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FP109 - As TIC na educação e as teorias da aprendizagem
Atividade prática
Trabalho Corrigido com a nota; 9,50 
Indicações gerais
Esta atividade deve ser desenvolvida em grupos e consiste em refletir sobre os temas abordados nos conteúdos estudados.
Requisitos formais:
Extensão: 4 a 6 páginas (sem contar as instruções, os enunciados, a bibliografia nem os anexos – se houver-).
Tipo de letra: Arial.
Tamanho: 11 pontos.
Entrelinhas: 1,5.
Alinhamento: Justificado.
Normas: APA
O trabalho deve ser realizado nesse documento Word seguindo as normas de apresentação e edição quanto a citações e referências bibliográficas (ver o Guia de Estudo).
A entrega deve ser feita seguindo os procedimentos descritos documento de avaliação da disciplina e em hipótese alguma deve ser entregue através do e-mail do professor ou professora correspondente.
Por outro lado, lembramos que existem alguns critérios de avaliação, que é de suma importância que os estudantes sigam. Para mais informações, consulte o documento de avaliação da disciplina.
Atividade prática
Como vocês percebem as propostas inovadoras de educação na atualidade considerando três pontos: a realidade da sua prática docente, as teorias de aprendizagem estudadas e a oferta das tecnologias de informação e comunicação.
Com respeito às Comunidades de práticas virtuais, destaquem uma vantagem e uma desvantagem deste recurso para trabalhar com adolescentes. Mencionem as dimensões desse recurso, como elas se interrelacionam e de que maneira este trabalho pode ser potencializado através da mediação do professor. Se preferirem, dê um exemplo concreto de sua utilização. 
Muito importante: Na capa que aparece na página seguinte, devem indicar-se os dados pessoais que se detalham e o título do trabalho (o trabalho que não cumpra as condições de identificação não será corrigido). Após a capa, deve-se incluir o Índice do trabalho.
Atividade prática
1 - Alexandra Schutz Pereira. BRFPMME5505561
2 - Elza Costa Porto de Oliveira. BRFPMME4524974
3 - Leandromar Brandalise. BRFPMME1775861 
4 - Maria Elivone Correia Medeiros. BRFPMME5512921
Grupo: 2023/10
Data: 21/11/2024
Disciplina: FP109 - As TIC na educação e nas teorias da aprendizagem
Propostas inovadoras na educação: A importância do papel mediador do professor 
Sumário
Introdução 	4
Práticas educativas e o papel do professor .....................................................................5
Conclusão ......................................................................................................................10
4- Referências Bibliográficas ................................................................................................11
1. Introdução
No cenário atual, observa-se que o mundo enfrenta transformações rápidas e profundas impulsionadas por avanços tecnológicos, mudanças sociais e novas demandas econômicas. A educação, como um dos pilares da sociedade, precisa se adaptar para formar cidadãos preparados para lidar com esses desafios e oportunidades. Nesse contexto, a inovação educacional emerge como uma necessidade urgente e estratégica.
A sociedade do século XXI se vê marcada pela revolução digital e pela valorização de habilidades como pensamento crítico, criatividade, resolução de problemas e colaboração. Os modelos tradicionais de ensino, baseados na transmissão passiva de conteúdos, mostram-se insuficientes para desenvolver essas competências. Por isso, é essencial que a educação incorpore práticas inovadoras que atendam às demandas de um mundo em constante evolução.
Essa inovação não se limita somente ao uso de novas tecnologias, mas inclui mudanças profundas nas metodologias, na relação professor-aluno e no papel da escola como um espaço de construção coletiva do conhecimento. Propostas como metodologias ativas (sala de aula invertida, aprendizagem baseada em projetos), a personalização do aprendizado e o uso de Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) representam alternativas promissoras para uma educação mais dinâmica e conectada à realidade dos estudantes.
Segundo dados da UNESCO, 94% dos países incluíram o uso de TICs em suas políticas educacionais, destacando a relevância das tecnologias para o acesso equitativo à educação e a melhoria da qualidade do ensino.
A inovação educacional desempenha um papel crucial na promoção da inclusão e da equidade, possibilitando que diferentes públicos, independentemente de suas condições sociais, culturais ou econômicas, tenham acesso a experiências de aprendizado significativas. Em um mundo onde a tecnologia redefine profissões e a relação com o conhecimento, a educação inovadora é a chave para formar indivíduos não apenas como profissionais competentes, mas como cidadãos críticos, engajados e aptos a contribuir para a sociedade.
Portanto, inovar é uma exigência do presente e um compromisso com o futuro. Investir em práticas educativas mais criativas, flexíveis e interativas é essencial para preparar estudantes para um mundo em que aprender a aprender será a habilidade mais valiosa de todas.
