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UNIBTA
PROJETO MULTIDISCIPLINAR IV
AGRONOMIA
Aluna: Mariana Gonçalves Carneiro Leite
Cristalina, Goiás, 28 de dezembro de 2024.
1ª etapa do Projeto Multidisciplinar: prática em campo
INTRODUÇÃO
Importância dos solos, propriedades dos solos e a amostragem e coleta de solos e como estas podem contribuir para as atividades agropecuárias.
O solo corresponde a camada superficial da crosta terrestre, sendo muito importante para o desenvolvimento da vida na terra, visto que dele retiramos os alimentos necessários para nossa sobrevivência. O solo é um complexo composto de minerais e matéria orgânica oriundo de um lento processo decorrente da degradação de rochas e da decomposição de diversos animais e plantas.
Note que utilizamos o solo não somente para a produção da alimentação, mas também como matéria prima para diversas construções. Na vida humana, o solo participa quase que inteiramente pois dele retiramos os alimentos necessários para nossa sobrevivência. Para os animais, tanto quanto para os seres humanos, o solo é um recurso muito importante de desenvolvimento, pois é dele que eles retiram os alimentos para sobreviverem. O solo é fundamental na composição do ecossistema terrestre, pois é dele que as plantas retiram todos os nutrientes necessários para se desenvolverem.
O tipo de solo é muito importante para as plantações e o desenvolvimento da agricultura. Nesse sentido, não são todos os solos que auxiliam na reprodução de plantas. Isso porque há solos pobres de nutrientes, os quais impedem o desenvolvimento da flora. Além disso, utilizamos esse recurso na construção civil, ou seja, na construção de casas, edifícios, dentre outros. O solo possui importantes funções, desde o armazenamento e escoamento e infiltração da água na superfície, sendo um componente fundamental para o desenvolvimento de diversos ecossistemas. 
DESENVOLVIMENTO
Foram necessários os materiais que são necessários para a coleta da amostra de solo, como o trado de rosca, por riscos também foi levado pá de corte e enxadão, balde plástico e saco plástico. O balde plástico é utilizado para que as amostras simples sejam colocadas e homogeneizadas.
A área escolhida foi onde faz o cultivo de soja na fazenda Larguinha situada na cidade de Cristalina Goiás. A intensidade de uso da área e os sistemas de cultivo adotados determinam a frequência de amostragem do solo. Em propriedades que fazem duas safras, ocorre maior exportação de nutrientes. O ideal é que o produtor realize as análises de solo todos os anos, evitando a falta ou o excesso de aplicação de fertilizantes, o que pode onerar a atividade.
Com o auxílio de um trado realizou-se a coleta de 4 pontos por grupo, colocando estas em um balde plástico, ao final homogeneizou-se todo o solo contido no recipiente e retirou-se uma amostra composto de cerca de 500 gramas, identificou-se o saco plástico. 
 
CONCLUSÃO
É de suma importância que a amostragem de solo seja realizada adequadamente, com todos os cuidados cabíveis, pois os métodos utilizados para determinar os resultados em laboratórios não corrigem os erros causados no campo. A amostra do solo deve ser representativa, pois esta refletirá nas análises laboratoriais as características que o solo possui. Estas características serão interpretadas e posteriormente será realizada a recomendação de correção de acidez e aplicação de fertilizantes.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CANTARUTTI, B. R. et al. Amostragem do solo. Disponível em: . Acesso em: 22 set. 2016. 
IAPAR. Amostragem de solo para análise química: plantio direto e convencional,
culturas perenes, várzeas, pastagens e capineiras. Disponível em: . Acesso em 22 set. 2016. 
2ª etapa do Projeto Multidisciplinar: experimentos nos laboratórios virtuais
O processo de medição de pH envolve geralmente o uso de soluções tampão com PHs conhecidos e que servem de referência para calibração dos pHmetros. De acordo com a teoria, o que caracteriza uma solução tampão é: 
 
A) capacidade de manter o valor do pH quando ácidos ou bases são adicionados à solução; 
Explicação: As soluções tampão tem a capa cidade de manter o pH mesmo quando substâncias com pH diferente são adicionadas. 
 
B) capacidade de neutralizar outras soluções; 
Explicação: A característica das soluções tampão não está associada a nenhum poder neutralizador. 
 
C) capacidade de tornar ácidas as demais soluções. 
Explicação: A característica das soluções tampão não está associada ao seu nível de acidez. 
 
