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<p>M E I O S</p><p>A L T E R N A T I V O S</p><p>P A R A</p><p>S O L U C I O N A R</p><p>C O N F L I T O S</p><p>S O C I A I S -</p><p>A U L A</p><p>2</p><p>• Prof .DANIELE WEBER</p><p>LEAL</p><p>D A H E T E RO C O M P O S I Ç Ã O :</p><p>Sendo essa modalidade considerada em razão da participação de</p><p>um terceiro, não interessado, poderemos ter:</p><p>1-Arbitragem- esse terceiro é o árbitro, regulada pela Lei 9.307/96,</p><p>alterada pela lei 13.129/2015;</p><p>2-Mediação- esse terceiro é o mediador, regulada pela Lei 13.140, de</p><p>26 de junho de 2015, o CPC, nos arts.175/165, e ainda a resolução</p><p>nº125 do CNJ.</p><p>3-Conciliação: esse terceiro é o conciliador, como por exemplo na Lei</p><p>9.099/95, que estabelece uma primeira audiência de conciliação,</p><p>presidida pelo conciliador, ver art.7º da lei dos Jecs.</p><p>O R G A N I Z A Ç Ã O D O P O D E R J U D I C I Á R I O,</p><p>A RT S . 9 2 A O 1 2 6 DA C F / 8 8 :</p><p>1 - A RB I T RA G E M - L E I 9 . 3 0 7 / 9 6</p><p>A)CONCEITO:</p><p>Sendo a exata extensão do direito violado, materializado através</p><p>de entrega da prestação jurisdicional, não-estatal.</p><p>Processo particular regido pelas mesmas regras cogentes do</p><p>Estado, mesmo que o órgão acionado possua regras processuais</p><p>próprias, desde que não se choquem com Ordenamento Jurídico,</p><p>vigente, podendo ser decidido por equidade.</p><p>Na Arbitragem o(s) Árbitro(s), substituindo a vontade das</p><p>partes em divergência, decide(m) a pendência pela confiança que foi</p><p>nele(s) depositada pela eleição prévia em Cláusula Arbitral (ou</p><p>Cláusula Compromissória)</p><p>B ) C O M O D E F I N I R A O P Ç Ã O P E L A J U S T I Ç A</p><p>A R B I T R A L ?</p><p>A arbitragem provém de um negócio jurídico denominado</p><p>convenção de arbitragem, tendo duas espécies:</p><p>→CLÁUSULA COMPROMISSÓRIA(art.4º da Lei 9307/96)</p><p>nesse caso, se ocorrer um litígio esse será solucionado pelo arbitro,</p><p>portanto a opção pela arbitragem é ANTERIOR ao conflito. E,</p><p>portanto, exclui-se previamente a jurisdição estatal;</p><p>→COMPROMISSO ARBITRAL (art.9º da Lei 9307/96): nessa</p><p>segunda hipótese as partes resolvem escolher um arbitro para</p><p>resolver um conflito já existente, portanto a opção pela arbitragem é</p><p>POSTERIOR ao conflito.</p><p>A S S I M T E M O S Q U E :</p><p>Art.3º As partes interessadas podem submeter a solução de seus litígios ao</p><p>juízo arbitral mediante convenção de arbitragem, assim entendida a cláusula</p><p>compromissória e o compromisso arbitral.</p><p>Art. 4º A cláusula compromissória é a convenção através da qual as partes em</p><p>um contrato comprometem-se a submeter à arbitragem os litígios que possam</p><p>vir a surgir, relativamente a tal contrato.</p><p>§ 1º A cláusula compromissória deve ser estipulada por escrito, podendo estar</p><p>inserta no próprio contrato ou em documento apartado que a ele se refira.</p><p>§ 2º Nos contratos de adesão, a cláusula compromissória só terá eficácia se o</p><p>aderente tomar a iniciativa de instituir a arbitragem ou concordar,</p><p>expressamente, com a sua instituição, desde que por escrito em documento</p><p>anexo ou em negrito, com a assinatura ou visto especialmente para essa cláusula.</p><p>O U A I N DA :</p><p>Art.9º O compromisso arbitral é a convenção através da qual as</p><p>partes submetem um litígio à arbitragem de uma ou mais pessoas,</p><p>podendo ser judicial ou extrajudicial.