Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

RELATÓRIO DE PRÁTICA 
Júlia Carolina Culau da Silva 
Matrícula: 47042836 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ERECHIM, ABRIL DE 2024 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
______/ ______/ ______ 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: Microbiologia e Parasitologia 
 
DADOS DO(A) ALUNO(A): 
 
NOME: JÚLIA CAROLINA CULAU DA SILVA MATRÍCULA: 47042836 
CURSO: FARMÁCIA POLO: UNIFAEL - ERECHIM 
PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): ROSILMA MELLO 
 
TEMA DE AULA: 
PREPARAÇÃO E ESTERILIZAÇÃO DE MATERIAIS UTILIZADOS NA 
MICROBIOLOGIA 
 
CLASSIFICAÇÃO, COMPOSIÇÃO QUÍMICA E PREPARAÇÃO DE MEIOS DE 
CULTURA 
 
 
 
RELATÓRIO: 
 
1. PREPARAÇÃO E ESTERILIZAÇÃO DE MATERIAIS UTILIZADOS NA 
MICROBIOLOGIA 
A. Dentre os procedimentos utilizados na preparação de materiais utilizados na 
microbiologia, qual a importância no tamponamento dos tubos de ensaio e dos 
Erlenmeyer com algodão hidrofóbico? 
Os tubos de ensaio, os Erlenmeyer, as pipetas volumétricas e os balões de fundo 
chato são tamponados com algodão hidrofóbico para que não haja contaminação dos 
meios de cultura. Ou seja, o algodão atua como uma barreira impedindo a entrada de 
partículas e microrganismos no recipiente a ser esterilizado. 
 
B. Qual material é utilizado para embalagem dos materiais que serão submetidos a 
processos de esterilização via estufa ou autoclave? 
O material a ser esterilizado na autoclave ou na estufa precisa ser embalado no 
papel Craft limpo e seco, sendo este o mais utilizado. 
 
C. Adicione uma ou mais fotos da preparação de materiais utilizados no laboratório de 
microbiologia. 
 
Placa de Petri Pipetas Volumétricas Balão de Fundo Chato Erlenmeyer 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
______/ ______/ ______ 
 
 
 Tubos de ensaio Papel Craf t Estufa Autoclave 
 
 
 Algodão Hidrofóbico 
 
 
D. Descreva o fundamento da técnica de esterilização de autoclavação, e porque 
alguns meios de cultura não podem ser autoclavados? 
De acordo com Amorim et al (2017) autoclaves são vasos de pressão utilizados 
para esterilizar artigos e equipamentos hospitalares e laboratoriais. O uso do vapor 
como agente esterilizante é uma prática comum mesmo antes dos primeiros estudos 
de microbiologia comprovar sua eficácia. 
A esterilização é o método usado para eliminar todas as formas de vida 
microbiana (fungos, vírus, bactérias, protozoários e helmintos) tanto por agentes 
físicos ou químicos. É um processo extremamente importante em ambientes 
hospitalares e indispensável em laboratórios, usado diariamente como instrumento 
preventor de infecções. (TIPPLE, et al. 2009) 
Camacho (2017) explica que alguns meios são autoclavados a temperaturas 
diferentes, outros são filtrados e alguns meios não podem ser mesmo esterilizados, 
devido à sua composição química termolábil. 
Um fator que também deve ser levado em conta é que certos tipos de materiais 
podem se danificar quando submetidos ao calor da autoclave, o que resulta em 
contaminação dos meios de culturas. 
 
2. CLASSIFICAÇÃO, COMPOSIÇÃO QUÍMICA E PREPARAÇÃO DE MEIOS DE 
CULTURA 
A. Quanto a composição química como podemos classificar os meios de cultura? 
Um meio de cultura é uma solução nutriente utilizada para promover o 
crescimento de microrganismos, e de acordo com sua composição química pode ser 
classificado em duas grandes classes: meios definidos e meios complexos. 
(MADIGAN, et al. 2016) 
Os meios quimicamente definidos são preparados pela adição de quantidades 
precisas de compostos químicos inorgânicos ou orgânicos à água destilada. Deste 
modo, a composição química exata de um meio definido é conhecida. (MADIGAN, et 
al. 2016) 
Já nos meios complexos, não é possível saber a quantidade exata de cada 
ingrediente. Eles empregam componentes de produtos microbianos, animais ou 
vegetais como por exemplo a caseína (proteína do leite), carne (extrato de carne), 
soja (caldo tríptico de soja) e células de leveduras (extrato de levedura). Para que 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
______/ ______/ ______ 
 
