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Viveiro florestal para a produção de mudas de Pinus taeda Helena Veronese Parra Laura Reis Couto Pedro Henrique del Grossi Turma 5A LAVRAS - MG 2023 Sumário: Introdução…………………………………….…………………………. 2 Caracterização geral da área……………………………..………….. 2 Tipo de viveiro……………………………………………...…………… 3 Escolha da área de implantação………………………..…………… 4 Sistema de produção de mudas………………………..…………… 4 Caracterização e dimensionamento da infraestrutura………..… 5 Dados gerais do projeto……………………………………………… 6 Croqui……………………………………………………………………. 8 Cronograma de implantação………………………………………… 9 Cronograma de produção de mudas………………………………. 10 Controle de pragas e patógenos……………………………………. 10 Proteção…………………………………………………………………. 11 Legalização e certificação…………………………………………… 11 Manutenção e monitoramento……………………………………… 11 Aspectos econômicos e financeiros………………………………. 12 Referências…………………………………………………………….. 13 1 Introdução: O setor florestal brasileiro é de suma importância para o desenvolvimento do país, uma vez que proporciona avanços tecnológicos, provém recursos madeireiros e não madeireiros, gera empregos e movimenta a economia nacional. Apenas em 2021, o valor adicionado da cadeia produtiva florestal cresceu em 7,5%, resultando em um valor bruto da produção florestal de R$244,6 bilhões (Ibá, 2022). O Brasil é o segundo maior produtor de celulose do mundo e o maior exportador. Em 2021, superou em US$1,9 bilhão o Canadá, o segundo colocado no ranking de exportadores. Também em 2021, foi responsável pela produção de 22,5 milhões de toneladas de celulose, sendo que apenas 6,8 milhões de toneladas foram utilizadas para consumo interno (Ibá, 2022). Esses fatos apontam o ótimo mercado para a produção de Pinus taeda, uma madeira altamente usada para produção de celulose, papel, madeira serrada, chapas e madeira reconstituída. Para atender às demandas industriais de produção de celulose, foi formulado o projeto de um viveiro florestal para a produção de mudas da espécie. O objetivo é atender à demanda de uma produção de 2.000 hectares de Pinus taeda ao ano para a produção de celulose. O viveiro adotará o método de propagação sexuada de modo a atingir a produção desejada. Além disso, de forma a garantir a qualidade do produto final, será aplicado o método aditivo de 10% de correção de perdas durante todo o processo de preparação das mudas. A produção anual será de 7.333.334 árvores. Caracterização geral da área: A área escolhida para a implementação do viveiro foi o município Barra do Veado, em Santa Catarina. O terreno escolhido se localiza nas seguintes coordenadas 27°22'S e 51°55’W, com altitude de 465 m, se caracterizando como um planalto. Se localiza em frente a uma estrada que leva diretamente a rodovia estadual SC-390 e próximo ao Rio Uruguai. A área antes era utilizada para pastagem. O clima da região é subtropical úmido (Cfa, verão quente). A área da região agora se encontra devastada, mas a floresta original era uma mata decidual. O solo possui majoritariamente argila e areia (juntos compõem cerca de 80% da constituição do solo) (Veiga et al, 2012). 2 Imagem 1: Imagem geral da área (Crédito: Google Earth) Tipo de viveiro: O viveiro será implantado de forma permanente, de forma a atender a produção de 7.333.334 mudas de Pinus taeda ao ano. Para garantir a sustentabilidade e a continuidade da instalação, serão adotadas medidas necessárias de manejo florestal e gestão ambiental, além de investimentos constantes em melhorias na infraestrutura e tecnologia do viveiro. A finalidade é assegurar a produção de mudas de qualidade e em quantidade suficiente para atender à demanda dos produtores. O viveiro utilizará tubetes cônicos com capacidade de 50 cm³ e ranhuras internas para proteger as raízes das