</p><p>§ 1º O compromisso arbitral judicial celebrar-se-á por termo nos</p><p>autos, perante o juízo ou tribunal, onde tem curso a demanda.</p><p>§ 2º O compromisso arbitral extrajudicial será celebrado por</p><p>escrito particular, assinado por duas testemunhas, ou por</p><p>instrumento público.</p><p>C ) R E Q U I S I T O S PA R A I N S T I T U I R</p><p>Em nosso país a Lei da Arbitragem estipula que todo e qualquer litígio,</p><p>relativo a direitos patrimoniais disponíveis - aqueles bens que podem ser</p><p>livremente alienados ou negociados por encontrarem-se desembaraçados,</p><p>envolvendo pessoas civilmente capazes - pode ser solucionados pela via</p><p>arbitral, sejam de natureza cível, comercial.</p><p>O terceiro que decide, o arbitro é escolhido pelas partes. Frise-se que</p><p>somente teremos a figura da arbitragem quando se tratar de direitos</p><p>disponíveis e as partes envolvidas forem capazes, não se permitindo o juízo</p><p>arbitral sobre questões de estado e capacidade das pessoas, nem tampouco</p><p>sobre coisa fora do comércio (art.1 da Lei), assim resta evidente que a</p><p>arbitragem é constitucional pois envolve direitos disponíveis e pessoas capazes.</p><p>D ) O Á R B I T RO - A RT S . 1 3 / 1 8</p><p>• O arbitro é pessoa capaz e de confiança das partes, podendo ser designado mais de um,</p><p>todavia deve sempre ser em um número impar.(art.13 da Lei 9307/96) Caso as partes</p><p>não optem por a um acordo, a sentença arbitral será proferida por ele(s) no prazo</p><p>acordado, ou 06 meses( art.23 da Lei 9307/96), sendo pontos importantes sobre o</p><p>árbitro:</p><p>• Deverá proferir decisão sobre o conflito, sua sentença não fica sujeita a</p><p>homologação/recurso pelo Poder Judiciário;</p><p>• Deverá agir com imparcialidade, diligência, discrição e independência;</p><p>• É Juiz de fato e de direito para a justiça arbitral;</p><p>• Deverá divulgar previamente sua possível parcialidade.</p><p>• Um Árbitro pode tomar depoimentos das partes, ouvir testemunhas, determinar a</p><p>realização de perícias, requerer diligência ou a realização de qualquer prova, até formar</p><p>seu convencimento.</p><p>E ) S E N T E N Ç A A R B I T R A L :</p><p>A sentença arbitral será proferida no prazo acordado, ou no prazo</p><p>legalmente previsto, 06 meses.( art.23 da Lei 9307/96)</p><p>A parte interessada poderá, também, pleitear junto ao Poder Judiciário</p><p>competente, a nulidade da sentença arbitral se (art.32/33): for nula a convenção de</p><p>arbitragem; emanou de quem não podia ser árbitro; não contiver os requisitos do</p><p>art. 26; for proferida fora dos limites da convenção de arbitragem; comprovado que</p><p>foi proferida por prevaricação, concussão ou corrupção passiva; proferida fora do</p><p>prazo, respeitado o disposto no art. 12, inciso III; e forem desrespeitados os</p><p>princípios de que trata o art. 21, § 2º, desta Lei.</p><p>A sentença arbitral equivale a judicial, não ficando sujeita a qualquer</p><p>recurso no âmbito da Justiça Estatal. Os recursos possíveis permanecem na esfera</p><p>arbitral, preservando, assim, a celeridade do processo.</p><p>O CPC estabelece: Art. 515. São títulos executivos judiciais, cujo</p><p>cumprimento dar-se-á de acordo com os artigos previstos neste Título: VII - A</p><p>sentença Arbitral.</p><p>Cabe, porém, ação anulatória, caso se verifique a ocorrência de alguma</p><p>nulidade.</p><p>F ) O B S S O B R E A R B I T R A G E M :</p><p>• O art.27 da lei de arbitragem define sobre os honorários, que serão fixados em</p><p>sentença, se não houver acordo em sentindo diverso no contrato que a pactuou.