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Metabolismo dos carboidratos Glicólise, Gliconeogênese, Glicogenólise e Glicogênese Centro Universitário Mauricio de Nassau Disciplina: Bioquímica Curso de Educação Física Metabolismo dos carboidratos Metabolismo dos carboidratos •Glicólise - é a sequência metabólica composta por um conjunto de dez reações catalizadas por enzimas livres no citosol, na qual a glicose é oxidada • duas moléculas de piruvato • duas moléculas de ATP • dois equivalentes reduzidos de NADH+, que serão introduzidos na cadeia respiratória ou na fermentação.[1] A glicólise é uma das principais rotas para geração de ATP nas células e está presente em todos os tipos de tecidos. Metabolismo dos carboidratos •Glicogênese - corresponde ao processo de síntese de glicogênio no fígado e músculos, no qual moléculas de glicose são adicionadas à cadeia do glicogênio. •Este processo é ativado pela insulina em resposta aos altos níveis de glicose sanguínea. Metabolismo dos carboidratos •Glicogenólise - quebra de glicogênio realizada através da retirada sucessiva de moléculas de glicose. •Gliconeogênese - é a rota pela qual é produzida glicose a partir de compostos aglicanos (não-carboidratos), sendo a maior parte deste processo realizado no fígado (principalmente sob condições de jejum) e uma menor parte no córtex dos rins. • Principais precursores são: lactato, glicerol e aminoácidos, principalmente alanina. Glicólise Glicólise anaeróbica e aeróbica Via Glicolítica ▪ A Via Glicolítica é quase universal nos sistemas biológicos e ocorre no citoplasma da célula. ▪ Na maioria das células, para a Glicose entrar no citoplasma é necessário a ajuda de proteínas específicas de transporte, encontradas na membrana plasmática. ▪ Seu destino já está pré-estabelecido, isto é, em 10 passos de reações sequenciadas, 1 molécula de Glicose se transforma em 2 moléculas de Piruvato. Esquema Geral http://www.icb.ufmg.br/prodabi/grupof/Glicólise.html ▪ Fosforilação → é a transferência de um radical fosforila do ATP para um reagente da via ou do intermediário para o ADP com a ajuda de uma cinase. No metabolismo celular, esta reação ocorre com bastante frequência. ▪Deslocamento da Fosforila → o radical fosforila antes "capturado" num ponto da molécula, se desloca para outra região desta molécula. E esta mudança é provocada com a atividade catalítica de uma mutase. Reações durante a glicólise ▪ Isomerização → ocorre por ação de uma isomerase, que consegue converter uma cetose (açúcar com um grupo cetona - CO) em uma aldose (açúcar com um grupo aldeído - CHO). Ou uma aldose em uma cetose. ▪ Desidratação → a enzima desidratase retira do reagente intermediário uma molécula de água. ▪ Clivagem de Aldol → ocorre quando uma ligação carbono-carbono é quebrada por uma aldolase, originando 1 molécula aldólica. Reações durante a glicólise Esquema Geral da Glicólise 2 açúcares de 3 C 1 açúcar de 6 C A partir deste ponto as reações são duplicadas 2 moléculas de Piruvato (3C) Saldo 2 moléculas de ATP 2 moléculas de NADH Glicose + NAD + 2ADP + 2Pi → 2Piruvato + NADH + H + 2ATP + 2H2O Importância Biomédica da Glicólise 1 – Principal meio de degradação da Glicólise 2 – Obtenção de Energia mesmo em condições Anaeróbias 3 – Permite a degradação da Frutose e da Galactose Principais Razões: • Outras Razões: -Os tecidos têm necessidade de transformar a energia contida na glicose em ATP -A Glicólise é fundamental para a produção de Acetil-CoA -A Glicólise foi um dos primeiros sistemas enzimáticos