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Restrições
Construtivas 
Convencionais
Damha
Residencial Sergipe
I. INTRODUÇÃO
01. O objetivo maior destas restrições é a garantia 
da qualidade urbanística do empreendimento, 
visando proteger o investimento do(a,s) 
COMPRADOR(A,ES) contra o uso indevido do 
imóvel e garantir a ocupação do solo em face às 
posturas urbanísticas, ambientais e legais às quais 
se submete o loteamento.
02. As restrições e obrigações em tratamento, 
consideradas convencionais, suplementam as 
normas federais, estaduais e municipais aplicáveis 
à espécie e sua observância pelas partes é 
indeclinável. Em sobrevindo norma pública 
conflitante com estas restrições, prevalecerá 
sempre aquela que for mais restritiva.
03. As restrições convencionais se aplicam 
indistintamente a todos os lotes, no total de 
375 (trezentos e setenta e cinco) unidades, 
destinadas aos usos: residencial unifamiliar (348 
unidades), residencial multifamiliar (10 unidades), 
uso comercial (04 unidades), e uso misto (13 
unidades), salvo disposição contrária prevista 
neste Regulamento, no item 06, ou Estatuto 
Social, e devem ser cumpridas por todos os 
COMPRADORES, indistintamente, estando estes 
sujeitos à aplicação de penalidades no caso de 
descumprimento, sem prejuízo da responsabilidade 
civil e criminal prevista em lei.
04. O(a,s) COMPRADOR(A,ES) e os seus 
sucessores, seja a que título for, fica(m) sujeito(a,s) 
às restrições e obrigações fixadas em regulamento, 
cujas regras são objeto das cláusulas que se 
seguem, as quais deverão constar da escritura 
definitiva de compra e venda que será outorgada 
ao(à,s) COMPRADOR(A,ES), assim como das 
escrituras referentes às transações futuras. As 
partes, desde já, autorizam o Oficial do Registro 
de Imóveis a proceder à inscrição das regras aqui 
previstas no assento competente.
05. Compete ao(à,s) COMPRADOR(A,ES) 
transmitir(em) as restrições às pessoas envolvidas 
no desenvolvimento dos projetos ou obras das 
unidades, dando-lhes plena ciência do presente 
Regulamento.
06. As normas do presente Regulamento, Anexo 
I ao Instrumento Particular de Compromisso 
de Compra e Venda de Imóvel com Pacto 
de Eventual Alienação Imobiliária e Outras 
Avenças, não se aplicam: ao lote 01 da quadra 
A, lote 07 da quadra B; e, lote 01 da quadra Q. 
Aos lotes relacionados neste item se aplicam 
as normas municipais, estaduais e federais 
estabelecidas para este zoneamento.
07. A VENDEDORA é responsável por garantir o 
cumprimento das normas através da aprovação dos 
projetos e da fiscalização das obras residenciais 
até que a constituição da ASSOCIAÇÃO DAMHA 
BRISA ARACAJÚ ocorra, considerando que, uma 
vez constituída, esta ficará sub-rogada em todos 
os direitos e obrigações decorrentes do exercício 
das atividades aqui tratadas.
II. APROVAÇÃO E CONSTRUÇÃO
II.1. APROVAÇÃO DE PROJETOS E 
FISCALIZAÇÃO
08. Todos os projetos de construção, modificações 
e acréscimos ou unificação e desdobro de lotes, 
devem ser submetidos à aprovação prévia da 
VENDEDORA, ou ASSOCIAÇÃO, que analisará e 
aprovará mediante o cumprimento das restrições. 
O prazo máximo para a análise dos projetos é de 
20 (vinte) dias, a contar da data de protocolização 
do projeto. Estando esse em conformidade ao 
presente Regulamento será aprovado.
09. O projeto a ser submetido à análise da 
VENDEDORA ou da ASSOCIAÇÃO deverá conter 
todas as informações de um projeto completo, 
como plantas, cortes, fachadas e detalhes. Outros 
documentos e projetos complementares serão 
solicitados sempre que necessário.
10. Para a aprovação de que trata este item 
serão necessárias 02 (duas) cópias do projeto no 
padrão exigido pela Municipalidade e 01 (uma) 
cópia do memorial descritivo. Aprovado o projeto, 
será retida uma cópia pela VENDEDORA ou 
pela ASSOCIAÇÂO, que a manterá em arquivo 
próprio com a finalidade de acompanhar, orientar e 
fiscalizar durante todo o andamento da construção.