mudas produzidas. Esses recipientes são adequados para o desenvolvimento inicial das raízes, uma vez que proporcionam um ambiente adequado para o crescimento radicular e permitem uma melhor aeração do solo. Além de realizarem a poda aérea da raíz, os tubetes cônicos facilitam o processo de retirada das mudas para o transplantio, reduzindo o estresse das plantas durante essa etapa. Será adotado uma manipulação adequada dos tubetes, com a manutenção da umidade e nutrição necessárias para o desenvolvimento saudável dos indivíduos. A técnica de produção adotada no viveiro é a propagação sexuada. Essa é uma técnica comum e eficiente para a produção de mudas em grande escala, especialmente para espécies florestais. As sementes serão compradas já submetidas ao beneficiamento. Assim, não será necessário realizar nenhum teste 3 ou tratamento pré-germinativo. Para a quebra de dormência, as sementes deverão ser colocadas dentro de uma geladeira convencional a 04ºC durante duas semanas. As sementes serão semeadas em substrato adequado, com os métodos necessários para garantir um desenvolvimento saudável das mudas. Serão adotadas práticas de manejo para garantir a homogeneidade e a qualidade das árvores produzidas. Escolha da área de implementação: A área de implementação se encontra bem próxima de rodovias. Logo, não haverão problemas para o acesso. Se localiza a menos de 1,5 km do Rio Uruguai. A mão de obra pode ser obtida em cidades vizinhas, como: Peritiba, Barra do Veado e Tamanduá. Quanto às pragas, foi decidido realizar processos com assepsia no próprio viveiro, já que dentro das estruturas as mudas não serão afetadas pelo exterior. O perfil topográfico se caracteriza por ser uma área alta próxima a uma depressão, sendo o solo de ótima drenagem, já que assim a água escoa mais facilmente, diminuindo o risco de inundação. O solo se encaixa como um solo argiloso. Imagem 2: Área do viveiro (Crédito: Google Earth) 4 Sistema de produção de mudas: As sementes serão compradas beneficiadas, de forma a garantir um produto final de qualidade superior. A fim de quebrar a dormência, as sementes passarão por um processo de refrigeração a 04ºC em uma geladeira comum durante duas semanas. O recipiente usado será o tubete de 50 cm³ com a boca redonda (30 mm de largura e 120 mm de altura). Quando chegar ao viveiro, deverá passar por tratamento asséptico com equipamento de vapor à jato. As bandejas utilizadas comportam 192 tubetes cada, possuindo as seguintes medidas: 59,5 cm x 41,9 cm. Cada tubete deve conter 2 sementes, posicionadas a uma profundidade de aproximadamente até a primeira falange do dedo indicador. O substrato escolhido foi uma mistura pronta de 50% de serragem não decomposta e 50% de casca de Pinus, por ser o substrato com melhor índice de germinação (Medrado et al, 2002). O substrato será adquirido com atestado de fitossanidade e deverá ser autoclavado antes da utilização. Como não há muitas informações acerca da concentração de nutrientes nos diferentes estágios da planta, a quantidade de adubo é padronizada (Higashi e Silveira, 2005). Assim, os fertilizantes escolhidos foram: Osmocote 19-06-10, Osmocote 18-05-09, NPK e Superfosfato Simples. A germinação geralmente ocorre após 15 dias, e apenas após isso deve-se iniciar a adubação. Antes dessa etapa a própria semente possui os nutrientes necessários, logo, a aplicação precedente à germinação seria considerada perda de fertilizantes. Em seguida à germinação, o desbaste será necessário. A planta mais vigorosa, com posição mais central em relação à boca do tubete deve ser mantida, e a menos favorecida deve ser transplantada para outro recipiente em condições idênticas. Será utilizada uma alternância de 50% com o intuito de diminuir o efeito guarda-chuva, que evita o desperdício