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Enf. Especialista Milene Negri Reiser II Guerra Mundial - 1939 até 1945 resultando na morte de 60 a 70 milhões de mortes. Conflito iniciado pela invasão da Polônia pelos alemães em 1º de Setembro 1939. A guerra teve inicio na Europa mas espalhou-se pela África, Ásia e Oceania e contou com o envolvimento de nações de todos os continentes, inclusive o Brasil. II Guerra Aliados Eixo Reino Unido, França, União Soviética e Estados Unidos. Alemanha, Itália e Japão. Acontecimentos Impactantes Holocausto: genocídio ao longo da guerra que vitimou 6 milhões de pessoas: judeus, ciganos, homossexuais, deficientes físicos e mentais, opositores políticos, etc. Bombas Atômicas: Hiroshima e Nagasaki Criação da ONU – Organização das Nações Unidas em 24 de Outubro de 1945 foi resultado das conferências de paz ao final da II Guerra Mundial. Assinatura da Carta por 50 países exceto os do Eixo, tinham o propósito estabelecer as relações amistosas entre os países. Nós, os povos das Nações Unidas, decididos: a preservar as gerações vindouras do flagelo da guerra que por duas vezes, no espaço de uma vida humana, trouxe sofrimentos indizíveis à humanidade; a reafirmar a nossa fé nos direitos fundamentais do homem, na dignidade e no valor da pessoa humana, na igualdade de direitos dos homens e das mulheres, assim como das nações, grandes e pequenas”, tendo como primeiro objetivo “Manter a paz e a segurança internacionais e para esse fim: tomar medidas coletivas eficazes para prevenir e afastar ameaças à paz e reprimir os atos de agressão, ou outra qualquer ruptura da paz e chegar, por meios pacíficos, e em conformidade com os princípios da justiça e do direito internacional, a um ajustamento ou solução das controvérsias ou situações internacionais que possam levar a uma perturbação da paz”. ONU faz a mediação de desentendimentos entre países e tem um papel fundamental na melhora de vida para parte das crianças que vivem em situação de miséria através da UNICEF. Criação da UNICEF em 11 de Dezembro de 1946 para fornecer assistência emergencial a milhões de crianças no período pós-guerra na Europa, no Oriente Médio e na China. A partir de 1953 torna-se órgão permanente da ONU com ampliação do mandato para chegar a crianças e adolescentes em todo o mundo. “ O bem-estar das crianças de hoje está inseparavelmente ligado à paz do mundo de amanhã." Recebe o prêmio Nobel da Paz em 1965 pelo excelente trabalho realizado. UNICEF no Brasil O Fundo das Nações Unidas para a Infância está presente no Brasil desde 1950. Participou das GRANDES campanhas de imunização e aleitamento materno. Mobilização que resultou na aprovação do artigo 227 da Constituição Federal (normativa do ECA) e na elaboração do Estatuto da Criança e do Adolescente. UNICEF no Brasil https://www.unicef.org/brazil/estatuto-da-crianca-e-do-adolescente Programa de cooperação com o Governo do Brasil entre 2017-2021 Documento do Programa do País: 2017/2021:https://www.unicef.org/brazil/sites/unicef.org.brazil/files/2019-03/BCO_CPD2017_2021_.pdf. Brasil 5º maior país: população e área geográfica com 201,5 milhões de pessoas, sendo 59,7 milhões crianças e adolescentes. Mais da metade de todas são negras. Representam mais de um terço dos 821 mil indígenas do País. Certidão de Nascimento de 66% para 96% Crianças fora da escola caiu de 19,6% para 6,9% . https://www.unicef.org/brazil/sites/unicef.org.brazil/files/2019-03/BCO_CPD2017_2021_.pdf Movimento Nacional dos Meninos e Meninas de Rua - MNMMR Surgimento do MNMMR ao período final da ditadura civil-militar (1964/1985), onde crises políticas, econômicas e sociais aliadas ao crescimento da indignação popular faziam crescer nas ruas os encontros comunitários em fábricas e salões das paróquias pelo Brasil. Repúdio – ao modo como FUNABEM e Febem lidavam com as crianças e adolescentes em situação de marginalização. Pressão Nacional e posteriormente Internacional ao termo “menor” que tinha uma conotação negativa, discriminatória e estigmatizante. Estatuto da Criança e Adolescente Lei nº8.069, 13 de Julho de 1990 A Lei é fruto de intensos debates, embates e discussões. Marco histórico construído a várias mãos e com isso crianças