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Funções e Estrutura da Retina

Apostila sobre funções receptora e neural da retina: descreve as camadas retinianas, a fóvea, bastonetes e cones (segmentos e pigmentos), a camada pigmentar, suprimento sanguíneo, descolamento retiniano e a fotoquímica da visão (rodopsina e decomposição).

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O OLHO: II. FUNÇÕESO OLHO: II. FUNÇÕES
RECEPTORA E NEURALRECEPTORA E NEURAL
DA RETINADA RETINA
TERESINA-PI
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ.
 CURSO: BACHARELADO EM FISIOTERAPIA.
DISCIPLINA: FISIOLOGIA.
 DOCENTE: SUZANA MARIA GALVÃO CAVALCANTI .
COMPONENTES:
JOÃO PAULO 
LARA ARAÚJO
Camada Pigmentar: Contém células pigmentadas que absorvem a luz, prevenindo sua reflexão e
ajudando na renovação dos bastonetes e cones.
 
Camada de Bastonetes e Cones: Responsável por detectar a luz. Os bastonetes são sensíveis à
luz fraca (visão noturna), enquanto os cones detectam cores.
Camada Nuclear Externa: Onde se localizam os corpos celulares dos bastonetes e cones.
Camada Plexiforme Externa: Local de conexão entre os cones/bastonetes e as células bipolares.
Camada Nuclear Interna: Contém os corpos celulares das células bipolares e outras células.
Camada Plexiforme Interna: Conexões entre as células bipolares e as células ganglionares.
Camada Ganglionar: Contém os corpos celulares das células ganglionares que transmitem os
sinais para o cérebro.
Camada de Fibras do Nervo Óptico: Composta pelas fibras que formam o nervo óptico, levando
os sinais visuais ao cérebro.
Membrana Limitante Interna: Camada final que separa a retina do humor vítreo.
AS CAMADAS PRINCIPAIS DA RETINA:
REGIÃO DA FÓVEA RETINIANA E SUA IMPORTÂNCIA
 PARA VISÃO ACURADA:
A fóvea é a região da retina dedicada à
visão acurada, composta
predominantemente por cones, que
são células fotossensíveis
responsáveis pela detecção de cores e
detalhes finos. Essa alta concentração
de cones permite uma resolução
visual excepcional, essencial para
atividades que exigem precisão, como
leitura e reconhecimento de rostos..
Além disso, na fóvea, as camadas
internas da retina, como células
ganglionares e vasos sanguíneos, são
deslocadas para os lados. Essa
configuração cria um caminho livre
para a luz, permitindo que ela atinja
diretamente os cones. Como
resultado, a imagem formada na fóvea
é extremamente nítida e detalhada,
proporcionando uma experiência
visual de alta qualidade.
BASTONETES E CONES:
Segmento Externo: Contém discos que abrigam as substâncias fotoquímicas
sensíveis à luz. Nos bastonetes, essa substância é a rodopsina, que detecta
luz em ambientes de baixa luminosidade, permitindo a visão no escuro (preto
e branco). Nos cones, existem três tipos de pigmentos coloridos que
permitem a percepção das cores (vermelho, verde e azul), fundamentais para
a visão em ambientes iluminados.
Segmento Interno: Contém as organelas celulares, como as mitocôndrias, que
fornecem a energia necessária para a função dos fotorreceptores.
Núcleo: Armazena o material genético da célula.
Corpo Sináptico: Responsável por conectar o bastonete ou cone às próximas
células na cadeia visual, como as células bipolares e horizontais, que
encaminham o sinal visual para o cérebro.
É uma camada que contém melanina, que impede a reflexão da luz dentro
do olho, garantindo imagens claras e bem definidas ao direcionar a luz
para os fotorreceptores. Em pessoas com albinismo, a falta de melanina
causa dispersão da luz, resultando em visão difusa e baixa acuidade
visual. Além disso, essa camada armazena vitamina A, essencial para a
produção de substâncias fotoquímicas nos bastonetes e cones,
fundamentais para a visão.