a ser esclarecido, contribuindo o seu estudo para a melhor compreensão dos processos enzimáticos e de metabolismo intermediário Primeira Fase da Glicólise (Fase preparatória) Fosforilação da Glicose - Utilização de ATP (2 Moléculas) - Formação de duas Moléculas de Triose- Fosfato: Dihidroxicetona Fosfato e Gliceraldeído 3-Fosfato Glicólise 1. Fosforilação da glicose. A glicose é ativada para as reações subsequentes pela sua fosforilação em C-6 para liberar a glicose-6-fosfato; o doador de fosfato é o ATP. Hexoquinas e Glicólise 2. Conversão da glicose-6-fosfato em frutose-6-fosfato. Isomerização reversível de uma aldose, a glicose-6-fosfato, em uma cetose, a frutose-6-fosfato Fosfoexose isomerase Glicólise 3. Fosforilação da frutose-6-fosfato em frutose-1,6- bifosfato. Fosfofrutoquinase-1 (PFK-1) Glicólise 4. Clivagem da frutose-1,6-bifosfato. Quebra da frutose-1,6- bifosfato pela frutose-1,6-bifosfato aldolase ou simplesmente aldolase, para liberar 2 trioses diferentes. O gliceraldeído-3- fosfato, uma aldose e a diidroxiacetona fosfato, uma cetose. Adolase Glicólise Abertura do anel Adolase Triose fosfato isomerase Glicólise •A fosfofrutoquinase-1 (PFK-1), assim como a hexoquinase, é uma enzima reguladora: • Atividade é aumentada: Presença de produtos da hidrólise do ATP – ADP e AMP. • Atividade é diminuida: Presença de amplo suprimento de ATP ou quando a célula está bem suprida de outros combustíveis como os ácidos graxos. Glicólise 5. Interconversão das triose fosfato. Apenas o gliceraldeído-3-fosfato é degradado na próxima fase da glicólise. A diidroxiacetona é convertida em gliceraldeído-3- fosfato pela triose fosfato isomerase. Triose fosfato isomerase Segunda Fase da Glicólise (Fase de Pagamento) Transformação do Gliceraldeído em Piruvato - Formação de ATP - Oxidação da Molécula do Gliceraldeído 3-P - Redução do NAD+ - Formação do Ácido Pirúvico Glicólise 6. Oxidação da gliceraldeído-3-fosfato em 1,3- bifosfoglicerato. 1º passo da fase de pagamento. Gliceraldeído 3- fosfato desidrogenase Glicólise 7. Transferências do fosfato do 1,3- bifosfoglicerato para o ADP. Formação de ATP. Fosfoglicerat o quinase Glicólise 8. Conversão do 3-fosfoglicerato em 2-fosfoglicerato. A enzima fosfoglicerato mutase “muda” o grupo fosfato de posição dentro da molécula. Fosfoglicerato mutase Glicólise 9. Desidratação da 2-fosfoglicerato para fosfoenolpiruvato. Enolase Glicólise 10. Transferência do grupo fosforil do fosfoenolpiruvato para o ADP. Piruvato quinase ▪ A necessidade glicolítica varia de acordo com os diferentes estados fisiológicos ▪ Há uma degradação ativa deste açúcar após uma refeição rica em hidratos de carbono, assim como uma acentuada redução durante o Jejum. ▪ Deste Modo, o grau de conversão de Glicose para o Piruvato é regulado, por forma a satisfazer as necessidades celulares Regulação da Glicólise Regulação da Glicólise → O Controle a Longo Prazo da Glicólise, particularmente no fígado, é efetuado a partir de alterações na quantidade de Enzimas glicolíticas. Este conteúdo terá reflexos nas taxas de síntese e degradação → O Controle a Curto Prazo é feito por alteração alostérica reversível das enzimas e também pela sua fosforilação. →As enzimas mais propensas a serem locais de controle são as que catalisam as reações irreversíveis: -Hexocinase -Fosfofrutocinase -Cinase do Piruvato Regulação da Glicólise Hexocinase →Regulada pela expressão gênica → Inibida por altas concentrações de glicose-6-fosfato Regulação da Glicólise Fosfofrutocinase-1 (PFK-1) → A