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POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE DA PESSOA IDOSA- ATIVIDADE PARTE 1- PROFA REGINA RIBEIRO 1. Qual é o princípio fundamental do SUS, conforme a Constituição de 1988? A) Gratuidade para todos os serviços de saúde. B) Exclusividade no atendimento a pessoas idosas. C) Descentralização e participação comunitária. D) Acesso universal e equânime a ações e serviços de saúde. E) Atendimento prioritário a mulheres e crianças. 2. A Lei Orgânica da Saúde nº 8.080/90 estabelece que o SUS deve ser organizado de forma a priorizar a: A) Centralização dos serviços de saúde. B) Integralidade da atenção e controle social. C) Exclusão de serviços privados de saúde. D) Participação de ONGs na gestão dos serviços. E) Atendimento exclusivo em áreas urbanas. 3. O Estatuto do Idoso, sancionado em 2003, ampliou a resposta do Estado às necessidades da população idosa, mas não trouxe: A) Direitos sociais para os idosos. B) Instrumentos de financiamento das ações propostas. C) Participação ativa dos idosos na sociedade. D) Garantias de acesso prioritário aos serviços de saúde. E) Acesso a medicamentos gratuitos. 4. O que motivou a criação do Programa de Saúde da Família (PSF) em 1994? A) A necessidade de ampliar o atendimento hospitalar. B) A reorganização da prática assistencial e a humanização dos serviços. C) A privatização do sistema de saúde. D) A exclusão de grupos vulneráveis do sistema de saúde. E) A redução de custos operacionais. 5. Qual é a principal meta da Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa? A) Oferecer atendimento exclusivo para idosos em hospitais. B) Promover a autonomia e a independência dos idosos. C) Criar abrigos para todos os idosos em situação de vulnerabilidade. D) Garantir que todos os idosos tenham acesso a medicamentos gratuitos. E) Desenvolver atividades recreativas para idosos em todas as regiões. 6. A Portaria Ministerial nº 1.395, de 1999, é conhecida por: A) Estabelecer a Política Nacional de Saúde do Idoso. B) Regular o atendimento exclusivo em áreas urbanas. C) Excluir pessoas com mais de 80 anos do SUS. D) Priorizar a saúde infantil em detrimento da saúde do idoso. E) Criar centros especializados para atendimento de idosos somente em capitais. 7. A publicação do Pacto pela Vida em 2006 incluiu a saúde do idoso como uma das prioridades. Isso representa: A) A exclusão dos idosos do atendimento primário. B) Um retrocesso na política de saúde brasileira. C) Um avanço importante no reconhecimento das necessidades da população idosa. D) A eliminação de recursos para cuidados de longa duração. E) A substituição do SUS por um sistema privado de saúde. 8. A criação das Redes Estaduais de Assistência à Saúde do Idoso em 2002 visava: A) Excluir os idosos do atendimento hospitalar. B) Concentrar todos os serviços de saúde em grandes centros urbanos. C) Promover uma estrutura de suporte qualificado entre a alta hospitalar e o domicílio. D) Limitar o acesso dos idosos ao SUS. E) Eliminar a participação da família no cuidado ao idoso. 9. O conceito de envelhecimento ativo e saudável, segundo a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa, envolve: A) Redução do acesso a serviços preventivos de saúde. B) Dependência funcional em todos os idosos. C) Manutenção da capacidade funcional e da autonomia. D) Exclusão social e isolamento dos idosos. E) Aumento da mortalidade entre os idosos. 10. Um dos desafios enfrentados pelo SUS em relação ao envelhecimento populacional é: A) A falta de profissionais qualificados para o cuidado aos idosos. B) A exclusão de idosos dos serviços de saúde. C) A negação dos direitos dos idosos à saúde. D) A centralização dos serviços de saúde em áreas rurais. E) A restrição de recursos para a saúde infantil. POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE DA PESSOA IDOSA- ATIVIDADE PARTE 2- PROFA REGINA RIBEIRO 1. Uma das diretrizes principais na atenção à saúde da pessoa idosa segundo a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa: a) Concentração de serviços de saúde em áreas urbanas. b) Priorizar o atendimento emergencial sobre o preventivo. c) Estimular a autonomia e independência da pessoa idosa. d) Focar exclusivamente em doenças crônicas. e) Promover a hospitalização frequente dos idosos. 2. Qual das seguintes ações é uma prioridade na promoção da saúde da pessoa idosa? a) Estímulo ao sedentarismo para evitar quedas. b) Implementação de programas de nutrição balanceada e hábitos de vida saudáveis. c) Incentivo ao isolamento social para proteger os idosos. d) Limitação do acesso a serviços de saúde para controle de custos. e) Foco exclusivo em tratamentos médicos curativos. 3. É a melhor abordagem para lidar com a saúde mental da pessoa idosa: a) Evitar diagnósticos para não alarmar a pessoa idosa. b) Realizar ações grupais integradoras que incluam avaliação, diagnóstico e tratamento. c) Focar apenas em doenças físicas e ignorar a saúde mental. d) Tratar todos os idosos como se fossem incapazes de tomar decisões. e) Isolar o idoso para evitar o agravamento dos sintomas. Resposta: b) Realizar ações grupais integradoras que incluam avaliação, diagnóstico e tratamento. Comentário: A saúde mental é parte integral da saúde geral e deve ser abordada de forma integrada, com foco no diagnóstico e tratamento adequados. 4. A intersetorialidade na atenção à saúde da pessoa idosa visa: a) Concentrar os serviços em um único setor para maior controle. b) Evitar parcerias com outros setores para manter a independência do SUS. c) Integrar ações entre diferentes setores para evitar duplicidade e corrigir distorções. d) Focar exclusivamente em ações curativas em vez de preventivas. e) Limitar o envolvimento da comunidade nas decisões de saúde. 5. No modelo de atenção à saúde da pessoa idosa, a reabilitação visa: a) Garantir que todos os idosos sejam hospitalizados periodicamente. b) Promover o declínio funcional para facilitar o controle médico. c) Recuperar a máxima autonomia funcional e prevenir o declínio funcional. d) Focar exclusivamente no tratamento de doenças terminais. e) Evitar qualquer tipo de intervenção para não causar desconforto. 6. A abordagem preventiva na atenção à saúde da pessoa idosa: a) É menos importante do que as intervenções curativas. b) Deve ser evitada para não sobrecarregar os sistemas de saúde. c) É preferível às intervenções curativas tardias. d) Deve focar exclusivamente em doenças crônicas. e) Ignora a importância da saúde mental. 7. O reconhecimento da rede de suporte social na saúde da pessoa idosa é importante porque: a) Facilita a institucionalização dos idosos. b) Ajuda a prevenir e detectar o cansaço dos cuidadores. c) Promove o isolamento social da pessoa idosa. d) Substitui a necessidade de cuidados médicos profissionais. e) Desconsidera as necessidades da família. Resposta: b) Ajuda a prevenir e detectar o cansaço dos cuidadores. Comentário: Reconhecer a rede de suporte social é essencial para proporcionar suporte adequado tanto ao idoso quanto aos cuidadores, prevenindo a exaustão. 8. A inclusão da pessoa idosa em atividades sociais é importante porque: a) Aumenta a dependência dos serviços de saúde. b) Fomenta a independência e promove a saúde mental. c) Deve ser evitada para reduzir o risco de acidentes. d) Não tem impacto significativo na qualidade de vida. e) Deixa os idosos mais suscetíveis a doenças. 9. Qual é uma estratégia eficaz para melhorar a atenção à saúde da pessoa idosa? a) Ignorar as preferências dos idosos e focar apenas nos protocolos médicos. b) Implementar avaliação funcional e psicossocial na atenção básica. c) Concentrar todos os cuidados no ambiente hospitalar. d) Restringir o acesso dos idosos aos programas de saúde para reduzir custos. e) Focar exclusivamente na prescrição de medicamentos. 