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3 - Caderno de exercícios

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Questões resolvidas

Thomas Hobbes e John Locke, importantes teóricos contratualistas, discutiram aspectos ligados à natureza humana e ao Estado. Thomas Hobbes, diferentemente de John Locke, entende o estado de natureza como um(a)
a) condição de guerra de todos contra todos, miséria universal, insegurança e medo da morte violenta.
b) organização pré-social e pré-política em que o homem nasce com os direitos naturais: vida, liberdade, igualdade e propriedade.
c) capricho típico da menoridade, que deve ser eliminado pela exigência moral, para que o homem possa constituir o Estado civil.
d) situação em que os homens nascem como detentores de livre-arbítrio, mas são feridos em sua livre decisão pelo pecado original.
e) estado de felicidade, saúde e liberdade que é destruído pela civilização, que perturba as relações sociais e violenta a humanidade.

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Questões resolvidas

Thomas Hobbes e John Locke, importantes teóricos contratualistas, discutiram aspectos ligados à natureza humana e ao Estado. Thomas Hobbes, diferentemente de John Locke, entende o estado de natureza como um(a)
a) condição de guerra de todos contra todos, miséria universal, insegurança e medo da morte violenta.
b) organização pré-social e pré-política em que o homem nasce com os direitos naturais: vida, liberdade, igualdade e propriedade.
c) capricho típico da menoridade, que deve ser eliminado pela exigência moral, para que o homem possa constituir o Estado civil.
d) situação em que os homens nascem como detentores de livre-arbítrio, mas são feridos em sua livre decisão pelo pecado original.
e) estado de felicidade, saúde e liberdade que é destruído pela civilização, que perturba as relações sociais e violenta a humanidade.