e adolescentes passaram a contar com uma legislação própria que os reconhece como “sujeitos de direito” sendo necessárias medidas em respeito as fases de desenvolvimento (peculiaridades). Participação do Sistema Judiciário, Instituições e Organizações Civis, Participação das Crianças e Adolescentes – MNMMR, Poder Executivo, Parlamento – percurso de revisões de práticas – LEI. Responsabilidade Compartilhada entre Estado, Família e Sociedade. Art. 1º Esta Lei dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente. Art. 2º Considera-se criança, para os efeitos desta Lei, a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos de idade. Art. 7º A Criança e o Adolescente têm direito a proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência. ECA não é um documento imutável, ou seja, está em constante construção. Cap. I – Do Direito à Vida e à Saúde Art. 8º É assegurado a todas as mulheres o acesso os programas e às políticas públicas de saúde da mulher e de planejamento reprodutivo e, às gestantes, nutrição adequada, atenção humanizada à gravidez, ao parto e ao puerpério e atendimento pré-natal, perinatal e pós-natal integral no âmbito do SUS. O atendimento pré-natal será realizado por profissionais da atenção primária. Os profissionais de saúde de referência da gestante garantirão sua vinculação, no último trimestre da gestação, ao estabelecimento em que será realizado o parto, garantido o direito de opção da mulher. Os serviços de saúde onde o parto for realizado assegurarão às mulheres e aos seus filhos recém-nascidos alta hospitalar responsável e contrarreferência na atenção primária, bem como o acesso a outros serviços e a grupos de apoio a amamentação. Incumbe ao poder público proporcionar assistência psicológica à gestante e à mãe, no período pré e pós-natal, inclusive como forma de prevenir ou minorar as consequências do estado puerperal Assistência referida acima deverá ser prestada também a gestantes e mães que manifestem interesse em entregar seus filhos para adoção, bem como a gestantes e mães que se encontrem em situação de privação de liberdade. A gestante e a parturiente têm direito a 1 (um) acompanhante de sua preferência durante o período do pré-natal, do trabalho de parto e do pós-parto imediato. A gestante deverá receber orientação sobre aleitamento materno, alimentação complementar saudável e crescimento e desenvolvimento infantil, bem como sobre formas de favorecer a criação de vínculos afetivos e de estimular o desenvolvimento integral da criança. A gestante têm direito a acompanhamento saudável durante toda a gestação e a parto natural cuidadoso, estabelecendo-se a aplicação de cesariana e outras intervenções cirúrgicas por motivos médicos. A atenção primária à saúde fará busca ativa da gestante que não iniciar ou que abandonar as consultas de pré-natal, bem como da puérpera que não comparecer às consultas pós parto. Incumbe ao poder público garantir, à gestante e à mulher com filho na primeira infância que se encontrem sob custódia em unidade de privação de liberdade, ambiência que atenda às normas sanitárias e assistenciais do SUS para o acolhimento do filho, em articulação com o sistema de ensino competente, visando ao desenvolvimento integral da criança. Art. 8ºA. Fica instituída a Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência, a ser realizada na semana que incluir o dia 1º de fevereiro, com o objetivo de disseminar informações sobre medidas preventivas e educativas que contribuam para a redução da incidênciada gravidez na adolescência. Art. 9º O poder público, as instituições e os empregadores propiciarão condições adequadas ao aleitamento materno, inclusive aos filhos de mães submetidas a medida privativa de liberdade. Os profissionais das unidades primárias de saúde desenvolverão ações sistemáticas, individuais ou coletivas, visando ao planejamento, à implementação e à avaliação de ações de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno à alimentação complementar saudável, de forma contínua. Os serviços de unidades de terapia neonatal deverão dispor de banco de leite humano ou unidade de coleta de leite humano. Art. 10. Os hospitais e demais estabelecimentos de atenção à saúde de