10. A articulação entre o Sistema Único demétodo diagnóstico eficaz, com alta sensibilidade e especificidade, sendo útil para complementar a radiografia de tórax, especialmente em casos de difícil interpretação ou com suspeitas de complicações. Qual método diagnóstico apresenta maior sensibilidade na avaliação de pneumonia em idosos? a. Radiografia de tórax b. Ultrassonografia point of care c. Exame físico detalhado d. Hemograma completo e. Teste de função pulmonar Questão 7. No manejo ambulatorial de pacientes com pneumonia, a realização de culturas de escarro e hemoculturas não é recomendada de forma rotineira. Essas culturas são mais indicadas em casos hospitalizados, onde há maior gravidade, para identificar agentes etiológicos e orientar a antibioticoterapia. O foco principal no ambiente ambulatorial é o tratamento empírico baseado na apresentação clínica e na avaliação inicial do paciente. Qual é a recomendação para coleta de culturas de escarro e hemoculturas em pacientes com pneumonia em ambiente ambulatorial? a. Realizar apenas em pacientes idosos. b. Coletar apenas culturas de escarro. c. Coletar ambas se houver suspeita de coinfecção bacteriana. d. Não são recomendadas rotineiramente. e. Realizar hemocultura em todos os casos. Questão 8. A procalcitonina é um biomarcador que se eleva em resposta a estímulos bacterianos e possui boa especificidade para infecções bacterianas. Sua utilização no manejo da pneumonia auxilia na avaliação da gravidade da infecção e na tomada de decisões quanto ao uso e à duração da antibioticoterapia. Apesar disso, a terapia empírica deve ser iniciada com base na suspeita clínica, independentemente dos valores da procalcitonina. Qual é a função do biomarcador procalcitonina no manejo da pneumonia? a. Diagnosticar exclusivamente infecções virais. b. Indicar a necessidade de internação hospitalar. c. Avaliar infecções bacterianas e auxiliar no uso racional de antibióticos. d. Determinar a duração do tratamento com antivirais. e. Excluir a necessidade de antibioticoterapia empírica. Questão 9. Estudos recentes indicam que a antibioticoterapia para pneumonia pode ser suspensa com segurança em determinados dias, desde que o paciente esteja afebril e em melhora clínica por pelo menos 48 horas. Essa abordagem reduz o risco de efeitos adversos e a resistência antimicrobiana, destacando a importância do acompanhamento criterioso durante o tratamento. Por quanto tempo, em geral, é recomendada a duração da antibioticoterapia para pneumonia, desde que o paciente esteja afebril e em melhora clínica? a. 3 a 5 dias. b. 5 a 7 dias. c. 7 a 10 dias. d. 10 a 14 dias. e. 14 a 21 dias. Questão 10. A vacinação é uma estratégia eficaz na prevenção de pneumonia, especialmente em populações vulneráveis, como idosos. A vacinação de um imunobiológico demonstrou uma redução significativa de 45% nos casos de pneumonia adquirida na comunidade e de 75% nas internações por doença pneumocócica invasiva, sendo uma intervenção custo-efetiva e amplamente recomendada. Qual das vacinas abaixo demonstrou essa eficácia nos casos de pneumonia adquirida na comunidade em idosos? a. Vacina contra influenza. b. Vacina pneumocócica polissacarídica (23V). c. Vacina pneumocócica conjugada (13V). d. Vacina contra meningite. e. Vacina contra varicela.Saúde (SUS) e o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) visa: a) Limitar as ações de assistência social para reduzir a carga sobre o SUS. b) Facilitar a participação dos idosos em atividades físicas e sociais. c) Promover uma atenção integrada que atenda às necessidades de saúde e assistência social. d) Focar exclusivamente em intervenções médicas sem considerar o bem-estar social. e) Restringir a comunicação entre os sistemas para preservar a autonomia de cada um. O ENVELHECIMENTO E AS MUDANÇAS NO CORPO HUMANO- ATIVIDADE PROFA REGINA RIBEIRO Questão 1. Durante o envelhecimento, o sistema cardiovascular sofre alterações significativas, incluindo a atrofia das fibras musculares endocárdicas. Essas fibras são essenciais para a contração eficaz do coração. Como a atrofia de fibras musculares endocárdicas afeta o sistema cardiovascular no envelhecimento? a. Aumenta o débito cardíaco b. Aumenta a resistência das artérias c. Reduz a força de contração do coração d. Melhora a circulação sanguínea e. Fortalece as paredes do coração Questão 2. No envelhecimento, a diminuição da complacência pulmonar, que é a capacidade dos pulmões de expandirem-se durante a respiração, leva a redução na ventilação eficaz. O que a diminuição da complacência pulmonar implica no envelhecimento? a. Aumento da capacidade ventilatória b. Maior susceptibilidade a doenças infecciosas c. Melhor oxigenação dos tecidos d. Aumento da elasticidade pulmonar e. Redução da capacidade de contração do diafragma Questão 3. O processo de envelhecimento traz diversas mudanças ao corpo humano, incluindo alterações no sistema neurológico. A perda de neurônios e a redução na velocidade de condução nervosa podem resultar em reflexos mais lentos e uma resposta motora menos precisa. Qual das alterações abaixo é comumente observada no sistema neurológico devido ao envelhecimento? a. Aumento da memória de longo prazo b. Crescimento acelerado de neurônios c. Diminuição dos reflexos d. Melhor coordenação motora e. Aumento da plasticidade sináptica Questão 4. O envelhecimento causa diversas mudanças no sistema gastrointestinal, que podem impactar a digestão, a absorção de nutrientes e o bem-estar geral. Qual é a principal alteração no sistema gastrointestinal associada ao envelhecimento? a. Aumento da motricidade esofágica b. Aumento da absorção de nutrientes c. Diminuição do apetite e constipação d. Melhoria na função hepática e. Aumento do fluxo sanguíneo intestinal Questão 5. A função renal declina com a idade, resultando em menor capacidade de regulação dos fluidos corporais. Como o envelhecimento afeta a função renal? a. Aumenta a capacidade de filtração b. Aumenta o volume de néfrons funcionais c. Reduz a capacidade de excreção de toxinas d. Melhora o controle da pressão arterial e. Aumenta a produção de urina Questão 6. Com o envelhecimento, há uma diminuição na produção de hormônios femininos e surgem sintomas relacionados. O que acontece com o sistema reprodutivo feminino durante o envelhecimento? a. Aumento da produção de hormônios b. Diminuição da elasticidade vaginal c. Crescimento de novas células ovarianas d. Aumento da lubrificação vaginal e. Aumento da libido Questão 7. O envelhecimento leva à diminuição da elasticidade, retarda o processo de cicatrização e aumenta a vulnerabilidade da pele. Como o sistema tegumentar é afetado pelo envelhecimento? a. Aumento da produção de colágeno b. Aumento da elasticidade da pele c. Diminuição da vascularização d. Crescimento acelerado de células epidérmicas e. Melhoria na capacidade de cicatrização Questão 9. O envelhecimento pode causar mudanças na autoimagem, levando a problemas de saúde mental como depressão e ansiedade. Qual é uma das consequências psicológicas comuns do envelhecimento? a. Aumento da socialização b. Melhoria na saúde mental c. Declínio da autoestima d. Redução dos transtornos de ansiedade e. Aumento da resiliência emocional Questão 10. O envelhecimento frequentemente leva ao uso de múltiplos medicamentos para gerenciar condições crônicas. Qual é a relação entre envelhecimento e a ingestão de medicamentos? a. Menor necessidade de medicamentos b. Redução do número de medicamentos prescritos c. Aumento da complexidade do manejo medicamentoso d. Melhor resposta aos tratamentos medicamentosos e. Redução do risco de interações medicamentosas QUEDAS EM IDOSOS- ATIVIDADE PROFA REGINA RIBEIRO Questão 1. As quedas em idosos podem ter causas variadas, como doenças neurológicas, perda de equilíbrio e problemas osteomusculares. São uma das principais causas de hospitalizações e mortes acidentais em pessoas acima de 75 anos. Por isso, é essencial identificar os fatores de risco para prevenir esses eventos. Qual das seguintes condições é mais associada ao risco de quedas em idosos? a) Diminuição da acuidade visual b) Aumento da densidade óssea c) Melhora do equilíbrio postural d) Ganho de massa muscular e) Redução da força física Questão 2. Com o envelhecimento, ocorre uma diminuição significativa da massa muscular, especialmente das fibras de contração rápida. Isso leva a alterações na marcha e no equilíbrio, aumentando o risco de quedas em idosos. Além disso, a fraqueza muscular pode contribuir para outras complicações, como a incontinência urinária. O que a diminuição da massa muscular pode causar em idosos? a) Aumento da velocidade de marcha b) Redução da força e estabilidade c) Melhora na coordenação motora d) Aumento da massa óssea e) Melhora do equilíbrio Questão 3. A hipotensão ortostática, caracterizada pela queda abrupta da pressão arterial ao se levantar. Isso é particularmente perigoso para idosos, pois pode levar a desmaios e quedas. A identificação precoce dessa condição é crucial para a prevenção de quedas. Assim, é uma consequência direta da hipotensão ortostática em idosos: a) Aumento da força muscular b) Melhora na visão c) Tonturas e desmaios d) Aumento da densidade óssea e) Redução do risco de quedas Questão 4. Doenças neurodegenerativas afetam o controle motor e cognitivo, aumentando o risco de quedas em idosos. Além disso, distúrbios cerebelares