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GEOVANI BRITO | TECNÓLOGO EM RADIOLOGIA
PROTEÇÃO RADIOLÓGICA
Detector de radiação é um dispositivo que, ao ser colocado em um meio onde exista radiação, tem a capacidade de indicá-la. Alguns detectores tem a capacidade de além de indicar a presença, mensurar a quantidade de radiação, expressando em mGy/h ou mR/h.
O funcionamento básico de um detector é converter a energia proveniente da radiação em pulsos elétricos através da ionização. Os pulsos elétricos são convertidos em sinal sonoro ou visual.
Propriedades de um Detector
Para que um detector de radiação seja classificado como apropriado, deve-se levar em consideração algumas características:
Repetitividade;
Reprodutibilidade;
Estabilidade;
Exatidão;
Sensibilidade;
Eficiência;
Faixa dinâmica.
Repetitividade
Definida pelo grau de concordância dos resultados obtidos sob as mesmas condições de medição; 
Reprodutibilidade
Grau de concordância dos resultados obtidos em diferentes condições de medição;
Estabilidade
Aptidão do instrumento conservar constantes suas características de medição ao longo do tempo;
Exatidão
Corresponde à aproximação do valor de medida dado pelo detector com o valor real, ou seja, o valor verdadeiro. 
É uma propriedade que só pode ser aferida por um laboratório que possa comparar as medidas desse instrumento com o padrão da grandeza.
Sensibilidade
Corresponde à capacidade mínima de detecção do instrumento. Haverá variação de acordo com o tipo de detector, alguns mais sensíveis, outros menos, e de acordo com a quantidade da amostra que é medida. 
Eficiência
Corresponde à capacidade de converter, de forma proporcional, a quantidade de radiação recebida de sinal elétrico. 
Faixa Dinâmica
Corresponde aos valores máximos de medição, podendo haver uma saturação do sinal medido, ou seja, determinados detectores, ao serem usados para medir doses de radiação muito altas, podem perder a sensibilidade e não mensurar os valores corretamente.
Eficiência de um Detector
A eficiência de um detector está diretamente ligada com a capacidade de converter, de forma proporcional, a quantidade de radiação recebida em sinal elétrico. A eficiência pode ser classificada de duas maneiras:
Eficiência Intrínseca;
Eficiência Absoluta;
Eficiência Intrínseca
Está relacionada somente ao tipo de detector, às características de fabricação, se é por ionização de gases (qual tipo de gás), estado (tipo de cristal), número atômico dos elementos, tensão de operação etc. Basicamente, é descrita pela razão entre o número de sinais registrados e pela quantidade de radiação que atingiu o detector.
Eficiência Absoluta
Leva em consideração, além das características do detector, também as características do emissor de radiação. Basicamente, é descrita pela razão entre o número de sinais registrados e pela quantidade de radiação emitida pela fonte.
Sabendo as possíveis características dos detectores, a escolha de um varia de acordo com o objetivo de medição. Para isso temos alguns fatores:
O tipo de radiação a ser medido: considera a energia da radiação, o seu poder de penetração e se é uma radiação eletromagnética ou corpuscular (partículas). Difícil ter um detector universal que contemple todas as características.
A precisão e exatidão: nesta escolha, pesará o quanto será aceito de variação entre o que está sendo medido e o que é o valor real. Uma variação de até 20% pode ser aceita em medições ambientais. Já para o preparo de um radiofármaco para ser administrado em um paciente, uma variação de atividade de 2% pode não ser aceita pelo físico ou médico nuclear (exemplos com valores % hipotéticos).
Tipo de informação desejada: podem ser necessárias informações do número de contagens (taxa de decaimento), energia da radiação que está sendo medida ou, ainda, a relação com a dose absorvida. Quem sabe, as três informações em conjunto. De acordo com a informação e a condição de uso é que será definido o tipo de detector.
Intervalo de tempo entre a medição e a informação desejada: podem ser necessárias informações de forma imediata, quando está se fazendo a detecção.
Facilidade de manuseio e custo: a facilidade de operar um detector pelo usuário é importante para o sucesso da medição. Outro fator é a disponibilidade de manutenção e calibração do detector. Por fim deve-se avaliar o custo-benefício.
Tipos de Detectores
Existe basicamente dois tipos de detectores de radiação:
Detectores por meio de ionização de gases;
Detectores por interação com meios sólidos;
Na área médica são utilizados o contador Geiger-Muller e a Câmara de Ionização. Para a monitorização pessoal (IOE), são utilizados dosímetros termoluminescentes, e canetas dosimétricas.
Detectores por Meio de Ionização de Gases.
São detectores mais antigos, e seu princípio de funcionamento se dá pela interação da radiação com as moléculas dos gases, ocorrendo a ionização e formando o sinal elétrico. Os detectores que utilizam desse método são os seguintes: 
Detector Geiger-Muller, 
Câmara de ionização;
Contador Proporcional.
Detector Geiger-Muller
São utilizados desde 1928, sua característica é de contar os pulsos elétricos, mas não consegue determinar o tipo de radiação que está medindo. O gás comumente utilizado em sua câmara é o argônio, que por seu alto número atômico é muito sensível a partículas beta e radiação gama.
Este tipo de detector é composto por um cilindro de metal cujo nome é tubo Geiger. No centro do tubo há um fio metálico que será o condutor dos elétrons ionizados pela radiação.
A energia da radiação entra pela janela, interagindo com o gás no interior do tubo fazendo a ionização e formando pares iônicos.
Uma das desvantagens do detector Geiger-Muller é a necessidade de fazer o quenching. Esse processo tem o objetivo de parar a ionização que está acontecendo no interior da câmara, fazendo com que os elétrons retornem a sua posição original.
