Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

Conteudistas
Prof. Me. Mathias Gonzalez
Prof.ª Dra. Ana Barbara Ap. Pederiva
Revisão Técnica
Prof.ª Dra. Vilma Silva Lima
Revisão Textual
Nilmara Tomazi
Métodos Científicos
2
Sumário
Objetivos da Unidade ............................................................................................................3
Introdução .............................................................................................................................. 4
Métodos Científicos ............................................................................................................. 5
Conceituação e Importância do Método .........................................................................................5
Tipos de Métodos ...................................................................................................................7
Método Indutivo ..................................................................................................................................... 7
Método Dedutivo ...................................................................................................................................8
Método Hipotético-Dedutivo .............................................................................................................8
Método Dialético ..................................................................................................................................10 
Método Fenomenológico ..................................................................................................................10
Método Histórico ..................................................................................................................................11
Relação Entre Método e Técnica ...................................................................................... 11
Material Complementar .................................................................................................... 14
Referências ............................................................................................................................15
3
Objetivos da Unidade
Atenção, estudante! Aqui, reforçamos o acesso ao conteúdo on-line para 
que você assista à videoaula. Será muito importante para o entendimento 
do conteúdo.
Este arquivo PDF contém o mesmo conteúdo visto on-line. Sua disponibili-
zação é para consulta off-line e possibilidade de impressão. No entanto, re-
comendamos que acesse o conteúdo on-line para melhor aproveitamento.
• Compreender que o método é a trajetória percorrida pelo pesquisador na 
apreensão do objeto de análise;
• Perceber que existem métodos diferentes para apreensão dos fenômenos na-
turais e sociais;
• Assimilar as etapas ou fases do método científico.
4
Introdução
O método científico engloba um conjunto de regras básicas relacionadas aos proce-
dimentos que produzem o conhecimento científico. Dito de outra forma, ele pode 
ser entendido como o caminho utilizado para a construção do discurso científico. 
Trata-se, então, da trajetória que o pesquisador percorrerá para conhecer o objeto a 
ser investigado e construir o conhecimento.
Figura 1 – Pesquisador e a construção do conhecimento
Fonte: Fotolia/Acervo próprio
Nas próximas páginas, você conhecerá os tipos de métodos criados no processo de 
desenvolvimento do ser humano em busca do conhecimento, partindo da relação 
que se estabelece entre sujeito e objeto.
VOCÊ SABE RESPONDER?
Com base nas informações fundamentais sobre como ocorrem a construção e a 
execução do processo investigativo da Ciência, você acredita que os métodos cien-
tíficos são mecanismos essenciais para se obter novos conhecimentos e transfor-
mar a realidade?
5
Métodos Científicos
Conceituação e Importância do Método
Para reforçar o que aprendemos anteriormente: a Ciência é um procedimento me-
tódico que busca conhecer, interpretar e intervir na realidade. A partir disso, estuda-
remos alguns dos diferentes métodos científicos.
O método não é único e nem sempre o mesmo para o estudo deste ou 
daquele objeto e/ou para este ou aquele quadro da ciência, uma vez que 
reflete as condições históricas do momento em que o conhecimento 
é construído. Somente à base desta reflexão o pesquisador conseguirá 
compreender o plano histórico e dinâmico do conhecimento científico.
BARROS; LEHFELD, 2000, p. 55.
O conceito de método pode ser definido como um caminho para chegar a um fim 
ou pelo qual se atinge um objetivo. Portanto, entende-se que: “É um procedimento 
de investigação e controle que se adota para o desenvolvimento rápido e eficiente 
de uma atividade qualquer. Não se executa um trabalho sem a adoção de algumas 
técnicas e procedimentos norteadores da ação” (BASTOS; KELLER, 2000, p. 84).
Reflita
O que dizer, então, do método científico? Poderia afirmar que é 
o caminho trilhado pelo cientista em busca de “verdades” cientí-
ficas. Quais são as “verdades” científicas? O que é ser cientista? 
O que é Ciência? Existe uma Ciência única? Quando nos repor-
tamos a uma hipotética linha demarcatória a separar o que jul-
gamos ser uma verdade científica de outras possíveis verdades, 
a que estamos nos referindo? 