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O Grupo Prominas investe em tecnologia, inovação e conhecimento. Tudo isso é responsável por 
fomentar a expansão e consolidar a responsabilidade de promover a aprendizagem.
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QUESTÃO 1
Ano: 2016 Banca: IDECAN Órgão: SEARH-RN Prova: Professor de 
História Nível: Superior
“Voltemo‐nos pois, em primeiro lugar, ‘a pessoa interior’, para ver 
o que faz com que ela se torne justa, livre e verdadeiramente cris-
tão, isto é, pessoa espiritual, nova, interior. É evidente que em ab-
soluto nenhuma coisa externa, qualquer que seja o nome que se 
lhe dê, tem qualquer signifi cado para a aquisição da justiça ou da 
liberdade cristã [...]” (Lutero. Obras Escolhidas, vol. II, p. 437, apud 
Toledo.)
Martinho Lutero liderou a reforma protestante no século VXI na Eu-
ropa, suas ideias que eram consideradas até então absurdas pela 
igreja católica viriam desafi ar a mesma, que era naquela época 
quem ditava as regras. Essa nova forma de pensar de Lutero foi se 
espalhando primeiro pela Alemanha e, posteriormente, por toda a 
Europa. A característica do mundo moderno, também presente na 
doutrina Luterana, mesmo que com restrições, expressa na cita-
ção anterior é:
a) A laicização do estado.
b) A afi rmação do individualismo.
c) A ética protestante e o espírito capitalista.
d) A crescente afi rmação do profano sobre o sagrado.
QUESTÃO 2
Ano: 2010 Banca: FunRio Órgão:AgeRio Prova: Analista de Desen-
volvimento, Comunicação Social, Jornalismo Nível: Superior
Para Aristóteles, monarquia, aristocracia e democracia são as três 
formas de governo e, quando essas formas se degeneram, trans-
formam-se, respectivamente, em:
a) oligarquia, ditadura, anarquia.
b) tirania, oligarquia, demagogia.
c) demagogia, anarquia, tirania.
d) anarquia, ditadura e oligarquia.
e) ditadura, demagogia e tirania..
QUESTÃO 3
Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: ENEM Prova: INEP – 2016 – ENEM 
Exame Nacional do Ensino Médio – Primeiro e Segundo Dia (2º 
Aplicação) Nível: Médio
TEXTO I 
Até aqui expus a natureza do homem (cujo orgulho e outras pai-
xões o obrigaram a submeter-se ao governo), juntamente com o 
grande poder do seu governante, o qual comparei com o Leviatã, 
5
tirando essa comparação dos dois últimos versículos do capítulo 
41 de Jó, onde Deus, após ter estabelecido o grande poder do Le-
viatã, lhe chamou Rei dos Soberbos. Não há nada na Terra, disse 
ele, que se lhe possa comparar.
HOBBES, T. O Leviatã. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
TEXTO II
Eu asseguro, tranquilamente, que o governo civil é a solução ade-
quada para as inconveniências do estado de natureza, que devem 
certamente ser grandes quando os homens podem ser juízes em 
causa própria, pois é fácil imaginar que um homem tão injusto a 
ponto de lesar o irmão dificilmente será justo para condenar a si 
mesmo pela mesma ofensa.
LOCKE, J. Segundo tratado sobre o governo civil . Petrópolis: Vo-
zes, 1994.
Thomas Hobbes e John Locke, importantes teóricos contratualis-
tas, discutiram aspectos ligados à natureza humana e ao Estado. 
Thomas Hobbes, diferentemente de John Locke, entende o estado 
de natureza como um(a)
a) condição de guerra de todos contra todos, miséria universal, insegu-
rança e medo da morte violenta
b) organização pré-social e pré-política em que o homem nasce com os 
direitos naturais: vida, liberdade, igualdade e propriedade.
c) capricho típico da menoridade, que deve ser eliminado pela exigência 
moral, para que o homem possa constituir o Estado civil.
d) situação em que os homens nascem como detentores de livre-arbí-
trio, mas são feridos em sua livre decisão pelo pecado original.
e) estado de felicidade, saúde e liberdade que é destruído pela civiliza-
ção, que perturba as relações sociais e violenta a humanidade.
QUESTÃO 4
Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: ENEM Prova: INEP – 2016 – ENEM – 
Exame Nacional do Ensino Médio – Primeiro e Segundo Dia – PPL 
Nível: Médio
A importância do argumento de Hobbes está em parte no fato de que 
ele se ampara em suposições bastante plausíveis sobre as condições 
normais da vida humana. Para exemplificar: o argumento não supõe 
que todos sejam de fato movidos por orgulho e vaidade para buscar 
o domínio sobre os outros; essa seria uma suposição discutível que 
possibilitaria a conclusão pretendida por Hobbes, mas de modo fácil 
demais. O que torna o argumento assustador e lhe atribui importância e 
força dramática é que ele acredita que pessoas normais, até mesmo as 
mais agradáveis, podem ser inadvertidamente lançadas nesse tipo de 
6
situação, que resvalará, então, em um estado de guerra.
RAWLS, J. Conferências sobre a história dafilosofia política. São Pau-
lo:WMF, 2012 (adaptado).
O texto apresenta uma concepção de filosofia política conhecida 
como
a) alienação ideológica
b) microfisica do poder
c) estado de natureza
d) estado de natureza
e) vontade geral
QUESTÃO 5
Ano: 2014 Banca: INEP Órgão: ENEM Prova: INEP – 2014 – ENEM 
– Exame Nacional do Ensino Médio – Primeiro e Segundo Dia- PPL 
Nível: Médio
Sendo os homens, por natureza, todos livres, iguais e independen-
tes, ninguém pode ser expulso de sua propriedade e submetido ao 
poder político de outrem sem dar consentimento. A maneira única 
em virtude da qual uma pessoa qualquer renuncia à liberdade natu-
ral e se reveste dos laços da sociedade civil consiste em concordar 
com outras pessoas em juntar-se e unir-se em comunidade para vi-
verem com segurança, conforto e paz umas com as outras, gozan-
do garantidamente das propriedades que tiverem e desfrutando de 
maior proteção contra quem quer que não faça parte dela. LOCKE, 
J. Segundo tratado sobre o governo civil. Os pensadores. São Pau-
lo: Nova Cultural, 1978. 
Segundo a Teoria da Formação do Estado, de John Locke, para 
viver em sociedade, cada cidadão deve
a) manter a liberdade do estado de natureza, direito inalienável.
b) abrir mão de seus direitos individuais em prol do bem comum.
c) abdicar de sua propriedade e submeter-se ao poder do mais forte.
d) concordar com as normas estabelecidas para a vida em sociedade.
e) renunciar à posse jurídica de seus bens, mas não à sua independên-
cia.
QUESTÃO 06
Ano: 2009 Banca: COPS Órgão: Universidade Estadual de Londri-
na Prova: Concurso Vestibular Nível: Médio
Leia o seguinte texto de Hobbes e responda à questão:
 Texto IV
 A maior parte daqueles que escreveram alguma coisa a propósito 
das repúblicas o supõe, ou nos pede ou requer que acreditemos 
que o homem é uma criatura que nasce apta para a sociedade. 
7
Os gregos chamam-no zoon politikon; e sobre este alicerce eles 
erigem a doutrina da sociedade civil [...] aqueles que perscruta-
rem com maior precisão as causas pelas quais os homens se reú-
nem, e se deleitam uns na companhia dos outros, facilmente hão 
de notar que isto não acontece porque naturalmente não poderia 
suceder de outro modo, mas por acidente. [...] Toda associação 
[...] ou é para o ganho ou para a glória – isto é, não tanto para o 
amor de nossos próximos, quanto pelo amor de nós mesmos. [...] 
se fosse removido todo o medo, a natureza humana tenderia com 
muito mais avidez à dominação do que construir uma sociedade. 
Devemos, portanto, concluir que a origem de todas as grandes e 
duradouras sociedades não provém da boa vontade recíproca que 
os homens tivessem uns para com os outros, mas do medo recí-
proco que uns tinham dos outros. (HOBBES, T. Do Cidadão. São 
Paulo:Martins Fontes, 1992. p. 28-29; 31-32.) Com base no texto 
e nos conhecimentos sobre o pensamento político hobbesiano, é 
correto afirmar.
 a) Hobbes reafirma o postulado aristotélico de que os homens tendem 
naturalmente à vida em sociedade, mas que, obcecados pelas paixões, 
decaíram num estado generalizado de guerra de todos contra todos.
 b) O estado de guerra generalizada entre os homens emerge, segundo 
Hobbes, da desigualdade promovida pela lei civil e pelo desejo de poder 
de uns sobre os outros.
 c) A idéia de que o estado de guerra generalizada ocorre com o desa-
parecimento do estado de natureza, onde todos os homens vivem em 
harmonia, constitui o fundamento da teoria política de Hobbes. 
d) Segundo Hobbes, para restaurar a paz que existia no estado de natu-
reza, os homens sujeitamse, pelo pacto, a um único soberano para sub-
trair-se ao medo da morte e, por sua vez, garantir a autopreservação. 
e) Segundo Hobbes, à propensão natural dos homens a se ferirem uns 
aos outros se soma o direito de todos a tudo, resultando, pela igualdade 
natural, em uma guerra perpétua de todos contra todos.
QUESTÃO 7:
Ano: 2018 Banca: FUMARC Orgão: Secretária da Educação de Mi-
nas Gerais Prova: Professor Padrão P Grau IA Ciências Humanas: 
Filosofia Nível: Superior
Leia o texto a seguir:
“Os pensamentos da classe dominante são também, em todas as 
épocas, os pensamentos dominantes, ou seja, a classe que tem o 
poder material dominante numa dada sociedade é também a potên-
cia dominante espiritual. A classe que dispõe dos meios de produ-
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ção material dispõe igualmente dos meios de produção intelectual, 
de tal modo que o pensamento daqueles a quem são recusados os 
meios de produção intelectual está submetido igualmente à classe 
dominante. Os pensamentos dominantes nada mais são do que 
a expressão idealizada das relações materiais dominantes, por-
tanto, a expressão das relações que fazem de uma classe a clas-
se dominante; em outras palavras, são as ideias de sua domina-
ção” (MARX, Karl. A ideologia alemã. São Paulo: Martins Fontes, 
1998, p. 48. Adaptado).
 Marx, no trecho acima, está se referindo à ideologia, cuja função é 
fazer com que as ideias:
a) da classe dominada sejam a expressão real das relações materiais 
dominantes, expondo a dominação de uma classe. 
b) da classe dominante sejam também as ideias da classe dominada, 
mascarando a dominação material de uma sobre a outra.
c) da classe dominante tenham validade universal, já que elas efetiva-
mente são justas e garantem a sobrevivência a todos. 
d) daqueles que detêm os meios de produção intelectual permitam a 
classe dominada se libertar através do trabalho.
e) daqueles que efetivamente trabalham e produzem as condições ma-
teriais da sociedade sejam as ideias de todos.
QUESTÃO 8:
Ano: 2019 Banca: FUNDEB Órgão: Prefeitura Pará de Minas Gerais 
Prova: Professor de Ensino Religioso Nível: Superior