Podem ser encontrados em várias formas e modelos, desde equipamentos utilizados para monitorização ambiente até para monitorização pessoal.
composta por um recipiente no qual há gás e duas placas metálicas conectadas a uma fonte de energia, fornecendo a tensão (d.d.p.) e tornando-as bipolares. Quando a radiação atingir o gás, vai ionizá-lo, formando os pares iônicos. Pelo poder de atração, os íons positivos serão atraídos para a placa negativa e os íons negativos serão atraídos para a placa positiva.
Quando a corrente elétrica produzida por esse processo for baixa , teremos que utilizar também um fotomultiplicadora, para ampliar o sinal elétrico.
O sinal percorre pelos dinodos, fazendo com que sua potencia aumente a cada impacto.
Detector Proporcional
Assim como os outros detectores, o proporcional também possui formato cilíndrico, e, em seu interior gás.
A ionização causada por radiação no interior do tubo, desencadeia um efeito cascata, amplificando o sinal podendo chegar a ordem de 106.
Detector Proporcional
A multiplicação acontece de forma proporcional a quantidade de pares iônicos primários, assim surge o nome.
Apesar do seu funcionamento ser similar ao detector Geiger-Muller, diferem-se pela sua aplicabilidade.
Detectores por Meio de Estados Sólidos
O princípio de funcionamento destes detectores não são gases, e sim por elementos sólidos ou cristais. São classificados em:
Emulsões fotográficas;
Termoluminescentes;
cintiladores.
Detector por Emulsão Fotográfica
São pequenas placas de filme radiográfico, que com a exposição gradual a radiação, o filme sofre o enegrecimento.
Após o processo de revelação, o filme é analisado. O filme que recebeu mais radiação ficará mais enegrecido e o que ficar mais claro, consequentemente foi exposto a menos radiação.
Detectores Termoluminescentes
São detectores a base de cristais que após serem aquecidos emitem luz. A quantidade de luz emitida será proporcional a quantidade de radiação ionizante recebida.
São cristais com essa característica: sulfato de cálcio dopado com disprósio, sulfato de cálcio dopado com manganês,fluoreto de lítio e a fluorita. Para realizar essa leitura é necessário um leitor TLD.
Muito utilizado na monitorização pessoal.
Detectores Cintiladores
São cristais fluorescentes, que quando exposto a radiação ionizante, recebe energia e fica excitado. Para voltar ao seu estado normal precisa liberar esse energia, no caso em forma de luz. Esse fenômeno tem nome de cintilação e dura cerca de 10ms.
Por ter cintilação muito rápida, precisamos de um fotomultiplicador para ampliar esse sinal.
Podem ser classificados com orgânicos e inorgânicos.
No caso dos orgânicos, os cristais cintiladores são antraceno e estilbeno. Quando a radiação atinge esses cristais, ela ioniza os elétrons fazendo com que se desloquem até para um nível maior de energia. Ao voltar para um nível menor de energia, o excesso é liberado na forma de fluorescência. 
Nos inorgânicos, os cristão são considerados semicondutores e possuem três bandas de energia: banda de valência, banda proibida e banda de condutividade.
Em seu estado de equilíbrio a banda de valência que encontramos a maior parte dos elétrons.
Quando o detector é exposto a radiação, a energia proveniente dela ioniza os elétrons fazendo com que pulem da banda de valência para a banda e condução, passando pela banda proibida.
Quando a radiação cessa, os elétrons tendem a voltar para a banda de valência, e para isso liberam a energia adquirida da radiação em forma de cintilação.
Dentro desta classificação estão os mais utilizados na área médica.
Alguns outros exemplos de cintiladores...
Detector de iodeto de sódio dopado com tálio (NaI:Tl): trabalha em baixa faixa de energia, detector mais sensível e frágil. Utilizado na medicina nuclear
Detector de Germanato de Bismuto (Bi4Ge3O12): custo mas elevado em relação ao outros. Utilizado em aparelhos de tomografia computadorizada e PETSCAN. 
Detector de iodeto de césio dopado com tálio ou sódio (Csl:Tl) ou (CsI:Na): por ser mais resistente a vibrações e choques, é empregado na TC e no Raio-x Digital indireto.
Detector de tungstato de cádmio (CdWO4): eficiência quântica chega a 99%. Detector utilizado em tomógrafos mais modernos.
Detector de oxiortossilicato de lutécio dopado com cério (Lu2:SiO4O:Ce):conhecido como LSO, produz imagens com melhor resolução. Empregada em equipamentos de PET/CT.
Detector de cádmio-zinco-telúrio (CZT): detector muito compacto (2mm), e possui aproveitamento dos fótons de 100%, em fótons com energia de até 100 keV.
PLANO DE ESTUDOS
TÓPICO 1 – DETECTORES DE RADIAÇÃO
TÓPICO 2 – DOSIMETRIA E EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)
TÓPICO 3 – CONCEITOS BÁSICOS DE BLINDAGEM
TÓPICO 4 – PRINCÍPIOS DE PROTEÇÃO RADIOLÓGICA E SUA REGULAMENTAÇÃO
Tópico 2
DOSIMETRIA E EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)
Quando falamos em dosimetria, pode-se entender como a medida de dose de radiação recebida por um organismo vivo. 
Uma aplicação da dosimetria, seria o trabalho pelo físico médico e pelo tecnólogo dosimetrista na radioterapia.
Outra aplicação da dosimetria, é no controle das exposições dos profissionais da radiologia (IOE).