A partir desses questionamentos, é possível notar que o método possui extrema 
importância, afinal, é por meio dele que se alcançam as verdades buscadas pela 
humanidade por meio dos pesquisadores.
Qualquer pessoa pode realizar uma experiência que julgue ser bem-sucedida, mas 
sempre será necessária a comprovação científica por meio de provas. Os cientistas 
só aceitarão uma teoria ou descoberta depois que a replicarem ou obtiverem provas 
irrefutáveis até aquele momento.
6
Uma experiência científica só será considerada válida para o mundo da Ci-
ência se for realizada seguindo determinadas normas regulamentadas. Os 
cientistas se esmeram em replicar incontáveis vezes uma experiência até 
terem certeza de que foram obedecidos todos os critérios de cientificidade 
exigidos. 
O cientista é aquele que utiliza o método científico para encontrar a solução dos 
problemas ou compreender o universo à sua volta. Assim, o método científico é o 
percurso trilhado pelo cientista.
Importante
No método científico, a hipótese é o caminho que deve levar à 
formulação de uma teoria. O cientista, na sua hipótese, tem dois 
objetivos: explicar um fato e prever outros acontecimentos dele 
decorrentes. 
A hipótese deverá ser testada/aplicada para que os resultados obtidos pelos pesqui-
sadores a comprovem perfeitamente. Então, ela será aceita como teoria. Para sim-
plificar: a hipótese é uma tentativa preliminar de resposta ao problema da pesquisa.
Figura 2 – Esquema para o problema da pesquisa
Fonte: Elaborado pelo autor
#ParaTodosVerem: a imagem é um esquema visual que representa os elementos que compõem o problema 
da pesquisa. Eles estão interconectados por setas, indicando implicação. O primeiro deles é a “dúvida”, que 
leva ao “problema”. Este, por sua vez, conduz à “hipótese”, a qual, por fim, chega a uma “tentativa de solução”. 
Fim da descrição.
A hipótese é uma resposta provisória e antecipa algo que será confirmado, ou não, 
com a pesquisa.
DÚVIDA PROBLEMA HIPÓTESE
TENTATIVA DE SOLUÇÃO
7
Importante
O método científico é composto pelas seguintes fases: 
• Observação de um fato; 
• Formulação de um problema; 
• Proposta de uma hipótese; 
• Realização de uma pesquisa para testar a validade da hi-
pótese. 
Para aumentar a segurança das conclusões, toda pesquisa deve ser controlada com 
técnicas que permitem descartar as variáveis que podem mascarar o resultado. 
Tipos de Métodos
Existem variados tipos de métodos científicos utilizados pelos cientistas e pesqui-
sadores de diferentes áreas do conhecimento para se chegar a determinados resul-
tados. Veja cada um, a seguir.
Método Indutivo
O método indutivo parte da observação de casos particulares para o estabelecimento 
de hipóteses de caráter geral. Foi proposto pelos empiristas (Bacon, Hobbes, Locke, 
Hume).Estes defendem que o conhecimento é fundamentado exclusivamente na ex-
periência, sem considerar princípios preestabelecidos.
Nesse método, parte-se da observação de fatos ou fenômenos dos quais se 
deseja conhecer as causas. 
Em seguida, os fatos observados são comparados com a finalidade de descobrir as 
relações existentes entre eles. Por fim, procede-se à generalização, com base na 
relação verificada entre os fatos ou fenômenos. Observe o exemplo a seguir.
8
• João é mortal;
• Paulo é mortal;
• Manoel é mortal;
• Ora, João, Paulo e Manoel são homens;
• Logo, (todos) os homens são mortais.
Conclusões indutivas são perigosas, pois generalizações de premissas verdadeiras 
podem levar a uma falsa conclusão.