estes produtos originem um meio de cultura necessitam apenas de hidratação. 
Conclui-se que o uso de um meio complexo consiste tem uma desvantagem que 
consiste no fato de que a sua composição nutricional não é precisamente conhecida. 
(MADIGAN, et al. 2016) 
 
B. De acordo com os tipos de meios de cultura, no que diferem os meios sólidos, 
semissólidos e líquidos? 
De acordo com Vieira e Fernandes (2012), os meios de cultura líquidos são 
aqueles em que os nutrientes estão dissolvidos em uma solução aquosa, onde nota-
se que o crescimento bacteriano muda de aspecto, sofrendo uma turvação. 
Em relação aos meios de cultura semissólidos Viera e Fernandes (2012) 
argumentam que são aqueles que possuem, na sua composição, além dos nutrientes, 
uma pequena porcentagem de ágar, um agente solidificante extraído de algas 
marinhas. São geralmente utilizados em tubos e, a partir desse tipo de cultura, é 
possível observar a motilidade bacteriana. 
Vieira e Fernandes (2012), já citados acima recordam que os meios de cultura 
sólidos são aqueles que possuem uma porcentagem maior de ágar (2%), além dos 
nutrientes e podem ser dispostos em tubos ou em Placas de Petri, dependendo da 
finalidade. 
De um modo geral conclui-se que os meios de cultura que possuem uma 
porcentagem de ágar são denominados meios de culturas sólidos e os que não 
possuem são considerados líquidos. 
 
C. Adicione uma ou mais fotos das etapas de preparo do meio de cultura. 
Preparo de um meio de cultura líquido – Caldo 
 
 Pesagem Dissolução Distribuição nos tubos para a autoclavação 
 
Preparo de um meio de cultura sólido – Cled Ágar 
 
 
 Pesagem Dissolução no Erlenmeyer Vedação do Erlenmeyer 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
______/ ______/ ______ 
 
 
Preparo de um meio de cultura sólido – MacConkey Ágar 
 
 
 Pesagem Dissolução no Erlenmeyer Vedação do Erlenmeyer 
 
Preparação e vedação com o papel Craft dos meios de cultura sólidos em ágar 
para serem autoclavados 
 
Cled Ágar - MacConkey Ágar Selagem do algodão com f ita de autoclave Autoclavagem 
 
D. Descreva como deve ser feito o cálculo da pesagem do meio de cultura. E quais 
consequências são geradas por erro nesse cálculo na utilização desse meio? 
O cálculo para realizar a pesagem do meio de cultura é uma regra de 3 simples. 
Sendo que cada meio a ser preparado possui em sua embalagem a descrição da 
quantidade de gramatura correta a ser diluída para 1 litro de água. Normalmente é 
utilizada uma balança de precisão com capacidade de resolução de 1 mg a 10 mg. 
A seguir, um exemplo para que fique claro a descrição acima detalhada. 
36.1gr -------------- 1.000ml 
 X -------------- 100ml 
Resultado = 3,61gr para fazer 100 ml do meio 
A preparação do meio de cultura deve ser realizada com muito cuidado e 
precisão, pois se a quantidade de pó for pesada de maneira errada para o volume de 
água indicado, o meio não fica correto, resultando também numa textura incorreta, 
não garantindo deste modo que o crescimento microbiológico seja promovido 
corretamente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
______/ ______/ ______ 
 
TEMA DE AULA: 
TÉCNICAS ASSÉPTICAS DE ISOLAMENTO DE BACTÉRIAS 
 
COLORAÇÃO DE DIFERENCIAL DE GRAM 
 
RELATÓRIO: 
 
