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Questões resolvidas

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Alternativa B: CORRETA. Na primeira fase do ciclo menstrual, FSH e Estrogênio
atuam aumentando o número de receptores de FSH no folículo e proliferando as
células da granulosa, as quais vão produzir estradiol a partir dos androgênios sob
estímulo da enzima aromatase. (Esse mecanismo se chama “Teoria das duas
células – duas gonadotrofinas”).
Alternativa C: CORRETA. Conforme comentado nas alternativas anteriores, os
altos níveis de FSH no início do ciclo promovem o recrutamento e
desenvolvimento dos folículos. À medida que a fase folicular avança e o
estrogênio exerce feedback negativo sobre o FSH, os seus níveis mais baixos
permitem que apenas um folículo (aquele com maior número de receptores) se
torne o dominante.
Alternativa D: INCORRETA. Os níveis de FSH começam a se elevar ainda no final
do ciclo anterior (devido à regressão do corpo lúteo e queda da progesterona) e
continuam em ascensão durante a fase folicular inicial, atingindo seu pico na
metade do ciclo.
▶ ��������: D
29 (FUNDEP – Prefeitura de Ervália/MG – 2019) A imunização é considerada um
dos marcos históricos da Medicina que impactam coletivamente o cuidado em
saúde, sendo estratégia responsável pela erradicação de muitas doenças. No
entanto, sua disseminação tem sido prejudicada por uma onda “antivacinas”. Em
relação aos cuidados de imunização previstos para a mulher, considerando o
calendário vigente de vacinação no Brasil recomendado pelo Ministério da Saúde,
é correto afirmar:
A. A vacina contra febre amarela deve ter um reforço na gravidez,
considerando-se a epidemia recente da doença.
B. A vacina contra hepatite B deve ter seu esquema de 3 doses finalizado
antes que a mulher engravide, dada suas restrições de uso na gestação.
C. A vacina dTpa deve ser utilizada em todas as gestações, mesmo que já
administrada em gravidez anterior.
D. A vacina HPV deve ser utilizada logo após o início da atividade sexual da
adolescente.
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Assistência pré-natal/ imunizações na gestação.
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Vacinas de vírus/bactérias vivos são contraindicadas na gestação!
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Alternativa A: INCORRETA. Trata-se de uma vacina de vírus vivo atenuado,
portanto, não deve ser administrada na gestação.
Alternativa B: INCORRETA. Mulheres com esquema incompleto para Hepatite B
não só podem como devem completar o esquema na gestação, visto que essa
vacina contém apenas o antígeno de superfície HbsAg.
Alternativa C: CORRETA. A cada gestação deverá ocorrer nova imunização com a
vacina dTpa a partir da 20ª semana de gestação (preferencialmente entre 27 e 36
semanas), para fornecer o componente pertussis e evitar coqueluche no recém-
nascido.
Alternativa D: INCORRETA. A vacina do HPV deve ser administrada
preferencialmente antes de se iniciar a vida sexual, por isso a faixa etária
escolhida pelo Ministério da Saúde para distribuição gratuita da vacina são
meninas entre 9 e 14 anos e meninos entre 11 e 14.
▶ ��������: C
30 (FUNDEP – Prefeitura de Lagoa Santa/MG – 2019) Segundo o Ministério da
Saúde do Brasil (2016), assinale a alternativa que não apresenta uma
recomendação para conduta inicial frente aos resultados alterados de exames
citopatológicos do colo uterino.
A. Se presentes células escamosas atípicas de significado indeterminado
(ASCUS), possivelmente não neoplásicas, em menores de 25 anos de idade,
deve-se repetir a citologia em 3 anos.
B. Se presente lesão de baixo grau (LSIL), em menores de 25 anos de idade,
deve-se repetir a citologia em 3 anos.
C. Se presente lesão intraepitelial de alto grau não podendo excluir
microinvasão, deve-se repetir a citologia imediatamente.
D. Se presente carcinoma escamoso invasor, independentemente da idade,
encaminhar para colposcopia.
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HPV e câncer de colo uterino.
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Veja que a questão cobra especificamente as recomendações do Ministério da
Saúde em 2016 (mesmo sendo uma prova de 2019), as quais diferem das
recomendações mais atuais do INCA, por exemplo. Por isso é tão importante
conhecer quais as referências cobradas na sua prova.
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Alternativa A: CORRETA. Segundo as Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento
do Câncer do Colo do Útero divulgadas pelo Ministério da Saúde em 2016,
mulheres menores de 25 anos (que por algum motivo foram submetidas à
citologia oncótica, pois elas se encontram fora da faixa etária recomendada para
rastreio) com resultado do exame citopatológico ASC-US deverão repetir a
citologia em 3 anos.
Alternativa B: CORRETA. Segundo as mesmas diretrizes, resultado LSIL em
menores de 25 anos também requer repetição da citologia somente com 3 anos.
