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Índice 
 
1 – Moda 
2 - Fibras Têxteis 
3 – Tecidos 
4 – Moldes 
5 – Corte 
6 – Máquinas de costura 
7- Nomenclatura e Passagem de linha das máquinas Reta e Overloque 
8 – Passadoria 
9 – Embalagem e Apresentação 
10 – Considerações Finais 
11 – Referências Bibliográficas 
12 – Fichas Técnicas em Tecido Plano (Exercícios) 
13– Fichas Técnicas em Malharia (Exercícios) 
 
 
 
 
3 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1 – Moda 
Desde tempos imemoriais, o homem sentiu a necessidade de se proteger das intempéries, do 
vento, do frio e das agressões da vegetação. O primeiro material disponível eram as peles que 
sobravam dos animais que serviam para sua alimentação. 
 
 
 
 
De acordo com as regiões que habitavam – mais quentes ou mais frias – a necessidade era 
diferente e cada grupo se adaptava, usando mais ou menos vestimentas. Assim, nas regiões 
 
4 
 
mais frias usavam-se mais peles e coberturas, enquanto nas regiões mais quentes, andava-se 
quase nu. 
 
 
 
 Com o desenvolvimento das capacidades humanas, o homem começou a cultivar plantas para 
sua alimentação e para a confecção de objetos de cestaria e tecelagem, bem como criar 
animais para alimentação e extração de lã. 
 
 
 
 Egípcios Hebreus 
 
 
5 
 
Os primeiros fios usados para confecção de tecidos eram extraídos de fibras vegetais, 
trançados em teares bastante primitivos e que eram usados enrolados no corpo ou 
rusticamente costurados com agulhas feitas com ossos. Além disso, também se faziam tecidos 
com lãs e pelos, que eram trançados – após a fiação. 
 
 Gregos Romanos 
 
Além de proteção, as roupas ainda eram usadas para diferenciar os variados graus de 
importância de determinadas pessoas dentro do grupo. Para isso, também foram 
desenvolvidos adereços, enfeites e pinturas corporais. 
 
 
 Idade Média 
 
 
6 
 
Com o uso desses materiais, o homem foi cada vez mais desenvolvendo técnicas de 
beneficiamento das peles e dos fios, tornando-os mais macios e maleáveis, obtendo assim, 
trajes mais confortáveis. Aprimorou também a confecção de suas roupas, fazendo com que 
ficassem mais ajustadas ao corpo, surgindo desse modo as primeiras noções de modelagem. 
 
 Era Vitoriana Belle Époque 
 
Já em épocas mais recentes, a invenção do tear mecânico, a criação da máquina de costura, o 
desenvolvimento das fibras e tecidos, a melhoria das técnicas de beneficiamento/tin-gimento 
e da evolução da modelagem, deram um impulso muito grande para a área da vestimenta, 
chegando hoje em dia a ser uma das principais indústrias do mundo: a indústria da moda. 
 
 
 
 
7 
 
 Anos 20 Anos 30 Anos 40 
 
 
 
 Anos 50 Anos 60 
 
 
 
 
 Anos 70 Anos 80 
 
 
8 
 
Atualmente, esse mercado, em constante expansão, envolve profissionais das mais diversas 
áreas e movimenta uma parte significativa das economias do mundo inteiro além de 
determinar hábitos e valores, e criar desejos. Assim, a vestimenta deixou há muito tempo de 
ser apenas um objeto com uma função prática, para se tornar elemento decorativo, símbolo 
de status e poder. 
 
 
 
 Anos 90 Anos 2000 
 
 
 
 
9 
 
2- Fibras Têxteis 
Fibras têxteis são fios formados por fibras naturais, artificiais ou sintéticas usadas para a 
confecção de tecidos, bem como para a costura, porém possuem características diferentes. 
Durante muito tempo apenas as fibras naturais, aquelas retiradas diretamente da natureza, 
de plantas ou animais, foram usadas para a confecção de tecidos, porém o desenvolvimento 
da indústria permitiu o surgimento das fibras químicas, produzidas em laboratórios. 
São exemplos de fibras naturais: algodão, linho, cânhamo, lã, seda, ráfia, sisal, etc. E entre as 
químicas (artificiais e sintéticas) podemos citar as mais conhecidas: viscose, raiom, poliéster, 
acrílico, elastano, etc. 
 