11. O(a,s) COMPRADOR(A,ES) deve(m), 
após a aprovação junto à VENDEDORA ou à 
ASSOCIAÇÃO, submeter(em) o projeto à análise 
e aprovação da Prefeitura Municipal de Barra dos 
Coqueiros – SE , para a emissão do correspondente 
Alvará de Construção de Obras. Uma vez aprovado 
o projeto também pela Municipalidade, o(a,s) 
COMPRADOR(A,ES) deve(m) apresentar 01 
(uma) cópia do projeto aprovado pela Prefeitura e 
01 (uma) cópia do Alvará de Construção de Obras 
à VENDEDORA ou ASSOCIAÇÃO, que deliberará 
sobre o início da construção.
12. Fica reiterado neste Regulamento que a 
VENDEDORA ou a pessoa designada pela 
ASSOCIAÇÃO, quando constituída, poderá 
fiscalizar as obras e as edificações, concluídas ou 
não, com o objetivo de garantir o cumprimento do 
presente Regulamento.
13. Lotes titularizados por um mesmo COMPRADOR 
podem ser unificados. 
14. No aproveitamento de dois ou mais lotes 
prevalecerá, para efeito da aplicação das restrições 
urbanísticas, o perímetro desses lotes então 
reunidos, como se de um único lote se tratasse.
15. Para a aprovação dos projetos em lotes unificados 
o(a,s) COMPRADOR(A,ES) deve(m) comprovar a 
unificação apresentando preliminarmente o projeto 
de unificação aprovado pelo Município.
16. Para lotes remembrados pela divisa dos 
fundos, somente poderá ser executada uma única 
edificação, sendo proibida a construção de edícula, 
e aplicando-se o recuo frontal para ambos os 
alinhamentos.
17. Somente é permitido o desmembramento 
de lotes desde que a área do lote resultante do 
desmembramento possua, no mínimo, 450,00m² 
(quatrocentos e cinquenta metros quadrados); e 
que a testada mínima do lote tenha 12,00 (doze) 
metros.
18. Não é permitido, em hipótese alguma, a 
abertura de vielas, ruas, praças ou passagens de 
pedestres em decorrência da unificação de lotes.
II.2. ÁREA RESIDENCIAL UNIFAMILIAR - 
NORMAS CONSTRUTIVAS
19. São destinados ao uso residencial unifamiliar 
os lotes das seguintes quadras: D (todos os lotes), 
E (todos os lotes), F (todos os lotes), G (todos os 
lotes), I (todos os lotes), J (todos os lotes), K (todos 
os lotes), M (todos os lotes), N (todos os lotes), 
O (todos os lotes), Q (lotes 02 a 07), R (todos os 
lotes), S (todos os lotes), T (todos os lotes), U 
(todos os lotes), V (todos os lotes), W (todos os 
lotes), X, (todos os lotes) e Y (todos os lotes).
20. É permitida a construção de uma única 
residência por lote, denominada construção 
principal, e destinada à habitação do tipo unifamiliar.
21. É permitida a construção de edícula, com 
um pavimento, nos lotes do empreendimento 
destinados ao uso residencial unifamiliar. A sua 
construção é subordinada ao início da construção 
principal, e deve respeitar todos os recuos.
Edicula
22. É expressamente vedada a construção com 
finalidade divergente à mencionada no item 20 
(vinte), como prédio de apartamentos multifamiliar, 
construção para fins comerciais, industriais e 
escritórios.
23. É proibido o exercício de atividades comerciais, 
industriais, todo e qualquer tipo de estabelecimento 
de ensino, hospital, clínica, boutique, consultório, 
atelier para prestação de serviços, templos, 
cinemas, teatros, hotel, motel, pensão e demais 
atividades que não se enquadrem nos objetivos 
residenciais das quadras mencionadas no item 19 
(dezenove).
24. A soma das áreas de projeção horizontal dos 
pavimentos da construção principal (térreo, superior 
e subsolo), mais a edícula, não pode ultrapassar a 
Taxa de Ocupação de 50% (cinqüenta por cento) 
da área total do lote. A Taxa de Ocupação é obtida 
pela seguinte fórmula:
Taxa de ocupação
25. A área máxima a ser construída no lote, 
considerando a soma das áreas dos pavimentos 
da construção principal (térreo, superior e subsolo), 
mais a edícula, deve corresponder ao Coeficiente 
de Aproveitamento 1 (um), calculado a partir da 
seguinte fórmula:
26. A área mínima da construção principal a ser 
construída no lote deve ser de 150,00m2 (cento e 
cinqüenta metros quadrados).
Construção mínima
27. Deve ser mantido como Área Permeável o 
equivalente a 30% (trinta por cento) da área doou 
ASSOCIAÇÃO. No restante da largura da calçada 
deverá ser feito o plantio de grama.
Calçada
61. O escoamento das águas pluviais será 
executado através de canalização, embutida nas 
calçadas e lançada na sarjeta. 
