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WorkShop---M-dulo-E---COMUNICA--O-INTELIGENTE----27-11-19-30-
28112024090146-MPEG-4--720p-
Transcrito	por	TurboScribe.ai.	Atualize	para	Ilimitado	para	remover	esta	mensagem.
Oi	 pessoal,	 boa	 noite,	 sejam	muito	 bem-vindos	 ao	 nosso	 workshop	 do	módulo	 E.	 Eu	 sou	 a
professora	 Mônica,	 vou	 conduzir	 aqui	 com	 vocês	 o	 nosso	 bate-papo,	 vamos	 fazer	 juntos	 a
mediação	 sobre	 um	 assunto	 muito	 importante	 e	 muito	 interessante.	 Vamos	 falar	 sobre
comunicação	inteligente,	certamente	um	assunto	que	podemos	aplicar	na	nossa	vida,	no	dia-a-
dia	e	muito	nas	nossas	atividades	práticas,	quaisquer	que	sejam.	Então	hoje	será	um	momento
para	 aprendermos	muito,	 pegue	 seu	material	 de	 anotação,	 fique	 junto	 com	 a	 gente,	 tendo
dúvidas	 vá	 falando	 aqui	 no	 chat	 que	 nós	 vamos	 conversar,	 dialogar	 para	 poder	 esclarecer
bastante	sobre	o	tema	da	aula	de	hoje.
Eu	queria	agradecer	a	presença	de	todos	aqui,	estamos	com	bastante	gente,	muitos	alunos	do
Brasil	 inteiro,	 vão	 colocando	 aí	 de	 onde	 vocês	 estão	 falando,	 qual	 é	 a	 cidade,	 qual	 é	 o	 polo,
curso,	eu	vi	que	 tem	bastante	gente	das	engenharias,	de	pedagogia,	história,	boa	noite,	boa
noite	gente,	que	bom,	que	bom,	ciências	contábeis,	gente	do	Brasil	inteiro,	é	um	prazer	muito
grande	fazer	parte	desse	grupo,	conhecer	todos	vocês,	estarmos	juntos	para	esse	momento	de
aprendizado.	 E	 na	 noite	 de	 hoje	 nós	 vamos	 estar	 entre	 as	 professores,	 eu	 vou	 fazer	 aqui	 a
mediação	 junto	 com	 o	 professor	 César,	 eu	 vou	 chamar	 ele	 aqui	 para	 vocês	 conhecerem,	 o
pessoal	de	educação	física	já	deve	conhecer.	Oi	César,	boa	noite,	bem-vindo.
Boa	noite,	boa	noite	a	 todos,	boa	noite	professora.	O	áudio	 tá	bom,	né?	Tá	bom,	 tá	bom.	Tá
bom,	é	com	alegria	aqui	que	a	gente	tá	para	apresentar	hoje	esse	workshop,	a	gente	dá	início
aí	com	um	tema	que	ele	é	bem	relevante,	é	atual	e	eu	acredito	que	vai	ser	super	importante	aí
na	vida	profissional	de	todo	mundo,	né?	Comunicação	inteligente	assertiva,	no	mundo	que	tá
cada	 vez	 mais	 conectado,	 que	 tá	 cada	 vez	 mais	 dinâmico,	 né?	 A	 forma	 como	 a	 gente	 se
comunica	é	determinante,	né?	Para	a	gente	poder	estar	construindo	aí	relações	interpessoais
que	sejam	saudáveis,	resolvendo	conflitos	de	uma	forma	que	seja	eficaz,	né?	E	acima	de	tudo
para	que	a	gente	possa	estar	conseguindo	expressar	as	nossas	 ideias,	né?	Com	mais	clareza,
com	mais	respeito.