1. TÉCNICAS ASSÉPTICASDE ISOLAMENTO DE BACTÉRIAS 
A. O que é zona de esterilidade e qual sua importância para o manuseio de materiais 
microbiológicos? 
A zona de esterilidade é uma área específica designada para a manipulação de 
materiais microbiológicos. Essa área é muito importante para evitar a contaminação 
de amostras e garantir a segurança do operador e do ambiente. 
A importância da zona de esterilidade está no fato de que o manuseio de 
materiais microbiológicos requer condições controladas para evitar a contaminação 
entre amostras e a exposição a outras bactérias. Ao trabalhar dentro da zona de 
esterilidade, é possível minimizar o risco de contaminação, garantindo a integridade e 
a validade dos resultados obtidos a partir das amostras microbiológicas. 
 
B. Cite as principais técnicas utilizadas para realização de semeio bacteriano? 
A semeadura pode ser feita em tubos de ensaio ou em placas de Petri, 
utilizando-se meios líquidos, semissólidos ou sólidos. 
As principais técnicas utilizadas em tubos de ensaio de acordo com Câmara 
(2023) e tendo por base a aula da Professora Rosilma Melo, são: Estria sinuosa em 
ágar inclinado, com alça bacteriológica, em zig-zag, partindo da base para a 
extremidade do bisel. Tendo por objetivo obtenção de intensa massa de micro-
organismos; e Estria reta em ágar inclinado, onde é semeado com alça 
bacteriológica, fazendo uma linha reta, com cuidado para não ferir o ágar, partindo da 
base para a extremidade do bisel. Outras técnicas de semeadura podem ser 
realizadas em tubos de ensaio, como por exemplo, picada em ágar inclinado e picada 
em profundidade. 
Ainda de acordo com o autor acima mencionado e a professora as principais 
técnicas de semeadura utilizadas em placas de petri são: Estria simples, é feito o 
repique da cultura para meio sólido em placa e estriado com a alça bacteriológica 
sobre o meio. A estria pode ser realizada em movimento de zig-zag (estria sinuosa) 
ou como uma linha reta sobre o meio (estria reta). Tendo por objetivo: a visualização 
de determinadas propriedades metabólicas, como a produção de enzimas hidrolíticas 
e produção de pigmentos; e Esgotamento em estrias ou estrias múltiplas, o 
repique da cultura é feito para meio sólido em placa e com a alça bacteriológica 
estriado sobre o meio. A placa é dividida em 4 quadrantes ("imaginários") e a 
inoculação pode ser feita de dois tipos: Três estrias: estriar em metade da placa, com 
movimentos de zig-zag. Quando atingir a metade, girar a placa 90° e estriar até a 
metade (1/4 da placa), girar mais 90° e estriar o meio restante. Quatro estrias: estriar 
até 2/3 da metade da placa, girar 90°, estriar 2/3 do próximo quadrante (1/4 da placa), 
girar 90°, estriar mais 2/3 do próximo quadrante (1/4 da placa), girar 90° e estriar o 
restante do meio. 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
______/ ______/ ______ 
 
C. Qual o objetivo da técnica de semeio por esgotamento? Por que a mesma é 
comumente utilizada nas análises clínicas? 
O objetivo da técnica de semeio por esgotamento é a obtenção de colônias 
isoladas em meio sólido. 
Lima (2016), destaca que a técnica de semeio por esgotamento é a mais utilizada 
porque visa obter colônias isoladas de bactérias ou leveduras presentes em materiais 
biológicos, permitindo a diferenciação de diferentes tipos morfológicos. E ainda 
argumenta que esta técnica consiste em depor sobre um ponto da superfície do meio 
uma alíquota do material e depois espalhá-lo em três ou quatro setores, por meio de 
alça bacteriológica, sem recarregá-la, de maneira a obter quantidades 
progressivamente menores do material. 
 
D. Como visualmente pode-se identificar que um semeio bacteriano apresenta apenas 
um tipo de bactéria isolada? 
A visualização da bactéria ocorre na placa de Petri, apresentando aspecto 
homogêneo e uniforme. Isso significa que apenas um tipo de bactéria teve 
crescimento na placa, formando as colônias com características semelhantes no que 
se refere à forma, cor, textura e tamanho. Se o processo ocorreu da forma certa, suas 
bordas também devem ser bem definidas e regulares. 
 