 
 
 
 
 
Flor do algodão: uma das fibras mais usadas no mundo. 
 
 
 
 
 
 
 
Produção do fio de poliéster.
 
10 
 
3 – Tecidos 
O tecido é o entrelaçamento ordenado de dois conjuntos de fios, o urdume e a trama. 
 
O urdume é a série de fios colocados lado a lado no sentido do comprimento do tecido, entre 
os quais serão passados os fios da trama. Essa técnica de tecelagem produz os chamados 
tecidos planos. 
 
Gráfico de um tecido plano Tecido de algodão 
 
 
Existe ainda outra maneira de se produzir tecidos que é a malharia. Essa técnica nada mais é 
do que o uso da mesma trama do tricô que, utilizada com fios finos produz um tecido mais 
elástico e confortável. 
 
 
 Gráfico da malha Malha 
 
11 
 
Porém, em termos de modelagem, é necessário ressaltar que, sendo tecidos com 
características bem diferentes, o uso, o maquinário e as modelagens também são distintas, 
devendo-se respeitar as indicações de uso em cada caso. 
Existem ainda outras formas de fabricação de tecidos, como a confecção de rendas, 
cobertores, plastificados, etc, e ainda os chamados tecidos-não-tecidos, que recebem esse 
nome porque, na verdade, são formados por um processo de compactação e entrelaçamento 
aleatório das fibras, formando os feltros e o próprio TNT, por exemplo. 
 
 
 Renda Tecido não tecido 
 
 
12 
 
4 – Moldes 
Os moldes são os desenhos em papel das várias partes que deverão ser riscadas no tecido e 
cortadas para a confecção das peças. Nos moldes estão as indicações necessárias que servirão 
para orientar a costura, como por exemplo, os piques, os franzidos, as casas, as marcações de 
botões, as pences, as pregas, as margens de costura, entre outros, e ainda, muito importante, 
a orientação do fio do tecido. 
 
 
Exemplo de um molde completo, composto pelas várias partes que compõem a roupa, 
com suas marcações e ampliações. 
 
Fio do tecido é uma marcação muito importante no molde e deverá ser respeitada porque é 
desse detalhe que depende o bom caimento da peça. O fio do tecido é definido como uma 
linha paralela à ourela que nada mais é que a margem, a borda do tecido. 
 
 
13 
 
5 – Corte 
 
 
Juntamente com o risco o corte é considerado mundialmente como o processo industrial de 
maior importância na confecção pois, o resultado da operação de ambos influenciará 
sensivelmente na qualidade e preço final do produto. Os fatores que devem ser observados 
entre outras no corte são: tecido, tonalidades, larguras, quantidades, metragem, fabricante, 
composição do tecido, etc... 
 
Enfesto. 
O enfesto é a operação de sobrepor várias folhas de tecido com medidas determinadas 
respeitando suas larguras, comprimento estabelecido pelo risco e encaixe e principalmentea capacidade de corte da máquina utilizada, não comprometendo a qualidade da operação. 
O enfesto do tecido pode ser efetuado de três maneiras básicas; enfesto direto, orientado, 
face a face. Recomenda-se seguir as regras fundamentais, para obter uma qualidade 
superior para a costura do, produto ,analisando as condições da coluna da malha torções em 
tecidos tubulares principalmente os mercerizados, providenciando o descanso do tecido o 
tempo necessário para sua acomodação. 
 