E	para	 abordar	 esse	 tema,	 a	 gente	 tem	uma,	 eu	 tenho	uma	honra	 aqui	 de	 contar	 com	uma
professora,	professora	Carla	Cristina	Tagliari,	é	uma	profissional	super	qualificada,	profissional
nossa	 aqui,	 professora,	 né?	 Do	 grupo,	 ela	 é	 bacharel	 em	 educação	 física	 pela	 Pontifícia
Universidade	Católica	do	Paraná	e	ela	é	doutora	de	educação	física	pela	Universidade	Federal
do	 Paraná.	 Então,	 ela	 tem	 uma	 trajetória	 acadêmica	 aí	 e	 principalmente	 profissional,	 que	 é
marcada	sempre	pelo	compromisso	com	a	formação,	né?	De	excelência	aí,	pelo	estudo,	pelas
interações	humanas	 em	diferentes	 contextos,	 né?	 E	hoje	 a	professora	Carla	 vai	 compartilhar
conosco	 um	 pouquinho	 das	 suas	 reflexões	 aí,	 conhecimentos	 sobre	 como	 desenvolver	 uma
comunicação	assertiva	e	inteligente,	né?	Explorando	as	estratégias	que	podem	ser	aplicadas	no
âmbito	 pessoal,	 mas	 também	 no	 âmbito	 profissional,	 é	 algo	 que	 serve	 para,	 né?	 Todas	 as
https://turboscribe.ai/pt/?ref=pdf_export_upsell
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áreas.	Eu	tenho	certeza	que	essa	abordagem	aí	vai	trazer	aí	para	vocês	aí	uns	insights	aí	bem
valiosos	 aí,	 permitindo	 que	 todos	 nós	 aí	 possamos	 nos	 aprimorar,	 né?	 Essas	 habilidades
comunicativas	e	que	é	muito	importante,	né?	A	maneira	que	a	gente	causa	esse	impacto	pelas
nossas	palavras.
Então,	 né?	 Convido	 a	 todos	 aqui	 que	 nesse	 momento	 a	 gente	 possa	 estar	 refletindo,
aprendendo	e	interagindo	com	essa	temática	tão	importante,	né?	E	sem	demorar	mais	ainda,
passo	a	palavra	aí	à	professora	Carla.	Boa	noite,	professora.	Boa	noite,	César.
Boa	 noite,	 Mônica.	 Boa	 noite	 aos	 estudantes,	 né?	 Aos	 acadêmicos	 que	 estão	 nos
acompanhando.	 É	 uma	 satisfação	 poder	 estar	 aqui	 e	 compartilhar	 um	 pouquinho	 desse
conhecimento	que	permeia	todas	as	nossas,	todas	as	áreas,	né?	Todas	as	áreas	da	nossa	vida,
seja	acadêmica,	pessoal,	profissional,	né?	Eu	agradeço	também	à	faculdade,	à	universidade,	né?
Grupo	SER,	pela	oportunidade	de	estar	conversando	sobre	esse	assunto.
É	um	assunto	que	eu	gosto	bastante,	né?	A	gente,	a	comunicação,	ela	é	uma	temática	super
importante,	 né?	 Então,	 é,	 tudo	 se	 comunica,	 né?	 Tudo,	 o	 tempo	 inteiro	 nós	 estamos	 nos
comunicando,	né?	O	nosso	modo	de	nos	vestir,	o	nosso	modo	de	arrumar	o	cabelo,	o	nosso
modo	 de	 se	 posicionar,	 né?	 Então,	 o	 tempo	 inteiro,	 né?	 O	 nosso	 modo	 de	 ser,	 ele	 é	 uma
comunicação,	né?	Uma	comunicação	verbal	e	uma	comunicação	também	não	verbal.	Posso	dar
a	continuidade?	Então,	é	isso.	Eu	vou	deixar,	vamos	deixar	a	professora	Carla	aí	com	vocês.
Boa	aula,	nós	vamos	ficar	interagindo	aqui	no	chat	e	interferindo	aí	de	vez	em	quando,	né?	Pra
dar	uns	pitacos,	conversar	um	pouquinho.	Mas	a	aula	é	com	você,	fique	à	vontade,	Carla.	Com
certeza,	 é	 o	 momento	 da	 gente,	 é	 o	 momento	 de	 nós	 aprendermos	 um	 pouco	 juntos,	 né?
Então,	os	alunos	aí	vão	interagindo	também	e	nessa	parte,	então,	a	temática	ali,	eu	coloquei	o
título	de	comunicação	inteligente	e	assertiva.
Então,	como	eu	mencionei,	né?	Tudo	comunica,	né?	A	nossa	forma,	o	nosso	modo	de	vestir,	o
nosso	modo	de	falar,	isso	tudo	faz	parte	da	nossa	comunicação.	E	é	muito	importante	que	nós
possamos	entender	que	a	nossa	comunicação,	ela	é	muito	valiosa.	Vamos	pensar	aqui,	né?	Nós
estamos	falando	com	os	acadêmicos.