2. COLORAÇÃO DE DIFERENCIAL DE GRAM 
A. Qual o fundamento da coloração de Gram que permite a separação das bactérias 
em dois grandes grupos? 
A técnica de coloração de Gram é muito importante para a microbiologia, porque 
através dela é possível diferenciar bactérias Gram positivas das Gram negativas, de 
acordo com a composição de cada parede celular. 
Cada bactéria possui características diferentes, onde através da coloração de 
Gram, e com a visualização microscópica é possível identificar os arranjos e a 
morfologia que cada bactéria possui. Sendo que as bactérias com coloração roxa são 
bactérias Gram Positivas e as de cor rosa são Gram Negativas 
Para realizar esta coloração é utilizado um kit de coloração: Cristal Violeta, Lugol, 
Descorante e Fucsina. 
 
B. Geralmente quais formas bacterianas são classificadas como Gram positivas e 
quais são classificadas como Gram-negativas? 
As bactérias que foram submetidas ao teste de coloração de Gram foram 
semeadas em geral com 24 horas de semeio em estufa, para que deste modo a 
coloração seja de boa qualidade. 
As bactérias Gram Positivas são as bactérias que ficam com a coloração roxa. 
As bactérias que a professora Rosilma usou foram os cocos. Sendo que na lâmina 
observada a maioria deles estavam arranjados em grupos, onde é chamado de 
cachos. Então a bactéria que foi observado tem o nome de Estafilococos – Gram 
Positivos. 
As bactérias Gram Negativas são as bactérias que ficam com a coloração rosa 
ou avermelhada. A outra bactéria utilizada pela Professora Rosilma foram os bacilos, 
onde estavam arranjados em Diplo bacilos com coloração rosa. Deste modo conclui-
se que estas bactérias são Bacilos Gram – Negativos. 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
______/ ______/ ______ 
 
C. Adicione uma foto ou mais da realização da coloração de Gram ou da leitura 
microscópica da lâmina. 
 
 Kit de Coloração Esfregaço Corante Cristal Violeta 
 
 
 Lugol Lavagem com o Descorante Corante Fucsina 
 
 
 Estaf ilococos Gram - Positivos Bacilos Gram – Negativos 
 
D. Qual a importância da coloração de Gram na rotina clínica no laboratório de 
microbiologia? 
De acordo com Moreira et al (2015), a coloração de Gram é um dos métodos 
mais valiosos para identificação bacteriana. Pois através dela as propriedades de 
coloração e morfologia da bactéria encontrada no espécime clínico podem orientar os 
esforços na cultura e identificação da espécie, e na seleção empírica de antibióticos 
para o paciente. A coloração de Gram também pode ser utilizada para avaliar a 
qualidade da amostra clínica. 
Por fim a coloração de Gram possibilita que as bactérias sejam visualizadas e 
compreendidas através de sua coloração através de um microscópio ótico, sendo que 
sem as cores seria mais difícil identificá-las. 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
______/ ______/ ______ 
 
 TEMA DE AULA: 
 OBSERVAÇÃO DE LÂMINAS DE Schistosoma mansoni E PROTOZOÁRIOS 
 
 
 
RELATÓRIO: 
 
1. OBSERVAÇÃO DE LÂMINAS DE CERCARIAS E OVOS DE Schistosoma 
mansoni 
A. Como o ser humano é contaminado pela forma infectante (cercarias) e contrai a 
esquistossomose? 
A estrutura que está dentro do ovo Shistosoma mansoni é chamada de Miracidio, 
sendo liberada na água, deste modo infectando o caramujo. O que posteriormente 
após a multiplicação dentro do caramujo, é modificado estruturalmente, se 
transformando em cercaria. No qual esta é a forma que o parasita infecta o ser 
humano. 
Ao penetrar ativamente em sua pele quando em contato com a água 
contaminada pelo caramujo, as cercarias liberam enzimas que degradamo tecido e 
deste modo penetram na pele humana. 
 