</p><p>• A participação do Advogado não é obrigatória(art.21, par.3 da lei de</p><p>arbitragem), mas é elemento indispensável na exposição dos fatos, na invocação</p><p>do direito, da fiscalização das provas. A parte pode atuar pessoalmente ou fazer</p><p>assessorar-se por técnico ou especialista na justiça arbitral.</p><p>• A consulta a especialistas ou profissionais de outras áreas entre as reuniões, ou</p><p>mesmo durante o processo, com a intenção de esclarecimento ou orientação é</p><p>possível e, algumas vezes, indicada. Desta forma, as partes podem comparecer</p><p>acompanhadas de seus advogados ou de outros especialistas que se façam</p><p>necessários.</p><p>2 - M E D I A Ç Ã O :</p><p>A) Conceito:</p><p>• A mediação tem previsão legal na resolução CNJ – 125, na Lei da</p><p>Mediação 13.140/2015 e no novo CPC/2015 – Lei 13.105/15.</p><p>• O artigo 1º, § único, da Lei 13.140/2015, dispõe sobre o conceito</p><p>de Mediação:“Considera-se mediação a atividade técnica exercida</p><p>por terceiro imparcial sem poder decisório, que, escolhido ou</p><p>aceito pelas partes, as auxilia e estimula a identificar ou desenvolver</p><p>soluções consensuais para a controvérsia.”</p><p>B ) C O N C I L I A D O R X M E D I A D O R :</p><p>Nos termos do art. 165, par. 2º e 3º do CPC, na intervenção</p><p>do conciliador, esse atuará preferencialmente nos casos em que não</p><p>houver vínculo anterior entre as partes, poderá sugerir soluções para</p><p>o litígio, sendo vedada a utilização de qualquer tipo de</p><p>constrangimento ou intimidação para que as partes conciliem, já o</p><p>mediador, auxiliará</p><p>aos interessados a compreender as questões e os</p><p>interesses em conflito, de modo que eles possam, pelo</p><p>restabelecimento da comunicação, identificar, por si próprios,</p><p>soluções consensuais que gerem benefícios mútuos.</p><p>C ) P R I N C Í P I O S O R I E N T A D O R E S D A</p><p>M E D I A Ç Ã O - A R T. 2 D A L E I 1 3 . 1 4 0 / 1 5 , E 1 6 6 D O</p><p>C P C .</p><p>• imparcialidade do mediador;</p><p>• isonomia entre as partes;</p><p>• oralidade;</p><p>• informalidade;</p><p>• autonomia da vontade das partes;</p><p>• busca do consenso;</p><p>• confidencialidade;</p><p>• boa-fé.</p><p>O B S :</p><p>• Equiparação do Mediador ao juiz no que tange ao impedimento e a</p><p>suspeição, conforme artigo 5º e § único da Lei 13.140/2015.</p><p>• Impedimento do mediador de assessorar, representar ou patrocinar</p><p>qualquer uma das partes, pelo prazo de um ano, contado do término</p><p>da última audiência em que atuou (artigo 6º, Lei 13.140/2015).</p><p>• Aquele Mediador que atuar em processo judicial, não poderá ser</p><p>testemunha, nem árbitro do mesmo conflito que já tenha atuado</p><p>(artigo 7º, Lei 13.140/2015).</p><p>• Será confidencial qualquer informação da mediação que tenha</p><p>relação com terceiros, somente se as partes consentirem ou quando a</p><p>divulgação por lei for exigida. (artigo 30, Lei 13.140/2015)</p><p>D ) A U D I Ê N C I A P R E L I M I N A R D E M E D I A Ç Ã O</p><p>N O N O V O C P C :</p><p>Nos termos do art.334 do CPC, em regra, a audiência deve ser sempre</p><p>designada, salvo indeferimento/determinação de emenda da inicial ou</p><p>improcedência liminar; Entre a data da designação e da audiência deve haver um</p><p>hiato mínimo de 30 dias, enquanto que o réu deve ser citado pelo menos 20 dias</p><p>antes da realização da audiência de conciliação ou mediação;</p><p>A audiência será presidida por conciliador ou mediador, sendo possível que</p><p>seja presidida por servidor com outras funções, onde não hajam estas figuras.