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1 2 Índice 1 – Moda 2 - Fibras Têxteis 3 – Tecidos 4 – Moldes 5 – Corte 6 – Máquinas de costura 7- Nomenclatura e Passagem de linha das máquinas Reta e Overloque 8 – Passadoria 9 – Embalagem e Apresentação 10 – Considerações Finais 11 – Referências Bibliográficas 12 – Fichas Técnicas em Tecido Plano (Exercícios) 13– Fichas Técnicas em Malharia (Exercícios) 3 1 – Moda Desde tempos imemoriais, o homem sentiu a necessidade de se proteger das intempéries, do vento, do frio e das agressões da vegetação. O primeiro material disponível eram as peles que sobravam dos animais que serviam para sua alimentação. De acordo com as regiões que habitavam – mais quentes ou mais frias – a necessidade era diferente e cada grupo se adaptava, usando mais ou menos vestimentas. Assim, nas regiões 4 mais frias usavam-se mais peles e coberturas, enquanto nas regiões mais quentes, andava-se quase nu. Com o desenvolvimento das capacidades humanas, o homem começou a cultivar plantas para sua alimentação e para a confecção de objetos de cestaria e tecelagem, bem como criar animais para alimentação e extração de lã. Egípcios Hebreus 5 Os primeiros fios usados para confecção de tecidos eram extraídos de fibras vegetais, trançados em teares bastante primitivos e que eram usados enrolados no corpo ou rusticamente costurados com agulhas feitas com ossos. Além disso, também se faziam tecidos com lãs e pelos, que eram trançados – após a fiação. Gregos Romanos Além de proteção, as roupas ainda eram usadas para diferenciar os variados graus de importância de determinadas pessoas dentro do grupo. Para isso, também foram desenvolvidos adereços, enfeites e pinturas corporais. Idade Média 6 Com o uso desses materiais, o homem foi cada vez mais desenvolvendo técnicas de beneficiamento das peles e dos fios, tornando-os mais macios e maleáveis, obtendo assim, trajes mais confortáveis. Aprimorou também a confecção de suas roupas, fazendo com que ficassem mais ajustadas ao corpo, surgindo desse modo as primeiras noções de modelagem. Era Vitoriana Belle Époque Já em épocas mais recentes, a invenção do tear mecânico, a criação da máquina de costura, o desenvolvimento das fibras e tecidos, a melhoria das técnicas de beneficiamento/tin-gimento e da evolução da modelagem, deram um impulso muito grande para a área da vestimenta, chegando hoje em dia a ser uma das principais indústrias do mundo: a indústria da moda. 7 Anos 20 Anos 30 Anos 40 Anos 50 Anos 60 Anos 70 Anos 80 8 Atualmente, esse mercado, em constante expansão, envolve profissionais das mais diversas áreas e movimenta uma parte significativa das economias do mundo inteiro além de determinar hábitos e valores, e criar desejos. Assim, a vestimenta deixou há muito tempo de ser apenas um objeto com uma função prática, para se tornar elemento decorativo, símbolo de status e poder. Anos 90 Anos 2000 9 2- Fibras Têxteis Fibras têxteis são fios formados por fibras naturais, artificiais ou sintéticas usadas para a confecção de tecidos, bem como para a costura, porém possuem características diferentes. Durante muito tempo apenas as fibras naturais, aquelas retiradas diretamente da natureza, de plantas ou animais, foram usadas para a confecção de tecidos, porém o desenvolvimento da indústria permitiu o surgimento das fibras químicas, produzidas em laboratórios. São exemplos de fibras naturais: algodão, linho, cânhamo, lã, seda, ráfia, sisal, etc. E entre as químicas (artificiais e sintéticas) podemos citar as mais conhecidas: viscose, raiom, poliéster, acrílico, elastano, etc. Flor do algodão: uma das fibras mais usadas no mundo. Produção do fio de poliéster. 