Método Dedutivo
Nesse método, a partir da observação de um princípio geral, chega-se a conclusões 
particulares. Parte-se de princípios reconhecidos como verdadeiros e indiscutíveis, 
possibilitando chegar a conclusões de maneira puramente formal, isto é, apenas em 
virtude de sua lógica. É o método proposto pelos racionalistas (Descartes, Spinoza, 
Leibniz). Segundo esses teóricos, somente a razão é capaz de levar ao conhecimento 
verdadeiro, que decorre de princípios supostamente evidentes e irrecusáveis. Veja o 
exemplo a seguir. 
• Todo mamífero é vertebrado;
• Todo homem é mamífero;
• Logo, todo homem é vertebrado.
Método Hipotético-Dedutivo
Nesse método, mediante a percepção de uma lacuna no conhecimento, formula-
-se uma hipótese. Então, pelo processo de observação e inferência dedutiva, é tes-
tada a predição da ocorrência do fenômeno abrangido pela hipótese (LAKATOS; 
MARCONI, 1991). 
Pode-se apresentar as etapas do método hipotético-dedutivo conforme demons-
trado a seguir.
Quando os conhecimentos disponíveis sobre determinado assunto são in-
suficientes para a explicação de um fenômeno, surge o problema.
Problema
9
Para tentar explicar a dificuldade expressa no problema, são formuladas con-
jecturas ou hipóteses. Para a explicação de um fenômeno, surge o problema.
Conjecturas
Nesse caso, de acordo com Popper, a hipótese mostra-se válida, pois superou todos 
os testes, mas não definitivamente confirmada, já que, a qualquer momento, pode 
surgir um fato que a invalide.
Glossário
O método hipotético-dedutivo foi definido por Karl Popper a 
partir de críticas à indução, expressas em A lógica da investigação 
científica, obra publicada pela primeira vez em 1935.
Quando não se consegue demonstrar qualquer caso concreto capaz de fal-
sear a hipótese, tem-se a sua corroboração, que é a confirmação da hipó-
tese, porém, ela é considerada provisória.
Corroboração
Falsear significa tentar tornar falsas as consequências deduzidas das hipó-
teses. Enquanto no método dedutivo procura-se, a todo custo, confirmar 
as hipóteses, no método hipotético-dedutivo, ao contrário, procuram-se 
evidências empíricas para derrubá-la.
Tentativa de falseamento
Das hipóteses formuladas, deduzem-se consequências que deverão ser 
testadas ou falseadas.
Dedução de consequências observadas
10
Método Dialético
Esse método procura contestar uma realidade posta, enfatizando as suas contradi-
ções. Para toda tese, existe uma antítese, que, quando contraposta, tende a formar 
uma síntese. Esse tipo de pesquisa se funda em uma concepção dinâmica da realidade 
e das relações dialéticas entre sujeito e objeto, conhecimento e ação, teoria e prática.
 O método dialético não envolve apenas questões ideológicas, geradoras 
de polêmicas. Trata-se de um método de investigação da realidade pelo 
estudo de sua ação recíproca [...]. É contrário a todo conhecimento rígido: 
tudo é visto em constante mudança, pois sempre há algo que nasce e se 
desenvolve e algo que se desagrega, se transforma. 
ANDRADE, 2003, p. 114-5
O método dialético, portanto, é contrário a todo conhecimento rígido, pois tudo é 
percebido como em estado de constante mudança.
Método Fenomenológico
Este não se limita à descrição dos fenômenos. Trata-se, ao mesmo tempo, da ten-
tativa de interpretação deles, com o objetivo de descobrir os sentidos menos apa-
rentes e mais fundamentais desses fenômenos. Esse método valoriza a pesquisa 
do cotidiano, tenta resgatar tudo aquilo que, pela rotina, foi perdendo relevância e 
significação, ficando oculto pelo uso, pelo hábito e pelo senso comum. Nesse sen-
tido, o enfoque fenomenológico permite reeducar e reorientar o olhar que investiga.
O método fenomenológico valori-
za, sobretudo, a interpretação do 
mundo, que surge intencionalmen-
te à consciência do homem. Assim, 
pode-se afirmar que, na pesquisa de 
orientação fenomenológica, o sujeito 
deixa de ser um observador imparcial 
(como pretende a abordagem positi-
vista), para assumir, de certa forma, 
a condição de “ator”. Aliás, um dos 
méritos do método fenomenológico 
é justamente questionar os procedi-
mentos positivistas, encarecendo a 
importância do sujeito no processo 
da construção do conhecimento.
