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Prof. Paulo Adyr
Contabilidade 
para não 
contadores 
Estrutura 
conceitual da 
contabilidade
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Quem 
inventou a 
escrita?
“Em pé no museu, tentei imaginar como, numa tarde 
remota, um ancestral brilhante e anônimo registrou 
uma transação de animais domésticos desenhando 
sinais em pedaços de barro e, fazendo isto, inventou 
para as épocas futuras a arte da escrita. A escrita, 
compreendi, foi invenção não de poeta, mas de um 
CONTADOR”.
(MANGUEL, Alberto. Saques em Bagdá apagam a 
história da escrita. O Estado de São Paulo, 26-4-2003)
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Conceitos da 
Contabilidade
• O que é CONTABILIDADE?
• Qual o seu objetivo?
• Para quem ela é importante?
• Como é estruturada?
• Qual é o objeto da ciência contábil?
• Quais os componentes básicos da Contabilidade?
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“A Contabilidade é um sistema organizado, para 
registrar as transações de uma entidade, que podem 
ser expressas monetariamente e informar os reflexos 
dessas transações na situação econômica-financeira 
dessa entidade, numa data ”
Nelson Gouveia
Que é 
Contabilidade?
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Da definição do autor podemos destacar algumas 
características sobre a Contabilidade:
• Sistema organizado
• Para registro de fatos mensuráveis
• Informações sobre situação 
econômico-financeira um momento definido
Elementos do 
conceito
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Contabilidade é um sistema organizado 
• Sistema: Tem ligação com os diversos setores 
da empresa.
• Organizado: Cada setor tem sua função, mas 
encontram-se interligados no processo de 
tomada de decisão.
Sistema 
organizado
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O objetivo da Contabilidade é 
produzir informações para 
atender às necessidades de seus 
usuários.
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Usuários da Contabilidade:
• Sócios ou Proprietários
• Diretores ou Administradores
• Financiadores ou Investidores 
• Órgãos do Governo
• Clientes
• Fornecedores
• FuncionáriosUsuários
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Observe que a ordem de apresentação dos 
usuários é determinada pela importância dos 
mesmos.
Desse modo, conclui-se que o sistema coontábil 
deverá atender prioritariamente aos usuários 
internos, ou seja, da própria empresa com 
informações úteis e não ser apenas um sistema 
para apuração de tributos, atendendo apenas ao 
governo. Usuários
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Estruturação da Contabilidade:
• Coleta de dados
• Registro
• Síntese
• Análise
Estrutura
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Na estruturação do sistema contábil deve-se 
valorizar cada uma dessas fases:
• Coletar todos os dados por documentos
• Registrá-los de acordo com o método das 
partidas dobradas
• Sintetizá-los nos relatórios padronizados
• Elaborar informações mais específicas para 
cada um dos usuários internos da 
contabilidadeEstrutura
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O objeto de estudo da 
contabilidade é o patrimônio.
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Estudo do 
Patrimônio
Patrimônio
Bens + Direitos Obrigações
Ativo Passivo
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Observe que o patrimônio contábil possui duas 
partes distintas: Ativo e Passivo
Ativo é composto apenas de Bens e Direitos, ou 
seja, é a parte boa do patrimônio.
Parte que deverá apresentar ainda as seguintes 
características: ser propriedade da entidade; possui 
um valor objetivo e ainda apresentar a capacidade 
de trazer benefícios presentes ou futuros.
Exemplos: dinheiro em caixa ou no banco, móveis, 
imóveis, duplicatas a receber, veículos, máquinas e 
equipamentos.
As partes do 
patrimônio 
contábil
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Ativo
Ativo
Bens ou Direitos
Propriedades
Valor Objetivo
Benefícios presentes ou futuros
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Observe que o patrimônio contábil possui duas partes 
distintas: Ativos e Passivos. Passivo representa as obrigações 
da empresa para com terceiros (Passivo Exigível) ou para com 
os sócios (Patrimônio Líquido), ou seja, é a parte ruim do 
patrimônio.