10 3 – Tecidos O tecido é o entrelaçamento ordenado de dois conjuntos de fios, o urdume e a trama. O urdume é a série de fios colocados lado a lado no sentido do comprimento do tecido, entre os quais serão passados os fios da trama. Essa técnica de tecelagem produz os chamados tecidos planos. Gráfico de um tecido plano Tecido de algodão Existe ainda outra maneira de se produzir tecidos que é a malharia. Essa técnica nada mais é do que o uso da mesma trama do tricô que, utilizada com fios finos produz um tecido mais elástico e confortável. Gráfico da malha Malha 11 Porém, em termos de modelagem, é necessário ressaltar que, sendo tecidos com características bem diferentes, o uso, o maquinário e as modelagens também são distintas, devendo-se respeitar as indicações de uso em cada caso. Existem ainda outras formas de fabricação de tecidos, como a confecção de rendas, cobertores, plastificados, etc, e ainda os chamados tecidos-não-tecidos, que recebem esse nome porque, na verdade, são formados por um processo de compactação e entrelaçamento aleatório das fibras, formando os feltros e o próprio TNT, por exemplo. Renda Tecido não tecido 12 4 – Moldes Os moldes são os desenhos em papel das várias partes que deverão ser riscadas no tecido e cortadas para a confecção das peças. Nos moldes estão as indicações necessárias que servirão para orientar a costura, como por exemplo, os piques, os franzidos, as casas, as marcações de botões, as pences, as pregas, as margens de costura, entre outros, e ainda, muito importante, a orientação do fio do tecido. Exemplo de um molde completo, composto pelas várias partes que compõem a roupa, com suas marcações e ampliações. Fio do tecido é uma marcação muito importante no molde e deverá ser respeitada porque é desse detalhe que depende o bom caimento da peça. O fio do tecido é definido como uma linha paralela à ourela que nada mais é que a margem, a borda do tecido. 13 5 – Corte Juntamente com o risco o corte é considerado mundialmente como o processo industrial de maior importância na confecção pois, o resultado da operação de ambos influenciará sensivelmente na qualidade e preço final do produto. Os fatores que devem ser observados entre outras no corte são: tecido, tonalidades, larguras, quantidades, metragem, fabricante, composição do tecido, etc... Enfesto. O enfesto é a operação de sobrepor várias folhas de tecido com medidas determinadas respeitando suas larguras, comprimento estabelecido pelo risco e encaixe e principalmentea capacidade de corte da máquina utilizada, não comprometendo a qualidade da operação. O enfesto do tecido pode ser efetuado de três maneiras básicas; enfesto direto, orientado, face a face. Recomenda-se seguir as regras fundamentais, para obter uma qualidade superior para a costura do, produto ,analisando as condições da coluna da malha torções em tecidos tubulares principalmente os mercerizados, providenciando o descanso do tecido o tempo necessário para sua acomodação. Temos a pratica de colocar uma folha de papel sobre a mesa, antes do enfesto, é um procedimento adotado por nós para evitar atrito entre a mesa e o tecido, consequentemente não tencionando as folhas enfestadas e permitindo o deslocamento das partes parcialmente cortadas. Risco Este setor é considerado mundialmente, a fatia industrial de mais importância na confecção. O resultado da operação juntamente com o corte influenciará sensivelmente na qualidade e preço do produto final. O risco tem características particulares e trabalha de forma que possa reduzir o consumo final da peça, obedecendo as regras que o tecido possa impor, como a largura do tecido quando este for de sentido único e risco fio do tecido, contra-fio, fio viés, (risco diagonal obedecendo 90º entre outros.). http://www.portaisdamoda.com.br/glossario-moda~risco.htm http://www.portaisdamoda.com.br/glossario-moda~tecnologia+da+confeccao+enfesto.htm http://www.portaisdamoda.com.br/glossario-moda~costura.htm