Desde	 o	 processo	 de	 formação	 nossa,	 até	 o	 momento	 da	 nossa	 prática	 profissional,	 nós
estamos	 comunicando,	 né?	 Quando	 nós	 falamos,	 principalmente	 nesse,	 né?	 No	 EAD,	 essa
questão	da	comunicação	é	muito	 importante.	E	ao	 longo	da	nossa	conversa	aqui,	nós	vamos
falar	alguns	pontos	que	são	 importantes	que	nós,	para	nós	desenvolvermos	ao	 longo	dessa,
dessa	 nossa	 trajetória,	 né?	 Então,	 nesse	 processo	 de	 comunicação	 nossa,	 o	 que	 que	 são
questões	 que	 eu	 trago,	 né?	 Nessa	 introdução	 inicial	 para	 nós,	 que	 são	 relevantes?	 Três
questões	eu	vejo	como	sendo	muito	relevantes.	A	primeira	é,	como	falamos?	A	segunda	é,	com
quem	falamos?	E	a	terceira	é,	o	que	falamos?	Então,	essas	três	questões	são	para	vocês	 irem
pensando	aí,	ao	 longo	da	nossa	conversa,	né?	Pensem	como	nós	falamos,	como	vocês	falam,
como	eu	falo,	com	quem	nós	estamos	falando	e	o	que	nós	estamos	falando.
Então,	 essas	questões	 são	 relevantes	para	a	 forma	com	que	nós	 comunicamos,	né?	O	que	a
gente	quer	comunicar.	E	é	mais	importante,	esses	três	elementos	são	mais	importantes	do	que
as	palavras	que	nós	usamos.	Veja	que	interessante,	muito	mais	 importante	do	que	a	palavra,
né?	É	a	forma	como	nós	falamos,	é	com	quem	nós	falamos	e	o	que	nós	falamos.
Então,	 lembre-se	 disso,	 não	 precisamos	 de	 palavras	 rebuscadas	 para	 comunicar	 o	 que	 nós
queremos.	 Então,	 muitas	 vezes,	 as	 palavras	 simples,	 mas	 ditas	 da	 forma	 correta	 e	 para	 as
pessoas,	né,	ditas	de	forma	adequada,	são	mais	valiosas	do	que	utilização	de	palavras	difíceis.
Então,	não	precisamos	de	palavras	difíceis	para	nos	comunicar.
Assim,	 pessoal,	 todos	 nós,	 todos	 nós	 podemos	 desenvolver	 a	 habilidade	 de	 uma	 fala	 mais
assertiva,	uma	fala,	uma	comunicação	mais	inteligente.	Então,	essa	pequena	introdução	é	para
acender	 uma	 luzinha	 para	 nós	 de	 que	 nós	 podemos,	 sim,	 falar	 de	 forma	 inteligente,	 nos
comunicar	de	forma	inteligente	e	sermos	assertivos	nessa	comunicação.	Então,	vamos	passar
aqui.
Eu	trouxe	aqui	com	relação	à	comunicação.	Olha	só,	a	comunicação	é	a	chave	para	o	sucesso
em	todos	os	aspectos	da	vida.	Nessa	pequena	introdução,	a	gente	vai	observar	que,	tanto	na
vida	pessoal,	tanto	na	vida	profissional,quanto	no	nosso	relacionamento	social,	a	comunicação
é	a	chave	para	o	sucesso.
Dominar	 técnicas	de	comunicação,	 comunicação	 inteligente	e	assertiva,	ela	vai	 impulsionar	o
potencial	de	cada	um	de	nós,	de	modo	a	melhorar	os	nossos	relacionamentos.	O	que	são	os
nossos	 relacionamentos?	 Nossos	 relacionamentos	 nada	 mais	 de	 conexão	 do	 que	 a
comunicação	que	nós	temos	com	as	pessoas.	A	comunicação,	vamos	imaginar	nós	nas	salas	de
aula,	é	a	comunicação.
Como	 que	 eu	 vou	 abordar?	 Como	 é	 que	 eu	 vou	 perguntar	 para	 o	 professor	 alguma	 coisa?
