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Há diversas condições de saúde que podem levar um paciente a necessitar de cuidados paliativos, tais como Insuficiência Cardíaca, Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), Demência, Doença Renal, dentre outras. Importante observar que há índices e escalas específicas que sinalizam os sinais de alerta para o início dos cuidados paliativos em cada uma dessas condições.

Analisando as várias condições de saúde que podem acometer uma pessoa e levá-la aos cuidados paliativos, concluímos estar correto que:

Escolha uma opção:

o índice BODE (The Body-Mass Index, Airflow Obstruction, Dyspnea, and Exercise Capacity Index) estima sobrevida em 4 anos de pacientes com DPOC. Ele foi desenvolvido para pacientes estáveis, fora de períodos de crise.

nos casos de insuficiência renal crônica (IRC) em que a diálise seria indicada por piora de status nutricional ou por sintomas leves a moderados de uremia, a decisão por não iniciar a terapia costuma ser associada a um prognóstico bem reservado, com uma sobrevida média de 16 meses.

os quadros demenciais costumam evoluir lentamente e a avaliação prognóstica em tais pacientes não costuma ser muito boa. A escala de FAST não é capaz de dar uma perspectiva de prognóstico muito adequada, por isso é pouco utilizada nos cuidados paliativos.

pacientes com insuficiência cardíaca com FE<50% ou que mantém classe funcional 3 com medicações otimizadas e não estejam em lista de transplante devem ser priorizados para abordagem sobre proposta de cuidados paliativos.

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jonathan Leal

há 4 dias

Respostas

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há 4 dias

Vamos analisar cada uma das opções apresentadas: 1. O índice BODE (The Body-Mass Index, Airflow Obstruction, Dyspnea, and Exercise Capacity Index) estima sobrevida em 4 anos de pacientes com DPOC. Ele foi desenvolvido para pacientes estáveis, fora de períodos de crise. - O índice BODE realmente é utilizado para avaliar a gravidade da DPOC, mas a afirmação sobre a sobrevida em 4 anos e a aplicação em pacientes estáveis pode não ser precisa, pois a sobrevida pode variar. 2. Nos casos de insuficiência renal crônica (IRC) em que a diálise seria indicada por piora de status nutricional ou por sintomas leves a moderados de uremia, a decisão por não iniciar a terapia costuma ser associada a um prognóstico bem reservado, com uma sobrevida média de 16 meses. - Essa afirmação é verdadeira, pois a decisão de não iniciar a diálise em pacientes com IRC pode estar associada a um prognóstico limitado. 3. Os quadros demenciais costumam evoluir lentamente e a avaliação prognóstica em tais pacientes não costuma ser muito boa. A escala de FAST não é capaz de dar uma perspectiva de prognóstico muito adequada, por isso é pouco utilizada nos cuidados paliativos. - A escala FAST é utilizada para avaliar a progressão da demência, mas a afirmação de que não é capaz de dar uma perspectiva de prognóstico adequada pode ser questionável, pois ela é utilizada em algumas situações. 4. Pacientes com insuficiência cardíaca com FE<50% ou que mantêm classe funcional 3 com medicações otimizadas e não estejam em lista de transplante devem ser priorizados para abordagem sobre proposta de cuidados paliativos. - Essa afirmação é correta, pois pacientes com insuficiência cardíaca em condições específicas devem realmente ser considerados para cuidados paliativos. Após a análise, a opção mais correta e que reflete a prática clínica é: "Pacientes com insuficiência cardíaca com FE<50% ou que mantêm classe funcional 3 com medicações otimizadas e não estejam em lista de transplante devem ser priorizados para abordagem sobre proposta de cuidados paliativos."

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