B. Visto ao microscópio óptico, o ovo pode ser reconhecido pela presença de qual 
estrutura morfológica? 
Esse tipo de estrutura quando encontrado no material biológico do paciente tem 
uma característica bem interessante que é o espiculo lateral, classificado como um 
helminto. E o que tem dentro do ovo de Shistosoma mansoni é uma estrutura 
denominada Miracidio. 
 
2. OBSERVAÇÃO DE LÂMINA DE CISTOS DE Entamoeba histolytica 
A. Descrever a característica morfológica que permite a diferenciação entre os cistos 
da Entamoeba histolytica da Entamoeba coli 
Baseada na explicação da professora Rosilma Melo os cistos são o que diferem 
as espécies de Entamoebas porque possuem núcleos em quantidades diferentes. A 
Entamoeba histolytica contém em torno de 8 núcleos, enquanto a Entamoeba coli que 
é outra espécie não patogênica possui em torno de 4 núcleos. 
A entamoeba tem uma estrutura diferente de outros parasitas, porque sua 
estrutura é um trofozoíto que emite pseudópodes. Ela também não tem uma forma 
definida porque vai se solidificando aos poucos no local onde vai se alojando, isto quer 
dizer que ela vai se moldando e modificando de acordo com a inserção dos 
pseudópodes. 
 
3. OBSERVAÇÃO DE LÂMINA DE TROFOZOITO DE Giardia lamblia. 
A. Cite qual estrutura permite a fixação do trofozoíto da Giardia lamblia no intestino 
humano. 
Segundo a professora Rosilma Melo dentro do intestino é o lugar aonde os cistos 
vão se soltar e liberar uma forma de vida evolutiva, chamada de Trofozoíto. 
Em sua estrutura Trofozoíto possui 8 flagelos, 2 núcleos e uma parte chamada 
de discos suctoriais, sendo o local onde é feita a acoplagem no intestino. Isso significa 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
______/ ______/ ______ 
 
que são os discos suctoriais que permitem a fixação do parasita na parede do 
intestino. 
Geralmente não tem mitocôndrias, mas tem uma estrutura chamada 
hidrogenossomo. Um detalhe importante a ser destacado é que as estruturas mais 
refinadas só podem vistas através de um microscópio eletrônico. 
E por fim conclui-se que tem uma estrutura Periforme, sendo em formato de pêra. 
 
4. OBSERVAÇÃO DE LÂMINA DE Leishmania sp. 
A. Quais características morfológicas permitem a diferenciação das formas evolutivas 
amastigota e promastigotas? 
As formas que as Leishmanias são transferidas durante a contaminação do 
paciente, sendo que pode ser pessoas humanas ou em cachorros, é chamada de 
Promastigotas. A este propósito a Professora Rosilma explicou que quando o 
mosquito palha faz o repasto sanguíneo ele injeta as formas promastigotas no ser 
humano ou em animais (Cachorro) dentro do tecido, deste modo os macrófagos vão 
fagocitar essa forma evolutiva que é bem afilada mais na parte central e tem o flagelo 
que é quem auxilia na movimentação para então se transformar em Amastigota. 
As formas Amastigotas é quando o parasita entra no tecido e se transforma em 
uma estrutura oval. Ela se multiplica dentro do hospedeiro (ser humano ou cachorro) 
e posteriormente vão ser ingeridas pelos flebotomíneos quando irão fazer um novo 
repasto em um paciente já infectado, adquirindo assim uma forma evolutiva dentro 
dele sendo bem arredondada, não possuindo flagelos porque ficam dentro do 
macrófago, se multiplicando rapidamente, e em seguida rompem o macrófago e vão 
infectar outras células, causando as lesões características da Leishmaniose. 
Deste modo fica claro que as Promastigotas são as formas extracelulares do 
parasita. E as Amastigotas são as formas intracelulares do parasita. 
 