e proporciona que a mesma quantidade de água seja distribuída entre as plantas, além de garantir que todas as mudas tenham acesso à luz. Nos primeiros 30 dias, os canteiros devem ser cobertos com um sombrite que permita a passagem de 50% da luz. Então, devem ser descobertos e completar o resto do ciclo em pleno sol. A irrigação durante os primeiros 30 dias deve ser realizada de três a quatro vezes ao dia. Durante o processo de rustificação e aclimatação, a irrigação será menor, deforma a garantir a adaptação das plantas ao campo. A expedição será realizada após 180 dias de produção, com uso do método rocambole, de forma a evitar ao máximo os possíveis danos às mudas. Caracterização e dimensionamento da infraestrutura: A área total do viveiro é obtida pela soma da área produtiva e não produtiva. Em um viveiro bem dimensionado, a área produtiva equivale a cerca de 50 a 60% 5 da área total (Wendling, 2002). A área total do viveiro é de 3,8 ha, e a área produtiva equivale a 1,9 ha. A área não produtiva do viveiro será composta por passeios, estradas e edificações. O viveiro será cercado por um quebra-vento de Eucalyptus benthamii. As construções necessárias serão a sede administrativa e a casa do viveirista, a área de higienização e preparo do substrato e recipientes, o galpão de ferramentas e máquinas, o estacionamento, a caixa d’água e a casa de bombas hidráulicas. As estradas e os passeios externos terão 7 metros de largura. Os passeios entre os canteiros vão medir 0,5 m de largura. As estradas devem ser de pisos intertravados de concreto, para suportar o peso dos veículos ainda garantindo alguma permeabilidade no solo. Os passeios devem ser pavimentados com pisogramas, também para manter a infiltração. A área produtiva consistirá de dez quadras compostas por sessenta e sete canteiros cada. O comprimento de cada quadra é de 113,4 metros e a largura é de 24 metros. Por conta da espécie e da forma de propagação, não será necessária a utilização da casa de vegetação ou casa de sombra. Todo o processo será realizado nos canteiros. Abaixo e ao redor dos canteiros, recomenda-se o uso de cascalho, de forma a evitar inundações do solo por conta da irrigação. Para a irrigação, serão usados microaspersores escolhidos e instalados conforme indicações do fabricante. As bombas hidráulicas conectadas à caixa d’água serão responsáveis pelo abastecimento do sistema. A água será adquirida por meio da rede fluvial, via outorga (Lei Federal nº 9.433/1997). Uma vez que Pinus taeda é uma espécie amplamente pesquisada, as técnicas de produção já são totalmente dominadas. Dessa forma, o número de funcionários por planta pode ser reduzido, a equivalência é de 1 trabalhador a cada 200.000 mudas. Serão contratados 37 servidores. Os veículos utilizados serão três caminhões alugados de empresas terceirizadas durante o período de expedição. Memorial dos cálculos: Número de mudas a serem produzidas: 1 árvore — 3 m2 x — 10.000 m2 x=3.333,333… árvores 3.333,333… árvores — 1 ha y — 2.000 ha y=6.666.666,666… árvores 6 Com a estimativa de perdas de 10%: 6.666.666,666… árvores — 100% z — 110% z=7.333.334 árvores Número de bandejas por linha: 0,419 m — 1 bandeja 24 m — x x=57 bandejas por linha → 114 bandejas por canteiro (57*2) Número de mudas por canteiro: 1 bandeja — 192 mudas 114 bandejas — y y=21.888 mudas Quantidade de canteiros: 1 canteiro — 21.888 mudas z — 7.333.334 mudas z=335 canteiros Aplicando a alternagem de 50%: 335 canteiros — 50% x — 100% x=670 canteiros 21.888 mudas — 100% y — 50% y=10.944 mudas por canteiro Comprimento das quadras (Cq): Cq=(67*1,2)+(66*0,5) Cq=113,4 m Área de canteiro total (AP): AP=10*67*(1,2*24) AP=19.296 m2 7 Área de passeio (APA): APA= 10*66*(0,5*24) APA=7.920 m2 Área de distância entre quadras (ADQ): ADQ=9*(7*113,4) ADQ=7.144,2 