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FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA 
E DO ESPORTE
Prof. Ms. Ana Luiza Rezende Nabhan
analuizarezende@prof.unipar.br
3
2
Unidade: 
Aula: 
2
PATOLOGIAS Ortopédicas e Traumáticas dos SEGMENTOS
COTOVELO 
 COLUNA VERTEBRAL
PUNHO E MÃO
JOELHO
 QUADRIL
CINTURA ESCAPULAR E OMBRO
 TORNOZELO E PÉ
QUADRIL OU ARTICULAÇÃO COXO FEMURAL
Maior articulação do corpo humano;
Localizada entre o fêmur e o acetábulo da pelve;
Principais funções : 
	- suportar o peso
	- equilibrar o corpo em posturas estáticas e dinâmicas
	- proteger o sistema reprodutor e a parte inferior do sistema digestivo
Fig.01
PRINCIPAIS LESÕES NO QUADRIL
Fratura de Colo do Fêmur
Fratura de Diáfise do Fêmur
Coxartrose 
Lesão do Lábrum Acetabular
Bursite Trocantérica
Luxação Quadril
Osteonecrose do Quadril
Pubalgia
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AULA AO VIVO 
FRATURA DO COLO FEMURAL
Apesar de ser um osso bastante forte, a região do colo do fêmur é bastante susceptível a fraturas, principalmente em mulheres idosas com osteoporose; 
Traumatismos da região do quadril provocados por queda são a principal causa de fratura do colo do fêmur, 
Complicações graves a curto e médio prazo alta;
Mortalidade durante o intervalo de 1 ano após fratura chegue a 20%.
FRATURA DO COLO FEMURAL
FATORES DE RISCO
Traumatismo da região do quadril (na maioria dos casos por conta de quedas da própria altura) + ossos fracos – IDOSOS
Uso crônico de medicamentos que enfraquecem os ossos (corticoides, heparina) – OSTEOPOROSE;
Sedentarismo (INATIVIDADE = enfraquecimento ósseo); 
Deficiência de vitamina D, menopausa; 
Mieloma múltiplo 
Tabagismo e alcoolismo
SINAIS E SINTOMAS
Incapacidade de deambulação e de manter-se em pé;
Dor média a forte intensidade na perna;
Encurtamento e/ou rotação do membro. 
Fig.02
FRATURA DO COLO FEMURAL
TIPOS E CLASSIFICAÇÃO
Fig.04
Fig.03
FRATURA DO COLO FEMURAL
TRATAMENTO 
CIRÚRGICO na maioria dos casos, podendo variar de colocação de pinos e parafusos até substituição da articulação com colocação de próteses (Prótese total de quadril). 
 25% dos pacientes se recuperam quase totalmente. 
 30 a 40% não poderão mais viver independentemente. 
 20% dos pacientes idosos morrem após um ano da lesão, por causa de agravamento de problemas preexistentes do coração, pulmão e rins.
CONSERVADOR - é considerado tratamento de exceção - comorbidade muito grave que os impeça de se submeter à cirurgia = REPOUSO
 FISIOTERAPIA 
Fig.05
FRATURA DE DIÁFISE FEMURAL
Quebra estrutural na continuidade do osso do fêmur;
O mecanismo comum da lesão consiste em força direta grave ou em carga axial sobre o joelho flexionado (tipicamente em um acidente de trânsito ou atropelamento).
