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SISTEMA RESPIRATÓRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ESCOLA DE MEDICINA E CIRURGIA ENVELHECIMENTO E SAÚDE Start ENVELHECIMENTO DO Preview ANA BEATRIZ SILVA MAC CORMICK, BEATRIZ ROSSI SORIANO JULIVALDO, EMANUEL PEREIRA ALVES, MARCOS VINICIUS DA SILVA TEIXEIRA, PEDRO HENRIQUE FELIPASSI DO ESPÍRITO SANTO, RAPHAEL NASCIMENTO DA ROCHA, RAQUEL MUNIZ DE SOUZA MOÇO 01 O ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO MUNDIAL 15,6% DA POPULAÇÂO NACIONAL É IDOSA DIMINUIÇÃO DA TAXA DE FECUNDIDADE DIMINUIÇÃO DA TAXA DE MORTALIDADE AUMENTO DA EXPECTATIVA DE VIDA 02 04 O SISTEMA RESPIRATÓRIO 05 O ENVELHECIMENTO E A ESTRUTURA PULMONAR 08 ALTERAÇÕES RADIOLÓGICAS 06 O ENVELHECIMENTO E AS ESTRUTURAS EXTRAPULMONARES Alterações morfológicas e funcionais do sistema respiratório Condições patológicas 07 SINERGISMO 10 TAXA DE INTERNAÇÃO DE IDOSOS POR DOENÇAS RESPIRATÓRIAS EM DIFERENTES FAIXAS ETÁRIAS 11 TAXA DE MORTALIDADE DE IDOSOS POR DOENÇAS RESPIRATÓRIAS EM DIFERENTES FAIXAS ETÁRIAS 12 ALTERAÇÕES HISTOLÓGICAS 13 Alterações de Cromatina Reparo de DNA Diminuído Metabolismo Diminuído de Ácidos Graxos CCL18, IL-10, IL-6, IL-8, G- CSF MCP-1 TABACO ACELERA O PROCESSO DE SENESCÊNCIA EPITÉLIO 14 Pseudoestratificado cilíndrico ciliado com células caliciformes (mucinosas) Adesão celular e Células Basais Forma a primeira barreira aos materiais particulados e patógenos. Envelhecimento Implica: Decréscimo da Produção de Mucinas (MUC4, MUC13, MUC16). Anormalidades nos Microtúbulos Up-regulation de Receptores Estresse Oxidativo EPITÉLIO 15 Alvéolos com Pneumócitos Tipo I e Tipo II AT2 e Produção de Surfactante Diminuída Proteínas Mal Dobradas, Danos ao DNA, EROs, Autofagia Limitada Levam à Apoptose! População de AT1 diminui: Mais Senescência, estado pró-inflamatório, EROS, Cromatina Alterada, etc. Amplificação do Fenômeno Senescente FIBROBLASTOS Secretam glicoproteínas, metaloproteases (MMPs), colágenos. Citocinas, Fatores de Crescimento definem a organização e produção desses componentes. 16 MATRIZ EXTRACELULAR MMPs que degradam a Elastina, Laminina e Fibronectina da MEC e aumentam a deposição de colágeno ENDOTÉLIO Estresse oxidativo na formação de neo-epítopos, luz sofre estreitamento, recrutamento e migração falhos. INTERSTÍCIO CÉLULAS IMUNES 17 MACRÓFAGOS Menor Fagocitose, Diminuição de Receptores, Alteração de Resposta pelo microambiente, Menos Fenótipo M2, Ambiente mais pró- inflamatório. CÉLULAS DENDRÍTICAS Menor Fagocitose, Migração Dificultada, Menos Moléculas Coestimulatórias, Menor Poder de Apresentação de Ags, Desregulação de Citocinas (IL-6, IL-12). NEUTRÓFILOS CD16 Diminuído Menor Capacidade Fagocítica, Formação de Superóxidos, Apoptose Aumentada, Recrutamento Crônico Causando Danos à Estrutura Pulmonar. LINFÓCITOS Diminuição da População de CD3, CD4 e CD8, Menos T-naives, Respostas, Receptores e Memória de Células T Diminuída, Células B Crônicamente Ativadas, Receptores Alterados. ALTERAÇÕES ESTRUTURAIS ocorrem alterações nas fibras elásticas, na estrutura alveolar e no aporte sanguíneo. PULMÃO f EXTRA- PULMONAR 18 Ocorrem alterações nas cartilagens costais, na coluna vertebral e na musculatura respiratóia. PULMÃO Diminuição das fibras elásticas no pulmão ao longo do envelhecimento, que vai afetar: Diminuição da elasticidade Aumento da complacência 19 As regiões de troca gasosa sofrem mudanças como: Perda de septos alveolares Espessamento da membrana alveolo-capilar Diminuição da quantidade de capilares sanguíneos 20 EXTRA- PULMONAR Calcificação de Cartilagens costais Aumento da curvatura da Coluna Vertebral Perda de massa e força da Musculatura ALTERAÇÕES FUNCIONAIS Apesar de existir um comprometimento progressivo da função pulmonar com o envelhecimento, a capacidade de trocas gasosas se mantém adequada dentro da perspectiva de vida máxima de pessoas saudáveis. TROCAS GASOSAS 21 Perda das propriedades elásticas do pulmão + redução da potência motora e muscular + enrijecimento da parede torácica = alteração dos volumes pulmonares Aumento da cifose torácica, encurtamento da coluna vertebral torácica, aumento do diâmetro ântero- posterior do tórax (tórax em barril), diminuição da mobilidade torácica 22 ALTERAÇÕES DOS VOLUMES PULMONARES No envelhecimento: VR Capacidade pulmonar total (CPT): maior volume alcançado pelos pulmões. CPT = CV + VR Capacidade vital (CV): volume que é possível expulsar durante uma expiração forçada consecutiva a uma inspiração máxima Volume residual (VR): volume de ar que permanece no pulmão depois de uma expiração máxima. 