II.3. ÁREAS RESIDENCIAL MULTIFAMILIAR, 
COMERCIAL E DE USO MISTO
62. É permitida a construção de edificação 
residencial multifamiliar, horizontal ou vertical, 
tal como prédio de apartamentos ou qualquer 
edificação em forma de condomínio edilício, nas 
quadras: quadra B (lotes 02 a 06); e quadra H 
(todos os lotes), denominada Área Residencial 
Multifamiliar.
63. É permitido o desenvolvimento de quaisquer 
atividades comerciais e/ou de serviços, permitidos 
em lei, nas quadras: quadra B (lote 01); e quadra 
C (lotes 01 e 03), ressalvadas disposições em 
contrário, presentes neste Contrato, denominada 
Área Comercial.
64. É permitida a utilização mista nas quadras: 
quadra C (lote 02); quadra L (lotes 01 a 04); 
e, quadra P (lotes 01 a 07), denominada Área 
Residencial de Uso Misto.
65. São expressamente proibidos a instalação e o 
funcionamento de:
(a) Motéis e estabelecimentos congêneres (qualquer 
tipo de estabelecimento hoteleiro deverá assegurar, 
por seu projeto e modo de funcionamento, que sua 
atividade não derivará para motel);
(b) Indústrias de qualquer espécie;
(c) Comércio de ferro velho e sucata;
(d) Serviços de oficina, tais como, 
exemplificativamente: cantaria, marmoraria, 
carpintaria, marcenaria, funilaria, galvanoplastia, 
serralheria, soldagens, tanoaria e torneadores;
(e) Serviços de manutenção de frotas, garagens 
de empresas de transportes e/ ou equipamentos 
pesados;
(f) Depósito de resíduos industriais;
(g) Serviços de guarda e criação de animais;
(h) Estabelecimentos de institucional, tais 
como, quadra de escola de samba, hospital, 
pronto socorro, maternidade, sanatório, albergue, 
asilo, orfanato, serviço funerário, igrejas, e locais 
de culto; esta restrição não atinge instituições de 
ensino infantil, médio e superior;
(i) Estabelecimento de comércio de armas;
(j) Estabelecimento de manipulação, guarda e 
venda de fogos de artifício.
66. A área construída não poderá ser inferior a 
200,00m² (duzentos metros quadrados).
Construção mínima
67. Os volumes das caixas d’água e casa de 
máquinas deverão estar volumetricamente 
integrados à edificação.
68. A utilização de vagas e rampas para 
estacionamento de veículos, bem como suas 
implantações e dimensionamentos mínimos 
obrigatórios, seguirão as disposições da legislação 
municipal.
69. Para os lotes destinados ao uso misto, 
prevalecerão as regras do tipo de ocupação real, ou 
seja, para incorporação prevalecerá as restrições 
aplicáveis aos lotes residenciais multifamiliares e, 
para comércios, as restrições aplicáveis aos lotes 
comerciais.
70. A soma das áreas de projeção horizontal dos 
pavimentos da construção não pode ultrapassar a 
Taxa de Ocupação de 60% (sessenta por cento) 
da área total do lote. A Taxa de Ocupação é obtida 
pela seguinte fórmula:
Taxa de ocupação
71. A área máxima a ser construída no lote, 
considerando a soma das áreas de todos os 
pavimentos da construção, deve corresponder ao 
Coeficiente de Aproveitamento 1,5 (um e meio), 
calculado a partir da seguinte fórmula:
 
72. Deve ser mantido como Área Permeável o 
equivalente a 20% (vinte por cento) da área do 
lote. A Área Permeável pode ser utilizada como 
gramado, jardim, ou outra atividade compatível 
com a permeabilidade do solo, não sendo admitida 
pavimentação em hipótese alguma, exceto quando 
se tratarem de pisos drenantes. Para a aplicação 
da Taxa Permeável pode ser somada a área 
ajardinada do recuo frontal. 
Área Permeável
73. São permitidos, no máximo, 04 (quatro) 
pavimentos (térreo, superior, mais dois pavimentos) 
acima do nível da rua, além de 01 (um) subsolo.
Pavimentos
74. O quarto pavimento, quando e se houver, deve 
ocupar a área máxima correspondente a 25% da 
área do lote. A face externa da parede posterior do 
quarto pavimento deverá estar alinhada com a face 
externa da parede posterior dos andares inferiores.
Quarto pavimento
75. O pavimento térreo, ou parte dele, deve estar 
situado, no máximo, 1,50m (um metro e cinquenta 
centímetros) acima ou 1,50m (um metro e cinquenta 
centímetros) abaixo, da cota média existente na 
linha correspondente à projeção do recuo frontal.
Cota média
76. A altura máxima da construção são 14,50m 
(quatorze metros e cinquenta centímetros), 
contados do piso acabado do pavimento térreo 
ao ponto mais alto da cobertura, excetuando-se 
volumes de caixa d’água e casa de máquinas.
