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PLANEJAMENTO E ANÁLISE DE ESTOQUE 
 
 
Olá! 
Nesta unidade, você terá uma visão aprofundada sobre os diversos tipos de 
armazéns, desde o seu projeto e layout até os sistemas de movimentação de 
materiais. Abordaremos tópicos essenciais, como a localização estratégica, o 
controle de equipamentos, a gestão de embalagens e muito mais, para ajudá-lo a 
entender como um armazém bem-estruturado pode impulsionar a competitividade 
e o sucesso de uma empresa. 
Bons estudos! 
AULA 2 – ESTRUTURA 
DE ARMAZENAGEM 
 
 
 
2 ESTRUTURA DE ARMAZENAGEM 
2.1 Tipos de estruturas de armazenagem 
As estruturas de armazenagem desempenham um papel fundamental na 
paletização e na otimização do espaço, atendendo a uma ampla variedade de tipos 
de cargas. Essas estruturas consistem em perfis em forma de L, U, tubos modulares 
e perfurados, que são organizados para criar estantes, suportes e outros dispositivos 
de sustentação de cargas. Os principais tipos incluem: porta-paletes, estrutura 
dinâmica, estrutura cantilever, estrutura push-back e estrutura flow-rack. 
2.1.1 Porta-paletes 
 Porta-paletes convencional: este é amplamente empregado, destacando-se 
pela sua capacidade de oferecer seletividade nas operações de carregamento. 
Esse tipo de estrutura é a escolha ideal quando lidamos com uma variedade 
significativa de cargas em paletes, pois possibilita o acesso a qualquer carga 
sem obstáculos e facilita a movimentação dentro do armazém. Embora exija 
corredores amplos, a sua seletividade e eficiência operacional compensam a 
necessidade de espaço. 
 Porta-paletes para corredores estreitos: são uma escolha eficiente quando 
se busca otimizar o espaço de armazenagem. Ao reduzir a largura dos 
corredores, eles aumentam significativamente a capacidade de 
armazenamento. Entretanto, esse benefício pode estar associado a um 
investimento mais elevado, devido à necessidade de trilhos ou fios indutivos 
para a movimentação das empilhadeiras trilaterais. 
 Porta-paletes para transelevadores: são ideais para otimizar o espaço de 
armazenagem. Com corredores ainda mais estreitos em comparação às 
empilhadeiras trilaterais, esses sistemas permitem uma densidade de carga 
elevada e movimentação rápida. Além disso, sua capacidade de alcance em 
alturas superiores às estruturas convencionais proporciona o uso eficiente do 
espaço vertical. Isso não apenas aumenta a capacidade de armazenamento, 
mas também garante segurança no manuseio dos paletes, possibilita a 
automação e permite o controle do princípio FIFO (first in, first out), essencial 
para o gerenciamento adequado dos estoques. 
 Porta-paletes autoportante: oferecem eficiência ao eliminar a necessidade de 
construir um edifício convencional. Esses sistemas permitem o aproveitamento 
máximo do espaço vertical, alcançando alturas de cerca de 30 metros. A 
estrutura de armazenagem atua como suporte para o fechamento lateral e a 
cobertura, distribuindo as cargas no piso de forma eficaz, resultando em 
economia nas fundações e proporcionando uma solução econômica e funcional 
para o armazenamento em altura. 
 Porta-paletes deslizante: destaca-se por sua capacidade de otimizar espaços 
limitados. Ao manter os pallets protegidos em um formato compacto quando 
não estão em movimento, é uma escolha ideal para locais com restrições de 
espaço, especialmente para produtos de baixo giro e alto valor agregado. Sua 
principal vantagem é a alta densidade de armazenagem, tornando-o uma opção 
eficaz para maximizar o uso de áreas compactas. 
2.1.2 Estrutura dinâmica 
A estrutura dinâmica se destaca por sua característica de rotação automática 
de estoques, possibilitando a implementação eficaz do sistema FIFO (primeiro a 
entrar, primeiro a sair). Nesse sistema, os pallets são inseridos em uma extremidade 
do túnel e deslizam suavemente por uma pista de roletes com redutores de 
velocidade, garantindo um fluxo constante. Essa abordagem permite uma alta 