 
1. Os equipamentos de proteção individual (EPI’s ) visam proteger o usuário contra riscos à saúde e/ou segurança durante os experimentos. Dos EPI’s listados abaixo, qual deles não são utilizados na prática de medição do pH do suco de laranja? 
 
A) Luvas; 
Explicação: As luvas são utilizadas no experimento. 
 
B) Jaleco; 
Explicação: O jaleco é um item essencial em toda prática laboratorial e, portanto, é utilizado neste experimento. 
 
C) Máscara. 
Explicação: Como neste experimento não são produzidos nem manipulados gases tóxicos, não há a necessidade do uso de máscaras. 
 
2. No experimento realizado, você utilizou duas diferentes soluções tampão para calibrar o pHmetro. Qual dos valores abaixo indica o pH das soluções utilizadas? 
 
A) 4 e 10; 
Explicação: Não houve calibração do pH para soluções alcalinas. 
 
B) 4 e 7; 
Explicação: Considerando que o suco de laranja tem geralmente um caráter ácido, o pHmetro foi calibrado com soluções de pH ácido (4) e n eutro (7). 
 
C) 7 e 10. 
Explicação: Não houve calibração do pH para soluções alcalinas. 
 
3. Durante o procedimento experimental de calibração do pH metro recomenda -s e a limpeza do elétrodo. Qual das afirmativas abaixo melhor explica o porquê desta limpeza? 
 