DOSÍMETRO NÃO É EPI
Dosímetro
O dosímetro é um equipamento que tem como função mensurar a quantidade de radiação recebida pelo IOE. A dose acumulada durante um período é dado como dose absorvida. Existem três tipos de dosímetros:
Filme dosimétrico;
Termoluminescentes;
De Leitura Instantânea.
Filme Dosimétrico
É baseado no detector por filme de emulsão fotográfica, é o mais antigo método de dosimetria. 
É uma forma de dosimetria passiva, pois teremos o valor da dose absorvida somente depois do processamento do dosímetro.
No interior desta caixa plástica, encontramos um filme radiográfico pequeno (3x4 cm) com filtros específicos. Os fótons de radiação sensibilizam a emulsão de prata, transformando os cristais e prata metálica.
Durante 30 dias o IOE utiliza o dosímetro, e ao final desse período será analisado.
Para analisar o dosímetro, primeiramente precisamos revela-lo com o processo de relevador, fixador, lavagem e secagem. Após revelado, o filme é analisado com um aparelho chamado densitômetro óptico.
Dosímetro Termoluminescente
Dosímetro mais utilizado hoje em dia. É um cristal de cintilação com capacidade de acumular a energia recebida das radiações por um longo período de tempo.
Seu funcionamento se da em bandas: Banda de Valência, Banda Proibida e Banda de Condução.
Com o dosímetro zerado, os elétrons serão encontrados na banda de valência. Os ser exposto a radiação, os elétrons são energizados e se deslocam para a banda de condução. Quando a radiação cessa, os elétrons voltam a banda de valência passando pela banda proibida. A banda proibida funciona como armadilha de elétrons.
Para fazer a leitura destes dosímetros, necessitamos de um aparelho chamado Leitor TLD, que com o aquecimento dos cristais liberam a energia acumular em forma de cintilação.
Dosímetros de Leitura Instantânea
São considerados dosímetro ativos, pois, informam ao IOE a dose absorvida em tempo real. Utilizados em áreas de trabalho como reatores nucleares e cíclotrons.
Temos basicamente dois tipos de dosímetros de leitura instantânea:
Caneta Dosimétrica;
Dosímetros Eletrônicos.
Caneta Dosimétrica
Conhecido como dosímetro de bolso, tem como princípio de funcionamento a câmara de ionização.
Dosímetros Eletrônicos
Seu princípio de funcionamento pode ser a base de cristais ou gases, sendo o primeiro mais comum.
Além de mostrar a dose em tempo real, tem a capacidade de informar dose acumulada diária e de dias anteriores.
Cuidados com o Dosímetro
Nunca deve ser levado para fora do seu local de trabalho;
O dosímetro e único e intransferível;
Caso trabalhe em mais de uma instituição, deve ter um dosímetro para cada;
Sempre deve ser carregado na altura do peito, em local visível e sobre o avental plumbífero;
Quando não está em horário de trabalho deve ficar alojado juntamente com os outros dosímetros, incluindo o padrão, em algum local livre de radiação;
Caso seja extraviado ou danificado, o custo fica a cargo do profissional.
Cuidados com o Dosímetro
O dosímetro padrão nunca deve ser exposto a radiação e deverá ficar juntamente com os outros dosímetros, quando não estiverem em uso, em local livre de radiação.
Tem como função detectar radiação de fundo, ou caso ocorra exposição dos dosímetros durante o transporte.
Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
São meios de proteção, que tem como finalidade proteger os profissionais aos riscos inerentes ao local de trabalho.
A normatização que trata da proteção em trabalhadores da área da saúde é a NR 32 de 2011, e a que define as diretrizes do uso de EPIs é a NR 06.
Cada serviço deve ter o seu mapa de risco que deve ficar exposto ao trabalhadores em seu ambiente de trabalho. Esse mapa de risco é elaborado pelo Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT).
Os profissionais da radiologia são expostos a alguns riscos:
Risco biológico;
Risco físico;
Risco químico;
Risco ergonômico;
Risco de acidentes.
Para risco biológico e químico:
Para risco biológico e químico:
Para risco biológico e químico:
Para risco biológico e químico:
Para riscos físicos:
Para riscos físicos:
Os aventais são constituídos por uma borracha plumbífera (chumbo) podendo ter espessura de 0,25mm ou 0,50mm.
Para riscos físicos:
Para riscos físicos:
A vida útil dos EPIs dependerá do cuidado que o profissional terá com ele.
Testes nos EPIs
Realizar os testes nos EPIs é uma obrigatoriedade e deve ser realizada periodicamente.
Resumo
É importante conhecer o conteúdo das legislações NR-32 e NR-06, que tratam do uso dos EPIs.
Todos os EPIs precisam conter o Certificado de Aprovação (CA).
O profissional das técnicas radiológicas está exposto a riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes.
Os principais EPIs utilizados são os plumbíferos, que visam proteger dos riscos físicos e da exposição às radiaçõesionizantes.
PLANO DE ESTUDOS
TÓPICO 1 – DETECTORES DE RADIAÇÃO
TÓPICO 2 – DOSIMETRIA E EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI)
TÓPICO 3 – CONCEITOS BÁSICOS DE BLINDAGEM
TÓPICO 4 – PRINCÍPIOS DE PROTEÇÃO RADIOLÓGICA E SUA REGULAMENTAÇÃO
Falando em blindagem, vem a cabeça alguma coisa que nos proteja. 
Na radiologia blindagem é qualquer material absorvedor de radiação, que é colocado entre um ser humano e a fonte de radiação.
Falando em blindagem, vem a cabeça alguma coisa que nos proteja. 