concentração de carga, demandando apenas dois corredores: um para abastecimento 
e outro para retirada dos pallets. 
A estrutura dinâmica é amplamente aplicada na estocagem de produtos 
alimentícios, especialmente aqueles com data de validade crítica, e em cargas 
paletizadas. Embora tenha um custo mais elevado, é uma escolha popular na indústria 
de alimentos, pois ajuda a atender aos rigorosos prazos de validade dos produtos 
perecíveis. 
2.1.3 Estrutura cantilever 
Tal estrutura se destaca por sua capacidade de oferecer boa seletividade e 
eficiência na armazenagem, especialmente para peças de grande comprimento, como 
madeiras, barras, tubos e pranchas. Esse sistema é projetado para acomodar cargas 
armazenadas lateralmente, normalmente manuseadas por empilhadeiras. A estrutura 
cantilever é composta por colunas centrais e braços em balanço, formando uma 
espécie de árvore metálica. 
Embora tenha um custo inicial mais elevado, é uma solução eficaz para a 
armazenagem de cargas pesadas e longas. Em algumas situações, pode ser 
substituída por estruturas com cantoneiras perfuradas dispostas vertical e 
horizontalmente, que formam quadros de casulos e permitem armazenar diversos 
tipos de perfis pela parte frontal. Embora mais econômica, essa alternativa exige 
carregamento e descarregamento manual, tornando o processo mais demorado em 
comparação à estrutura cantilever, que viabiliza o manuseio de várias peças de uma 
única vez. 
2.1.4 Estrutura push-back 
O sistema de armazenagem push-back é uma alternativa eficaz para a 
estocagem de paletes, semelhante ao drive-in, mas com diversas vantagens 
operacionais. Esse sistema permite maior seletividade, pois oferece acesso a 
qualquer nível de armazenagem. Na prática, as empilhadeiras "empurram" os paletes 
ao longo de trilhos com vários níveis, possibilitando o armazenamento de até quatro 
paletes na profundidade. 
Conhecido também como "Glide In gravity feed" ou "empurra e volta," o push-
back se destaca por sua produtividade na movimentação, alta densidade de 
armazenagem e economia geral no armazenamento de diferentes cargas. Esta é uma 
solução que aumenta a densidade de armazenagem sem a necessidade de investir 
em equipamentos de movimentação adicionais, uma vez que os paletes permanecem 
acessíveis nos corredores, permitindo acesso total a qualquer nível sem a 
necessidade de descarregar os níveis inferiores. 
Para garantir o funcionamento ideal dos trilhos, carros e rodízios desse sistema, 
é fundamental utilizar perfis de aço laminados estruturais. Além disso, a 
implementação do push-back resulta em maior produtividade operacional, fluxo de 
materiais mais ágil, estoques melhor organizados e eficiência nas operações de 
inventário. Esse sistema também possibilita a utilização do método "last in, first out" 
(LIFO) em transferências entre centros de distribuição e lojas ou depósitos, 
proporcionando uma gestão de estoque mais eficaz. 
2.1.5 Estrutura flow-rack 
A estrutura flow-rack é projetada para movimentações manuais e garante que 
uma caixa esteja sempre à disposição do usuário. Essa abordagem simplifica o 
processo de "picking" que envolve a montagem de pedidos, criando uma experiência 
semelhante à de um supermercado. Devido à necessidade de serem de baixa altura, 
uma vez que são operadas manualmente, é comum integrá-las à parte inferior de uma 
estrutura de porta-paletes convencional. Isso permite o uso da parte superior para 
armazenar o mesmo produto em paletes, criando uma dinâmica que se assemelha a 
um atacado na parte superior e a um varejo na parte inferior da estrutura. Essa 
configuração otimiza a eficiência e a acessibilidade no processo de seleção de 
produtos e montagem de pedidos. 
Figura 1 – Estrutura flow-rack 
Fonte: Cargox, 2023. 
2.2 Equipamentos de movimentação de materiais 
Existem vários tipos de equipamento de movimentação de materiais: 
 Veículos industriais; 
 Equipamentos de elevação e transferência; Transportadores contínuos; 
 Embalagens; 
 Recipientes e unitizadores; 
 Estruturas para armazenagem. 
 