2- Práticas educativas e o papel do profesor
As práticas educativas têm sido profundamente impactadas por mudanças sociais, culturais e tecnológicas, que exigem novas abordagens no ensino e na aprendizagem. O fácil acesso à informação exige que a escola desenvolva habilidades críticas para selecionar, analisar e aplicar conhecimentos. Também há uma demanda crescente por práticas que respeitem e integrem diferentes culturas, etnias, gêneros e perspectivas. 
A cultura digital transformou o papel do professor de transmissor de informações para mediador, orientando alunos na construção de significados em um mundo saturado de informações. A educação precisa estimular o pensamento crítico e criativo, preparando os alunos para resolver problemas complexos e inovar. Ferramentas como plataformas educacionais, realidade aumentada e inteligência artificial transformam a forma como conteúdos são apresentados e aprendidos. O uso de smartphones e tablets permite que o aprendizado ocorra em qualquer lugar, rompendo barreiras de tempo e espaço. 
A integração de tecnologias no ensino cria oportunidades para personalizar o aprendizado, promover interatividade e facilitar a inclusão digital.
 Essas mudanças interligadas exigem que as práticas educativas evoluam, promovendo uma aprendizagem mais ativa, colaborativa, inclusiva e alinhada às demandas da sociedade contemporânea.
A incorporação de propostas inovadoras na prática docente é um objetivo fundamental para a educação contemporânea, mas encontra barreiras significativas. Entre os principais desafios enfrentados pelos professores, destacam-se:
· Defasagem na formação inicial: Muitos professores não foram preparados em suas formações acadêmicas para lidar com tecnologias educacionais ou metodologias ativas. Isso cria um abismo entre as exigências do ensino atual e suas habilidades práticas.
· Ausência de capacitação permanente: A rápida evolução das ferramentas e abordagens pedagógicas exige formação contínua, algo que nem sempre é ofertado ou incentivado pelas instituições educacionais.
Sem a formação adequada, muitos educadores sentem-se inseguros ou desmotivados para implementar práticas inovadoras, optando por métodos tradicionais.
A Infraestrutura Inadequada também tem sido um problema. Muitas escolas, especialmente em áreas menos favorecidas, não possuem acesso suficiente a computadores, internet ou ferramentas tecnológicas básicas para aplicar inovações.
Muitas vezes a estrutura física das salas de aula, geralmente rígida e pouco flexível, acabam dificultando a implementação de metodologias que exigem mobilidade, interação ou trabalho em grupo. Dessa forma, a falta de recursos práticos desestimula tanto os professores quanto os alunos, comprometendo o engajamento e a efetividade das novas propostas.
Observa-se que muitos docentes têm receio de sair de suas zonas de conforto, seja pela complexidade das novas práticas, pelo medo de falhar ou pela percepção de que o método tradicionalainda é mais eficaz. As inovações também podem ser mal compreendidas por pais ou responsáveis, que tendem a associar o aprendizado a modelos mais tradicionais e estruturados. Essa resistência pode gerar frustração e conflitos, tanto no corpo docente quanto no diálogo com a comunidade escolar, dificultando a implementação das inovações.
No Documento-Referência da CONAE (2010), referente à qualidade da educação, gestão democrática e avaliação, lê-se que “Não há como educar para a autonomia, criatividade e autoconfiança, numa instituição moldada no conteudismo, na memorização e na fragmentação do conhecimento” (p. 56).
Esses desafios mostram que a inovação na prática docente vai além da adoção de novas ferramentas; envolve um esforço coordenado para transformar o sistema educacional como um todo. Superá-los requer políticas públicas que garantam formação continuada, investimento em infraestrutura e estratégias de conscientização para promover uma cultura de aceitação e valorização das mudanças.
O Documento-Referência da CONAE (2010, p. 81) enfatiza a relevância de se assegurar (...) o desenvolvimento de competências e habilidades para o uso das tecnologias de informação e comunicação (TIC) na formação inicial e continuada dos/das profissionais da educação, na perspectiva de transformação da prática pedagógica e da ampliação do capital cultural dos/das professores/as e estudantes.