Então,	a	comunicação	permeia	todas	as	nossas	relações.	Então,	dominar	essas	técnicas,	saber
como	 falamos,	 com	 quem	 falamos	 e	 o	 que	 falamos,	 vai	 auxiliar	 de	 forma	 que	 a	 gente	 se
comunique	de	forma	mais	inteligente,	mais	assertiva	e	para	que	isso	impulsione	o	potencial	de
cada	 um	 de	 nós	 e	 melhore	 os	 relacionamentos	 nossos.	 Sejam	 os	 relacionamentos	 aluno-
professor,	 professor-aluno,	 aluno-aluno,	 vocês	 dentro	 de	 casa,	 a	 comunicação	 com	 os
familiares,	com	os	pais,	com	os	filhos.
Então,	 dominar	 essas	 técnicas	 faz	 desenvolver	 essas	 habilidades,	 faz	 com	 que	 nós
desenvolvamos	 o	 nosso	 potencial,	 as	 nossas	 habilidades.	 Mas	 o	 que	 é	 a	 comunicação
inteligente?	Pensem	aí,	o	que	vocês	 imaginam	que	seja	essa	comunicação	 inteligente?	O	que
caracteriza	a	comunicação	inteligente?	É	uma	pergunta	importante.	A	comunicação	inteligente
é	uma	habilidade	que	nós	temos	de	expressar	nossas	ideias	e	os	nossos	sentimentos.
E	aí	eu	trouxe	três	palavrinhas-chave	aqui,	em	caixa	alta,	para	a	gente	pensar	a	respeito.	Então,
é	a	habilidade	de	expressar	ideias	e	sentimentos	de	forma	clara,	assertiva	e	empática.	Clareza	é
a	gente	poder	comunicar	de	uma	forma	simples.
Assertiva	 é	 comunicarmos	 de	 uma	 forma	 que	 vá	 direto	 ao	 ponto.	 E	 empática	 é	 a	 gente
entender,	 ter	 empatia	 por	 quem	 a	 gente	 está	 falando	 e	 pelo	 assunto	 que	 nós	 estamos
comunicando.	 Então,	 utilizando	 a	 linguagem	 adequada,	 ouvindo	 ativamente,	 são	 pontos
importantes	para	promover	o	entendimento	e	evitar	conflitos.
Então,	 a	 comunicação	 inteligente	 nada	mais	 é	 que	 a	 habilidade	 de	 expressar	 as	 ideias	 e	 os
sentimentos	de	forma	clara,	assertiva	e	empática.	E	para	 isso,	nós	utilizamos	uma	linguagem
adequada	 e	 a	 questão	 de	 ouvir	 ativamente,	 de	 forma	 que	 a	 gente	 possa	 promover	 o
entendimento	 e	 evitar	 possíveis	 conflitos.	 Então,	 essa	 é	 uma	 definição	 aqui	 de	 comunicação
inteligente.
Olha	lá,	a	Auricélia	falou	aqui	para	nós	que,	para	mim,	é	uma	habilidade	de	saber	se	comunicar
conforme	 cada	 contexto	 em	 que	 estivermos	 inseridos.	 Exatamente,	 Auricélia.	 Essa	 você
levantou	um	ponto	bem	 importante	 também,	né?	Que	contexto	nós	estamos	 inseridos?	Com
quem	nós	vamos	 falar?	A	 forma	com	que	nós	conversamos	entre	nós	adultos	não	é	a	 forma
que	nós	vamos	abordar	com	uma	criança.
Então,	esse	contexto	é	extremamente	importante	também	e	entra	naquelas	três	questões	que
eu	 comentei	 com	 vocês	 agora	no	 começo.	 Como	 falamos?	Com	quem	 falamos?	 E	 o	 que	nós
falamos?	Então,	observar	 esse	 contexto	é	muito	 importante.	 E	qual	 é?	Com	certeza,	Michele,
entraria	a	questão	objetiva	também.
Até	 um	 pouquinho	 mais	 para	 frente,	 eu	 trago	 alguns	 pontos	 para	 vocês	 sobre	 como
desenvolver	 essa	 comunicação	 inteligente.	 E	 a	 objetividade	 é	 um	 elemento	 importante
também.	Então,	precisamos	ser	objetivos,	né?	Um	pouco	para	frente,	eu	vou	falar	também.
Às	vezes,	nós	precisamos	falar	menos	e	ouvir	mais.	Às	vezes,	quando	falamos	muito	ou	usamos
muitas	 palavras,	 é	 possível	 até	 que	 a	 gente	 acabe	 se	 perdendo	 nessa	 fala.	 Por	 isso	 que	 é
importante	essa	objetividade	também	na	construção	dessa	comunicação	inteligente	e	ativa.