A CAMADA PIGMENTAR DA
RETINA
O SUPRIMENTO SANGUÍNEO DA RETINA
VEM DE DUAS FONTES PRINCIPAIS:
 Artéria Central da Retina: nutre as camadas internas
da retina, com suprimento próprio.
 Coroide: fornece nutrientes e oxigênio para a
camada externa da retina (bastonetes e cones) por
difusão.
O descolamento da retina ocorre quando a retina neural
se separa do epitélio pigmentar, geralmente por acúmulo
de líquido ou tração do humor vítreo. A retina descolada
pode sobreviver por alguns dias com difusão de
nutrientes e suprimento sanguíneo. Se recolocada
rapidamente, pode recuperar sua função, mas se a
correção demorar, pode haver danos irreversíveis.
DESLOCAMENTO DA RETINA
Envolve substâncias químicas nos bastonetes e cones da
retina que se decompõem ao serem expostas à luz,
gerando impulsos que ativam o nervo óptico. Nos
bastonetes, a substância é a rodopsina, enquanto nos
cones, são pigmentos coloridos. Os princípios da
decomposição química são semelhantes para ambos.
A FOTOQUÍMICA DA VISÃO
A rodopsina, ou púrpura visual, é um pigmento
sensível à luz presente nos bastonetes da
retina, formado pela combinação da proteína
escotopsina com o retinal (na forma 11-cis).
Quando a luz atinge a rodopsina, ocorre uma
mudança rápida do retinal da forma 11-cis para
a forma toda-trans, o que faz com que o retinal
se separe da escotopsina. Essa decomposição
ocorre em várias etapas, passando por
intermediários como batorrodopsina,
lumirrodopsina e metarrodopsina. A
metarrodopsina II é responsável por gerar
sinais elétricos nos bastonetes, que
transmitem a imagem visual ao cérebro.
RODOPSINA E SUA
DECOMPOSIÇÃO PELA
ENERGIA LUMINOSA.
REFORMAÇÃO DE RODOPSINA
O PRIMEIRO ESTÁGIO NA FORMAÇÃO DE RODOPSINA ENVOLVE A
CONVERSÃO DO RETINAL TODO-TRANS DE VOLTA PARA A FORMA 11-CIS
RETINAL. ESSE PROCESSO EXIGE ENERGIA METABÓLICA E É CATALISADO
PELA ENZIMA RETINAL ISOMERASE. 
UMA VEZ QUE O 11-CIS RETINAL É FORMADO, ELE SE RECOMBINA
AUTOMATICAMENTE COM A ESCOTOPSINA, REGENERANDO A RODOPSINA.
ESTA NOVA RODOPSINA PERMANECE ESTÁVEL ATÉ QUE A ABSORÇÃO DE
ENERGIA LUMINOSA DESENCADEIE SUA DECOMPOSIÇÃO NOVAMENTE.
PAPEL DA VITAMINA A NA FORMAÇÃO DE RODOPSINA
1. Conversão Inicial: O retinal todo-trans é primeiro convertido em
retinol todo-trans, uma forma de vitamina A.
2. Isomerização: O retinol todo-trans é então transformado em 11-cis
retinol pela ação da enzima isomerase.
3. Finalização: O 11-cis retinol é convertido em 11-cis retinal, que se
combina com a escotopsina para formar nova rodopsina.
A vitamina A está disponível no citoplasma dos bastonetes e na
camada pigmentar da retina, garantindo que sempre haja retinal
suficiente para a formação de rodopsina quando necessário. Quando
há excesso de retinal, ele pode ser convertido de volta em vitamina A,
regulando a quantidade de pigmento fotossensível. Essa conversão é
especialmente importante para a adaptação da retina a diferentes
níveis de luz.
COMMUNICATION STRATEGY
 Ocorre cegueira noturna em pessoas com deficiência grave devitamina A uma vez que, sem
vitamina A, as quantidades de retinal e de rodopsina que podem ser formadas ficam intensamente
diminuídas. Essa condição é chamada cegueira noturna porque a quantidade de luz disponível à
noite é pequena demais para permitir visão adequada em pessoas deficientes em vitamina A.
