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Rascunho de estudos para o simulado de química
Quais são as principais questões éticas e 
ambientais relacionadas à radioatividade na 
sociedade contemporânea?
Quais são os principais riscos à saúde 
causados pela exposição à radiação?
Mano, tava outro dia numa aula da Profª Ana (aquela 
que dá Radiobiologia) e fiquei meio paranóico com esse 
lance de radiação! Tipo, ela explicou que tem dois tipos 
de efeito no corpo - os determinísticos, que só rola 
depois de uma dose alta, e os estocásticos, que são 
mais sinistros porque podem aparecer com qualquer 
dosezinha. Pior que ontem mesmo tava lendo uns 
artigos pro seminário da semana que vem e vi que a 
radiação pode zoar nosso DNA na hora... Meus amigos 
da medicina sempre me zoam dizendo que vou brilhar 
no escuro quando começar o estágio, mas na real é um 
bagulho sério! Todo mundo que trampa em usina 
nuclear tem que ficar ligadão, usando aqueles 
dosímetros (que parecem um crachazinho) e fazendo 
check-up direto. A Ana contou uma história super 
tensa que aconteceu no hospital onde ela trabalhou 
antes de virar professora - teve um técnico que 
esqueceu de usar o dosímetro por uma semana e deu 
maior B.O.! Tiveram que fazer um monte de exames 
nele e o cara ficou super noiado. Outro lance sinistro 
que ela explicou é como a radiação afeta diferentes 
partes do corpo de formas diferentes. Tipo, as células 
que se dividem mais rápido são as mais sensíveis - por 
isso que quando alguém faz radio, o cabelo cai e o 
estômago fica zuado. Inclusive, semana passada a 
gente fez um experimento no lab com umas células e 
deu pra ver na hora o estrago que a radiação faz!
Como o impacto ambiental da 
radioatividade afeta os ecossistemas a 
longo prazo?
Velho, essa parte é muito punk! Tava discutindo isso no 
CA outro dia com a galera do 5º período, e é um tema 
que me dá uma bad... A parada é que não é só jogar o 
material radioativo lá e tchau - aquilo fica 
contaminando tudo por um tempão absurdo! Até rolou 
um debate massa sobre isso no simpósio do mês 
passado. O professor João mostrou umas fotos da 
região de Chernobyl e, mano do céu, dá pra ver até hoje 
as mudanças nas plantas e nos bichos de lá. Tipo, tem 
um lance doido do Césio-137 que o pessoal sempre fala 
- demora 30 anos só pra perder metade da radiação. É 
tipo aquele trabalho em grupo que não acaba nunca, só 
que mil vezes pior! Na aula de ontem, a gente viu uns 
casos bizarros de mutação em plantas perto de áreas 
contaminadas - tem umas flores que crescem com 
pétalas extras e uns formatos mega estranhos. O mais 
sinistro é que esses efeitos podem passar de geração 
em geração nos seres vivos. A Júlia, aquela mina super 
nerd do laboratório, mostrou uns estudos que ela tá 
fazendo com bactérias expostas à radiação, e as 
mudanças continuam aparecendo mesmo depois de 
várias gerações. Fiquei pensando que é tipo uma 
herança radioativa que a gente tá deixando pros 
nossos bisnetos, tataranetos... Pesado, né?
De que forma podemos avaliar e garantir a 
segurança nuclear considerando os 
acidentes históricos?
Véi, depois que a gente estudou aqueles acidentes 
famosos na disciplina de Segurança Nuclear, eu fiquei 
meio neurótico! Tipo, semana passada mesmo, o prof 
Ricardo (aquele gente boa que sempre traz café pra 
turma) tava explicando como cada acidente desses 
ensinou algo diferente pra galera. É tipo um sistema em 
camadas - ele sempre compara com uma cebola (daí 
todo mundo zoa ele por causa dessa analogia). Mas é 
super maneiro ver como as usinas hoje têm várias 
barreiras de proteção. Inclusive, no laboratório a gente 
fez umas simulações de acidente outro dia - todo 
mundo ficou super tenso, mesmo sendo só treino! O 
mais doido é que cada acidente famoso mudou 
completamente o jeito de pensar em segurança 
nuclear. Por exemplo, depois de Three Mile Island, eles 
perceberam que precisavam melhorar muito o 
treinamento dos operadores. Já Chernobyl mostrou 
como o design do reator precisa ser à prova de falhas 
humanas. E Fukushima? Mano, aquilo foi outro nível - 
mostrou que até desastres naturais precisam entrar na 
conta! Ontem mesmo a gente tava fazendo um 
trabalho em grupo sobre os novos sistemas de 
segurança, e é impressionante como eles pensam em 
tudo agora. Tem sensor pra tudo que é lado, sistemas 
redundantes, proteções contra terrorismo... É tipo um 
videogame em modo hardcore, não pode vacilar nunca!
Por que a proliferação nuclear continua 
sendo uma preocupação global no século 
XXI?
Mano, esse tema é pesado demais! Semana passada 
mesmo, na aula de Ética Nuclear (aquela que todo 
mundo quase dorme porque é depois do almoço, rs), a 
gente tava debatendo isso. É muito louco pensar que a 
mesma tecnologia que a gente tá estudando pra fazer 
energia pode virar uma arma! Tem um tratado 
chamado TNP que tenta controlar isso - a gente teve 
que ler ele inteiro pra prova, foi tenso. Ontem tava 
vendo um documentário que o professor recomendou 
sobre umas redes secretas de venda de material 
nuclear, parece filme de espião! Ainda bem que tem a 
AIEA fiscalizando, senão ia ser uma bagunça total. Mas 
mesmo assim dá um medinho... O professor contou 
uma história super tensa sobre uma vez que ele 
trabalhou como consultor da AIEA - ele teve que 
inspecionar uma instalação suspeita e ficou mega 
paranoico achando que tava sendo seguido! § A parte 
mais bizarra é que tem países que nem assinaram o 
tratado, e outros que assinaram mas a galera desconfia 
que tão fazendo umas paradas por baixo dos panos. Na 
aula de geopolítica nuclear (sim, tem essa matéria!), a 
gente discutiu como isso afeta as relações 
internacionais. Tipo, um país desenvolve tecnologia 
nuclear e os outros ficam todos pistola! É tipo aquele 
grupinho da sala que não quer dividir as respostas do 
trabalho, só que numa escala global e muito mais 
perigoso! ��

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