Passivo Exigível = Capital de Terceiros = Capital Externo
Patrimônio Líquido = Capital Próprio = Capital Interno
Exemplos:
PE: fornecedores, salários a pagar, empréstimos bancários
PL: Capital Social, Reservas de Lucro ou Prejuízos 
AcumuladosPassivo
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Passivo
P = PE + PL
Passivo
Obrigações exigíveis
Capital de terceiros
Capital externo
Obrigações não exigíveis
Capital próprio
Capital interno
Passivo exigível
PE
Patrimônio líquido
PL
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Ativo = Passivo
Bens + Direitos = Obrigações exigíveis + Obrigações 
não exigíveis
Ativo = Passivo exigível + Patrimônio líquido
A = PE + PL
Aplicações = Origens
Equação 
Contábil
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Ativo = Passivo Exigível + Patrimônio Líquido
A = PE + PL
A = PE + PL
Aplicações Origens
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• Os componentes patrimoniais serão sempre 
retratados de forma equilibrada onde o ATIVO 
será sempre igual à soma do PASSIVO 
EXIGÍVEL com o PATRIMÔNIO LÍQUIDO.
• Fato comprovado pela existência da equação 
contábil: Ativo = Passivo Exigível + Patrimônio 
Líquido
• Essa equação se fundamenta ainda pela noção 
de que o total das APLICAÇÕES (Ativo) será 
sempre igual às ORIGENS (próprias - PL) ou (de 
terceiros = passivo exigível)
A = PE + PL
Demonstrações 
Financeiras
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Lei 6.404/76 - Lei 11.638/07 - Lei 11.941/09
Regulamentação Jurídica
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BP: Balanço Patrimonial
DR: Demonstração do Resultado
DLPA: Demonstração dos Lucros ou Prejuízos 
Acumulados
DMLP = Demonstraçãodas Mutações do Patrimônio 
Líquido
DFC: Demonstração dos Fluxos de Caixa*
DVA: Demonstração do Valor Adicionado (se aberta)
Notas Explicativas e outros quadros analíticos para 
esclarecimentos
*Obrigatório para todas as cias abertas ou fechadas 
com PL maior que 2 milhões de Reais.
Principais 
Demonstrações
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Esses são os relatórios padronizados que deverão 
ser publicados se retratarem o patrimônio de 
grandes empresas.
Para as demais empresas é necessário elaborar os 
seguintes relatórios: BP, DR e DLPA.
Principais 
relatórios
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Conceito de curto prazo: exercício social (12 
meses) ou período igual ao ciclo operacional 
quando esse for maior que o primeiro.
Ativo deve ser organizado segundo o grau de 
liquidez decrescente.
Balanço 
Patrimonial
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• O ciclo operacional é o tempo médio gasto pela 
entidade para desenvolver a atividade a que se propôs.
• Esse referencial (ciclo operacional) somente será usado 
para determinar o curto prazo se for maior de 12 meses.
• Algumas atividades econômicas possuem o ciclo 
operacional bastante longo. Por exemplo: fábrica de 
vinhos, de navios, de aviões, construção civil, etc.
• Gray de liquidez significa o tempo necessário para se 
obter o retorno das aplicações no Ativo.
• Desse modo, o Ativo deverá ser apresentado em grau de 
liquidez decrescente.
Organização 
do BP
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Grupo de 
contas
Ativo Passivo
Circulante Circulante
Não circulante
● Realizável a longo prazo
● Investimentos imobilizado
● Intangível
Não circulante
Patrimônio líquido
● Capital social
● Reservas de capital
● Reservas de lucros
● Ajustes de avaliação 
patrimonial
● (-) Ações em tesouraria
● (-) Prejuízos acumulados
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• Essa é a estrutura legal e atualizada do principal relatório contábil: balanço 
patrimonial.
• Ele foi dividido em duas grandes partes: ativo e passivo.