e outras lesões no sistema nervoso central podem comprometer ainda mais a estabilidade e a coordenação. A condição mais associada ao risco aumentado de quedas em idosos é: a) Doença de Alzheimer b) Melhora na função cardíaca c) Ganho de equilíbrio d) Aumento da flexibilidade e) Melhora da função cognitiva Questão 5. É importante adotar medidas para prevenir esses acidentes, como iluminação adequada e uso de dispositivos de apoio para prevenção de quedas em idosos, principalmente à noite quando o idoso se levanta para urinar. Como a incontinência urinária pode aumentar o risco de quedas em idosos? a) Aumentando a força muscular b) Causando urgência e pressa c) Melhorando a visão noturna d) Reduzindo a necessidade de ir ao banheiro e) Diminuindo o risco de tropeços Questão 6. As alterações na visão, como a flacidez das pálpebras e a diminuição da acuidade visual, são comuns no envelhecimento. A visão lateral prejudicada pode fazer com que o idoso não perceba obstáculos, resultando em acidentes. A avaliação regular da visão é essencial para prevenir quedas. É uma consequência direta da redução da acuidade visual em idosos: a) Melhora na percepção espacial b) Aumento da força física c) Maior risco de colisões e quedas d) Melhora do equilíbrio postural e) Diminuição do risco de tropeços Questão 7. Os fatores ambientais, como superfícies escorregadias e iluminação inadequada, são responsáveis por muitos acidentes em idosos. Estes fatores, quando combinados com as limitações físicas decorrentes do envelhecimento, aumentam significativamente o risco de quedas. É crucialadaptar o ambiente doméstico para prevenir esses acidentes. Qual das medidas pode ajudar a reduzir o risco de quedas em idosos? a) Manter a casa mal iluminada b) Instalar tapetes soltos em casa c) Colocar corrimãos nos corredores e banheiros d) Deixar móveis baixos espalhados pela casa e) Ignorar a necessidade de adaptações no ambiente Questão 8. Se o idoso chega ao serviço de saúde com lesões decorrentes de quedas, o enfermeiro deve imediatamente realizar o curativo adequado para a lesão. Deve-se observar a capacidade do idoso quanto ao autocuidado da ferida em casa. Caso necessário, é preciso ensinar um familiar ou acompanhante sobre o tratamento correto da lesão. Qual é a primeira ação que o enfermeiro deve tomar ao receber um idoso com lesões decorrentes de quedas? a) Realizar um curativo adequado na lesão. b) Informar à família sobre o ocorrido. c) Solicitar exames laboratoriais. d) Encaminhar o idoso para um médico especialista. e) Administrar um suplemento de vitamina D imediatamente. Questão 9. O ambiente domiciliar deve ser organizado para melhorar a segurança do idoso. Superfícies antiderrapantes são recomendadas em áreas como banheiros e cozinhas. Qual é a recomendação para iluminação em residências de idosos para reduzir o risco de quedas? a) Utilizar lâmpadas fortes e concentradas. b) Deixar as áreas de circulação na penumbra. c) Usar luzes noturnas para facilitar a orientação. d) Evitar a exposição à luz solar natural. e) Manter o ambiente sempre escuro para evitar reflexos. Questão 10. Revisar a prescrição farmacológica em idosos é um cuidado importante. Isso pode reduzir significativamente o risco de quedas. O enfermeiro deve estar atento a esses detalhes durante a avaliação. Por que é importante revisar a prescrição farmacológica em idosos com risco de queda? a) Para evitar a hipervitaminose. b) Para minimizar a polifarmácia e evitar medicamentos que causem hipotensão. c) Para garantir que o idoso esteja tomando a quantidade máxima de medicamentos possível. d) Para substituir medicamentos orais por intravenosos. e) Para assegurar que o idoso esteja tomando suplementos suficientes. HIPER-HIPOGLICEMIA NO IDOSO- ATIVIDADE PROFA REGINA RIBEIRO Questão 1. O diabetes mellitus é uma doença metabólica crônica. Existem dois tipos principais de diabetes: o tipo 1, caracterizado pela deficiência absoluta de insulina, e o tipo 2, que se dá principalmente por resistência à insulina. O que caracteriza o diabetes mellitus? a. Produção excessiva de glicose no fígado. b. Hiperglicemia causada por defeitos na secreção ou ação da insulina. c. Aumento da produção de insulina pelo pâncreas. d. Acúmulo de glicose nas células do corpo. e. Produção insuficiente de glicose pelos músculos. Questão 2. No diabetes tipo 1, ocorre a destruição autoimune das células beta do pâncreas, responsáveis pela produção de insulina. Essa deficiência absoluta de insulina impede que a glicose seja utilizada pelas células, levando o corpo a utilizar gorduras e proteínas como fontes alternativas de energia. Qual complicação do diabetes tipo 1 pode ser causada pela mobilização de gorduras e proteínas? a. Hipoglicemia. b. Síndrome hiperosmolar. c. Cetoacidose diabética. d. Nefropatia diabética. e. Retinopatia diabética. Questão 3. O diabetes tipo 1 é uma doença que ataca responsáveis pela produção de insulina. Esse ataque resulta em uma deficiência absoluta de insulina, que leva à hiperglicemia, pois as células do corpo não conseguem utilizar a glicose para produzir energia. No diabetes tipo 1, qual é a principal causa da deficiência de insulina? a. Resistência à insulina nos músculos. b. Deficiência na produção de glicose pelo fígado. c. Destruição autoimune das células beta pancreáticas. d. Falta de ingestão adequada de carboidratos. e. Excesso de produção de glicose pelos rins. Questão 4. O diabetes tipo 2 é caracterizado quando as células do corpo não respondem adequadamente à insulina, dificultando a absorção da glicose. Inicialmente, o pâncreas aumenta a produção de insulina para compensar, mas, com o tempo, essa sobrecarga pode levar à diminuição da capacidade de produção desse hormônio, resultando em hiperglicemia crônica. Qual o principal mecanismo que leva à hiperglicemia no diabetes tipo 2? a. Aumento da produção de glicose pelo fígado. b. Resistência à insulina nas células do corpo. c. Produção excessiva de insulina pelas células beta. d. Ausência total de produção de insulina pelo pâncreas. e. Consumo excessivo de glicose pelos músculos. Questão 5. As complicações microvasculares do diabetes resultam do dano aos pequenos vasos sanguíneos devido à hiperglicemia prolongada. Quais são as complicações microvasculares da diabetes? a. Doença arterial coronariana e acidente vascular cerebral. b. Cetoacidose diabética e síndrome hiperosmolar. c. Hipoglicemia e hiperglicemia. d. Neuropatia diabética e retinopatia diabética. e. Insuficiência cardíaca e nefropatia diabética. Questão 6. Nos idosos, o controle glicêmico pode ser mais difícil devido as alterações fisiológicas relacionadas à idade, como a redução da sensibilidade à insulina e outras. Esses fatores podem dificultar o manejo adequado da diabetes e aumentar o risco de complicações. O que pode dificultar o controle glicêmico no idoso com diabetes? a. A presença de comorbidades e o uso de múltiplos medicamentos. b. A capacidade aumentada de resposta à insulina. c. A resistência à hipoglicemia devido ao envelhecimento. d. A redução da necessidade de medicamentos. e. O aumento da produção de insulina no envelhecimento. Questão 7. A hipoglicemia em idosos pode manifestar-se de forma atípica, dificultando o diagnóstico. Em casos mais graves, pode ocorrer perda de consciência. Por isso, é importante o reconhecimento rápido desses sinais para uma intervenção adequada. Quais são os principais sintomas da hipoglicemia em idosos? a. Tremores, confusão mental e sudorese. b. Aumento da sede e visão turva. c. Fadiga, perda de peso e poliúria. d. Dor abdominal e náuseas. e. Alterações na pele e perda de apetite. Questão 8. Em casos de hipoglicemia em idosos, a intervenção imediata é crucial para evitar complicações graves. Qual intervenção imediata deve ser feita em caso de hipoglicemia em um idoso consciente? a. Aplicar insulina de ação rápida. b. Induzir o vômito para evitar complicações. c. Administrar um alimento rico em carboidratos de rápida absorção. d. Oferecer líquidos sem açúcar. e. Suspender todos os medicamentos para diabetes. Questão 9. No diabetes tipo 2, o pâncreas inicialmente compensa a resistência à insulina aumentando sua produção. Contudo, com o tempo, ocorre a produção insuficiente de insulina. Isso agrava a hiperglicemia, dificultando o controle glicêmico. No diabetes tipo 2, qual é a principal consequência da sobrecarga das células beta pancreáticas? a. Aumento na produção de insulina. b. Aumento da sensibilidade à insulina. c. Diminuição da produção de glicose pelo fígado. d. Perda progressiva da capacidade de produzir insulina suficiente. e. Produção