gestantes, públicos e particulares, são obrigados a: I - manter registro das atividades desenvolvidas, através de prontuários individuais, pelo prazo de dezoito anos; II - identificar o recém-nascido mediante o registro de sua impressão plantar e digital e da impressão digital da mãe, sem prejuízo de outras formas normatizadas pela autoridade administrativa competente; III - proceder a exames visando ao diagnóstico e terapêutica de anormalidades no metabolismo do recém-nascido, bem como prestar orientação aos pais; IV - fornecer declaração de nascimento onde constem necessariamente as intercorrências do parto e do desenvolvimento do neonato; V - manter alojamento conjunto, possibilitando ao neonato a permanência junto à mãe. VI - acompanhar a prática do processo de amamentação, prestando orientações quanto à técnica adequada, enquanto a mãe permanecer na unidade hospitalar, utilizando o corpo técnico já existente. Art. 11. É assegurado acesso integral às linhas de cuidado voltadas à saúde da criança e do adolescente, por intermédio do Sistema Único de Saúde, observado o princípio da equidade no acesso a ações e serviços para promoção, proteção e recuperação da saúde. A criança e o adolescente com deficiência serão atendidos, sem discriminação ou segregação, em suas necessidades gerais de saúde e específicas de habilitação e reabilitação. Incumbe ao poder público fornecer gratuitamente, àqueles que necessitarem, medicamentos, órteses, próteses e outras tecnologias assistivas relativas ao tratamento, habilitação ou reabilitação para crianças e adolescentes, de acordo com as linhas de cuidado voltadas às suas necessidades específicas. Os profissionais que atuam no cuidado diário ou frequente de crianças na primeira infância receberão formação específica e permanente para a detecção de sinais de risco para o desenvolvimento psíquico, bem como para o acompanhamento que se fizer necessário. Art. 12. Os estabelecimentos de atendimento à saúde, inclusive as unidades neonatais, de terapia intensiva e de cuidados intermediários, deverão proporcionar condições para a permanência em tempo integral de um dos pais ou responsável, nos casos de internação de criança ou adolescente. Art. 13. Os casos suspeitos ou confirmação de castigo físico, de tratamento cruel ou degradante e de maus-tratos contra criança ou adolescente serão obrigatoriamente comunicados ao Conselho Tutelar da respectiva localidade, sem prejuízo de outras providências legais As gestantes ou mães que manifestem interesse em entregar seus filhos para adoção serão obrigatoriamente encaminhadas, sem constrangimento, à Justiça da Infância e da Juventude. Os serviços de saúde em suas diferentes portas de entrada, os serviços de assistência social em seu componente especializado, o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e os demais órgãos do Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente deverão conferir máxima prioridade ao atendimento das crianças na faixa etária da primeira infância com suspeita ou confirmação de violência de qualquer natureza, formulando projeto terapêutico singular que inclua intervenção em rede e, se necessário, acompanhamento domiciliar. Art. 14. O Sistema Único de Saúde promoverá programas de assistência médica e odontológica para a prevenção das enfermidades que ordinariamente afetam a população infantil, e campanhas de educação sanitária para pais, educadores e alunos. É obrigatória a vacinação das crianças nos casos recomendados pelas autoridades sanitárias. O Sistema Único de Saúde promoverá a atenção à saúde bucal das crianças e das gestantes, de forma transversal, integral e intersetorial com as demais linhas de cuidado direcionadas à mulher e à criança. A atenção odontológica à criança terá função educativa protetiva e será prestada, inicialmente, antes de o bebê nascer, por meio de aconselhamento pré-natal, e, posteriormente, no sexto e no décimo segundo anos de vida, com orientações sobre saúde bucal. A criança com necessidade de cuidados odontológicos especiais será atendida pelo Sistema Único de Saúde. É obrigatória a aplicação a todas as crianças, nos seus primeiros dezoito meses de vida, de protocolo ou outro instrumento construído com a finalidade