• Na organização do Ativo já se percebe o respeito pelo grau de liquidez 
decrescente, ou seja, o Ativo circulante trará retorno mais rápido que o Não 
Circulante. Esse conceito também é válido para a ordem dos subgrupos do 
ativo não circulante.
• O Ativo foi dividido em dois grupos de contas: circulante e não circulante. 
Enquanto o passivo foi dividido em três grupos: circulante, não circulante e 
patrimônio líquido.
• O Ativo não circulante foi subdividido em 4 subgrupos: realizável a longo 
prazo, investimentos, imobilizado, intangível.
Estrutura do BP
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Construído das disponibilidades, dos direitos 
realizáveis a curto prazo e das aplicações de recursos 
em despesas do exercício seguinte.
(Observe o grau de liquidez decrescente e a forma de 
apresentação das contas redutoras)
• Caixa, Banco c/c, Disponível
• Duplicatas a Receber, Clientes
• (-) PDD: provisão para devedores duvidosos
• Estoques
• Despesas Antecipadas (seguro, aluguel, juros, etc)
• Adiantamentos (viagens, 13º ou férias)
Ativo 
Circulante
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Constituído pelos direitos realizáveis a longo prazo, assim 
como os derivados de vendas, adiantamentos ou 
empréstimos a sociedades coligadas ou controladas, 
diretores, acionistas ou participantes no lucro da 
companhia, que não constituírem negócios usuais na 
exploração do objeto da companhia.
(A conta redutora deve ser apresentada logo após a conta 
à qual ela se refere.)
Ações de outras cias
• (-) PPI: provisão para perda com investimento
• Empréstimos a colicadas ou controladas
• Empréstimos a diretores ou acionistas
Ativo Não 
Circulante
Realizável a 
longo prazo
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Constituído das participações permanentes em outras 
sociedades e os direitos de qualquer natureza, não 
classificáveis no ativo circulante e que não se destinem à 
manutenção da atividade da companhia ou da empresa.
• Participações em controladas
• (-) PPIP: provisão para perda com investimentos 
permanentes
• Imóveis para aluguel
• Obras de Arte
Observação: característica mais importante desse 
subgrupo é apresentar os bens e direitos que não são 
essenciais à atividade da entidade.
Ativo não 
circulante
Investimentos
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Constituído dos direitos que tenham por objeto bens 
corpóreos destinados à manutenção da atividade da 
companhia ou da empresa ou exercidos com essa finalidade, 
inclusive os decorrentes de operações que transfiram à cia os 
benefícios, riscos e controle desses bens.
(Observe a posição das contas redutoras.)
• Imóveis em uso
• Máquinas e equipamentos
• Móveis e utensílios
• Veículos (contrato leasing)
• (-) Depreciação acumulada
• Terrenos para exploração
• (-) Exaustão acumulada
Ativo não 
circulante 
Imobilizado
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• O subgrupo Imobilizado representa a infra 
estrutura física da entidade, que em função de 
seu uso constante deverá constar no relatório o 
seu desgaste, que é denominado depreciação 
acumulada.
• Esse desgaste, ou depreciação, é calculado em 
função da vida útil contábil estimada do(s) 
bem(s).
• Quando o bem for “recursos naturais” a conta 
redutora recebe o nome de “Exaustão 
Acumulada”.
Ativo 
Imobilizado
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Constituído dos direitos que tenham por objeto bens 
incorpóreos destinados à manutenção da atividade da 
companhia ou exercidos com essa finalidade, inclusive o 
fundo de comércio adquirido.
(Observe a posição da conta redutora.)
• Fundo de comércio adquirido
• Marcas e patentes
• Software
• (-) Amortização acumulada
Observação: característica mais determinante desse 
subgrupo é o fato de que seus componentes são 
intangíveis.
Ativo Não 
Circulante
Intangível
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Constituído das obrigações a pagar no curto prazo, ou seja, 
no próximo exercício social ou ciclo operacional.