Explicação: A limpeza dos elétrodos evita que sujeiras e demais contaminantes possam alterar a sensibilidade do medidor, resultando em erros de medição. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Meu Artigo: Canal colaborativo de conteúdos do Brasil Escola
3ª etapa do projeto: visitas técnicas
1ª visita técnica: Propriedade agrícola - manejo de solo
A base de toda a produção agrícola é o solo, o qual não se restringe apenas às suas partículas minerais (areia, silte e argila), mas inclui também organismos vivos, matéria orgânica, água e ar. O manejo do solo, a proteção e o uso do solo devem se basear, primeiramente, no seu potencial produtivo. 
Para um manejo adequado do solo, é necessário considerar suas propriedades físicas (aeração, retenção de água, compactação, estruturação), químicas (reação do solo, disponibilidade de nutrientes, interações entre estes) e biológicas (teor de matéria orgânica, respiração, biomassa de carbono, biomassa de nitrogênio, taxa de colonização e espécies de microrganismos).
O equilíbrio dentre esses fatores reflete no potencial produtivo e na sustentabilidade agrícola. O equilíbrio natural existente entre solo, vegetação, clima e relevo é alterado quando o homem introduz nesse processo práticas de cultivo. Por isso, o manejo é fundamental. O manejo do solo envolve todas as práticas utilizadas no solo para a produção agrícola, como práticas culturais, operações de cultivo, práticas de adubação e correção de acidez do solo.
Ela envolve um conjunto de ações que devem ser realizadas nunca de forma isolada, a fim de garantir a melhoria da qualidade do solo. Podemos dividi-las em três pilares de manejo: físico, químico e biológico.
A taxa de infiltração de água no solo, o escoamento superficial, a drenagem e a erosão são processos diretamente afetados por características físicas do solo.
Para manejar corretamente atributos físicos do solo, precisamos avaliar e conhecer alguns indicadores e sua interferência no sistema produtivo.
No Brasil, os solos são classificados como arenosos, siltosos e argilosos.Solos arenosos apresentam aproximadamente 70% de materiais com granulometria mediana (0,05 a 2 mm), caracterizada como areia. Devido a essa composição, esses solos exibem alta porosidade e absorvem água com maior facilidade. No entanto, são considerados pouco férteis tanto química quanto fisicamente, demonstrando baixo teor de matéria orgânica e elevada acidez (baixo pH). Além disso, são altamente propensos a processos erosivos, sendo comuns em regiões de clima semiárido. 
Já os solos argilosos apresentam em 30% de sua composição uma textura muito fina (são ideais para áreas urbanas e locais com recursos hídricos limitados, permitindo o cultivo de hortaliças em espaços verticais, paredes, tetos e até mesmo em ambientes internos, como restaurantes e supermercados.
3. Automação e robótica
A automação e a robótica estão sendo cada vez mais integradas às operações olerícolas, desde a semeadura e o transplante até a colheita e o processamento.
Robôs e máquinas automatizadas podem realizar tarefas repetitivas com maior precisão e eficiência do que os trabalhadores humanos, reduzindo os custos de mão de obra e aumentando a produtividade.
4. Sensoriamento remoto e internet das coisas (IoT)
O sensoriamento remoto e a IoT estão sendo utilizados na olericultura para monitorar as condições ambientais, como temperatura, umidade do solo, qualidade da água e presença de pragas e doenças.
Esses dados são coletados em tempo real por sensores instalados em campo e transmitidos para sistemas de gerenciamento agrícola baseados na nuvem, permitindo que os produtores tomem decisões informadas e em tempo hábil para otimizar o cultivo e minimizar os riscos.
5. Genômica e melhoramento vegetal
Avanços na genômica e no melhoramento vegetal estão acelerando o desenvolvimento de variedades de hortaliças com características desejáveis, como resistência a doenças, tolerância a estresses ambientais, maior teor de nutrientes e melhor qualidade pós-colheita.
Essas variedades melhoradas ajudam os produtores a aumentar a produtividade e a qualidade dos cultivos, reduzindo a dependência de defensivos agrícolas e fertilizantes químicos.
Qual é a rota das hortaliças até a mesa da sua casa?
Você já se perguntou como aquela alface crocante ou aquela cenoura suculenta chegam até sua mesa? A jornada das hortaliças do campo até o seu prato é uma história de cuidado, dedicação e precisão, envolvendo uma série de etapas cruciais que garantem a qualidade e a frescura dos alimentos que você consome diariamente.
Preparação do solo e plantio
Tudo começa com a preparação do solo, onde os agricultores selecionam cuidadosamente as melhores áreas para o cultivo das hortaliças. O solo é arado, fertilizado e preparado para receber as sementes ou mudas das plantas.
Dependendo da variedade da hortaliça, o plantio pode ser realizado manualmente ou por meio de máquinas especializadas, garantindo o espaçamento adequado e o desenvolvimento saudável das plantas desde o início.
Cultivo e manejo
Com as hortaliças devidamente plantadas, os agricultores dedicam-se ao cultivo e ao manejo das plantas, garantindo que recebam os cuidados necessários para crescerem vigorosas e saudáveis.
Isso inclui práticas como irrigação adequada, controle de ervas daninhas, proteção contra pragas e doenças, e, em alguns casos, o uso de técnicas de agricultura orgânica ou sustentável para promover um ambiente de cultivo mais equilibrado e saudável.
Colheita e seleção
Quando as hortaliças atingem o ponto ideal de maturação, é hora da colheita. Os agricultores utilizam técnicas específicas para colher as hortaliças com o máximo cuidado, garantindo que cheguem até o consumidor em perfeitas condições.
Após a colheita, as hortaliças passam por um processo de seleção, onde são classificadas e inspecionadas para garantir a qualidade e a segurança alimentar.
Armazenamento e embalagem