Os educadores enfrentam um cenário educacional cada vez mais diversos, onde as necessidades dos estudantes são moldadas por suas realidades sociais, culturais, emocionais e tecnológicas. Para atender a esse público heterogêneo e em constante transformação, os professores ajustam suas práticas de várias maneiras:
a) Buscando encontrar estratégias para respeitar os diferentes ritmos e estilos de aprendizagem dos estudantes; utilizando por exemplo plataformas digitais que oferecem trilhas personalizadas, como o Google Classroom ou o Khan Academy, permitindo que cada aluno avance no próprio ritmo. 
b) Procurando identificar as dificuldades específicas, como deficiências ou transtornos de aprendizagem, para aplicar metodologias inclusivas, como o ensino por pares ou ferramentas assistivas utilizando metodologias ativas integrando práticas como aprendizado baseado em projetos, gamificação ou sala de aula invertida, que promovem engajamento e autonomia dos estudantes.
c) Integrando a tecnologia utilizando recursos como vídeos, aplicativos educativos e realidade aumentada para tornar o aprendizado mais interativo e acessível.
Professores podem ajustar os conteúdos para torná-los significativos e conectados às vivências dos alunos, como por exemplo: Em uma escola rural, discutir matemática usando exemplos de agricultura ou economia local. Integração de temas como inclusão, representatividade e respeito às diferenças para promover um ambiente acolhedor e equitativo. E para além dos conteúdos acadêmicos, professores abordam competências socioemocionais, como empatia, resiliência e trabalho em equipe, que são fundamentais para o sucesso na vida e na carreira utilizando-se de rodas de conversa ou dinâmicas de grupo para resolver conflitos ou discutir sentimentos.
Adaptação às necessidades dos estudantes exige um esforço contínuo por parte dos educadores para repensar suas práticas e se manter atualizados com as mudanças sociais e tecnológicas. Esse processo demanda criatividade, empatia e uma visão de ensino inclusivo, que não apenas prepara os alunos para os desafios acadêmicos, mas também para a vida em sociedade.
Nos últimos anos, diversas práticas inovadoras vêm sendo aplicadas nas escolas para tornar o aprendizado mais dinâmico, interativo e significativo:
Conforme Almeida (2000, p. 79) é preciso criar um ambiente que favoreça a aprendizagem significativa ao aluno, ''desperte a disposição para aprender (Ausubel apud Pozo, 1998), disponibilize as informações pertinentes de maneira organizada e, no momento apropriado, promova a interiorização de conceitos construídos''.
Dessa forma o professor precisa preparar materiais acessíveis e atrativos para o estudo autônomo, manter uma maior interação com o aluno, pois durante as aulas, o papel do professor é o de facilitador, ajudando a esclarecer dúvidas e guiando os alunos em atividades colaborativas. Podemos utilizar como exemplo: Um professor de ciências pode disponibilizar vídeos sobre o ciclo da água para os alunos assistirem em casa e, em sala, propor um experimento ou realizar um debate sobre os impactos das mudanças climáticas.
Outro recurso que pode ser utilizado é a gamificação: Elementos de jogos (como pontuações, missões, desafios e recompensas) são incorporados ao processo de ensino para aumentar o engajamento dos estudantes. O professor cria desafios e recompensas que sejam motivadores e relevantes para os objetivos educacionais e acompanha o progresso individual e em grupo dos alunos, porém, essa pratica irá exigir maior organização por parte do docente. Como exemplo prático pode-se utilizar uma aula de matemática, na qual o professor pode criar um jogo em que os alunos resolvam problemas para "subir de nível" ou desbloquear novos desafios, promovendo competição saudável e engajamento.
Uma outra ferramenta dentro da gamificação pode ser as Comunidades de Práticas Virtuais (CPVs) que são espaços online onde indivíduos com interesses, objetivos ou desafios comuns colaboram, compartilham conhecimentos e aprendem juntos. No contexto educativo, as CPVs podem ser poderosas ferramentas para promover o aprendizado colaborativo e o engajamento entre adolescentes.
Adolescentes, geralmente familiarizados com tecnologias digitais, se sentem mais à vontade em interações virtuais. 
As CPVs permitem a troca de ideias em um ambiente informal, rompendo barreiras como a timidez. Isso estimula a participação, especialmente em temas que despertam o interesse dos jovens, como tecnologia, sustentabilidade ou cultura pop. Exemplo: Uma CPV sobre programação pode conectar adolescentes interessados em tecnologia, permitindo que compartilhem soluções para problemas de código e criem projetos em grupo, como aplicativos ou jogos.
Participar de um ambiente digital se aproxima do estar junto virtual (Prado e Valente, 2002), uma vez que atuar nesse ambiente significa expressar pensamentos, tomar decisões, dialogar, trocar informações e experiências e produzir conhecimento. As interações por meio dos recursos disponíveis no ambiente propiciam as trocas individuais e a constituição de grupos colaborativos que interagem, discutem problemáticas e temas de interesses comuns, pesquisam e criam produtos ao mesmo tempo que se desenvolvem
Se faz necessário elencar também que, existem desvantagem em trabalhar com CPVs pois, sem uma mediação adequada, adolescentes podem se dispersar, focando em conversas irrelevantes ou usando o espaço para interações sociais superficiais. Além disso, há o risco de comportamentos inadequados, como cyberbullying ou a disseminação de informações equivocadas. Exemplo: Um grupo criado para discutir literatura pode se desviar do objetivo principal se os adolescentes utilizarem o espaço predominantemente para conversas não relacionadas ao tema. 