• Salários a pagar
• Fornecedores 
• Impostos a recolher
• Provisão para férias e 13º salário
• IR a pagar
• Dividendos a pagar
• Empréstimos a pagar
• Receita antecipada / Adiantamento de Clientes
Observação: Não existe uma ordem predeterminada para os 
componentes desse grupo. Teoricamente, deveriam vir 
primeiro as dívidas que deverão ser quitadas mais 
rapidamente.
Passivo 
Circulante
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Constituído das obrigações a pagar no longo prazo, 
ou seja, após o próximo exercício social ou ciclo 
operacional.
• Impostos a recolher
• Empréstimos a pagar
• Financiamentos
• Receita antecipada de vendas ou de aluguel
Passivo Não 
Circulante
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Constituído das obrigações não exigíveis, isto é, obrigações da 
entidade em relação aos sócios ou proprietários. Conhecido 
como capital próprio ou capital interno.
• Capital social
• (-) Capital a integralizar
• (-) Ações em tesouraria
• Reservas de capital
• Reservas de lucros ou
• (=) Prejuízo acululado
• Ajustes de avaliação patrimonial
Comentário: as contas “reservas de lucros” e “prejuízo 
acumulado” nunca aparecerão num mesmo relatório, pois 
são situações excludentes.
Patrimônio 
Líquido
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• Observe a ordem das contas do PL, 
principalmente as contas redutoras
• Capital a integralizar significa o quanto do 
capital registrado ainda não foi entregue à 
entidade, por isso deve vir logo após a conta 
Capital Social
• Ações em tesouraria representa o valor das 
ações da própria empresa que foram 
recompradas na Bolsa de Valores
• Aconta prejuízo acumulado relata o resultado 
negativo obtido pela entidade
PL
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Balanço patrimonial
Cia Comercial Boa Esperança - 31.12.2010 - $ milhares
Ativo 31.12.10 31.12.09 Passivo 31.12.10 31.12.09
Circulante
Disponível
Aplicação financeira
Duplicatas a receber
(-) PDD
(-) Duplicatas descontadas
Mercadorias para revenda
Prêmio de seguro
35.00
2.000
1.000
8.000
(240)
(1.500)
25.000
740
27.000
1.000
2.000
5.000
(100)
(1.000)
20.000
100
Circulante
Salários a pagar
Impostos a recolher
Fornecedores
Empréstimos bancários
Provisão férias e 13º
IR a pagar
Receita antecipada venda
21.000
200
300
14.200
2.000
600
700
3.000
14.000
300
400
9.000
1.500
300
500
2.000
Não circulantes
Realizável a longo prazo
Empréstimos aos sócios
Ações outras cias
(-) PPI
Investimentos
Participações - Controladas
(-) PPIP
Imobilizado
Imóveis
Móveis e utensílios
(-) Depreciação acumulda
Intangível
Fundo de comércio
(-) Amortização acumulada
10.000
1.200
500
800
(100)
2.000
2.500
(500)
6.400
4.000
3.000
(600)
400
500
(100)
9.000
1.000
300
700
000
1.500
1.500
000
6.000
4.000
2.000
000
500
500
000
Não circulante
Financiamentos
Impostos a recolher
Patrimônio líquido
Capital social
(-) Capital a integralizar
Reservas de capital
Reservas de lucros
(-) Ações em tesouraria
(-) Prejuízo acumulado
10.000
7.000
3.000
14.000
20.000
(8.000)
5.000
000
(1.000)
(2.000)
5.000
3.000
2.000
17.000
15.000
(5.000)
4.000
3.000
000
000
Total do ativo 45.000 36.000 Total do passivo 45.000 36.000
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• Observe os totais de cada subgrupo, que 
somados darão origem aos totais dos grupos e 
finalmente o total do Ativo e do Passivo.
• Atente para o fato de que os saldos das contas 
redutoras, que se encontram no parênteses, 
devem ser subtraídos para se encontrar o total do 
grupo ou subgrupo de contas.
