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232 RESOLUÇÃO SIM ULA DÃO : RE SOL UÇà O SIM ULA DÃO : RE SOL UÇà O 592 Alternativa a. f1 � v 2L (tubo aberto) f2 � v 4L (tubo fechado) f f v v 1 2 2� � � 2L 4L 593 Alternativa d. 594 Alternativa c. A proveta equivale a um tubo sono- ro fechado, cujo comprimento é � � 40 � 10 � 30 cm. A onda representada na figura corresponde ao 3º- har- mônico, e como a proveta está em ressonância com o diapasão, concluímos que f3 � 855 Hz. Mas f3 � 3 4 v � . Logo: v � f3 4 3 855 4 3 � � � �� 0,3 → v � 342 m/s 595 Alternativa a. Tempo de ida: s � v1t1 → 3 400 � 340t1 t1 � 10 s Tempo de volta: v2 � �f → v2 � 200 � 17 v2 � 3 400 m/s s � v2t2 → 3 400 � 3 400t t2 � 1 s Logo: t1 � 10 � 1 � 11 s 596 Alternativa d. No modelo proposto: � � 4 � 2,5 � � � 10 cm ou � � 0,1 m Sendo v � 340 m/s e v � � � f: 340 � 0,1 � f → f � 3 400 Hz 597 Alternativa c. A pessoa dentro da água não ouve o som de alerta dos seus companheiros porque o som é quase que totalmente refletido na superfície da água. 598 Alternativa d. Como v � �f, v � 220 � 1,5 � � 330 m/s. Considerando-se �s a profundidade do poço, o inter- valo de tempo �t que o som leva para percorrê-la é �t � 8 2 � 4 s. � �s � v � �t → �s � 330 � 4 � 1 320 m. 599 Alternativa c. v � 1 500 m/s; t � 1 s 2x � v � t → 2x � 1 500 → x � 750 m 600 Alternativa a. Como na posição x o tempo de re- torno do pulso aumenta, trata-se de um trecho mais fundo que os demais: uma depressão submarina. Do gráfico, temos t � 4 s. Assim: 2h � v � t → 2h � 1,4 � 4 → h � 2,8 km, em relação ao nível do mar. 601 a) O sonar usa o princípio da reflexão para deter- minar distâncias. Supondo as velocidades constantes nos respectivos meios, podemos escrever: • Aparelho emerso: ttotal � t1 � t2 → 0,731 � t1 � t2 Sendo M � U, temos: s � vt → t � S v . Sendo a mesma distância e a mesma velocidade: 0,731 � S v S v 1 1 2 2 � → 0,731 � S v S v � 0,731 � 2S var (1) • Aparelho submerso ttotal � t1 � t2 → 0,170 � t1 � t2 0,170 � S v S v 1 1 2 2 � → 0,170 � � 2S vágua (2) Substituindo 1 em 2 , temos: 0,731 � Var � 0,170 � Vágua → V v água ar � 4,3 b) Ao passar do ar para a água, não há variação na freqüência, logo: v � �f → f � v � fágua � far → v vágua água ar ar água ar� � � � � → � 4,3 602 Alternativa d. Ao mudar o meio de propagação do som, mudam a velocidade de propagação e o compri- mento de onda, permanecendo a mesma freqüência. Logo, b e e são falsas. Como vágua � var, então �água � �ar. Assim, a e c são falsas. t1 t2 t1 t2 RESOLUÇÃO 233 SIM ULA DÃO : RE SOL UÇà O SIM ULA DÃO : RE SOL UÇà O 603 Alternativa a. Quando duas ondas atingem uma mesma região do espaço, suas elongações somam-se algebricamente, resultando numa onda de intensidade reforçada ou enfraquecida; esse fenômeno é denomi- nado “interferência”. Para fazer “ruído” anular “ruído”, basta fazer as ondas interferirem em oposição de fase, ou seja, fazer que o máximo de uma coincida com o mínimo da outra. 