principal enzima regulatória do fluxo glicolítico. → Regulação alostérica por altas concentrações dos metabólitos. →Moduladores positivos: AMP (+) e D-frutose-2,6 bifosfato (+) →Moduladores negativos: ATP (-) e Citrato (-) →A insulina ativa a captação de glicose pela célula e também ativa a PFK-1. Regulação da Glicólise Regulação da Glicólise Piruvato cinase (PK) →Regulação por altas concentrações dos metabólitos. •Moduladores positivos: AMP (+) e D-frutose-1,6 bifosfato (+) •Moduladores negativos: ATP (-) e acetil-CoA (-) e alanina (-), AG (-) →Regulação alostérica: •Modificação covalente: fosforilação pelo glucagon via AMPc (inativa a enzima ) defosforilaçãopela insulina via fosfatase (ativa a enzima ) →Piruvato cinase L (inativa) →Piruvato cinase M (ativa) Regulação da Glicólise Frutose-1,6 bifosfato Insulina Diabetes mellitus •Diabetes mellitus é uma disfunção decorrente da falta de insulina, diminuição na produção ou incapacidade da insulina produzida exercer suas ações, ocasionado o aumento da glicemia. •230 milhões de diabéticos no mundo •Brasil – quase 11 milhões de diabéticos em 2007 35 Diabetes mellitus insulino-dependente (Tipo 1) ▪Destruição auto-imune das células β do pâncreas que secretam insulina; é uma resposta auto-imune. ▪ Representa 5 a 10% dos diabéticos sendo mais comum em crianças, adolescentes e adultos jovens; ▪ Início súbito dos sintomas: polidipsia (muita sede), polifagia, poliúria e perda de peso com evolução rápida. Se não tratado leva ao coma. Diabetes mellitus insulino-independente (Tipo 2) ▪Pâncreas diminui a produção de insulina ou há resistência à insulina; ▪ Representa 90% dos diabéticos sendo mais comum em adultos após 40 anos; ▪ 60 a 90% são obesos; ▪ Início lento dos sintomas: desânimo, cansaço físico, alterações visuais, infecções freqüentes de pele, urina e genitais, difícil cicatrização de lesões nas pernas e pés. Diabetes mellitus insulino-independente (Tipo 2) ▪Resistência à insulina ▪Falha no reconhecimento do hormônio por parte dos receptores de insulina. ▪Causa genética ou por supersaturação de moléculas energéticas no organismo (ácidos graxos, glicerol, glicose e principalmente Acetil CoA) que leva a uma desativação das proteínas receptoras de insulina. ▪A causa pode também ser, como na maioria dos casos é, uma combinação dos dois fatores (herança multifatorial).. Gliconeogênese Gliconeogênese Alguns tecidos : cérebro, hemácias, medula renal,cristalino e córnea ocular testículos e músculo em exercício Suprimento contínuo de glicose Gliconeogênese •O glicogênio hepático pode preencher essas necessidades somente por 10 a 18 horas •Portanto, durante um jejum prolongado, os depósitos de glicogênio hepático são exauridos e a glicose é formada a partir de precursores não- glicídicos, como lactato, piruvato, intermediários do ciclo do ácido cítrico e glicerol O oxaloacetato é o material de partida para a gliconeogênese PRECURSORES DA NEOGLICOGENESE 1ª Reação 1ª Reação: Do piruvato ao fosfoenol piruvato •O primeiro desvio para a síntese de glicose a partir do piruvato é a conversão irreversível de piruvato em fosfoenolpiruvato (PEP) •Duas reações: o piruvato é carboxilado pela piruvato carboxilase (enzima presente nas mitocôndrias), formando oxaloacetato, o qual é então convertido a PEP pela ação da PEP carboxiquinase (PEPCK) 1ª Reação: Do piruvato ao fosfoenol piruvato • A piruvato carboxilase catalisa a formação de oxaloacetato a partir de piruvato e CO2 às custas de ATP. Necessita de um grupo prostético, a biotina. O