Uma vez selecionadas, as hortaliças são preparadas para o armazenamento e embalagem. Dependendo da variedade e do destino final, as hortaliças podem ser embaladas a granel ou em embalagens individuais, garantindo sua proteção durante o transporte e armazenamento.
Em algumas situações, as hortaliças podem passar por processos de refrigeração ou conservação para prolongar sua vida útil e manter sua frescura por mais tempo.
Distribuição e comercialização
Finalmente, as hortaliças estão prontas para serem distribuídas e comercializadas. Elas são transportadas para mercados locais, feiras, supermercados ou até mesmo diretamente para os consumidores por meio de sistemas de entrega.
Durante esse processo, é fundamental manter as condições ideais de temperatura e umidade para preservar a qualidade e a frescura das hortaliças até chegarem à mesa do consumidor.
Preparo e consumo
E, finalmente, chega o momento tão esperado: o preparo e consumo das hortaliças frescas. Em casa, os consumidores lavam, cortam e preparam as hortaliças de acordo com suas preferências, incorporando-as em uma variedade de receitas deliciosas e saudáveis.
Desde saladas frescas até pratos quentes e acompanhamentos, as hortaliças são a estrela de muitas refeições, proporcionando sabor, nutrição e saúde para toda a família.
Essa é a jornada fascinante das hortaliças do campo até a sua mesa, uma história de cuidado, dedicação e amor pela agricultura que nos conecta com a terra e com os alimentos que nos nutrem diariamente.
Descubra as possibilidades de carreira na Olericultura
A agricultura é um campo vasto e diversificado, oferecendo uma ampla gama de oportunidades profissionais para aqueles que desejam trabalhar com o cultivo de hortaliças.
Seja você um agricultor experiente, um jovem empreendedor ou alguém em busca de uma nova carreira, a olericultura apresenta inúmeras oportunidades para crescer, aprender e prosperar no campo.
Vamos ver algumas das possibilidades de carreira disponíveis para trabalhadores do campo na olericultura:
Produtor familiar
Para aqueles que valorizam a vida no campo e desejam manter as tradições da agricultura familiar, tornar-se um produtor de hortaliças pode ser uma opção gratificante.
Cultivar uma variedade de hortaliças em pequenas propriedades rurais, vendendo diretamente para consumidores locais em feiras, mercados ou através de programas de assinatura de cestas orgânicas.
Agricultor orgânico
Com o aumento da demanda por alimentos orgânicos e sustentáveis, há uma crescente oportunidade para agricultores orgânicos que desejam cultivar hortaliças sem o uso de produtos químicos sintéticos.
Trabalhar em fazendas orgânicas certificadas, seguindo práticas agrícolas regenerativas que promovem a saúde do solo, biodiversidade e resiliência ambiental.
Técnico agrícola
Para aqueles com interesse em ciência agrícola e tecnologia, tornar-se um técnico agrícola pode ser uma opção emocionante.
Trabalhar em laboratórios de pesquisa, empresas de tecnologia agrícola ou instituições acadêmicas para desenvolver novas variedades de hortaliças, melhorar técnicas de cultivo e promover a inovação no campo.
Gestor de produção
Para profissionais com habilidades em gestão e administração, uma carreira como gestor de produção em uma fazenda comercial pode oferecer oportunidades de liderança e crescimento.
Supervisionar as operações diárias, gerenciar equipes de trabalho, planejar cultivos e otimizar processos para garantir a eficiência e o sucesso da produção de hortaliças.
Consultor agrícola
Compartilhar conhecimento e experiência como consultor agrícola pode ser uma opção gratificante para profissionais experientes que desejam ajudar outros agricultores a alcançarem o sucesso.
Prestar consultoria em áreas como manejo de culturas, controle de pragas e doenças, gestão de recursos naturais e implementação de práticas agrícolas sustentáveis.
Educador ou extensionista rural
Para aqueles apaixonados por educação e extensão rural, uma carreira como educador ou extensionista pode oferecer a oportunidade de capacitar agricultores e comunidades rurais através de programas de treinamento, workshops e eventos educacionais.
Compartilhar conhecimentos sobre olericultura, promover boas práticas agrícolas e incentivar o desenvolvimento rural sustentável.
Essas são apenas algumas das muitas oportunidades profissionais disponíveis para trabalhadores do campo na olericultura. Seja qual for o seu interesse ou habilidade, há um papel para você desempenhar na emocionante e gratificante indústria agrícola, contribuindo para a produção de alimentos saudáveis, sustentáveis e nutritivos para as comunidades locais e além.
3ª visita técnica: Propriedade agrícola - produção e manejo de frutíferasLichia
O primeiro passo para plantar lichia é ter um vaso compatível com o porte dessa espécie. Indicamos os de 40 litros ou mais, para que ela se desenvolva bem. Lembre-se de posicionar o vaso em um local que receba muita luz solar. A lichia precisa de 4 horas diárias de luz solar direta. O plantio deve ser feito quando o clima estiver úmido. O ideal é que a planta passe por um clima seco e frio antes de entrar no período de florescimento. A frequência de regas também merece atenção: é importante não esquecê-las! 
A terra não pode ficar seca. Outro ponto de atenção são as adubações, que influenciam no sabor dos frutos e devem ser feitas a cada 3 meses. Além disso, a fruta é originária da China, tem casca rugosa, polpa suculenta e sabor que lembra o da uva Itália, a lichia também é uma fruta exótica que fascina qualquer pessoa por sua forma e coloração.
A fruta é cheia de muita vitaminas, minerais, antioxidantes e fitoquímicos que combatem muitas infecções e são responsáveis por fortalecer nosso sistema imunológico. Somado a isto, essa deliciosa frutinha já ganhou o coração, ou melhor o estômago, de muitos brasileiros.
Fotos das visitas técnicas:
 Análise de solo na palhada.
 Muda de Lichia - Fazenda Larguinha em Cristalina-GO.
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