excessiva de corpos cetônicos. Questão 10. A hiperglicemia em idosos pode apresentar sintomas e o controle inadequado pode levar a complicações graves, como neuropatias e problemas cardiovasculares. Quais são os principais sinais de hiperglicemia em idosos? a. Boca seca, micção frequente e visão turva. b. Tremores, sudorese e tontura. c. Fome intensa, aumento de peso e confusão mental. d. Fraqueza muscular, dores nas articulações e febre. e. Tontura, baixa pressão arterial e dor abdominal. DELIRIUM- ATIVIDADE 1 PROFA REGINA Questão 1. O delirium é uma das síndromes mais comuns entre idosos hospitalizados, com etiologia multifatorial. Os fatores predisponentes e precipitantes estão envolvidos em seu desenvolvimento. A identificação dessas causas é crucialpara prevenir complicações. Qual fator é considerado predisponente no desenvolvimento do delirium? a. Infecções b. Uso de medicamentos c. Doenças metabólicas d. Vulnerabilidade individual e. Procedimentos cirúrgicos Questão 2. A incidência de delirium em idosos hospitalizados varia conforme o ambiente de internação. Na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), essa complicação pode ser especialmente alta. Identificar o risco é fundamental para reduzir a incidência. Qual é a incidência de delirium em idosos hospitalizados na UTI? a. 10 a 20% b. 15 a 25% c. 40 a 60% d. 50 a 70% e. 80% Questão 3. Em 1990 foi desenvolvido o primeiro instrumento de triagem para delirium. Ele facilita a detecção rápida e precisa dessa condição. Ele é amplamente utilizado em contextos clínicos e cirúrgicos. Qual é o nome do primeiro instrumento de triagem para detectar delirium, desenvolvido em 1990? a. Confusion Assessment Method (CAM) b. Mini-Mental State Examination (MMSE) c. Escala de Delirium Geriátrico (EDG) d. Índice de Confusão Mental (ICM) e. DSM-IV Questão 4. O delirium em idosos hospitalizados está associado a diversas complicações. Prevenir e tratar o delirium pode melhorar os desfechos clínicos. Quais são as complicações associadas ao delirium em idosos hospitalizados? a. Aumento da imunidade b. Redução da mortalidade c. Aumento da morbidade e institucionalização d. Melhora da cognição e. Aumento da mobilidade Questão 5. Um dos principais desafios no diagnóstico de delirium é o reconhecimento de seus subtipos. O delirium hipoativo, em especial, tem menor taxa de identificação pela equipe assistencial. Outros fatores de risco incluem idade avançada e demência. Qual fator foi encontrado como um dos principais para a falha no reconhecimento do delirium? a. Delirium hiperativo b. Idade abaixo de 65 anos c. Deficiência visual d. Hospitalização breve e. Boa nutrição Questão 6. A incidência de delirium varia dependendo da população e do ambiente de estudo. Estudos revelam uma disparidade entre a incidência registrada e a esperada, sugerindo problemas no diagnóstico ou codificação. Em hospitais comunitários, essa incidência pode ser ainda menor. Qual foi a incidência de delirium registrada em pacientes com idade ≥ 65 anos, segundo o Massachusetts All-Payers Claims Database? a. 2,8% em pacientes ≥ 65 anos b. 10% em pacientes clínicos c. 15% em pacientes cirúrgicos d. 50% em pacientes ≥ 80 anos e. 80% em pacientes cirúrgicos Questão 7. O rastreio cognitivo é importante para avaliar o risco de delirium em idosos hospitalizados. Alguns fatores são frequentemente observados. Além disso, controlar condições crônicas e má nutrição pode reduzir a incidência de delirium. Quais fatores de risco comuns foram encontrados em estudos sobre idosos com delirium? a. Fatores não modificáveis b. Déficit cognitivo e demência c. Alta mobilidade física d. Diagnóstico precoce de doenças cardíacas e. Boa função renal Questão 8. A prevalência de delirium aumenta significativamente em idosos com mais de 80 anos. Comparados à população geral, esses idosos apresentam uma prevalência duas vezes maior. Isso destaca a importância do reconhecimento precoce dos fatores de risco em idosos. Qual é a prevalência de delirium em idosos acima de 80 anos, em comparação com a população geral? a. 10% b. 20% c. 30% d. 41% e. 50% Questão 9. A equipe de enfermagem desempenha um papel fundamental na prevenção e manejo do delirium. A proximidade com os pacientes permite uma identificação precoce dos fatores de risco. As intervenções podem incluir otimização do sono, nutrição e manejo da dor. Quais intervenções são recomendadas para prevenir o delirium em idosos hospitalizados? a. Controle de doenças infecciosas b. Estímulo à imobilidade c. Melhora do suporte psicológico d. Identificação de problemas visuais e. Adequação do ambiente e estímulo cognitivo Questão 10. A intervenção multicomponente de enfermagem é eficaz na prevenção do delirium em idosos hospitalizados. Essas intervenções incluem estimulação cognitiva, auditiva e visual, além do suporte familiar. Um estudo realizado na Colômbia confirmou a efetividade desse manejo.Quais foram as principais intervenções realizadas pela equipe de enfermagem para prevenir o delirium? a. Redução da estimulação sensorial b. Monitoramento intensivo de medicamentos c. Suporte familiar e estimulação cognitiva d. Isolamento do paciente e. Redução da interação social Sepse no paciente idoso- Atividade Profa Regina Ribeiro Questão 1. Choque séptico é uma condição grave que pode surgir em casos de sepse não tratados adequadamente. Ele pode levar à morte se não tratado. Qual das alternativas abaixo caracteriza corretamente o choque séptico? a. Aumento da pressão arterial sem disfunção orgânica b. Infecção localizada com resposta imunológica eficiente c. Baixa pressão arterial, comprometimento celular e metabólico d. Febre alta sem comprometimento de órgãos e. Hipertensão severa com função orgânica preservada Questão 2. A sepse pode ter várias origens. Aproximadamente metade dos casos tem uma mesma origem. É a principal infecção associada à sepse: a. Infecção urinária b. Infecção cutânea c. Meningite d. Apendicite e. Pneumonia Questão 3. A taxa de mortalidade da sepse varia globalmente. No Brasil, o índice é significativamente diferente da média mundial. Assinale a alternativa que corresponde a taxa de mortalidade da sepse no Brasil em comparação à média global. a. 25%, enquanto a média mundial é 40% b. 60%, enquanto a média mundial é 37% c. 50%, enquanto a média mundial é 50% d. 30%, enquanto a média mundial é 60% e. 42%, enquanto a média mundial é 27% Questão 4. Existem grupos mais vulneráveis ao desenvolvimento de sepse, especialmente aqueles com comorbidades. Qual grupo etário e de condição de saúde tem maior risco de desenvolver sepse? a. Idosos com mais de 65 anos e pessoas com doenças crônicas b. Adultos magros com menos de 30 anos e alérgico c. Crianças menores de 1 ano com diarreia d. Adolescentes com sobrepeso e. Mulheres grávidas em gestação de risco habitual Questão 5. O escore SOFA é uma ferramenta essencial no diagnóstico da sepse. Qual é o principal uso do escore SOFA no diagnóstico de sepse? a. Avaliar a função renal b. Identificar o tipo de infecção c. Avaliar a presença de disfunção orgânica d. Monitorar a resposta imunológica e. Medir o nível de infecção bacteriana no sangue Questão 6. Nos casos de choque séptico, os vasopressores são medicamentos utilizados para redução do risco de morte. Qual é a principal função dos vasopressores no tratamento de choque séptico? a. Reduzir a febre causada pela infecção b. Combater diretamente a infecção c. Facilitar a circulação dos antibióticos no corpo d. Aumentar a pressão arterial e garantir a perfusão tecidual e. Reduzir o nível de inflamação no corpo Questão 7. Os macrófagos desempenham um papel crucial no início da resposta inflamatória da sepse. Qual é a função dos macrófagos no início da sepse? a. Detectar o agente infeccioso e liberar mediadores inflamatórios b. Produzir anticorpos específicos c. Vasoconstrição para reduzir o fluxo sanguíneo d. Destruir diretamente as células infectadas e. Promover o aumento da pressão arterial Questão 8. Para diferenciar uma infecção simples de um quadro de sepse, é importante observar se há disfunção orgânica associada. O que diferencia a sepse de uma infecção comum? a. Presença de febre alta e dor b. Disfunção orgânica causada pela resposta desregulada à infecção c. Presença de bactérias Gram-positivas d. Infecção localizada em apenas um órgão e. Tratamento com antibióticos de amplo espectro Questão 9. Os idosos têm maior risco de desenvolver sepse. Por que os idosos são mais suscetíveis à sepse? a. Exposição a ambientes hospitalarese a fragilidade física b. Maior risco de infecções virais e internação