CO2 carboxila a biotina na presença do ATP, que por sua vez carboxila o piruvato formando oxaloacetato. • A PEP carboxiquinase (PEPCK) converte oxaloacetato em PEP, em uma reação de descarboxilação que usa GTP como um doador de grupo fosforil. A biotina é um nutriente essencial • A deficiência de biotina é rara, porque ela é abundante nos alimentos e bactérias no intestino grosso também a sintetizam. • Contudo, deficiências têm sido observadas e são quase sempre resultantes do consumo de grandes quantidades de clara de ovo. • A clara do ovo contém avidina, uma proteína que se liga à biotina com uma reação de ligação forte. • Acredita-se que a avidina protege a clara contra invasão bacteriana, ligando-se à biotina e matando as bactérias. 2ª Reação 2ª Reação: Desfosforilação da frutose 1,6- bifosfato • A frutose 1,6-bifosfatase realiza a reação inversa da fosfofrutoquinase 1: a hidrólise da frutose 1,6-bifosfato para a formação de frutose 6-fosfato. • Principal ponto de regulação da gliconeogênese 3ª Reação 3ª Reação: Desfosforilação da glicose 6- fosfato • A hidrólise da glicose 6-fosfato é realizada pela glicose 6- fosfatase enzima com atividade oposta à reação irreversível da hexoquinase, e fornece uma via energeticamente favorável para a formação de glicose livre Saldo final da neoglicogênese Regulação da neoglicogênese Glicogênese Glicogênese •É o processo bioquímico que transforma a glicose em glicogênio. •Ocorre virtualmente em todos os tecidos animais, mas é proeminente no fígado e músculos (os músculos apresentam cerca de 4 vezes mais glicogênio do que o fígado em razão de sua grande massa). •O músculo armazena apenas para o consumo próprio, e só utiliza durante o exercício quando há necessidade de energia rápida. Glicogênese •O glicogênio é uma fonte imediata de glicose para os músculos quando há a diminuição da glicose sanguínea (hipoglicemia). •O glicogênio fica disponível no fígado e músculos, sendo consumido totalmente cerca de 24 horas após a última refeição. Glicogênese Glucose-6-phosphate Fosfoglicomutase Glucose-1-phosphate Uridine diphosphate glucose Glicogênio sintase Glycogen Insulina + Glicogênese •O substrato para a síntese de glicogênio é a UDP- glicose; •A enzima Glicogênio sintase necessita de um “primer”, ou seja, um resíduo, por onde começar, o qual deve ser formado por pelo menos quatro moléculas de glicose; •A proteína Glicogenina é a responsável pela formação desta pequena cadeia. A ela se liga o pimeiro resíduo de glicose. •A Glicogênio sintase se liga à cadeia de glicogenina (que permanece unida àquele primeiro resíduo de glicose), estendendo a cadeia. •Quando o glicogênio estiver grande o bastante, a enzima Glicogênio sintase é deslocada. Glicogênese Peso Relativo Massa Total Glicogênio Hepático 4,0 % 72 g (1) Glicogênio Muscular 0,7 % 245 g (2) Glicose extracelular 0,1 % 10 g (3) TOTAL - 327 g ▪ Quantidade de glicose disponível para o ser humano, levando em considerações as reservas hepáticas e musculares de glicogênio Percurso da glicogênese e glicogenólise no fígado Glicogenólise Glicogenólise •O glicogênio pode ser degradado enzimaticamente para a obtenção de glicose para entrar nas rotas oxidativas visando a obtenção de energia. •A glicogenólise possui controle endócrino. •O glicogênio é degradado pela ação conjunta de três enzimas: Glicogênio fosforilase, Enzima α 1,6 glicosidase ou desramificadora de glicogênio e fosfoglicomutase. •Os estímulos possuem como segundo mensageiro o AMP cíclico (AMPc), que é formado a partir