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ECA_20200826115725

Apostila sobre a II Guerra Mundial (inclui Holocausto e bombas atômicas), a criação da ONU e da UNICEF, atuação da UNICEF no Brasil (campanhas, dados e Programa País 2017–2021), o surgimento do MNMMR e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

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Enf. Especialista Milene Negri Reiser 
II Guerra Mundial - 1939 até 1945 resultando na morte de 60 a 70 milhões de
mortes. Conflito iniciado pela invasão da Polônia pelos alemães em 1º de Setembro 1939.
A guerra teve inicio na Europa mas espalhou-se pela África, Ásia e Oceania e contou
com o envolvimento de nações de todos os continentes, inclusive o Brasil.
II Guerra
Aliados Eixo
Reino Unido, França, União 
Soviética e Estados Unidos. 
Alemanha, Itália e Japão. 
Acontecimentos Impactantes
Holocausto: genocídio ao longo da 
guerra que vitimou 6 milhões de 
pessoas: judeus, ciganos, 
homossexuais, deficientes físicos e 
mentais, opositores políticos, etc.
Bombas Atômicas: 
Hiroshima e Nagasaki
Criação da ONU – Organização das Nações Unidas em 24 de Outubro de 1945 foi
resultado das conferências de paz ao final da II Guerra Mundial. Assinatura da Carta por
50 países exceto os do Eixo, tinham o propósito estabelecer as relações amistosas entre os
países.
Nós, os povos das Nações Unidas, decididos: a preservar as gerações vindouras do flagelo da guerra
que por duas vezes, no espaço de uma vida humana, trouxe sofrimentos indizíveis à humanidade; a reafirmar
a nossa fé nos direitos fundamentais do homem, na dignidade e no valor da pessoa humana, na igualdade de
direitos dos homens e das mulheres, assim como das nações, grandes e pequenas”, tendo como primeiro
objetivo “Manter a paz e a segurança internacionais e para esse fim: tomar medidas coletivas eficazes para
prevenir e afastar ameaças à paz e reprimir os atos de agressão, ou outra qualquer ruptura da paz e chegar, por
meios pacíficos, e em conformidade com os princípios da justiça e do direito internacional, a um ajustamento
ou solução das controvérsias ou situações internacionais que possam levar a uma perturbação da paz”.
ONU faz a mediação
de desentendimentos entre
países e tem um papel
fundamental na melhora de
vida para parte das
crianças que vivem em
situação de miséria através
da UNICEF.
Criação da UNICEF em 11 de Dezembro de 1946 para fornecer assistência emergencial
a milhões de crianças no período pós-guerra na Europa, no Oriente Médio e na China.
A partir de 1953 torna-se órgão permanente da ONU com ampliação do mandato para
chegar a crianças e adolescentes em todo o mundo.
“ O bem-estar das crianças de hoje 
está inseparavelmente ligado à paz do 
mundo de amanhã."
Recebe o prêmio Nobel da Paz em 1965 pelo excelente trabalho realizado. 
UNICEF no Brasil 
O Fundo das Nações Unidas para a
Infância está presente no Brasil desde 1950.
Participou das GRANDES campanhas de
imunização e aleitamento materno.
Mobilização que resultou na aprovação
do artigo 227 da Constituição Federal
(normativa do ECA) e na elaboração
do Estatuto da Criança e do Adolescente.
UNICEF no Brasil 
https://www.unicef.org/brazil/estatuto-da-crianca-e-do-adolescente
Programa de cooperação com o Governo do Brasil entre 
2017-2021
Documento do Programa do País:
2017/2021:https://www.unicef.org/brazil/sites/unicef.org.brazil/files/2019-03/BCO_CPD2017_2021_.pdf.
Brasil 5º maior país: população e área geográfica com 201,5 milhões de pessoas, sendo
59,7 milhões crianças e adolescentes. Mais da metade de todas são negras. Representam
mais de um terço dos 821 mil indígenas do País.
Certidão de Nascimento de 66% 
para 96%
Crianças fora da escola caiu de 19,6% para
6,9% . 
https://www.unicef.org/brazil/sites/unicef.org.brazil/files/2019-03/BCO_CPD2017_2021_.pdf
Movimento Nacional dos Meninos e Meninas de Rua - MNMMR
Surgimento do MNMMR ao período final da ditadura civil-militar (1964/1985), onde
crises políticas, econômicas e sociais aliadas ao crescimento da indignação popular faziam
crescer nas ruas os encontros comunitários em fábricas e salões das paróquias pelo Brasil.