Para que a cegueira noturna ocorra, a pessoa precisa permanecer em dieta deficiente em vitamina A
por meses, porque grandes quantidades de vitamina A normalmente são armazenadas no fígado e
podem ficar disponíveis para os olhos.
Uma vez desenvolvida a cegueira noturna, às vezes, poderá ser revertida em menos de 1 hora pela
injeção intravenosa de vitamina A.
CEGUEIRA NOTURNA 
POTENCIALPOTENCIAL
RECEPTOR DORECEPTOR DO
BASTONETE:BASTONETE:
HIPERPOLARIZAÇÃOHIPERPOLARIZAÇÃO
EM VEZ DEEM VEZ DE
DESPOLARIZAÇÃODESPOLARIZAÇÃO
Quando os bastonetes da retina são expostos à luz, o resultado é uma
alteração no potencial de membrana que se caracteriza por
hiperpolarização, ou seja, um aumento da negatividade da membrana. Isso
é diferente da maioria dos outros receptores sensoriais, que geralmente
despolarizam, diminuindo a negatividade da membrana.
Mecanismo de Hiperpolarização
1 - Decomposição da Rodopsina: A rodopsina se decompõe quando a luz é
absorvida, levando à diminuição da condutância da membrana aos íons
sódio.
 
2 - Função das Bombas Iônicas: No bastonete, há uma bomba sódio-
potássio que continuamente remove sódio do interior e traz potássio para
dentro. Enquanto isso, na escuridão, a membrana externa é permeável aos
íons sódio, permitindo que eles entrem na célula e reduzam a negatividade
interna, resultando em um potencial de aproximadamente -40 milivolts.Fotoativação: A luz é absorvida, ativando os elétrons no retinal da rodopsina.
Ativação da Transducina: A rodopsina ativada estimula uma proteína G chamada
transducina, que ativa a fosfodiesterase do GMPc, uma enzima que quebra o
GMPc em 5'-GMPc.
Fechamento dos Canais de Sódio: A redução do GMPc fecha os canais que
permitem a entrada de sódio, diminuindo o fluxo de íons sódio para dentro do
bastonete.
QUANDO A LUZ ATIVA A RODOPSINA, OCORREM TRÊS ETAPAS
PRINCIPAIS QUE LEVAM À HIPERPOLARIZAÇÃO:
DURAÇÃO DO POTENCIAL RECEPTOR E RELAÇÃO LOGARÍTMICA
COM A INTENSIDADE DE LUZ
Quando um pulso de luz breve atinge
a retina, a hiperpolarização nos
bastonetes (potencial receptor) atinge
seu pico em cerca de 0,3 segundos e
pode durar mais de 1 segundo. Nos
cones, essa resposta é quatro vezes
mais rápida. Isso significa que uma
imagem que atinge os bastonetes por
apenas um milionésimo de segundo
pode ser percebida por mais de 1
segundo.
.
Uma característica importante do
potencial receptor é que ele é
aproximadamente proporcional ao
logaritmo da intensidade da luz. Isso é
significativo porque permite que os
olhos percebam uma ampla gama de
intensidades luminosas, variando
milhares de vezes, de maneira eficaz.
Essa relação logarítmica ajuda na
discriminação de diferentes níveis de
luz, melhorando nossa capacidade de
ver em diversas condições de
iluminação.
MECANISMO DA DECOMPOSIÇÃO DA RODOPSINA E A CASCATA DE EXCITAÇÃO
05
Ativação da Rodopsina: Um
fóton ativa um elétron na
porção de 11-cis retinal da
rodopsina, formando a
metarrodopsina II, que é a
forma ativa da rodopsina.
Inativação da Metarrodopsina II:
Após cerca de 1 segundo, a
rodopsinocinase inativa a
rodopsina ativada
(metarrodopsina II), revertendo a
cascata para o estado normal, com
os canais de sódio reabertos.