c. Reduzida capacidade de produzir febre e de mediar resposta d. Sistema imunológico menos eficiente e maior prevalência de comorbidades e. Resistência aos antibióticos e outros medicamentos Questão 10. Sobreviventes de sepse, especialmente idosos, frequentemente enfrentam complicações, que podem impactar sua qualidade de vida. São complicações comuns em sobreviventes de sepse: a. Perda auditiva b. Deficiências funcionais e cognitivas c. Recuperação completa sem sequelas d. Insuficiência cardíaca crônica e. Doença hepática aguda Choque no Idoso- Atividade- Profa Regina Ribeiro Questão 1. O choque séptico é uma forma de choque distributivo e ocorre quando uma resposta inflamatória desregulada a uma infecção resulta em disfunção orgânica grave. Nos idosos, ele é comum e está associado a altas taxas de mortalidade devido à imunossenescência e multimorbidades. Muitas vezes, não há sintomas clássicos como febre, e a sepse pode se manifestar como descompensação de doenças crônicas ou delirium. O que caracteriza o choque séptico no paciente idoso? a. Aumento na frequência cardíaca sem outros sintomas. b. Hipertensão persistente e ausência de febre. c. Necessidade de vasopressores e aumento dos níveis de lactato. d. Insuficiência respiratória com febre alta e hipotensão leve. e. Redução da frequência cardíaca como sinal principal. Questão 2. Com o envelhecimento, o sistema cardiovascular sofre alterações dificultando o bombeamento eficaz do sangue. Essas mudanças aumentam a pós-carga (força necessária para que o sangue seja ejetado do ventrículo) e diminuem a capacidade de resposta ao estresse agudo, dificultando a circulação e o transporte de oxigênio nos tecidos durante o choque. São as principais alterações fisiológicas associadas ao envelhecimento que afeta a resposta ao choque: a. Aumento da complacência arterial e diminuição da pressão sistólica. b. Aumento da resposta do ventrículo esquerdo ao esforço físico. c. Melhoria na resposta cronotrópica a situações de estresse. d. Elevação significativa da função renal com a idade. e. Diminuição da complacência ventricular e aumento da resistência periférica. Questão 3. O choque é classificado em quatro tipos principais. Nos idosos, é comum uma combinação desses mecanismos, caracterizando choque multifatorial. Quais são os tipos principais de choque, conforme a classificação? a. Choque distributivo, cardiogênico, hipovolêmico e obstrutivo. b. Choque distributivo, isquêmico, hipovolêmico e metabólico. c. Choque séptico, cardiopulmonar, obstrutivo e multifatorial. d. Choque hemorrágico, infeccioso, tóxico e cardiogênico. e. Choque distributivo, renal, hipovolêmico e diabético. Questão 4. Nos idosos, as doenças frequentemente se apresentam com sinais e sintomas particulares. Por exemplo, uma infecção grave pode causar delirium em vez de febre, e síndromes coronarianas podem ocorrer sem dor torácica típica. Essa apresentação associada a comorbidades e alterações fisiológicas do envelhecimento aumenta o risco de complicações. Por que o diagnóstico de doenças graves é mais desafiador em pacientes idosos? a. Porque os idosos têm maior resistência a infecções. b. Devido à ausência de comorbidades significativas. c. Porque os sintomas são sempre mais leves do que em adultos jovens. d. Devido às manifestações atípicas e presença de múltiplas doenças crônicas. e. Porque os idosos não desenvolvem condições graves com frequência. Questão 5. O envelhecimento prejudica a função pulmonar. Há a redução da capacidade ventilatória e a elasticidade pulmonar, aumentando o risco de insuficiência respiratória em situações de estresse agudo. Qual das seguintes afirmações é verdadeira sobre o impacto do envelhecimento na função pulmonar? a. O envelhecimento melhora a capacidade pulmonar máxima. b. A atrofia dos músculos intercostais prejudica a função respiratória. c. A elasticidade pulmonar aumenta com a idade, facilitando a ventilação. d. A cifose torácica contribui para uma capacidade pulmonar maior. e. O envelhecimento não afeta a mecânica respiratória. Questão 6. O choque cardiogênico é causado por falência da bomba cardíaca, resultando em uma redução do débito cardíaco por fatores intracardíacos. Frequentemente, ocorre após um infarto agudo do miocárdio (IAM), especialmente quando mais de 40% do miocárdio ventricular esquerdo é afetado. Qual das alternativas abaixo é uma causa comum de choque cardiogênico? a. Pneumotórax hipertensivo b. Tromboembolismo pulmonar (TEP) c. Insuficiência mitral grave d. Desidratação grave por diarreia e. Cirrose Questão 7. O choque hipovolêmico resulta da redução do volume intravascular, causando queda na pré-carga e no débito cardíaco. Pode ser hemorrágico (perda de sangue) ou não-hemorrágico (perda de fluidos). Em idosos, traumas por quedas são uma causa relevante, e a resposta compensatória à hipovolemia pode ser mascarada, dificultando o diagnóstico precoce. Qual das condições abaixo pode causar choque hipovolêmico não-hemorrágico? a) Síndrome de Stevens-Johnson (é uma doença grave da pele e mucosas, que pode ser fatal, e que resulta de uma reação alérgica) b) Tromboembolismo pulmonar c) Estenose mitral d) Tamponamento cardíaco e) Miocardite Questão 8. O choque obstrutivo é menos comum e ocorre devido a uma falha cardíaca provocada por fatores extracardíacos. Pacientes idosos estão sob maior risco de TEP devido a condições como imobilidade, cirurgias recentes e insuficiência cardíaca congestiva. Qual das alternativas abaixo é uma causa clássica de choque obstrutivo? a. Cardiomiopatia dilatada b. Ruptura de músculo papilar c. Insuficiência mitral crônica d. Tromboembolismo pulmonar maciço e. Estenose aórtica Questão 9. Nos idosos, é essencial monitorar cuidadosamente os sinais vitais, pois a resposta ao choque pode ser atípica, como ausência de taquicardia apesar de hipoperfusão. A coleta de informações com cuidadores é fundamental para a anamnese. Por que a revisão das medicações é importante no manejo do choque em pacientes idosos? a. Porque algumas drogas podem elevar a frequência cardíaca desnecessariamente. b. Porque certos medicamentos podem atenuar a resposta ao estresse agudo. c. Porque todas as medicações devem ser interrompidas imediatamente. d. Porque o uso de anticoagulantes é contraindicado em idosos. e. Porque os anti-inflamatórios evitam complicações do choque. Questão 10. Pacientes idosos têm maior risco de eventos tromboembólicos, como trombose venosa profunda e embolia pulmonar, devido à imobilidade, cirurgias recentes e doenças crônicas. A profilaxia inclui tanto medicamentos anticoagulantes quanto medidas não farmacológicas. É uma medida profilática recomendada para evitar tromboembolismo em pacientes idosos: a. Suspensão de diuréticos após cirurgias b. Uso indiscriminado de betabloqueadores c. Deambulação precoce após cirurgia ortopédica d. Restrição total de líquidos no pós-operatório e. Monitoramento diário de glicemia AVC- Atividade- Profa Regina Ribeiro Questão 1. O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é dividido em duas categorias principais: isquêmico e hemorrágico. O AVC isquêmico é o mais frequente, representando mais de 80% dos casos. Sobre os tipos de Acidente Vascular Cerebral (AVC), assinale a alternativa correta. a. O AVC isquêmico é causado exclusivamente pela ruptura de vasos sanguíneos cerebrais. b. O AVC hemorrágico ocorre quando há a formação de êmbolos que bloqueiam a circulação no cérebro. c. A maioria dos casos de AVC é hemorrágica, responsável por mais de 80% das ocorrências. d. O AVC isquêmico pode ser causado tanto por placas ateroscleróticas quanto por êmbolos. e. O Ataque Isquêmico Transitório (AIT) é caracterizado por sangramentosHipertensão com sintomas leves e sem lesão em órgãos. b) Pseudo-hipertensão em pacientes idosos. c) Hipertensão acompanhada de dissecção aguda de aorta. d) Hipertensão sem sintomas em pessoas ansiosas. e) Hipertensão acompanhada de efeito do jaleco branco. Questão 3. Em pacientes idosos, algumas condições podem interferir na precisão das medições de pressão arterial. Essas condições podem ser confundidas com hipertensão verdadeira e requerem monitoramento especial para diagnósticos precisos. Qual dessas situações é um fator que pode causar leitura incorreta da pressão arterial em idosos? a) Hipertensão acelerada maligna. b) Efeito do jaleco branco. c) Encefalopatia hipertensiva. d) Feocromocitoma. e) HAS acelerada. Questão 4. O tratamento imediato em ambiente monitorado com anti-hipertensivos parenterais é indicado quando a hipertensão é grave com potencial de fatalidade. Nessa situação, a redução rápida e