No ano de 2017, comemorou-se os 500 anos da Reforma Protestan-
te, evento que marcou definitivamente a história do Cristianismo 
no mundo ocidental.
Sobre os aspectos teológicos / religiosos mais significativos da 
Reforma Protestante do início dos tempos modernos, não se pode 
afirmar que:
a) foi um movimento que eclodiu sob o impacto das medidas tomadas 
pelos católicos durante a realização do Concílio de Trento, de 1545
b) procurou expressar muitos dos anseios da época, como as críticas 
aos abusos cometidos pela Igreja.
c) defendia as tradições, a Bíblia para línguas locais e a redução de 
sacramentos.
d) marcou o surgimento do anglicanismo com o rompimento entre Hen-
rique VIII e o papa, pelo Ato de Supremacia de 1534.
QUESTÃO 9
Ano: 2018 Banca: Vunesp Órgão Policia Militar de São Paulo Prova: 
9
Aluno-Oficial Nível: Médio
Concepções filosóficas sobre a natureza humana divergiram muito 
entre filósofos da era moderna. Para Thomas Hobbes, o ser huma-
no é naturalmente egoísta, preocupando-se apenas consigo mes-
mo. Para Jean Jacques Rousseau, por outro lado, o ser humano é 
naturalmente bom. Considerando estas duas perspectivas diver-
sas, assinale a alternativa correta.
a) Para Hobbes, a organização do Estado permite ao ser humano 
permanecer egoísta.
b) Segundo Rousseau, a natureza humana precisa ser domesticada 
pela sociedade.
c) As teses sobre a natureza humana de Hobbes e Rousseau acabam 
coincidindo.
d) Na perspectiva de Rousseau, a vida em sociedade corrompe a natu-
reza humana.
e) Hobbes defende uma perspectiva otimista sobre a verdadeira natu-
reza humana.
QUESTÃO 10
Ano: 2017 Banca: FEPESE Órgão: Pref. Tijucas Prova:Professor de 
Filosofia Nível: Superior
Sobre a afirmação do pensador Aristóteles de que o ser humano é 
“por natureza um animal político”, é correto afirmar que:
a) os humanos representam a única espécie capaz de agir politicamen-
te.
b) o ser humano tem necessidade de viver com os seus semelhantes.
c) as instituições políticas garantem a segurança jurídica dos cidadãos.
d) entre os seres vivos, só os homens se organizam e vivem em cida-
des. 
e) os homens, mesmo que racionais, representam uma das espécies 
animais
QUESTÃO 11
Ano: 2005 Banca: FGV Órgão: Fundação Getulio Vargas Prova: 
Vestibular Nível: Médio
Foram elementos da Reforma Católica no século XVI:
a) A tradução da bíblia para as diversas línguas nacionais, a defesa 
do principio da inefabilidade da Igreja e a proibição do casamento dos 
clérigos.
b) A afirmação da doutrina da predestinação, a condenação das indul-
gencias como instrumento para a salvação e a manutenção do celibato 
dos clérigos.
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c) A manutenção do Latim como língua litúrgica, a reafirmação do livre 
arbítrio e a eliminação do batismo como um dos sacramentos.
d) A tradução da bíblia para diversas línguas nacionais, a abolição a 
confissão e a critica ao culto das imagens.
e) A manutenção do Latim como língua litúrgica, o estabelecimento do 
tribunal do Santo Oficio e a criação Companhia de Jesus.
QUESTÃO 12
Ano: 2001 Banca: INEP Órgão: ENEM Prova: Exame Nacional do 
Ensino Médio Nível: Médio.
I. Para o filosofo inglês Thomas Hobbes (1588 -1679), o estado de 
natureza é um estado de guerra universal e perpétua. Contraposto 
ao estado de natureza, entendido como um estado de guerra, o 
estado de paz é sociedade civilizada.
Dentre outras tendências que dialogam com as ideias de Hobbes, 
destaca-se a definida abaixo:
II. “Nem todas as guerras são injustas e cirrelativamente nem toda 
paz é justa, razão pela qual a guerra nem sempre é um desvalor, e 
a paz nem sempre im valor.”
(BOBBIO, N.; MATTEUCCI, N. ; PASQUINO, G. Dicionário de Políti-
ca. 5. Ed. Brasília; Universidade de Brasília; São Paulo: Imprensa 
Oficial do Estado,2000.)
Comparando as ideias de Hobbes (texto I) com a tendência citada 
abaixo (texto II), pode-se afirmar que:
a) Em ambos, a guerra é entendida como inevitável e justa
b) Para Hobbes, a paz é inerente à civilização e, segundo o texto II, ela 
não é um valor absoluto.
c) De acordo com Hobbes, a guerra é um valor absoluto e, segundo o 
texto II, a paz é sempre melhor que a guerra.
d) Em ambos, a guerra ou a paz são boas quando o fim é justo.
e) para Hobbes, a paz liga-se à natureza e, de acordo com o texto II, à 
civilização.
QUESTÃO 13
Ano: 2014 Banca: IAUPE Órgão: CEP OS Prova:Sócio Externo Ní-
vel: Fundamental 
Sobre a ditadura militar no Brasil (1964-1985), assinale a alternativa 
CORRETA.
a) O regime militar no Brasil se iniciou com um golpe político que insti-
tuiu o presidente Jânio Quadros.
b) A tortura era uma realidade nos órgãos de repressão do governo.
c) Apesar da repressão política, a censura não foi adotada na ditadura 
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militar brasileira.
d) O Brasil foi o único país da América do Sul a vivenciar uma ditadura 
militar nesse período.
e) O governo ditatorial militar brasileiro não sofreu com movimentos de 
resistência.
QUESTÃO 14.
Ano: 2017 Banca: IBFC Órgão: SEDUC MT Prova: Professor de 
Educação Básica - Filosofia Nível: Superior
Sobre o surgimento da democracia na Grécia Antiga, considere as 
proposições a seguir:
I. A igualdade(isonomia) é um princípio ético no qual se funda a 
democracia, em oposição aos valores morais herdados da tradição 
da aristocracia guerreira.
II. A liberdade de expressão (isegoria) configura o espaço público, 
centrado na ágora, onde os homens discutem e deliberam sobre 
seu destino.
III. A igualdade entre os cidadãos pressupõe a abolição das dife-
renças de origem, classe ou função.
IV. A constituição da pólis foi um dos fatores para a superação do 
pensamento mítico ao tornar o sagrado objeto de discussão.
Assinale a alternativa correta.
a) III, V, VI apenas.
b) II, III, e IV apenas.
c) I, II, e IV apenas.
d) III, IV apenas.
e) I e II apenas. 
QUESTÃO 15
Ano: 2017 Banca: VUNESP Órgão: Policia Militar - SP Prova: Curso 
de Formação de Oficiais da Policia Militar de São Paulo Nível: Médio
O pensamento de Rousseau é muitas vezes entendido como radi-
cal no que se refere à sua visão de democracia porque
a) propõe que só com o socialismo poderemos chegar a uma verdadeira 
democracia, pois assim se estabelece a igualdade entre os homens.
b) propõe o voto direto para todos os cargos de representantes do povo.
c) critica as formas de representação vigentes, dizendo que somente 
quando votamos é que somos livres e soberanos. 
d) concebe a necessidade de um Estado acima da Sociedade que sub-
mete a todos igualmente.
e) defende, pela primeira vez, o direito de voto para as mulheres para 
que seja garantida a democracia. 
12
QUESTÃO 16
Ano: 2016 Banca: UFMT Órgão: Tribunal de Justiça do Mato Gros-
so Prova: Distribuidor, Contador e Partidor Nível: Médio
As teorias contratualistas são aquelas segundo as quais “os 
indivíduos isolados no estado de natureza unem-se mediante um 
contrato social para constituir a sociedade civil.”
(ARANHA, M. L. de A.; MARTINS, M. H. P. Filosofando: Introdução à 
Filosofia. São Paulo: Moderna, 2009.)
São considerados filósofos contratualistas:
a) Hobbes, Locke e Rousseau.
b) Platão, Aristóteles e Sêneca. 
c) Maquiavel, Agostinho e Descartes. 
d) Nietzsche, Horkheimer, Comte.
QUESTÃO 17
Ano: 2016 Banca: UFMT Órgão: Tribunal de Justiça do Mato Gros-
so Prova: Contador, Distribuidor e Partidor Nível: Médio
Sobre as características dos regimes totalitários, marque V para as 
afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Abuso da autoridade e repressão no exercício do poder.
( ) Monopolização das mídias de comunicação de massa.
( ) Valorização da pluralidade e fortalecimento político das minorias.
( ) Culto ao líder e à nação.
Assinale a sequência correta:
a) F, V, F, V.
b) F, F, V, F
c) V, F, V, F
d) V, V, F, V. 
QUESTÃO 18
Ano: 2016 Banca: IDECAN Órgão: Prefeitura de Cariacica Prova: 
Professor Educação Básica – Ensino Religioso Nível: Superior
A cidadania no Brasil foi conquistada como fruto de um processo 
histórico lento e gradual. Identifique, nos fatos históricos brasilei-
ros a seguir, somente aqueles que estão diretamente ligados ao 
aumento da cidadania no país.
I. Independência do Brasil, em 1822.
II. Abdicação do Imperador Dom Pedro I, em 1831.
III. Movimento das “Diretas Já”, em 1983-84.
IV. Conquista pelo Brasil do tetracampeonato mundial de futebol, 
em 
1994.
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Estão corretas apenas as alternativas
a) I e II.
b) I e III.
c) II e IV.
d) II e III.
QUESTÃO 19
Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: Polícia Militar – São Paulo Pro-
va: Bacharelado em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pú-
blica Curso de Formação de Oficiais da Polícia Militar do Estado de 
São Paulo Nível: Médio
A filosofia crítica, que é o pano de fundo do Iluminismo, caracteri-
za-se por três pressupostos básicos:
1) a liberdade, exemplificada pela defesa da livre iniciativa no co-
mércio, segundo o pensamento liberal e opondo-se ao absolutis-
mo de direito divino; 
2) o individualismo, que se baseia na existência do indivíduo livre 
e autônomo, consciente e capaz de se autodeterminar;
3) a igualdade jurídica, que visa garantir a liberdade do indivíduo 
contra os privilégios da nobreza.
(Danilo Marcondes, Iniciação à história da filosofia. Adaptado)
De acordo com essa definição, o Iluminismo foi:
a) um movimento elitista, voltado para a defesa de privilégios sociais e 
econômicos.
b) uma ideologia socialista, defensora da abolição da propriedade pri-
vada. 
c) um pensamento universalista originado na sociedade burguesa do 
século XVIII. 
d) uma filosofia de natureza teológica, voltada para a defesa de valores 
tradicionais.
e) um movimento anarquista, contrario à autoridade do Estado sobre o 
indivíduo.
QUESTÃO 20
Ano: 2016 Banca: VUNESP Órgão: Polícia Militar – São Paulo Pro-
va: Bacharelado em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pú-
blica Curso de Formação de Oficiais da Polícia Militar do Estado de 
São Paulo Nível: Médio
Ora, nada é mais meigo do que o homem em seu estado primitivo, 
quando, colocado pela natureza a igual distância da estupidez dos 
brutos e das luzes funestas do homem civil e compelido tanto pelo 
instinto quanto pela razão a defender-se do mal que o ameaça, é 
14
impedido pela piedade natural de fazer mal a alguém sem ser a isso 
levado por alguma coisa ou mesmo depois de atingido por algum 
mal. Porque, segundo o sábio Locke, “não haveria afronta se não 
houvesse propriedade”.
 