http://www.portaisdamoda.com.br/glossario-moda~tecido+diagonal.htm 14 As Marcações As marcações de piques, identificações feita par o processamento na costura, numerações, furos e observações com ênfase em detalhes poucos visíveis. Máquinas de Cortes 6 – Máquinas de costura As máquinas usadas na indústria da moda estão cada vez mais sofisticadas e se dividem em industriais e domésticas. As domésticas são as usadas em casa para pequenos trabalhos e uso particular, porém isso não faz com que elas sejam menos importantes, ou possuam poucos recursos. Hoje em dia, há uma infinidade de tipos de máquinas, para os mais variados tipos de tecidos, que se possibilitam fazer uma pequena produção doméstica de peças. 15 Máquina de costura doméstica Porém, é na área industrial que realmente vemos o avanço dessa indústria. São máquinas cada vez mais rápidas visando uma produção maior e com funções cada vez mais específicas: máquina reta para costura; caseadeira - para fazer caseados; galoneira - para fazer barra e aplicar galão em malha; overloque para acabamentos e fechamentos de peças em malha; além de pespontadeira, travete, interloque, entre outras. A seguir, mostraremos algumas delas: Máquinas convencionais: Máquina de costura reta 16 7- Nomenclatura e Passagem de linha das máquinas Reta e Overloque 17 Passagem de Linha - Parte Superior e Regulagem 18 Máquina overloque industrial 19 20 Máquinas especiais: Máquina de casear – Caseadeira Máquina de fazer bainha e aplicar galão em malha– Galoneira 21 8 – Passadoria Passadoria nada mais é que o processo de passar a roupa depois de acabada, arrematada e revisada para posterior embalagem. As empresas usam desde funcionários que passam as peças, até máquinas sofisticadas. Este tipo de máquina trabalha com vapor. Mesa de passadoria Ferro de passar profissional com caldeira Mesa de passar semiprofissional 22 9 – Embalagem e Apresentação Após estarem devidamente passadas as peças são embaladas e etiquetadas. Além do trabalho manual, ainda existem máquinas especiais que fazem este serviço. 10 – Considerações Finais O mercado da moda é um mercado em expansão e, por isso, precisa cada vez mais de profissionais bem preparados. Assim, o aprimoramento deve ser constante. Neste ramo profissional, sempre existe algo novo para aprender. Neste setor, as mudanças acontecem muito rapidamente. As roupas, as cores, as modelagens mudam a cada estação, a cada ano, assim, é necessário que o profissional esteja sempre buscando novas informações, novos cursos e novos conhecimentos. A atuação no setor do vestuário vai desde trabalhar em uma confecção, nas várias máquinas utilizadas em cada um de seus processos, até ser autônomo e trabalhar em casa, num pequeno atelier, por conta própria, com reformas, confecção, customização, criação, modelagem, etc. É possível ainda trabalhar em lojas de roupas de festas, como bordadeira, por exemplo, ou, ainda, montar uma pequena oficina para oferecer serviços específicos, como casear, bordar, fabricar etiquetas, pregar botões, plissar, tingir, etc. Cabe ao profissional procurar dentre as diversas áreas deste mercado, a atividade que melhor se encaixe em seu perfil pessoal e investir em sua formação, pois existem inúmeras escolas e cursos profissionalizantes nos diversos segmentos. O mercado é grande e em expansão. É preciso vontade e garra. Boa sorte e sucesso! 