um alargamento da noção de
patrimônio histórico e cultural, que incluía não somente os bens materiais ou
tangíveis, mas também os bens intangíveis, como, por exemplo, gastronomia,
práticas culturais diversas, celebrações, música, festividades, costumes, rituais etc..
Hoje, cidades, patrimônios subaquáticos e ambientes naturais também são
considerados parte do patrimônio cultural, uma vez que as comunidades se
identi�cam com a paisagem natural e aspiram a sua permanência. Monumentos
têm o objetivo de marcar o ponto mais alto das realizações humanas selecionadas
do passado; dão uma sensação edi�cante de que a grandeza já foi - e ainda é -
Os Signi�cados doOs Signi�cados do
Patrimônio CulturalPatrimônio Cultural
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possível; têm pretensão universalizante pois ambicionam inspirar as gerações
atuais (ROCHA, 2009).
Além disso, o patrimônio cultural não se circunscreve   somente aos objetos
tangíveis cuja materialidade não se discute; consiste, também, em elementos
imateriais: tradições, práticas, ritos, artes cênicas, história oral, artesanato,
representações, conhecimentos e habilidades legados de geração em geração
dentro de uma coletividade.
De acordo com Caixas (2005), a roda de capoeira, uma mistura de dança e luta,
remonta, em sua origem, ao período da escravidão no Brasil, sendo resultado de
processos históricos complexos, estando em constante evolução. O conceito de
patrimônio cultural e natural é baseado em sistemas de valores que mudam
historicamente. Esses valores são reconhecidos por diferentes grupos de pessoas.
As ideias desenvolvidas e aceitas por esses diferentes grupos criam várias
categorias de patrimônio cultural e natural (patrimônio mundial, patrimônio
nacional, etc.).
Figura 2.2 - Homens jovens praticando capoeira, típica arte brasileira durante
protestos contra o governo federal
Fonte: Everson dos Santos de Andrade / 123RF.
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Os objetos do patrimônio cultural são simbólicos. Eles representam identidades
em termos de cultura e ambiente natural. A conexão e as atividades tradicionais
em torno desses objetos criam um senso de comunidade. Ao mesmo tempo, a
seleção de quais objetos, monumentos ou ambientes naturais são preservados
de�ne a trajetória futura de várias narrativas culturais e o consenso da sociedade
sobre o passado e presente.
A herança imaterial diz respeito, de fato, a uma variedade imensa de tradições,
músicas e danças, como tango e �amenco, procissões sagradas, carnavais,
falcoaria, cultura de cafeterias vienenses, o tapete do Azerbaijão e suas tradições
de tecelagem, marionetes de sombras chinesas, dieta mediterrânea, canto védico,
Teatro Kabuki, o canto polifônico do Aka da África Central, apenas para citar alguns
exemplos.
praticar
Vamos Praticar
O processo que envolve o tombamento de monumentos históricos, objetos culturais
brasileiros e bens imateriais  pressupõe o cumprimento de um trâmite procedimental
especí�co (SIMÕES PIRES, 1994).
Sobre os meandros, assinale a alternativa correta.
a) Tombamento é um ato administrativo realizado pelo poder público nas esferas
estaduais e municipais, cabendo ao poder federal apenas o estudo técnico e a
seleção do bem a ser tombado
b) A partir da Carta Magna, se estabeleceu que é dever exclusivo da União a
defesa do patrimônio histórico-cultural
c) Entre os precedentes normativos na legislação brasileira sobre o instrumento
do tombamento, destaca-se o Decreto – Lei nº. 30 de 30 de abril de 2006.
02/12/24, 13:07 Ead.br
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d) Estados e municípios têm competência para assegurar proteção do patrimônio
cultural apenas no que concerne a bens arquitetônicos e memória imaterial.
e) Tombamento é um procedimento previsto pela Constituição que opera em
favor da preservação do patrimônio cultural, assegurando a proteção de bens
móveis, imóveis e imateriais.
02/12/24, 13:07 Ead.br
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Em concomitância aos debates públicos sobre a necessidade de se preservar o
“patrimônio natural”, se assume, em proporções globais, um debate acalorado
acerca da necessidade de proteger as práticas e o patrimônio cultural das “culturas
tradicionais”. A ampliação desses conceitos tem possibilitado a inserção de novos
sujeitos políticos com novos discursos (GONÇALVES, 2002). Contudo, a herança
cultural não é apenas um conjunto de objetos ou tradições culturais do passado. É,
também, o resultado de um processo de seleção, um processo de memória e
esquecimento que caracteriza toda sociedade humana constantemente
empenhada em escolher – por razões culturais e políticas – o que vale a pena ser
preservado para as gerações futuras e o que não vale.
