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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CURSO: SUP TEC EM RADIOLOGIA DISCIPLINA: anatomia 
 
 
NOME DO ALUNO: Maria Neuza da Silva Santos 
 
 
R.A: 2351642 POLO:Asa Sul 
 
 
DATA:22/09 /2023 
 
 
 
 
TÍTULO DO ROTEIRO: Anatomia Humana 
INTRODUÇÃO: 
Foram utilizados várias peças anatomicas naturais e artificiais para as aulas 
práticas, visualizamos no cadáver várias estruturas , idetificamos os ossos do 
neorocranio e viscerocranio,e seus vários acidentes osseos , a divisão do esqueto 
axial e apendicular, bem como suas classificaçoes morfologicas , vimos o numero 
das costelas , o esterno, as vértebras e sua diferenças anatomicas .
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
 
AULAS 1 e 2 ROTEIRO 1 
Esqueleto axial 
 Normas: a superior, a anterior, a posterior, a lateral, a basilar e a inferior do 
neurocranio e viscerocranio. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Norma superior visualizamos os ossos: frontal, parietais e occipital. 
Norma anterior visualizamos os ossos: frontal, parietal, temporal, esfenoide, 
zigomático, maxila, mandíbula, vômer, concha nasal inferior, lacrimal, nasal. 
Norma lateral visualizamos ossos: frontal, parental, occipital, mandíbula, maxila, 
zigomático, esfenoide. 
Fazem parte do neurocranio os ossos: o frontal, o parietal, o occipital, o temporal, 
o parietal, o esfenoide e o etmoide 
Fazem parte do viscerocranio os ossos: o nasal, o zigomático, o palatino, a maxila, 
a mandíbula, o lacrimal, o vômer e as conchas nasais inferiores. 
O Tórax é constituído pele esterno e 12 costelas, sendo 7 costelas verdadeiras se 
ligam diretamente com o esterno, falsas não se ligam diretamente ao esterno e 2 
flutuantes que são costelas curtas que não se prendem ao esterno assim na 
musculatura abdominal. (citogenetica.ufes.b). 
 
Cada costela é um osso curvo e achatado que juntas formam a parede do tórax. 
As costelas articulam-se posteriormente com as vértebras torácicas T1-T12 e a 
maioria se fixa anteriormente através de suas cartilagens costais hialina ao esterno. 
(citogenetica.ufes.br). 
 
 
 
 
 
 
Gray´s Anatomia clínica para estudantes /Richard L. Drake, Wayne Vogl, Adam W. 
M. Mitchell; ilustrações Richard Tibbitts e Paul Richardson. - Rio de Janeiro: 
Elsevier, 2005. 
O esterno é um osso chato, laminar e possuem três partes: o manúbrio, o corpo do 
esterno e o processo xifoide: 
 
 
 
 
https://amz.onl/09h7o4y 
Coluna vertebral é formada por 33 vértebras, sendo 7 vértebras cervicais, 12 
vértebras torácicas, 5 vértebras lombares, 5 vértebras sacrais e 4 vértebras 
coccígeas, ela é formada pela sobreposição de ossos irregulares. 
https://amz.onl/09h7o4y. 
Ela é dividida em vertebras típicas (C3-C6) e atípicas (C1, C2 E C7). 
C1: Atlas não se parece com nenhuma outra vertebra e não possui processo 
espinhoso. E nem corpo vertebral apenas um forame amplo. 
C2: áxis ela é diferente das outras vértebras porque possuem o processo odontóide 
que serve de eixo para atlas, permitindo movimentos de rotação do pescoço. 
(www.atenaeditora.com.br) 
 vista inferior do atlas vista anterior do áxis vista sup. vert.cervical 
 
 
 
 
 
 
atlas_corpo_humano.indb 
atípica 
atípica 
típica 
https://amz.onl/09h7o4y
https://amz.onl/09h7o4y
http://www.atenaeditora.com.br/
 
 
 
C7: é proeminente, é uma vertebra de transição, possui um 
 processo espinhoso longo. (cesad.ufs.br) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
https://www.biologianet.com/anatomia-fisiologia-animal/coluna-vertebral.htm 
 AULAS 3 e 4 ROTEIRO 1 
Esqueleto apendicular é formado pelos ossos do braço (úmero), do antebraço 
(rádio e ulna) da mão (ossos do carpo, metacarpos e as falanges). 
 