controlada da pressão arterial é fundamental para evitar que os danos nos órgãos se agravem, o que pode ser fatal. Em contraste, nas urgências hipertensivas, uma redução imediata e drástica da pressão arterial não é recomendada. Em qual das condições abaixo o tratamento com anti-hipertensivos parenterais em ambiente monitorado é essencial? a) Urgência hipertensiva sem sintomas. b) Hipertensão em pacientes com pseudo-hipertensão. c). Hipertensão crônica assintomática. d) Efeito do jaleco branco. e) Emergência hipertensiva com lesão aguda de órgão-alvo. Questão 5. Em pacientes com hipertensão crônica mal controlada, o corpo se adapta aos altos níveis de pressão arterial, deslocando o limite de autorregulação do fluxo sanguíneo cerebral para um patamar mais elevado. Reduzir rapidamente a pressão nesses pacientes pode causar sintomas graves e até risco de morte. Essa situação demonstra a necessidade de reduzir a pressão arterial de forma gradual e controlada em casos de hipertensão crônica para evitar complicações. O que pode ocorrer em pacientes com hipertensão crônica mal controlada que reduzem rapidamente seus níveis de pressão arterial? a) Aumento do risco de pseudo-hipertensão. b) Hipoperfusão cerebral. c) Risco reduzido de lesão em órgãos-alvo. d) Diminuição da autorregulação do fluxo sanguíneo. e) Redução rápida de sintomas leves. Questão 6. Quando um paciente apresenta pressão arterial muito elevada (PA > 180 × 110 mmHg), qual é o primeiro passo na avaliação? a) Administrar um anti-hipertensivo intravenoso imediatamente b) Aferir a pressão arterial com manguito adequado e nos quatro membros c) Identificar fatores precipitantes ou agravantes da hipertensão d) Solicitar exames laboratoriais para avaliar a função renal e) Realizar um eletrocardiograma para avaliar possível lesão cardíaca Questão 7. Em casos de urgência hipertensiva, quando o paciente apresenta uma pressão arterial elevada (PA > 180 × 110 mmHg) mas sem sinais de lesão aguda em órgãos-alvo, o tratamento é menos intensivo do que nas emergências hipertensivas. Aqui, a recomendação inicial geralmente envolve medicações de efeito gradual e controlado, evitando a necessidade de intervenções mais agressivas. Em casos de urgência hipertensiva, qual é a estratégia de manejo inicial mais indicada? a) Administrar anti-hipertensivo oral de ação rápida, como clonidina ou captopril b) Usar medicação intravenosa para redução imediata da pressão arterial c) Encaminhar o paciente diretamente para terapia intensiva d) Administrar nifedipina sublingual para efeito rápido e) Realizar exames laboratoriais extensivos imediatamente Questão 8. Existem fatores externos e condições médicas que podem desencadear ou piorar crises de hipertensão grave. Entre os mais comuns estão a má adesão ao tratamento prescrito e o uso de certos medicamentos. Além disso, o consumo excessivo de sódio, o uso de drogas ilícitas (como cocaína) e condições emocionais, como crises de ansiedade, podem elevar significativamente a pressão arterial. Esses fatores precisam ser identificados e tratados adequadamente para evitar uma piora do quadro clínico e permitir um controle eficaz da hipertensão. Qual dos fatores a seguir é um exemplo comum de fator precipitante para hipertensão grave? a) Insônia ocasional b) Realização de atividade física intensa c) Consumo de alimentos ricos em potássio d) Uso de anti-inflamatórios ou antidepressivos e) Ingestão de suplementos vitamínicos Questão 9. Durante a avaliação de um paciente com hipertensão grave, certos sintomas específicos podem apontar para emergências hipertensivas distintas. O reconhecimento rápido desses sintomas permite uma investigação direcionada e o início de tratamentos específicos, essenciais para prevenir danos irreversíveis aos órgãos-alvo. Durante a avaliação de sintomas em pacientes com hipertensão grave, qual dos sinais pode indicar uma possível dissecção de aorta? a) Confusão mental e alterações na fala b) Cefaleia leve e tontura c) Dor torácica lancinante com irradiação para o dorso d) Dispneia leve ao esforço e) Aumento na frequência urinária Questão 10. Em emergências hipertensivas, nas quais há lesão em órgão-alvo e risco iminente à vida, a redução da pressão arterial deve ser realizada com cuidado e controle. A meta inicial é reduzir a pressão arterial durante a primeira hora de tratamento. Essa redução gradual é essencial para evitar que ocorra uma diminuição brusca no fluxo sanguíneo, o que poderia comprometer ainda mais os órgãos-alvo já lesionados. Após essa fase inicial, a pressão deve ser reduzida de forma progressiva, com o objetivo de evitar danos adicionais e estabilizar o paciente no intervalo de 24 a 48 horas. No manejo das emergências hipertensivas, qual é a meta inicial de redução da pressão arterial durante a primeira hora? a) Reduzir para menos de 160 × 100 mmHg b) Reduzir para menos de 140 × 90 mmHg c) Reduzir apenas se houver sinais neurológicos específicos d) Reduzir para menos de 120 × 80 mmHg e) Reduzir em torno de 20 a 25% da pressão inicial Insuficiência Cardíaca- Atividade- Profa Regina Ribeiro Questão 1. Na insuficiência cardíaca descompensada, a abordagem terapêutica permite controlar a congestão e melhorar a qualidade de vida do paciente, enquanto a redução da mortalidade, embora importante, é considerada uma meta secundária nesse estágio. Essa diferenciação no manejo é crucial para abordar as necessidades imediatas dos pacientes. Qual é o objetivo principal do tratamento da insuficiência cardíaca descompensada? a. Reduzir a mortalidade a longo prazo. b. Melhorar os sintomas por meio da melhora hemodinâmica. c. Tratar a insuficiência renal associada. d. Promover ganho de peso e massa muscular. e. Prevenir a ativação neuro-hormonal. Questão 2. A insuficiência cardíaca de fração levemente reduzida (ICFElr) combina características e melhor resposta ao uso de betabloqueadores. Essa condição é particularmente comum em idosos e requer uma abordagem terapêutica personalizada. Qual das características é típica da insuficiência cardíaca de fração levemente reduzida (ICFElr)? a. Níveis elevados de peptídeo natriurético tipo B (BNP). b. Alta prevalência de transtornos cognitivos. c. Quadro clínico intermediário entre ICFEp e ICFEr. d. Piora significativa com o uso de betabloqueadores. e. Evolução clínica semelhante à insuficiência renal crônica. Questão 3. A congestão pulmonar e sistêmica é um sintoma central da descompensação da insuficiência cardíaca, e os diuréticos são fundamentais no manejo. Em casos graves, na administração medicamentosa há uma estratégia preferida. Essa técnica aumenta significativamente o volume de urina e alivia os sintomas de forma mais eficaz, especialmente quando outra via de administração está comprometida. Em casos graves de insuficiência cardíaca descompensada, qual é a abordagem preferida para o uso de diuréticos? a. Administração oral dediurético de alça. b. Infusão contínua de diurético de alça. c. Combinação de diuréticos tiazídicos e espironolactona. d. Uso de diuréticos apenas quando há anasarca. e. Suspensão temporária de todos os diuréticos. Questão 4. Um vasodilatador potente de escolha usado no manejo da insuficiência cardíaca descompensada, promove aumento significativo no índice cardíaco e redução na resistência vascular periférica, além de aliviar a congestão hepática e melhorar a circulação intestinal. No entanto, seu uso prolongado é limitado pelo risco de intoxicação, demandando monitoramento cuidadoso. Qual vasodilatador é associado a um aumento de 33% no índice cardíaco e redução de 46% na resistência vascular periférica? a. Hidralazina. b. Losartana. c. Nesiritida. d. Nitroprusseto de sódio. e. Nitroglicerina. Questão 5. O uso prolongado de diuréticos na insuficiência cardíaca pode levar ao desenvolvimento de um fenômeno causado pelo aumento nos túbulos renais. Isso reduz a eficácia do tratamento e exige estratégias diferenciadas, como a combinação de diuréticos ou mudanças na forma de administração, para garantir o alívio da congestão sem comprometer a função renal. Qual é a principal preocupação no uso crônico de diuréticos em pacientes com insuficiência cardíaca? a. Hipertensão severa. b. Redução da eficácia dos inibidores de ECA. c. Desenvolvimento de resistência devido à reabsorção de sódio. d. Diminuição da produção de catecolaminas. e. Aumento da fração de ejeção preservada. Questão 6. Em pacientes com insuficiência cardíaca descompensada avançada, o manejo inicial com vasodilatadores deve priorizar a combinação de medicamentos em doses mais baixas para minimizar os efeitos colaterais, como