23 Referências Bibliográficas: Tecidos - História, Tramas, Tipos e Usos Dinah Bueno Pezzolo Editora Senac Fio a Fio – Tecidos, Moda e Linguagem Gilda Chataigner Editora estação das Letras e Cores 24 Conteúdo aplicado para tecido Plano – Máquina Reta (301) SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (EXERCÍCIOS EM PAPEL) ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA PREPARAÇÃO 1 Apresentação da máquina reta RETA MONTAGEM 2 Exercícios de controle de pedal no papel sobre linhas (retas e paralelas, retas com pontos determinados e curvas com paralelas) RETA ACABAMENTO 25 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (LINHAS RETAS) ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA PREPARAÇÃO 1 Overlocar as laterais do retângulo OVERLOQUE MONTAGEM 2 Realizar treinamento de linhas retas e paralelas, dando retrocesso no início e fim de cada linha. RETA ACABAMENTO FICHA TÉCNICA PRODUTO: Treinamento em linhas retas REF.: 07/15 26 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (LINHAS ZIG ZAG) ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA PREPARAÇÃO 1 Overlocar as laterais do retângulo OVERLOQUE MONTAGEM 2 Realizar treinamento de linhas paralelas com pontos determinados dando retrocesso no início e fim de cada linha. RETA ACABAMENTO FICHA TÉCNICA PRODUTO: Treinamento em linhas zig zag REF.: 07/15 27 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (LINHAS CURVAS) ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA PREPARAÇÃO 1 Overlocar as laterais do retângulo OVERLOQUE MONTAGEM 2 Realizar treinamento de linhas curvas paralelas no tecido plano dando retrocesso no início e fim de cada curva. RETA ACABAMENTO FICHA TÉCNICA PRODUTO: Treinamento em linhas curvas REF.: 07/15 28 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (BOLSA) ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA PREPARAÇÃO 1 Overlocar as laterais do retângulo OVERLOQUE MONTAGEM 2 Aplicar o zíper comum e rebater RETA 3 Fechar as laterais RETA 4 Aplicar o cordão RETA ACABAMENTO 5 Arrematar MANUAL FICHA TÉCNICA PRODUTO: Bolsa REF.: 07/15 29 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (SAIA) ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA PREPARAÇÃO 1 Overlocar as laterais (frente, costa e meio das costas) OVERLOQUE 2 Entretelar o revel (frente e costa) FERRO Unir as laterais do revel RETA 3 Overlocar a parte inferior o revel OVERLOQUE 4 Fazer as pences RETA MONTAGEM 5 Unir lateral RETA 6 Aplicar zíperinvisível no meio costas (calcador para zíper invisível) RETA 7 Fechar o meio (costa) RETA 8 Aplicar o revel RETA 9 Finalizar o revel e pespontar RETA ACABAMENTO 10 Fazer barra (ponto invisível) MANUAL 11 Passar FERRO FICHA TÉCNICA PRODUTO: Treinamento em peça miniatura - saia REF.: 07/15 30 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (SHORTS) ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA PREPARAÇÃO 1 Overlocar todas as laterais e vistas OVERLOQUE 2 Preparar cós (fixar entretela, unir partes e rebater) RETA 3 Fechar o gancho 8cm (frente) RETA 4 Fixar vista simples lado direito e rebater RETA 5 Fixar zíper na vista dupla lado esquerdo RETA 6 Aplicar zíper lado direito na vista simples RETA 7 Pespontar vista contorno arredondado direito RETA 8 Fazer pences (costa) RETA 9 Unir o espelho com frente e pespontar RETA 10 Aplicar o forro do bolso e pespontar RETA MONTAGEM 11 Unir gancho (costa) RETA 12 Unir laterais RETA 13 Unir entrepernas RETA 14 Aplicar o cós RETA 15 Realizar o pesponto para acabamento do cós RETA ACABAMENTO 16 Fazer barra (italiana) RETA 17 Passar FERRO FICHA TÉCNICA PRODUTO: Treinamento em peça miniatura - shorts REF.: 07/15 31 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (CAMISA) ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA PREPARAÇÃO 1 Preparação da gola (aplicação da entretela) RETA 2 Fechar colarinho RETA 3 Preparação / barra pé de gola RETA 4 Fechar colarinho e pespontar RETA 5 Unir o pé da gola com o colarinho RETA 6 Frente / Realizar a barra da vista RETA 7 Frente / Realizar a pence RETA 8 Costa / Realizar uma prega de 2 cm RETA 9 Costa / Unir a pala e pespontar RETA 10 Unir carcela com a manga RETA 11 Realizar o pesponto e barra (manga) RETA 12 Fazer 2 pregas de 1 cm cada (manga) RETA MONTAGEM 13 Unir ombro frente, costa