23 CV CPT O IDOSO E O TABAGISMO Indivíduos com mais de 50 anos que fumam: maior nível de dependência da nicotina, histórico mais longo de tabagismo e maior consumo de cigarros. Ao parar o tabagismo, idosos de 65 anos ou mais que fumem até 1 maço de cigarros/dia podem ter um aumento de 2 a 3 anos na esperança de vida de idosos. 24 IMPLICAÇÕES CLÍNICAS A manifestação de patologias na terceira idade 25 DPOC Maior vulnerabilidade dos idosos Grande relação com o tabagismo Perda progressiva da elasticidade pulmonar Maior senescência celular Perda da capacidade regenerativa pulmonar 26 PNEUMONIA MAIOR causa de morte entre idosos No caso da pneumonia por aspiração perda do reflexo da tosse 27 Idosos podem ter uma manifestação atípica Confusão mental Falta de apetite Prostação 28 Câncer de pulmão Fibrose pulmonar Tosse persistente Hemoptise Perda de apetite Perda ponderal Dispneia Cansaço Aperto no peito Sufocamento INTERVENÇÕES 29 Intubação Fármacos Menos tempo Flacidez dos lábios Tônus muscular Estudos Polifarmácia Metabolismo hepático Clearence renal PECULIARIDADES DO EXAME FÍSICO Expansibilidade reduzida 30 Presença de RAs sem correlação clínica Menor cooperação Colher informações com parentes ou cuidadores O FUTURO COM O IDOSO Condições que advêm naturalmente com o avançar da idade; PREVENIR Condições que já se estabeleceram e ainda podem ser curados; TRATAR Condiçõs que já se estabeleceram , cujo foco é permitir com que não avancem CONTROLAR 31 INTERFACES QUE SE SOBREPÕEM VACINAÇÃO 32 Pneumovax VPC13(SUS-)/VPC15/VPC23 Influenza SUS+ COVID-19 33 Prevenção HÁBITOS Prevenção 34 Alimentação saudável Prática de atividade física Criação de novos vínculos NEOPLASIAS Atenção à clínica: hemoptise, pneumonias persistentes e tabagismo Tratamento 35 Não há rastreamento Aparecem na faixa etária dos 70 anos, tipicamente Tratamento TUBERCULOSE PULMONAR 36 Senescência do sistema imune (desbalanço) Maior incidência em idosos Rastreamento em idosos em lares de longa permanência CESSAÇÃO DO TABAGISMO Tratamento 37 Requisitos incluem cooperação do paciente e terapia combinada É uma boa escolha, independente de estabelecimento de doenças Eliminação de fatores de risco para outras doenças DCNTS 38 Redução da funcionalidade e impacto na qualidade de vida Incluem fibrose pulmonar, asma grave e DPOC Tratamento não foca só em DCNTS do A.R. nem em drogas apenas Tratamento REFERÊNCIAS Calendário de Vacinação do Idoso 2024/2025. Sociedade Brasileira de Imunizações. https://sites.usp.br/cdcc/wp-content/uploads/sites/512/2019/07/sistema-respirat%C3%B3rio-2.pdf FAGHERAZZI, S. B. ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DE DIFERENTES FATORES SOBRE AS PRESSÕES VENTILATÓRIAS MÁXIMAS EM IDOSOS DO MUNICÍPIO DE PORTO ALEGRE - BRASIL. Tese (Mestrado em Biomedicina). Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2010. GOULART, D. et al. Tabagismo em idosos Smoking in the elderly. REV. BRAS. GERIATRIA E GERONTOLOGIA, v. 8, n. 1, 2006. Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa, 1ª edição. Ministério da Saúde, Brasília, 2007. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Elizabete Viana de Freitas et al, 3.ed, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. Plano de ações estratégicas para o enfrentamento das doenças crônicas e agravos não transmissíveisno Brasil 2021-2030 93. Ministério da Saúde, 2021 Medicina Interna de Harrison, 20ª edição, 2020. McGraw Hills 39 https://sites.usp.br/cdcc/wp-content/uploads/sites/512/2019/07/sistema-respirat%C3%B3rio-2.pdf OBRIGADO Preview Finish