5. OBSERVAÇÃO DE LÂMINA DE TROFOZOITO DE Trichomonas vaginalis 
A. Quais as estruturas substituem as mitocôndrias no trofozoíto de Trichomonas 
vaginalis? 
Trichomonas vaginalis é considerada uma infecção sexualmente transmissível. 
Possui apenas o trofozoíto como forma evolutiva. É uma estrutura mais sensível, 
possui flagelos, núcleo, não possui mitocôndrias por isso contém hidrogenossomo, e 
nem cistos. Também está presente em sua estrutura uma membrana ondulatante que 
fica localizada em cima do trofozoíto. Sua absorção é por tipo de difusão passiva, não 
tendo trato digestório. E um ponto a ser destacado também é que eles não resistem 
muito ao ambiente, devido ao ressecamento eles acabam morrendo. 
 
6. OBSERVAÇÃO DE LÂMINA DE EPIMASTIGOTA DE Trypanosoma cruzi 
A. Descrever as diferenças morfológicas entre as formas evolutivas amastigota, 
epimastigota e tripomastigota de Trypanosoma cruzi, citando em qual hospedeiro elas 
são encontradas. 
A Trypanosoma Cruzi é um parasita, protozoário causador da doença de chagas. 
É encontrado no sangue em várias forma evolutivas. O mosquito barbeiro que 
transmite a trypanosomíase, faz o repasto sanguíneo, fazendo a defecação neste 
processo, em que em suas fezes são encontradas as formas tripomastigotas 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
______/ ______/ ______ 
 
metacíclicas, que vão entrar no corpo do ser humano. Possui forma alongada e é a 
forma presente na fase extracelular. 
Epimastigota, é uma forma evolutiva que está dentro do mosquito barbeiro, se 
diferenciando em promastigota metaciclica, onde vai evoluindo e descendo o trato 
gastrointestinal até chegar na região de ser eliminado através das fezes do animal. 
Amastigota como já foi visto possui forma arredondada, não possui flagelos e 
está presente na fase intracelular. 
Por fim, conclui-se que o mosquito barbeiro é o hospedeiro onde são encontras 
essas formas evolutivas de Trypanosoma cruzi. 
 
 
7. OBSERVAÇÃO DE LÂMINA DE TAQUIZOITO DE Toxoplasma gondii 
A. Em que fase do ciclo evolutivo do Toxoplasma gondii, estão presentes os 
taquizoítos. E como eles podem infectar o ser humano? 
Este é o protozoário causador da doença de Toxoplasmose. Taquizoito é a 
principal forma de multiplicação dentro do hospedeiro (animal), sendo que essa 
multiplicação acontece de forma muito rápida, e posteriormente se transforma em 
bradizoítos. 
De acordo com Neves (2011) taquizoito é a forma encontrada durante a fase 
aguda da infecção, sendo também denominada forma proliferativa, forma livre ou 
trofozoíto. 
Os taquizoítos passam pelo epitélio intestinal e invadem vários tipos de célula do 
organismo formando um vacúolo parasitóforo, onde sofrem endodiogenia, formando 
novos taquizoítos que irão romper a célula parasitada, liberando novos taquizoítos que 
invadirão novas células. (MONTEIRO 2014 apud NEVES 2011) 
A transmissão da doença pode ocorrer pela ingestão de oocistos do T. gondii 
que estão presentes nas fezes dos gatos, as quais contaminam vários lugares onde 
defecam, sendo esses oocistos também são disseminados por vetores mecânicos. Há 
também a infecção quando se ingere cistos presentes nas carnes de animais 
infectados, por exemplo carne de porco e carneiro. Importante lembrar também que 
outro modo de transmissão pode ser através a transfusão de sangue. (MONTEIRO, 
2014). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
 
RELATÓRIO 02 
DATA: 
 
______/ ______/ ______ 
 
REFERENCIAS 
 
AMORIM, R. D; BUENO, D. S; TORRES, L.H; MARÇAL, R.C. Estudo De Caso: 
Investigação Do Processo De Esterilização Por Autoclave. 2017. 
 