Todos os povos contribuem para a cultura do mundo. Por isso, é importante
respeitar e salvaguardar todo o patrimônio cultural, por meio de leis nacionais e
tratados internacionais. O trá�co ilícito de artefatos e objetos culturais, pilhagem
de sítios arqueológicos e destruição de prédios e monumentos históricos causam
danos irreparáveis ao patrimônio cultural de um país.
A UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a
Cultura), fundada em 1954, adotou convenções internacionais sobre a proteção do
A Importância daA Importância da
Proteção doProteção do
Patrimônio CulturalPatrimônio Cultural
02/12/24, 13:07 Ead.br
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patrimônio cultural, a �m de promover a compreensão intercultural, enfatizando a
importância da cooperação internacional.
A proteção da propriedade cultural é um problema antigo. Uma das questões mais
frequentes na proteção do patrimônio cultural é a difícil relaçãoentre os
interesses do indivíduo e da comunidade, o equilíbrio entre os direitos públicos e
privados (STRINATI, 1999).
Desde o século XIX, o conceito de patrimônio cultural tem motivado a criação de
museus que preservassem o conteúdo de artefatos, objetos que evocassem a
História do país. Este tem sido um dos principais fatores desse processo. Como
resultado, observou-se a criação de museus nacionais e de comissões ou
instituições de proteção de monumentos.
Veja o infográ�co, a seguir, sobre a importância do patrimônio cultural nacional:
Figura 2.3 - Bandeira da UNESCO: apresenta o logotipo da instituição com sua
sigla em fontes brancas em um fundo azul-claro. O desenho traz um templo
formado também por um front e uma escadaria de três degraus, sendo que cada
letra conforma uma coluna do pórtico de um templo grego antigo
Fonte: Uhland38 / 123RF.
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Atualmente, no século XXI, é melhor entender que o patrimônio tem signi�cado
em vários níveis, sendo objeto de abordagens e metodologias multidisciplinares
que podem ser desenvolvidas e usadas em todo o mundo. O patrimônio cultural
está no escopo da investigação de uma série de ciências humanas, sociais e
estudos ambientais. As soluções para o patrimônio cultural e as questões de
gerenciamento de recursos são melhor alcançadas através do reconhecimento de
diferenças e da legitimação de interesses con�itantes, de modo a buscar um
terreno comum.
Cultura
e
herança
cultural
Há uma a�rmação que diz que a
cultura e a herança cultural nos
'moldam'. O que isso signi�ca?
A imagem é uma vista panorâmica da
antiga cidade de Pompéia, com casas e
ruas. Classi�cado como Patrimônio
Mundial pela UNESCO, Pompeia é uma
antiga cidade romana que foi destruída
devido à erupção do Monte Vesúvio no
século I. Nápoles, Itália.
123rf.com
02/12/24, 13:07 Ead.br
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praticar
Vamos Praticar
O Decreto-Lei nº 25, de 30 de novembro de 1937, editado no Estado Novo de Getúlio
Vargas, signi�cou a criação de um marco nacional e organizou a proteção do patrimônio
histórico e artístico nacional (ANDRADE, 1987).
Sobre a legislação e mecanismos jurídicos do patrimônio histórico nacional, assinale a
única alternativa correta.
a) Em 1936, o modernista Mário de Andrade aceitou o convite do Ministro da
Educação e Saúde, Gustavo Capanema, para elaborar o projeto de criação do
futuro SPHAN.
b) O SPHAN (Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), criado em 1933,
teve como primeiro presidente a �gura do escritor Mário de Andrade.
c) Uma das primeiras intervenções do SPHAN foi a elevação de Ouro Preto/MG -
 por meio Decreto nº 22.928 - ao estatuto de patrimônio nacional.
d) O SPHAN manteve suas atividades até meados de 1937, quando foi fechado por
ação do Estado Novo, governo ditatorial de Getúlio Vargas.
e) O SPHAN de 1937 foi o primeiro órgão voltado para a preservação do
patrimônio no Brasil.
02/12/24, 13:07 Ead.br
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Com o objetivo de seguir os passos da criação do patrimônio brasileiro a partir dos
esforços o�ciais do Estado-nação, é necessário examinar a legislação que
estabelece o patrimônio no Brasil, através do qual o Estado usa seu poder.