queda da pressão arterial. A abordagem preferida é a adição uma classe de medicamentos em relação a outra. Caso essa associação não seja suficiente, a introdução da hidralazina pode ser considerada. Essa estratégia busca otimizar a eficácia sem comprometer a estabilidade hemodinâmica do paciente. Qual estratégia inicial é preferida para o uso de vasodilatadores em pacientes com insuficiência cardíaca descompensada avançada? a. Uso isolado de inibidores da ECA (iECA). b. Uso exclusivo de sacubitril/valsartana. c. Administração de doses altas de hidralazina. d. Suspensão de todas as medicações vasodilatadoras. e. Adição de BRA ao iECA. Questão 7. A combinação fixa de sacubitril/valsartana é um avanço significativo no tratamento da insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFEr). Ela se destaca como uma terapia eficaz para melhorar os desfechos clínicos. Durante a descompensação, essa combinação oferece segurança e eficácia em cenários críticos. Qual é o benefício da combinação fixa de sacubitril/valsartana para pacientes com ICFEr? a. Aumento da mortalidade em longo prazo, dos idosos. b. Redução da morbimortalidade, inclusive em idosos. c. Efeito neutro sobre hospitalizações em geral. d. Melhora da qualidade de vida sem efeitos sobre a pressão arterial dos idosos. e. Redução do risco de fibrilação atrial em cardiopatas. Questão 8. A digoxina é um medicamento que possui um papel limitado em pacientes estáveis devido ao seu efeito neutro sobre a mortalidade. Em situações de insuficiência cardíaca descompensada, seu uso é muito útil. Ela auxilia no controle da frequência ventricular em casos de fibrilação atrial e melhora o débito cardíaco em condições de baixo fluxo. Essa aplicação minimiza o risco de intoxicação, especialmente em idosos e em pacientes com insuficiência renal. Em qual contexto o uso de digoxina é mais apropriado? a. Durante a internação hospitalar na descompensação da IC. b. Para uso contínuo em pacientes estáveis com ICFEr. c. Como primeira escolha em pacientes idosos com insuficiência renal. d. Em combinação com betabloqueadores para prevenção de recaídas. e. Exclusivamente em casos de IC com fração de ejeção preservada. Questão 9. O betabloqueador deve, sempre que possível, ser mantido durante a descompensação da insuficiência cardíaca. Em casos de bradicardia ou hipotensão, a suspensão total é desencorajada para evitar efeitos adversos, como taquicardia rebote. Estudos indicam que a observâncias da dose, durante a internação, são bem toleradas e podem reduzir o risco de reinternações. Qual conduta deve ser tomada com betabloqueadores em casos de bradicardia ou hipotensão na descompensação da IC? a. Redução da dose pela metade. b. Suspensão imediata do betabloqueador. c. Manutenção da dose padrão do betabloqueador. d. Substituição por um vasodilatador. e. Aumento gradual da dose de betabloqueador. Questão 10. A descompensação da insuficiência cardíaca em idosos requer uma abordagem terapêutica dinâmica. O manejo medicamentoso precisa estar de acordo com a avaliação clínica, devido à variabilidade dos sintomas e condições do paciente. Esse dinamismo é essencial para tratar complicações típicas, como desnutrição, sarcopenia e transtorno cognitivo, que frequentemente melhoram à medida que o quadro da insuficiência cardíaca é estabilizado. O que caracteriza a condução da terapia medicamentosa na descompensação da IC em idosos? a. Tratamento conservador evitando- se ajustes diários. b. Foco principal na melhora dos sintomas de sarcopenia. c. Uso preferencial de medicamentos de ação prolongada. d. Redução progressiva das combinações terapêuticas. e. Ajustes dinâmicos diários baseados na avaliação médica. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)- Atividade Profa Regina Ribeiro Questão 1. O principal fator de risco para o desenvolvimento da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é responsável por grande parte dos casos em todo o mundo. A exposição prolongada a esse fator causa danos irreversíveis às vias aéreas, levando à inflamação crônica e ao estreitamento dos brônquios. Outros fatores, como a poluição ambiental também podem contribuir, mas o impacto desse fator principal é predominante. Qual é a principal causa da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)? a. Exposição a poluição ambiental b. Uso prolongado de medicações c. Tabagismo d. Sedentarismo e. Doenças cardiovasculares associadas Questão 2. O envelhecimento promove alterações estruturais e funcionais no sistema respiratório. Isso aumenta o esforço necessário para a respiração e reduz a capacidade de troca gasosa. Esses efeitos são exacerbados em indivíduos sedentários e tabagistas, comprometendo ainda mais o funcionamento pulmonar. A diminuição da massa muscular respiratória e o descondicionamento cardiovascular também intensificam a dificuldade respiratória em idosos com DPOC. Qual fator relacionado ao envelhecimento contribui para a piora da DPOC? a. Aumento da massa muscular respiratória b. Redução da complacência pulmonar e torácica c. Melhora da sensibilidade a estímulos de hipoxemia d. Redução da frequência respiratória em repouso e. Aumento do clearance mucociliar Questão 3. As exacerbações da DPOC são definidas como eventos agudos marcados pela piora dos sintomas respiratórios que excede a variação normal do dia a dia. Essa piora pode incluir tosse mais intensa, maior dificuldade para respirar e alterações no escarro, e muitas vezes requer mudanças no tratamento habitual. A intensidade da exacerbação varia de leve a grave, podendo em casos extremos levar à insuficiência respiratória e necessidade de intervenção hospitalar. Qual é a principal característica das exacerbações da DPOC? a. Redução permanente da troca gasosa b. Declínio progressivo do VEF1 c. Recuperação rápida sem necessidade de intervenção d. Insuficiência respiratória exclusivamente hipercápnica e. Piora súbita dos sintomas respiratórios Questão 4. Os sintomas típicos das exacerbações são indicadores de piora aguda do quadro e, em casos graves, podem evoluir para insuficiência respiratória. A identificação precoce desses sinaisé crucial para evitar complicações graves. Quais são os principais sintomas associados às exacerbações da DPOC? a. Aumento da tosse, alteração do escarro e maior falta de ar b. Tosse com sangue, febre alta e falta de ar intensa c. Tosse seca persistente, dor torácica e edema periférico d. Diminuição do apetite, fraqueza muscular e tontura e. Febre, dores articulares e congestão nasal Questão 5. Cerca de 70% das exacerbações da DPOC são causadas por infecções respiratórias. Exposições a irritantes ambientais, como poluição ou fumaça de queima de biomassa, também podem desencadear crises. Identificar o gatilho é essencial para direcionar o tratamento adequado, que pode incluir o uso de antimicrobianos em casos de infecção bacteriana ou medidas de suporte respiratório em outros cenários. Qual é a principal causa das exacerbações da DPOC? a. Exposição a alérgenos sazonais b. Infecção respiratória, principalmente viral c. Hiperventilação decorrente de esforço físico intenso d. Alteração nos mecanismos de clearance mucociliar e. Poluição sonora urbana Questão 6. Pacientes com exacerbação grave de DPOC requerem atendimento hospitalar. Nesse caso, as condições indicam ameaça à vida e necessitam de suporte ventilatório e monitoramento em ambiente controlado, como o hospital. O objetivo do manejo hospitalar é estabilizar o paciente e prevenir complicações mais graves. Quando o manejo hospitalar é indicado para pacientes com exacerbação grave de DPOC? a. Apenas quando há febre persistente b. Sempre que houver alteração no escarro do paciente c. Em hipoxemia grave ou insuficiência respiratória d. Quando o paciente tiver mais de 60 anos e. Somente se houver evidência de infecção bacteriana Questão 7. Os broncodilatadores de curta duração desempenham um papel crucial no manejo das exacerbações da DPOC. Eles atuam relaxando a musculatura lisa das vias aéreas. Sua utilização deve ser ajustada de acordo com a gravidade dos sintomas e as necessidades individuais do paciente. Qual é a principal indicação dos broncodilatadores no tratamento das exacerbações da DPOC? a. Reduzir a secreção pulmonar. b. Promover a redução da inflamação pulmonar. c. Melhorar a função cardíaca. d. Aliviar a dispneia . e. Prevenir a acidose metabólica. Questão 8. Os antibióticos são indicados em exacerbações de DPOC quando há sinais de infecção bacteriana. Pacientes com maior dificuldade respiratória são candidatos ao tratamento. A inclusão de antibióticos tem como objetivo