e pespontar RETA FICHA TÉCNICA PRODUTO: Treinamento em peça miniatura - camisa REF.: 07/15 32 14 Aplicar gola RETA 15 Pespontar o pé de gola RETA 16 Aplicar a manga na camisa RETA 17 Overlocar a manga da camisa OVERLOQUE 18 Fechar lateral da camisa RETA 19 Overlocar a lateral da camisa OVERLOQUE 20 Entretela o punho e fechar lateral de 1 cm RETA 21 Aplicar o punho RETA 22 Pespontar RETA 23 Overlocar a barra OVERLOQUE ACABAMENTO 24 Fazer barra de 1cm RETA 25 Casear CASEADEIRA 26 Passar FERRO 33 Conteúdo aplicado para Malha – Máquina Overloque e Galoneira SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (CÍRCULO) ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA PREPARAÇÃO 1 MONTAGEM 2 Overlocar em torno de toda a peça. OVERLOQUE ACABAMENTO 3 FICHA TÉCNICA PRODUTO: Treinamento em círculo REF.: 07/15 34 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (RETÂNGULO) ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA PREPARAÇÃO 1 MONTAGEM 2 Treino de cantos, com união dos retângulos. OVERLOQUE ACABAMENTO 3 FICHA TÉCNICA PRODUTO: Treinamento em retângulo REF.: 07/15 35 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (UNIÃO DE CURVAS) ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA PREPARAÇÃO 1 MONTAGEM 2 Unir a curva (simulação de encaixe de manga) OVERLOQUE ACABAMENTO 3 4 Unir a lateral OVERLOQUE FICHA TÉCNICA PRODUTO: Treinamento em união de curvas REF.: 07/15 36 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (APLICAÇÃO DE PUNHO E GALÃO) ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA PREPARAÇÃO 1 MONTAGEM 2 Aplicação de punho OVERLOQUE 3 Aplicação de galão GALONEIRA ACABAMENTO 4 ICHA TÉCNICA PRODUTO: Treinamento em aplicação de punho e galão REF.: 07/15 37 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (BARRA) ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA PREPARAÇÃO 1 MONTAGEM 2 Treinamento de barra simples GALONEIRA ACABAMENTO 3 FICHA TÉCNICA PRODUTO: Treinamento de barra simples REF.: 07/15 38 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (RETÂNGULO) ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA PREPARAÇÃO 1 MONTAGEM 2 Unir as laterais OVEROQUE ACABAMENTO 3 Treinamento de barra GALONEIRA FICHA TÉCNICA PRODUTO: Treinamento em retângulo REF.: 07/15 39 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO (RETÂNGULO) ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA PREPARAÇÃO 1 MONTAGEM 2 Unir as laterais. OVEROQUE 3 Linhas retas GALONEIRA ACABAMENTO 4 FICHA TÉCNICA PRODUTO: Treinamento em retângulo REF.: 07/15 40 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO PEÇAS MINIATURA (SAIA) ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA PREPARAÇÃO 1 MONTAGEM 2 Unir laterais OVEROQUE 3 Fechar elástico RETA 4 Aplicar elástico na cintura OVERLOQUE 5 Rebater elástico GALONEIRA ACABAMENTO 6 Fazer barra GALONEIRA FICHA TÉCNICA PRODUTO: Treinamento peça miniatura - saia REF.: 07/15 41 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO PEÇAS MINIATURA (BERMUDA) ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA PREPARAÇÃO 1 FICHA TÉCNICA PRODUTO: Treinamento em peça miniatura - bermuda REF.: 07/15 42 2 MONTAGEM 3 Unir gancho dianteiro OVEROQUE 4 Unir gancho traseiro OVERLOQUE 5 Unir laterais OVERLOQUE 6 Unir entrepernas OVERLOQUE 7 Fechar elástico RETA 8 Aplicar elástico OVERLOQUE 9 Rebater elástico GALONEIRA ACABAMENTO 10 Fazer a barra GALONEIRA 43 SEQUÊNCIA OPERACIONAL – TREINAMENTO PEÇAS MINIATURA (CAMISETA) ETAPA Nº OPERAÇÃO MÁQUINA PREPARAÇÃO 1 FICHA TÉCNICA PRODUTO: Treinamento em peça miniatura - camiseta REF.: 07/15 44 MONTAGEM 2 Unir os ombros OVEROQUE 3 Aplicar as mangas OVERLOQUE 4 Fechar as laterais OVERLOQUE 5 Aplicar galão OVERLOQUE ACABAMENTO 6 Fazer a barra na manga GALONEIRA 7 Fazer a barra na parte inferior da camiseta GALONEIRA 45 46 47 48 49 50 51