Temos a pratica de colocar uma folha de papel sobre a mesa, antes do enfesto, é um 
procedimento adotado por nós para evitar atrito entre a mesa e o tecido, 
consequentemente não tencionando as folhas enfestadas e permitindo o deslocamento das 
partes parcialmente cortadas. 
Risco 
Este setor é considerado mundialmente, a fatia industrial de mais importância na confecção. 
O resultado da operação juntamente com o corte influenciará sensivelmente na qualidade e 
preço do produto final. 
O risco tem características particulares e trabalha de forma que possa reduzir o consumo 
final da peça, obedecendo as regras que o tecido possa impor, como a largura do tecido 
quando este for de sentido único e risco fio do tecido, contra-fio, fio viés, 
(risco diagonal obedecendo 90º entre outros.). 
http://www.portaisdamoda.com.br/glossario-moda~risco.htm
http://www.portaisdamoda.com.br/glossario-moda~tecnologia+da+confeccao+enfesto.htm
http://www.portaisdamoda.com.br/glossario-moda~costura.htm
http://www.portaisdamoda.com.br/glossario-moda~tecido+diagonal.htm
 
14 
 
 
As Marcações 
As marcações de piques, identificações feita par o processamento na costura, numerações, 
furos e observações com ênfase em detalhes poucos visíveis. 
Máquinas de Cortes 
 
 
 
6 – Máquinas de costura 
As máquinas usadas na indústria da moda estão cada vez mais sofisticadas e se dividem em 
industriais e domésticas. As domésticas são as usadas em casa para pequenos trabalhos e uso 
particular, porém isso não faz com que elas sejam menos importantes, ou possuam poucos 
recursos. Hoje em dia, há uma infinidade de tipos de máquinas, para os mais variados tipos 
de tecidos, que se possibilitam fazer uma pequena produção doméstica de peças. 
 
15 
 
 
Máquina de costura doméstica 
 
Porém, é na área industrial que realmente vemos o avanço dessa indústria. São máquinas cada 
vez mais rápidas visando uma produção maior e com funções cada vez mais específicas: 
máquina reta para costura; caseadeira - para fazer caseados; galoneira - para fazer barra e 
aplicar galão em malha; overloque para acabamentos e fechamentos de peças em malha; 
além de pespontadeira, travete, interloque, entre outras. 
A seguir, mostraremos algumas delas: 
Máquinas convencionais: 
 
 
Máquina de costura reta 
 
 
 
 
 
 
16 
 
7- Nomenclatura e Passagem de linha das máquinas Reta e Overloque 
 
 
17 
 
 
Passagem de Linha - Parte Superior e Regulagem 
 
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Máquina overloque industrial 
 
 
19 
 
 
 
 
 
 
20 
 
Máquinas especiais: 
 
Máquina de casear – Caseadeira 
 
 
 
Máquina de fazer bainha e aplicar galão em malha– Galoneira 
 
21 
 
8 – Passadoria 
 
Passadoria nada mais é que o processo de passar a roupa depois de acabada, arrematada e 
revisada para posterior embalagem. As empresas usam desde funcionários que passam as 
peças, até máquinas sofisticadas. 
 
 
Este tipo de máquina trabalha com vapor. Mesa de passadoria 
 
Ferro de passar profissional com caldeira Mesa de passar semiprofissional 
 
 
 
22 
 
9 – Embalagem e Apresentação 
Após estarem devidamente passadas as peças são embaladas e etiquetadas. Além do 
trabalho manual, ainda existem máquinas especiais que fazem este serviço. 
 
 
10 – Considerações Finais 
O mercado da moda é um mercado em expansão e, por isso, precisa cada vez mais de 
profissionais bem preparados. Assim, o aprimoramento deve ser constante. Neste ramo 
profissional, sempre existe algo novo para aprender. 
Neste setor, as mudanças acontecem muito rapidamente. As roupas, as cores, as modelagens 
mudam a cada estação, a cada ano, assim, é necessário que o profissional esteja sempre 
buscando novas informações, novos cursos e novos conhecimentos. 
A atuação no setor do vestuário vai desde trabalhar em uma confecção, nas várias máquinas 
utilizadas em cada um de seus processos, até ser autônomo e trabalhar em casa, num 
pequeno atelier, por conta própria, com reformas, confecção, customização, criação, 
modelagem, etc. É possível ainda trabalhar em lojas de roupas de festas, como bordadeira, 
por exemplo, ou, ainda, montar uma pequena oficina para oferecer serviços específicos, como 
casear, bordar, fabricar etiquetas, pregar botões, plissar, tingir, etc. 
Cabe ao profissional procurar dentre as diversas áreas deste mercado, a atividade que melhor 
se encaixe em seu perfil pessoal e investir em sua formação, pois existem inúmeras escolas e 
cursos profissionalizantes nos diversos segmentos. 
O mercado é grande e em expansão. É preciso vontade e garra. 
Boa sorte e sucesso! 
 