Na radiologia blindagem é qualquer material absorvedor de radiação, que é colocado entre um ser humano e a fonte de radiação.
Falando em blindagem, vem a cabeça alguma coisa que nos proteja. 
Na radiologia blindagem é qualquer material absorvedor de radiação, que é colocado entre um ser humano e a fonte de radiação.
Para proteção radiológica temos três fatores principais:
Tempo de exposição;
Distância da fonte emissora de radiação;
Blindagem.
Conceitos Básicos de Blindagem
Os conceitos que vamos ver, são pontos chave que trarão um melhor entendimento sobre alguns assuntos tratados daqui para frente:
Camada Semirredutora (CSR);
Camada Decirredutora (CDR);
Barreira Primária;
Barreira Secundária.
Camada Semirredutora (CSR)
A camada semirredutora, tem como característica reduzir a intensidade do feixe de radiação pela metade.
A espessura varia de acordo com o material a ser utilizado na sua fabricação.
Em algumas bibliografias você poderá encontrar a camada semirredutora com a sigla “HVL”, que significa Half Value Layer. 
Camada Decirredutora (CDR)
É a camada que tem como característica reduzir em dez vezes a intensidade do feixe de radiação.
A espessura varia de acordo com o material a ser utilizado na sua fabricação.
Em algumas bibliografias, você poderá encontrar a camada decirredutora com a sigla “TVL”, que significa Tenth Value Layer. 
Barreira Primária
É considerada como barreira primária a parede, teto ou piso em que houver maior incidência do feixe primário do tubo de raio-X. 
Barreira Secundária
Demais paredes, teto ou piso onde não ocorre a incidência do feixe primário pois, no caso, está se calculando a blindagem para radiação espalhada ou “de fuga”.
Mas,
Como as blindagens são aplicadas...
A vestimenta plumbífera com 0,50mm de chumbo, é considerada uma camada decirredutora, pois atenua até 90% da radiação.
Materiais como chumbo, ferro, concreto, alumínio ou água, podem ser utilizados tanto como camada semirredutora quanto decirredutora, tudo vai depender da espessura do material. Quanto maior o número atômico do material, maior a atenuação.
Segundo Bushong (2010), uma camada decirredutora equivale a 3,3 camadas semirredutoras.
Uma aplicabilidade da blindagem, são os filtros presentes para a filtragem de raio-x. Tem como função, atenuar os feixes de alta energia e eliminar os feixes de baixa energia.
Para esses filtros, o material utilizado é o alumínio com espessuras entre 1mm a 5mm.
Para se definir a camada semirredutora de um aparelho de raio-x são feitos alguns testes. 
Basicamente, definem-se os valores de kVp e mAs, coloca-se o tubo a uma distância de 100 cm (1 metro) e utiliza-se um detector que pode ser uma câmara de ionização. Então, é feita uma exposição sem filtro, depois outra, com o filtro de 1 mm de Al, depois outra, com o filtro de 2 mm de Al e o processo é repetido até a exposição com o filtro de 5 mm Al. Segundo Bushong (2010), com os valores obtidos em cada exposição, é produzido um gráfico no qual se observa o valor em que ocorreu a redução da intensidade do feixe pela metade.
Então, na condição apresentada, é possível obter o melhor espectro de energia x quantidade de raios X, resultando em uma melhor qualidade do feixe.
Outra aplicabilidade da blindagem, se da em instalações e estamos tratando de barreiras primárias e secundárias. No planejamento da blindagem de alguma instalação, deve-se levar em consideração o tipo de radiação a ser trabalhado:
Blindagem para Nêutrons;
Blindagem para partículas carregadas;
Blindagem para Raios-X e raios gama.
Blindagem para Nêutrons
Exige material com baixo número atômico para evitar o espalhamento dos nêutrons em todas as direções. Utilizam-se, como blindagem a água, a parafina com boro, o grafite e o concreto. 
Blindagem para Partículas Carregadas
Este caso trata-se de partícula alfa e beta. São radiações com baixo poder de penetração, sendo barradas por materiais como acrílico, PVC ou polietileno.
Como muitas pessoas estão acostumadas a “respeitar” uma fonte radioativa quando esta se encontra guardada em recipiente de chumbo, devidamente sinalizado, para uma fonte intensa de radionuclídeos emissores beta, blindam-se as radiações com uma espessura adequada de PVC, acrílico ou teflon e, posteriormente, coloca-se o frasco de PVC dentro de outro de chumbo. Essa providência final tem somente um efeito psicológico, pois as radiações já foram devidamente blindadas (TAUHATA et al., 2014, p. 249).
Blindagem para Raios-X e Raios gama
Por serem radiações eletromagnéticas, possuem um grande poder de penetração. Para saber a blindagem correta a ser utilizada, devemos considerar a energia da radiação que vamos trabalhar, a posição do emissor de radiação, salas adjacentes .
HVL = Camada Semirredutora
TVL = Camada Decirredutora
Na medicina nuclear deve-se levar em consideração os radionuclídeos a serem utilizados.
As salas de exames em que se encontram os aparelhos fixos são consideradas áreas controladas, e necessitam de regras especiais de proteção radiológica. O projeto de blindagem para uma área controlada tem como objetivo limitar a dose ocupacional a 1mSv/semana. E nas áreas livres, o limite é de 1mSv/ano.
Para facilitar o cálculo de blindagem existem alguns parâmetros:
Carga de trabalho (W);
Carga de Ocupação (T);
Fator de Uso (U);
Resumo
O uso de blindagens é um dos principais fatores de proteção radiológica.
A camada semirredutora é um material que, com determinada espessura, conseguirá reduzir a intensidade do feixe de radiação pela metade.