(Jean-Jacques Rousseau, Discurso
sobre a origem e o fundamento da desigualdade entre os homens. 
Adaptado)
 
Baseando-se no texto, é correto afirmar que o pensamento do filó-
sofo Rousseau
a) concebeu a existência da propriedade como origem das desigualda-
des sociais.
b) exaltou a civilização burguesa em detrimento das sociedades primi-
tivas. 
c) considerou a vida em estado de natureza como “guerra de todos 
contra todos”. 
d) defendeu a autoridade totalitária do Estado contra os direitos indivi-
duais. 
e) desenvolveu argumentos ideologicamente favoráveis ao colonialismo 
europeu. 
15
QUESTÃO 21
Ano: 2015 Banca: MPDFT Órgão: MPDFT Prova: Promotor de Jus-
tiça Nível: Superior
Considerando-se que forma de governo é o modo como é preen-
chida a Chefi a de Estado e que sistema de governo é o modo como 
se relacionam as Chefi as de Estado e de Governo, constata-se que, 
na História constitucional brasileira, o I e o II Império foram:
a) uma monarquia limitada e uma monarquia eletiva, respectivamente.
b) uma monarquia absolutista e uma monarquia limitada, respectiva-
mente. 
c) uma monarquia presidencialista e uma monarquia parlamentarista, 
respectivamente. 
d) monarquias parlamentaristas, pois a divisão entre os Poderes Mode-
rador e Executivo era imaginária. 
e) monarquias eletivas. 
QUESTÃO 22
Ano: 2007 Banca: FCC Órgão: Prefeitura de São Paulo Prova: Au-
ditor Fiscal Tributário Municipal Nível: Superior
A separação de poderes é um critério funcional de limitação de 
poder:
a) incopatível com o Estado Democrático de Direito. 
b) compatível com os Estados organizados como federações. 
c) incompatível com os Estados regidos por constituições rígidas.
 d) compatível com as monarquias absolutistas.
e) incompatível com os Estados unitários descentralizados. 
QUESTÃO 23
Ano: 2018 Banca: FUMARC Órgão: Secretaria da Educação de Mi-
nas Gerais Prova:
PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA – 
PEB – NÍVEL I – GRAU A - FILOSOFIA
Leia o texto a seguir:
“Porque enquanto cada homem detiver seu direito de fazer tudo 
quanto queira, todos os homens se encontrarão numa condição 
de guerra.” (HOBBES, T. Leviatã. SP: Nova Cultural, 2004. p. 114. 
Adaptado)
O pensador inglês Thomas Hobbes acredita que, para evitar a 
guerra, os homens devem se associar e determinar a autoridade de 
um poder central (o Estado), capaz de assegurar a paz entre seus 
membros. Essa autoridade precisa
a) construir um ambiente de diálogo. 
16
b) garantir os desejos individuais..
c) instituir o estado de natureza.
d) limitar as liberdades individuais.
e) respeitar as decisões comuns.
QUESTÃO 24
Ano: 2018, Banca: CONSESP Órgão: Prefeitura de Ouro Verde Pro-
va: Professor de História Nível: Superior
Considere os impactos sociais e políticos da Revolução Francesa, 
tão logo avalie as afirmativas contidas nos itens abaixopara assi-
nalar.
I. A Revolução marca o fim do Absolutismo e a instauração de Mo-
narquias e Repúblicas constitucionais.
II. Destaca-se um importante documento de abrangência e influên-
cia mundial – A Publicação da Declaração dos Direitos do Homem 
e do Cidadão.
III. Os ideais da Revolução Francesa também inspiraram movimen-
tos sociais no Brasil.
IV. Havia uma forte base político-ideológica, do jacobinismo, inspi-
rando os movimentos de origem popular de contestação.
É possível afirmar que:
a) somente I e II estão corretas.
b) somente III e IV estão corretas.
c) somente IV está correta.
d) todas as alternativas estão corretas.
QUESTÃO 25
Ano: 2018 Banca: NC UFPT Órgão: Policia Militar do Paraná Prova: 
Cadete Nível: Médio
Mas, logo em seguida, adverti que enquanto eu queria assim pen-
sar que tudo era falso, cumpria necessariamente que eu, que pen-
sava, fosse alguma coisa. E, notando que esta verdade: eu penso, 
logo existo, era tão firme e tão certa que todas as mais extravagan-
tes suposições dos céticos não seriam capazes de abalar, julguei 
que podia aceitá-la, sem escrúpulo, como o primeiro princípio da 
Filosofia que procurava.
(DESCARTES. Discurso do método. Col. Os Pensadores. Trad. J. 
Guinsburg e Bento Prado Júnior. São Paulo: Nova Cultural, 1991, 
p. 46.)
O texto citado corresponde a uma das passagens mais marcantes 
da filosofia de Descartes, um filósofo considerado por muitos in-
térpretes como o pai do racionalismo. Com base no texto e na ideia 
17
geral de racionalismo, é correto afirmar:
a) O racionalismo tem como garantia de verdade a experiência.
b) Descartes é um filósofo empirista, visto que faz experiências de pen-
samento.
c) Descartes inaugura um tipo de busca pela verdade que se ampara 
no exercício.
d) A expressão “penso, logo existo” é uma das suposições dos céticos 
sobre o conhecimento.
e) Descartes não buscava um princípio seguro, pois duvidada de todas 
as coisas.
QUESTÃO 26
Ano: 2018 Banca: NC UFPT Órgão: Policia Militar do Paraná Prova: 
Cadete Nível: Médio
Escreve Gerard Lebrun: “Com efeito, o que é política? A atividade 
social que se propõe a garantir pela força, fundada geralmente no 
direito, a segurança externa e a concórdia interna de uma unidade 
política particular (conforme descreve Julien Freund em Qu’est-ce 
que la Politique). Não é dogmaticamente que eu proponho esta de-
finição (outras são possíveis), mas simplesmente para ressaltar 
que, sem o uso da noção de força, a definição seria visivelmente 
defeituosa. Se, numa democracia, um partido tem peso político, 
é porque tem força para mobilizar um certo número de eleitores. 
Se um sindicato tem um peso político é porque tem força para de-
flagrar uma greve. Assim, força não significa necessariamente a 
posse de meios violentos de coerção, mas de meios que permitam 
influir no comportamento de outra pessoa. A força não é sempre 
(ou melhor, é raríssimamente) um revólver apontado para alguém”.
(LEBRUN, Gerard. O que é poder. São Paulo: Brasiliense, 1981, p. 
04.)
Qual é a relação entre força e política expressa pelo autor nesse 
excerto?
a) Não há relação entre a força e política, pois nenhuma se apresenta 
como componente essencial que permita explicar as diferentes formas 
de exercício do poder.
b) A política e a força anulam-se enquanto categorias que pretendem 
explicas as diferentes noções de poder existentes. O poder, por sua 
vez, é formado exclusivamente pela força, seja militar ou civil, pois ele é 
a manifestação simbólica das estruturas de repressão. 
c) Significa afirmar que as estruturas de poder instrumentalizam a força 
e a política como forma de manter um determinado modelo de gover-
nança. A relação entre elas se dá nessa condição: força e política só 
18
existem, de fato, quando as estruturas de poder, ou seja, o governo, 
considera tais estruturas necessárias para a manutenção de uma deter-
minada ordem institucional repressiva. 
d) Força e política não são conceitos excludentes ou contrários. Para 
que a política seja exercida, é necessária uma capacidade de mobiliza-
ção, consentimento e construção de hegemonia por quem deseja agir 
politicamente. Assim, a força implica o poder de que se dispõe na cons-
trução de maiorias políticas. 
e) A relação entre política e força se expressa na destituição do poder 
e na construção das resistências nos movimentos sociais e nos sindi-
catos. A política e a força física são instrumentos usualmente presentes 
na militância partidária como forma de questionar o exercício do poder. 
QUESTÃO 27
Ano:2017 Banca: CESPE Órgão: Prefeitura de São Luis Prova: Pro-
fessor de Filosofia Nível: Superior
Texto 6A1BBB
Uma característica da pólis é o cunho de plena publicidade dada 
às manifestações mais importantes da vida social. Pode-se mesmo 
dizer que a pólis existe apenas na medida em que se distinguiu 
um domínio público, nos dois sentidos diferentes, mas solidários 
do termo: um setor de interesse comum, opondo-se aos assuntos 
privados; práticas abertas, estabelecidas em pleno dia, opondo-se 
a processos secretos. Esse duplo movimento de democratização e 
de divulgação terá, no plano intelectual, consequências decisivas. 
Tornando-se elementos de uma cultura comum, os conhecimentos, 
os valores, as técnicas mentais são levados à praça pública, sujei-
tos à crítica e à controvérsia.
Jean-Pierre Vernant. As origens
do pensamento grego. Rio de Janeiro: Difel, 2002, p. 55 (com adap-
tações).
Com base no texto 6A1BBB, assinale a opção correta, com relação 
à filosofia e ao regime de governo na pólis grega.
a) Os dois princípios fundamentais que regem a democracia ateniense 
são a isonomia, ou seja, a igualdade de todos os cidadãos perante a lei, 
e a isegoria, isto é, o direito de expressar a opinião e discutir em público.
b) A separação entre público e privado na Grécia clássica implicou, na 
esfera familiar, na divisão igualitária do poder. 
c) O público e o privado eram instâncias indissociáveis na Grécia clássi-
ca, sendo na família o poder exercido, de maneira despótica, pelo pai. 
d) As mulheres e os escravos eram os únicos estratos sociais excluídos 
da cidadania na democracia ateniense, de caráter oligárquico, em que 
19
uns se sobrepõem a outros.
e) A democracia ateniense fundamentava-se na isonomia, igualdade de 
todos os cidadãos perante a lei, e na aristocracia, privilégios para os 
considerados melhores e excelentes. 
QUESTÃO 28
Ano: 2017 Banca: IBFC Órgão: SEDUC MT Prova: Professor de Ar-
tes Nível: Superior
Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta:
I. Embora partindo de ideias do homem em estado de natureza, 
Rousseau não partilha da tese de que a natureza humana é má 
ou egoísta. Os homens não são inimigos por natureza, mas são 
naturalmente bondosos. 
Na base do conflito humano, quando este acontece, situa-se
 a propriedade privada; esta é a fonte geradora de atritos entre os 
homens.
II. Se há um estado de guerra, este é produto da relação entre as 
coisas e não entre os homens. Como em estado de natureza não há 
propriedade privada, a guerra originada pela propriedade também 
não reflete o estado de natureza. Rousseau define a guerra como 
uma relação de Estado a Estado, na qual os homens particulares 
tornam-se inimigos apenas por acidente.
III. Com essa ideia Rousseau se contrapõe às concepções que 
defendem de alguma forma o direito à escravidão. Em nenhum 
momento o escravo pode ser produto da guerra, porque esta não 
é uma relação de homem a homem. A guerra não concede nenhum 
direito que não seja necessário a seus fins, e os fins nunca são 
particulares; logo, para os particulares nenhuma consequência 
pode resultar após o fim da guerra da qual participam.