 
 
23 
 
Referências Bibliográficas: 
 
 
Tecidos - História, Tramas, Tipos e Usos 
Dinah Bueno Pezzolo 
Editora Senac 
 
Fio a Fio – Tecidos, Moda e Linguagem 
Gilda Chataigner 
Editora estação das Letras e Cores 
 
 
24 
 
Conteúdo aplicado para tecido Plano – Máquina Reta (301) 
 
 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (EXERCÍCIOS EM PAPEL) 
ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA 
PREPARAÇÃO 1 Apresentação da máquina reta RETA 
MONTAGEM 
2 
Exercícios de controle de pedal no papel sobre 
linhas (retas e paralelas, retas com pontos 
determinados e curvas com paralelas) 
RETA 
ACABAMENTO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
25 
 
 
 
 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (LINHAS RETAS) 
ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA 
PREPARAÇÃO 1 Overlocar as laterais do retângulo OVERLOQUE 
MONTAGEM 2 
Realizar treinamento de linhas retas e paralelas, 
dando retrocesso no início e fim de cada linha. 
RETA 
ACABAMENTO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FICHA TÉCNICA 
PRODUTO: Treinamento em linhas retas REF.: 07/15 
 
 
 
26 
 
 
 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (LINHAS ZIG ZAG) 
ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA 
PREPARAÇÃO 1 Overlocar as laterais do retângulo OVERLOQUE 
MONTAGEM 2 
Realizar treinamento de linhas paralelas com 
pontos determinados dando retrocesso no início e 
fim de cada linha. 
RETA 
ACABAMENTO 
 
 
 
 
 
 
 
 
FICHA TÉCNICA 
PRODUTO: Treinamento em linhas zig zag REF.: 07/15 
 
 
 
 
27 
 
 
 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (LINHAS CURVAS) 
ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA 
PREPARAÇÃO 1 Overlocar as laterais do retângulo OVERLOQUE 
MONTAGEM 2 
Realizar treinamento de linhas curvas paralelas no 
tecido plano dando retrocesso no início e fim de 
cada curva. 
RETA 
ACABAMENTO 
 
 
 
 
 
 
 
 
FICHA TÉCNICA 
PRODUTO: Treinamento em linhas curvas REF.: 07/15 
 
 
 
 
28 
 
 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (BOLSA) 
ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA 
PREPARAÇÃO 1 Overlocar as laterais do retângulo OVERLOQUE 
MONTAGEM 
2 Aplicar o zíper comum e rebater RETA 
3 Fechar as laterais RETA 
4 Aplicar o cordão RETA 
ACABAMENTO 
5 Arrematar MANUAL 
 
 
 
 
 
 
FICHA TÉCNICA 
PRODUTO: Bolsa REF.: 07/15 
 
 
 
 
29 
 
 
 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (SAIA) 
ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA 
PREPARAÇÃO 
1 
Overlocar as laterais (frente, costa e meio das 
costas) 
OVERLOQUE 
2 Entretelar o revel (frente e costa) FERRO 
 Unir as laterais do revel RETA 
3 Overlocar a parte inferior o revel OVERLOQUE 
4 Fazer as pences RETA 
MONTAGEM 
5 Unir lateral RETA 
6 
Aplicar zíperinvisível no meio costas (calcador para 
zíper invisível) RETA 
7 Fechar o meio (costa) RETA 
8 Aplicar o revel RETA 
9 Finalizar o revel e pespontar RETA 
ACABAMENTO 
10 Fazer barra (ponto invisível) MANUAL 
11 Passar FERRO 
 