Portanto, é primordial o acompanhamento e orientação constante por parte do professor para que as CPVs atendam sua função que é a de interação regular entre os membros, contribuindo para a construção coletiva de conhecimento, de acordo com o tema ou área de interesse comum que guia as discussões e atividades da comunidade. As CPVs servem como espaços para armazenamento de materiais, como artigos, vídeos, ou fóruns, que sustentam o aprendizado contínuo.
Essas dimensões se inter-relacionam ao fortalecer o senso de pertencimento e propósito entre os participantes. Um domínio bem definido que estimula a participação ativa, enquanto o repositório de recursos promove o aprofundamento dos temas discutidos.
Enfatizamos que o professor desempenha um papel essencial para garantir que as CPVs sejam ambientes seguros, produtivos e alinhados aos objetivoseducacionais. A mediação pode ocorrer de diferentes formas: 
1. Definir objetivos claros:
Orientar as interações com desafios específicos, projetos ou metas a serem atingidas.
2. Promover boas práticas digitais:
Ensinar regras de conduta online, como respeito, colaboração e pensamento crítico.
3. Monitorar e intervir:
Supervisionar regularmente as atividades para evitar desvios de foco ou comportamentos inadequados.
4. Estimular a reflexão:
Propor discussões baseadas em temas relevantes, conectando os aprendizados virtuais às realidades do mundo físico.
Como exemplo concreto podemos citar um professor de geografia que pode criar uma CPV para discutir mudanças climáticas. Os adolescentes poderiam compartilhar notícias, gráficos ou projetos de impacto local, enquanto o professor guia as discussões com perguntas reflexivas e fornece feedbacks.
CONCLUSÃO 
As Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) têm impactado significativamente a educação e a formação, especialmente com a incorporação de novas ferramentas e recursos digitais. A educação a distância vem se beneficiado muito dessas tecnologias, permitindo que estudantes de todo o mundo tenham acesso a cursos e programas de ensino de alta qualidade. Os professores desempenham um papel fundamental, pois precisam adaptar suas metodologias de ensino para atender às necessidades dos alunos que estão aprendendo tanto em sala de aula quanto remotamente. Eles precisam ser capazes de usar as TICs de forma eficaz para criar um ambiente de aprendizagem interativo e envolvente, que permita aos alunos aprenderem de forma autônoma e colaborativa. No entanto, a incorporação das TICs na educação também apresenta desafios, como a necessidade de garantir a qualidade do ensino. Além disso, a educação a distância pode ser menos eficaz para alguns alunos, que podem ter dificuldades em se manter engajados sem distrações. Outro aspecto crucial é a capacidade das TICs de romper barreiras geográficas e socioeconômicas, proporcionando acesso à educação de qualidade para populações em regiões remotas ou desfavorecidas. Plataformas de ensino a distância, Comunidades de Práticas Virtuais (CPVs) e recursos educacionais tecnológicos são exemplos de como as tecnologias podem democratizar o acesso à informação e ao conhecimento. Dessa forma observa-se que as TICs têm um grande potencial para transformar a educação e a formação, mas é importante que os professores estejam preparados para usar essas tecnologias de forma eficaz e que as instituições de ensino garantam a qualidade do ensino oferecido.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ALMEIDA, M. E. B. Incorporação da tecnologia de informação na escola: vencendo desafios, articulando saberes, tecendo a rede. In: MORAES, M. C. (Org.). Educação a distância: fundamentos e práticas. Campinas, SP: NIED/Unicamp, 2002.
ALMEIDA, M. E. B.; PRADO, M. E. B. B. Criando situações de aprendizagem colaborativa. In: VALENTE, J. A.; ALMEIDA, M. E. B.; PRADO M. E. B. (Org.). Internet e formação de educadores a distância São Paulo: Avercamp, 2003.
O computador na escola: contextualizando a formação de professores. 2000. Tese (Doutorado em Educação) Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2000.
CONFERÊNCIA NACIONAL DE EDUCAÇÃO (CONAE), 2010, Brasília, DF. Construindo o Sistema Nacional Articulado de Educação: o Plano Nacional de Educação, diretrizes e estratégias; Documento Final. Brasília, DF: MEC, 2010. 
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