Altura máxima
77. A construção principal deve obedecer aos 
seguintes recuos mínimos obrigatórios, salvo 
exceções constantes dos itens 79, 80 e 81:
(a) Recuo frontal: 5,00m (cinco metros);
(b) Recuo Lateral: 3,00 m (três metros);
(d) Recuo de fundo: 4,00m (quatro metros)
Recuo
78. Todos os recuos mencionados são contados da 
alvenaria até o alinhamento frontal, divisas laterais 
e divisa de fundo do lote.
79. Para os lotes 01 e 02 da quadra L, o recuo 
obrigatório da lateral voltada para a Alameda 6 
(seis) será de 6,00m (seis metros).
80. Para os lotes 01 a 04 da quadra P, o recuo 
obrigatório do fundo será de 2,00m (dois metros).
81. Para os lotes 05, 06 e 07 da quadra P, não 
se aplica o Recuo de Fundo, sendo liberada 
a construção até a divisa com a “faixa não 
aedificandi”.
82. Sobre a “faixa não aedificandi”, parte 
integrante dos lotes 05, 06 e 07 da quadra P, não 
são permitidos quaisquer tipos de construções, 
bem como piscinas, espelhos d’água, quiosques 
ou qualquer outro tipo de edificação.
83. As sacadas ou floreiras em balanço podem 
avançar até 1,00m (um metro) sobre as áreas 
destinadas aos recuos.
Floreira
84. O subsolo, assim como os demais pavimentos, 
deve atender ao recuo frontal mínimo obrigatório, 
sendo dispensado o atendimento aos demais 
recuos.
85. Para as piscinas, spas e ofurôs, o recuo mínimo 
obrigatório é de 1,00m (um metro). Os recuos são 
contados do alinhamento das divisas laterais e de 
fundo. Não é permitida a construção deles sobre o 
recuo frontal.
Piscina
86. A casa de máquinas deve obedecer aos 
mesmos recuos da piscina, ou seja, recuo mínimo 
obrigatório de 1,00m (um metro).
87. Sobre os recuos mínimos obrigatórios não é 
permitida a construção de churrasqueiras, fornos a 
lenha ou qualquer elemento construtivo que possa 
expelir fuligem ou resíduos.
88. É permitida a construção de espelho d’água e 
fonte no recuo frontal, desde que a profundidade 
máxima seja de 0,20m (vinte centímetros) e se 
respeite o recuo de 1,00m (um metro), medidos da 
margem ou face edificada até as divisas laterais e 
o alinhamento frontal.
89. É permitida a construção de cascatas junto aos 
muros, desde que estas não ultrapassem a altura 
deles.
90. É permitida a construção de pergolado sobre 
os recuos. 
91. Os abrigos de medidores de água, energia, 
telefone e TV a cabo, devem ser implantados no 
recuo frontal, obedecendo ao padrão e localização 
exigidos pelas Concessionárias locais e definidos 
pela VENDEDORA ou ASSOCIAÇÃO.
92. Os locais para a implantação de caixa de 
correio, filtro de água e lixeira serão definidos pela 
VENDEDORA ou pela ASSOCIAÇÃO.
93. Não é permitida a execução de qualquer tipo de 
poço nos lotes.
94. Considera-se beiral a projeção do telhado 
existente além da parede ou da estrutura que lhe 
dá sustentação, e que avance sobre os recuos 
até o limite de 0,80m (oitenta centímetros). É 
considerada e computada como área construída 
a projeção do beiral que exceder a metragem 
estipulada.
95. É vedada a construção de muros, gradis, ou 
qualquer outro fechamento, na frente e nas laterais 
do lote inseridas dentro da faixa de recuo frontal 
obrigatório de 5,00m (cinco metros). Nas divisas 
laterais do lote, dentro da faixa indicada, é tolerado 
o plantio de cerca viva ou sebe, com altura máxima 
de 1,00m (um metro).
Fechamento
96. É permitido o fechamento do lote nas divisas 
laterais, após o recuo frontal,com muros, gradis, 
alambrados ou cerca viva, até a altura de 3,00m 
(três metros), contados a partir da cota de nível 
final nas divisas dos lotes.
97. Para os lotes 05, 06 e 07, da quadra P, que 
possuem a “faixa não aedificandi” incorporada, é 
permitido executar o fechamento dela em gradil, 
alambrado ou cerca viva, até a altura máxima 
de 3,00m (três metros), nas divisas laterais e de 
fundo. É proibido o fechamento do perímetro da 
“faixa não aedificandi” com muros em alvenaria ou 
outro material.