de facilitar a detecção, em consulta pediátrica de acompanhamento da criança, de risco para o seu desenvolvimento psíquico. Quem fiscaliza o cumprimento das leis do ECA? Medidas de Proteção Responsabilidade das 3 (três) esferas Iniciativa do Poder Executivo (Presidente da República, Governador do Estado e Prefeito Municipal), as leis referentes a criação dos Conselhos dos Direitos da Criança e do Adolescente. Conselho dos Direitos da Criança e Adolescente Deliberam sobre as políticas públicas em prol da criança e do adolescente, controlam sua execução por parte do administrador público. Criação Conselho de forma paritária, tendo na composição igual número de membros da sociedade civil organizada e do Estado (órgão não-governamental e governamental), com a finalidade de efetivar democraticamente as deliberações impostas pela lei. Possuem independência e autonomia em relação ao Poder Executivo. Fonte: Página da Prefeitura de Balneário Camboriú, 2020. Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente - CMDCA ✓ Organização do processo de escolha dos membros do Conselho Tutelar, a qual será estabelecida em lei municipal. Conselho Tutelar A lei estabelece que cada Município haja, no mínimo, 1 Conselho Tutelar, composto de 5 membros, escolhidos pela população local para mandato de 4 anos. O art. 134 do Estatuto expressa que a lei municipal ou distrital disporá sobre o local, dia e horário de funcionamento do Conselho Tutelar, inclusive quanto à remuneração dos respectivos membros. Este dispositivo, além de determinar sobre o seu funcionamento, identifica sua natureza jurídica. Conselho Tutelar O que faz O que não faz e o que não é • Atende queixas, reclamações, reivindicações e solicitações feitas pelas crianças, adolescentes, famílias, comunidade e cidadãos. • Exerce as funções de escutar, orientar, aconselhar , encaminhar e acompanhar os casos. • Aplica as medidas protetivas pertinentes a cada caso. • Faz requisições de serviços necessários à efetivação do atendimento adequado de cada caso. • Contribui para o planejamento e a formulação de políticas e planos municipais de atendimento à criança, ao adolescente e às suas famílias. • Não é uma entidade de atendimento direto (abrigo, internato, etc). • Não assiste diretamente às crianças, aos adolescentes e às suas famílias. • Não presta diretamente os serviços necessários à efetivação dos direitos da criança e do adolescente. • Não substitui as funções dos programas de atendimento à criança e ao adolescente. Exercícios Questão 01) Em conformidade com a Lei nº 8.069/1990 - ECA, os estabelecimentos de atenção à saúde de gestantes, públicos e particulares, são obrigados a: I. Identificar o recém-nascido mediante o registro de sua impressão plantar e digital e da impressão digital da mãe, sem prejuízo de outras formas normatizadas pela autoridade administrativa competente. II. Proceder a exames visando ao diagnóstico e terapêutica deanormalidades no metabolismo do recém-nascido, bem como prestar orientação aos pais. a) Os itens I e II estão corretos. b) Somente o item I está correto. c) Somente o item II está correto. d) Os itens I e II estão incorretos. Questão 02) De acordo com o artigo 11 da Lei n° 8.069/1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA), é assegurado acesso integral às linhas de cuidado voltadas à saúde da criança e do adolescente, por intermédio do Sistema Único de Saúde. O § 2° do referido artigo incumbe o poder público de fornecer àqueles que necessitarem medicamentos, órteses, próteses e outras tecnologias assistivas relativas ao tratamento, habilitação ou reabilitação para crianças e adolescentes, de acordo com as linhas de cuidado voltadas às suas necessidades específicas, serviço esse de caráter: a) gratuito. b) terceirizado. c) emergencial. d) significativo. e) Exclusivo. Questão 03) Segundo a Lei nº 8.069/1990 - ECA, em relação à adoção, analisar os itens abaixo: I. Serão cadastrados para adoção recém-nascidos e crianças acolhidas não procuradas por suas famílias no prazo de 30 dias, contado a partir do dia do acolhimento. II. Pessoas jurídicas podem apadrinhar criança ou adolescente a fim de colaborar para o seu desenvolvimento. a) Os itens I e II estão