</p><p>O autor será intimado na figura do seu advogado, e o réu, por ser sua</p><p>primeira participação no processo, é citado pessoalmente, segundo o CPC.</p><p>A audiência de conciliação ou mediação poderá ser cindida, ou seja,</p><p>desmembrada em mais do que uma, quando a autoridade que a preside entender</p><p>que tal providência é necessária, não podendo ser marcada a continuação para</p><p>data superior a 2 meses da depois de iniciada a primeira sessão.</p><p>Art. 334. Se a petição inicial preencher os requisitos essenciais e não for o caso de improcedência liminar do pedido, o juiz</p><p>designará audiência de conciliação ou de mediação com antecedência mínima de 30 (trinta) dias, devendo ser citado o réu com</p><p>pelo menos 20 (vinte) dias de antecedência.</p><p>§ 1º O conciliador ou mediador, onde houver, atuará necessariamente na audiência de conciliação ou de mediação, observando</p><p>o disposto neste Código, bem como as disposições da lei de organização judiciária.</p><p>§ 2º Poderá haver mais de uma sessão destinada à conciliação e à mediação, não podendo exceder a 2 (dois) meses da data de</p><p>realização da primeira sessão, desde que necessárias à composição das partes.</p><p>§ 3º A intimação do autor para a audiência será feita na pessoa de seu advogado.</p><p>§ 4º A audiência não será realizada:</p><p>I - se ambas as partes manifestarem, expressamente, desinteresse na composição consensual;</p><p>II - quando não se admitir a autocomposição.</p><p>§ 5º O autor deverá indicar, na petição inicial, seu desinteresse na autocomposição, e o réu deverá fazê-lo, por petição,</p><p>apresentada com 10 (dez) dias de antecedência, contados da data da audiência.</p><p>§ 6º Havendo litisconsórcio, o desinteresse na realização da audiência deve ser manifestado por todos os litisconsortes.</p><p>§ 7º A audiência de conciliação ou de mediação pode realizar-se por meio eletrônico, nos termos da lei.</p><p>§ 8º O não comparecimento injustificado do autor ou do réu à audiência de conciliação é considerado ato atentatório à</p><p>dignidade da justiça e será sancionado com multa de até dois por cento da vantagem econômica pretendida ou do valor da</p><p>causa, revertida em favor da União ou do Estado.</p><p>§ 9º As partes devem estar acompanhadas por seus advogados ou defensores públicos.</p><p>§ 10. A parte poderá constituir representante, por meio de procuração específica, com poderes para negociar e transigir.</p><p>§ 11. A autocomposição obtida será reduzida a termo e homologada por sentença.</p><p>§ 12. A pauta das audiências de conciliação ou de mediação será organizada de modo a respeitar o intervalo mínimo de 20</p><p>(vinte) minutos entre o início de uma e o início da seguinte.</p><p>E ) M E D I A D O R E S</p><p>Judiciais Extrajudiciais</p><p>→a pessoa capaz, graduada há pelo menos 2 anos em curso</p><p>de ensino superior de instituição reconhecida pelo</p><p>Ministério da Educação e que tenha obtido capacitação</p><p>em escola ou instituição de formação de mediadores,</p><p>reconhecida pela Escola Nacional de Formação e</p><p>Aperfeiçoamento de Magistrados - ENFAM ou pelos</p><p>tribunais, observados os requisitos mínimos estabelecidos</p><p>pelo Conselho Nacional de Justiça em conjunto com o</p><p>Ministério da Justiça, o CPC fala ainda em necessidade de</p><p>concurso.</p><p>→pessoa capaz que tenha a confiança das partes e seja</p><p>capacitada para fazer mediação, independentemente de</p><p>integrar qualquer tipo de conselho, entidade de classe ou</p><p>associação, ou nele inscrever-se. Pelo CPC, acresce que</p><p>deve ter curso credenciado ao Tribunal.