Agora,	 retomando	 lá.	E	vão	colocando	aí,	 tá	pessoal?	Os	 insights	que	vocês	 forem	tendo,	né?
Uma	boa	comunicação	nos	leva	em	lugares	altos	da	vida.	Exatamente,	William.
A	comunicação,	ela	vai	permitir	que	a	gente	avance.	Ela	vai	permitir	que	nós	tenhamos	sucesso.
Imaginem	vocês	no	ambiente	profissional	de	vocês,	né?	Vou	pegar	um	exemplo	aqui.
Vamos	 pensar	 lá	 numa	 academia.	 O	 profissional	 de	 educação	 física	 que	 está	 ali	 naquela
academia,	ele	tem	que	se	comunicar	com	os	alunos.	Da	mesma	forma,	vamos	pensar,	né?	Os
enfermeiros	dentro	de	um	hospital,	é	necessário	ter	essa	comunicação.
É	necessário	essa	comunicação.	E	quanto	mais	você,	no	seu	ambiente	de	trabalho,	ou	no	seu
ambiente	de	estudo,	ou	mesmo	dentro	da	sua	casa	ali,	quanto	mais	a	gente	se	comunica	de
uma	forma	clara,	de	uma	forma	objetiva,	de	uma	forma	assertiva,	mais	sucesso	nós	vamos	ter,
né?	A	Neia	menciona	aqui,	ó,	 tem	um	aluno	autista,	ele	 tem	dificuldade	na	 fala,	mas	consigo
entender	o	que	ele	quer	através	dos	gestos.	Exatamente.
Eu	trago	um	dado	importante	que	65%	da	nossa	comunicação,	ela	é	não	verbal.	Então,	veja	a
importância	de	nós	também	olharmos,	né?	Não	só	para	a	nossa	fala,	mas	para	o	nosso	corpo,
né?	O	corpo	comunica,	o	corpo	fala,	os	nossos	gestos	falam.	Então,	às	vezes	o	aluno	tem	uma
dificuldade	de	 fala,	mas	por	meio	dos	gestos	é	possível	a	gente	comunicar	 também,	o	nosso
aluno	se	comunicar.
E	qual	que	é	a	importância,	então,	nesse	contexto	da	comunicação	efetiva,	né?	Por	que	que	a
comunicação,	ela,	de	uma	 forma	efetiva,	ela	 vai	 auxiliar?	Então,	ó,	uma	comunicação	efetiva,
ela,	 uma	 comunicação,	 ela	 efetiva	 o	 entendimento	mútuo	 e	 reduz	mal-entendidos.	 Ou	 seja,
quando	nós	temos	uma	comunicação	efetiva,	nós	melhoramos	o	entendimento	a	respeito	da
nossa	 conversa,	 a	 respeito	 do	 conteúdo	 que	 nós	 estamos	 conversando.	 Quando	 nós
comunicamos	de	forma	clara	e	sincera,	construímos	confiança	com	os	outros.
Então,	 construção	 de	 confiança.	 Então,	 nós	 falamos	 aqui	 nos	 exemplos,	 né?	 Forma	 clara	 e
sincera.	Então,	nós	precisamos	dessa	objetividade,	dessa	clareza	na	nossa	fala.
Além	disso,	uma	comunicação	efetiva,	ela	é	importante	porque	ela	ajuda	a	alcançar	as	nossas
metas,	né?	O	nosso	colega	ali	 falou	sobre	 ir	mais	 longe	na	vida,	mais	alto	na	vida,	né?	Então,
uma	boa	comunicação,	ela	é	essencial	para	alinhar	esses	esforços	e	alcançar	os	objetivos	que
nós	pretendemos,	né?	Seja	nós	com	nós	mesmos	ou	nós	com	o	ambiente	onde	nós	estamos
inseridos.	 Então,	 é	a	 importância	dessa	 comunicação	efetiva	dentro	das	nossas	 relações,	né?
Vamos	lá.	Tá	tranquilo,	gente?	Tá	dando	para	acompanhar?	Exatamente.
Isso	aí,	Leia.	Precisamos	ouvir,	né?	Então,	muitas	vezes,	falar	menos	e	ouvir	mais.	Precisamos
ser	bons	ouvintes	também,	né?	Isso	mostra	o	que?	Empatia.