do ATP sob ação da enzima adenilato-ciclase (inativa até que haja o estímulo hormonal). Glicogenólise • O AMPc ativa a enzima fosforilase-quinase-b em fosforilase-quinase-a, que por sua vez retira uma molécula de glicose do glicogênio, na forma de glicose-1-fosfato, liberando-a para a glicólise em uma reação que utiliza a mesma enzima que inicia a glicogênese (fosfoglicomutase). Glicogenólise • Enzima α 1,6 glicosidase ou desramificadora de glicogênio: • Transfere três resíduos de glicose de um ramo limite para outro ramo que é hidrolisado, dando como resultado glicose livre e glicogênio desramificado. • A hidrólise é catalisada pela mesma enzima desramificadora • A glicogênio fosforilase é mais rápida do que a enzima desramificadora • Ramos exteriores do glicogênio são degradados muito rapidamente no músculo em poucos segundos quando é necessária muita energia. • A degradação do glicogênio após este ponto exige a enzima desramificadora e é portanto mais lenta, o que explica em parte o fato do músculo só poder exercer a sua máxima força durante poucos segundos. Glicogenólise • Fosfoglicomutase: cataliza a isomerização de glicose 1-P a glicose 6-P e vice-versa •A Glicose 6-fosfato pode ser então utilizada na glicólise. •Ao contrário do músculo, o fígado (e, em menor extensão o rim) possui glicose-6-fosfatase, uma enzima hidrolítica que catalisaa desfosforilação da glicose-6-fosfato, o que lhe permite fornecer glicose ao resto do organismo glicose 1-P glicose 6-P E é só Slide 1: Metabolismo dos carboidratos Glicólise, Gliconeogênese, Glicogenólise e Glicogênese Slide 2: Metabolismo dos carboidratos Slide 3: Metabolismo dos carboidratos Slide 4: Metabolismo dos carboidratos Slide 5: Metabolismo dos carboidratos Slide 6: Glicólise Slide 7: Glicólise anaeróbica e aeróbica Slide 8: Esquema Geral Slide 9: Reações durante a glicólise Slide 10: Reações durante a glicólise Slide 11: Esquema Geral da Glicólise Slide 12: Importância Biomédica da Glicólise Slide 13 Slide 14: Primeira Fase da Glicólise (Fase preparatória) Slide 15: Glicólise Slide 16: Glicólise Slide 17: Glicólise Slide 18: Glicólise Slide 19: Glicólise Slide 20: Glicólise Slide 21: Glicólise Slide 22: Segunda Fase da Glicólise (Fase de Pagamento) Slide 23: Glicólise Slide 24: Glicólise Slide 25: Glicólise Slide 26: Glicólise Slide 27: Glicólise Slide 28: Regulação da Glicólise Slide 29 Slide 30 Slide 31 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35: Diabetes mellitus Slide 36: Diabetes mellitus insulino-dependente (Tipo 1) Slide 37 Slide 38: Diabetes mellitus insulino-independente (Tipo 2) Slide 39: Diabetes mellitus insulino-independente (Tipo 2) Slide 40: Gliconeogênese Slide 41: Gliconeogênese Slide 42: Gliconeogênese Slide 43: O oxaloacetato é o material de partida para a gliconeogênese Slide 44 Slide 45 Slide 46: 1ª Reação: Do piruvato ao fosfoenol piruvato Slide 47: 1ª Reação: Do piruvato ao fosfoenol piruvato Slide 48: A biotina é um nutriente essencial Slide 49 Slide 50: 2ª Reação: Desfosforilação da frutose 1,6-bifosfato Slide 51 Slide 52: 3ª Reação: Desfosforilação da glicose 6-fosfato Slide 53: Saldo final da neoglicogênese Slide 54: Regulação da neoglicogênese Slide 55: Glicogênese Slide 56: Glicogênese Slide 57: Glicogênese Slide 58: Glicogênese Slide 59: Glicogênese Slide 60: Glicogênese Slide 61: Percurso da glicogênese e glicogenólise no fígado Slide 62: Glicogenólise Slide 63: Glicogenólise Slide 64: Glicogenólise Slide 65: Glicogenólise Slide 66: Glicogenólise Slide 67: E é só