FICHA TÉCNICA 
PRODUTO: Treinamento em peça miniatura - saia REF.: 07/15 
 
 
 
 
30 
 
 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (SHORTS) 
ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA 
PREPARAÇÃO 
1 Overlocar todas as laterais e vistas OVERLOQUE 
2 Preparar cós (fixar entretela, unir partes e rebater) RETA 
3 Fechar o gancho 8cm (frente) RETA 
4 Fixar vista simples lado direito e rebater RETA 
5 Fixar zíper na vista dupla lado esquerdo RETA 
6 Aplicar zíper lado direito na vista simples RETA 
7 Pespontar vista contorno arredondado direito RETA 
8 Fazer pences (costa) RETA 
9 Unir o espelho com frente e pespontar RETA 
10 Aplicar o forro do bolso e pespontar RETA 
MONTAGEM 
11 Unir gancho (costa) RETA 
12 Unir laterais RETA 
13 Unir entrepernas RETA 
14 Aplicar o cós RETA 
15 Realizar o pesponto para acabamento do cós RETA 
ACABAMENTO 
16 Fazer barra (italiana) RETA 
17 Passar FERRO 
FICHA TÉCNICA 
PRODUTO: Treinamento em peça miniatura - shorts REF.: 07/15 
 
 
 
31 
 
 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (CAMISA) 
ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA 
PREPARAÇÃO 
1 Preparação da gola (aplicação da entretela) RETA 
2 Fechar colarinho RETA 
3 Preparação / barra pé de gola RETA 
4 Fechar colarinho e pespontar RETA 
5 Unir o pé da gola com o colarinho RETA 
6 Frente / Realizar a barra da vista RETA 
7 Frente / Realizar a pence RETA 
8 Costa / Realizar uma prega de 2 cm RETA 
9 Costa / Unir a pala e pespontar RETA 
10 Unir carcela com a manga RETA 
11 Realizar o pesponto e barra (manga) RETA 
12 Fazer 2 pregas de 1 cm cada (manga) RETA 
MONTAGEM 13 Unir ombro frente, costa e pespontar RETA 
FICHA TÉCNICA 
PRODUTO: Treinamento em peça miniatura - 
camisa 
REF.: 07/15 
 
 
 
32 
 
 14 Aplicar gola RETA 
15 Pespontar o pé de gola RETA 
16 Aplicar a manga na camisa RETA 
17 Overlocar a manga da camisa OVERLOQUE 
18 Fechar lateral da camisa RETA 
19 Overlocar a lateral da camisa OVERLOQUE 
20 Entretela o punho e fechar lateral de 1 cm RETA 
21 Aplicar o punho RETA 
22 Pespontar RETA 
 23 Overlocar a barra OVERLOQUE 
ACABAMENTO 
24 Fazer barra de 1cm RETA 
25 Casear CASEADEIRA 
26 Passar FERRO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
33 
 
Conteúdo aplicado para Malha – Máquina Overloque e Galoneira 
 
 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (CÍRCULO) 
ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA 
PREPARAÇÃO 1 
 
 
MONTAGEM 2 Overlocar em torno de toda a peça. OVERLOQUE 
ACABAMENTO 
3 
 
 
 
 
FICHA TÉCNICA 
PRODUTO: Treinamento em círculo REF.: 07/15 
 
 
 
34 
 
 
 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (RETÂNGULO) 
ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA 
PREPARAÇÃO 1 
 
 
MONTAGEM 2 Treino de cantos, com união dos retângulos. OVERLOQUE 
ACABAMENTO 
3 
 
 
 
 
 
 
FICHA TÉCNICA 
PRODUTO: Treinamento em retângulo REF.: 07/15 
 
 
 
35 
 
 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (UNIÃO DE CURVAS) 
ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA 
PREPARAÇÃO 1 
 