corretos. b) Somente o item I está correto.. c) Somente o item II está correto. d) Os itens I e II estão incorretos. Questão 04 ) É (V) verdadeiro ou (F) falso afirmar sobre o Conselho Tutelar que: ( ) sob nenhuma circunstância as decisões do Conselho Tutelar podem ser revistas. ( ) o exercício efetivo da função de conselheiro constituirá serviço público relevante. ( ) Lei municipal disporá sobre local, dia e horário de funcionamento, inclusive quanto à remuneração de seus membros. A sequência correta é: a) V – V – V. b) F – V – V. c) F – F – V. d) V – F - F. Questão 05) A Lei nº 8.069/1990, conforme seu Artigo 1º, dispõe sobre: a) Diretrizes Nacionais para Educação Infantil. b) Proteção integral à criança e ao adolescente. c) Atendimento em pré-escola da criança até os 3 anos de idade. d) Atendimento em pré-escola da criança até os 5 anos de idade. e) Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Questão 06) Sobre o Conselho Tutelar, é CORRETO afirmar: a) órgão permanente e autônomo, não jurisdicional, encarregado pela sociedade de zelar pelo cumprimento dos direitos da criança e do adolescente. b) em cada município haverá, no mínimo, um Conselho Tutelar composto de oito membros, escolhidos pela comunidade local e por confiança da gestão municipal. c) os recursos financeiros para a manutenção do Conselho Tutelar deverão ser totalmente advindos dos conselheiros e da comunidade, sem poder receber verbas do orçamento do município. d) o exercício efetivo da função de conselheiro não constituirá de forma alguma em serviço público, não tendo este nenhum privilégio civil ou judiciário. Bibliografia BRASIL ESCOLA. Segunda Guerra Mundial. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historiag/segunda-guerra-mundial.htm. Acesso em 22/08/2020. MUNDO EDUCAÇÃO. Criação da ONU após a II Guerra Mundial. Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/criacao-onu-apos-ii-guerra-mundial.htm, Acesso em 22/08/2020. UNICEF BRASIL. Sobre o UNICEF. Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/como-atuamos-no-brasil. Acesso em 22/08/2020. UNICEF BRASIL. Documento do Programa de País. Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/sites/unicef.org.brazil/files/2019-03/BCO_CPD2017_2021_.pdf. Acesso em 22/08/2020. CAVALCANTE, E.B.T. ANPUH – 30º Simpósio Nacional de História. Movimento Nacional dos Meninos e Meninas de Rua (MNMMR): A Constituição Histórica de uma Luta e o Ensino de História. Recife, 2019. MINISTÉRIO PÚBLICO DO PARANÁ. Criança e Adolescente ECA 30 Anos. Disponível em: http://crianca.mppr.mp.br/pagina-2246.html. Acesso em 23/08/2020. MELLO, J. ENFrente Enfermagem Continuada. Estatuto da Criança e do Adolescente (Direitos à Saúde). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=8NRE-buwYeM. Acesso em 23/08/2020. BRASIL. Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). Taxa de gravidez adolescente no Brasil está acima da media latino americana e caribenha. 2018. Disponível em: https://nacoesunidas.org/taxa-de-gravidez-adolescente-no-brasil- esta-acima-da-media-latino-americana-e-caribenha/. Acesso em: 23/08/2020. ND+. Conheça os bebês Super-Heróis do Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí. Disponível em: https://ndmais.com.br/noticias/conheca-os-bebes-super-herois-do- hospital-marieta-konder-bornhausen-em-itajai/. Acesso em 23/08/2020. PREFEITURA MUNICIPAL DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ. Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente – CMDCA. Disponível em: https://www.bc.sc.gov.br/conteudo.cfm?caminho=conselho-municipal-dos-direitos-da-crianca-e-do-adolescente-cmdca. Acesso em 23/08/2020. ALMEIDA, A.P; SILVA, E.D. O sistema de Financiamento do Conselho Tutelar e a Responsabilidade Municipal. Revista Aporia Jurídica. Faculdades Integradas dos Campos Gerais CESCAGE, 2016. MINISTÉRIO PÚBLICO DO PARANÁ. Criança e Adolescente: Funções do Conselho Tutelar. Disponível em: http://crianca.mppr.mp.br/pagina-1834.html. Acesso em 23/08/2020. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. CASA CIVIL. SUBCHEFIA PARA ASSUNTOS JURÍDICOS. Lei nº8.069, de 13 de Julho de 1990. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm. 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