A camada decirredutora é um material que, com determinada espessura, conseguirá reduzir em dez vezes a intensidade do feixe, atenuando a radiação em 90%.
Resumo
São considerados como barreiras secundárias: as demais paredes, teto ou piso onde não ocorre a incidência do feixe primário, pois, no caso, está sendo calculada a blindagem para a radiação espalhada ou “de fuga”.
No estudo das radiações, o termo atenuação pode ser sinônimo de absorção, pois é a redução da intensidade do feixe de radiação por absorção ou espalhamento.
Uma aplicabilidade importante da camada semirredutora é observada na filtragem do feixe de raio-X que sai do tubo, eliminando os feixes de baixa energia que não contribuem em nada na formação da imagem e que aumentam a dose no paciente.
Resumo
O uso da CSR altera o espectro de emissão de raios X para uma posição de energia mais alta. A ação melhora o aproveitamento dos fótons de raio-X com maior energia, tornando o feixe mais penetrante e de melhor qualidade.
A área controlada necessita de regras especiais de proteção radiológica e segurança, cujo objetivo é controlar as exposições ocupacionais e do público em geral.
Para o cálculo da blindagem de uma área controlada, é preciso considerar: a posição do tubo de raio-X, as direções em que o feixe será utilizado, o tempo de ocupação do equipamento, a carga de trabalho e quais são as áreas adjacentes com sua taxa de ocupação.
PRINCÍPIOS DE PROTEÇÃO RADIOLÓGICA E SUA REGULAMENTAÇÃO
Em 1928 foi criada a Comissão Internacional de Proteção Radiológica (ICRP), que norteia as comissões dos países ao criarem normativa internas.
No Brasil as atividades da CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear) iniciaram-se em 1956, tendo hoje aproximadamente quarenta normas vigentes.
Estava em vigor a Portaria 453/1998, criada pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria de Vigilância Sanitária, mas em 20 de dezembro de 2019, foi substituída pela RDC nº330/2019.As normativas da CNEN abrangem todo os possíveis usos das radiações, enquanto a legislação da MS e da ANVISA, são direcionadas a uso médico e odontológico.
Até o momento, falamos de aparatos e equipamentos que devem ser utilizados com a finalidade de diminuir a dose absorvida pelo IOE, pelo paciente ou pelo público geral.
Neste tópico trataremos de alguns princípios de proteção radiológica, que o profissional deve compreender e aplicar no dia a dia da profissão. 
A base de todos esses princípios é conhecido como: “A.L.A.R.A.” em inglês As Low As Reasonably Achievable.
Tão baixo quanto razoavelmente/possível exequível
Princípios da Proteção Radiológica
Utilizando como base o A.L.A.R.A., subdividimos em:
Princípio da Justificativa;
Princípio da Otimização;
Princípio da Limitação de Dose;
Princípio da Prevenção de Acidentes.
Princípio da Justificativa;
Diz que: 
nenhuma prática deve ser autorizada a menos que produza suficiente benefício para o indivíduo exposto ou para a sociedade, compensando o detrimento que possa ser causado. 
Somente um médico ou dentista pode solicitar exames radiográficos (salvo algumas exceções). 
Princípio da Otimização;
Diz que:
que a magnitude das doses individuais, o número de pessoas expostas e a probabilidade de exposições acidentais sejam tão baixos quanto razoavelmente exequíveis, levando-se em conta fatores sociais e econômicos, além das restrições de dose aplicáveis.
Esse princípio é aplicado nas: 
Instalações;
Equipamento;
Técnicas utilizadas pelo profissional;
Otimização nas Instalações
Cada estabelecimento deve seguir ás normas da RDC nº50, NR nº32 e da então RDC nº330.
Os ambientes são classificados em:
Área Livre: não necessita de blindagem pois a dose não chega a 1mSv/ano.
Área Supervisionada: tem a necessidade de blindagem, pois a dose pode ultrapassar 1mSv/ano. Comando da tomografia por exemplo.
Área Controlada: áreas que necessitam da restrição de acesso, blindagem, regras de proteção radiológica e indicações visuais.
Área Controlada: áreas que necessitam da restrição de acesso, blindagem, regras de proteção radiológica e indicações visuais.
Área Controlada: áreas que necessitam da restrição de acesso, blindagem, regras de proteção radiológica e indicações visuais.
Otimização nos Equipamentos
É importante fazer uso da camada semirredutora (CSR) como filtro na saída da janela do tubo. Utilizar somente equipamentos que possuem colimador luminoso; realizar calibrações dos equipamentos, conforme orienta a legislação; e manter o sistema de processamento em dia.
Otimização das Técnicas Radiográficas
Na prática seria:
Programar no comando do aparelho as doses de Kv e mAs o mais baixo possíveis, sem que atrapalhem na realização do exame;
Utiliza o colimador luminoso;
Manter a DiFoFi mínima de 1m;
Em caso de exames no leito, se não disponível biombo móvel, utilizar as vestimentas plumbíferas e respeitar a “Lei do Inverso do Quadrado”. 
Princípio da Limitação de Dose;
Diz que:
os limites de doses individuais são valores de dose efetiva ou de dose equivalente, estabelecidos para exposição ocupacional e exposição do público decorrentes de práticas controladas, cujas magnitudes não devem ser excedidas.
As doses devem ser analisadas conforme a Norma CNEN-NN 3.01, que classifica o resultado das doses em:
Nível de Registro: em que a dose efetiva for até 0,20mSv;
Nível de Investigação: quando a dose efetiva for maior de 5mSv, deve-se ocorrer uma investigação das possíveis causas da exposição. Caso ultrapassem os 20mSv anuais, o resultado da investigação deve ser encaminha a ANVISA.