Conforme postula Canani (2005), o projeto de lei que iniciou as discussões sobre a
preservação do patrimônio cultural no Brasil foi solicitado durante o governo de
Getúlio Vargas, às vésperas da ascensão do Estado Novo, em 1936, quando o
ministro da Educação, Gustavo Capanema, pediu a Mário de Andrade que
escrevesse o projeto que acabou sendo a gênese da legislação sobre o patrimônio.
Nesse período, uma disputa sobre patrimônio no Brasil era travada por um grupo
de intelectuais no decorrer do Movimento Modernista, cuja proposta era renovar,
produzir arte, música e literatura originais e que fossem tipicamente brasileiras.
No Movimento Modernista, �guravam, entre os artistas de maior renome, Mário
O Caso Brasileiro: oO Caso Brasileiro: o
SPHAN e oSPHAN e o
Patrimônio BrasileiroPatrimônio Brasileiro
na Legislaçãona Legislação
NacionalNacional
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de Andrade, Oswald de Andrade, Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade,
Cândido Portinari, Tarsila do Amaral e Lúcio Costa (BRASIL, 1976).
Sobre o tema, modernistas como Mário de Andrade apresentavam
comportamento ambíguo, pois, embora tenha pregado a modernização, também
salientava a necessidade de manter as tradições. Os intelectuais modernos
começaram a se preocupar com a herança brasileira e seu valor. Esses artistas
também foram os idealizadores de um movimento cultural chamado Semana de
Arte Moderna de 1922. Desde o início, registra-se que Mário de Andrade e Lúcio
Costa foram especialmente importantes para a criação e operação da agência
nacional de proteção, o Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
(SPHAN).
Contudo embora a ideia se propusesse como moderna, os esforços embrionários
de defesa do patrimônio nacional se orientavam a partir da visão do que era
cultura daqueles que estavam à frente do projeto. Com efeito, optou-se por
proteger apenas os edifícios e monumentos arquitetônicos que representavam um
Brasil colonial, selecionando-se locais e monumentos do século XVIII como
símbolos de nossas raízes socioculturais e com lastro de nossa identidade
nacional.
Após o projeto de Mário de Andrade, outras propostas surgiram, revelando um
pouco de preocupação com a preservação de um patrimônio para as gerações
futuras, criando um cenário complementar no sistema jurídico brasileiro. A
promulgação do Decreto-Lei nº 25, no dia 30 de novembro de 1937, encaminhou,
de modo o�cial, a organização da proteção do patrimônio histórico. De fato, a
política conservacionista brasileira já ocorria no início do século passado, com a
criação da Inspetoria de Monumentos Nacionais entre 1934 e 1937, iniciativa
pioneira do governo para institucionalizar uma ação e proteger o patrimônio
cultural brasileiro.
O Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico (SPHAN), que de�nia o patrimônio
como todos os bens móveis e imóveis do país e cuja conservação era de interesse
público - seja para conectar a notável história brasileira, seja devido a seus
excepcionais recursos arqueológicos, etnográ�cos, literários ou artísticos -, se
orientava pelo Decreto-Lei nº 25 de novembro de 1937.
02/12/24, 13:07 Ead.br
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Essa organização, Sphan, posteriormente denominada Instituto do Patrimônio
Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), compartilhava da tarefa de identi�car e
registrar o patrimônio cultural, artístico e histórico em estados e cidades. O
registro de imóveis poderia ser realizado em qualquer uma das instâncias federais,
desde que obedecessem à mesma lei, qual seja, registrar e reconhecer
o�cialmente um ativo em uma organização com registro de patrimônio.
O artigo primeiro, caput 2, do Decreto-Lei nº 25/37 oferece os contornos
normativos do conceito de patrimônio cultural, considerando “[...] monumentos
naturais, bem como sítios e paisagens que importe conservar e proteger pela
feição notável com que tenham sido dotados pela natureza ou agenciados pela
indústria humana” (BRASIL, 1937, on-line ).
O Brasil desenvolve uma política para a identi�cação e preservação de obras de
arte, monumentos e outras propriedades materiais através do instituto jurídico de
registro desde 1937. A partir da criação de um arcabouço institucional, foram
frutíferos os esforçosdo governo brasileiro para preservar sua herança cultural.
saibamais
Saiba mais
O novo site do Iphan já está no ar. Com um
visual mais moderno e mais ágil, o novo Portal
do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico
Nacional (Iphan) apresenta novas características,
com maior conteúdo que facilita o acesso aos
internautas. Essa nova plataforma foi construída
com vistas a aprimorar o acesso a todas as
informações que digam respeito ao Patrimônio
Cultural Brasileiro sob  a supervisão do Iphan.