11
Outra característica marcante da pesquisa fenomenológica é sua recusa à caracteri-
zação, pretendendo-se, ao contrário, ser sempre aberta a novas interpretações.
É importante ressaltar que, conforme Masini (1989), alguns autores consideram ina-
dequado falar em método fenomenológico. Segundo eles, não se trata de um méto-
do, são regras formais de pesquisa voltadas especialmente para o fenômeno (aquilo 
que se mostra como é, que mostra a si mesmo). Então, não caberia falar em método, 
mas em “atitude fenomenológica”.
Método Histórico
Esse método é específico das ciências sociais. Ele parte do princípio de que as atuais 
formas de vida social, as instituições e os costumes têm suas raízes no passado, 
sendo, portanto, fundamental pesquisar sua origem para bem compreender sua na-
tureza e função. Por exemplo, para investigar uma instituição social, como a família 
e as relações de parentesco, o método histórico pesquisa, no passado, os elementos 
constitutivos dos vários tipos de família e as fases de sua evolução social.
O método histórico “[...] consiste em investigar os acontecimentos, pro-
cessos e instituições do passado para verificar sua influência na socie-
dade de hoje”.
ANDRADE, 2003, p. 133
Dessa forma, o pesquisador que utiliza o método histórico tem a preocupação de 
colocar o fenômeno estudado no ambiente social em que surgiu, ou seja, contextu-
alizá-lo. Assim, será capaz de acompanhar suas sucessivas alterações e compará-lo 
a fenômenos semelhantes em sociedades diferentes (LAKATOS; MARCONI, 1991).
Dentro do método histórico, existe uma diversidade de abordagens. É possível apli-
car esse método ao estudo de um mesmo tema; porém, com enfoques tão diferen-
tes quanto o positivista, o fenomenológico, o dialético etc. 
Relação Entre Método e Técnica
Na investigação científica, os termos “método” e “técnica” estão estreitamente rela-
cionados e são comumente empregados sem uma compreensão exata da sua dife-
renciação semântica. Como descrito anteriormente, o método – termo já conhecido 
na Grécia Clássica (méthodos) – foi usado por Platão e Aristóteles no sentido de 
“estudo ordenado de uma questão filosófica ou científica”. A palavra pode ser de-
composta no prefixo metá + hodós, que quer dizer caminho, via, rota.
12
Importante
Em sentido genérico, portanto, é o caminho pelo qual se chega 
a um determinado resultado.
Na terminologia científica, “método” pode ser definido como um conjunto de da-
dos e regras de proceder, permitindo atingir um fim previamente determinado. 
Por exemplo: pesquisa experimental, diagnóstico, operação, tratamento, reação 
físico-química ou biológica, prova clínica ou teste de laboratório. Muitos teóricos 
definem “método” como um conjunto de meios dispostos convenientemente para 
se chegar a um fim.
A palavra “técnica” é originada do grego tékhne, e significa arte. Se o mé-
todo é o caminho, a técnica é o modo de caminhar. “Técnica” subentende 
o modo de proceder em seus menores detalhes, a operacionalização do 
método segundo normas padronizadas. É resultado da experiênciae exige 
habilidade em sua execução. Um mesmo método pode comportar mais 
de uma técnica.
O método científico, inicialmente, ocorre do seguinte modo: há um problema que 
desafia a inteligência; o cientista elabora uma hipótese e estabelece as condições 
para seu controle, a fim de confirmá-la ou não. A conclusão é, então, generalizada, 
ou seja, considerada válida não só para aquela situação, mas para outras similares. 
Além disso, quase nunca se trata de um trabalho solitário do cientista, pois, hoje em 
dia, cada vez mais as pesquisas são objetos de atenção de grupos especializados 
ligados às universidades, às empresas ou ao Estado. 