IV. Em Rousseau o homem é definido como livre e igual por natureza. 
Renunciar à liberdade equivale a renunciar à própria condição de 
homem. O princípio da liberdade é inalineável; a norma o impe-
rativo da ação. O homem que Rousseau define como livre e igual 
por natureza, porém, revela-se numa existência bastante distante 
da natural.“o homem nasce livre e por toda parte encontra-se a 
ferros”.
Estão corretas as afirmativas:
a) I e II, apenas
b) II e III, apenas
c) III e IV, apenas
d) I, II, e III, apenas
e) I, II, III e IV.
20
QUESTÃO 29.
Ano: 2015 Banca: IESES Órgão: TRE MA Prova: Analista Judiciário 
Nível: Superior
Sobre os partidos políticos é INCORRETO afirmar que:
a) É vedada a utilização pelos partidos políticos de organização para-
militar.
b) Os partidos políticos têm direito a recursos do fundo partidário e 
acesso gratuito ao rádio e a televisão, na forma da lei.
c) Os partidos políticos não podem receber recursos financeiros de enti-
dades ou governo estrangeiros ou de subordinação a estes. 
d) Os partidos políticos, após adquirirem personalidade jurídica, na for-
ma civil e comercial, registrarão seus estatutos no Tribunal Regional 
Eleitoral. 
QUESTÃO 30.
Ano: 2017 Banca: IBADE Órgão: Secretaria Estadual da Educação 
de Pernambuco Prova: Professor de Educação Básica - Filosofia 
Nível: Superior
Na importante obra denominada Elementos da Lei Natural e Políti-
ca, Thomas Hobbes qualifica um conjunto de faculdades as quais 
reputa como constitutivas à natureza humana (HOBBES: 2002: 93). 
Ta l conjunto compreende, portanto a(o):
a) virtude, amizade, estado civil e moral.
b) glória, temperança, esperteza e serenidade. 
c) estado de natureza, igualdade, guerra e agressividade. 
d) força do corpo, experiência, razão e paixão. 
e) pujança do espírito, densidade da alma, imaginação e glória. 
QUESTÃO 31
Ano: 2015 Banca: UFMT Órgão: DETRAM MT Prova: Analista do 
Serviço de Transito Nível: Superior
Aristóteles estabeleceu uma tipologia das formas de governo que 
se tornou clássica. Um dos critérios utilizados na classificação 
dessas formas de governo obedece à quantidade: monarquia, go-
verno de um só; aristocracia, governo de poucos; politeia, governo 
de muitos. O outro critério é de caráter axiológico: as três formas 
de governo acima podem ser boas quando visam ao bem comum 
ou corrompidas quando visam ao interesse particular.
 A partir dessas informações, marque a afirmativa correta.
a) A tirania é a forma corrompida da democracia; a monarquia é a forma 
corrompida da aristocracia; a politeia é a forma corrompida da oligar-
quia. 
21
b) A tirania é a forma de governo da monarquia; a oligarquia é a forma 
corrompida da aristocracia; a democracia é a forma de governo corrom-
pida da politeia. 
c) A politeia é a forma corrompida da aristocracia; a democracia é a 
forma corrompida da oligarquia; a tirania é a forma corrompida da mo-
narquia. 
d) A oligarquia é a forma corrompida da monarquia; a tirania é a forma 
corrompida da democracia; a aristocracia é a forma corrompida da po-
liteia. 
QUESTÃO 32
Ano: Banca: Órgão: Prova: Nível:
Montesquieu (1689 – 1755), na obra O espírito das Leis, afirma: 
“Quando os poderes legislativo e executivo ficam reunidos numa 
mesma pessoa ou instituição do Estado, a liberdade desaparece 
[...] Não haveria também liberdade se o poder judiciário se unisse 
ao executivo, o juiz poderia ter a força de um opressor. E tudo es-
taria perdido se uma mesma pessoa ou instituição do Estado exer-
cesse os três poderes: o de fazer leis, o de ordenar a sua execução 
e o de julgar os conflitos entre os cidadãos.”.
A partir dessas informações sobre a filosofia política de Montes-
quieu e a divisão que propõe do poder, é correto afirmar:
a) O poder judiciário aplica as leis; o poder legislativo cria e aprova as 
leis; o poder executivo executa normatizações e deliberações referen-
tes à administração do Estado. 
b) O poder judiciário tem força para administrar o executivo; o poder 
executivo tem força para conduzir o judiciário; o poder legislativo tem 
força para tutelar o judiciário.
c) O poder legislativo aplica as leis; o poder executivo gerencia as nor-
matizações e deliberações relacionadas à administração do Estado. O 
poder judiciário aprova as leis.
d) O poder executivo cria as leis; o poder judiciário sanciona as leis; o 
poder legislativo efetiva as leis na administração do Estado. 
QUESTÃO 33
Ano: 2015 Banca: IBFC Órgão:PM MG Prova: Professor de Educa-
ção Básica – Ensino Religioso Nível: Superior
A religião é um instrumento capaz de engendrar um campo simbó-
lico de relações de forças, inclusive de força política, que se con-
figura em diversos tipos de representações. É nisso que o poder 
simbólico da religião também se assemelha a outras modalidades 
de poder, especialmente à do poder político (BALANDIER, 1969, p. 
22
101): “[...] o sagrado é uma das dimensões do campo político”, o 
político também é uma das dimensões do campo sagrado e “a reli-
gião pode ser instrumento de poder” (BALANDIER, 1969, p. 109) e 
garantir, com isso, a legitimidade do poder político, ao passo que 
a ação política também pode servir de retaguarda para garantir 
a legitimidade religiosa. O poder simbólico da religião é tratado 
como um veículo de poder e de política, com as devidas represen-
tações do poder simbólico, como as alocuções, as orações e ou-
tros símbolos pertinentes à religião. Nesta perspectiva, apresenta 
uma espécie de dialética que engendra tal poder, mostrando uma 
tênue passagem do espaço sagrado, o templo, ao campo religioso, 
num processo que compõe o que chamamos de lócus numinoso, 
um espaço imaginário de relações de força que integra o indivíduo 
com seu espaço físico, transformando as relações e o meio social 
em que vive a partir da sua relação com o sagrado (PEREIRA, 2008, 
p. 83-84).
Analise as afirmativas a seguir:
I. A religião é um dos meios utilizados no quadro político e estra-
tégias políticas são também empregadas pela religião para exercer 
seu domínio, porque a religião, pelo fato de ser um elemento cons-
titutivo da cultura brasileira, tem esse poder de persuasão.
II. Segundo as concepções de Maquiavel: a religião é algo “útil 
para comandar os exércitos, confortar o povo, manter as pessoas 
de bem e fazer corar os maus” (2001, p. 58 apud Azevedo, 1981, p. 
88).
III. O mesmo ocorre com os representantes religiosos nas 
cerimônias civis: a interação simbólica entre essas duas categorias 
de poder reforça o poder simbólico de ambas (BALANDIER, 1969, p. 
109), estreitamente vinculadas, e que seus respectivos dinamismos 
se acham em correspondência.
IV. O poder da religião, classificado como poder simbólico, intera-
ge com outras formas de poder (BOURDIEU, 1998, p. 15).
Estão corretas as afirmativas:
a) I, II, e III, apenas.
b) II, III e IV, apenas.
c) I, II, III e IV.
d) I, e II, apenas. 
QUESTÃO 34
Ano: 2014 Banca: IESES Órgão: TRT-14 Região Prova: Analista Ju-
23
rídico Nível: Superior
Considerando o que está previsto pela Constituição da República, 
assinale a assertiva correta:
a) É vedada a utilização pelos partidos políticos de organização parami-
litar, exceto em tempo de guerra declarada pelo Presidente da Repúbli-
ca, após a autorização do Congresso Nacional.
 b) A criação de partidos políticos deverá respeitar o princípio do bipar-
tidarismo democrático
c) Os partidos políticos devem estabelecer em seus estatutos, normas 
de fidelidade partidária. 
d) É livre a criação e extinção de partidos políticos de âmbito nacional 
ou regional.
e) No âmbito estadual, os partidos políticos estão sujeitos a prestação 
de contas à Justiça dos Estados, obrigando-se nas campanhas eleito-
rais de âmbito nacional, a prestar contas ao Superior Tribunal de Justi-
ça.
QUESTÃO 35
Ano: 2015 Banca: IBFC Órgão: SEE MG Prova: Professor Educação 
Básica Nível: Superior
Os conflitos entre os indivíduos fazem parte da vida social e po-
lítica e é tarefa de todo corpo social e político (como aquilo que 
chamamos de país) encontrar um modo de vida que atenda, na 
medida do possível, os desejos de seus membros, é preciso que 
todos reconheçam a existência de:
Assinale a alternativa correta.
a) Interesse comum. 
b) Interesse próprio.
c) Falta de interesse.
d) Preferibilidade.
QUESTÃO 36
Ano: 2015 Banca: IBFC Órgão: SEE MG Prova: Professor Educação 
Básica Nível -Filosofia: Superior
A lei, em sua utilização política não pode cumprir seu papel por 
uma razão muito simples: os homens nem sempre estão dispostos 
a obedecer ao comando da lei e, por isso, é preciso assegurar, pelo 
uso da força, que a infração da lei acarretará alguma punição. A 
punição, por sua vez, não pode ficar sob encargo de um membro 
da sociedade. É preciso o estabelecimento de um poder acima dos 
indivíduos que faça a lei valer e julgue as ações ilegais. Assinale a 
alternativa que apresenta a instância do poder que deve executar 
24
essa função.
a) Os políticos.
b) Os líderes. 
c) A polícia.
d) O Estado. 
QUESTÃO 37
Ano: 2015 Banca: IBFC Órgão: SEE MG Prova: Professor Educação 
Básica - Filosofia Nível: Superior
Quanto as leis:
Analise as afirmativas abaixo, dê valores Verdadeiro (V) ou Falso 
(F).
( ) É um comano que cerceia as ações dos cidadãos;
( ) É o que garante o respeito aos direitos individuais;
( ) É um meio para que o bem comum possa ser alcançado.
( ) Ela Igualmente vincula os homens, na medida em que os comprome-
te a agir de acordo com o que deliberaram.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima 
para baixo:
a) V, F, V, V.
b) V, V, F, V.
c) V, V, V, V.
d) F, F, V, F.
QUESTÃO 38
Ano: 2015 Banca: IBFC Órgão: SEE MG Prova: Professor Educação 
Básica – Filosofia Nível: Superior
A Lei que diz respeito à ordem presente no mundo independente-
mente da vontade humana, com fundamento em uma razão univer-
sal que estabeleceria uma harmonia, uma ordenação do cosmos, e 
determinaria o curso daquilo que ocorre é:
Assinale a alternativa correta.
a) Lei positiva.
b) Lei do futuro.
c) Lei Natural.
d) Lei dos cosmos.
QUESTÃO 39
Ano: 2006 Banca: CESPE Órgão: TJ RR Prova: Agente de Proteção 
Nível: Médio 
Monarquia
Dentro da forma de governo denominada monarquia, o rei ou mo-
25
narca é o chefe de Estado. Por meio dos princípios básicos de he-
reditariedade e vitaliciedade, o poder lhe é transmitido ao longo de 
uma linha de sucessão. Há monarquias em que o chefe de Estado 
é eleito, mas recebe o título de monarca; isso é exceção, como no 
Vaticano e na Polônia nos séculos XVII e XVIII.
 