Repúdio – ao modo como FUNABEM e Febem lidavam com as crianças e adolescentes
em situação de marginalização.
Pressão Nacional e 
posteriormente Internacional 
ao termo “menor” que tinha 
uma conotação negativa, 
discriminatória e 
estigmatizante. 
Estatuto da Criança e Adolescente
Lei nº8.069, 13 de Julho de 1990
A Lei é fruto de intensos debates, embates e discussões. Marco histórico construído a
várias mãos e com isso crianças e adolescentes passaram a contar com uma legislação
própria que os reconhece como “sujeitos de direito” sendo necessárias medidas em respeito
as fases de desenvolvimento (peculiaridades).
Participação do Sistema Judiciário, Instituições e Organizações Civis, Participação das
Crianças e Adolescentes – MNMMR, Poder Executivo, Parlamento – percurso de revisões
de práticas – LEI.
Responsabilidade Compartilhada entre Estado, Família e Sociedade.
Art. 1º Esta Lei dispõe sobre a proteção integral à criança e 
ao adolescente. 
Art. 2º Considera-se criança, para os efeitos desta Lei, a pessoa 
até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre 
doze e dezoito anos de idade. 
Art. 7º A Criança e o Adolescente têm direito a proteção à vida e à saúde, 
mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento 
e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência. 
ECA não é um documento imutável, ou seja, está em
constante construção.
Cap. I – Do Direito à Vida e à Saúde 
Art. 8º É assegurado a todas as mulheres o acesso os programas e às políticas públicas
de saúde da mulher e de planejamento reprodutivo e, às gestantes, nutrição adequada, atenção
humanizada à gravidez, ao parto e ao puerpério e atendimento pré-natal, perinatal e pós-natal
integral no âmbito do SUS.
O atendimento pré-natal será realizado por profissionais da atenção primária. 
Os profissionais de saúde de referência da gestante garantirão sua vinculação, no último trimestre da gestação, ao estabelecimento 
em que será realizado o parto, garantido o direito de opção da mulher. 
Os serviços de saúde onde o parto for realizado assegurarão às mulheres e aos seus filhos recém-nascidos alta hospitalar 
responsável e contrarreferência na atenção primária, bem como o acesso a outros serviços e a grupos de apoio a amamentação. 
Incumbe ao poder público proporcionar assistência psicológica à gestante e à mãe, no período pré e pós-natal, inclusive 
como forma de prevenir ou minorar as consequências do estado puerperal 
Assistência referida acima deverá ser prestada também a gestantes e mães que manifestem interesse em entregar seus filhos para
adoção, bem como a gestantes e mães que se encontrem em situação de privação de liberdade. 
A gestante e a parturiente têm direito a 1 (um) acompanhante de sua preferência durante o período do pré-natal, do trabalho de 
parto e do pós-parto imediato. 
A gestante deverá receber orientação sobre aleitamento materno, alimentação complementar saudável e crescimento e 
desenvolvimento infantil, bem como sobre formas de favorecer a criação de vínculos afetivos e de estimular o desenvolvimento 
integral da criança. 
A gestante têm direito a acompanhamento saudável durante toda a gestação e a parto natural cuidadoso, estabelecendo-se a
aplicação de cesariana e outras intervenções cirúrgicas por motivos médicos. 
A atenção primária à saúde fará busca ativa da gestante que não iniciar ou que abandonar as consultas de pré-natal, bem 
como da puérpera que não comparecer às consultas pós parto.
Incumbe ao poder público garantir, à gestante e à mulher com filho na primeira infância que se encontrem sob custódia em 
unidade de privação de liberdade, ambiência que atenda às normas sanitárias e assistenciais do SUS para o acolhimento do 
filho, em articulação com o sistema de ensino competente, visando ao desenvolvimento integral da criança. 
Art. 8ºA. Fica instituída a Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência, a 
ser realizada na semana que incluir o dia 1º de fevereiro, com o objetivo de disseminar 
informações sobre medidas preventivas e educativas que contribuam para a redução da 
incidênciada gravidez na adolescência. 
Art. 9º O poder público, as instituições e os empregadores propiciarão condições adequadas 
ao aleitamento materno, inclusive aos filhos de mães submetidas a medida privativa de
liberdade.
Os profissionais das unidades primárias de saúde 
desenvolverão ações sistemáticas, individuais ou coletivas, 
visando ao planejamento, à implementação e à avaliação de 
ações de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno à 
alimentação complementar saudável, de forma contínua. 