De qualquer forma, a objetividade da ciência resulta do julgamento feito pelos mem-
bros da comunidade científica que avaliam criticamente os procedimentos utiliza-
dos e as conclusões, divulgadas em revistas especializadas e congressos. Assim, 
pela visão do senso comum, a Ciência busca compreender a realidade de maneira 
racional, descobrindo relações universais e necessárias entre os fenômenos. Isso 
permite prever os acontecimentos e, consequentemente, agir sobre a natureza.
13
Por exemplo, nos séculos XVIII e XIX, as leis de Newton foram reformuladas por 
diversos matemáticos que desenvolveram técnicas para aplicá-las de maneira mais 
precisa. No século XX, a teoria da relatividade de Einstein desmentiu a concepção 
clássica de que a luz se propaga em linha reta. Isso serve para mostrar o caráter 
provisório do conhecimento científico sem, no entanto, desmerecer a seriedade e 
o rigor do método e dos resultados. Ou seja, as leis e as teorias continuam sendo 
hipóteses, de fato, com diversos graus de confirmação e verificabilidade, podendo 
ser aperfeiçoadas ou superadas.
Reflita
• A partir do que foi estudado, podemos afirmar que existe 
um método universal?
• Será que os métodos universais devem ser considerados 
válidos para situações diversas?
• Existindo situações diferentes, podemos qualificá-las como 
universais? 
• Como descrever relações universais por meio de métodos 
“individuais”? 
• Será que esse tipo de método é realmente válido univer-
salmente?
• É possível, então, nomear o método como universal? 
Para tanto, a ciência utiliza méto-
dos rigorosos e atinge um tipo de 
conhecimento sistemático, preci-
so e objetivo. Entretanto, apesar 
do rigor do método, não é conve-
niente pensar que a Ciência é um 
conhecimento certo e definitivo, 
pois ela avança em contínuo pro-
cesso de investigação que supõe 
alterações à medida que surgem 
fatos novos, ou quando são inven-
tados novos instrumentos.
Material Complementar
14
Método Científico: Definições, Aplicações, Principais Tipos e Etapas
https://bit.ly/3DHoOGm
Estratégias Metodológicas Adotadas nas Pesquisas de Iniciação Científica 
Premiadas na UFPB: em Foco a Série “Iniciados”
https://bit.ly/45vOlhN
Métodos de Pesquisa
https://bit.ly/3OsgL5o
Metodologia Científica 
https://bit.ly/3OHSt8O
Leituras
https://bit.ly/3DHoOGm
https://bit.ly/45vOlhN
https://bit.ly/3OsgL5o
https://bit.ly/3OHSt8O
Referências
15
ALVES, R. A filosofia da ciência: introdução ao jogo e suas regras. São Paulo: Loyola, 
2000.
ANDRADE, M. M. Introdução à metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 
2003.
BARBOSA, D. Metodologia de estudos e elaboração de monografia. São Paulo: Ex-
pressão e Arte, 2006.
BARROS, A. J. S.; LEHFELD, N. A. S. Fundamentos de metodologia científica: um 
guia para a iniciação científica. São Paulo: Pearson Makron Books, 2000.
BASTOS, C.; KELLER, V. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científi-
ca. Petrópolis: Vozes, 2000.
DEMO, P. Metodologia do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, 2000. 
DIONE, J.; LAVILLE, C. A construção do saber. Porto Alegre: UFMG, 2004.
FREIRE-MAIA, N. A ciência por dentro. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 2000.
GALLIANO, A. C. O método científico: teoria e prática. São Paulo: Harbra, 1986.
GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1989.
HAGUETTE, T. M. F. Metodologias qualitativas na sociologia. Petrópolis: Vozes, 2003.
JAPIASSU, H. Nascimento e morte das ciências humanas. Rio de Janeiro: F.Alves, 
1978.
KÖCHE, J. C. Fundamentos de metodologia científica. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 1997.
MÁTTAR NETO, J. A. Metodologia científica na era da Informática. São Paulo: 
Saraiva, 2002.
POPPER, K. A lógica da investigação científica. São Paulo: Cultrix, 2013.
SALONON, D. V. Como fazer uma monografia. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

Mais conteúdos dessa disciplina