 
 
 
 ler.amazon.com.br 
Ossos do carpo: 8 ossos curtos, dispostos em duas fileiras uma proximal e outra 
distal, contando da lateral para a medial. (anatomia-geral.pdf) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: SOBOTTA, Johannes. Atlas de Anatomia Humana. 21ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2000. 
 O úmero é o maior e mais longo osso do membro superior, localiza entre o ombro 
e o cotovelo assim articula com a escápula na articulação do ombro e com o rádio 
e a ulna na articulação do cotovelo. Apresenta duas epífises e uma diáfise. 
(anatomia-geral.pdf) 
 Tubérculo Maior se encontra lateralmente à cabeça e ao tubérculo menor que fica 
anteriormente, acidentes ósseos que são pontos de incisão de músculos, e entre 
eles tem o sulco o sulco intertubercular que vai passar a cabeça longa do bíceps, 
e o colo anatômico separa a cabeça do úmero dos tubérculos. E o colo cirúrgico 
local onde a extremidade proximal do úmero se junta à diáfise. processo coronoide 
da ulna se encaixa fossa coronoíde. 
 A cabeça do úmero se articula com a escápula e o tubérculo maior fica voltado 
para a lateral, assim conseguimos diferencia o úmero direito do esquerdo. 
Rádio osso par, longo, fica entre o cotovelo. Proximamente articula-se com o úmero 
e a ulna (articulação do cotovelo) e distalmente com os ossos carpo (articulação 
do punho),com o escafoide e o semilunar. 
Ulna osso par, longo, fica medialmente no antebraço, articula-se com o úmero e o 
rádio formatando a articulação do cotovelo. Na parte proximal e posterior do 
cotovelo apresenta-se de forma saliente que é formada pelo olécrano e na parte 
distal e medial do antebraço destaca-se o processo estiloide da ulna. 
AULAS 5 e 6 ROTEIRO 1 
Esqueleto Apendicular 
Composição: é composto pelos ossos dos membros superiores e inferiores. 
Membros inferiores: é formado pelos ossos da coxa, da perna e do pé. O osso da 
coxa é o fêmur. Os ossos da perna são a fíbula, lateralmente, e a tíbia, 
medialmente. Entre a coxa e a perna temos o joelho. 
 Fêmur: osso par, longo, o maior e mais forte osso do corpo humano, na epífise 
proximal encontramos a cabeça do fêmur, onde esta se une a diáfise por meio do 
colo do fêmur, na epífise distal encontramos os côndilos femoral, arredondados e 
que formam parte da articulação do joelho. (auladeanatomia.com). 
Tíbia: osso par, longo, localizado entre o joelho e o tornozelo, Superiormente 
encontra-se articulada com os côndilos femorais, formando a articulação do joelho 
e articula-se inferiormente com o tálus (ossos do tarso), formando dessa maneira 
a articulação do tornozelo (articulação talocrural, medial e lateralmente temos os 
côndilos que são pontos de encaixe entre o fêmur e a tíbia, e anteriormente temos 
 
a tuberosidade da tíbia é o ponto de inserção do músculo quadríceps femoral, o 
maléolo da tíbia é a que é a parte mais proeminente do tornozelo. (anatomia-
geral.pdf). 
Fíbula: osso par, longo, fica na parte lateral da perna. Esse osso não faz parte da 
articulação proximal do joelho, 
Patela: é o maior dos ossos sesamoides. Encontra-se articulado com a 
extremidade distal e anterior do fêmur, protege a parte anterior da articulação do 
joelho. 
AULAS 7 e 8 ROTEIRO 1 
Cinturas: 
A cintura escapular é formada pela escápula e pela clavícula; e a cintura pélvica, 
composta pelos ossos do quadril, pelo sacro e pelo cóccix, 
Escápula: osso par, laminar bem fino, Estes ossos se articulam diretamente com 
as clavículas e com os úmeros. A cavidade que se articula com a cabeça de cada 
úmero é denominada “cavidade glenoide” 
 Clavícula: osso par, longo, estão localizadas na parte anterior e superior do tórax, 
na base do pescoço e se articulam anteriormente com o osso esterno e 
posteriormente com as escápulas. É o único meio de ligação direta entre o 
esqueleto apendicular superior e o esqueleto axial 
ilíaco, é um osso par, laminar, chato e irregular. Na infância e adolescênciaeste 
osso é visivelmente dividido em três ossos: ílio, ísquio e púbis., no adulto eles são 
fundidos o contorno da cintura pélvica, a crista ilíaca e grande parte do osso do 
quadril, pertence ao osso ílio. O ísquio está localizado na parte inferior e posterior, 
(local de apoio na posição sentada). O púbis é a parte anterior e inferior do osso 
do ilíaco e se articula com o púbis do lado oposto. (anatomia-geral.pdf). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS: O aluno deverá colocar o nome dos livros e sites utilizados 
para a realização da atividade. As regras para fazer referência ao material 
utilizado deverão ser de acordo com a ABNT. 
 