INCIDÊNCIA
Jovens e adultos com pico dos 20 aos 30 anos, sendo mais comum no gênero masculino durante acidentes de trânsito; 
1/10.000 pessoas por ano
Idosos - queda de própria altura - mais frequente no gênero feminino (60 aos 70 anos) - menos instáveis, sem traumas associados; 
FRATURA DE DIÁFISE FEMURAL
CLASSIFICAÇÃO
	Classificação	Descrição
	0	Sem cominuição
	1	Pequeno fragmento de borboleta
	2	Fragmento de borboleta maior, mas >50% de contato cortical entre os principais fragmentos proximais e distais
	3	Grande fragmento de borboleta com 90 graus , adução e rotação interna - LUXAÇÃO
- Descarga de peso – PROGRESSÃO PARCIAL
Fig.10
Fig.09
FISIOTERAPIA
 HOSPITALAR
 AMBULATORIAL
 DOMICILIAR
PLANO TERAPÊUTICO:
 PREVENÇÃO DE COMPLICAÇÕES PULMONARES E CIRCULATÓRIAS
 ANALGESIA
- eletroterapia (TENS / FES)
- termoterapia (crioterapia)
 MANUTENÇÃO / GANHO DE ADM E FM
 PREVENÇÃO DE DEFORMIDADES
 RETORNO ÀS AVD’S
- treino de marcha
- descarga de peso progressiva
- cinesioterapia
- mobilização
- alongamento
- fortalecimento
- hidroterapia
FISIOTERAPIA - HOSPITALAR
Fig.11
FISIOTERAPIA - CINESIOTERAPIA
Fig.11
Fig.12
Fig.13
Fig.14
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
19
HEBERT, S.; XAVIER, R.; PARDINI JR, A.G.; BARROS FILHO, T.E.P. Ortopedia e traumatologia: princípio e prática. São Paulo: Grupo A, 2017.
KOLT, Gregory S. Fisioterapia no esporte e no Exercício. Rio de Janeiro: Revinter, 2008.
MAGEE, David Junior; ZACHAZEWSKI, James.; QUILLEN, William S. Prática da Reabilitação Músculo-esquelética: princípios e fundamentos científicos. Barueri: Manole, 2013.
 PRENTICE, William E. Fisioterapia na prática esportiva: uma abordagem baseada em competências. 14. ed. Porto Alegre: 2012. 
 PRENTICE, William E. Técnicas em reabilitação musculoesquelética. Porto Alegre: Artmed, 2003. 
 REIS. Fernando Baldi; Fraturas. São Paulo: Atheneu. 2005.
Figuras: 
Fig. 01 – https://www.cirurgiadequadril.com.br/clinica-cirurgia-quadril-porto-alegre-rs
Fig.02 - https://docplayer.com.br/9120121-Fraturas-proximal-do-femur-fraturas-do-colo-do-femur-fraturas-transtrocanterianas-do-femur.html
Fig. 03 – https://www.mdsaude.com/ortopedia/fratura-colo-femur/
Fig. 04 - https://www.diegoariel.com.br/post/fratura-do-colo-do-femur
Fig. 05 - https://www.mdsaude.com/ortopedia/fratura-colo-femur/ https://www.drfelipebessa.com.br/complicacoes-de-fraturas-do-femur/ 
Fig. 06 - https://faculty.washington.edu/jeff8rob/trauma-radiology-reference-resource/11-lower-extremity/winquist-and-hansen-classification-of-femoral-fractures/
Fig. 07 - https://blogfisioterapia.com.br/fratura-do-femur/
Fig. 08 - https://www.diegoariel.com.br/post/fratura-do-femur
Fig. 09 - https://www.passeidireto.com/arquivo/986199/rotacao-interna-quadril https://www.passeidireto.com/arquivo/985794/aducao-de-quadril 
Fig. 10 - https://www.youtube.com/watch?v=MhNx7fYhJ6s
Fig. 11 - https://www.youtube.com/watch?v=5bOM9PgOsfo https://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=TRGCBSSB7jk https://www.youtube.com/watch?v=AGOl9Xiavyg 
Fig. 12 - https://www.facebook.com/watch/?v=511194582870723 
Fig. 13 - https://medicinaortopedica.com/2021/12/13/melhor-exercicio-para-recuperar-o-movimento/ 
Fig. 14 - https://www.andersonluizdeoliveira.com.br/artigos/protocolo-de-reabilitacao-apos-artroscopia-de-quadril/ 
Sugestão Vídeos Complementares: 
https://youtu.be/hza-oHEgQ6Y?si=UyewHXUZFP5IwmoX
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