Geração do Potencial Receptor: A
redução do fluxo de sódio devido
ao fechamento dos canais é o que
gera o potencial receptor no
bastonete.
Ativação da Transducina: A
rodopsina ativada age como uma
enzima, ativando várias moléculas
de transducina, que estão inativas
nas membranas dos discos e na
membrana celular do bastonete.
Ativação da Fosfodiesterase: A
transducina ativada, por sua vez,
ativa muitas moléculas de
fosfodiesterase, uma enzima que
hidrolisa (quebra) o GMPc, que
estava ligado aos canais de sódio,
mantendo-os abertos.
Fechamento dos Canais de Sódio:
Com a quebra do GMPc, os canais
de sódio se fecham. Para cada
molécula de rodopsina ativada,
centenas de canais de sódio se
fecham. Isso bloqueia o fluxo de
mais de um milhão de íons sódio.
Nos cones, as substâncias fotoquímicas são semelhantes à rodopsina encontrada nos
bastonetes, com a principal diferença sendo as opsinas. Nos cones, essas proteínas são
chamadas de fotopsinas, que são ligeiramente diferentes da escotopsina dos bastonetes.
A parte retinal dos pigmentos visuais é idêntica em ambos, ou seja, os cones e bastonetes
compartilham a mesma estrutura de retinal.
 Tipos de Cones e Pigmentos Coloridos:
Cada tipo de cone possui um pigmento sensível a uma cor específica, resultando em três
tipos de cones:
1. Cone Sensível ao Azul: Contém pigmento que tem um pico de absorção em 445
nanômetros.
2. Cone Sensível ao Verde: Contém pigmento com pico em 535 nanômetros.
3. Cone Sensível ao Vermelho: Contém pigmento que absorve em 570 nanômetros.
FOTOQUÍMICA DA VISÃO EM CORES PELOS CONESFOTOQUÍMICA DA VISÃO EM CORES PELOS CONES
Adaptação à Luz: Quando uma pessoa está exposta a luz intensa por longos períodos, as substâncias fotoquímicas nos
bastonetes e cones (como retinal e opsinas) são reduzidas, e o retinal é convertido em vitamina A. Isso resulta em
uma diminuição significativa na concentração dos pigmentos sensíveis à luz, levando à redução da sensibilidade do
olho à luz.
Adaptação ao Escuro: Por outro lado, se uma pessoa permanece no escuro por um tempo prolongado, o retinal e as
opsinas são convertidos de volta em pigmentos sensíveis à luz, e a vitamina A é reconvertida em retinal. Isso aumenta
novamente a quantidade de pigmentos sensíveis à luz, com a sensibilidade final limitada pela quantidade de opsinas
disponíveis. 
Evolução da Adaptação ao Escuro: Quando uma pessoa entra em um ambiente escuro após estar sob luz intensa, a
sensibilidade da retina inicialmente é muito baixa. Com o passar do tempo, essa sensibilidade aumenta rapidamente:
1minuto = sensibilidade 10x; 20minutos = 6.000x; 40 minutos = 25.000x.
Cones: Adaptam-se rapidamente, mas seu aumento de sensibilidade é limitado em ambientes escuros. Eles param de
se adaptar após alguns minutos.
Bastonetes: Adaptam-se mais lentamente, mas sua sensibilidade continua a aumentar por longos períodos, podendo
levar horas para alcançar seu máximo.
REGULAÇÃO AUTOMÁTICA DA SENSIBILIDADE DA RETINA: ADAPTAÇÃO À LUZ E AO ESCUROREGULAÇÃO AUTOMÁTICA DA SENSIBILIDADE DA RETINA: ADAPTAÇÃO À LUZ E AO ESCURO
Alteração do Diâmetro Pupilar:
A pupila, que é a abertura no centro do olho, pode mudar de tamanho para regular a quantidade de
luz que entra. Essa alteração pode levar a uma adaptação de até 30 vezes em frações de segundo.
