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Julio Cesar de Aguiar, PhD 
A CIÊNCIA DO DIREITO visa a responder à 
seguinte pergunta: o que é e como é o 
direito? 
O OBJETO DA CIÊNCIA DO DIREITO se distingue 
do da sociologia, psicologia e da ciência 
política 
Por outro lado, a ciência do direito, pelo 
fato mesmo de se pretender uma ciência, 
deve ser VALORATIVAMENTE NEUTRA com 
relação ao seu objeto. Ela não diz como o 
direito deve ser, mas como ele é. 
A ciência não estuda um ordenamento 
jurídico em particular, mas, o DIREITO 
POSITIVO EM GERAL 
Por direito positivo, a teoria pura do direito 
entende aquele direito que é posto, ou 
seja, que constitui O SENTIDO DE ATOS DE 
VONTADE REAIS 
O que distingue a EXECUÇÃO DE UMA 
PENA DE MORTE de um HOMICÍDIO não 
são os aspectos materiais, 
concretos, mas, a significação 
atribuída a cada ato por uma NORMA 
Por isso, Kelsen diz que a norma é 
um ESQUEMA DE INTERPRETAÇÃO 
 
 Atos humanos que intencionalmente se dirigem à 
conduta de outrem são chamados ATOS DE 
VONTADE 
 A SIGNIFICAÇÃO JURÍDICA dos atos de vontade não 
são acessíveis pelos sentidos 
 Aquele ou aquele que pratica o ato de vontade 
atribuiu a este ato um SENTIDO NORMATIVO (um 
DEVER-SER SUBJETIVO) que pode ou não coincidir 
com o SENTIDO OBJETIVO que o ato tem do ponto de 
vista do direito 
 O sentido objetivo decorre de uma NORMA que 
confere àquele ato o PODER DE CRIAR DIREITO 
 No ‘topo’ dessa pirâmide de normas, está a 
Norma Fundamental de um ordenamento jurídico 
 
 
REVOLUÇÃO 
FECHAR UM CONTRATO 
LEGISLAR 
SENTENCIAR 
PODE O COSTUME SER CONSIDERADO UM ATO DE 
VONTADE? 
SIM, QUANDO A COMUNIDADE CENSURA O 
COMPORTAMENTO DE ALGUÉM CONTRÁRIO AO 
COSTUME, ISSO SIGNIFICA QUE O FATO DO 
COSTUME SE TRANSFORMOU EM UMA VONTADE 
COLETIVA “CUJO SENTIDO SUBJETIVO É UM DEVER-
SER” (Kelsen, TPD, p. 10) 
“AS NORMAS JURÍDICAS SÃO NORMAS 
PRODUZIDAS PELO COSTUME SE A CONSTITUIÇÃO 
DA COMUNIDADE ASSUME O COSTUME – UM 
COSTUME QUALIFICADO – COMO FATO CRIADOR 
DE DIREITO.” (Idem, Ibidem) 
 Existe um ABISMO LÓGICO entre ser e dever-
ser 
 Se eu digo que algo É, por exemplo, que 
não É possível sobreviver politicamente no 
Brasil de hoje, sem praticar atos de 
corrupção 
 Daí não se segue um DEVER-SER, por 
exemplo, que os políticos DEVEM SER 
corruptos, ou que deve-se PERMITIR aos 
políticos conduzirem-se de forma corrupta 
TRÊS 
SENTIDOS DO 
DEVER-SER 
COMANDAR UMA AÇÃO OU OMISSÃO 
PERMITIR POSITIVAMENTE 
CONFERIR PODER (COMPETÊNCIA) 
Todo o poder emana do povo, que o 
exerce por meio de representantes 
eleitos ou diretamente, nos termos 
desta Constituição. (Parágrafo 
único do art. 1º da CF de 1988) 
Trata-se ou não de uma norma, no 
sentido da TPD? 
Caso positivo, como poderíamos 
‘reescrevê-la’, de modo a melhor se 
adequar linguisticamente ao conceito 
kelseniano de norma? 
Todo o poder DEVE EMANAR do 
povo, que DEVE EXERCÊ-LO por meio 
de representantes eleitos ou 
diretamente, nos termos desta 
Constituição. 
DOMÍNIOS DE 
VALIDADE DE 
UMA NORMA 
TEMPORAL 
ESPACIAL 
PESSOAL 
MATERIAL 
VIGÊNCIA 
(VALIDADE) 
EFICÁCIA 
 Vigência (ou validade) de uma 
norma é a “existência 
específica de uma norma”. É a 
“maneira peculiar pela qual a 
norma – diferente do ser dos 
fatos naturais – nos é dada ou 
se nos apresenta” (Kelsen, TPD, 
p. 11) 
 Distingue-se da “existência do 
ato de vontade de que ela é o 
sentido objetivo”. (Idem, 
Ibidem) 
 A vigência pertence à ordem 
do dever-ser, não do ser. 
 A vigência distingue-se da 
eficácia da norma, ou seja, “do 
fato real de ela ser 
efetivamente aplicada e 
observada”. 
 Porém, existe uma conexão 
entre vigência e eficácia. 
 Uma norma que “nunca e em 
parte alguma é aplicada e 
respeitada”, portanto, não é 
eficaz em nenhuma medida, 
“não será considerada como 
uma norma válida”. 
 “No entanto, deve existir a 
possibilidade de uma conduta 
em desarmonia com a norma.” 
(Kelsen, TPD, p. 12) 
AS NORMAS 
CONSTITUEM OS 
VALORES 
 “A norma considerada 
com objetivamente 
válida funciona como 
medida de valor da 
conduta real.” (Kelsen, 
TPD, p. 19) 
JUÍZOS DE VALOR 
OBJETIVOS 
 Exprimem a 
conformidade ou não 
de uma dada conduta 
humana com uma 
norma objetivamente 
dada. 
JUÍZOS DE VALOR 
SUBJETIVOS 
Exprimem a 
relação de uma 
conduta humana 
com o desejo ou 
vontade de um ou 
mais indivíduos. 
JUÍZOS DE VALOR SUBJETIVO SÃO JUÍZOS DE REALIDADE, POIS RELACIONAM 
DOIS FATOS DO SER: A CONDUTA E O DESEJO OU VONTADE DE UM OU 
VÁRIOS INDIVÍDUOS