 
MONTAGEM 2 Unir a curva (simulação de encaixe de manga) OVERLOQUE 
ACABAMENTO 
3 
 
4 Unir a lateral OVERLOQUE 
FICHA TÉCNICA 
PRODUTO: Treinamento em união de curvas REF.: 07/15 
 
 
 
36 
 
 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (APLICAÇÃO DE PUNHO E GALÃO) 
ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA 
PREPARAÇÃO 1 
 
 
MONTAGEM 2 Aplicação de punho OVERLOQUE 
 3 Aplicação de galão GALONEIRA 
ACABAMENTO 
4 
 
 
 
ICHA TÉCNICA 
PRODUTO: Treinamento em aplicação de punho e 
galão 
REF.: 07/15 
 
 
 
37 
 
 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (BARRA) 
ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA 
PREPARAÇÃO 1 
 
 
MONTAGEM 2 Treinamento de barra simples GALONEIRA 
ACABAMENTO 
3 
 
 
 
 
 
 
FICHA TÉCNICA 
PRODUTO: Treinamento de barra simples REF.: 07/15 
 
 
 
38 
 
 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (RETÂNGULO) 
ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA 
PREPARAÇÃO 1 
 
 
MONTAGEM 2 Unir as laterais OVEROQUE 
ACABAMENTO 
3 Treinamento de barra GALONEIRA 
 
 
 
 
 
 
FICHA TÉCNICA 
PRODUTO: Treinamento em retângulo REF.: 07/15 
 
 
 
39 
 
 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (RETÂNGULO) 
ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA 
PREPARAÇÃO 1 
 
 
MONTAGEM 2 Unir as laterais. OVEROQUE 
 3 Linhas retas GALONEIRA 
ACABAMENTO 
4 
 
 
 
 
 
FICHA TÉCNICA 
PRODUTO: Treinamento em retângulo REF.: 07/15 
 
 
 
40 
 
 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO PEÇAS MINIATURA (SAIA) 
ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA 
PREPARAÇÃO 1 
 
 
MONTAGEM 
2 Unir laterais OVEROQUE 
3 Fechar elástico RETA 
4 Aplicar elástico na cintura OVERLOQUE 
5 Rebater elástico GALONEIRA 
ACABAMENTO 
6 Fazer barra GALONEIRA 
 
 
 
 
FICHA TÉCNICA 
PRODUTO: Treinamento peça miniatura - saia REF.: 07/15 
 
 
 
41 
 
 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO PEÇAS MINIATURA (BERMUDA) 
ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA 
PREPARAÇÃO 1 
 
 
FICHA TÉCNICA 
PRODUTO: Treinamento em peça miniatura - 
bermuda 
REF.: 07/15 
 
 
 
42 
 
2 
 
 
MONTAGEM 
3 Unir gancho dianteiro OVEROQUE 
4 Unir gancho traseiro OVERLOQUE 
5 Unir laterais OVERLOQUE 
6 Unir entrepernas OVERLOQUE 
7 Fechar elástico RETA 
8 Aplicar elástico OVERLOQUE 
9 Rebater elástico GALONEIRA 
ACABAMENTO 
10 Fazer a barra GALONEIRA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
43 
 
 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO PEÇAS MINIATURA (CAMISETA) 
ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA 
PREPARAÇÃO 1 
 
 
FICHA TÉCNICA 
PRODUTO: Treinamento em peça miniatura - 
camiseta 
REF.: 07/15 
 
 
 
44 
 
 
 
 
 
 
 
MONTAGEM 
2 Unir os ombros OVEROQUE 
3 Aplicar as mangas OVERLOQUE 
4 Fechar as laterais OVERLOQUE 
5 Aplicar galão OVERLOQUE 
ACABAMENTO 
6 Fazer a barra na manga GALONEIRA 
7 Fazer a barra na parte inferior da camiseta GALONEIRA 
 
 
45 
 
 
 
 
46 
 
 
 
 
47 
 
 
 
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