604 Alternativa b. Como as fontes emitem em oposi- ção de fase, a interferência construtiva ocorre em pon- tos do espaço nos quais a diferença de percurso entre as ondas incidentes seja um nº- ímpar de meios com- primentos de onda. No caso: rB � rA � 25 � 20 � 5 m � � v f � 340 170 � 2 m rB � rA � n � 2 → 5 � n � 2 2 → n � 5 A onda resultante da interferência não muda sua fre- qüência, já que ambas as fontes emitiram sons de 170 Hz. 605 Alternativa e. O efeito Doppler só ocorre quando a fonte sonora se movimenta em relação ao observa- dor. Isso só ocorre nos eventos II e III descritos no enun- ciado. Para fontes que se aproximam, a freqüência aparente é maior que a emitida, enquanto para fontes que se afastam do observador, a freqüência percebida é menor que a original. 606 Alternativa c. Ao percorrer o trecho AB, a sirene se aproxima do observador. Logo, a freqüência ouvida por ele é maior que 350 Hz, e ele ouve, portanto, um som mais agudo. � (I está incorreta) No trecho BCD, a sirene se mantém sempre a 20 m do observador. Logo, ele ouve um som de freqüência 350 Hz nesse trecho. � (II) está correta. Ao percorrer DE, a sirene se afasta do observador, que ouve um som cada vez mais grave que 350 Hz. � (III) é incorreta. 607 Alternativa b. f� � f v v v v ar ar F ± ± ⎛ ⎝ ⎜ ⎞ ⎠ ⎟ 0 f� � 990 v v v ar ar ar � � 0 0 1, ⎛ ⎝ ⎜ ⎞ ⎠ ⎟ f� � 990 � v v ar ar0 9, f� � 1 100 Hz 608 Alternativa b. v0 � 80 km/h � 22,2 m/s Dados: f � 700 Hz v � 350 m/s f� � f � v v v vF � � 0⎛ ⎝ ⎜ ⎞ ⎠ ⎟ → f� � 700 � 350 350 � 22,2⎛ ⎝ ⎜ ⎞ ⎠ ⎟ f� � 2 � 372,2 f� � 744,4 � 745 Hz Para freqüências maiores que essa, o policial pode multar o veículo de passeio. 609 Alternativa d. A freqüência aparente fo � 436 Hz percebida pelo observador (violinista) é menor que a freqüência real emitida pelo diapasão, fF � 440 Hz, de- vido ao efeito Doppler-Fizeau. Sendo V a velocidade do som no ar, Vo a velocidade do observador e vF a velocidade do diapasão imediatamente antes da coli- são com o solo, temos: f V V f V V o o F F± ± � Observando que V � 330 m/s e Vo � 0, calculemos VF. 436 330 0 440 330 330 440 330 436� � � � � � V V F F→ VF � 3,03 m/s O diapasão em queda livre descreve movimento uni- formemente variado, para o qual vale a equação de Torricelli: VF 2 � V1 2 � 2gH (3,03)2 � (0)2 � 2 � 9,8 � H H � 0,47 m 0 ⎧ ⎪ ⎨ ⎪ ⎩ 234 RESOLUÇÃO SIM ULA DÃO : RE SOL UÇà O SIM ULA DÃO : RE SOL UÇà O 610 Alternativa d. É quantizada porque só aparece em múltiplos inteiros da carga elementar: Q � n � e. 611 Alternativa c. Q � n � e → 3,2 � 10�4 � n � 1,6 � 10�19 n � 3 2 10 16 10 4 19 , � � � � → n � 2 � 1015 elétrons Como Q 0, a esfera contém um excesso de 2 � 1015 elétrons. 612 Alternativa c. De acordo com o princípio da conservação da carga elétrica: QU � 2Qd � Qneutro → 2 3 e � 2Qd � 0 2Qd � � 2 3 e → Qd � � 1 3 e 613 Alternativa c. Estão corretas as afirmativas II, III e V. 614 Alternativa a. 20 �C �2 �C 9 �C 9 �C 2º- contato: 9 �C �6 �C 1,5 �C 1,5 �C Logo, QA � � 1,5 �C, QB � � 9 �C e QC � � 1,5 �C 615 Alternativa b. A carga total do sistema é �Q �Q � 0 A massa total do sistema é M � M � 2M 616 Alternativa c. As cargas elétricas em excesso, adquiridas pela barra metálica durante o atrito, fluem pela barra e pelo corpo humano porque ambos são bons condutores. 