• Veja que esse relatório foi elaborado em 31.12.2010, 
mas apresenta também os saldos do exercício 
anterior (2009).
• Note ainda que esse relatório está retratado em 
milhares de reais.
BP
DRE e DLPA
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• Relatório obrigatório
• Representa o resultado econômico
• Apresenta o confronto Receitas e 
Despesas segundo o princípio da 
Competência
Demonstração 
do Resultado
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• Resultado financeiro é obtido pela diferença 
entre os valores que entraram e saíram do 
Caixa num determinado período de tempo. 
Esse resultado é apresentado na DFC - 
Demonstração do Fluxo de Caixa.
• Resultado econômico é retratado na DRE e 
representa o confronto das Receitas e 
Despesas apuradas de acordo com o regime 
de competência. Desse modo, o resultado 
final da DRE não significa “dinheiro em 
Caixa”. 
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• A DRE é um relatório de forma vertical, isto é: as parcelas que são 
apresentadas nos parênteses devem ser subtraídas do valor 
apresentado anteriormente.
• O resultado final demonstrado no relatório retrata o lucro ou o 
prejuízo daquele período, apurado segundo as determinações 
legais e o regime de competência. 
• O regime de competência determina o reconhecimento da 
receita no momento de sua realização, isto é, quando o fato 
gerador dela ocorrer, independente de seu recebimento.
• O reconhecimento das despesas também deverá ser no 
momento de seu acontecimento (uso, utilização) e, portanto, 
independe de seu pagamento.
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Demonstração do Resultado - Receita Líquida
 Receita bruta
(-) Deduções:
Devoluções, cancelamentos
Descontos comerciais
Impostos inclusos no faturamento
Abatimentos
(=) Receita líquida
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• A Receita Bruta refere-se ao retorno obtido pela entidade originado do 
negócio principal. Por exemplo: receitas provenientes da venda de 
mercadorias, da venda de serviços, da venda de produtos fabricados, etc.
• Devolução significa o cancelamento de vendas.
• Descontos Comerciais são concedidos no momento da transação 
(compra ou venda) e aparecem na NF e diferem dos descontos 
financeiros, que são concedidos por recebimentos ou pagamentos 
antecipados.
• Os Impostos sobre as vendas realizadas representam uma receita do 
governo e não da empresa.
• Abatimentos representam descontos concedidos após a venda 
normalmente com o objetivo de evitar devoluções.
• Assim a Receita Líquida representa verdadeiramente a receita da 
entidade naquele período.
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Demonstração do Resultado - Lucro Bruto
(*)CMV - empresa comercial
preço de compra da mercadoria vendida, incluindo seguro e frete no momento da 
aquisição.
CPV - empresa industrial 
preço da matéria prima acrescido dos insumos e das despesas diretas da fase de 
produção (salários, manutenção e depreciação das máquinas)
CSP - empresa prestadora de serviço
preço do material e da mão de obra consumidos diretamente na prestação do serviço
Receita Líquida
(-) Custo das vendas (*)
(=) Lucro bruto
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• O custo das vendas receberá 
nomenclatura diferente de acordo com a 
atividade econômica da entidade: CMV, 
CSP ou CVP.
• O custo das vendas de uma entidade 
poderá apresentar componentes 
diferentes dos componentes desse item 
em outra empresa. 
• O Lucro bruto retratará a margem bruta 
de lucro ou de prejuízo daquele período.
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Demonstração do Resultado - Lucro Operacional
Lucro bruto
(-) Despesas operacionais
- Vendas
- Financeiras (-) Receita Financeira
- Gerais e Administrativas
- Outras despesas operacionais
(=) Lucro operacional
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• As despesas operacionais são classificadas nos 
seguintes tipos:
- Despesas de vendas são todos os gastos 
relacionados ao momento de distribuição do bem 
ou serviço vendido. Exemplos: despesas com 
comissões, propagandas, brindes, fretes sobre 
vendas.
- Despesas financeiras representam os gastos 
relativos à administração do dinheiro da entidade. 