m2 Estimativa da área total do viveiro (ATV): 19.296 m2AP — 50% x ATV — 100% x=38.592 m2 → 3,8 ha Número de funcionários: 1 funcionário — 200.000 mudas x — 7.333.334 mudas x=37 funcionários Dimensões das edificações: Área disponível=1,9 ha Sede administrativa e casa do viveirista=250 m2 (25 m x 10 m) Área de higienização e preparo do substrato e recipientes=100 m2 (10 m x 10 m) Estacionamento=250 m2 (25 m x 10 m) Galpão de ferramentas e máquinas=200 m2 (20 m x 10 m) Casa de bombas hidráulicas=75 m2 (15 m x 5 m) Dados gerais do projeto: O número total de mudas produzidas de Pinus taeda ao ano pelo viveiro é 7.333.334, de forma a cobrir os 10% de possíveis perdas. Os canteiros medem 1,2 metro de largura, 24 metros de comprimento e possuem um metro de altura. Os canteiros são divididos ao meio na largura, de forma a encaixar as bandejas no espaço de 60 centímetros e garantindo maior ergonomia. O número de mudas por metro quadrado de área produtiva é 380 mudas. Já o número de mudas por canteiro com a aplicação de alternagem é 10.944. 8 Serão necessários 670 canteiros ao total. Eles serão completamente utilizados para a produção de Pinus taeda. Cada quadra é composta por 67 canteiros e 66 passeios, totalizando 10 quadras idênticas. Os canteiros ocupam uma área de 19.296 m2, ou, aproximadamente, 1,9 ha. Esse valor equivale tanto à área produtiva quanto à área não produtiva. A área total é de 38.592 m2, ou, aproximadamente, 3,8 ha. Croqui: Imagem 3: croqui do viveiro, fora de escala (crédito: Helena) 9 Cronograma de implantação: Para a implementação do viveiro de forma efetiva, é preciso que se alinhe todas as expectativas e necessidades com um viveiro permanente, por meio de uma reunião. Após isso, inicia-se o processo de orçamentos e compra dos materiais necessários para construir o viveiro em si (metalons, sobrites etc) seis meses antes do início de qualquer atividade. A estrutura do viveiro deve ser finalizada um mês antes do início das atividades de produção de mudas. Assim, toda a mão de obra tem de estar disponível já no primeiro momento de preparação do plantio, por exemplo para realizar a quebra de dormência das sementes e a assepsia do local de trabalho. Tabela 1 - Cronograma de implantação Cronograma de produção de mudas: Tabela 2 - Cronograma de produção de mudas Controle de pragas e patógenos: 1. Podridão de raízes por Cylindrocladium sp. e Fusarium sp.: Tem como sintomas a presença de lesões escuras nas raízes ou na casca e a murcha e amarelecimento da parte aérea. Para evitar esse fungo, basta realizar a desinfestação do solo ou solarização do substrato. 2. Ausência de micorrizas: 10 Causam plantios com crescimento irregular. Para reverter a situação, deve-se realizar uma micorrização do substrato. 3. Tombamento de mudas: As mudas atingidas apresentam lesões necróticas no hipocótilo ou nas raízes ao nível do solo. Posteriormente, a planta sofre o tombamento, murcha e morre. O uso de recipientes é uma forma de controle do patógeno, assim como a esterilização do substrato e o uso de fungos antagônicos e micorrízicos. Proteção: A cerca externa consistirá em estacas de concreto com ponta curva de 2,5 m de altura, com espaçamento de 2,5 metros entre as estacas. Entre elas será instalada tela alambrado de aço galvanizado com altura correspondente às estacas. Para a proteção das mudas contra o vento e geadas, será utilizado quebra-vento. A espécie escolhida foi Eucalyptus benthamii, por ser resistente às geadas e robusta física e fisiologicamente. O espaçamento entre as árvores será de 2 metros ao redor de toda a área. O aceiro será empregado na parte interna do viveiro, imediatamente após as cercas externas. Deve medir 2 metros de largura, a fim de conter possíveis incêndios ao redor da área. Para