Internet: (com adaptações).
 
Tendo o texto acima como referência inicial, assinale a opção cor-
reta a respeito das formas e dos sistemas de governo.
a) A monarquia é uma forma de governo que admite mais de um tipo de 
sistema de governo. 
b) Em todas as monarquias, o rei ou monarca é chefe de Estado e de 
governo ao mesmo tempo. 
c) Em uma monarquia, o monarca é submetido à aprovação de parla-
mentares depois de apresentar seu plano de governo, mas, por meio 
de uma moção de censura, o rei poder vir a ser derrubado pelo parla-
mento..
d) Uma república, ao contrário de uma monarquia, é um sistema de 
governo no qual um representante, normalmente chamado presidente é 
escolhido para ser o chefe de Estado, podendo ou não acumular esse 
poder com o do Poder Executivo.
QUESTÃO 40
Ano: 2017 Banca: FCC Órgão: ARTESP Prova: Agente de Fiscaliza-
ção à Regularização de Transporte Nível:Médio
No sistema parlamentarista,
a) O Parlamento não poderá destituir o Gabinete (conjunto de Ministros) 
por razões exclusivamente de ordem política
b) O Poder Legislativo, representado pelo Parlamento Nacional, além 
de fazer leis, também é responsável pelo controle do governo, tomando 
posições políticas fundamentais.
c) As funções executivas serão desempenhadas por um Primeiro-minis-
tro, que poderá ou não ser escolhido pelo partido com maior represen-
tação no Poder Legislativo. 
d) Os países com sistemas parlamentares são sempre monarquias 
constitucionais, não se admitindo, no parlamentarismo, a forma de go-
verno republicana. 
e) Chefe de Estado e Chefe de Governo são cargos exercidos necessa-
riamente pela mesma pessoa.
26
QUESTÃO 41
As guerras da Revolução Francesa e de Napoleão I abalaram pro-
fundamente as monarquias e os impérios europeus. As invasões 
francesas desencadearam a resistência e despertaram a consciên-
cia das populações nos territórios ocupados. (...) Em 1815, o Con-
gresso de Viena e a Santa Aliança esforçaram-se, sem sucesso, 
para conter as reivindicações políticas e nacionais dos povos.
 
(Armelle Enders, Marieta Ferreira e Renato Franco, História em cur-
so: da Antiguidade à globalização)
 
Os autores descrevem o contexto:
a) em que se desenvolveram o sistema feudal e o reocentrismo na Eu-
ropa.
b) Responsável por golpes que implantaram ditaduras militares na Amé-
rica Latina.
c) De expansão dos regimes totalitários de esquerda e direita pela Eu-
ropa.
d) Que influenciou os movimentos de independência das colônias lati-
no-americanas.
e) Durante o qual as potências europeias fizeram a partilha da África e 
da Ásia. 
QUESTÃO 42
Ano: 2014 Banca: CONSULTEC Órgão: TRE-SC Prova: Analista Ju-
diciário Nível: Superior
Sobre o sistema normativo constitucional dos partidos políticos, 
pode-se afirmar:
a) É assegurada aos partidos políticos autonomia para definir sua es-
trutura interna, organização e funcionamento e para adotar os critérios 
de escolha e o regime de suas coligações eleitorais sem obrigatorieda-
de de vinculação entre as candidaturas em âmbito nacional, estadual, 
distrital ou municipal, devendo seus estatutos estabelecer normas de 
disciplina e fidelidade partidária
b) Os partidos políticos, após adquirirem personalidade jurídica, na for-
ma de lei civil, registrarão seus estatutos no Tribunal Regional Eleitoral.
c) Os partidos políticos têm direito a recursos do fundo partidário 
e acesso gratuito ao rádio e à televisão na forma da lei complementar.
d) É vedada a utilização pelos partidos políticos de organização parami-
litar, salvo quando subordinado à entidade estrangeira e para defesa do 
27
patrimônio ambiental.
e) É assegurada aos partidos políticos autonomia para definir sua es-
trutura interna, organização e funcionamento, devendo seus estatutos 
estabelecer normas de fidelidade e disciplina partidárias, sendo obriga-
tória a vinculação de candidaturas em âmbito nacional e estadual.
 
QUESTÃO 43
Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: SEDU-ES Prova: Professor de Histó-
ria Nível: Superior
A centralização do poder pelos reis, uma das características do 
Antigo Regime na Europa, deve ser compreendida levando-se em 
conta alguns fatores históricos importantes, entre os quais:
a) a profusão de guerras na região, acompanhada do fortalecimento 
dos exércitos e armadas dos reinos, e a centralização administrativa por 
meio de novas instituições jurídicas, como leis impostos que atendiam 
ao desenvolvimento econômico.
b) as ideias que legitimavam o absolutismo, como a teoria da origem di-
vina do poder monárquico, cunhada por Nicolau Maquiavel, e a derrota 
dos interesses das burguesias ante o fortalecimento das alianças entre 
nobrezas e reis.
c) a ausência de conflitos religiosos significativos, após a conturbada 
“idade das trevas”, garantindo certa estabilidade política aos monarcas, 
e o fim dos privilégios nobiliárquicos que resultou em menos influência 
desse setor nos assuntos do rei e do Estado. 
d) o prestígio da concepção de que deveria vigorar o “despotismo es-
clarecido” entre os governantes, na Europa, e a forçosa submissão do 
papado romano a determinados reis que aderiram à Reforma Protestan-
te e se sobrepuseram ao poder da Igreja.
e) a crise econômica das epidemias que assolaram a Europa na Idade 
Média, contribuindo para a demanda popular por um “salvador”, e o im-
pacto da Guerra dos Cem Anos, ao arrasar as tradicionais monarquias 
francesa e inglesa.
QUESTÃO 44
Ano: 2018 Banca: Consulplan Órgão: SEDUC PA Prova: Professor 
de Filosofia Nível: Superior
Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) foi um filósofo social, teóri-
co político e escritor suíço. Foi o mais popular dos filósofos que 
participaram do Iluminismo, movimento intelectual do século XVIII. 
Suas ideias influenciaram a Revolução Francesa. Em sua obra 
mais importante, ‘O Contrato Social’, desenvolveu sua concepção 
de que a soberania reside no povo.”28
(Disponível em: www.ebiografi a.com.)
Analise as afi rmativas a seguir.
I. “Há, às vezes, diferença entre a vontade de todos e a vontade 
geral: esta só atende ao interesse comum, enquanto a outra olha 
o interesse privado, e não é senão uma soma das vontades parti-
culares. Porém, tirando estas mesmas vontades, que se destroem 
entre si, resta como soma dessas diferenças a vontade geral.”
(Rousseau, 1980:32.)
PORQUE
II. “Voltaire era um autor pró-clerical, e se dedicou a muitas causas 
pelo poder da Igreja e contra os abusos do fanatismo. Ele escre-
veu muito contra a superstição e o que era então chamado de en-
tusiasmo, compreendido como a convicção de sentir-se imbuído 
de Deus ou de tarefas atribuídas por Ele. Apesar disso, Voltaire 
não era ateu. Por toda a sua vida e nos mais diversos escritos, ele 
afi rmou a existência de Deus, que sempre lhe pareceu ser a crença 
mais razoável, e parte de sua produção fi losófi ca pode ser com-
preendida a partir de questionamentos de caráter religioso.”
(Disponível em: www.gazetadopovo.com.br.)
Assinale a alternativa correta.
a) a afi rmação I é verdadeira e a II, falsa.
b) A afi rmativa I é falsa e a II, verdadeira.
c) As afi rmativas I e II são verdadeiras e a II é uma justifi cativa da I.
d) As afi rmativas I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justifi cativa 
da I.
QUESTÃO 45
Ano: 2006 Banca: CESPE Órgão: TJ RR Prova: Agente de Produção 
Nível: Médio
Poder Legislativo
O Poder Legislativo é o poder de legislar, de criar leis. No sistema 
de três poderes proposto por Montesquieu, o Poder Legislativo é 
representado pelos legisladores, homens que devem elaborar as 
29
leis que regulam o Estado. O Poder Legislativo na maioria das re-
públicas e das monarquias é constituído por um congresso, parla-
mento, assembléias ou câmaras.
 
Internet: (com adaptações).
 