</p><p>→Serão designados pelo Tribunal, não estando sujeitos a</p><p>aprovação pelas partes, todavia, estarão sujeitos as regras de</p><p>impedimento e suspeição.</p><p>→Refere-se que as partes poderão escolher de comum</p><p>acordo o mediador, ou ainda ser designado um</p><p>previamente cadastrado no órgão credenciado que realize</p><p>o procedimento.</p><p>→Há previsão de custas específicas, exceto beneficiários da</p><p>AJG</p><p>→Depende do convênio ou acordo firmado entre o órgão</p><p>que realiza e o Poder Judiciário.</p><p>O B S :</p><p>• A parte não poderá comparecer desacompanhada de advogado, de modo a garantir-se o</p><p>conhecimento das implicações jurídicas de qualquer acordo a ser celebrado na audiência, bem</p><p>como as consequências de não fazê-lo.</p><p>• Todavia as partes poderão constituir representante para a audiência de conciliação ou mediação,</p><p>sendo imprescindível que este tenha poderes específicos para negociar e transigir, os quais</p><p>devem ser veiculados em procuração específica para a audiência.</p><p>• A autocomposição, por conciliação ou mediação, será reduzida a termo e homologada por</p><p>sentença. conciliação desarmada.</p><p>• Em termos processuais a mediação representa um grande ganho, ao que a doutrina chama de</p><p>visão desarmada do processo, pois o réu não é mais citado para responder, mas para participar</p><p>de audiência de conciliação ou mediação, ou seja, quando da citação não precisa se preocupar</p><p>em se armar de diversos argumentos defensivos / contestar, mas simplesmente se comprometer</p><p>a encontrar o autor e conversar sobre ó litígio em igualdade de condições.</p><p>• Caso não obtido o acordo, o prazo para contestar só começa a fluir da realização da audiência</p><p>ou do dia em que o réu se manifesta pelo desinteresse em sua realização (Somente admissível</p><p>se o autor também manifestou desinteresse).</p><p>B I B L I O G RA F I A D A A U L A :</p><p>• Lei Nº 13.140, de 26 de junho de 2015.</p><p>• Lei Nº 9.307/96.</p><p>• BUENO. Cassio Scarpinella. Manual de Direito Processual Civil. Vol.único. Ed.Saraiva.2015.</p><p>• JÚNIOR, Fredie Didier. Sobre A TEORIA GERAL DO PROCESSO, essa desconhecida. 3ª</p><p>edição atualizada. Editora JusPodivw, 2016.</p><p>• NEVES, Daniel Amorim Assumpção. Novo Código de Processo Civil – Lei 13.105/2015, Rio de</p><p>Janeiro: Forense. São Paulo: Método, 2015.</p><p>• MEDINA, José Miguel Garcia. Código de Processo Civil Comentado, Ed.RT, 2016.</p><p>• THEODORO JR. Humberto. Curso de Direito Processual Civil, vol. I, Ed.Forense. 2017.</p><p>• Figura da capa disponível em https://www.tjdft.jus.br/institucional/imprensa/campanhas</p><p>Slide 1: MEIOS ALTERNATIVOS PARA SOLUCIONAR CONFLITOS SOCIAIS- Aula 2</p><p>Slide 2: Da heterocomposição:</p><p>Slide 3: Organização do poder judiciário, arts.92 ao 126 da cf/88:</p><p>Slide 4: 1-ARBITRAGEM-Lei 9.307/96</p><p>Slide 5: b)Como definir a opção pela justiça arbitral?</p><p>Slide 6: Assim temos que:</p><p>Slide 7: Ou ainda:</p><p>Slide 8: c)Requisitos para instituir</p><p>Slide 9: d)o árbitro- arts.13/18</p><p>Slide 10: e) Sentença arbitral:</p><p>Slide 11: f)Obs sobre arbitragem:</p><p>Slide 12: 2- mediação:</p><p>Slide 13: b) Conciliador x mediador:</p><p>Slide 14: c) Princípios orientadores da mediação- art.2 da Lei 13.140/15, e 166 do CPC.</p><p>Slide 15: OBS:</p><p>Slide 16: D) AUDIÊNCIA PRELIMINAR DE MEDIAÇÃO NO NOVO CPC:</p><p>Slide 17</p><p>Slide 18: e)mediadores</p><p>Slide 19: Obs:</p><p>Slide 20: Bibliografia da aula:</p>