combater as infecções que frequentemente agravam o quadro da doença, reduzindo o risco de complicações e favorecendo uma recuperação mais rápida. Quais pacientes devem receber antibióticos durante uma exacerbação de DPOC? a. Apenas aqueles com necessidade de ventilação mecânica invasiva. b. Pacientes com 1 sintoma cardinal de exacerbação. c. Pacientes com 2 ou mais sintomas cardinais, incluindo mudança no escarro. d. Todos os pacientes com DPOC exacerbada. e. Apenas pacientes internados com insuficiência respiratória. Questão 9. O manejo da oxigenoterapia em pacientes com DPOC exacerbada exige cautela para evitar hipercapnia induzida pelo oxigênio. A saturação de oxigênio é recomendada em intervalo. Este intervalo é suficiente para manter uma oxigenação adequada dos tecidos sem comprometer o equilíbrio ácido-básico. Exceder essa faixa pode levar a uma piora na retenção de dióxido de carbono, agravando a condição do paciente. Qual é a meta de saturação de oxigênio recomendada para pacientes com DPOC exacerbada? a. 88-92%. b. 94-98%. c. 85-90%. d. 80-85%. e. 95-100%. Questão 10. A ventilação não invasiva (VNI) é uma estratégia terapêutica essencial no tratamento de pacientes com DPOC exacerbada. Ela ajuda a aliviar o trabalho respiratório, corrigir a hipoxemia e reduzir a acidose respiratória. Estudos demonstram que a VNI promove melhores resultados clínicos para os pacientes. Qual é o principal benefício da ventilação não invasiva (VNI) no tratamento da DPOC exacerbada? a. Aumentar a capacidade pulmonar total. b. Promover a eliminação de secreções pulmonares. c. Melhorar a função renal durante a internação. d. Corrigir diretamente o pH sanguíneo. e. Reduzir a mortalidade e a necessidade de ventilação mecânica invasiva. Pneumonias- Atividade Profa Regina Ribeiro Questão 1. Pneumonias são infecções graves que afetam os alvéolos pulmonares e continuam a ser a principal causa de morte comunicável no mundo. Apesar dos avanços em métodos diagnósticos, antibioticoterapia e suporte clínico, a doença permanece como um dos maiores desafios globais de saúde pública, especialmente em países de baixa renda, onde os recursos são mais limitados. O que significa o termo “morte comunicável”? a. morte causada por patógenos transmitidos direta ou indiretamente de pessoa para pessoa. b. Morte evitada pela interrupção da transmissão de patógenos entre pessoas. c. Redução de mortes causadas por patógenos transmitidos direta ou indiretamente de pessoa para pessoa. d. Prevenção da morte resultante do contágio por agentes patogênicos entre indivíduos. e. Morte contida pela eliminação da disseminação de patógenos entre pessoas. Questão 2. No Brasil, o aumento da mortalidade por pneumonia contrasta com a redução observada em outras doenças infecciosas. Existem fatores que aumentam a vulnerabilidade, especialmente na população idosa. Além disso, a pandemia de COVID-19 trouxe maior atenção aos vírus como causas de pneumonia, destacando um impacto significativo na mortalidade geral. No Brasil, quais fatores têm contribuído para o aumento da mortalidade por pneumonia? a. Redução do tabagismo e maior acesso à saúde b. Envelhecimento populacional e multimorbidade c. Aumento da vacinação contra patógenos respiratórios d. Melhoria nas condições de higiene e. Redução no número de casos de COVID-19 Questão 3. Entre as pneumonias adquiridas na comunidade um agente bacteriano é responsável por uma proporção significativa dos casos identificados, especialmente em adultos e idosos. Fatores como a introdução de vacinas e a redução do tabagismo têm contribuído para diminuir sua prevalência, mas a bactéria ainda permanece como uma das principais preocupações em saúde pública. Qual o principal agente bacteriano associado à pneumonia adquirida na comunidade (PAC)? a. Haemophilus influenzae b. Mycoplasma pneumoniae c. Legionella pneumophila d. Streptococcus pneumoniae e. Staphylococcus aureus Questão 4. Nos idosos, os sintomas de pneumonia costumam ser menos específicos do que nos adultos mais jovens. Sinais clássicos são menos prevalentes, enquanto sintomas inespecíficos frequentemente se manifestam. Essa apresentação atípica pode dificultar o diagnóstico precoce e requer maior atenção dos profissionais de saúde. Entre os idosos, quais são os sintomas mais comuns de pneumonia? a. Febre alta e produção de escarro b. Dor torácica intensa e hemoptise c. Quedas, alterações do nível de consciência e letargia d. Tosse produtiva e dificuldade respiratória e. Fadiga leve e dores musculares Questão 5. A broncoaspiração, uma causa comum de pneumonia, é normalmente evitada por mecanismos de defesa do organismo. Pacientes com redução dessa defesa, como aqueles com alterações neurológicas ou disfagia, estão em maior risco de desenvolver infecções pulmonares. Quais são os principais mecanismos que protegem contra a broncoaspiração? a. Aumento do reflexo de espirro e uso de antibióticos profiláticos b. Força muscular, reflexo de tosse e barreira mucociliar c. Redução da força muscular e colonização bacteriana d. Uso de medicamentos antivirais e controle de poluentes e. Ação do sistema imunológico adaptativo e hidratação adequada Questão 6. O diagnóstico de pneumonia em idosos pode ser desafiador, especialmente porque os sintomas e os achados radiológicos podem ser inespecíficos. Um exame tem se destacado como ummétodo diagnóstico eficaz, com alta sensibilidade e especificidade, sendo útil para complementar a radiografia de tórax, especialmente em casos de difícil interpretação ou com suspeitas de complicações. Qual método diagnóstico apresenta maior sensibilidade na avaliação de pneumonia em idosos? a. Radiografia de tórax b. Ultrassonografia point of care c. Exame físico detalhado d. Hemograma completo e. Teste de função pulmonar Questão 7. No manejo ambulatorial de pacientes com pneumonia, a realização de culturas de escarro e hemoculturas não é recomendada de forma rotineira. Essas culturas são mais indicadas em casos hospitalizados, onde há maior gravidade, para identificar agentes etiológicos e orientar a antibioticoterapia. O foco principal no ambiente ambulatorial é o tratamento empírico baseado na apresentação clínica e na avaliação inicial do paciente. Qual é a recomendação para coleta de culturas de escarro e hemoculturas em pacientes com pneumonia em ambiente ambulatorial? a. Realizar apenas em pacientes idosos. b. Coletar apenas culturas de escarro. c. Coletar ambas se houver suspeita de coinfecção bacteriana. d. Não são recomendadas rotineiramente. e. Realizar hemocultura em todos os casos. Questão 8. A procalcitonina é um biomarcador que se eleva em resposta a estímulos bacterianos e possui boa especificidade para infecções bacterianas. Sua utilização no manejo da pneumonia auxilia na avaliação da gravidade da infecção e na tomada de decisões quanto ao uso e à duração da antibioticoterapia. Apesar disso, a terapia empírica deve ser iniciada com base na suspeita clínica, independentemente dos valores da procalcitonina. Qual é a função do biomarcador procalcitonina no manejo da pneumonia? a. Diagnosticar exclusivamente infecções virais. b. Indicar a necessidade de internação hospitalar. c. Avaliar infecções bacterianas e auxiliar no uso racional de antibióticos. d. Determinar a duração do tratamento com antivirais. e. Excluir a necessidade de antibioticoterapia empírica. Questão 9. Estudos recentes indicam que a antibioticoterapia para pneumonia pode ser suspensa com segurança em determinados dias, desde que o paciente esteja afebril e em melhora clínica por pelo menos 48 horas. Essa abordagem reduz o risco de efeitos adversos e a resistência antimicrobiana, destacando a importância do acompanhamento criterioso durante o tratamento. Por quanto tempo, em geral, é recomendada a duração da antibioticoterapia para pneumonia, desde que o paciente esteja afebril e em melhora clínica? a. 3 a 5 dias. b. 5 a 7 dias. c. 7 a 10 dias. d. 10 a 14 dias. e. 14 a 21 dias. Questão 10. A vacinação é uma estratégia eficaz na prevenção de pneumonia, especialmente em populações vulneráveis, como idosos. A vacinação de um imunobiológico demonstrou uma redução significativa de 45% nos casos de pneumonia adquirida na comunidade e de 75% nas internações por doença pneumocócica invasiva, sendo uma intervenção custo-efetiva e amplamente recomendada. Qual das vacinas abaixo demonstrou essa eficácia nos casos de pneumonia adquirida na comunidade em idosos? a. Vacina contra influenza. b. Vacina pneumocócica polissacarídica (23V). c. Vacina pneumocócica conjugada (13V). d. Vacina contra meningite. e. Vacina contra varicela.