Acerca do Poder Legislativo brasileiro, assinale a opção correta.
a) Cabe ao Congresso Nacional, com a sanção do presidente da Re-
pública, sustar aos atos normativos do Poder Executivo que exorbitem 
do poder regulamentar ou dos limites da delegação legislativa sem que 
isso implique ofensa ao princípio da harmonia entre os poderes, preco-
nizado por Montesquieu.
b) A garantia constitucional da imunidade parlamentar em relação às 
palavras proferidas por parlamentares no exercício e em razão do man-
dato não é um mecanismo apto a, pelo menos em tese, garantir inde-
pendência aos membros do Poder Legislativo.
c) O poder de legislar, no Brasil, é exercido, na esfera federal, dentro de 
um sistema bicameral.
d) Os legisladores ou parlamentares federais são os deputados, os se-
nadores e o presidente da República, quando este edita medida provi-
sória. 
QUESTÃO 46
Ano: 2017 Banca: CESP Órgão: Prefeitura de São Luiz Prova: Pro-
fessor de Filosofia Nível: Médio
Texto 6A3AAA
Há algum tempo eu me apercebi de que, desde meus primeiros 
anos, recebera muitas falsas opiniões como verdadeiras, e de que 
aquilo que depois eu fundei em princípios tão mal assegurados 
não podia ser senão mui duvidoso e incerto; de modo que me era 
necessário tentar seriamente, uma vez em minha vida,desfazer-me 
de todas as opiniões a que até então dera crédito, e começar tudo 
novamente desde os fundamentos, se quisesse estabelecer algo 
de firme e de constante nas ciências. Ora, não será necessário 
para tal desígnio provar que todas elas são falsas; uma vez que 
a razão já me persuade de que não devo menos cuidadosamente 
impedir-me de dar crédito às coisas que não são inteiramente cer-
tas e indubitáveis, do que às que nos parecem manifestamente ser 
falsas, o menor motivo de dúvida que eu nelas encontrar bastará 
para me levar a rejeitar todas.
R. Descartes. Meditações. São Paulo: Difel, 1962, p. 117 (com adap-
30
tações).
O projeto cartesiano que leva à descoberta de verdades científicas 
inicia-se como é relatado no texto 6A3AAA. Para Descartes:
a) A verdade os dogmas resiste ao pensamento racional.
b) O conhecimento dado pelos sentidos é a primeira conquista indubi-
tável da ciência.
c) A descoberta do cogito cartesiano é a primeira verdade certa e indu-
bitável conquistada pela razão.
d) a persuasão aportada pela razão é a primeira opinião obscura e con-
fusa aceita pelo trabalho do cogito.
d) E o trabalho da razão na ciência é auxiliado pelas verdades dadas 
pelos sentidos.
QUESTÃO 47
Ano: 2017 Banca: IBFC Órgão: SEDUC MT Prova: Professor de 
Educação Básica – Filosofia Nível: Superior
Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. No início do século XVI uma série de mudanças de grande 
porte ocorreu no mundo europeu. Tais mudanças afetaram todos 
os campos: a moral, a religião, a arte, a ciência, a Filosofia, a 
economia, a política. Todas estas mudanças estão, naturalmente, 
interligadas. São, entretanto, conhecidas por diferentes nomes. 
Assim, as mudanças profundas na estrutura religiosa iniciadas nos 
estados germânicos são conhecidas por Reforma Protestante e a 
reação a estas mudanças deu origem à Contra Reforma Católica.
II. A grande impulsão que conheceram as artes, notadamente 
na Itália, é identificada como Renascimento. Na Economia, o 
capitalismo deu seus primeiros passos, enquanto a descoberta 
e colonização da América dava origem ao sistema comercial do 
Mercantilismo. A ciência, tal como a entendemos, dá seus primei-
ros passos com Bacon e se afirma definitivamente com Newton.
III. Na política, assistimos à decadência do feudalismo e à ascensão 
dos primeiros Estados nacionais. A Filosofia liberta-se enfim do 
jugo do cristianismo que a utilizará durante mil anos como serva. 
O Discurso do Método de Descartes é um brado contra toda 
submissão à tradição e ao respeito sagrado que sempre cercará 
os textos de autores consagrados pela Igreja, como Aristóteles.
IV. Abrem-se as portas para a originalidade e a palavra de ordem 
passa a ser o “ousa Saber!” Toda essa série de mudanças implicou 
profunda e ampla caracterização da natureza humana. É nesse 
31
momento histórico que surgem as noções de “indivíduo” e de 
“sujeito”. A primeira dessas encontra lugar desde que, com o fim 
do sistema feudal e da vinculação direta do homem a terra na qual 
ele trabalha, tem início um processo de independentização dos ho-
mens e dos fortes laços que os ligavam aos senhores feudais.
Estão corretas as afirmativas:
a) I e II, apenas
b) II e III, apenas.
c) III e IV, apenas.
d) I, II e III, apenas.
e) I, II, III, IV.
QUESTÃO 48
Ano: 2017 Banca: IBADE Órgão: Secretaria de Educação de Per-
nambuco Prova: Professor de Educação Básica – Filosofia Nível: 
Superior.
Sobre o materialismo histórico, é correto afirmar que um de seus 
fundamentos principais, tal coma patenteado no Manifesto do Par-
tido Comunista (MARX & ENGElS: 2005; 40), assevera que a “His-
tória de todas as sociedades até hoje existentes é a história das:
a) formações sociais.
b) contradições essenciais.
c) modalidades de produção.
d) luta de classes.
e) Ideologias 
QUESTÃO 49
Ano: 2010 Banca: PUC-PR Órgão: Prefeitura de Curitiba Prova: 
Professor de Educação Básica: História Nível: Superior.
Segundo Perry Anderson, em seu “Linhagens do Estado Absolu-
tista”, a longa crise da economia e da sociedade europeias durante 
os séculos XIV e XV marcou as dificuldades e os limites do modo 
de produção feudal do último período da Idade Média e o resultado 
político disso foi que, no curso do século XVI, o estado absolutista 
emergiu no Ocidente.
Dessa forma, analise as assertivas abaixo:
I. As monarquias absolutas introduziram os exércitos regulares, 
uma burocracia permanente, o sistema tributário nacional, a 
codificação do direito e os primórdios de um mercado unificado.
II. O fim da servidão não significou, nesse período, o desaparecimento 
das relações feudais no campo. A relação econômica mudou, mas 
32
as relações sociais não.
III. Durante toda a fase inicial da época moderna, a classe dominante 
– econômica e politicamente – foi a mesma da época medieval: a 
aristocracia feudal.IV. A nobreza passou por profundas metamorfoses nos séculos 
que se seguiram ao fim da Idade Média: mas desde o princípio 
até o final da história do absolutismo nunca foi desalojada de seu 
domínio do poder político.
Assinale a alternativa CORRETA:
a) Apenas as assertivas I e II são verdadeiras.
b) Apenas a assertiva I é verdadeira.
c) Apenas a assertiva II é verdadeira.
d) Apenas as assertivas I, II e III são verdadeiras.
e) Todas as assertivas são verdadeiras.
QUESTÃO 50
Ano: 2015 Bancas: VUNESP Órgão: Polícia militar – São Paulo Pro-
va: Aluno Oficial Nível Médio
 “Aqui, portanto, está a complexidade, o fascínio e a tragédia de 
toda vida política. A política é composta de dois elementos – utopia 
e realidade – pertencentes a dois planos diferentes que jamais se 
encontram. Não há barreira maior ao pensamento político claro do 
que o fracasso em distinguir entre ideais, que são utopia, e institui-
ções, que são realidade. O comunista, que lançava o comunismo 
contra a democracia, pensava normalmente no comunismo como 
um ideal puro de igualdade e fraternidade, e na democracia como 
uma instituição que existia na Grã-Bretanha, França ou Estados 
Unidos, e que apresentava os interesses escusos, as desigual-
dades e a opressão inerentes a todas as instituições políticas. O 
democrata, que fazia a mesma comparação, estava de fato com-
parando um padrão ideal de democracia existente no céu, com o 
comunismo, como uma instituição existente na Rússia Soviética, 
com suas divisões de classes, suas caças aos hereges e seus 
campos de concentração. A comparação, feita, em ambos os ca-
sos, entre um ideal e uma instituição, é irrelevante e não faz senti-
do. O ideal, uma vez incorporado numa instituição, deixa de ser um 
ideal e torna-se a expressão de um interesse egoístico, que deve 
ser destruído em nome de um novo ideal. Esta constante interação 
de forças irreconciliáveis é a substância da política. Toda situação 
política contém elementos mutuamente incompatíveis de utopia e 
33
realidade, de moral e poder.”
(E. H. Carr, Vinte Anos de Crise: 1919-1939. Uma Introdução ao Es-
tudo das Relações Internacionais. Editora Universidade de Brasí-
lia, 2001)
Nesse texto, o historiador, jornalista e teórico das relações interna-
cionais britânico E. H. Carr reflete sobre a complexidade da políti-
ca. Segundo o texto:
a) o comunismo é um regime antidemocrático, desigual e contrário à 
liberdade de opinião. 
b) a democracia é uma instituição que apresenta as mesmas desigual-
dades inerentes a todas as instituições políticas.
c) o fenômeno político apresenta traços diversos, contraditórios, difíceis 
de serem distinguidos no momento da ação propriamente política.
d) tanto o comunista quanto o democrata estão certos em acreditar que 
o realismo deve se impor às utopias. 
e) os democratas e os comunistas têm razão em acreditar que a política 
é feita mais de utopia do que de realidade. 
QUESTÃO 51 
Ano: 2013 Banca: CONSUPLAN Órgão: TRE MG Prova: Analista Ju-
rídico Nível: Superior.
Texto para responder à questão.
O auge da vida democrática é o momento do voto. A democracia, 
regime em que a maioria escolhe os governantes, é também o re-
gime da igualdade, em que todos têm o mesmo valor, sejam ricos 
ou pobres, integrados ou excluídos. Por isso, tenho sustentado 
que ela é o regime mais ético que existe. Melhor dizendo, é o único 
regime que hoje podemos considerar ético. As formas de governo 
que a teoria antigamente chamava de monarquia ou aristocracia, 
considerando-as legítimas, atualmente apenas podem ser chama-
das de ditaduras. Uma ditadura, em nossos dias, é ilegítima. Só a 
democracia é legítima.
 
[...]
 
O mínimo, numa democracia, é ter dois lados opostos, divergen-
tes, mas, respeitados. Porém, se eu aplicar o modelo da Ética à Po-
lítica, entenderei que um lado é o bem, e o outro, o mal; e portanto, 
tentarei impedir “o mal” até mesmo de concorrer. Assim, foi a per-
seguição ao comunismo, no Brasil, mesmo quando não tínhamos 
uma ditadura escancarada. Assim foi a perseguição aos partidos 
liberais nos regimes comunistas. [...]
34
Há saída? O mais óbvio é: a Ética é um pré-requisito. Queremos, 
de todos os candidatos, que sejam honestos. Que não sejam an-
tiéticos. E, entre os postulantes decentes, optaremos por critérios 
políticos. [...] É preciso grandeza de espírito para sair dessa inca-
pacidade de pensar o que desejamos construir. Porque propor a 
Política é formular o futuro.
 
(Ribeiro, Renato Janine. Filosofia. Setembro de 2012. Adaptado.)
 