garantir a efetividade, o aceiro necessita de manutenções periódicas. Legalização e certificação: Para certificação e conformidade de acordo com a Lei n° 10.711, de 05 de agosto de 2003, o seu Regulamento, aprovado pelo Decreto n° 5.153, de 23 de julho de 2004 e a Instrução Normativa n° 9, de 2 de junho de 2005. Para o viveiro será efetuado registro no Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA); Inscrição no Registro Nacional de Sementes e Mudas (Renasem), o que possibilita o comércio, importação e exportação, análise, reembalagem, armazenamento e beneficiamento de mudas; cadastro no Registro Nacional de Cultivares (RNC) e Sistema Nacional de Sementes e Mudas (SNSM). Além disso, as mudas comercializadas e expedidas serão acompanhadas de nota fiscal e serão adotadas as normas de segurança do trabalho, a fim de evitar e prevenir acidentes no ambientede trabalho. Além das normas a serem adotadas, haverá contratação de uma empresa de serviços contábeis. Manutenção e monitoramento: A responsabilidade de tudo o que acontece dentro do viveiro é do engenheiro florestal responsável. Dessa forma, é crucial que esse profissional tenha 11 conhecimento das normas, uma vez que se não forem seguidas adequadamente, podem ocasionar grandes acidentes. Além disso, também é necessário o conhecimento sobre o devido descarte dos materiais e técnicas envolvendo a correta maneira de esterilizar os equipamentos que chegam no viveiro. Também é responsabilidade do engenheiro treinar e auxiliar os trabalhadores que realizam a manutenção, para que não haja nenhuma alteração negativa que possa causar a redução da produção final das mudas. Aspectos econômicos e financeiros: Os gastos do viveiro foram divididos em gastos mensais (salários, energia, insumos e alimentação) e gastos permanentes (tubetes, bandejas, sementes, transporte das mudas durante o processo de expedição, ferramentas e demais itens, como aspersores e irrigadores). Tabela 3 - Orçamento financeiro do viveiro O custo de instalação do viveiro no primeiro ano é de 3.250.433,50 reais. Após um ano, é necessário realizar uma nova compra de sementes. Portanto, o custo nos anos seguintes resultará no custo total mensal (112.280 reais) adicionado ao custo das sementes (15.750 reais). Dessa forma, o custo de manutenção do viveiro a partir do segundo ano é de 128.030 reais. O preço das mudas pode variar entre R$0,30 e R$0,55 por unidade. O preço de trinta centavos pode ser necessário para garantir uma posição competitiva no mercado. Caso o viveiro seja o único fornecedor na região, o preço pode ser 12 elevado até cinquenta e cinco centavos. É importante considerar o tamanho e a espécie das mudas oferecidas, bem como o custo de produção e transporte. Portanto, ao definir o preço das mudas, é importante levar em conta uma série de fatores que afetam o custo e a demanda do produto Análise de custos e receitas para mudas vendidas a 30 centavos: Receita anual: R$ 2.200.000,20 Lucro no primeiro ano: - R$ 1.050.433,30 Lucro a partir do segundo ano: R$ 2.071.970,20 Análise de custos e receitas para mudas vendidas a 50 centavos: Receita anual: R$ 3.666.667,00 Lucro no primeiro ano: R$ 416.233,50 Lucro a partir do segundo ano: R$ 3.538.637 Referências: IBÁ [Indústria Brasileira de Árvores] Histórico do Desempenho do Setor, 2022. Quisen, R. C.; Degenhardt-Goldbach, J. Metodologia de descontaminação e germinação de sementes de Pinus taeda L. Colombo, PR, julho de 2020. MEDRADO, R. D.; BONA, A, M; BRIME, P. S.; FERRARI, M. P.; URIO, C. A. Influência de diferentes substratos no desenvolvimento de mudas de Pinus taeda, 2002. HIGASHI, Edson Namita; SILVEIRA, Ronaldo Luiz Vaz de Arruda. Fertirrigação em viveiros de mudas de Eucalyptus e Pinus. 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