98. É permitida a construção de muros de arrimo 
nas divisas laterais e de fundo, exceto no trecho 
compreendido pela faixa de recuo frontal e pela 
“faixa não aedificandi”, quando for o caso, onde 
a topografia original do lote deve ser mantida. 
Sua altura máxima, em relação à topografia 
original do lote, é de 3,00m (três metros). Os 
muros de arrimo devem, obrigatoriamente, serem 
impermeabilizados e drenados.
Muro de arrimo
99. Não é permitida a compensação de alturas 
entre os muros de arrimo e de fechamento, nos 
casos onde a altura máxima permitida para cada 
um dos tipos não foi utilizada. A altura deles será 
mensurada de modo independente.
100. Os muros devem ser revestidos e pintados 
externamente, podendo também receber cobertura 
vegetal. O acabamento dos muros com materiais 
aparentes deve ser submetido à aprovação da 
VENDEDORA ou da ASSOCIAÇÃO.
101. As calçadas devem ser executadas e 
mantidas em perfeitas condições de circulação 
pelo(a,s) COMPRADOR(A,ES) do lote após o 
término da construção. Devem possuir uma faixa 
de circulação contínua com largura de 1,50m (um 
metro e cinqüenta centímetros), localizada a 0,50m 
(cinqüenta centímetros) da face interna da guia, e 
com inclinação máxima de 2% (dois por cento) em 
direção à rua, estando totalmente desobstruída e 
sem rampas ou degraus, bem como pavimentada 
em material a ser definido pela VENDEDORA ou 
ASSOCIAÇÃO. No restante da largura da calçada 
deverá ser feito o plantio de grama.
Calçada
102. O escoamento das águas pluviais será 
executado através de canalização, embutida nas 
calçadas e lançada na sarjeta. 
II.4. OBRAS
103. A obra de terraplenagem no lote somente pode 
ser iniciada mediante prévio e escrito consentimento 
da VENDEDORA ou ASSOCIAÇÃO.
104. Após a expedição da autorização pela 
VENDEDORA ou pela ASSOCIAÇÃO, pode ser 
construído um barracão provisório para a guarda de 
materiais a serem empregados na obra. Construído 
o barracão, este deve ser demolido caso o início da 
obra não ocorra no prazo de 60 (sessenta) dias, 
contados da expedição do documento mencionado.
105. Na execução de terraplenagem será 
obrigatória a construção de proteções contra 
erosão e assoreamento dos lotes vizinhos e da via 
pública.
106. Os lotes se encontram demarcados com 
piquetes, cujo posicionamento e integridade são 
de responsabilidade dos proprietários.
107. O(a,s) COMPRADOR(A,ES) é (são) 
responsável(is) por providenciar e contratar os 
serviços pertinentes ao bom desenvolvimento 
da obra como levantamento planialtimétrico, 
sondagem, projetos estruturais, e outros que se 
fizerem necessários, garantindo a estabilidade 
construtiva, a segurança dos funcionários da obra 
e dos vizinhos.
108. O(a,s) COMPRADOR(A, ES), ou o(s) 
representante(s) da obra mediante procuração, 
é(são) responsável(is) por cadastrar(em) junto à 
VENDEDORA ou à ASSOCIAÇÃO os funcionários 
permanentes e eventuais (prestadores de serviços) 
para a autorização de acesso ao loteamento, bem 
como informar sobre a dispensa de funcionário para 
procedimentos de cancelamento da autorização.
109. Os lotes não podem ser utilizados como 
depósitos de materiais de qualquer espécie, salvo 
os necessários a construção.
110. Toda e qualquer descarga ou depósito de 
materiais de qualquer espécie, seja pelo tempo que 
for, deve ser feita exclusivamente dentro do lote em 
construção, devendo o interessado providenciar, 
antecipadamente, o rebaixamento da guia por onde 
devem entrar os veículos transportadores. Em 
casos excepcionais, os materiais de construção 
podem ser descarregados na calçada, em frente 
à obra, e devem ser recolhidos para o interior do 
lote no prazo máximo de 24 (vinte e quatro) horas, 
sempre com a anuência da VENDEDORA ou 
ASSOCIAÇÃO.
111. Se necessário, a obra poderá ter um único 
lote vizinho para apoio à construção. Neste caso, 
o COMPRADOR do lote vizinho deverá emitir 
autorização, por escrito, através de documento 
protocolado e arquivado junto a VENDEDORA ou 
ASSOCIAÇÃO. Terminada a obra, ou se paralisada 
por período superior a 90 (noventa) dias, deverão 
ser restabelecidas as condições originais de 
limpeza e conservação do lote de apoio. 
112. No caso de paralisação da obra por prazo 
superior a 45 (quarenta e cinco) dias corridos, 
o(a,s) COMPRADOR(A,ES) deve(m) providenciar 
a limpeza da obra através da remoção dos 
entulhos e detritos existentes. Todos os materiais 
e recipientes que possam armazenar água devem 
ser guardados em locais protegidos da chuva. 