Estar	 preparado	 para	 ouvir	 demonstra	 empatia	 também.	 Nós	 temos	 aqui,	 também
aprofundando	um	pouquinho	essa	temática,	os	tipos	de	comunicação.	Nós	temos	três	tipos.
Só	um	pouquinho	aqui,	gente.	A	primeira	comunicação	que	nós	 temos	é	a	verbal.	O	que	é	a
comunicação	verbal?	Ela	é	a	fala,	a	entonação	com	que	nós	falamos,	o	volume,	o	ritmo	da	voz.
Então,	essa	comunicação	verbal	está	relacionada	à	nossa	fala.	A	outra	forma	de	comunicação
que	 nós	 temos	 é	 a	 não-verbal.	 O	 que	 é	 a	 comunicação	 não-verbal?	 Linguagem	 corporal,
expressões	faciais,	gestos	que	vão	transmitir	a	nossa	mensagem.
Então,	como	a	nossa	aluna	mencionou	que	ela	tem	um	aluno	que	tem	dificuldade	de	fala,	mas
ele	se	expressa	por	meio	de	gestos.	Ou	seja,	ele	está	utilizando	uma	comunicação	não-verbal.	E
a	comunicação	escrita.
O	que	é	a	comunicação	escrita?	São	os	e-mails,	são	as	mensagens,	são	documentos,	são	outros
meios	escritos	de	comunicação.	Então,	uma	outra	forma	de	comunicação.	Nós,	no	nosso	dia	a
dia,	dentro	do	EAD,	nós	utilizamos	muito	a	comunicação	escrita.
A	 todo	 momento,	 nós	 estamos	 conversando,	 nós	 estamos	 mandando	 mensagem	 para	 os
nossos	 colegas,	mandando	mensagem	para	os	nossos	professores.	Então,	essa	 comunicação
escrita	é	muito	utilizada	no	nosso	dia	a	dia.	E	aí,	a	importância	de	nós	termos	um	cuidado	com
essa	forma	de	nos	comunicar.
Professora,	 deixa	 eu	 interromperum	 pouquinho	 até	 para	 comentar	 um	 pouco	 o	 que	 a
professora	 falou	 sobre	 a	 linguagem	 não-verbal.	 Me	 chamou	 muita	 atenção	 daquilo	 que	 a
professora	falou	que	o	nosso	corpo	fala.	E	isso	é	uma	técnica	até,	que	eu	já	consegui	presenciar
ali,	para	pessoas	que	estão	realizando	testes	de	emprego.
Então,	os	agenciadores,	as	pessoas	que	estão	lá,	elas	estão	ligadas	muito	mais	do	que	apenas
no	teu	conhecimento,	mas	na	maneira	que	você	está	postado.	Então,	o	simples	fato,	às	vezes,
de	você	estar	de	braços	cruzados,	mostra	uma	resistência	por	aquilo.	E	um	outro	exemplo	que
eu	 achei	 espetacular,	 assim,	 quando	 eu	 tive	 uma	 palestra	 justamente	 sobre	 linguagem
corporal,	de	equipes	de	segurança	que	ficam	em	aeroportos.
Então,	 eles	 conseguem	 identificar	 pela	 postura	 da	 pessoa,	 se	 aquela	 pessoa	 pode	 estar,	 de
repente,	 contrabandeando	 alguma	 coisa	 ou	 levando.	 Então,	 pela	 forma	 que	 ela	 está	 se
portando	em	uma	fila,	eles	já	conseguem	perceber	se	aquela	pessoa	está	nervosa,	se	ela	está
escondendo	alguma	coisa.	E	ele	retratava.
Ele	falava,	olha,	a	pessoa	está	com	a	mão	assim,	ela	está	desse	jeito,	ela	está	vestida	assim.	E
isso	mostrava	que	aquela	linguagem	corporal	ali	acabava	dizendo	muito	mais	coisas.	Então,	eu
acho	que	é	uma	realidade,	o	corpo	fala.
Então,	às	vezes,	a	gente	tem	que	ter	muito	cuidado,	às	vezes,	na	maneira	que	a	gente	se	porta.
Principalmente,	 quando	 for	 relacionado,	 de	 repente,	 a	 uma	 entrevista	 de	 emprego,	 alguma
coisa	nesse	sentido,	de	como	que	a	gente	está	se	portando,	que	mensagem	que	a	gente	está
passando.	Então,	a	maneira	da	gente	se	sentar,	a	maneira	da	gente	se	portar,	que	não	seja	de
uma	forma,	dita,	desleixada.