617 Alternativa b. I. Verdadeira Corpo eletrizado positivamente: nelétrons nprótons Corpo eletrizado negativamente: nelétrons � nprótons II. Falsa, pois todos os corpos possuem cargas elé- tricas. III. Falsa, pois nprótons � nelétrons IV. Verdadeira, pois ficam eletrizados com cargas de mesmo módulo mas de sinais contrários. V. Verdadeira. 618 Alternativa c. Quando aproxima-se o bastão eletrizado da esfera da direita, ocorre indução no conjunto. Afastando-se as esferas com a presença do bastão, teremos: 619 Alternativa a. Após o processo de eletrização por indução, a esfera à esquerda terá excesso de cargas negativas, enquando a esfera à direita terá excesso de cargas positivas. Como as esferas são separadas, porém permanecem próximas, pelo princípio das ações elétricas as cargas de sinal contrário se atraem como representado na al- ternativa a. 620 Alternativa d. Ocorrerá indução no condutor, ou seja, a esfera A fica- rá com falta de elétrons, enquanto os elétrons livres se acumularão em B. Separando as esferas na presença do bastão eletriza- do, a esfera A adquire carga positiva e a esfera B ad- quire carga negativa. 621 Alternativa c. a) Falsa, pois na 2ª- situação não pode ocorrer repulsão. b) Falsa porque cargas positivas se repelem. c) Verdadeira. Cargas de sinais opostos se atraem. d) Falsa, pois com B negativo e pênculo neutro ocor- reria atração. e) Falsa, pois um corpo eletrizado (B) não repulsaum corpo neutro. 622 Alternativa d. Com a aproximação do objeto carregado positivamente aumenta o número de cargas negativas na esfera do eletroscópio e diminui nas suas lâminas. Logo, aproxi- mam-se uma da outra. Ao se tocarem, ambos os cor- pos se neutralizam e as lâminas se fecham. 623 Alternativa d. As expressões que permitem o cálculo das intensida- des das forças gravitacional (F) e elétrica (F�) entre duas partículas separadas por uma distância r, são: F � G � m m r 1 2 2 � , m1 e m2 são as massas das partículas. G: constante de gravitação universal que não depende do meio. e F� � k � q q r 1 2 2 � : q1 e q2: valores absolutos de carga de cada partícula. k: constante eletrostática que depende do meio que envolve as cargas. Portanto, a única grandeza comum às duas leis é o inverso do quadrado da distância. 624 Alternativa c. Representando os vetores que atuam na carga q, te- mos: Eletrostática A B A B A AC C � nêutra � RESOLUÇÃO 235 SIM ULA DÃO : RE SOL UÇà O SIM ULA DÃO : RE SOL UÇà O �Q �Q �Q �q C E B A D �Q �q F FR F � 625 Alternativa a. Representando as duas situações, temos: (antes do contato) força de atração ⇒ sinais contrári- os (após o contato) força de repulsão ⇒ mesmo sinal Portanto, a nova força será: F � k Q Q d � �1 2 2 ⇒ 3 � 10�1 � k Q Q d � � 3 2 ⇒ ⇒ k Q Q d � � 2 � 10�1 F � k Q Q d � �� � 1 2 2 ⇒ F � k � k Q Q d � � 2 ⇒ F � 10�1 N 626 Alternativa b. Para que o sistema permaneça em repouso, as cargas devem ter sinais iguais. 