Essas recomendações partem do princípio que nesta faixa-etária há maior
incidência de resolução espontânea das lesões e baixíssima taxa de neoplasias,
justificando assim condutas mais conservadoras.
Alternativa C: INCORRETA. Se presente lesão intraepitelial de alto grau não
podendo excluir microinvasão, deve-se realizar colposcopia imediatamente.
Alternativa D: CORRETA. Em resultados de carcinoma escamoso invasor é
mandatório realizar colposcopia para qualquer faixa etária.
▶ ��������: C
31 (FUNDEP – Prefeitura de Lagoa Santa/MG – 2019) Com relação à hipertensão
arterial sistêmica na gravidez, assinale a alternativa correta.
A. Diagnostica-se hipertensão arterial sistêmica quando a elevação dos níveis
pressóricos é observada antes da gestação ou mesmo quando se identifica
essa situação até 20 semanas de gestação.
B. Recomenda-se a dieta hipossódica que, além de reduzir a possibilidade de
ocorrência de pré-eclâmpsia sobreposta, ajuda no controle da hipertensão
arterial sistêmica.
C. Recomenda-se a pesquisa de lesões de órgãos-alvo apenas para as
gestantes com mais de 10 anos de doença.
D. Os medicamentos inibidores da enzima conversora de angiotensina devem
ser evitados apenas no período de organogênese.
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Doenças hipertensivas específicas da gestação.
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Lembrar que o diagnóstico de Síndromes Hipertensivas na gestação exige duas
medidas de PAS maior ou igual a 140 mmHg OU PAD maior ou igual a 90 mmHg.
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Alternativa A: CORRETA. A fisiologia da hipertensão arterial gestacional está
relacionada com falha na 2ª onda de invasão trofoblástica (mecanismo pelo qual
há remodelamento das artérias espiraladas, tornando-as menos resistentes), a
qual se inicia em torno da 16ª semana de gestação e se desenvolve durante cerca
de 4 semanas. Logo, qualquer elevação pressórica (confirmada em duas
medidas) que ocorra antes das 20 semanas representa hipertensão arterial
crônica e não gestacional, assim como, obviamente, aquelas que já são
hipertensas antes da gravidez.
Alternativa B: INCORRETA. Dieta hipossódica não previne a ocorrência de pré-
eclâmpsia sobreposta. As únicas medidas que de fato reduzem risco de pré-
eclâmpsia são o uso do AAS e do carbonato de cálcio.
Alternativa C: INCORRETA. Todas as gestantes com hipertensão arterial
sistêmica devem ser submetidas a rastreio de lesão de órgão-alvo na 1ª consulta
de pré-natal por meio dos seguintes exames: eletrocardiograma,
ecocardiograma, fundoscopia e USG renal (tais exames podem variar de acordo
com o protocolo de cada serviço).
Alternativa D: INCORRETA. Os IECAs são contraindicados em qualquer período
gestacional pelo risco de oligodrâmnio, RCIU, anormalidades cardiovasculares
etc.
▶ ��������: A
32 (IAUPE – Prefeitura de Petrolina/PE – 2019) A endometriose é uma doença
multissistêmica de caráter benigno, com evolução lenta, e constitui o
aparecimento de tecido glandular endometrial fora do leito próprio.
Considerando a endometriose, assinale a alternativa que descreve um fator
protetor.
A. Menarca precoce
B. Sedentarismo
C. Hipermenorreia
D. Tabagismo
E. História familiar
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Sangramento uterino anormal.
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A principal teoria que postula o mecanismo fisiopatológico da endometriose
chama-se “teoria da menstruação retrógrada”, a qual sugere que durante o
período menstrual, além do fluxo descendente que exteriorizapela vagina, há
também um fluxo retrógrado que dá origem aos implantes endometriais
ectópicos. Logo, tudo que aumenta o tempo de exposição à menstruação (ou
exposição estrogênica) é considerado fator de risco para essa patologia.
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Alternativa A: INCORRETA. Pacientes com menarca precoce estão expostas à
ação estrogênica desde muito cedo, sendo, portanto, considerado um fator de
risco.
Alternativa B: INCORRETA. Não se sabe exatamente qual o mecanismo, mas
sabe-se que a prática de atividade física é um fator protetor para endometriose.
Logo, o sedentarismo é um fator de risco.
Alternativa C: INCORRETA. Seguindo o mesmo raciocínio comentado
anteriormente de que quanto maior a exposição à menstruação, maior o risco de
endometriose, fica fácil entender que hipermenorreia é um fator de risco e não
protetor.
Alternativa D: CORRETA. Por estar associado a maiores índices de anovulação
crônica, o tabagismo é considerado um fator protetor para endometriose. Mas é
claro que não vamos orientar tabagismo para as pacientes!
Alternativa E: INCORRETA. História familiar sugere maior risco e não proteção,
visto que mulheres que têm parente de 1º grau (mãe, irmã ou filha) com
endometriose têm maior chance de também apresentar a doença.
▶ ��������: D