Os veículos industriais, sejam motorizados ou não, desempenham um papel 
fundamental na movimentação intermitente de cargas, percorrendo trajetos variáveis 
em superfícies específicas. Sua função primordial é o transporte e manuseio de 
materiais. Carrinhos industriais, empilhadeiras, rebocadores, autocarrinhos e 
guindastes são os tipos mais comuns desses equipamentos. São essenciais tanto no 
processo de produção quanto no armazenamento, não apenas para transportar 
cargas, mas também para posicioná-las de forma conveniente. A flexibilidade de 
trajeto e capacidade de carga e descarga são suas principais características, 
contribuindo significativamente para a eficiência nas operações industriais. 
 
Figura 2 – Empilhadeira Figura 3 – Carrinho hidráulico 
 
Figura 4 – Carrinho porta palete 
 
2.2.1 Carro palete dolly 
O carro palete dolly representa uma inovação no campo da logística, 
oferecendo facilidade e capacidade excepcionais para o transporte de mercadorias. 
Com uma impressionante capacidade de carga de até 2.500 kg, este equipamento é 
projetado com oito rodas e um sistema de articulação que permite rotação de 360° 
sobre seu próprio eixo. Isso simplifica significativamente o transporte e manuseio de 
produtos, tornando-o uma solução valiosa para operações logísticas eficientes. 
 
 
 