Nível de Intervenção: quando a dose efetiva for superior a 100mSv. Será aberto o processo de investigação, e o profissional deve ser encaminhado para avaliação médica.
Outras referências importantes para a limitação da dose:
Estagiário / Estudante: limite de dose efetiva anual de 6mSv.
Acompanhantes ou familiares: não deve exceder 5mSv ano.
Exames no Leito em Ambientes Coletivos: mesma dose do público em geral, não pode ser maior que 1mSv.
Mas e quanto as grávidas??????
Primeiramente necessitamos de uma justificativa;
Devem ser evitadas exposições na região do abdome ou pelve;
Toda exposição que venha a ser realizada, deve-se conversar com o médico radiologista responsável pelo setor para avaliar a possibilidade de realizar ou exame, como US ou RMN;
As primeiras 12 semanas são críticas na formação do feto;
A exposição a radiação durante esse período pode ser fatal para o feto;
Princípio da Prevenção de Acidentes;
É um princípio existente na Portaria 453/1998 e vem na nova legislação como “Gerenciamento de Riscos”, pois o objetivo aqui é desenvolver meios de evitar exposições acidentais. O propósito envolve planos de ação para instalações, equipamentos e, principalmente, erros causados por fator humano.
 
A NR-32 traz instruções importantes que podem ser aplicadas corroborando com esse princípio de prevenção de acidentes e gerenciamento de riscos.
Autoatividades
Sobre os detectores de Estado Sólido com cristais inorgânicos, é correto afirmar:
I- São cristais que possuem três bandas (valência, proibida e condução). Os elétrons passam de uma camada para outra quando ionizados.
II- Possuem fio coaxial com d.d.p. definida, que é a função do ânodo.
III- Alguns tipos são: cintilação, emulsão fotográfica e termoluminescente.
IV- Alguns de seus tipos são utilizados como detectores em aparelhos de tomografia, medicina nuclear e densímetros pessoais.
Estão CORRETAS:
a) ( ) II, III e IV.
b) ( ) II e IV.
c) ( ) I, III e IV.
d) ( ) I, II e IV.
e) ( ) II e III.
Sobre os detectores de Estado Sólido com cristais inorgânicos, é correto afirmar:
I- São cristais que possuem três bandas (valência, proibida e condução). Os elétrons passam de uma camada para outra quando ionizados.
II- Possuem fio coaxial com d.d.p. definida, que é a função do ânodo.
III- Alguns tipos são: cintilação, emulsão fotográfica e termoluminescente.
IV- Alguns de seus tipos são utilizados como detectores em aparelhos de tomografia, medicina nuclear e densímetros pessoais.
Estão CORRETAS:
a) ( ) II, III e IV.
b) ( ) II e IV.
c) ( ) I, III e IV.
d) ( ) I, II e IV.
e) ( ) II e III.
Sobre o funcionamento do contador Geiger-Muller, analise as sentenças a seguir:
I- Possui gás em sua composição.
II- Possui um fio coaxial que, aplicado com uma d.d.p., fica carregado positivamente, agindo como ânodo, atraindo os elétrons após ionizados.
III- É tão estável que pode ser utilizado com ferramenta de calibração para outros detectores.
IV- É a base para o detector da gama-câmara utilizada na medicina nuclear.
V- Considerado ideal para uso na detecção de partículas beta e avaliação de ambientes contaminados.
Estão CORRETAS:
Estão CORRETAS:
a) ( ) I, IV e V.
b) ( ) I, II e III.
c) ( ) III e IV.
d) ( ) I, II e V.
e) ( ) I, II, III e IV.
Estão CORRETAS:
a) ( ) I, IV e V.
b) ( ) I, II e III.
c) ( ) III e IV.
d) ( ) I, II e V.
e) ( ) I, II, III e IV.
A eficiência de um detector está associada normalmente ao tipo e à energia da radiação. É, basicamente, a capacidade do detector de registrá-la. No contexto, a eficiência de um detector pode ser definida de duas formas. Assinale a alternativa CORRETA que contempla essas formas: 
a) ( ) Eficiência endógena e relativa.
b) ( ) Eficiência intrínseca e absoluta.
c) ( ) Eficiência intrínseca e relativa.
d) ( ) Eficiência extrínseca e absoluta.
e ) ( ) Eficiência orgânica e inorgânica.
A eficiência de um detector está associada normalmente ao tipo e à energia da radiação. É, basicamente, a capacidade do detector de registrá-la. No contexto, a eficiência de um detector pode ser definida de duas formas. Assinale a alternativa CORRETA que contempla essas formas: 
a) ( ) Eficiência endógena e relativa.
b) ( ) Eficiência intrínseca e absoluta.
c) ( ) Eficiência intrínseca e relativa.
d) ( ) Eficiência extrínseca e absoluta.
e ) ( ) Eficiência orgânica e inorgânica.
Comrelação ao uso dos dosímetros, podemos afirmar:
I- Os dosímetros devem ser usados sempre por cima do avental de chumbo.
II- Os dosímetros, depois de utilizados, devem ser guardados ao lado do padrão.
III- A leitura dos dosímetros ocorre de forma trimestral.
IV- O dosímetro mais utilizado é o de filme radiográfico.
V- O dosímetro padrão serve para medir a dose dos ambientes que não são considerados áreas restritas e o resultado é subtraído da dose total do trabalhador.