Os serviços de unidades de terapia neonatal 
deverão dispor de banco de leite humano ou 
unidade de coleta de leite humano.
Art. 10. Os hospitais e demais estabelecimentos de atenção à saúde de 
gestantes, públicos e particulares, são obrigados a:
I - manter registro das atividades desenvolvidas, através de prontuários individuais, pelo prazo
de dezoito anos;
II - identificar o recém-nascido mediante o registro de sua impressão plantar e digital e da impressão
digital da mãe, sem prejuízo de outras formas normatizadas pela autoridade administrativa
competente;
III - proceder a exames visando ao diagnóstico e terapêutica de anormalidades no metabolismo do
recém-nascido, bem como prestar orientação aos pais;
IV - fornecer declaração de nascimento onde constem necessariamente as intercorrências do parto
e do desenvolvimento do neonato;
V - manter alojamento conjunto, possibilitando ao neonato a permanência junto à mãe.
VI - acompanhar a prática do processo de amamentação, prestando orientações quanto à técnica
adequada, enquanto a mãe permanecer na unidade hospitalar, utilizando o corpo técnico já existente.
Art. 11. É assegurado acesso integral às linhas de cuidado voltadas à saúde da criança e 
do adolescente, por intermédio do Sistema Único de Saúde, observado o princípio da 
equidade no acesso a ações e serviços para promoção, proteção e recuperação da saúde.
A criança e o adolescente com deficiência serão atendidos, sem discriminação ou segregação, em suas
necessidades gerais de saúde e específicas de habilitação e reabilitação.
Incumbe ao poder público fornecer gratuitamente, àqueles que necessitarem, medicamentos, órteses,
próteses e outras tecnologias assistivas relativas ao tratamento, habilitação ou reabilitação para crianças e
adolescentes, de acordo com as linhas de cuidado voltadas às suas necessidades específicas.
Os profissionais que atuam no cuidado diário ou frequente de crianças na primeira infância
receberão formação específica e permanente para a detecção de sinais de risco para o
desenvolvimento psíquico, bem como para o acompanhamento que se fizer necessário.
Art. 12. Os estabelecimentos de atendimento à saúde, inclusive as unidades neonatais, de 
terapia intensiva e de cuidados intermediários, deverão proporcionar condições para a 
permanência em tempo integral de um dos pais ou responsável, nos casos de internação 
de criança ou adolescente.
Art. 13. Os casos suspeitos ou confirmação de castigo físico, de tratamento cruel ou
degradante e de maus-tratos contra criança ou adolescente serão obrigatoriamente
comunicados ao Conselho Tutelar da respectiva localidade, sem prejuízo de outras
providências legais
As gestantes ou mães que manifestem interesse em entregar seus filhos para
adoção serão obrigatoriamente encaminhadas, sem constrangimento, à Justiça da
Infância e da Juventude.
Os serviços de saúde em suas diferentes portas de entrada, os serviços de assistência social em seu
componente especializado, o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e os
demais órgãos do Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente deverão conferir
máxima prioridade ao atendimento das crianças na faixa etária da primeira infância com suspeita ou
confirmação de violência de qualquer natureza, formulando projeto terapêutico singular que inclua
intervenção em rede e, se necessário, acompanhamento domiciliar.
Art. 14. O Sistema Único de Saúde promoverá programas de assistência médica e
odontológica para a prevenção das enfermidades que ordinariamente afetam a população
infantil, e campanhas de educação sanitária para pais, educadores e alunos.
É obrigatória a vacinação das crianças nos casos recomendados pelas autoridades sanitárias.
O Sistema Único de Saúde promoverá a atenção à saúde bucal das crianças e das gestantes, de forma 
transversal, integral e intersetorial com as demais linhas de cuidado direcionadas à mulher e à criança.
A atenção odontológica à criança terá função educativa protetiva e será prestada, inicialmente, antes
de o bebê nascer, por meio de aconselhamento pré-natal, e, posteriormente, no sexto e no décimo
segundo anos de vida, com orientações sobre saúde bucal.
A criança com necessidade de cuidados odontológicos especiais será atendida pelo Sistema Único de 
Saúde.
É obrigatória a aplicação a todas as crianças, nos seus primeiros dezoito meses de vida, de protocolo ou
outro instrumento construído com a finalidade de facilitar a detecção, em consulta pediátrica de
acompanhamento da criança, de risco para o seu desenvolvimento psíquico.
Quem fiscaliza o cumprimento das leis do ECA? 