627 a) As cargas A e B possuem sinais contrários já que há força de atração entre elas. b) Representando os vetores em B: Estando o corpo B em equilíbrio (�F � 0), logo: (1) T � cos � � Pe (2) T � sen � � F Dividindo (2) por (1): T sen T � � � �cos � F P → tg � � F m g� → F � 3 4 N F � k Q Q d 0 1 2 2 � � → 9 10 0 1 9 2 2 � � Q ( , ) � 3 4 → → Q2 � 4 10 27 11� � � 1,22 �10�6 C 628 Alternativa d. A atração ocorre por indução. Veja: Cargas de sinais contrários estão mais próximas → forças de atração maior que a de repulsão 629 Alternativa b. Dados: Q2 � 4 � Q1; dA, B � 30 cm � 0,3 m; Q3 � 2 � Q1 Representando as forças, temos: Para que haja equilíbrio, devemos ter: F1, 3 � F2, 3 → k0 � Q Q d 1 3 1 3 2 � , � k0 � Q Q d 2 3 2 3 2 � , → → k0 � Q d 1 1 3 2 , � Q d 2 2 3 2 , Q x 1 2 � 4 0 3 1 2 � � Q x( , ) → ( , )0 3 2� x � 4 2� x → → 0,3 � x � 2x → x � 0,1 m � 10 cm 630 Alternativa d. Dados: d1, 2 � 4 � 10�2 m; d2, q � 2 � 10�2 m Para que a carga q fique em equilébrio, devemos ter: F1, q � F2, q (condição de equilíbrio) F1, q � F2, q → k0 � � k0 � Q q d k Q q dq q 1 1 2 0 2 2 2 � � � � , , → → � Q d Q dq q 1 1 2 2 2 2 , , Q Q d d Q Q q q 1 2 2 2 1 2 2 1 � � � � � � , , ⎛ ⎝ ⎜⎜ ⎞ ⎠ ⎟⎟ → ⎛ ⎝ ⎜ ⎞ ⎠ ⎟ 6 10 2 10 2 2 � 9 631 Dados: Q1 5 4Q; Q2 5 2Q; d1, 2 5 3 unidades a) Representando os vetores, temos: T B F P α α A região em que a partícula pode ficar em equilíbrio é a região III, pois além de os vetores força possuírem a mesma direção e sentidos opostos, a carga �Q está mais próxima da carga de menor módulo e mais dis- tante da de maior módulo, fazendo com que haja uma compensação no cálculo da resultante. b) Determinando o ponto de equilíbrio: Para que haja equilíbrio, �F � 0; logo: FQ1, Q � FQ2, Q ⇒ k0 � � Q Q x Q Q x 1 2 2 23 � � � � ( ) → → 4 3 2 2 Q x Q x( )� � 2 3 1 � � x x → 2x � 3 � x → x � 3 Portanto, a partícula ocupa a posição 11. 236 RESOLUÇÃO SIM ULA DÃO : RE SOL UÇà O SIM ULA DÃO : RE SOL UÇà O 632 Dados: mA � mB � 1,0 � 10�4 kg; qA � qB � �4 � 10�8 C; g � 10,0 m/s2; k0 � 9 � 109 N m C � 2 2 Representando a situação, temos: Estando a esfera B em equilíbrio: �F � 0 → F � PB k0 � Q Q d A B A B � , 2 � mB � g → h2 � k0 � Q Q m g A B B � � h2 � 9 � 109 ( )4 10 1 10 10 8 2 4 1 � � � � � → h2 � 144 � 10�4 h � 12 � 10�2 m � 0,12 m 633 Dados: mA � 50 g � 5 � 10�2 kg; mB � 100 g � � 10�1 kg; � � 30°; d � 30 cm � 3 � 10�1 m; qA � qB Para que a esfera A possa ficar em equilíbrio, os sinais das cargas fornecidas às esferas deverão ser opostos. Desta forma, a força de atração entre as esferas é igua- lada pela projeção da força peso, logo: F � PxA ⇒ k0 � Q Q d A B� 2 � mA � g � sen � Q2 � d m g sen k A 2 0 � � � � → → Q2 � ( )3 10 5 10 10 5 10 9 10 1 2 2 1 1 9 � � � � � � � � � � Q2 � 25 � 10�13 � 2,5 � 10�12 Q � 1,6 �C 634 Alternativa c. Dados: q � 5 �C � 5 � 10�6 C; F � 4 � 10�3 N F � q � E → 4 � 10�3 � 5 � � 10�6 E E � 800 N/C ou E � 0,8 k � N/C 635 Alternativa d. Dados: m � 1 � 10�5 kg; q � 2 �C � 2 � 10�6 C; g � � 10 m/s2 F � P → q � E � m � g 2 � 10�6 E � 1 � 10�5 � 10 E � 50 V/m 636 Alternativa c. Dados F � 4,0 mN � 4,0 � 10�3 N; E � 2,0 k N/C � � 2,0 � 103 N/C E � F q → q � F E � 4 10 2 10 3 3 � � � � 2 � 10�6 ou 20 �C 637 Alternativa a. Dados: Q � 6 �C � 6 � 10�6 C; d � 30 cm � 0,3 m E � k Q d 0 2 � → E � 9 10 6 10 0 3 9 6 2 � � � � ( , ) → E � 6 � 105 N/C 638 Alternativa d. A intensidade do vetor campo elétrico em questão é dada por E � k0 � Q d2 Assim, a quantidade de carga será: Q � E d k � 2 0 � Q � 3 2 10 3 10 9 10 4 2 2 9 , ( )� � � � � Q � 3,2 � 10�9 C Então, o excesso de prótons é: n � Q e → n � 3 2 10 16 10 9 19 , , � � � � � n � 2 � 1010 prótons 639 Alternativa a. Isolando as forças, temos: F � q � E → F � 1 � 10�6 � 107 → F � 10 N F � Tx → F � T � cos 60° 10 � T � 1 2 T � 20 N 640 a) O campo é mais intenso nos pontos em que as linhas de campo são mais próximas, isto é, mais pró- ximas da carga q1. b) Como q1 e q2 são positivas (o campo é de afasta- mento), o rpoduto q1 � q2 é positivo. Logo: q1 � q2 � 0. 641 08 01. Falsa, pois o campo em P é de aproximação. 02. Falsa, pois ER � E1 � E2 04. Falsa, pois têm sentidos contrários. 08. Verdadeira, pois: 16. Falsa, pois têm o mesmo módulo, a mesma dire- ção e sentidos opostos. RESOLUÇÃO 237 SIM ULA DÃO : RE SOL UÇà O SIM ULA DÃO : RE SOL UÇà O 642 Alternativa b. No ponto P, temos: Assim a intensidade do vetor campo elétrico resultan- te (ER) é dado por ER � E1� E2. ER � 9 � 109 � 20 10 0 2 6 2 � ( , ) � 9 � 109 � 64 10 0 8 6 2 � � ( , ) → → ER � 3,6 � 106 N/C 643 Alternativa b. Como �Q ���q� e EQ � Eq, o campo elétrico será nulo num ponto situado à esquerda da carga �q. 644 Alternativa c. E1 � E2 → k0 � Q x 1 2 � k0 � Q x 2 236( )� 3 10 6 2 � � x � 75 10 36 6 2 � � � ( )x 1 2x � 25 36 2( )� x 25x2 � (36 � x)2 24x2 � 72x � 1296 � 0 x2 � 3x � 54 � 0 → x� � 6 x� � �9 Logo, as abscissas são: 24 � 6 � 30 cm ou 24 � 9 � 15 cm 645 Alternativa b. Do enunciado, temos: Cálculo de ER: ER 2 � E2 � E2 � 2 � E � E � cos 60° → → ER 2 � E2 � E2 � E2 → ER 2 � 3E2 → ER � 3 E Logo ER � 3 36 k � q; direção y e sentido positivo. 647 Alternativa e. Como as cargas elétricas, devido às cargas, têm o mesmo módulo E, o campo elétrico resultante é para- lelo à reta que une as cargas. 646 Alternativa a. Cálculo de d: d2 � 32 � 3 3 2( ) → d2 � 9 � 27 → d2 � 36 → d � 6 Cálculo de E: E � k0 � q d2 → E � k0 � q 62 → E � k0 � q 36 E � k0 � q 52 → E � k0 � q 25 E1 � k � q 32 → E1 � k0 � q 9 E2 � k � q 42 → E2 � k0 � q 36 Logo: E E1 � k q k q � � 25 9 → E E1 � 9 25 → E1 � 25 9 E E E2 � k q k q � � 25 16 → E E2 � 16 25 → E2 � 25 16 E 648 Alternativad E2 � k0 � Q �2 E3 � k0 � Q � 2 2( ) → E3 � 1 2 � k Q0 2 � � Logo: E3 � 1 2 � E2 → E E 2 3 � 2 649 Alternativa e. O campo elétrico resultante é ER � E1 � E2. E1 � k � q d 2 2 ⎛ ⎝ ⎜ ⎞ ⎠ ⎟ � k q d2 4 � 4 2 kq d � E2 � 4 2 kq d Eletrostática