Devem ainda manter a obra fechada em todo o 
perímetro, conter os taludes e aterrar locais onde 
o acúmulo de água possa ocorrer, sempre em prol 
da segurança e saúde pública.
113. Se a paralisação da obra ocorrer por prazo 
superior a 60 (sessenta) dias, a construção deverá 
ter todos os vãos e aberturas fechadas, de acordo 
com as determinações do órgão competente do 
município. 
114. É proibido o acesso de veículos ou caminhões 
através de outros lotes. Casos excepcionais 
devem ser solicitados à VENDEDORA ou à 
ASSOCIAÇÃO, para anuência, por escrito. 
115. Para o início das obras de construção da 
edificação, após a terraplanagem, o lote deverá 
ser cercado com tapume em todo o perímetro. O 
tapume pode ser em madeira, chapas metálicas 
ou fibrocimento (sem amianto), com altura mínima 
de 2,20m (dois metros e vinte centímetros) e 
deve ser instalado nos limites do lote. Durante 
todo o andamento da obra, os tapumes devem 
permanecer em bom estado de conservação, e 
devem receber manutenção e pintura sempre que 
necessário, para garantir o fechamento e o padrão 
do loteamento.
116. Os fechamentos das laterais e do fundo do 
lote com tapume podem ser substituídos por 
muros ou gradis assentes sobre alvenaria, quando 
a construção destes for permitida, considerando 
a racionalização e os custos da obra, desde que 
a execução deles ocorra no prazo máximo de 
30 (trinta) dias, a contar da data de início desta. 
O restante do perímetro, onde não é permitida a 
execução de fechamentos, faixa do recuo frontal, 
deverá obrigatoriamente receber tapume.
117. O(a,s) COMPRADOR(A,ES) é (são) 
responsável(is) por manter(em) as vias de acesso 
à obra sempre limpas, bem como as áreas de uso 
comum adjacentes, correndo por sua exclusiva 
conta os riscos, ônus ou prejuízos que forem 
causados às partes comuns. O passeio que dá 
acesso à obra deve receber proteção com grama e 
nos acessos de veículos deve ser depositado brita.
118. Os entulhos ou quaisquer outros materiais 
descartados devem ser depositados em caçamba 
localizada próxima à obra e devem ser removidos 
constantemente, evitando transtornos aos vizinhos.
119. Os materiais agregados a serem utilizados 
na obra como areia, pedra e outros, devem 
ser depositados nos lotes e armazenados 
adequadamente em caixas ou baias, evitando sua 
dispersão para áreas externas à obra.
120. Em hipótese alguma é permitida a utilização 
das calçadas e vias públicas para preparo de 
qualquer material destinado à construção, como 
argamassas e concreto.
121. Após a locação do gabarito da obra, 
o responsável técnico deverá comunicar a 
VENDEDORA ou a ASSOCIAÇÃO para a 
realização de uma vistoria conjunta obrigatória.
II.5. OBRIGAÇÕES GERAIS
122. É proibida a instalação de letreiros e anúncios 
de qualquer natureza nos lotes, exceto aqueles 
que identifiquem o profissional responsável pela 
obra e/ou autor do projeto, e o endereço da obra 
ou agente financiador. É permitida a instalação de 
letreiros e anúncios de empresase prestadores de 
serviço nos tapumes somente em obras iniciadas. 
A VENDEDORA ou a ASSOCIAÇÃO poderá 
proceder à sumária retirada dos anúncios que 
violarem esta cláusula. 
123. Para a afixação de anúncios comerciais ou 
informativos, a VENDEDORA ou a ASSOCIAÇÃO 
disponibilizará, na portaria ou em local visível a ser 
definido, um quadro de avisos. A ASSOCIAÇÃO 
poderá proceder à sumária retirada dos anúncios 
que violarem esta cláusula.
124. É vedada a criação de quaisquer espécies de 
animais, inclusive aves, salvo nos casos em que 
sua reduzida quantidade e as favoráveis condições 
de higiene afastem os incômodos inerentes a esta 
prática. Não serão permitidas as instalações de 
dependências destinadas à criação de animais, tais 
como: galinheiros, cocheiras, chiqueiros e outros.
125. É expressamente proibido estacionar nas 
ruas e avenidas do loteamento, permanentemente, 
veículos de carga ou utilitários.
126. As ligações de esgoto dos lotes para a via 
pública, devem atender as determinações da 
concessionária local. 
127. Quando houver pavimento abaixo do nível da 
rua, o(a,s) COMPRADOR(A,ES) deve(m) tomar as 
medidas necessárias para o escoamento adequado 
das águas pluviais e esgoto. 