Medidas de Proteção
Responsabilidade das 3 (três) esferas
Iniciativa do Poder Executivo (Presidente da República, Governador do Estado e
Prefeito Municipal), as leis referentes a criação dos Conselhos dos Direitos da Criança e do
Adolescente.
Conselho dos Direitos da Criança e Adolescente
Deliberam sobre as políticas
públicas em prol da criança e do
adolescente, controlam sua execução
por parte do administrador público.
Criação Conselho de forma paritária, tendo na composição igual
número de membros da sociedade civil organizada e do Estado
(órgão não-governamental e governamental), com a finalidade
de efetivar democraticamente as deliberações impostas pela lei.
Possuem independência e autonomia em 
relação ao Poder Executivo. 
Fonte: Página da Prefeitura de Balneário Camboriú, 2020.
Conselho Municipal dos Direitos da 
Criança e do Adolescente - CMDCA
✓ Organização do processo de escolha dos membros do Conselho Tutelar, a qual será
estabelecida em lei municipal.
Conselho Tutelar 
A lei estabelece que cada Município haja, no mínimo, 1 Conselho Tutelar, composto de 5
membros, escolhidos pela população local para mandato de 4 anos. O art. 134 do Estatuto
expressa que a lei municipal ou distrital disporá sobre o local, dia e horário de funcionamento
do Conselho Tutelar, inclusive quanto à remuneração dos respectivos membros. Este
dispositivo, além de determinar sobre o seu funcionamento, identifica sua natureza jurídica.
Conselho Tutelar 
O que faz O que não faz e o que não é 
• Atende queixas, reclamações,
reivindicações e solicitações feitas pelas crianças,
adolescentes, famílias, comunidade e cidadãos.
• Exerce as funções de escutar, orientar, aconselhar ,
encaminhar e acompanhar os casos.
• Aplica as medidas protetivas pertinentes a cada caso.
• Faz requisições de serviços necessários à efetivação
do atendimento adequado de cada caso.
• Contribui para o planejamento e a formulação de
políticas e planos municipais de atendimento à criança,
ao adolescente e às suas famílias.
• Não é uma entidade de atendimento direto (abrigo,
internato, etc).
• Não assiste diretamente às crianças, aos adolescentes
e às suas famílias.
• Não presta diretamente os serviços necessários à
efetivação dos direitos da criança e do adolescente.
• Não substitui as funções dos programas de
atendimento à criança e ao adolescente.
Exercícios 
Questão 01) Em conformidade com a Lei nº 8.069/1990 - ECA, os estabelecimentos de atenção à saúde de gestantes, públicos 
e particulares, são obrigados a:
I. Identificar o recém-nascido mediante o registro de sua impressão plantar e digital e da impressão digital da mãe, sem 
prejuízo de outras formas normatizadas pela autoridade administrativa competente. II. Proceder a exames visando ao 
diagnóstico e terapêutica deanormalidades no metabolismo do recém-nascido, bem como prestar orientação aos pais.
a) Os itens I e II estão corretos.
b) Somente o item I está correto.
c) Somente o item II está correto.
d) Os itens I e II estão incorretos. 
Questão 02) De acordo com o artigo 11 da Lei n° 8.069/1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA), é assegurado
acesso integral às linhas de cuidado voltadas à saúde da criança e do adolescente, por intermédio do Sistema Único de Saúde.
O § 2° do referido artigo incumbe o poder público de fornecer àqueles que necessitarem medicamentos, órteses, próteses e
outras tecnologias assistivas relativas ao tratamento, habilitação ou reabilitação para crianças e adolescentes, de acordo com
as linhas de cuidado voltadas às suas necessidades específicas, serviço esse de caráter:
a) gratuito.
b) terceirizado.
c) emergencial.
d) significativo.
e) Exclusivo.
Questão 03) Segundo a Lei nº 8.069/1990 - ECA, em relação à adoção, analisar os itens abaixo:
I. Serão cadastrados para adoção recém-nascidos e crianças acolhidas não procuradas por suas famílias no prazo de 30
dias, contado a partir do dia do acolhimento.
II. Pessoas jurídicas podem apadrinhar criança ou adolescente a fim de colaborar para o seu desenvolvimento.
a) Os itens I e II estão corretos.
b) Somente o item I está correto..
c) Somente o item II está correto.
d) Os itens I e II estão incorretos.
Questão 04 ) É (V) verdadeiro ou (F) falso afirmar sobre o Conselho Tutelar que:
( ) sob nenhuma circunstância as decisões do Conselho Tutelar podem ser revistas.