Eu	 acho	 que	 isso	 interfere	muito	 no	 exemplo	 que	 eu	 estou	 dando	 aí	 de	 uma	 entrevista	 de
emprego.	 E	 outro	 ponto	 que	 até	 uma	 aluna	 levantou	 ali,	 eu	 acho	 que	 é	 de	 extrema
importância.	 A	 gente,	 cada	 dia	 mais,	 a	 gente	 parece	 que	 não	 tem	 tempo	 para	 escutar	 as
pessoas.
Então,	a	gente	tem	que	aprender.	O	ouvir	é	muito	importante,	faz	parte	da	comunicação,	ouvir
também.	 Então,	 às	 vezes,	 a	 gente	 não	 espera	 a	 pessoa	 terminar	 de	 falar,	 para	 poder	 tentar
colocar	a	nossa	ideia.
Ou	a	gente	não	presta	atenção	na	ideia	que	aquela	pessoa	está	passando,	e	a	gente	já	quer	dar
a	nossa	ideia.	Ou	sempre	está	naquela	competição	de,	tipo,	aconteceu	uma	coisa,	mas	comigo
aconteceu	algo	pior.	Ah,	eu	tenho	uma	dor	de	cabeça.
Ah,	eu	tenho	duas.	Ah,	eu	não	durmo	à	noite.	Ah,	eu	não	durmo	nem	de	noite,	nem	de	dia.
Então,	a	questão	de	empatia	está	 ligada	nisso.	A	você	poder	estar	escutando,	você	poder	 ter
esse	momento,	que	é	do	outro	também.	Aprender	a	escutar.
E	 isso	 passa	 por	 tudo.	 Passa	 desde	 a	 graduação,	 passa	 pelas	 aulas.	 A	 gente	 poder	 estar	 se
relacionando	com	os	colegas,	estar	dentro	do	 tema	proposto,	dentro	de	uma	atividade,	 tudo
isso.
Então,	 acho	 que	 é	 de	 extrema	 importância	 e	 acho	muito	 interessante	 isso	 que	 a	 professora
falou.	César,	é	muito	interessante,	porque	às	vezes	a	gente,	nesse	ambiente	que	nós	vivemos,
de	ter	muito	contato	online	com	as	pessoas,	às	vezes	a	gente	acaba	perdendo	um	pouco	essa
percepção	 e	 a	 necessidade	que	nós	 temos	de	manter	 uma	postura,	 de	 estar	 apto	 a	 ouvir,	 a
escutar.	E	até	mesmo	passa,	essa	questão	dessa	linguagem	corporal,	a	forma	de	vestimenta.
Então,	 como	 que	 eu	 me	 visto?	 Como	 que	 eu	 vou	 me	 preparar,	 por	 exemplo,	 para	 uma
apresentação	do	meu	TCC?	Que	roupa	que	eu	vou	colocar?	Uma	roupa	mais	comportada,	uma
roupa	mais	neutra.	Então,	até	mesmo	para	os	trabalhos	que	a	gente	vai	fazer,	que	o	aluno	vai
fazer,	o	trabalho	acadêmico.	Vamos	pensar	lá,	vou	fazer	a	minha	atividade	prática.
Como	 que	 eu	 vou	 fazer	 essa	 atividade	 prática?	 Então,	 a	 preparação,	 desde	 o	 processo	 da
graduação,	a	preparação	nossa	 tem	que	ser	pensando,	o	aluno	tem	que	pensar	 lá	na	 frente.
Então,	 na	 graduação	 já	 é	 um	 start	 para	 se	 preparar	 lá	 na	 frente,	 para	 uma	 entrevista	 de
emprego,	para	uma	situação	que	ele	vai	ter	que	apresentar	o	seu	currículo,	conversar	com	um
diretor	 de	 uma	 empresa,	 ou	 mesmo	 o	 dono	 de	 uma	 academia,	 onde	 você	 vai	 trabalhar,	 o
diretor	de	uma	escola.	Então,	essa	comunicação,	a	verbal,	ela	é	importante,	mas	a	não	verbal
também	é	muito	importante.