 
file:///C:/Users/Cliente/Downloads/Guia%20ilustrado%20de%20anatomia%20hum
ana%20para%20o%20aparelho%20locomotor.pdf. 
https://citogenetica.ufes.br/sites/nupea.saomateus.ufes.br/files/field/anexo/resumo
_caixa_toracica.docx.pdf. 
https://www.biologianet.com/anatomia-fisiologia-animal/coluna-vertebral.htm. 
https://www.atenaeditora.com.br/catalogo/post/rara-variacao-anatomica-em-
vertebra-c2-axis. 
https://cesad.ufs.br/ORBI/public/uploadCatalago/16100415102012Elementos_de_
Anatomia_Humana_Aula_4.pdf. 
https://ler.amazon.com.br/kp/kshare?asin=B07ND271QC&id=ng3ahcufinfl3o363k
u3tjccim&reshareId=ESNY4PCA1X05XY8CQP49&reshareChannel=system. 
file:///C:/Users/Cliente/Desktop/RELATORIO%20ANATOMIA/anatomia-geral.pdf. 
https://www.auladeanatomia.com/sistemas/323/femur 
file:///C:/Users/Cliente/Downloads/Guia%20ilustrado%20de%20anatomia%20humana%20para%20o%20aparelho%20locomotor.pdf
file:///C:/Users/Cliente/Downloads/Guia%20ilustrado%20de%20anatomia%20humana%20para%20o%20aparelho%20locomotor.pdf
https://citogenetica.ufes.br/sites/nupea.saomateus.ufes.br/files/field/anexo/resumo_caixa_toracica.docx.pdf
https://citogenetica.ufes.br/sites/nupea.saomateus.ufes.br/files/field/anexo/resumo_caixa_toracica.docx.pdf
https://www.biologianet.com/anatomia-fisiologia-animal/coluna-vertebral.htm
https://www.atenaeditora.com.br/catalogo/post/rara-variacao-anatomica-em-vertebra-c2-axis
https://www.atenaeditora.com.br/catalogo/post/rara-variacao-anatomica-em-vertebra-c2-axis
https://cesad.ufs.br/ORBI/public/uploadCatalago/16100415102012Elementos_de_Anatomia_Humana_Aula_4.pdf
https://cesad.ufs.br/ORBI/public/uploadCatalago/16100415102012Elementos_de_Anatomia_Humana_Aula_4.pdf
https://ler.amazon.com.br/kp/kshare?asin=B07ND271QC&id=ng3ahcufinfl3o363ku3tjccim&reshareId=ESNY4PCA1X05XY8CQP49&reshareChannel=system
https://ler.amazon.com.br/kp/kshare?asin=B07ND271QC&id=ng3ahcufinfl3o363ku3tjccim&reshareId=ESNY4PCA1X05XY8CQP49&reshareChannel=system
file:///C:/Users/Cliente/Desktop/RELATORIO%20ANATOMIA/anatomia-geral.pdf
https://www.auladeanatomia.com/sistemas/323/femur
CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO 
 
 
 
ITEM CRITÉRIOS PONTUAÇÃO 
 
 
 
 
INTRODUÇÃO 
 Apresentar o contexto no qual serão 
discutidas as experiências realizadas 
em aula. A abordagem deverá 
descrever os aspectos gerais, indicando 
o contexto que será trabalhado. 
 Clareza, precisão de linguagem. 
 Citação de referências. 
 
 
 
 
4,0 
 
 
 
RESULTADOS 
E DISCUSSÃO 
 Descrever os resultados por roteiros, 
indicando as informações relacionadas 
aos aspectos analisados. 
 Relacionar os achados à teoria, 
referenciando-os. 
 Reflexão, raciocínio. 
 Citação de referências. 
 
 
 
 
5,0 
 
 
REFERÊNCIAS 
 Listagem, em ordem alfabética ou por 
citação no texto, das obras utilizadas. 
 Seguir determinação das normas da 
ABNT. 
 
 
1,0 
 
	UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP
	CURSO: SUP TEC EM RADIOLOGIA DISCIPLINA: anatomia
	R.A: 2351642 POLO:Asa Sul
	TÍTULO DO ROTEIRO: Anatomia Humana

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