CAMACHO, C. P. Meios de cultura utilizados em microbiologia. 2017. Disponível 
em https://dica.madeira.gov.pt/index.php/outros-temas/diversos/1825-meios-de-
cultura-utilizados-em-
microbiologia#:~:text=Ap%C3%B3s%20distribui%C3%A7%C3%A3o%20dos%20mei
os%20em,%C3%A0%20sua%20composi%C3%A7%C3%A3o%20qu%C3%ADmica
%20termol%C3%A1bil. Acesso em 09 de abril de 2024. 
 
CÂMARA, B. Técnicas de semeadura. 2023. Disponível em 
https://www.biomedicinapadrao.com.br/2012/09/tecnicas-de-semeadura.html . 
Acesso em 13 de abril de 2024. 
 
LIMA, Z, N. Técnicas de semeadura. 2016. Disponível em 
https://microimunoliga.blogspot.com/2016/08/pratica-6.html. Acesso em 13 de abril 
de 2024. 
 
TIPPLE, A. F. V.; PIRES, F. V.; GUADAGNIN, S. V. T.; MELO, D. S. M. O 
Monitoramento de Processos Físicos de Esterilização em Hospitais do Interior 
do Estado de Goiás. Goiânia; Revista da Escola de Enfermagem da USP, v45, n.3, 
p.751-757, 2009. 
 
MADIGAN, M. T; MARTINKO, J. M; BENDER, K. S. Microbiologia de Brock. 14.ed. 
Porto Alegre: Artmed, 2016. 
 
MONTEIRO, J.C. TOXOPLASMA GONDII. 2014. Disponível em 
https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/562/2/JCM11072014-2.pdf . 
Acesso em 16 de abril de 2024. 
 
MOREIRA, J. L. B.; CARVALHO, C. B. M. de.; FROTA, C. C. Visualização bacteriana 
e colorações. Fortaleza: Imprensa Universitária, 2015. 
 
NEVES, D.P. Parasitologia humana. 12 ed. Rio de Janeiro. Atheneu, 2011. 
 
VIEIRA, D. A. d. P.; FERNANDES, N. C. d. A. Q. Microbiologia Geral. Inhumas: IFG; 
Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria, 2012. 
 
https://dica.madeira.gov.pt/index.php/outros-temas/diversos/1825-meios-de-cultura-utilizados-em-microbiologia#:~:text=Ap%C3%B3s%20distribui%C3%A7%C3%A3o%20dos%20meios%20em,%C3%A0%20sua%20composi%C3%A7%C3%A3o%20qu%C3%ADmica%20termol%C3%A1bil
https://dica.madeira.gov.pt/index.php/outros-temas/diversos/1825-meios-de-cultura-utilizados-em-microbiologia#:~:text=Ap%C3%B3s%20distribui%C3%A7%C3%A3o%20dos%20meios%20em,%C3%A0%20sua%20composi%C3%A7%C3%A3o%20qu%C3%ADmica%20termol%C3%A1bil
https://dica.madeira.gov.pt/index.php/outros-temas/diversos/1825-meios-de-cultura-utilizados-em-microbiologia#:~:text=Ap%C3%B3s%20distribui%C3%A7%C3%A3o%20dos%20meios%20em,%C3%A0%20sua%20composi%C3%A7%C3%A3o%20qu%C3%ADmica%20termol%C3%A1bil
https://dica.madeira.gov.pt/index.php/outros-temas/diversos/1825-meios-de-cultura-utilizados-em-microbiologia#:~:text=Ap%C3%B3s%20distribui%C3%A7%C3%A3o%20dos%20meios%20em,%C3%A0%20sua%20composi%C3%A7%C3%A3o%20qu%C3%ADmica%20termol%C3%A1bil
https://dica.madeira.gov.pt/index.php/outros-temas/diversos/1825-meios-de-cultura-utilizados-em-microbiologia#:~:text=Ap%C3%B3s%20distribui%C3%A7%C3%A3o%20dos%20meios%20em,%C3%A0%20sua%20composi%C3%A7%C3%A3o%20qu%C3%ADmica%20termol%C3%A1bil
https://www.biomedicinapadrao.com.br/2012/09/tecnicas-de-semeadura.html
https://microimunoliga.blogspot.com/2016/08/pratica-6.html
https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/562/2/JCM11072014-2.pdf

Mais conteúdos dessa disciplina