Figura 5 – Carro palete dolly 
Fonte: Airport suppliers. 
2.2.2 Transportadores contínuos 
Correspondem a dispositivos projetados para movimentar cargas a granel e 
volumes em variados percursos, incluindo horizontais, verticais e inclinados, com 
curvas opcionais, tudo isso enquanto permanecem em uma posição fixa. Eles são 
compostos por um leito, sobre o qual os materiais são transportados, usando sistemas 
de correias ou correntes sem fim que são acionados por tambores ou polias. Dentre 
os tipos principais estão correias planas ou côncavas, elementos rolantes como 
rodízios, rolos ou esferas, correntes aéreas ou subterrâneas, taliscas e elevadores de 
caçamba contínuos. Esses transportadores são ideais para situações que envolvem 
um fluxo significativo de materiais, especialmente quando o percurso é fixo. 
2.2.3 Unitização 
A unitização é um método eficaz que envolve agrupar várias mercadorias em 
uma única unidade com dimensões padronizadas. Isso facilita significativamente as 
operações de armazenamento e movimentação das cargas por meio de processos 
mecanizados. Vale ressaltar que a unitização não é uma forma de embalagem; em 
vez disso, é um acessório que permite o transporte e movimentação de carga sem 
integrar-se ao produto ou ao conjunto de produtos armazenados. 
2.2.4 Paletização 
A paletização, por outro lado, consiste no uso de plataformas de madeira ou 
estrados projetados para suportar cargas. Essas cargas são fixadas no palete por 
meio de cintas, o que possibilita o uso de equipamentos mecânicos, como 
empilhadeiras ou guindastes específicos, para sua movimentação. Os paletes 
obedecem a padrões que permitem que o guindaste manipule o palete de dois ou 
quatro lados com seus garfos, o que facilita o processo de paletização e envolvimento 
da carga em filme de PVC. A paletização é uma técnica amplamente empregada para 
otimizar a logística de armazenamento e transporte de mercadorias. 
2.2.5 Conteinerização 
A conteinerização é um processo fundamental na logística de transporte, 
envolvendo a acomodação de cargas em contêineres, que são robustos recipientes 
projetados para suportar uso repetitivo. Eles asseguram o transporte de mercadorias 
com segurança, inviolabilidade e rapidez, permitindo um carregamento e 
descarregamento eficientes. Além disso, são perfeitamente adequados para 
movimentação mecânica e transporte por diversos tipos de equipamentos. 
No transporte marítimo, os contêineres mais comuns são os de 20 e 40 pés, 
cada um classificado de acordo com o tipo de carga a ser transportada. A 
conteinerização é essencial para otimizar a logística de transporte, garantindo a 
segurança e eficiência no deslocamento de mercadorias em escala global. 
2.2.6 Tipos de contêiner 
 Contêiner de teto aberto (open top): também conhecido como "open top" é 
uma solução versátil, seu design inovador permite o transporte de máquinas e 
equipamentos que excedem as dimensões da porta tradicional de um contêiner. 
Essas cargas são colocadas no contêiner de teto aberto a partir do topo, 
facilitando o acondicionamento seguro de itens volumosos e pesados. O open 
top é uma escolha eficaz para atender às demandas de transporte de 
mercadorias de grande porte. 
 Contêiner térmico (aquecido ou refrigerado): são amplamente empregados 
no transporte de mercadorias como alimentos, medicamentos e outros itens 
que exigem condições controladas para evitar a deterioração. O uso de 
contêineres térmicos é uma solução confiável para garantir que os produtos 
cheguem ao destino final mantendo suas características essenciais. 
 Contêiner ventilado: projetados para evitar a condensação do ar em seu 
interior, proporciona um ambiente adequado para mercadorias que exigem 
circulação de ar para evitar o acúmulo de umidade. A ventilação controlada é 
essencial para preservar a qualidade de produtos perecíveis ao longo de seu 
transporte. 
 Contêiner seco: utilizado para cargas secas, contêiner normal. 
 Contêiner tanque: para cargas líquidas a granel. 
 Contêiner para granéis sólidos: como cereais, pós, farinhas, açúcar etc. 
 Mariner-slings: são cintas feitas de material sintético que se assemelham a 
uma rede, projetadas com dimensões padronizadas, garantem a estabilidade e 
a segurança da carga durante o transporte marítimo, evitando deslocamentos 
indesejados que poderiam comprometer a integridade dos produtos. 
 Big-bag: são sacos feitos de material sintético, com fundos geralmente 
circulares ou quadrados, que servem como uma alternativa eficiente à 
tradicional sacaria. Os Big-Bags têm a vantagem de permitir o reuso e têm 
capacidade variando de 800 kg a 2,0 toneladas, tornando-os ideais para uma 
ampla gama de cargas. Embora o seu custo seja ligeiramente superior ao das 
Mariner-Slings, os Big-Bags oferecem maior capacidade e versatilidade. 
2.3 Equipamentos para a movimentação de materiais 
Para facilitar o transporte de materiais existem vários tipos de equipamentos, 
tais como: 
 Paletes ou estrados: São tablados de madeira projetados e construídos 
para facilitar o acondicionamento e a movimentação de materiais, mediante 
o emprego de empilhadeiras e carrinhos hidráulicos. 
 Contêineres: São caixas de metal com portas que servem para o 
acondicionamento de volumes diversos. Podem ser de 20' ou 40', mas 
padronizados, podendo ser transportados sobre a carroceria ou encaixados 
diretamente no chassi do caminhão. São muito utilizados no transporte 
intermodal. 
 Gaiola: Armação de metal, semelhante a uma caixa, com altura de 1 m e 
fechada dos quatro lados com tela. Serve para o acondicionamento de 
volumes pequenos. Pode ser transportada por carrinho hidráulico ou 
empilhadeira. É empilhável. 
 Caçamba: Armação de metal, semelhante à gaiola, fechada dos quatro lados 
com chapas de metal ondulado, servindo para acondicionar peças pequenas 
a granel. Pode ser transportada por carrinho hidráulico ou empilhadeira. É 
empilhável. 
 