Exemplos: IOF, juros pagos ou devidos, descontos 
financeiros concedidos. Essas despesas devem ser 
apresentadas na DR confrontadas com as receitas 
financeiras, ou seja, aquelas receitas provenientes 
de aplicações financeiras, juros recebidos, 
descontos financeiros obtidos. 
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- Despesas Gerais ou Administrativas são todos 
os gastos relacionados à estrutura 
organizacional da entidade. Exemplos: 
despesas com pessoal administrativo, de 
aluguel, de manutenção, da depreciação dos 
móveis e utensílios.
• Alguns autores questionam a classificação e o 
entendimento de que as receitas e despesas 
financeiras interfiram no resultado operacional 
da entidade. 
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Demonstração do Resultado - Lucro antes do 
Imposto de Renda - LAIR
Ganhos ou perdas obtidas pela entidade, ou seja, gastos ou retornos de 
eventos não rotineiros ou não vinculados ao negócio da entidade.
Por exemplo: ganhos ou perdas vinculados à alienação de itens do ativo 
não circulante, ou seja, lucro ou prejuízo na venda de investimentos ou 
imobilizado (veículo, máquinas e equipamentos, ações, etc)
Lucro operacional
(-) Outras despesas
(+) Outras receitas
(=) Lucro antes do Imposto de Renda
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Demonstração do Resultado - Lucro Líquido
- A base de cálculo do IR é o Lucro Real, isto é, o lucro apurado em conformidade com o 
regulamento do IR, e é demonstrado num livro próprio denominado LALUR. A fórmula para 
obter o lucro tributável é a seguinte:
 LUCRO REAL ou Tributável = LAIR (+) INCLUSÕES (-) EXCLUSÕES
- Participações representam as reduções do lucro da entidade, que são previstas no seu 
estatuto, tais como: doações e contribuições; participações para sócios beneméritos.
- A última informação da Demonstração do Resultado é o valor resultado por ação, que é 
obtido na divisão do resultado pelo número de ações. 
Lucro antes do Imposto de Renda
(-) Imposto de Renda
(=) Lucro depois do Imposto de Renda
(-) Participações
(=) Lucro Líquido
 Lucro Líquido por ação
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RECEITA BRUTA
(-) Deduções
- Impostos sobre vendas
- Devoluções
- Abatimentos
- Descontos Comerciais
= RECEITA LÍQUIDA
(-) Custo (CMV — CPV - CSP)
= LUCRO BRUTO
(-) Despesas Operacionais
- Vendas
- Financeiras (-) Receitas Financeiras
- Gerais e Administrativas
- Outras despesas operacionais
= LUCRO OPERACIONAL
LUCRO OPERACIONAL
(-) Outras despesas
(+) Outras receitas
= LAIR
(-) Imposto de Renda
(-) Contribuição Social
= LUCRO DEPOIS DO IR
(-) Participações:
- Doações e Contribuições
- Participações
= LUCRO LÍQUIDO
LUCRO LÍQUIDO POR AÇÃO
Demonstração de resultado 
Estrutura legal
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• A DLPA é o relatório onde se mostra a distribuição do resultado.
• Essa distribuição deve constar no estatuto da entidade.
• Vale ressaltar que a parcela relativa aos Dividendos a Pagar serão 
classificadas no Passivo Circulante, enquanto as reservas serão 
classificadas no Patrimônio Líquido.
• É importante lembrar que esse relatório pode ser substituído 
pela DMPL — Demonstração das Mutações do Patrimônio 
Líquido, visto que este relatório mostra todas as alterações 
ocorridas no PL e consequentemente mostrará a distribuição do 
resultado.
Regimes 
tributários
SPED
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SPED http://sped.rfb.gov.br/
http://sped.rfb.gov.br/
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Origem
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Módulos
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Abrangência 
do SPED
Contábil
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Abrangência 
do SPED
Fiscal
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Fiscal
Blocos
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NF-e
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Processos
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Conhecendo o .txt do SPED
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Os Códigos
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Códigos no txt
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Por que 
conhecer 
o SPED?