Quando a luz aumenta, a pupila se contrai para reduzir a entrada de luz e proteger a retina. Da mesma
forma, em condições de pouca luz, a pupila se dilata para permitir que mais luz entre, ajudando na
visualização.
Adaptação Neural:
A adaptação neural envolve a modulação da atividade dos neurônios nas várias etapas da cadeia
visual, tanto na retina quanto no cérebro. Quando a intensidade da luz aumenta inicialmente:
- Os sinais das células bipolares, horizontais, amácrinas e ganglionares são transmitidos de forma
intensa.
- Contudo, esses sinais tendem a diminuir rapidamente em diferentes estágios da transmissão neural.
Embora essa adaptação neural não produza mudanças de sensibilidade tão drásticas como as
mudanças químicas (que podem chegar a milhares de vezes), ela ocorre rapidamente, em frações de
segundo. Isso contrasta com as adaptações químicas que podem levar minutos a horas para ocorrer.
OUTROS MECANISMOS DE ADAPTAÇÃO À LUZ E AO ESCUROOUTROS MECANISMOS DE ADAPTAÇÃO À LUZ E AO ESCURO
MECANISMO TRICROMÁTICO DE DETECÇÃOMECANISMO TRICROMÁTICO DE DETECÇÃO
DAS CORESDAS CORES
O olho humano consegue distinguir diferentes cores através das
combinação de 3 cores monocromáticas ; vermelho,azul e amarelo 
SENSIBILDADE ESPECTRAIS DOS TRÊS TIPOSSENSIBILDADE ESPECTRAIS DOS TRÊS TIPOS
DE CONEDE CONE
INTERPRETAÇÃO DA COR NOINTERPRETAÇÃO DA COR NO
SISTEMA NERVOSOSISTEMA NERVOSO
CEGUEIRA PARA CORES :CEGUEIRA PARA CORES :
VERMELHO - VERDEVERMELHO - VERDE 
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Distúrbio genético que prevalece no sexo masculino
ligado ao cromossomo x (herdado pela mãe)
falha do grupos de cones receptivo a cor
protanopia : cone vermelho
deuteranopia : cone verde
QUADRO TESTE DE CORESQUADRO TESTE DE CORES
NEUROTRANSMISSORES LIBERADOSNEUROTRANSMISSORES LIBERADOS
ATRAVÉS DOS NEURÔNIOS RETINIANOSATRAVÉS DOS NEURÔNIOS RETINIANOS
bastonetes e cones : Glutamato
Células Amácrinas :glicina
dopamina,acetilcolina idolamina e GABA
(todos funcionam como inibidores )
células horizontais :algumas liberam
transmissores inibitório
A TRANSMISSÃO DAS MAIORIA DOSA TRANSMISSÃO DAS MAIORIA DOS
SINAISSINAIS OCORRE NO NEURÔNIOSOCORRE NO NEURÔNIOS
DA RETINADA RETINA POR CONDUÇÃOPOR CONDUÇÃO
ELETRÔNICAELETRÔNICA 
Únicos neurônios capaz de transmitir sinais visuais por meio do
potencial de ação são as células ganglionares.
codução eletrônica significa fluxo direto da corrente elétrica, e sua importância é a
graduada força de sinal( hiperpolarização ) de diferentes intensidades da luz.