Para conhecer mais o portal, acesse o endereço
eletrônico a seguir.
ACESSAR
02/12/24, 13:07 Ead.br
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http://portal.iphan.gov.br/
Embora funcione de maneira e�ciente, as políticas preservacionistas �caram
circunscritas a edifícios arquitetônicos, obras de arte de cunho religioso cristão e
outras propriedades dessa natureza. Naquela época, os registros do patrimônio
histórico não preservavam as identidades culturais de populações afro e bens
simbólicos imateriais (intangíveis). Esse reconhecimento só viria nas décadas
seguintes.
praticar
Vamos Praticar
O ordenamento legislativo vigente versa sobre o processo de tombamento, sobre bens
da cultura material e regulamenta a preservação do patrimônio cultural e histórico
nacional, e é muito especí�co sobre as atribuições do poder público neste campo.
Considere as alternativas a seguir que tratam da competência do poder público e
assinale a alternativa correta.
a) É assegurado ao Poder Público, lastreado pela Constituição Federal de 1988, o
dever de proteger o patrimônio cultural, exceto inventários, bem como
desautorizar as desapropriações.
b) O conceito de cultura representa um conjunto abrangente de práticas,
conhecimentos, formas de expressão, de pensamento, de crenças e formas
artísticas, dentre outras, de uma nação.
c) Os bens culturais preservados pelo IPHAN são um conjunto de bens culturais
classi�cados segundo seu pertencimento e natureza presentes nos sete Livros do
Tombo.
d) O patrimônio paisagístico nacional se refere a uma paisagem cultural do
patrimônio moderno brasileiro. O órgão competente por sua classi�cação e
preservação é o Instituto de Gestão do Património Arquitetônico e Arqueológico
(IGESPAR).
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e) São consideradas manifestações culturais brasileiras: o Carnaval, o Candomblé,
as Olimpíadas, a Roda de Samba, a Copa do Mundo, entre outras.
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indicações
Material
Complementar
FILME
Narradores de Javé
Ano : 2004
Comentário : Narradores de Javé é um �lme nacional sob a
direção de Eliane Ca�é, realizado em coprodução com a
França no ano de 2003. O �lme se situa no interior do
estado da Bahia e narra os esforços de munícipes que se
uniram para fazer um relato sobre suas memórias do local,
já que o vilarejo seria destruído em razão da construção de
uma usina hidroelétrica. O longa de Eliane Ca�é permite
que o estudante realize uma re�exão sobre como ocorre o
processo de escrita da história, como se forma a cultura
imaterial e a conformação de uma memória coletiva.
Assista o trailer do �lme a seguir.
TRA ILER
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LIVRO
O que é Patrimônio Histórico
Editora : Brasiliense
Carlos Alberto Cerqueira Lemos
ISBN : 9788511000467
Comentário : Sugere-se a leitura da obra pela sua
capacidade de transmitir, de maneira didática, as
categorias essenciais sobre o que é patrimônio histórico,
sua natureza, função e o que se enquadra dentro desta
categoria, isto é, artefatos, edifícios arquitetônicos, o meio
ambiente e os recursos naturais. O autor instiga o leitor a
observar os monumentos conforme sua função,
longevidade e relação com os períodos históricos. O livro
faz parte da consagrada coleção “Primeiros Passos” da
Editora Brasiliense, especialmente para estudantes da área
que pretendem estabelecer um contato inicial com o tema.
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conclusão
Conclusão
No decorrer desta Unidade, vimos que a História é essencial para a de�nição de
uma nação. Cada nação precisa demonstrar que possui um passado nacional e
uma herança, em suas inúmeras formas, sendo estas associadas ao seu processo
de construção. Frequentemente, aspectos da herança nacional adquirem uma
importância simbólica poderosa, ao representar aspirações e identidade nacionais.
Em muitos casos, um patrimônio nacional é representado por edifícios ou
monumentos e, nesse processo, eles podem adquirir signi�cados dinâmicos,
complexos e de várias camadas. No entanto, nem todo edifício e monumento
histórico tem esse papel. Ademais, alguns dos símbolos mais poderosos da
identidade nacional são frequentemente intangíveis (como, por exemplo, o idioma
ou as tradições), os chamados patrimônios imateriais.
referências
Referências
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https://en.unesco.org/sites/default/files/brazil_decreto_44851_11_11_1958_por_orof.pdf

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