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A Empresa
A empresa como uma entidade legal constituída tem a figura de ser categorizada como “com fins lucrativos” e também “sem fins lucrativos” fazendo uma referência à divisão de sua classificação legal e financeira. 
Ainda em sua constituição orgânica, uma empresa tem a função clara de ser um grupo de interesses organizados para através de seus insumos internos, conseguir produzir resultados perceptíveis ao mercado; em outras palavras, trataremos em momento posterior os conceitos de Inteligência Competitiva (interno) e a Vantagem Competitiva (externo)
Os modelos de consumo atualmente praticados na sociedade impõem uma relação entre Empresa e Consumidor bem estreita, na medida em que a Experiência do Consumidor ou Customer Experience (CX) como o Marketing assim o trata, busca ao máximo um alinhamento entre desejos e necessidades dos consumidores, atendidos pelas empresas. 
Entra aqui o papel das Empresas: ser um elo na cadeia de fornecimento de soluções para a sociedade, compreendendo seus anseios e desejos, aportando para isto os melhores produtos e serviços que possam ser estruturados para este fim.
Compreender, portanto, uma empresa como um organismo vivo que – através de suas áreas de negócio ou departamentos internos – procura se auto-organizar para anteder ao público consumidor, faz todo sentido. 
Nessa linha as empresas se dividem em diversos grupos, um dos importantes é o de empresas com fins lucrativos e outra sem fins lucrativos. Em linhas gerais  o que as difere é que a empresa com fins lucrativos permite a divisão dos lucros entre os sócios e interessados diretos, já a sem fins lucrativos, possui um programa de reinvestimento dos valores percebidos com o que seria o lucro a ser dividido. 
Na linha da harmonização dos ativos, uma empresa procura em sua estrutura, se organizar para responder da melhor forma possível as Perguntas de Negócio que são provocadas pelo mercado. Este é o seu maior desafio, na medida em que compreender as necessidades de mercado e ao mesmo tempo as converter em produtos e serviços a entregar para a sociedade demanda estudos, tempo e dedicação.
Também é visível o papel social que uma empresa exerce, na medida em que além de atender às suas necessidades, através de produtos e serviços que coloca no mercado, também movimenta a economia global; pois é a entidade que emprega os talentos, favorecendo o consumo que gira a economia.
Adiantando o tema, uma empresa também tem o poder de desenhar os comportamentos e hábitos da sociedade, pois os seus produtos deverão trazer um novo formato de consumo – o que deverá criar grupos de interessados em suas soluções. 
Os desafios para que tudo isto ocorra são proporcionais ao mercado. Por esta razão, manter o equilíbrio interno da empresa, favorecendo uma comunicação assertiva e clara entre as áreas, manter processos de negócio bem implantados e claros (acima de tudo respeitados) faz todo sentido. Outro desafio é manter o OBJETIVO da empresa claro a todos os colaboradores, uma vez que este mesmo objetivo deverá se converter nas soluções que a empresa coloca no mercado. 
A mobilização de todos os recursos da empresa, a sua articulação entre todas as áreas de negócio, gerando a harmonização necessária e com muita comunicação, requer também um investimento direto em tecnologia da informação. 
A Tecnologia da Informação tem o poder de assegurar esta comunicação de forma harmônica, com o fim de manter o respeito aos processos internos de negócio, mas também de converter as possibilidades de atendimento ao mercado em disponibilidades. Em outras palavras, a empresa é medida por sua capacidade rápida de atendimento às necessidades de mercado. 
A agilidade associada a aplicação da tecnologia, para a resposta rápida e na dinâmica que o mercado requer, é um dos desafios principais da aplicação da Tecnologia da Informação. Como será oportunamente apurado, a TI traz a versatilidade e compreensão dos comportamentos de consumo na sociedade perante a empresa.
Pelo visto até aqui, o Organismo Vivo, chamado Empresa; tem a função explicita de transformar os desejos da sociedade em produtos que possam, por ela serem consumidos. Este caminho, entre o desejo, necessidade e a disponibilidade; impõe uma atenção especial a todos os atores envolvidos. 
Entram aqui movimentos específicos, como por exemplo a Gestão de Processos, que entre outras coisas apoiará a empresa a ter a organização necessária para responder às perguntas de negócio. Um processo, em si, é uma estrutura que coordena uma série de interesses dentro da empresa perante um objetivo; seja ele o Objetivo Geral ou Objetivo Específico da Área de Negócios que representa. 
Ofertar as etapas deste processo dentro da organização, mantendo sua operação (do processo) alinhado com outros processos de outras áreas, apresenta um desafio a altura do que se apresenta como : Organização.
Uma empresa, por ter que cumprir várias etapas para a entrega de uma solução, precisa e demanda de várias etapas de organização e etapas a serem cumpridas – o Processo entra aqui para este apoio.
Outro ponto interessante nesta etapa de atores que conduzirão a empresa ao Sucesso, é a ESTRATÉGIA a ser seguida. De prático, a ESTRATÉGIA faz referência ao CAMINHO a ser seguido e não ao objetivo em si – sendo este o resultado da condução estratégica.
Um plano estratégico, deverá entre outras atividades, produzir uma sequência de ações coordenadas que além dos Processos alinhados e organizados, também deverá mobilizar outros recursos da empresa. 
 
 
Atividade extra
Uma empresa atual e que busca através dos dados e informações se manter inovada e firme na construção de um objetivo, faz parte da empresa atual. Veja no link da atividade provocações a respeito do tema
Link da atividade: https://ufabcjr.com.br/cultura-da-inovacao-e-sua-importancia/?gclid=EAIaIQobChMIlJDb66KF7wIViBCRCh2D-wMhEAAYBCAAEgKyA_D_BwE
 
 
Referência Bibliográfica
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VANIN, J. A.; RANCICH FILHO, N. A. Administração Estratégica. Intersaberes: 2013 
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KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane Administração de Marketing 12ª ed. São Paulo, Pearson Prentice Hall, 2006 (e-book disponível)
ROSEMBLON, Bert, Canais de Marketing, 8ª. Ediçao, São Paulo, Atlas, FERREL,O.C; HARTLINE, Michael Estratégia de Marketing – 4ª Ed. São Paulo, CENGAGE Learning, 2010
FERREL, O.C; HARTLINE, Michael, Estratégia de Marketing – 4ª Ed. São Paulo,CENGAGE Learning, 2010
DIGITALKS – Como usar o big data para rentabilizar suas ações de marketing digital Disponível em: https://digitalks.com.br/tv-digitalks/como-usar-o-big-data-para-rentabilizar-suas-acoes-de-marketing-digital/#

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