INIBIÇÃO LATERAL PARAINIBIÇÃO LATERAL PARA
AUMENTAR O CONTRASTE VISUALAUMENTAR O CONTRASTE VISUAL
- FUNÇÃO DAS CÉLULAS- FUNÇÃO DAS CÉLULAS
HORIZONTAISHORIZONTAIS
SE ligam lateralmente entre os cones e bastonetes,e conectam
ao dendritos das células bipolaressaídas das células horizontais são sempre inibitória
auxilia a assegurar transmissão padrão visual apropriado com
contraste
AS CÉLULAS BIPOLARESAS CÉLULAS BIPOLARES
DESPOLARIZANTE EDESPOLARIZANTE E
HIPERPOLARIZANTESHIPERPOLARIZANTES
são responsáveis por sinais excitatório e
inibitório
células bipolares :hiperpolarizantes
CÉLULAS AMÁCRINAS E SUASCÉLULAS AMÁCRINAS E SUAS
FUNÇÕESFUNÇÕES
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•UM TIPO DE CÉLULA AMÁCRINA FAZ PARTE DA VIA DIRETA PARA VISÃO DOS BASTONETES — ISTO É, DE BASTONETE PARA CÉLULAS
BIPOLARES PARA CÉLULAS AMÁCRINAS PARA CÉLULAS GANGLIONARES. •OUTRO TIPO DE CÉLULA AMÁCRINA RESPONDE
FORTEMENTE NO INÍCIO DE SINAL VISUAL CONTÍNUO, MAS A RESPOSTA DESAPARECE RAPIDAMENTE. •OUTRAS CÉLULAS AMÁCRINAS
RESPONDEM FORTEMENTE NO DESLIGAMENTO DE SINAIS VISUAIS, MAS OUTRA VEZ A RESPOSTA DESAPARECE RAPIDAMENTE.
•AINDA OUTRAS CÉLULAS AMÁCRINAS RESPONDEM QUANDO UMA LUZ É ACESA OU APAGADA, SINALIZANDO SIMPLESMENTE
MUDANÇA DE ILUMINAÇÃO, INDEPENDENTEMENTE DA DIREÇÃO. •AINDA OUTRO TIPO DE CÉLULA AMÁCRINA RESPONDE AO
MOVIMENTO DE MANCHA ATRAVÉS DA RETINA, EM DIREÇÃO ESPECÍFICA; PORTANTO, DIZ-SE QUE ESSAS CÉLULAS AMÁCRINAS SÃO
SENSÍVEIS À DIREÇÃO. 
CÉLUAS P E MCÉLUAS P E M
Classificação de diferentes células ganglionares
da retina : magnocelulares e parvocelulares
células P : são muito sensíveis aos sinais visuais
que relaciona detalhes fino e a diferença de
cores 
Células M : Mais sensíveis aos estímulos preto e
branco 
CÉLULAS GANGLIONARES ECÉLULAS GANGLIONARES E
FIBRAS DO NERVO ÓPTICOFIBRAS DO NERVO ÓPTICO
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Cada retina tem 100 milhões de bastonetes e 3 milhões de cones e apenas 1,6 milhões de
células ganglionares
a medida que se aproximada fóvea ocorre a diminuição de cones e bastonetes e ambos
ficam mais delgado, esses efeitos aumentam progressivamente acuidade visual 
no centro da fóvea so existe cones e não ha presença de bastonetes e o numéros de
fibras que sai do nervo óptico na retina é igual ao número de cones
 outra diferença da parte periférica e central da retina é a sensibilidade a luz fraca ,
onde os bastonetes são até 300 vezes mais sensíveis luz que o cones, e convergem em
uma única fibra do nervo óptico 
POTENCIAIS DE AÇÃOPOTENCIAIS DE AÇÃO
ESPONTÂNEA E CONTINUA DASESPONTÂNEA E CONTINUA DAS
CÉLULAS GANGLIONARESCÉLULAS GANGLIONARES 
As longas fibras do nervo óptico são formados a partir dos
axônios das células ganglionares 
transmitem seus sinais por potencial de ação repetitivo
devido a longa distância não é apropiado sinal por condução
eletrônica
Mesmo o quando não estimuladas elas ainda propagam
impulso continuo com frequência que varia de 5 e 40
segundos 
TRANSMISSÃO DE MUDANÇA DA INTESIDADE LUMINOSA
A RESPOSTA LIGA -DESLIGA 
Muitas células ganglionares são excitadas através das
diferentes itensidade luminosa
GUYTON, A. C., & HALL, J. E. (2017). TRATADO DE FISIOLOGIA MÉDICA (13ª
ED.). ELSEVIER.
REFERÊNCIA:REFERÊNCIA:
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