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Art. 12 - A inobservância do disposto no artigo precedente acarretará a 
imposição das seguintes penalidades:
I - multa equivalente a 0,5% (meio por cento) do valor da receita bruta da 
pessoa jurídica no período a que se refere a escrituração aos que não 
atenderem aos requisitos para a apresentação dos registros e 
respectivos arquivos; (Redação dada pela Lei nº 13.670, de 2018)
II - multa equivalente a 5% (cinco por cento) sobre o valor da operação 
correspondente, limitada a 1% (um por cento) do valor da receita bruta 
da pessoa jurídica no período a que se refere a escrituração, aos que 
omitirem ou prestarem incorretamente as informações referentes aos 
registros e respectivos arquivos; e (Redação dada pela Lei nº 13.670, de 
2018)
III - multa equivalente a 0,02% (dois centésimos por cento) por dia de 
atraso, calculada sobre a receita bruta da pessoa jurídica no período a 
que se refere a escrituração, limitada a 1% (um por cento) desta, aos que 
não cumprirem o prazo estabelecido para apresentação dos registros e 
respectivos arquivos.
Lei 8.218
29-8-1991
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2018/Lei/L13670.htm#art4
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2018/Lei/L13670.htm#art4
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Receitanet ou 
Receitanet BX
Nota Fiscal 
eletrônicaEste material é de uso exclusivo do IbiJus - Instituto Brasileiro de Direito | ©Copyright 2012-2022 www.ibijus.com
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XML x Danfe
Informações 
do XML
(Exemplos)
B25 - - Finalidade de emissão da NF-e
(Normal, devolução, ajuste, complementar, etc.)
BA02 - - Chave de acesso da NF-e referenciada
(Referência uma NF-e ou NFC-e emitida anteriormente)
F. Identificação do Local de Retirada / G. Identificação do Local de Entrega
I01. Produtos e Serviços / Declaração de Importação
I60 - - Número do Pedido de Compra
LB01 - - Número do RECOPI
EFD Fiscal
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EFD 
Contribuições
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ECD e ECF
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SPED: ECD
Legislação:
Instrução Normativa RFB nº1.774/17
Substitui:
• Livro Diário e seus auxiliares, se houver;
• Livro Razão e seus auxiliares, se houver;
• Livro Balancetes Diários, Balanços e fichas de 
lançamento comprobatórias dos assentamentos 
neles transcritos.
Obrigatoriedade:
Art. 3º Deverão apresentar a ECD as pessoas jurídicas e 
equiparadas obrigadas a manter escrituração contábil 
nos termos da legislação comercial, inclusive entidades 
imunes e isentas.
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ECF - Obrigações acessórias 
TÍTULO II
Obrigação Tributária
CAPÍTULO I
Disposições Gerais
Art. 113. A obrigação tributária é principal ou acessória.
§ 1º A obrigação principal surge com a ocorrência do fato gerador, tem por objeto o 
pagamento de tributo ou penalidade pecuniária e extingue-se juntamente com o 
crédito dela decorrente.
§ 2º A obrigação acessória decorre da legislação tributária e tem por objeto as 
prestações, positivas ou negativas, nela previstas no interesse da arrecadação ou da 
fiscalização dos tributos.
§ 3º A obrigação acessória, pelo simples fato da sua inobservância, converte-se em 
obrigação principal relativamente à penalidade pecuniária.
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Lucro 
arbitrado
Art. 148. Quando o cálculo do tributo tenha por base, 
ou tome em consideração, o valor ou o preço de bens, 
direitos, serviços ou atos jurídicos, a autoridade 
lançadora, mediante processo regular, arbitrará aquele 
valor ou preço, sempre que sejam omissos ou não 
mereçam fé as declarações ou os esclarecimentos 
prestados, ou os documentos expedidos pelo sujeito 
passivo ou pelo terceiro legalmente obrigado, 
ressalvada, em caso de contestação, avaliação 
contraditória, administrativa ou judicial.