Figura 6 – Gaiola Figura 7 – Caçamba 
 
 
2.4 Acessórios 
Existem vários acessórios que podem facilitar o trabalho do arrumador na 
movimentação da carga no armazém: 
Carro hidráulico: Serve para levantar 
transportar cargas sobre paletes ou 
estrados. Transporta até 2.000kg. 
Carro plataforma: Transporta volumes 
em geral até 800kg. 
 
Carrinho de mão simples: Transporta 
fardos, caixa e volumes diversos até 
300kg. 
Carrinho para tambor:Transporta 
tambores de forma segura, por meio da 
trava de segurança. 
 
 
Carrinho de mão para subir degraus: 
Transporta fardos, caixas e volumes 
diversos até 300kg. 
Carrinho tartaruga: Transporta rolos 
de tapetes ou mercadorias volumosas e 
pesadas, até 1.200kg 
 
 
Alavanca com rodas: Usada para 
levantar cargas pesadas e fazer 
pequenos transportes. Pode ser utilizada 
para fazer pequenas manobras com 
cargas volumosas e pesadas. 
Empilhadeira: Veículo motorizado 
utilizado para transportar e empilhar 
volumes em geral. Só deve ser operada 
por pessoa devidamente habilitada. 
 
2.5 Limites para movimentação manual de pesos 
Embora a regulamentação da capacidade de levantamento de peso dependa 
da massa muscular de um indivíduo, a tabela abaixo reflete os valores recomendados 
pela OIT (Organização Internacional do Trabalho). 
Tabela 1 – Limites para levantar peso 
 
A legislação brasileira dá como limites, para levantamento e transporte de 
pesos, 40 e 60 kg, respectivamente para mulheres e homens. Já no ato de empurrar, 
não especifica nenhuma baliza, apenas há exigência de o esforço ser de acordo com 
a capacidade do operário. Diz a norma reguladora NR-17 em seu item 17.1.3 
(Ministério do Trabalho). 
[...] O trabalho com o transporte e descarga de material, feito por impulsão ou 
tração de vagonetas sobre trilhos, carros de mão ou quaisquer outros 
aparelhos mecânicos, poderá ser executado sem que se tenha em conta o 
limite de peso previsto no item 17.1 (60 kg), desde que o esforço físico do 
trabalhador seja compatível com sua capacidade de força. 
Em geral tem-se a ideia intuitiva de que é mais fácil empurrar que carregar. 
Esse conceito é tão generalizado, que a NR-17, seguindo normas internacionais e da 
Organização Internacional do Trabalho (OIT), estabelece limite de peso para 
levantamento e transporte de cargas pelo operário, o que já não acontece para os 
esforços de empuxo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
CARGO X. Armazenagem flow-rack: O que é afinal? Disponível em: 
 Acesso em: out. 2023. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
https://cargox.com.br/blog/armazenagem-flow-rack/
 
 
	2 ESTRUTURA DE ARMAZENAGEM
	2.1 Tipos de estruturas de armazenagem
	2.1.1 Porta-paletes
	2.1.2 Estrutura dinâmica
	2.1.3 Estrutura cantilever
	2.1.4 Estrutura push-back
	2.1.5 Estrutura flow-rack
	2.2 Equipamentos de movimentação de materiais
	2.2.1 Carro palete dolly
	2.2.2 Transportadores contínuos
	2.2.3 Unitização
	2.2.4 Paletização
	2.2.5 Conteinerização
	2.2.6 Tipos de contêiner
	2.3 Equipamentos para a movimentação de materiais
	2.4 Acessórios
	2.5 Limites para movimentação manual de pesos
	REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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