128. As águas pluviais devem ser captadas em 
rede independente do esgoto sanitário e devem 
ser lançadas nos locais definidos para este fim 
(sarjetas).
129. O esgoto deve ser interligado à rede executada 
para esta finalidade.
130. Os locais destinados aos animais domésticos 
devem, obrigatoriamente, possuir interligação com 
a rede de esgotos, sendo proibida a utilização da 
rede de águas pluviais.
131. As ligações externas de energia elétrica, 
telefones, interfones, etc. serão obrigatoriamente 
subterrâneas, no trecho compreendido entre a via 
pública e a construção principal, salvo orientação 
contrária da concessionária local responsável.
132. A caixa de entrada de energia elétrica deve 
obedecer ao modelo padrão da Concessionária, 
devendo ser observado o tipo adotado pela 
referida Concessionária por ocasião da respectiva 
instalação.
133. O(a,s) COMPRADOR(A,ES) deve(m) 
solicitar as ligações de água, esgoto e energia às 
concessionárias. É vedada a utilização das ligações 
de água e energia de obras ou residências vizinhas, 
sendo esta somente liberada mediante autorização 
por escrito do(a,s) COMPRADOR(A,ES) 
cedente(s).
134. Não serão aprovados projetos de residências 
cujo sistema construtivo seja pré-fabricado. Casos 
especiais devem ser submetidos à análise da 
VENDEDORA ou ASSOCIAÇÂO, que emitirá 
parecer, considerando a qualidade e o padrão 
estabelecido pelo loteamento.
135. Os lotes, enquanto não utilizados para a 
edificação de moradias, deverão ser mantidos 
limpos, com serviço de capinação ou tosa. Esta 
limpeza deve ser constante. É proibido o uso de 
fogo na limpeza dos lotes.
136. Os entulhos ou quaisquer outros materiais 
descartados deverão ser depositados em caçamba 
localizada próxima à obra e deverão ser removidos 
constantemente, evitando transtornos aos vizinhos.
137. O(a,s) COMPRADOR(A,ES) que realizar(em) 
obras em seu lote, será(ão) responsável(is) pela 
perfeita limpeza das vias de acesso e das demais 
áreas de uso comum por onde transitarem os 
materiais de construção e entulhos, correndo por 
sua exclusiva conta os riscos, ônus, ou prejuízos 
que forem causados às partes comuns.
138. Ao término da obra, o(a,s) COMPRADOR(A,ES) 
deve(m) comunicar a VENDEDORA ou a 
ASSOCIAÇÃO para a realização de vistoria final. 
O(a,s) COMPRADOR(A,ES) deve(m) também 
solicitar junto ao órgão municipal competente 
a emissão do “Habite-se” e apresentar à 
VENDEDORA ou à ASSOCIAÇÃO uma cópia, 
para a liberação da ocupação da edificação. 
139. Não será permitida a ocupação do imóvel com 
“Habite-se” parcial, mesmo quando a edificação 
possuir partes que possam ser ocupadas.
140. A VENDEDORA ou a ASSOCIAÇÃO pode 
estipular horários para o funcionamento das 
obras no loteamento. Quando houver moradores, 
o(a,s) COMPRADOR(A,ES) das obras deve(m) 
ser avisado(s) com o prazo mínimo de 15 dias 
corridos sobre esta decisão para as providências 
necessárias. É obrigatório o cumprimento do 
horário estipulado.
141. Aquele que der causa a qualquer dano é 
obrigado a repará-lo imediatamente, refazendo o 
que foi danificado, sob pena de a VENDEDORA 
ou a ASSOCIAÇÃO mandar fazê-lo, cobrando do 
infrator, além dos custos que vier a suportar.
II.6. DISPOSIÇÕES GERAIS
142. A VENDEDORA ou a ASSOCIAÇÃO 
poderá realizar inspeções em qualquer obra do 
empreendimento, em andamento ou paralisada, 
sempre que entender necessário e sem 
necessidade de comunicação prévia, visando o 
cumprimento das obrigações contratuais e deste 
Regulamento.e prestadores de 
serviço nos tapumes somente em obras iniciadas. 
A VENDEDORA ou a ASSOCIAÇÃO poderá 
proceder à sumária retirada dos anúncios que 
violarem esta cláusula. 
123. Para a afixação de anúncios comerciais ou 
informativos, a VENDEDORA ou a ASSOCIAÇÃO 
disponibilizará, na portaria ou em local visível a ser 
definido, um quadro de avisos. A ASSOCIAÇÃO 
poderá proceder à sumária retirada dos anúncios 
que violarem esta cláusula.