( ) o exercício efetivo da função de conselheiro constituirá serviço público relevante.
( ) Lei municipal disporá sobre local, dia e horário de funcionamento, inclusive quanto à remuneração de seus membros.
A sequência correta é:
a) V – V – V.
b) F – V – V.
c) F – F – V.
d) V – F - F.
Questão 05) A Lei nº 8.069/1990, conforme seu Artigo 1º, dispõe sobre:
a) Diretrizes Nacionais para Educação Infantil.
b) Proteção integral à criança e ao adolescente.
c) Atendimento em pré-escola da criança até os 3 anos de idade.
d) Atendimento em pré-escola da criança até os 5 anos de idade.
e) Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Questão 06) Sobre o Conselho Tutelar, é CORRETO afirmar:
a) órgão permanente e autônomo, não jurisdicional, encarregado pela sociedade de zelar pelo cumprimento dos 
direitos da criança e do adolescente.
b) em cada município haverá, no mínimo, um Conselho Tutelar composto de oito membros, escolhidos pela
comunidade local e por confiança da gestão municipal.
c) os recursos financeiros para a manutenção do Conselho Tutelar deverão ser totalmente advindos dos conselheiros e
da comunidade, sem poder receber verbas do orçamento do município.
d) o exercício efetivo da função de conselheiro não constituirá de forma alguma em serviço público, não tendo este
nenhum privilégio civil ou judiciário.
Bibliografia
BRASIL ESCOLA. Segunda Guerra Mundial. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historiag/segunda-guerra-mundial.htm. Acesso em 22/08/2020. 
MUNDO EDUCAÇÃO. Criação da ONU após a II Guerra Mundial. Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/criacao-onu-apos-ii-guerra-mundial.htm, Acesso em 
22/08/2020. 
UNICEF BRASIL. Sobre o UNICEF. Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/como-atuamos-no-brasil. Acesso em 22/08/2020. 
UNICEF BRASIL. Documento do Programa de País. Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/sites/unicef.org.brazil/files/2019-03/BCO_CPD2017_2021_.pdf. Acesso em 22/08/2020.
CAVALCANTE, E.B.T. ANPUH – 30º Simpósio Nacional de História. Movimento Nacional dos Meninos e Meninas de Rua (MNMMR): A Constituição Histórica de uma Luta e o Ensino de História.
Recife, 2019.
MINISTÉRIO PÚBLICO DO PARANÁ. Criança e Adolescente ECA 30 Anos. Disponível em: http://crianca.mppr.mp.br/pagina-2246.html. Acesso em 23/08/2020.
MELLO, J. ENFrente Enfermagem Continuada. Estatuto da Criança e do Adolescente (Direitos à Saúde). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=8NRE-buwYeM. Acesso em
23/08/2020.
BRASIL. Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Fundo de População das Nações Unidas
(UNFPA). Taxa de gravidez adolescente no Brasil está acima da media latino americana e caribenha. 2018. Disponível em: https://nacoesunidas.org/taxa-de-gravidez-adolescente-no-brasil-
esta-acima-da-media-latino-americana-e-caribenha/. Acesso em: 23/08/2020.
ND+. Conheça os bebês Super-Heróis do Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí. Disponível em: https://ndmais.com.br/noticias/conheca-os-bebes-super-herois-do-
hospital-marieta-konder-bornhausen-em-itajai/. Acesso em 23/08/2020.
PREFEITURA MUNICIPAL DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ. Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente – CMDCA. Disponível em:
https://www.bc.sc.gov.br/conteudo.cfm?caminho=conselho-municipal-dos-direitos-da-crianca-e-do-adolescente-cmdca. Acesso em 23/08/2020.
ALMEIDA, A.P; SILVA, E.D. O sistema de Financiamento do Conselho Tutelar e a Responsabilidade Municipal. Revista Aporia Jurídica. Faculdades Integradas dos Campos Gerais CESCAGE,
2016.
MINISTÉRIO PÚBLICO DO PARANÁ. Criança e Adolescente: Funções do Conselho Tutelar. Disponível em: http://crianca.mppr.mp.br/pagina-1834.html. Acesso em 23/08/2020.
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. CASA CIVIL. SUBCHEFIA PARA ASSUNTOS JURÍDICOS. Lei nº8.069, de 13 de Julho de 1990. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm.
Acesso em 23/08/2020.
https://brasilescola.uol.com.br/historiag/segunda-guerra-mundial.htm
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http://crianca.mppr.mp.br/pagina-1834.html
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm

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