Então,	o	que	o	aluno	falou,	se	era	um	bom	ouvir,	eu	acho	que	é	o	meio	termo,	os	extremos	são
perigosos.	 Então,	 você	 aprender	 a	 ouvir,	 aprender	 a	 falar,	 e	 a	maneira	 que	 você	 vai	 falar,	 a
maneira	que	você	vai	 se	portar.	Vocês,	nós	 todos,	nós	estamos	dentro	do	ensino	superior,	 e
não	só	por	 isso	que	a	gente	tem	que	ter	uma	postura	na	maneira	de	falar,	porque	a	postura
passa	por	educação	também.
É	o	fato	de	você	poder	se	relacionar	com	as	outras	pessoas	sem	ser	agressivo,	por	mais	que,	às
vezes,	a	pessoa	esteja	te	incomodando,	te	interrompendo,	eu	acho	que	tem	maneiras	de	você
se	portar	para	falar	com	essa	pessoa.	Um	exemplo	de,	tipo,	uma	pessoa	está	falando	e	a	outra
acaba	 interrompendo,	 isso	 é	 desagradável,	 mas	 nem	 por	 isso	 a	 pessoa	 que	 está	 sendo
interrompida	vai	ter	que	estar	agindo	de	uma	forma	grosseira.	Ela	pode	chegar	e	falar,	olha,	eu
percebo	que	você	 tem	pontos	 importantes	aí	 a	 compartilhar,	mas	eu	preciso	 concluir	o	meu
raciocínio	antes	de	abrir	para	a	discussão.
Posso	 contar	 com	 a	 tua	 colaboração	 para	 esperar	 até	 o	 final?	 Pronto,	 ótimo,	 a	 pessoa
expressou	 o	 incômodo	 dela	 de	 uma	 forma	 respeituosa,	 sem	 ser	 passiva	 e	 ter	 que	 ficar
aguentando,	mas	principalmente	sem	ser	agressiva	também.	Não	entendo	um	diálogo	aberto	e
de	uma	maneira,	então	é	esse	 tipo	de	 linguagem	que	se	espera,	que	passa	por	algo	cordial,
não	você	aceitar	 tudo,	mas	uma	maneira	que	 você	 vai	 estar	 respondendo	aquela	questão.	 E
essa	relação,	César,	passa	muito	pelo	autoconhecimento	e	pelo	autocontrole.
Então,	quando	nós	 temos	o	domínio	do	que	a	gente	está	 conversando,	do	que	nós	estamos
falando,	e	você	tem	essa	percepção	do	teu	conhecimento	e	você	quer	expressar	tua	ideia,	você
não	precisa	ser	agressivo.	Então,	você	tendo	esse	autocontrole,	ele	é	muito	pelo	contrário,	ele	é
muito	 promissor,	 porque	 quando	 você	 tem	 o	 autocontrole	 e	 você	 não	 entra	 num	 embate,
numa	 agressividade,	 você	 consegue	 expressar	 muito	mais	 a	 sua	 ideia,	 você	 não	 precisa	 de
muitas	palavras	para	 falar,	você	pode	falar	com	menos	palavras	e	ser	assertivo.	Então,	passa
por	esse	autocontrole.
E	como	que	nós	temos	um	autoconhecimento	mesmo?	É	percebendo,	é	estudando,	é	olhando
para	nós	mesmos	em	determinados	momentos,	em	determinadas	atitudes,	é	pensar	antes	de
falar,	analisar	o	que	você	vai	falar,	porque	é	aquela	história,	as	palavras,	quando	elas	saem	da
nossa	 boca,	 se	 elas	 não	 são	 bem	 pensadas	 ou	 escritas	 e	 elas	 são	 grosseiras	 ou	 elas	 são
pesadas,	 elas	 ofendem	 o	 outro.	 E	 aí,	 o	 que	 nós	 falamos	 sobre	 empatia	 acaba	 se	 perdendo.
Então,	às	vezes	é	a	 forma	com	que	você	aborda,	é	um	chamar	pelo	nome,	conversar	com	as
pessoas	pelo	nome,	isso	tudo	demonstra	empatia	com	as	pessoas.
Então,	são	pequenos	elementos,	pequenos	insights	que	conforme	a	gente	vai	nos	conhecendo
melhor,	 tendo	 esse	 autoconhecimento,	 a	 gente	 vai	 conseguindo	 acertar	 e	 transformar	 as
nossas	comunicações	para	que	elas	sejam	empáticas.
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