124. É vedada a criação de quaisquer espécies de 
animais, inclusive aves, salvo nos casos em que 
sua reduzida quantidade e as favoráveis condições 
de higiene afastem os incômodos inerentes a esta 
prática. Não serão permitidas as instalações de 
dependências destinadas à criação de animais, tais 
como: galinheiros, cocheiras, chiqueiros e outros.
125. É expressamente proibido estacionar nas 
ruas e avenidas do loteamento, permanentemente, 
veículos de carga ou utilitários.
126. As ligações de esgoto dos lotes para a via 
pública, devem atender as determinações da 
concessionária local. 
127. Quando houver pavimento abaixo do nível da 
rua, o(a,s) COMPRADOR(A,ES) deve(m) tomar as 
medidas necessárias para o escoamento adequado 
das águas pluviais e esgoto. 
128. As águas pluviais devem ser captadas em 
rede independente do esgoto sanitário e devem 
ser lançadas nos locais definidos para este fim 
(sarjetas).
129. O esgoto deve ser interligado à rede executada 
para esta finalidade.
130. Os locais destinados aos animais domésticos 
devem, obrigatoriamente, possuir interligação com 
a rede de esgotos, sendo proibida a utilização da 
rede de águas pluviais.
131. As ligações externas de energia elétrica, 
telefones, interfones, etc. serão obrigatoriamente 
subterrâneas, no trecho compreendido entre a via 
pública e a construção principal, salvo orientação 
contrária da concessionária local responsável.
132. A caixa de entrada de energia elétrica deve 
obedecer ao modelo padrão da Concessionária, 
devendo ser observado o tipo adotado pela 
referida Concessionária por ocasião da respectiva 
instalação.
133. O(a,s) COMPRADOR(A,ES) deve(m) 
solicitar as ligações de água, esgoto e energia às 
concessionárias. É vedada a utilização das ligações 
de água e energia de obras ou residências vizinhas, 
sendo esta somente liberada mediante autorização 
por escrito do(a,s) COMPRADOR(A,ES) 
cedente(s).
134. Não serão aprovados projetos de residências 
cujo sistema construtivo seja pré-fabricado. Casos 
especiais devem ser submetidos à análise da 
VENDEDORA ou ASSOCIAÇÂO, que emitirá 
parecer, considerando a qualidade e o padrão 
estabelecido pelo loteamento.
135. Os lotes, enquanto não utilizados para a 
edificação de moradias, deverão ser mantidos 
limpos, com serviço de capinação ou tosa. Esta 
limpeza deve ser constante. É proibido o uso de 
fogo na limpeza dos lotes.
136. Os entulhos ou quaisquer outros materiais 
descartados deverão ser depositados em caçamba 
localizada próxima à obra e deverão ser removidos 
constantemente, evitando transtornos aos vizinhos.
137. O(a,s) COMPRADOR(A,ES) que realizar(em) 
obras em seu lote, será(ão) responsável(is) pela 
perfeita limpeza das vias de acesso e das demais 
áreas de uso comum por onde transitarem os 
materiais de construção e entulhos, correndo por 
sua exclusiva conta os riscos, ônus, ou prejuízos 
que forem causados às partes comuns.
138. Ao término da obra, o(a,s) COMPRADOR(A,ES) 
deve(m) comunicar a VENDEDORA ou a 
ASSOCIAÇÃO para a realização de vistoria final. 
O(a,s) COMPRADOR(A,ES) deve(m) também 
solicitar junto ao órgão municipal competente 
a emissão do “Habite-se” e apresentar à 
VENDEDORA ou à ASSOCIAÇÃO uma cópia, 
para a liberação da ocupação da edificação. 
139. Não será permitida a ocupação do imóvel com 
“Habite-se” parcial, mesmo quando a edificação 
possuir partes que possam ser ocupadas.
140. A VENDEDORA ou a ASSOCIAÇÃO pode 
estipular horários para o funcionamento das 
obras no loteamento. Quando houver moradores, 
o(a,s) COMPRADOR(A,ES) das obras deve(m) 
ser avisado(s) com o prazo mínimo de 15 dias 
corridos sobre esta decisão para as providências 
necessárias. É obrigatório o cumprimento do 
horário estipulado.
141. Aquele que der causa a qualquer dano é 
obrigado a repará-lo imediatamente, refazendo o 
que foi danificado, sob pena de a VENDEDORA 
ou a ASSOCIAÇÃO mandar fazê-lo, cobrando do 
infrator, além dos custos que vier a suportar.
II.6. DISPOSIÇÕES GERAIS
142. A VENDEDORA ou a ASSOCIAÇÃO 
poderá realizar inspeções em qualquer obra do 
empreendimento, em andamento ou paralisada, 
sempre que entender necessário e sem 
necessidade de comunicação prévia, visando o 
cumprimento das obrigações contratuais e deste 
Regulamento.

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