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Súmula 76/TFR - 19/03/1981 - 
Tributário. Imposto de Renda. Hipótese de 
desclassificação da escrita contábil.
“Em tema de Imposto de Renda, a desclassificação 
da escrita somente se legitima na ausência de 
elementos concretos que permitam a apuração do 
lucro real da empresa, não a justificando simples 
atraso na escrita.”
TFR
Retificação da 
DCTF e 
Elaboração do 
PERD/COMP
Habilitação de 
crédito
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Habilitação de 
crédito 
(sentença 
transitada em 
julgado) na RFB
Instrução Normativa 
RFB nº 2.055, 
de 6 de dezembro de 2021
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CAPÍTULO VI
DA COMPENSAÇÃO DE CRÉDITOS DECORRENTES DE DECISÃO JUDICIAL 
TRANSITADA EM JULGADO
Art. 100. A compensação de créditos decorrentes de decisão judicial 
transitada em julgado dar-se-á na forma prevista nesta Instrução Normativa, 
salvo se a decisão dispuser de forma diversa.
Art. 101. É vedada a compensação do crédito do sujeito passivo para com a 
Fazenda Nacional, objeto de discussão judicial, antes do trânsito em julgado 
da respectiva decisão judicial.
Parágrafo único. Não poderão ser objeto de compensação os créditos 
relativos a títulos judiciais já executados perante o Poder Judiciário, com ou 
sem emissão de precatório.
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Art. 102. Na hipótese de crédito decorrente de decisão judicial transitada 
em julgado, a declaração de compensação será recepcionada pela RFB 
somente depois de prévia habilitação do crédito pela Delegacia da 
Receita Federal do Brasil (DRF) ou pela Delegacia Especial da RFB com 
jurisdição sobre o domicílio tributário do sujeito passivo.
§ 1º A habilitação de que trata o caput será obtida mediantepedido do 
sujeito passivo, formalizado em processo administrativo instruído com:
I - o formulário Pedido de Habilitação de Crédito Decorrente de Decisão 
Judicial Transitada em Julgado, constante do Anexo V desta Instrução 
Normativa;
II - certidão de inteiro teor do processo, expedida pela Justiça Federal;
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Instrução normativa RFB nº 2.055, de 06-12-2021
III - na hipótese em que o crédito esteja amparado em título judicial passível 
de execução, cópia da decisão que homologou a desistência da execução do 
título judicial, pelo Poder Judiciário, e a assunção de todas as custas e 
honorários advocatícios referentes ao processo de execução, ou cópia da 
declaração pessoal de inexecução do título judicial protocolada na Justiça 
Federal e certidão judicial que a ateste;
IV - cópia do contrato social ou do estatuto da pessoa jurídica acompanhada, 
conforme o caso, da última alteração contratual em que houve mudança da 
administração ou da ata da assembleia que elegeu a diretoria;
V - cópia dos atos correspondentes aos eventos de cisão, incorporação ou 
fusão, se for o caso;
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VI - na hipótese de pedido de habilitação do crédito formulado por 
representante legal do sujeito passivo, cópia do documento comprobatório da 
representação legal e do documento de identidade do representante; e
VII - na hipótese de pedido de habilitação formulado por mandatário do sujeito 
passivo, procuração conferida por instrumento público ou particular e cópia do 
documento de identidade do outorgado.
§ 2º Se for constatada irregularidade ou insuficiência de informações 
necessárias à habilitação, o requerente será intimado a regularizar as 
pendências no prazo de até 30 (trinta) dias, contado da data da ciência da 
intimação.
§ 3º O despacho decisório sobre o pedido de habilitação será proferido no prazo 
de até 30 (trinta) dias, contado da data da protocolização do pedido ou da 
regularização das pendências a que se refere o § 2º. [nº despacho]
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Planilha de créditos
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