Ao substituir “as formas” por “a forma” em “As formas de governo 
que a teoria antigamente chamava de monarquia ou aristocracia, 
considerando-as legítimas, atualmente apenas podem ser chama-
das de ditaduras.”, torna-se adequada, de acordo com a norma cul-
ta, a seguinte alteração:
a) ... considerando-a legítima, atualmente apenas pode ser chamada 
de ditadura.
 b) ... lhe considerando legítima, atualmente apenas pode ser chamada 
de ditadura.
c) ... considerando-lhe legítima, atualmente apenas pode ser chamada 
de ditadura.
d) ... considerando à ela legítima, atualmente apenas pode ser chamada 
de ditadura.
e) ... considerando a ela legítima, atualmente apenas pode ser chamada 
de ditadura.
QUESTÃO 52
Ano: 2015 Banca: IBFC Órgão: SEE MG Prova: Professor Educação 
Básica – Filosofia Nível: Superior
A lei, em sua essência mais pura, não é um imperativo alheio à 
vontade dos cidadãos, mas deve expressar o que nessa vontade é 
comum, ela deve expressas o que Jean-Jacques Rosseau chamou 
de:
Assinale a alternativa correta.
a) Vontade individual.
b) Vontade Geral.
c) Vontade dos outros.
d) Vontade política.
35
QUESTÃO 53
A cidade-Estado grega surge enquanto ruptura com relação aos 
antigos impérios, nos quais a dimensão do exercício do pode não 
se contrapunha à esfera familiar; a originalidade da pólis grega é 
que começam a surgir diferenças e conflitos entre os grupos fami-
liares e a esfera do exercício do poder, o que faz com que se cons-
titua, propriamente, o que será reconhecido como sendo:
Assinale a alternativa correta.
a) A esfera política.
b) Partidarismo
c) Globalização
d) Força pública
QUESTÃO 54
Ano: 2014 Banca: VUNESP Órgão: Polícia Militar – SP Prova: Aluno 
Oficial Nível: Médio
 “Ora, como os pactos de confiança mútua são inválidos sempre 
que de qualquer dos lados existe receio de não cumprimento, em-
bora a origem da justiça seja a celebração dos pactos, não pode 
haver realmente injustiça antes de ser removida a causa desse 
medo; o que não pode ser feito enquanto os homens se encon-
tram na condição natural de guerra. Portanto, para que as palavras 
“justo” e “injusto” possam ter lugar, é necessária alguma espécie 
de poder coercitivo, capaz de obrigar igualmente os homens ao 
cumprimento de seus pactos, mediante o terror de algum castigo 
que seja superior ao benefício que esperam tirar do rompimento do 
pacto, e capaz de fortalecer aquela propriedade que os homens ad-
quirem por contrato mútuo, como recompensa do direito universal 
a que renunciaram. E não pode haver tal poder antes de erigir-se 
um Estado”.
(Thomas Hobbes. Leviatã: ou Matéria, Forma e Poder de um Estado 
eclesiástico e civil. São Paulo: Editora Abril Cultural, 1984)
O Leviatã de Hobbes é um livro clássico de reflexão política. Pu-
blicado durante a guerra civil inglesa, em 1651, elabora filosofica-
mente uma das teorias mais influentes do Contrato Social. O excer-
to trata da questão da justiça, que, segundo o autor:
a) está presente no estado de natureza, antes do nascimento do Esta-
do.
b) surge nas relações humanas desprovidas de temor.
c) vigora na guerra no momento da celebração de pactos.
d) é voluntariamente respeitada por homens conscientes de seus direi-
tos. 
36
e) torna-se possível somente com a instituição de um poder coercitivo 
comum a todos.
QUESTÃO 55
Ano: 2018 Banca COORPS: Órgão Unicentro Prova: Vestibular Ní-
vel: Médio
A grande maioria dos países ocidentais democráticos adotou o 
Tribunal Constitucional como mecanismo de controledos demais 
poderes. A inclusão dos Tribunais no cenário político implicou al-
terações no cálculo para a implementação de políticas públicas. O 
governo, além de negociar seu plano político com o Parlamento, 
teve que se preocupar em não infringir a Constituição. Essa nova 
arquitetura institucional prop1c1ou o desenvolvimento de um am-
biente político que viabilizou a participação do Judiciário nos pro-
cessos decisórios.
CARVALHO, E. R. Revista de Sociologia e Politica, n. 23, nov. 2004 
{adaptado).
O texto faz referência a uma importante mudança na dinâmica de 
funcionamento dos Estados contemporâneos que, no caso brasi-
leiro, teve como consequência 
a) adoção de eleições para a alta magistratura. 
b) diminuição das tensões entre os entes federativos. 
c) suspensão do princípio geral dos freios e contrapesos.
d) judicialização de questões próprias da esfera legislativa. 
e) profissionalização do quadro de funcionários da Justiça.
QUESTÃO 56
Ano: 2011 Banca: COSEAC Órgão:UFF Prova:Vestibular Nível: Mé-
dio
“Visto que, de fato, a Constituição de 1946 estabeleceu normas e 
medidas para a instalação de uma estrutura democrática no país, 
dando ensejo a uma abertura do processo político nos dezoito 
anos subsequentes, ao observador mais descuidado a redemocra-
tização pode parecer mais radical do que na realidade o foi.”
SOUZA, Maria do Carmo Campello de. Estado e Partidos Políticos 
no Brasil (1930-1964). São Paulo: Alfa-Omega, 1976, p. 105.
Com base nas afirmações contidas no texto, é possível afirmar que
a) a redemocratização iniciada em 1945 perdeu sua radicalidade por ter 
sido apenas um ritual político, vazio de efetivos partidos.
b) a redemocratização de 1945 só pôde existir em função da criação 
de três novos grandes partidos políticos, totalmente independentes de 
37
vínculos com o Estado Novo: o PSD, a UDN e o PTB.
c) o retorno do pluripartidarismo e de eleições diretas foi superposto à 
estrutura herdada do Estado Novo, marcada pelo sindicalismo corpora-
tivista e pelo sistema de interventorias.
d) a redemocratização não foi radical devido à preponderância que teve, 
junto a ela, a União Democrática Nacional (UDN), partido formado com 
o beneplácito de Vargas.
e) a hipertrofia do Poder Legislativo foi uma das consequências da re-
democratização.
QUESTÃO 57
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: Tecnólogo em Ad-
ministração Nível: Médio
O Regime de governo democrático teve origem em Atenas, na Gré-
cia antiga, conhecendo seu apogeu no século V a.C.. Comparan-
do características desse regime com o sistema político brasileiro, 
está correto afirmar que, na Atenas da Antiguidade,
a) o sufrágio era universal e o exercício do voto era direto; no Brasil 
atual, como o sistema é presidencialista, não há possibilidade de meca-
nismos de democracia direta. 
b) não havia distinção entre os poderes, e os juízes eram indicados pela 
aristocracia; no Brasil, essa distinção foi predominante, desde o período 
colonial
c) apenas as mulheres e os escravos estavam impedidos de participar 
das decisões políticas; no Brasil, as mulheres tiveram direito ao voto 
desde o início da República.
d) a democracia era direta e havia cargos ocupados por sorteio; no Bra-
sil atual, o sistema é representativo, com voto facultativo para algumas 
parcelas da população.
e) a democracia era direta e havia cargos ocupados por sorteio; no Bra-
sil atual, o sistema é representativo, com voto facultativo para algumas 
parcelas da população. 
QUESTÃO 58
Ano: 2018 Banca: FCC Órgão:CL-DF Prova: Técnico Legislativo Ní-
vel: Médio
De acordo com a Constituição Federal, a soberania popular é exer-
cida, nos termos da lei, por meio de instrumentos como:
a) o plebiscito, o referendo, a iniciativa popular e o voto direto e aberto. 
b) a iniciativa popular e o voto indireto e secreto.
c) o sufrágio universal e o voto indireto e secreto.
d) a iniciativa popular, o referendo e o voto indireto e aberto.
38
e) o plebiscito e o referendo.
QUESTÃO 59
Ano: 2015 Banca:NC-UFPR Órgão: UFPR Prova: Auxiliar Biblioteca 
Nível: Médio
Sobre o rol de direitos sociais previstos e garantidos pela Consti-
tuição Federal, assinale a alternativa que se encontra integralmen-
te correta.
a) Direito de voto, inviolabilidade da intimidade e da vida privada e 
sigilo de correspondência.
b) Saúde, direito de voto, liberdade de crença e direito de proprie-
dade.
c) Educação, dignidade da pessoa humana e direito de voto.
d) Educação, saúde, trabalho e moradia.
e) Educação, saúde, direito de propriedade e liberdade de pensa-
mento.
QUESTÃO 60
Ano: 2018 Banca: IAUPE Órgão: DESTRA-Caruaru Prova:Guarda 
Municipal Nível: Médio
Sobre os direitos políticos previstos na Constituição Federal de 
1988 – CF/88, analise a assertivas a seguir:
I. O voto no Brasil é direto e secreto.
II. O plebiscito, o referendo e a iniciativa popular são formas de 
expressão a soberania popular.
III. O alistamento eleitoral é obrigatório a partir dos 16 anos de ida-
de, todavia o voto somente se torna obrigatório para os maiores de 
dezoito anos.
IV. O voto é facultativo para os maiores de 70 anos.
Estão CORRETAS
a) I, II, III, e IV.
b) I, II e IV, apenas.
c) III e IV, apenas.
d) II e IV, apenas.
e) I e II, apenas.
39
1 2 3 4 5
B B A C D
6 7 8 9 10
E B A D B
11 12 13 14 15
E B B C C
16 17 18 19 20
A D B C A
21 22 23 24 25
C B D D C
26 27 28 29 30
D A E D D
31 32 33 34 35
B A C C A
36 37 38 39 40
D C D A B
41 42 43 44 45
D A A A C
46 47 48 49 50
C E D E C
51 52 53 54 55
A B A E D
56 57 58 59 60
C D E D B
40

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