Estão CORRETAS as alternativas:
Estão CORRETAS as alternativas:
a) ( ) I e III.
b) ( ) I, II e IV.
c) ( ) II, III e V.
d) ( ) I, II e V.
e) ( ) I, II, IV e V.
Estão CORRETAS as alternativas:
a) ( ) I e III.
b) ( ) I, II e IV.
c) ( ) II, III e V.
d) ( ) I, II e V.
e) ( ) I, II, IV e V.
Sobre o uso dos EPIs plumbíferos, é correto afirmar:
I- O avental de chumbo é utilizado como meio de proteger o profissional dos riscos físicos no ambiente de trabalho.
II- O dosímetro é um EPI obrigatório que todo IOE precisa utilizar.
III- O protetor gonodal é somente para uso adulto, não sendo necessário ter em tamanhos menores para uso pediátrico.
IV- Com base na legislação vigente, é obrigatório o teste anual de integridade dos EPIs.
V- A decisão do tipo de EPI que cada profissional deve utilizar é de responsabilidade do SESMT em acordo com a CIPA.
Estão CORRETAS as alternativas:
Estão CORRETAS as alternativas:
a) ( ) I e III.
b) ( ) I, II e III.
c) ( ) I, IV e V.
d) ( ) I, III e V.
e) ( ) II, III, IV e V.
Estão CORRETAS as alternativas:
a) ( ) I e III.
b) ( ) I, II e III.
c) ( ) I, IV e V.
d) ( ) I, III e V.
e) ( ) II, III, IV e V.
Com relação aos dosímetros termoluminescentes, assinale, a seguir, quais são as bandas que compõem o cristal e em qual os elétrons ficam aprisionados até o aquecimento pela leitora TLD.
a) ( ) Banda de valência, condução e proibida (armadilhas).
b) ( ) Banda de valência (armadilhas), proibida e condutividade.
c) ( ) Banda de valência, proibida e condutividade (armadilhas).
d) ( ) Banda de valência, coaxial (armadilhas) e ânodo.
e) ( ) Banda de valência, condução (armadilhas) e proibida.
Com relação aos dosímetros termoluminescentes, assinale, a seguir, quais são as bandas que compõem o cristal e em qual os elétrons ficam aprisionados até o aquecimento pela leitora TLD.
a) ( ) Banda de valência, condução e proibida (armadilhas).
b) ( ) Banda de valência (armadilhas), proibida e condutividade.
c) ( ) Banda de valência, proibida e condutividade (armadilhas).
d) ( ) Banda de valência, coaxial (armadilhas) e ânodo.
e) ( ) Banda de valência, condução (armadilhas) e proibida.
Com relação à camada semirredutora, é correto afirmar:
I- É um material que, com determinada espessura, conseguirá reduzir a intensidade do feixe de radiação pela metade.
II- A densidade do material determinará a espessura e a quantidade de barreiras utilizada na blindagem.
III- Quando utilizada como filtro adicional na saída do tubo de raio-X, é capaz de melhorar o espectro do feixe, melhorando a qualidade da radiação.
IV- É capaz de reduzir em 90% a intensidade do feixe.
Estão CORRETAS as alternativas:
a) ( ) I e II.
b) ( ) I, II e III.
c) ( ) II, III e IV.
d) ( ) I e IV.
e) ( ) I, III e IV.
Com relação à camada semirredutora, é correto afirmar:
I- É um material que, com determinada espessura, conseguirá reduzir a intensidade do feixe de radiação pela metade.
II- A densidade do material determinará a espessura e a quantidade de barreiras utilizada na blindagem.
III- Quando utilizada como filtro adicional na saída do tubo de raio-X, é capaz de melhorar o espectro do feixe, melhorando a qualidade da radiação.
IV- É capaz de reduzir em 90% a intensidade do feixe.
Estão CORRETAS as alternativas:
a) ( ) I e II.
b) ( ) I, II e III.
c) ( ) II, III e IV.
d) ( ) I e IV.
e) ( ) I, III e IV.
Correlacionando os conceitos de barreiras primária e secundária, considera-se barreira primária:
a) ( ) A parede, teto ou piso que tiver o maior fator de uso.
b) ( ) A parede que tiver posicionado o bucky mural.
c) ( ) O piso onde encontra-se o bucky da mesa de exames.
d) ( ) A parede, teto ou piso que tiver menor fator de uso.
e) ( ) Paredes responsáveis pela absorção das radiações secundárias.
Correlacionando os conceitos de barreiras primária e secundária, considera-se barreira primária:
a) ( ) A parede, teto ou piso que tiver o maior fator de uso.
b) ( ) A parede que tiver posicionado o bucky mural.
c) ( ) O piso onde encontra-se o bucky da mesa de exames.
d) ( ) A parede, teto ou piso que tiver menor fator de uso.
e) ( ) Paredes responsáveis pela absorção das radiações secundárias.
Tratando dos parâmetros utilizados como referência no cálculo de blindagem, analise as sentenças a seguir:
I- O fator ocupacional é o tempo em que o IOE permanece exposto à radiação dentro da sala de exames.
II - A carga de trabalho é expressa em mA x minutos/semana.
III- O fator de uso é a fração de tempo em que o feixe de raio-X fica direcionado para determinada parede ou piso.
IV- O fator ocupacional é o tempo em que as pessoas do público em geral ocupam as áreas adjacentes.
Estão CORRETAS as alternativas:
a) ( ) I e II.
b) ( ) I e III.
c) ( ) II, III e IV.
d) ( ) I e IV.
e) ( ) I, III e IV.
Tratando dos parâmetros utilizados como referência no cálculo de blindagem, analise as sentenças a seguir:
I- O fator ocupacional é o tempo em que o IOE permanece exposto à radiação dentro da sala de exames.
II - A carga de trabalho é expressa em mA x minutos/semana.
III- O fator de uso é a fração de tempo em que o feixe de raio-X fica direcionado para determinada parede ou piso.
IV- O fator ocupacional é o tempo em que as pessoas do público em geral ocupam as áreas adjacentes.
Estão CORRETAS as alternativas:
a) ( ) I e II.
b) ( ) I e III.
c) ( ) II, III e IV.
d) ( ) I e IV.
e) ( ) I, III e IV.
O profissional das técnicas radiológicas usa o raio-X como ferramenta de trabalho para produzir imagens do interior dos pacientes, imagens que os médicos utilizarão para emitir um laudo descrevendo se há ou não alguma alteração. Pelo princípio da justificativa, somente vamos expor o paciente aos raios X mediante uma solicitação médica de exame, pois, assim, teremos a certeza de que o exame trará algum benefício para esse paciente. Para minimizar os efeitos nocivos das radiações ionizantes, existem uma série de práticas que o profissional pode adotar durante a realização do exame, fazendo com a dose de radiação seja tão baixa quanto possível no paciente. No contexto apresentado, estamos tratando de qual princípio de proteção radiológica?
a) ( ) Justificativa.
b) ( ) Otimização.
c) ( ) Limitação de dose.
d) ( ) Prevenção de acidentes.
O profissional das técnicas radiológicas usa o raio-X como ferramenta de trabalho para produzir imagens do interior dos pacientes, imagens que os médicos utilizarão para emitir um laudo descrevendo se há ou não alguma alteração. Pelo princípio da justificativa, somente vamos expor o paciente aos raios X mediante uma solicitação médica de exame, pois, assim, teremos a certeza de que o exame trará algum benefício para esse paciente. Para minimizar os efeitos nocivos das radiações ionizantes, existem uma série de práticas que o profissional pode adotar durante a realização do exame, fazendo com a dose de radiação seja tão baixa quanto possível no paciente. No contexto apresentado, estamos tratando de qual princípio de proteção radiológica?
a) ( ) Justificativa.
b) ( ) Otimização.
c) ( ) Limitação de dose.
d) ( ) Prevenção de acidentes.
Os princípios de proteção radiológica são importantes para a proteção do paciente e do público geral, porém, é mais importante ainda para o profissional que está ali exposto diariamente aos raios X. A seguir, serão listadas algumas práticas importantes que garantirão a segurança do profissional durante o exercício da sua profissão. Após sua análise, assinale a alternativa CORRETA:I- Sempre que possível, permaneça com todo o corpo atrás do biombo de proteção, durante a realização da exposição.
II- Se for necessário, realizar a contenção de alguma criança ou paciente especial. Evite deixar os pais ou acompanhantes segurarem o paciente. Vá lá e segure-o você.
III- Nos exames realizados no leito, é importante que o profissional utilize sempre as vestimentas plumbíferas, o dosímetro por cima do avental e manter uma distância de, pelo menos, 2 metros do paciente.
IV- Sempre que possível, permita que o familiar ou acompanhante do paciente faça a contenção, oferecendo as vestimentas plumbíferas de proteção. Ainda, evite se expor, somente vá segurar o paciente caso os acompanhantes não consigam ter sucesso na contenção.
Estão CORRETOS os itens:
a) ( ) I e II.
b) ( ) II e III.
c) ( ) I, III e IV.
d) ( ) I, II e III.
I- Sempre que possível, permaneça com todo o corpo atrás do biombo de proteção, durante a realização da exposição.
II- Se for necessário, realizar a contenção de alguma criança ou paciente especial. Evite deixar os pais ou acompanhantes segurarem o paciente. Vá lá e segure-o você.
III- Nos exames realizados no leito, é importante que o profissional utilize sempre as vestimentas plumbíferas, o dosímetro por cima do avental e manter uma distância de, pelo menos, 2 metros do paciente.
IV- Sempre que possível, permita que o familiar ou acompanhante do paciente faça a contenção, oferecendo as vestimentas plumbíferas de proteção. Ainda, evite se expor, somente vá segurar o paciente caso os acompanhantes não consigam ter sucesso na contenção.
Estão CORRETOS os itens:
a) ( ) I e II.
b) ( ) II e III.
c) ( ) I, III e IV.
d) ( ) I, II e III.
Quando falamos dos limites de dose, algumas dúvidas podem surgir, por vezes, trata-se da dose efetiva, em outros casos, dose equivalente. As mudanças de normativas que alteram os valores e, ainda, a necessidade de interpretação de alguns textos referentes à temática. Uma informação clara é que a dose do profissional IOE não deve ultrapassar a média de 20 mSv em cinco anos consecutivos. No contexto apresentado, podemos dizer, então, que a dose efetiva máxima que o profissional pode receber em um ano é de?
a) ( ) 05 mSv.
b) ( ) 15 mSv.
c) ( ) 20 mSv.
d) ( ) 50 mSv.
Quando falamos dos limites de dose, algumas dúvidas podem surgir, por vezes, trata-se da dose efetiva, em outros casos, dose equivalente. As mudanças de normativas que alteram os valores e, ainda, a necessidade de interpretação de alguns textos referentes à temática. Uma informação clara é que a dose do profissional IOE não deve ultrapassar a média de 20 mSv em cinco anos consecutivos. No contexto apresentado, podemos dizer, então, que a dose efetiva máxima que o profissional pode receber em um ano é de?
a) ( ) 05 mSv.
b) ( ) 15 mSv.
c) ( ) 20 mSv.
d) ( ) 50 mSv.
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